Calmon | Afinal, o Brasil precisa ou não de carros elétricos?

Calmon | Afinal, o Brasil precisa ou não de carros elétricos? - Foto: divulgação/Audi
Calmon | Afinal, o Brasil precisa ou não de carros elétricos? – Foto: divulgação/Audi

 

Presidente mundial da Stellantis, conglomerado resultante da fusão entre PSA e FCA em janeiro de 2021 que reúne 14 marcas de veículos, o português Carlos Tavares costumar dar declarações incisivas sobre a empresa e seus concorrentes. Na mais recente ao jornal Valor afirmou que “a sociedade brasileira não precisa de carros elétricos porque aqui há o etanol para os modelos flex e grandes extensões de terra onde se pode plantar sem competir com a produção de alimentos”.

Sua opinião não chega a ser surpresa. Mas alguns a interpretaram como “condenação” do Brasil ao atraso tecnológico mesmo que o motor, quando consome etanol e no ciclo da produção do combustível à roda, esteja próximo à neutralidade de emissão de CO2, o principal gás de efeito estufa e de mudanças climáticas. Na realidade acredito que Tavares se referia ao curto e médio prazos, reverberando o forte viés de marketing envolvendo a mobilidade elétrica no mundo. Um deles é anunciar o alcance de um elétrico com um único número, quando se sabe que existe grande variação entre a melhor e a pior situação. Nos carros convencionais são três referências para o consumo/alcance: cidade, estrada e média ponderada (55% estrada e 45%, cidade).

Outra alusão enviesada é o uso do termo eletrificado incluindo os três tipos de híbridos entre os 100% elétricos para apontar crescimentos percentuais vistosos a partir de base comparativa baixíssima. No Brasil, por exemplo, em 2022 apenas 0,4% dos modelos leves vendidos eram 100% elétricos. Na Argentina, abaixo de 0,1%, embora o país tenha lançado a meta de 50% de veículos elétricos em 2030 e 100% em 2050.

Com as dimensões continentais do País, a falta de infraestrutura de recarga e o alto preço das baterias e dos carros, fica difícil estabelecer um prazo. No entanto, o rumo aos elétricos no mundo e no Brasil está decidido, porém falta acertar o ritmo. Cada país oferece subsídios maiores ou menores de acordo com os seus interesses, necessidades estratégicas e capacidade financeira. Aqui o incentivo é o mais elevado: Imposto de Importação (I.I.) de 35% para zero e IPI de 2% a 4% (carros convencionais de 7% a 25%). Isso sem contar os estímulos estaduais (ICMS) e até municipais, entre estes a isenção do incômodo rodízio na cidade de São Paulo que, isoladamente, representa um quinto de toda a comercialização de modelos leves no Brasil.

Outro debate recente questiona a ausência de produção no País e se o I.I. zerado deve ser mantido. Volta à tona a surrada palavra protecionismo, quando até os EUA acabaram de condicionar incentivos à fabricação em seu território. Marcas europeias, japonesas, sul-coreanas e até chinesas protestaram pro forma e, claro, terão de se submeter.

Há necessidade de cautela nessa altercação. Existem diferentes pontos de vista, embora o que se torna inconveniente é deixar tudo como está. Em algum momento o País terá de produzir os elétricos mesmo que a coexistência com veículos de motores a combustão interna continue e se estenda ainda por algumas décadas. Devemos estar preparados para uma maratona e deixar de lado a corrida de 100 metros rasos.

Uma das sugestões interessantes vem da Volvo Caminhões. Manter o I.I. zerado para empresas que se comprometerem a iniciar ou dar os primeiros passos para a produção local de baterias e motores, fundamental para avançar na industrialização. Essa fórmula já foi tentada para novas instalações fabris com o programa Inovar Auto. Entretanto precisa ser aperfeiçoado dentro dos rígidos parâmetros do Rota 2030, uma iniciativa já amplamente discutida e responsável por crescentes progressos em termos de itens de segurança, economia de combustível e emissões. Pode ser adaptado para estimular o início da era elétrica com produção aqui.

