Os novos 100 códigos atendem aos modelos das marcas Agrale, Caterpillar, DAF, Ford, Iveco, John Deere, Mercedes-Benz, Scania, Volvo e Volkswagen
A Magneti Marelli anuncia a ampliação da linha de mangueiras automotivas com foco nos veículos pesados, máquinas de construção e mineração, e agrícola. São 100 novos códigos que atendem aos modelos das marcas Agrale, Caterpillar, DAF, Ford, Iveco, John Deere, Mercedes-Benz, Scania, Volvo e Volkswagen.
A resistência das mangueiras é definida de acordo com as especificações de cada aplicação, garantindo a capacidade de suportar pressões positivas e negativas, evitando possíveis falhas como, por exemplo, estouro ou colapso durante o funcionamento do motor. Devido as condições de trabalho a que são submetidas, as mangueiras devem ser substituídas sempre que houver indícios de rompimento, rachaduras e/ou fissuras.
Componente será utilizado no novo Corvette ZR1, que terá mais de 1100 cv de potência
Fornecedora da General Motors, a BorgWarner apresentou o turbocompressor que irá equipar a versão mais extrema do Corvette ZR1. A peça é composta por um compressor de 76 mm, fresado e forjado, além de uma turbina com 67 mm dentro de uma carcaça de fluxo único para maior eficiência. Além disso, o turbocompressor emprega um sistema patenteado de rolamento de esferas desacoplado, para minimizar o atraso de enchimento de ar na admissão, melhorando o desempenho.
No coletor de escape, o turbocompressor apresenta um design integrado com tubulações de tamanho igual, para aumentar a performance e melhorar o som emitido pelo escapamento. Também, o componente possui um sensor de velocidade de passagem de ar nas paletas montado no compressor, para um controle preciso de quão rápido o turbo está girando, para utilizar a capacidade máxima de compressão de ar sem afetar a sua vida útil.
O turbocompressor desenvolvido pela BorgWarner foi especificamente projetado para aguentar a calibração anti-lag presente no Corvette ZR1, que tem a função de manter as paletas girando e gerando pressão positiva mesmo quando a borboleta do acelerador é fechada, diminuindo o atraso típico de um veículo com sobrealimentação, graças a uma válvula wastage com atuação eletrônica. No cofre do motor, o design da turbina foi pensado para minimizar o calor gerado e aumentar a eficiência térmica.
O Chevrolet Corvette ZR1 2025 da geração C8 é movido por um motor de 5.5 litros com oito cilindros em V. Diferente da versão de entrada Stingray, o ZR1 utiliza o V8 com virabrequim plano presente na versão Z06, mas com a adição de um par desses turbocompressores fornecidos pela BorgWarner. Esse propulsor, denominado LT7, desenvolve 1.187 cv de potência e 114,5 kgfm de torque, aliado a um câmbio de dupla embreagem e oito marchas, que são suficientes para empurrar o modelo até 60 mph (96 km/h) em 2,3 segundos, com velocidade máxima de mais de 375 km/h.
Procedimento não é complexo, mas é de extrema importância em veículos híbridos e elétricos para evitar incidentes
Antes de fazer qualquer intervenção mecânica em veículos híbridos, é preciso desenergizar o conjunto das baterias de alta tensão, visto que podem ocorrer acidentes graves e até mortes caso haja uma descarga elétrica. Por isso, a Revista O Mecânico apresenta um guia desse importante procedimento para o Toyota Prius.
Lançado pela Toyota no mercado nacional em 2013, o Prius é um veículo híbrido HEV, no qual as baterias são carregadas pela conversão da energia proveniente das frenagens e pelo carregamento proveniente do motor 1.8 aspirado que funciona em ciclo Atkinson. A potência combinada do motor à combustão associado aos dois motores elétricos presentes no modelo é de 123 cv, enquanto o torque combinado não é informado.
Antes de iniciar o processo de desconexão da bateria de alta tensão, o mecânico precisa usar os EPIs preconizados pela norma NR10. Além disso, o veículo deve ser colocado em um local isolado e sinalizado. Para iniciar o procedimento, com a chave de ignição na posição OFF, aguarde dez minutos e remova a bateria de 12 V localizada na parte traseira do veículo, conforme a figura 1.
O próximo passo é localizar o disjuntor de serviço do circuito de alta tensão, que fica localizado embaixo das capas de proteção no piso do porta-malas, além da cobertura traseira da bateria de alta tensão, conforme a figura 2.
