Gauss lista motivos para a lâmpada durar menos

lâmpadas Gauss

Dicas da Gauss vão do manejo correto na instalação da lâmpada à checagem de outros componentes, como soquetes, conectores e cabos

 

Itens obrigatórios nos veículos e essenciais para a segurança viária, as lâmpadas merecem atenção para elevar a sua vida útil. Pensando nisso, a Gauss listou sete motivos que costumam fazer com que a lâmpada do farol queime mais rápido, durando menos do que o esperado.

Um exemplo é quando a lâmpada fica preta mesmo estando com pouco tempo de uso, parecendo que está queimando o seu envoltório. A Gauss explica que, dentro das lâmpadas halógenas, existem alguns gases que precisam de alta temperatura para realizarem seu ciclo e fazer ela brilhar. Porém, se o farol estiver rachado, mal vedado ou com entrada de umidade, estes gases não conseguem se manter nesta alta temperatura de trabalho. Daí acabam condensando e grudando nas paredes do bulbo, fazendo ele escurecer.

lâmpada Gauss

Outra dica é, ao fazer a instalação, jamais segurar as lâmpadas do tipo halógenas no bulbo diretamente. A oleosidade da pele pode provocar fissuras ou deformações no bulbo do vidro, por isso, use a espuma protetora que vem com a lâmpada ou use um pano limpo. O terceiro caso é se a lâmpada ficar frouxa dentro do farol, causando vibração. Nesse caso, certifique-se que ela esteja bem firme no local.

O quarto motivo listado pela Gauss é verificar o estado de conservação dos soquetes, conectores e cabos. Se eles estiverem com sinais de oxidação, resíduos de fuligem ou deteriorados, será necessária a troca. Caso haja infiltração de água, também pode ocorrer a queima prematura das lâmpadas.

lâmpada Gauss

O quinto motivo é a lâmpada não ser a correta para o veículo, especialmente lâmpadas de maior potência que as especificadas, que podem sobrecarregar o sistema. Nesse caso, elas consomem mais energia do que o sistema elétrico suporta, podendo causar sobrecarga elétrica, grande consumo de bateria e também danificar outros componentes, como soquetes, fiação e até provocar o derretimento do farol devido ao aquecimento excessivo. Por fim, a dica é verificar o alternador, que pode estar com problema de sobretensão, provocando a queima das lâmpadas.

Motul relança linha de lubrificantes 300V Motorsport

Motul lubrificantes 300V Motorsport

Os lubrificantes 300V têm novas formulações que reúnem as mais recentes tecnologias em óleos básicos e pacotes de aditivos

 

A Motul acaba de relançar a linha de lubrificantes 300V Motorsport, indicada para para motores de alta potência específica, preparados ou não, e uso em pista e severo. Segundo a empresa, é o primeiro óleo 100% sintético reforçado com Ester já projetado para carros, chegando agora ao mercado com novas formulações e em acordo com as tecnologias atuais em óleos básicos e pacotes de aditivos.

Isso permite extrair mais potência e torque, com mínimo consumo de óleo, elevada resistência ao envelhecimento e alta detergência, como destaca a Motul.

“A nossa linha de óleos 300V segue à frente do seu tempo, utilizando tecnologia de ponta em suas formulações. Isso sempre evitou ‘gaps’ tecnológicos, permitindo que os produtos estejam em linha com o que há de mais moderno no mundo por um longo período. Mesmo estando no topo por tanto tempo, vimos que havia espaço para aprimorá-los por meio do desenvolvimento de óleos em novas viscosidades, reafirmando a nossa cultura de revolução permanente”, afirma Rafael Recio, gerente técnico da Motul Brasil.

“A genialidade dessa tecnologia reside na capacidade polar das moléculas do éster de promoverem aderência à superfície metálica, enquanto trabalham em sinergia com uma formulação supermoderna que proporciona o máximo de desempenho e confiabilidade mesmo em situações extremas”, completa.

A empresa explica que essa nova linha de óleos está apta a proteger contra o fenômeno do LSPI (Low Speed Pré-Ignition), problema recorrente em motores pequenos e de alta potência específica.

“Os públicos-alvo da linha vão desde equipes profissionais de competição, como aquelas que correm em Le Mans, passando por preparadores independentes, até entusiastas que procuram o melhor para os seus carros, para uso tanto em pista quanto em um dia a dia mais extremo ou com condução esportiva”, finaliza Recio.

Revisão deve incluir sempre sistema de suspensão e freios

revisão Nakata

Nakata lista itens que devem ser checados na revisão pois podem sofrer desgaste prematuramente devido à má pavimentação ou condições de uso 

 

Com a chegada de um feriado prolongado na próxima semana, chega a hora de se preocupar com a revisão do carro antes de pegar a estrada. E não importa o ano de fabricação do veículo, é fundamental garantir que tudo esteja em perfeito estado de conservação para não ficar parado na rodovia, nem prejudicar a segurança dos ocupantes a bordo.