 

ALTA RODA

TOYOTA acaba de lançar, na Europa, o Corolla evoluído em relação à atual 12ª geração que lá é vendido nas versões sedã e hatch. O carro estreia a quinta geração do seu sistema híbrido que, além de maior eficiência e melhor desempenho, adota uma bateria de íons de lítio (no Brasil, bateria de níquel-cádmio bem mais barata). O carro ganhou visual mais refinado e contemporâneo, com linhas arredondadas, nova grade dianteira e assinatura de iluminação que combina luzes de rodagem diurna de LED e indicadores de direção em uma única unidade em forma de “J” que envolve o farol, além de novo desenho das rodas. Os motores são de 1,8 L (140 cv) e 2 L (196 cv). O interior também foi atualizado bem como o sistema Toyota Safety Sense. Estima-se que essa versão evoluída ainda vai levar de dois a três anos para chegar ao Brasil.

UMA IDEIA genial permeia a arquitetura modular MQB da VW. Lançada em 2012 no Golf VII tem uma característica muito interessante: a única dimensão imutável é a distância entre a linha dos pedais e o eixo dianteiro. Largura, comprimento, entre-eixos e altura podem variar. Concebida por Ferdinand Piëch (neto de Ferdinand Porsche) que foi presidente da VW de 2002 a 2015, serviu de base para 40 milhões de veículos até 2022 – 70 modelos diferentes, de sete marcas do Grupo, somando-se as suas variantes MQB A0, A0 IN, A1, A2 e Evo. Está presente do compacto Polo ao SUV grandalhão Atlas (5.100 mm de comprimento) e admite tração 4×2 ou 4×4. Segundo a revista inglesa Autocar, outras 40 milhões de unidades serão fabricadas até 2030. MQB, em tradução livre do alemão, significa Conjunto de Montagem Transversal Modular.

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Renault se prepara para atender à reposição de peças de veículos elétricos E-Tech

Renault se prepara para atender à reposição de peças de veículos elétricos E-Tech - Foto: divulgação/Renault
Renault se prepara para atender à reposição de peças de veículos elétricos E-Tech – Foto: divulgação/Renault

A Renault do Brasil reestruturou seu Centro de Distribuição de peças em Quatro Barras/PR, criando uma área dedicada para peças de reposição de veículos elétricos comercializados no país. Segundo a fabricante de automóveis, a área dedicada permite rápida disponibilidade de itens de reposição para a toda linha E-Tech comercializada no Brasil. A operação permite a entrega de peças de veículos elétricos em até um dia útil para todas as capitais do Brasil, afirma a Renault. No caso de baterias, o prazo de envio se dá em até três dias úteis. 

Nesta nova área, são armazenados 7,1 mil componentes de diferentes modelos 100% elétricos Kwid E-Tech, Zoe E-Tech e Kangoo E-Tech totalizando mais de 170 mil peças disponíveis para envio imediato para qualquer local do Brasil. Com o novo espaço, a Renault mantém uma estratégia de estoque que garante uma cobertura constante de seis meses de demanda da rede de concessionários.  

“Desenvolvemos uma cesta básica para cada veículo elétrico, com itens de maior giro, que engloba também componentes afetados em colisões leves”, explica  o diretor de pós-venda da Renault do Brasil, Arnaud Morebrum. “Essa lista de componentes foi incorporada ao estoque do concessionário, com disponibilidade imediata e com reposição automática. Os demais itens ficam disponíveis em nosso centro de distribuição, na área dedicada a veículos elétricos, podendo ser enviada para qualquer local do Brasil, incluindo baterias de tração e seus módulos”.

Foto: divulgação/Renault
Foto: divulgação/Renault

 

Concessionárias Renault estão habilitadas para revisar veículos E-Tech

O espaço de armazenamento dos componentes para veículos elétricos também recebeu cuidados especiais, seguindo todos os padrões da marca Renault na França, com área dedicada, isolada, controle de temperatura e sistema de segurança exclusivo, enquanto os colaboradores receberam treinamento específico para manuseio dos componentes.

“Com essa nova iniciativa, somada à mais ampla rede de concessionárias para veículos elétricos do Brasil, reforçamos nossa estratégia E-Tech no país, apresentada durante o E-Tech 100% Electric Days, no ano passado”, explica o vice-presidente comercial da Renault do Brasil, Bruno Hohmann.

