A limpeza da câmara de admissão do motor TSI quando as válvulas estão carbonizadas: é preciso fazer a limpeza e qual o procedimento melhor no local?
Marcelo Baungartel Via Fale Conosco CBM
Primeiro, é preciso saber se realmente a limpeza é necessária. Como se chegou a esse diagnóstico? Geralmente, a certeza vem com a observação por meio de um endoscópio. Detectada a real presença do depósito, existem 2 formas de se extraí-lo: limpeza química (flush) ou desmontagem. A primeira é mais simples de se realizar. Muitos colegas têm usado e relatado sucesso. Mas não conta com a homologação da fábrica. A segunda, mais trabalhosa e cara, apresenta 100% de sucesso sem efeitos colaterais quando
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Empresa explica os sinais de que o catalisador pode estar comprometido e dá dicas simples para elevar sua durabilidade
Responsável por transformar 98% dos gases poluentes em vapores inofensivos à saúde, o catalisador é projetado para ter uma vida útil de, no mínimo, 80 mil quilômetros, de acordo com a Umicore. A empresa explica que alguns cuidados podem ajudar para não comprometer tanto a durabilidade quanto o funcionamento do componente.
Atenção à troca de óleo
A primeira dica é fazer a troca do óleo e do filtro dentro do prazo recomendado. “Caso contrário, as substâncias derivadas da queima do lubrificante do motor podem acabar se acumulando no catalisador. Isso leva à contaminação da peça por fósforo, zinco, cálcio e magnésio, que se amontoam na camada catalítica, encobrindo os metais nobres, que são responsáveis por transformar os gases tóxicos em substâncias que não agridem a saúde e o meio ambiente”, explica Miguel Zoca, gerente sênior de Aplicação de Produto da Umicore. ]
Qualidade do combustível
Utilizar combustível ruim ou de procedência duvidosa afeta o catalisador por não ser 100% queimado na câmara de combustão. “O combustível de má qualidade também compromete os sistemas de alimentação e de ignição, gerando resíduos e depósito de carbono nas válvulas, corpo de borboleta e câmara de combustão, levando à redução da durabilidade do motor”, destaca Zoca.
Cuidado com as velas de ignição
A vela de ignição é responsável pela combustão da mistura ar/combustível e, se estiver desgastada, deixa de queimar completamente a gasolina ou o etanol. Como esse item trabalha em altas temperaturas, a parte cerâmica derrete ao entrar em contato com as substâncias provenientes da queima incorreta do combustível. Vale destacar que também é fundamental a verificação dos cabos de velas e das bobinas
Quando é necessário trocar a peça?
A Umicore alerta que a troca do catalisador deve acontecer se a peça estiver comprometida. Entre os indícios de mau funcionamento estão: aumento no consumo, ruídos anormais e redução no desempenho do carro. Fique atento também à luz de alerta da injeção eletrônica no painel, que pode acender se houver um problema no catalisador.
Além disso, se a troca for realmente necessária, é importante também fazer a verificação em todo o sistema de ignição do veículo. “O estado das velas, do sensor de oxigênio e de outros componentes deve ser analisado por um mecânico especializado para garantir que o novo catalisador funcione em perfeitas condições”, finaliza o especialista.
O Promax Bardahl Power Racing também atende veículos novos turbinados, aumentando a performance e o período de manutenção
A Promax Bardahl oferece o novo Power Racing, desenvolvido para motores de alta performance e competições, atendendo também veículos preparados, aspirados e turbinados. O produto também atende aos lubrificantes modernos em qualquer viscosidade e todas as tecnologias disponíveis no mercado. Outra novidade é a embalagem de 200 ml.
Segundo a empresa, o produto previne os efeitos danosos decorrentes da mistura rica (quando há excesso de combustível não queimado na combustão), que ocorre principalmente na largada das corridas (arrancadas). Um dos benefícios é garantir 20% a mais de redução do desgaste, indo de 70% para 90%, quando comparado com o óleo de motor.
A Promax Bardahl explica que a película de ação polar que se forma ao adicionar o produto ao cárter do motor funciona como um escudo protetor que protege o eixo das turbinas e suporta altas rotações e temperaturas. Outra vantagem, de acordo com a fabricante, é que mesmo com a presença de solventes (gasolina, etanol e metanol) ou abrasivos, a película não se rompe.
