Dana lança campanha contra a Covid-19

Dana Campanha Covid

Animação se inspirou em uma famosa campanha australiana e reforça os cuidados necessários no combate à Covid-19

 

A Dana, que recentemente comemorou 74 anos de Brasil, anuncia uma nova campanha contra a Covid-19. Trata-se de uma animação, chamada “Se vacine, se proteja, não seja sem noção”, disponível no Canal Dana no YouTube.

De acordo com a empresa, a animação foi inspirada em um filme de muito sucesso do metrô de Melbourne, na Austrália, chamado “Dumb Ways to Die”, em que situações extremas são usadas para exemplificar como nos colocamos em perigo. 

“Aplicamos o mesmo conceito de situações absurdas trazendo para a demanda da Covid-19, ilustrando o que NÃO SE DEVE FAZER e chegar ao que se DEVE FAZER – usar máscaras, praticar o distanciamento social, fazer a higiene das mãos e acima de tudo, se vacinar – e assim, não ser sem noção”, afirma Luís Pedro Ferreira, Diretor de Relações Institucionais, Comunicação e Marketing da Dana para o Brasil.

Veja a campanha a seguir: 

 

https://youtu.be/wbTxlbZAayU

Fernando Calmon | Great Wall vai mudar imagem chinesa no mercado?

Fusca chinês

O anúncio, na semana passada, da venda das instalações industriais desativadas da Mercedes-Benz, em Iracemápolis (SP), para a Great Wall Motors (GWM) não chegou a ser exatamente uma surpresa.

Desde 2012 a GWM mostrava interesse no mercado brasileiro, mas preferiu esperar por momentos melhores. Havia dúvidas sobre se instalar como importadora ou nomear uma representante. Em 2019 notícias de bastidores levantaram uma possível associação entre a empresa e o Grupo CAOA para adquirir a fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP). Porém, não prosperou.

Outras chinesas, JAC e Chery (ambas estatais), adotaram caminhos diferentes. A primeira nomeou o Grupo SHC, de Sérgio Habib, como sua representante. A marca estreou relativamente bem, mas o programa Inovar-Auto, de 2013, elevou muito a carga fiscal sobre empresas que não produziam no Brasil. O grupo entrou em recuperação judicial e hoje tem participação de mercado simbólica, embora sua guinada para modelos elétricos da própria JAC venha ajudando.

No caso da Chery o erro de avaliação foi quase fatal. Inaugurou uma fábrica inteiramente nova em Jacareí (SP) e já no dia seguinte sofreu com uma greve. A operação provou-se inviável até o Grupo CAOA entrar na sociedade em 2017. O grupo brasileiro atuou com competência para salvar a marca, dividindo a produção entre Jacareí e Anápolis (GO).

Fernando CalmonA GWM (maior fabricante de capital privado chinês) deve ter negociado muito bem a aquisição da fábrica paulista com a matriz da Daimler, na Alemanha. Uma unidade pequena, para apenas 2.000 veículos/ano e 370 funcionários. Os planos, porém, são audaciosos: 2.000 funcionários e 100.000 unidades/ano em prazo ainda em aberto. Seu portfólio inclui cinco marcas (Great Wall, Haval, WEI, TANK e ORA) com oferta de SUVs e picapes médias bastante demandados aqui.

O grupo, no entanto, mostra algo desabonador. Já fez cópias descaradas, na China, de produtos da Fiat, Isuzu, Nissan, Scion e Toyota. Agora mesmo lançou lá um “Fusca” de quatro portas. Embora, certamente, não deva repetir esses mesmos erros aqui, outra chinesa, a Lifan, já vendeu uma cópia do Mini no Brasil. Chery e JAC nunca apelaram para esse expediente e indicam a imagem a ser seguida.

 

Seminário discute segurança e conectividade

A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), em seminário virtual, mostrou as tendências em segurança e conectividade nos próximos anos. Daniel Tavares, do Denatran, disse que na Semana Nacional do Trânsito, agora em setembro, serão apresentadas novas metas de segurança. Carlo Gibran, da Bosch, frisou que há um árduo trabalho de discussão e aprovação de 38 tecnologias para veículos em prazos que vão de seis a 48 meses. Muitas dessas regulamentações ainda são recentes, mesmo no exterior.