De acordo com a Renault, as 259 concessionárias da marca no Brasil que possuem oficina estão habilitadas a realizar revisões e manutenções regulares dos veículos 100% elétricos da marca.

Fras-le divulga resultados da empresa em 2022

Fras-le divulga resultados da empresa em 2022 - Foto: divulgação - Fras-le
Fras-le divulga resultados da empresa em 2022 – Foto: divulgação – Fras-le

 

Números representam um aumento de 18% na receita em comparação com o ano de 2021 

 A Fras-le anunciou os resultados financeiros da empresa em 2022 com uma receita líquida anual de R$ 3,1 bilhões. O resultado, 18% maior em relação ao ano de 2021 quando a receita foi de R$ 2,5 bilhões, representa um recorde para a empresa. O destaque ficou para o quarto trimestre, onde mesmo com a desaceleração sazonal do mercado, a Fras-le obteve um aumento de 9% na receita em comparação ao mesmo período do ano anterior.  

 Para o diretor de Relações com Investidores da Fras-le, Hemerson de Souza, os números são resultados da assertividade da estratégia da empresa. “Mais uma vez, alcançamos os maiores e melhores indicadores financeiros de nossa história, frutos da assertividade da estratégia que adotamos. Uma sinalização disso já havíamos percebido, por exemplo, ao realizarmos o follow on, em abril, que se apresentou como um voto de confiança do mercado para a nossa atuação”, destaca o diretor.  

 Após os resultados positivos, o Presidente e CEO da Fras-le, Sérgio L. Carvalho, projetou o ano de 2023 para a empresa.  “Acreditamos que 2023 será mais um ano importante para a Fras-le. Seguiremos investindo em tecnologias disruptivas, na evolução das nossas marcas e produtos, em automação de processos e em expansão de territórios ao redor do globo, afirma o Presidente. 

Velas de platina e irídio têm propriedades especiais

Velas de platina e irídio têm propriedades especiais - Foto: divulgação/NGK
Velas de platina e irídio têm propriedades especiais – Foto: divulgação/NGK

Fabricada com materiais nobres, as velas de alto desempenho podem proporcionar melhorias na partida, aceleração e marcha lenta 

 

Fabricada com materiais nobres, a NGK destacou em seu portfólio as velas especiais de alto desempenho. Segundo a empresa, as peças não necessitam de modificações no veículo e podem proporcionar melhorias na partida, aceleração e na estabilidade em marcha lenta, além de ajudar a economizar combustível.  

Segundo o consultor de Assistência Técnica da NGK, Hiromori Mori, o uso de materiais como platina e irídio é uma opção segura para melhorar o sistema de ignição de veículos que utilizam velas convencionais. Para ele, o uso das velas especiais não altera as características mecânicas do veículo e, consequentemente, os cuidados são os mesmos das velas convencionais. 

“O mecânico deve instalar o material com cuidado no alinhamento da rosca, rosquear manualmente, aplicar o torque correto e não bater na vela para não causar danos no isolador cerâmico ou fechar os eletrodos”, aconselha Hiromori. 

Corteco faz alerta para o uso de autopeças sem procedência

Corteco faz alerta para o uso de autopeças sem procedência  - Foto: divulgação/Corteco

 

Com as plataformas de e-commerce em franco crescimento no Brasil, o volume de peças comercializadas de forma online aumenta a cada dia. Apesar dos benefícios que essa modalidade de compra traz aos envolvidos, outro grande problema que começa a surgir são os componentes falsificados. Utilizando de forma indevida as marcas dos fabricantes, golpistas utilizam a internet para aplicar golpes e enganar clientes. 

 A Corteco, fabricante de componentes para a reposição, destacou três dicas que podem ajudar o consumidor a não cair em anúncios maliciosos, preservando não apenas o bolso, mas também a segurança do motorista e dos ocupantes do veículo. Confira abaixo as dicas da Corteco.  

 
 Dicas para não cair em golpe na internet:  

 

  • Preços muito abaixo do praticado pelo mercado: é sempre importante fazer uma pesquisa no mercado para verificar o preço da peça que pretende adquirir. Se na loja online os valores estiverem muito abaixo da média, vale a desconfiança. 
  • Compre sempre de revendedores autorizados: outra dica para evitar dores de cabeça é comprar peças dos revendedores autorizados pela Corteco. Além disso, é importante sempre exigir a nota fiscal no ato da compra. 
  • A embalagem deve ser original, estar sempre lacrada e possuir a identificação da marca. Caso perceba alguma violação, o recomendado é não continuar com a compra. 