Após retirar as capas de proteção e a cobertura traseira da bateria de alta tensão, localize a trava de segurança vermelha, deslocando-a lateralmente para a esquerda conforme o passo 1 da figura 3. Depois, gire essa trava no sentido indicado pelo passo 2 da figura 3. Para iniciar a manutenção, aguarde no mínimo 30 minutos depois da desconexão do sistema de alta tensão e meça para verificar a presença de tensão residual no conjunto.
O mecânico deve seguir corretamente todos os procedimentos preconizados pela fabricante acerca do sistema de alta tensão antes de efetuar as intervenções mecânicas, para conservar a integridade do reparador, de terceiros e do veículo.
Normas de emissões do Proconve L8 aposentaram definitivamente o conhecido motor da família Fire
Fiat Mobi 1.0 Fire
Recém atualizado, o Fiat Mobi passa a contar apenas com a motorização 1.0 Firefly para a linha 2025, encerrando o ciclo da família Fire 1.0. Desenvolvido nos anos 80, essa motorização equipou diversos modelos da fabricante, como o Palio, Siena, Fiorino, 500 e outros. Com versões de 0.8 a 1.4 litros, aspiradas e com turbocompressores, os motores Fire se tornaram sinônimo de confiabilidade e manutenção simples. Já a família Firefly é composta por motores 1.0 e 1.3, de três e quatro cilindros, respectivamente. Eles foram desenvolvidos pela Fiat em 2017, para substituir os motores Fire, apresentando torque e potência superiores além de menor consumo e emissões de poluentes. Assim, a Revista O Mecânico traz o comparativo da construção entre os motores 1.0 Firefly e Fire que equipam o Mobi.
Motores Firefly 1.0 L (esquerda) e 1.3 L (direita)
Feito com bloco em ferro fundido, o motor 1.0 Fire Evo que equipou o Mobi desenvolvia 71 cv (G) e 74 cv (E), ambos a 6.250 rpm. Já o torque é de 9,3 kgfm (G) e 9,7 kgfm (E), a 3.250 rpm. Com quatro cilindros, oito válvulas e comando único no cabeçote, tuchos mecânicos e sincronismo feito por correia dentada, esse propulsor é conhecido pela robustez e simplicidade de manutenção.
Motor 1.0 Fire
Equipando as versões Drive do Fiat Mobi desde 2017, parando de ser ofertado em 2020 e voltando a equipar o modelo em 2025 atualizado para o PL8, o motor 1.0 Firefly possui três cilindros, bloco em alumínio e, diferente da maioria dos motores três cilindros, possui duas válvulas por cilindro, totalizando seis válvulas. Essa configuração privilegia um maior torque em menor rotação, em detrimento da potência em alta rotação. Além disso, esse propulsor possui variação nas válvulas de admissão e escape, melhorando a elasticidade do propulsor.
Fiat Mobi 1.0 Firefly
O sincronismo dos motores Firefly é feito por corrente, o que diminui os custos de manutenção. Também, ele conta com tuchos hidráulicos e cabeçote em alumínio com comando único. Esse propulsor, atualmente, equipa diversos modelos da Stellantis, como o Fiat Argo, Peugeot 208, Citroen C3 e outros. Devido ao Proconve L8, o motor da família Fire foi aposentado por não alcançar os índices máximos de poluentes.
Com preços de R$ 76.990 na versão Like e R$ 79.990 na versão Trekking, o Mobi com motor Firefly é a porta de entrada dos modelos da Fiat. Para cumprir as normas de emissões, a potência do conjunto no etanol caiu de 77 cv para 75 cv, enquanto o torque passou de 10,9 kgfm para 10,7 kgfm, também no etanol. A fabricante ainda não divulgou os números de potência e torque para a gasolina do motor atualizado.
Bia Martins e Maria Luiza Bedin serão companheiras de equipe na GS Sports
(Rafael Gagliano/Vicar)
A Turismo Nacional, categoria notabilizada por reunir alguns dos modelos de carros mais vendidos da indústria automotiva brasileira na atualidade, chega à sua nona temporada e contará com a dupla feminina estreante formada por Bia Martins e Maria Luiza Bedin na equipe GS Sports, comandada pelo piloto Gui Sirtoli.
Desde 2024, a categoria representa o primeiro degrau na escala evolutiva promovida pela Vicar e que pode levar um piloto ao grid da Stock Car Pro Series, por meio da Stock Light. A partir deste ano, o campeão da TN na categoria A poderá escolher em subir para a divisão de acesso (que, premia o dono do título com o equivalente a R$ 2,5 milhões para ascender à Stock Car) ou então avançar para o grid do TCR South America Banco BRB, categoria internacional.