Lucas Chamon, da RA Automotive, destacou o desafio do volume de dados processados e conectados por um único carro autônomo ainda em testes: 30 TBytes por dia. Isso é 3.000 vezes mais que a quantidade gerada em uma rede social como o Twitter, diariamente. Mesmo com auxílio da telefonia celular 5G muito ainda terá que ser feito para adicionar confiabilidade e consistência.

Quanto à confidencialidade dos dados pessoais dos ocupantes do veículo João Garbin, da Volvo Cars, garantiu que serão preservados. A dúvida surgiu quanto à possibilidade de serem repassados a autoridades de trânsito.

 

ALTA RODA

 

NEM a Toyota escapou dos problemas de abastecimento de semicondutores e cortará no próximo mês de setembro 40% de sua produção mundial. Alguns países serão atingidos mais do que outros, embora a empresa planeje recuperar o volume até março de 2022 (fim de seu ano fiscal). Segundo a agência Reuters, a Toyota aumentou os estoques de chips desde o desastre nuclear de Fukushima, em 2011 e, por isso, vinha sendo menos afetada que outras fabricantes.

CR-V 2021 manteve dimensões e desempenho. Reestilização dianteira, novas rodas e retoques na traseira deixaram o SUV médio da Honda mais atraente. Tração 4×4 por demanda proporciona ótima dirigibilidade. Pacote de segurança completo: controle de cruzeiro adaptativo e frenagem emergencial autônoma entre outros. Portas USB bem posicionadas e carregamento de celular por indução melhoram a conectividade. Importado dos EUA, preço alto deixa-o pouco competitivo.

PORSCHES 911 GT3 e 718 Cayman GT4 chegam por R$ 705.000 e R$ 1.149.000, respectivamente. Ambos utilizam motores de aspiração natural, no cenário dominado por turbocompressores, inclusive da própria marca. Em teste no Autódromo Velocittà, o primeiro, agora com 510 cv, está mais “no chão”, como se diz, com mudanças nas suspensões e aerodinâmica. O segundo ganhou potência (passou para 420 cv) e proporciona experiência de guiar ímpar pela agilidade de respostas graças ao motor traseiro-central.

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www.fernandocalmon.com.br

Abílio Responde: Lubrificante para motor diesel em veículo a gasolina

Lubrificante para motor diesel

O que acontece se eu adicionar óleo lubrificante de motor a diesel em um motor a gasolina?

José Evaldo Dos Santos
Via YouTube O Mecâniconline

 

Os lubrificantes para motores diesel têm uma reserva alcalina elevada, a fim de neutralizar os ácidos que costumam se formar na combustão do diesel, por conta do enxofre contido no mesmo. Esses ácidos se formam em quantidade muito menores nos motores ciclo Otto. Logo, o uso desse tipo de lubrificante pode – e enfatizamos o ‘pode’ – gerar a formação de depósitos cáusticos no interior do motor. Por precaução, use apenas o óleo recomendado pela fabricante do veículo.

 


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: redacao@omecanico.com.br

Cummins inicia testes de motor alimentado a hidrogênio

Cummins

Cummins já trabalha na conversão de motores a diesel ou gás natural em combustível de hidrogênio, incluindo a produção de combustível 

 

A Cummins já deu início a testes com um motor de combustão interna movido a hidrogênio, visando criar novas soluções de energia para seus clientes atingirem as metas ambientais do futuro.

“A Cummins está entusiasmada com o potencial do motor a hidrogênio para reduzir as emissões e fornecer potência e desempenho para os clientes. Estamos utilizando todas as novas plataformas de motores equipadas com as tecnologias mais recentes para melhorar a densidade de potência, reduzir o atrito e melhorar a eficiência térmica, o que nos permite evitar as limitações de desempenho típicas e compromissos de eficiência associados à conversão de motores a diesel ou gás natural em combustível de hidrogênio”, afirma Srikanth Padmanabhan, presidente do Segmento de Motores da Cummins.