Testes de viscosidade apontaram que o Power Racing não altera as características do lubrificante, sendo compatível com todos os tipos de óleos e com formulação que evita oxidação e mantém suas propriedades ativas. O produto também não contém lubrificantes sólidos nem parafina clorada.
Fabricante relata “perdas significativas” causadas pela pandemia; decisão custará US$ 4,1 bilhões e afetará 5 mil funcionários
A Fordanunciou nesta segunda-feira (11) que irá encerrar a fabricação de automóveis em todas as fábricas no Brasil, o que inclui o fim definitivo das famílias Ka, EcoSport e Troller T4. A decisão faz parte do plano de reestruturação global da companhia e irá custar US$ 4,1 bilhões.
As atividades em Camaçari (BA), onde são produzidos Ka, Ka Sedan e EcoSport, e na fábrica de motores de Taubaté (SP) serão encerradas imediatamente. Já a unidade da Troller em Horizonte (CE) deverá encerrar a produção no último trimestre de 2021. A decisão deverá impactar 5 mil funcionários diretos, de acordo com a agência Reuters.
De acordo com a Ford, a pandemia da Covid-19 ampliou a capacidade ociosa da indústria e causou forte retração nas vendas, gerando prejuízos significativos. “A Ford está presente há mais de um século na América do Sul e no Brasil e sabemos que essas são ações muito difíceis, mas necessárias, para a criação de um negócio saudável e sustentável. Estamos mudando para um modelo de negócios ágil e enxuto ao encerrar a produção no Brasil, atendendo nossos consumidores com alguns dos produtos mais empolgantes do nosso portfólio global”, afirma o presidente e CEO da Ford, Jim Farley.
Com o fim de Ka e EcoSport (que ficarão em linha somente até o fim dos estoques), a Ford afirma que irá manter o foco em produtos de maior valor agregado, como Mustang e a linha Bronco, além do retorno da van Transit. A fabricação da Ranger na Argentina também está mantida.
A empresa manterá o Centro de Desenvolvimento de Produto na Bahia, o Campo de Provas de Tatuí (SP), e sua sede regional em São Paulo.
No Ford Ka 1.0 Plus 2019/20, o manual diz que a troca da vela de ignição é com 72 meses ou 60 mil km. Porém esta matéria (“Raio X: Ford Ka 1.0 3-Cilindros”, ed. 262, fevereiro/2016) diz que as velas devem ser substituídas com 40 mil km. Meu carro está com 43 mil km. O que faço?
Carlos Moutinho Via site O Mecânico
A especificação pode ter mudado entre o modelo 2016 da matéria e o 2019/20. Siga a especificação atual. Caso tenha dúvidas, faça a análise visual dos componentes.
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Empresa explica que o óleo do câmbio sofre desgaste com o uso e acumula impurezas que podem afetar o funcionamento do sistema
É comum a dúvida sobre a necessidade de trocar ou não o óleo do câmbio automático e quando esse procedimento deve ser realizado. Por isso, a Valvoline alerta que a primeira dica é consultar o manual do fabricante do veículo e conferir as recomendações.
A empresa explica que esse óleo sofre desgaste com uso e, com isso, acumula impurezas. Por isso não realizar a troca pode causar danos no sistema.
Alguns indícios que podem indicar a hora da troca, de acordo com a Valvoline, são menor arranque, trancos e solavancos, aumento de temperatura e de consumo de combustível. A recomendação é fazer a troca preventiva do óleo de câmbio a cada 40.000 km.
E assim como ocorre com o lubrificante do motor, é fundamental seguir as especificações recomendadas no manual do fabricante para escolher o óleo ideal para cada tipo de câmbio.
Os pontos de venda da Rede PitStop estão presentes em mais de 600 cidades, divididos em duas categorias para as linhas leve e pesada
A Rede PitStop comemora a marca de mais de 1.500 pontos de venda no Brasil, presentes em mais de 600 cidades. Os associados têm à disposição um pacote de benefícios exclusivos que auxiliam os proprietários na gestão do negócio, divididos em cinco pilares: informação, formação, tecnologia, comercial/marketing e financeiro.
Os mais de 1.500 pontos de venda estão divididos em duas categorias Eurogarage, voltados à linha leve, e o TopTruck, voltados à linha pesada.
“A estrutura da Rede PitStop tem o objetivo de proporcionar aos associados conhecimento, infraestrutura, fortalecimento da marca e condições comerciais favoráveis, tornando seus negócios cada vez mais atrativo e competitivo. Para tanto, a Rede PitStop conta com apoio dos principais fabricantes do mercado”, afirma Conrado Comolatti Ruivo, diretor Comercial da Br Autoparts.