A dupla entre Bia e Maria Luiza está inscrita para competir na classe B, porta de entrada para a TN.
Bia e Maria Luiza vão formar dupla no grid da Turismo Nacional na temporada 2025 (Arquivo Pessoal)
Ao longo dos últimos anos, as categorias Vicar têm se destacado pela presença feminina cada vez mais forte nas pistas, nomes como Bruna Tomaselli (Stock Car e Stock Light), Rafaela Ferreira e Cecília Rabelo (BRB Fórmula 4 Brasil), Kaká Magno (Stock Light), Bruna Dias e Thaline Chicoski (Turismo Nacional) fazem parte das competições de automobilismo.
A abertura da temporada 2025 da Turismo Nacional será na casa da GS Sports. A primeira etapa do campeonato está marcada para o fim de semana de 23 de março no Autódromo Internacional Zilmar Beux, em Cascavel, no oeste do Paraná.
Bia Martins
(Arquivo Pessoal)
Idade: 25 anos (01/07/1999) Naturalidade: João Pessoa (PB) Status: estreante na Turismo Nacional Número: #55 Trajetória: iniciou sua jornada nas pistas aos nove anos, correndo de kart. Desde 2023, competiu na HB20 Racing Cup, terminando as duas últimas temporadas entre os sete primeiros colocados Categoria: B Carro: Chevrolet New Onix Equipe: GS Sports Sede: Cascavel (PR) Chefe: Gui Sirtoli
Maria Luiza Bedin
(Arquivo Pessoal)
Idade: 17 anos (01/04/2007) Naturalidade: Florianópolis (SC) Status: estreante na Turismo Nacional Número: #55 Trajetória: começou no kartismo na pré-adolescência e obteve destaque em competições regionais. Terminou na segunda colocação na seletiva FIA Girls On Track de Kart, além de ter sido top-3 do Campeonato Catarinense de Kart em 2024 Categoria: B Carro: Chevrolet New Onix Equipe: GS Sports Sede: Cascavel (PR) Chefe: Gui Sirtoli
Os novos componentes são destinados ao Chevrolet Tracker e Hyundai Hb20 automático
A Controil anuncia o lançamento de reparos pino guia da pinça dianteiro com aplicações para modelos Chevrolet Tracker fabricados entre 2013 e 2019 e Hyundai HB20 automático para as versões a partir de 2021.
O pino da pinça de freio permite que a pinça se mova livremente para que as pastilhas de freio façam contato adequado com o disco. Alguns fatores, como a exposição a elevadas temperaturas e agentes externos, podem afetar as condições dos componentes de vedação da pinça que podem apresentar vazamento ou dificuldade de movimentação do pistão da pinça.
Durante suas atividades, já foram produzidos mais de 1,9 milhão de veículos
Foto: Leo Lara/Studio Cerri
O Polo Automotivo Stellantis de Porto Real está comemorando 24 anos de operações. Com inauguração no dia 01 de fevereiro de 2001, já foram produzidos mais 2,4 milhões de motores e 1,9 milhão de veículos. Estes, divididos entre 16 modelos das marcas Citroën e Peugeot, iniciando com os modelos Peugeot 206 e Citroën Xsara Picasso. Atualmente, são produzidos o Citroën C3, Aircross e o Basalt.
Desde o início de suas atividades, o Polo da Stellantis exportou mais de 370 mil veículos, principalmente para os países da América Latina.
“Construímos uma história marcante durante os 24 anos do Polo Automotivo Stellantis de Porto Real, que orgulhosamente é referência em qualidade e inovação na indústria nacional. Com os investimentos anunciados recentemente, seguiremos acelerando para entregar novos produtos icônicos produzidos no Rio de Janeiro”, comemora o Plant Manager do Polo Automotivo Stellantis de Porto Real, Francis Jorge.
Investimentos
Pensando no crescimento do Polo Automotivo de Porto Real, a Stellantis anunciou em 2024 um aporte de R$ 3 bilhões na fábrica no período de 2025 a 2030. Esse montante faz parte do maior ciclo de investimentos da história da indústria automotiva na América do Sul anunciado pela empresa, com um aporte de R$ 32 bilhões para o lançamento de 40 novos produtos e 8 powertrains.