Valeo e BMW firmam parceria para desenvolvimento de sistema autônomo

Valeo e BMW firmam parceria para desenvolvimento de sistema autônomo - Foto: divulgação/Valeo
Valeo e BMW firmam parceria para desenvolvimento de sistema autônomo – Foto: divulgação/Valeo

Parceria visa o desenvolvimento de tecnologia de sistema autônomo para ser aplicado em estacionamentos 

 

A Valeo e a BMW firmaram uma parceria para desenvolvimento de sistema autônomo nível 4 para estacionamento. O acordo prevê, entre outras coisas, uma cooperação estratégica para desenvolver a tecnologia dos sensores, sistemas e softwares construídos especialmente para a função. 

 O sistema de estacionamento nível 4 permite que o motorista deixe o carro na entrada do estacionamento fechado, como um shopping ou aeroporto, e o veículo de forma autônoma procura uma vaga e realiza as manobras para estacionar corretamente. Ao voltar para buscar o veículo, o processo inverso é realizado até o carro retornar ao condutor.  

 O Presidente do Grupo de Negócios de Sistemas de Conforto e Assistência à Direção da Valeo falou sobre a parceria. “Estamos muito orgulhosos por mais este acordo de cooperação entre o Grupo BMW e a Valeo, agora para o desenvolvimento de um sistema completo de estacionamento autônomo Nível 4. Em breve mais essa comodidade deverá estar nos veículos de produção em série da BMW”, disse Marc. 

Cofap lança dez novos códigos de molas a gás

Cofap lança dez novos códigos de molas a gás - Foto: divulgação/NGK
Cofap lança dez novos códigos de molas a gás – Foto: divulgação/NGK

Novas peças chegam para atender veículos da linha leve e são destinados às tampas de porta-malas e capôs 

 

A Cofap Marelli Aftermarket anunciou o lançamento de dez novos códigos de amortecedores de mola a gás. Os novos componentes são destinados para veículos da linha leve e chegam para ampliar a cobertura da marca no mercado de reposição. As novas peças são destinadas às tampas de porta-malas e capôs de veículos das marcas Audi, BMW, Chevrolet, Ford, Nissan, Renault e Volkswagen. 

Dispositivo pressurizado composto por um tubo, haste e outros componentes internos, os amortecedores de mola a gás foram criados para substituir as molas mecânicas e, em alguns casos, todo o sistema de suporte de carga. Confira os códigos lançados pela Cofap:  

 

  • MGC19164 (Audi Q3 2.0, de 2011 a 2018, porta malas); 
  • MGC16766 (BMW 320i, a partir de 2002, plataforma E46, porta malas); 
  • MGC16746 (Chevrolet Tracker, a partir de 2020); 
  • MGC16747 (Ford Ka Sedan, de 2014 a 2021); 
  • MGC16720 (Nissan Kicks, a partir de 2016, tampa traseira); 
  • MGC16779 (Nissan Leaf, a partir de 2021, tampa traseira); 
  • MGC19165 (Renault Zoe, a partir de 2019, tampa traseira); 
  • MGC16744 (Toyota Camry 3.5, automático, 2020, capô); 
  •  MGC16745 (Toyota Prius 1.8, de 2010 a 2012, tampa traseira); 
  • MGC16749 (Volkswagen Nivus, a partir de 2020). 

Monroe divulga dicas de mecânica para futuras mulheres mecânicas

Monroe divulga dicas de mecânica para futuras mulheres mecânicas - Foto: divulgação/Monroe
Monroe divulga dicas de mecânica para futuras mulheres mecânicas – Foto: divulgação/Monroe

Material é destinado às mulheres que querem trabalhar em oficinas mecânicas 

 

A Monroe Amortecedores anunciou o lançamento de uma série de vídeos com dicas de mecânica para mulheres que querem trabalhar no setor. Os vídeos abordam assuntos como manutenção mecânica e gestão de serviços em oficinas, oferecendo dicas através dos quadros “Oficina Delas”, “Dica do Especialista” e “Guia da Oficina”. 