Após o teste de prova de conceito, a empresa planeja avaliar o motor em uma variedade de aplicações dentro e fora de estrada. De acordo com a Cummins, os motores a hidrogênio podem usar combustível de hidrogênio verde, produzido por eletrolisadores fabricados pela própria companhia, emitindo emissões quase nulas de CO² pelo escape e níveis quase nulos de NOx.

A empresa reforça ainda que está investindo em uma variedade de tecnologias para apoiar o transporte baseado em hidrogênio, incluindo motores a hidrogênio, células de combustível, eletrolisadores e tanques de armazenamento.

Desse modo, a Cummins se posiciona no segmento indo além das células de combustível e soluções de armazenamento para a fabricação de hidrogênio renovável descarbonizado, com a experiência de mais de 600 instalações de eletrolisadores em todo o mundo. Assim, oferece recursos exclusivos de hidrogênio, que vão desde a produção de combustível até o armazenamento e energia do veículo.

Nakata fornece ampla linha de produtos para Toyota

Nakata peças suspensão direção

Catálogo da Nakata possui 230 itens de suspensão, direção, motor, freios e transmissão, atendendo modelos Toyota como Corolla, Etios e Bandeirante

 

A Nakata destaca que oferece um amplo portfólio com mais de 230 itens em suspensão, direção, motor, freios e transmissão para veículos da Toyota, como Corolla, Etios, Hillux, RAV4 e Yaris, além de Carina, Celica e Bandeirante.

São mais de 110 itens em amortecedores HG, convencionais e mola a gás, kits de amortecedor, kits de batentes, terminais axiais e de direção, bieletas, braço Pitman, pivôs de suspensão, buchas de bandejas e do braço, coxins de amortecedor, bandejas de suspensão e caixas de direção elétrica.

Já na linha de transmissão, especificamente, o portfólio inclui kits de reparo de junta homocinética, juntas fixas, garfos, cruzetas; kits planetária e satélite, luvas, ponteira, semieixo homocinético, tripeças e tulipas, que juntas somam 77 aplicações diferentes.

A linha de freios é formada por pastilhas e sapatas de freios e cubos de roda , enquanto no segmento de motor o catálogo da Nakata conta com bombas d’água e de óleo, além de coxins de motor, para modelos como Toyota Bandeirante 1960, Corolla, Fielder e, muitos outros, somando mais de 10 aplicações.

A Nakata oferece o catálogo para pesquisa e consulta de todas as suas linhas de produtos pelo site www.cataloganakata.com.br.

 

LEIA MAIS: Nakata oferece cursos gratuitos de amortecedores suspensão e direção

É correto isolar o ar quente do Corsa? Dúvidas sobre arrefecimento | O Mecânico Responde

Neste programa, abordamos:
– Fiz de tudo e a SpaceFox continua esquentando. O que fazer?
– É correto fazer o isolamento do ar quente em um Corsa 1.4 2008?
– Qual a vedação necessária para a válvula termostática do Fiesta Rocam?
– É aconselhável usar produtos de limpeza para sistema de arrefecimento?

 

O MECÂNICO RESPONDE é o quadro em que solucionamos as dúvidas que chegam à redação da REVISTA O MECÂNICO. Nós enviamos as perguntas de vocês para as fabricantes de autopeças, montadoras e nossos consultores técnicos e estas são algumas das respostas que chegaram para nós

Troca de correia dentada e tensionador: o que REALMENTE diz a norma ABNT?

Norma ABNT 15.759 em vigor formaliza que o tensionador deve, sim, ser trocado com a correia dentada e os demais componentes de sincronismo

 

Embora haja um grande ruído dentro do mercado de manutenção automotiva, existiram efetivamente em vigor apenas duas edições da norma ABNT 15.759, que padroniza os procedimentos gerais de inspeção e troca de correias de sincronismo e acessórios em motores de combustão interna.

A primeira edição, vigente entre 4 de outubro de 2009 e 15 de julho de 2011, já determinava a troca preventiva dos componentes de sincronismo no momento da substituição da correia, incluindo o tensionador, por questão de risco de falha e consequentes danos ao motor. Esses problemas, legalmente, são de responsabilidade do aplicador da peça, ou seja, o mecânico.