Programa oferece 150 vagas em São Paulo e Bahia para formação profissional na área de tecnologia
Os interessados em ingressar na área de programação de software têm até sexta-feira 7 de fevereiro para se inscrever no Ford <Enter>, curso gratuito voltado a pessoas em situação de vulnerabilidade social. O programa disponibiliza 60 vagas em São Paulo e 90 na Bahia. As inscrições devem ser feitas no site www.ford.com.br/sobre-a-ford/ford-enter, e as aulas começam em março.
Não é necessário conhecimento prévio em tecnologia para participar. Os requisitos incluem idade mínima de 16 anos, ensino médio em curso ou concluído, renda familiar de até quatro salários mínimos e residência na região metropolitana de São Paulo ou Salvador. Os alunos recebem auxílio para alimentação e transporte, suporte pedagógico e assistência social.
O curso abrange inglês técnico, lógica, habilidades comportamentais, mentoria e palestras. Ao final, os estudantes recebem certificado do SENAI e apoio na busca por emprego. As aulas ocorrem em São Paulo, no SENAI Conde José Vicente de Azevedo (Ipiranga), e na Bahia, no CIMATEC Orlando Gomes e no CIMATEC Digital e Criativo (Pelourinho).
Expansão do programa
Em 2025, o Ford <Enter> oferecerá 540 vagas, sendo 300 na Bahia e 240 em São Paulo. O conteúdo técnico foi ampliado para incluir Power BI e Python, além da programação front-end.
O programa é uma iniciativa da Ford e da Ford Philanthropy, em parceria com Global Giving, SENAI-BA, SENAI-SP e Rede Cidadã. O objetivo é conectar pessoas sem acesso à capacitação com oportunidades no setor de tecnologia.
Durante a manutenção, é essencial verificar se há trincas ou folgas
As buchas de suspensão conectam a bandeja, os braços e o eixo de torção à carroceria, garantindo o alinhamento das rodas e absorvendo impactos e vibrações. Esses componentes também influenciam na estabilidade do veículo e na preservação de outras peças da suspensão.
“Os sinais mais comuns que indicam problemas com as buchas de suspensão são o desgaste irregular dos pneus e ruídos em arrancadas e pisos irregulares”, alerta Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica e Garantia da Nakata.
Desgaste irregular dos pneus e ruídos ao arrancar ou trafegar em pisos irregulares são sinais de possíveis danos nas buchas. Durante a manutenção, é essencial verificar se há trincas ou folgas e, caso necessário, substituir as peças rapidamente para evitar danos a outros componentes, como bandeja e pivô. Além disso, é recomendável inspecionar amortecedores e molas, verificando desgastes, folgas, trincas ou vazamentos.
“É preciso ter atenção a desgastes, folgas, trincas ou vazamentos”, ressalta o coordenador técnico de garantia da Nakata.
A suspensão do veículo é fundamental para a estabilidade e segurança, tornando essencial a realização de revisões periódicas conforme as orientações do manual do fabricante.
Motor permanece em linha até hoje com atualizações na Chevrolet Spin 2025
Para o bom funcionamento do motor, é preciso que o sincronismo entre virabrequim, válvulas, pistões, eixos de comando e demais componentes seja perfeito. Caso não esteja correto, além de afetar a potência e consumo, podem ocorrer falhas e até problemas de quebras de válvulas e pistões. Dessa forma, a Revista O Mecânico apresenta a análise dos sinais de sincronismo para o propulsor 1.8 da família 1 da GM.
Entregando de 106 cv até 117 cv dependendo da versão, esse motor equipou diversos modelos da Chevrolet, como Corsa, Montana e Meriva, além de veículos da Fiat como Stilo e Palio. Com uma ótima robustez, esse propulsor tem a manutenção simples e acessível, estando em linha até hoje com pequenas atualizações na Chevrolet Spin 2025.
Para analisar o sinal do sincronismo desse motor, é preciso conectar o osciloscópio no sensor de fase da admissão, no sensor de rotação, no cabo da bobina de ignição do primeiro cilindro e no primário da bobina. Além disso, para conseguir observar o sinal corretamente é preciso configurar as escalas horizontais em 720°, que são duas voltas no motor completando os quatro ciclos, e na escala vertical deve ser configurada a tensão conforme imagem abaixo.
Assim, basta checar se o veículo em que a análise estiver sendo feita apresenta os sinais conforme referência. Se houver uma discrepância nos valores ou formato dos sinais, o mecânico precisa investigar se o defeito é proveniente dos componentes em si ou de algum outro causador.
Créditos: Mecânico Pro
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