“Criamos a Rede PitStop para garantir o crescimento sustentado do mercado independente de reposição de autopeças brasileiro. É com grande orgulho que temos colaborado para a formação de empresas bem-sucedidas, capazes de se manter competitivas e oferecer um serviço de qualidade ao cliente. Fazer parte da Rede PitStop é evoluir”, destaca Paulo Fabiano, diretor da Rede PitStop.
Estou em dúvida. Qual óleo usar? Sintético ou semissintético? Pois tem um mês que comprei meu Ford Ka 2015 1.0 flex. E o dono anterior não me falou e não tenho mais contato com ele.
Kesia de Souza Ciríaco Rodrigues Via site O Mecânico
Tão importante quanto ser sintético ou semissintético é a especificação de viscosidade e a norma recomendada pela montadora. Para o Ford Ka 1.0 3-cilindros, o óleo correto é o de viscosidade 5W20 que atende à norma Ford WSS M2C 948 B. Lembrando que o óleo de motor recomendado pela fabricante do veículo está descrito no manual do proprietário.
A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: faleconosco@omecanico.com.br
Os pneus run flat oferecem o benefício de poder rodar por até 80 km mesmo que com baixa pressão ou sem ar interno, mas exigem cuidados específicos
Os pneus run flat são comuns em veículos premium, evitando que os motoristas precisem parar caso um pneu fure. Para ajudar motoristas e mecânicos, a Dunlop explica como funciona essa tecnologia e os cuidados necessários.
O run flat conta com reforço estrutural das partes internas do pneu, como na lateral, ombro e talão, permitindo rodar por até 80 quilômetros a uma velocidade máxima de 80 km/h mesmo que haja um furo ou danos que levem à perda de pressão no seu interior.
A empresa alerta que é fundamental levar o pneu a um técnico depois de um furo para avaliação se é possível reparar o produto ou se ele pode permanecer em uso. É importante destacar que o run flat é uma alternativa em uma emergência, mas não deve rodar permanentemente com baixa pressão ou sem ar.
Além disso, essa tecnologia exige a presença de outros sistemas de segurança como sensores de monitoramento de pressão dos pneus, por exemplo.
Além da calibração frequente seguindo a pressão indicada no manual do veículo e a manutenção do sistema de suspensão, os pneus run flat exigem cuidados específicos, incluindo equipamentos e maquinário especializado para a correta montagem/desmontagem nas rodas do veículo. É fundamental ainda a montagem do lado correto, assegurando o sentido adequado de rodagem recomendado pelo fabricante.
A Dunlop oferece em seu portfólio pneus run flat como o 225/50RF18 98V, que equipa o Lexus UX; o SP SPORT MAXX GT600 que equipa o Nissan GT-R; e o SP SPORT MAXX 050+ disponível para o mercado de reposição.
CNH Industrial adota QR Code com informações básicas de cada produto, incluindo peças de reposição para máquinas agrícolas, caminhões e motores
A CNH Industrial passa a trazer um QR Code informativo nas embalagens das peças genuínas e NEXPRO, destinadas a equipamentos de construção, máquinas agrícolas, caminhões e motores correspondentes às marcas do grupo.
Segundo a empresa, o código traz informações básicas de cada produto, como forma correta de aplicação, cuidados necessários, tempo de garantia e como solicitá-la. Inicialmente, o QR Code será aplicado nos filtros, depois nas correias, rolamentos, retentores e, posteriormente, nos demais itens.
É possível fazer a leitura do código usando o celular, sem necessidade de aplicativo. O conteúdo também pode ser acessado pelo site https://garantia.pecasnexpro.com.br.
“Com esta inovação esperamos empregar cada vez mais excelência em nossas soluções e impactar positivamente os clientes que poderão ter acesso às informações para usufruir os nossos produtos da melhor forma, além de poderem conhecer mais sobre sua qualidade e sobre a garantia de montadora. Com tantas vantagens, a expectativa é que as vendas em lojas físicas e e-commerce sejam impulsionadas pelo benefício”, diz Eduardo Baruel, Gerente da Qualidade e Garantia de Peças da CNH Industrial para América do Sul.
A empresa explica que esse projeto é global e será implantado também em peças específicas de cada região.
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