A segunda edição, em vigor de 16 de julho de 2011 até o presente momento, é bem direta. No item 4.1 (“Inspeção”), está recomendado que, se no momento da manutenção a correia estiver com a quilometragem limite de vida útil estipulada fabricante do veículo, “os demais componentes do sistema devem ser substituídos independentemente da condição”. Conforme descrito no mesmo item 4.1, esses componentes, são: polias dentadas, tensionadores, rolamentos guias e de apoio.

Portanto, a norma ABNT 15.759 vigente formaliza, sim, que o procedimento correto de manutenção da correia dentada é a troca completa do sistema de sincronismo, incluindo obviamente o tensionador – e nunca houve outra normatização publicada de fato pela Associação Brasileira de Normas Técnicas dizendo o contrário.

Entre as duas publicações, houve apenas uma emenda aos itens 4.1.2 e 5.1.2 (“ABNT NBR 15759:2009 Emenda 1:2011”), datada de 15 de junho de 2011, cujo texto está já está incluso na edição da norma que entrou em vigor no dia seguinte.

Para os interessados, a norma ABNT 15.759 em vigor pode ser adquirida no site https://www.abntcatalogo.com.br/ pelo preço de R$ 36,25.

LEIA MAIS: Schaeffler afirma: é o mecânico quem deve atestar se o tensionador da correia dentada precisa ser trocado

Abílio Responde: Misturar diesel na gasolina?

Misturar diesel na gasolina

Então manda minha mensagem para ser esclarecida por engenheiros mecânicos: 10 a 20 ml de diesel por litro de gasolina é prejudicial a motores a gasolina ou apenas ajuda na limpeza e lubrificação de todo sistema e aumenta a densidade da gasolina? Estou no aguardo.

Antonio Marcos da Silva
Via YouTube O Mecâniconline

 

Isso não faz sentido. O diesel, assim como a gasolina e muitos derivados do petróleo, tem a sua origem na destilação fracionada do óleo cru (as frações que formam os produtos vão evaporando a diferentes temperaturas). O diesel é composto de vários hidrocarbonetos (entre eles: nafta, querosene e gasóleo) que são totalmente diferentes daqueles que formam a gasolina.

As frações que compõem o diesel são mais pesadas, evaporando em torno de 300°C, enquanto as da gasolina evaporam em torno de 150°C. Logo, a mistura de diesel na gasolina pode realmente trazer um aumento da massa específica (densidade) da mesma. Mas isso não traz nenhuma vantagem. Logo, é de se esperar que o seu comportamento dentro dos motores seja completamente diferente.

A gasolina por ser mais ser composta por frações mais leves (mais inflamável), tem um retardo químico (tempo necessário antes da combustão para e completa evaporação e mistura com o ar) menor do que o diesel. Além disso, com a gasolina, esse fenômeno exige temperaturas e pressões de câmara mais baixas.

Dessa forma, o calor proporcionado por uma centelha elétrica é suficiente para iniciar a combustão da mistura. Já o diesel exige temperaturas mais elevadas para completar a sua evaporação, mistura com o ar e início de ignição. Uma mistura de ar e diesel admitida no interior de um motor ciclo Otto pode até queimar com a centelha da vela. Ou seja, o motor vai pegar e funcionar.

Mas é forçar o mesmo a operar com um combustível mais “difícil de queimar”, que necessita de condições “mais extremas” (temperatura e pressão de câmara de combustão) a fim de proporcionar uma boa combustão. Logo, há formação de muita fumaça no escapamento e depósitos de fuligem, gerados pela combustão incompleta do diesel.

No interior de motores ciclo Otto é quase que inevitável. Isso sem falar nas consequências indesejáveis e médio e longo prazo que isso pode trazer. Quanto à detergência e maior poder de lubrificação, não há evidências de que o diesel (principalmente os de baixo teor de enxofre) seja mais eficiente do que a gasolina.