 A supervisora de marketing da Tenneco, Daniella Pascarelli, comentou sobre a iniciativa. “Essa iniciativa, além de ampliar o leque de ações de relacionamento com o cliente, também traz a possibilidade de compartilharmos informações relevantes com o nosso público. Apresentaremos conteúdos ricos em detalhes e daremos espaço para interações, tirando dúvidas”, disse Daniella.  

 Os vídeos vão ao ar semanalmente e podem ser acompanhados através dos perfis da Monroe no Facebook e também no Instagram.  

NGK dá dicas para evitar problemas em dias de chuva

NGK dá dicas para evitar problemas em dias de chuva - Foto: divulgação/NGK

 

Para trafegar com veículos em dia de chuva é necessário ter atenção redobrada por conta das ruas e estradas escorregadias por conta da água, além dos alagamentos que podem surpreender os motoristas. O consultor técnico da NGK, Hiromori Mori, dá dicas para evitar dores de cabeça e chegar em segurança ao seu destino naqueles dias de muita chuva. 

Os primeiros cuidados devem começar antes mesmo de sair da garagem, já que a umidade pode ocasionar problemas no sistema de ignição. Hiromori afirma: “A umidade propicia problemas no sistema de ignição, sobretudo quando há cabos e bobinas com terminais ressecados ou trincas no corpo da bobina. Por isso, é essencial manter em dia a revisão do carro”. Segundo ele, é necessário também atenção com palhetas, faróis, pneus, sistema de ventilação e freios.  

Caso o motorista seja surpreendido pela chuva na rua, o ideal nessas situações é estacionar o carro em um local seguro, longe de regiões baixas que podem alagar. Dessa forma, evitando riscos como a aquaplanagem, que acontece quando os pneus perdem o contato com o solo por conta da quantidade de água acumulada no asfalto. Outra dica é evitar locais como árvores ou estruturas que possam cair e atingir o veículo. 

 Dirigibilidade na chuva 

Caso não seja possível parar para esperar a chuva diminuir, é recomendado evitar regiões baixas que podem alagar, usar o farol baixo mesmo se estiver de dia e dirigir em velocidade reduzida. Em casos de aquaplanagem, o ideal é não girar bruscamente a direção ou pisar de forma forte nos freios até que os pneus voltem a ter contato com o solo.  

Em casos de enchente, é necessário esperar a água baixar para evitar o calço hidráulico, que é a entrada de água no motor através da tomada de admissão. “Se o carro ‘morrer’ durante a travessia, o condutor não deve tentar dar a partida, uma vez que essa atitude poderá implicar em calço hidráulico, que ampliará os prejuízos., diz Hiromori. 

Intelbras lança linha de carregadores para veículos elétricos

Intelbras lança linha de carregadores para veículos elétricos - Foto: divulgação/Intelbras
Intelbras lança linha de carregadores para veículos elétricos – Foto: divulgação/Intelbras

Soluções tem o objetivo de oferecer infraestrutura para acelerar a eletrificação da frota brasileira 

A Intelbras lançou uma linha de carregadores para veículos elétricos para atender a demanda que vem das residências, condomínios, centros empresariais e pontos públicos. A nova linha possui seis modelos com diferentes potências e design.  

 
Os novos modelos são integrados com o aplicativo Intelbras CVE, onde os usuários podem verificar informações sobre as recargas realizadas, localização das estações e a tarifa cobrada. As estações também podem ser integradas com o software de gestão Intelbras CVE-Pro, que permite o rateio de despesas, criação de grupo de usuários, tarifação e limitação de potência por estação. 

 
Segundo a diretora da unidade de energia da Intelbras, Maria Helena Garcia, é necessário investimento para suprir a demanda potencial no mercado de veículos elétricos. “O mercado brasileiro de veículos elétricos é muito promissor, mas ainda precisa de uma infraestrutura que consiga suprir a demanda da população, para utilização do produto em casas, condomínios, estacionamentos e no próprio setor público”, afirma Helena. 

 
Os novos produtos serão comercializados através dos canais de venda da empresa e também dos parceiros da Intelbras espalhados pelo Brasil. 

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