 


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VW e-Delivery tem primeiro lote esgotado em um mês

VW e-Delivery

Cem unidades do lote do e-Delivery foram adquiridas por clientes de todo o país, enquanto outras cem serão entregues à Ambev até o final deste ano

 

A Volkswagen anuncia que esgotou em apenas quatro semanas o primeiro lote do caminhão elétrico e-Delivery, disponível incialmente nas versões de 11 e 14 toneladas. O modelo, 100% desenvolvido no Brasil, é fabricado em Resende/RJ.

 “Estamos muito satisfeitos com o entusiasmo do mercado brasileiro pelas novidades. As vendas recentes incluem os primeiros negócios com a Coca-Cola Femsa Brasil, de 20 unidades, e a JBS, que adquiriu seu primeiro caminhão elétrico VW. Outros cem e-Delivery previamente negociados serão entregues à Ambev até o final deste ano. Vale lembrar que a cervejaria manifestou a intenção de compra de 1.600 caminhões elétricos de nossa marca até o ano de 2025”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da montadora.

 A empresa ressalta sua rede autorizada já está sendo treinada para o pós-vendas dos e-Delivery em cidades como São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Curitiba/PR, Goiânia/GO, Recife/PE, Cuiabá/MT e Belém/PA.

 

LEIA MAIS: Curiosidades sobre caminhões elétricos

 

e-Delivery 11 toneladas 4×2

Essa versão possui motor que entrega 300kW com torque máximo de 2.150 Nm desde a rotação zero, além de trazer suspensão pneumática de série. De acordo com a fabricante, ela atende às mais variadas aplicações urbanas. São seis módulos de bateria ou, opcionalmente, três módulos, dependendo da autonomia necessária para a operação. O peso bruto total é de 10.700 kg e sua capacidade máxima de carga útil, somada à carroceria, chega a 6.320 kg.

 e-Delivery 14 toneladas 6×2

Nesse modelo, o motor também entrega 300kW e torque de 2.150Nm desde as primeiras rotações, também com suspensão pneumática que permite suspender um dos eixos para ainda mais economia na operação. Pode receber seis ou três módulos de bateria conforme a encomenda, oferecendo peso bruto total de 14.300 kg e capacidade máxima de carga útil, somada à carroceria, de 9.055 kg.

SKF aposta em lançamentos para manter liderança

Linha SKF

Com mais de 5 mil peças no catálogo, a SKF teve mais de 300 lançamentos só no primeiro semestre e deve seguir com o plano de expansão

 

A SKF reforça que ao longo de seus mais de 106 anos de atuação no Brasil trabalha constantemente para se consolidar como em rolamentos, polias e tensionadores. Seu catálogo do produtos conta atualmente com mais de 5 mil peças de reposição para veículos de passeio, utilitários, caminhões e motocicletas e a empresa aposta nos lançamentos para seguir crescendo.

“Queremos cada vez mais prestar um melhor serviço com um portfólio completo e diversificado para expandir a presença da marca no aftermarket automotivo nacional”, diz Paulo Manoel, Gerente de Vendas da SKF.

A empresa lembra que lançou mais de 300 itens só no primeiro semestre deste ano, abrangendo diferentes linhas de produtos, como Coifa Unika de Direção Mecânica e Hidráulica (VKPJ), Kit Rolamento Caixa de Direção 2 Rodas (VKWY), Junta Homocinética (VKJA), Articulação Axial (VKY), Componentes Hidráulicos de Embreagem (VKCH), Rolamento de Roda Linha Pesada (VKBA), Kit de Corrente Sincronizadora (VKML) e Kit de Correia Sincronizadora (VKMA/VKMC).

A meta da SKF para 2021 é atingir uma evolução de 30% com base nas vendas de novos produtos. “Estamos empenhados em nosso plano de crescimento e mais novidades estão por vir neste segundo semestre. Vamos surpreender positivamente o mercado com novas soluções que fazem a diferença”, completa Daniel Leite, Diretor Comercial Automotivo da SKF.

Os lançamentos e demais produtos da SKF podem ser consultados em seu catálogo pelo link https://baixecatalogo.com.br/catalogo/skf.

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