“Não importa o ano de fabricação, peças podem sofrer desgaste prematuramente devido à má pavimentação ou condições de uso e até pela maneira de dirigir”, afirma Jeferson Credidio, gerente de engenharia e qualidade da Nakata.

Alguns sistemas, como freios e suspensão, devem sempre ser conferidos nas revisões. A suspensão é responsável por assegurar conforto e estabilidade do veículo, por isso, é importante conferir amortecedores, molas, braço oscilante, pivôs, bandejas, buchas e barra estabilizadora. “O alinhamento é essencial para conservar o sistema de suspensão”, explica Credidio. “Peças danificadas podem ocasionar falta de dirigibilidade, movimentos excessivos ao passar por lombadas ou depressões, aumentar a distância de frenagem e desgaste prematuro de pneus.”

Já nos freios é fundamental checar as condições do cilindro mestre, alavanca, mangueiras, pastilhas, discos e fluido de freio, entre outros componentes. Outro sistema que precisa passar por avaliação é o arrefecimento, responsável por dissipar o calor gerado pelo motor, conferindo o líquido de arrefecimento, um dos principais causadores de carros parados na estrada. Depois da revisão na oficina mecânica, é importante que o proprietário verifique ainda o estado dos pneus e calibre todos, incluindo o estepe.

BYD e Shell se unem para aprimorar o carregamento de baterias

Acordo BYD e Shell

Parceria entre BYD e Shell inclui a criação de pontos de carregamento e pesquisa e desenvolvimento de baterias

 

A BYD e a Shell assinaram um acordo de cooperação que visa melhorar o sistema e a experiência de carregamento de baterias em veículos elétricos, tanto modelos 100% elétricos quanto híbridos plug-in, da marca. Inicialmente a parceria acontecerá na China e na Europa, mas há planos de expansão para outras regiões.

O acordo inclui acesso a 275.000 pontos de carregamento para veículos de passeio e comerciais da marca, utilizando a rede de roaming da Shell, além da criação de soluções integradas de energia doméstica, como agendamento dinâmico de tarifas, integração solar, baterias domésticas e carregamento de veículo para rede (V2G) em diferentes regiões do mundo.

Ambas as empresas devem colaborar em pesquisa e desenvolvimento global nas áreas de desempenho de baterias e carregamento avançado e, por fim, criar uma joint venture para operar uma rede de mais de 10.000 pontos de carregamento em Shenzhen, na China.

“A indústria automotiva está passando por mudanças significativas, e o desenvolvimento de novos veículos de energia é uma tendência. A Shell é a empresa líder mundial em energia, com negócios em todo o mundo, fazendo contribuições extraordinárias para atender às crescentes demandas de energia. A BYD está disposta a cooperar sinceramente com a Shell e aproveitar esta oportunidade histórica, fornecendo aos consumidores um serviço de alta qualidade em instalações de carregamento e criando oportunidades vitais de desenvolvimento”, afirma Wang Chuanfu, presidente da BYD Global.

Programa Renovar irá estimular a renovação da frota de veículos pesados

bateria caminhão Gauss

Proprietários de veículos pesados com mais de 30 anos de uso terão benefícios ao aderirem ao Programa Renovar, sendo que a adesão é voluntária

 

Foi publicada no início deste mês pelo governo federal a Medida Provisória 1.112, de 31 de março de 2022, que instituiu o Programa Renovar (Programa de Aumento da Produtividade da Frota Rodoviária no País), voltado inicialmente para caminhões, ônibus e implementos rodoviários e que visa a renovação da frota em circulação no país.

A adesão ao programa será voluntária e oferecerá vantagens ao caminhoneiro com veículo pesado com mais de 30 anos de uso que optar por participar. Ao entregar o veículo para reciclagem, o proprietário irá receber o valor de mercado, mais o da sucata. E se ele quiser adquirir um veículo mais novo, poderá ter benefícios de outros atores integrados ao aplicativo que centralizará todas as ações do programa, como governos estaduais e municipais, além de fabricantes, concessionários, bancos e frotistas.

“O objetivo é ganhar produtividade e contribuir com a redução do Custo Brasil. Um caminhão de 30 anos, em comparação a um de 10 anos de uso, por exemplo, tem custo operacional 15% maior. E um benefício adicional é a retirada de circulação de veículos que poluem mais. Estes caminhões em desuso terão o tratamento adequado junto a parceiros que cuidarão do desmonte sustentável e correto”, disse Glenda Lustosa, Subsecretária de Facilitação de Comércio Exterior e Internacionalização do Ministério da Economia.

“Esse decreto, mais que uma vitória para o setor automotivo, é uma conquista para os caminhoneiros e para toda a sociedade, já que temos uma frota de caminhões com idade média superior a 20 anos. Desde que o Proconve foi instituído em meados dos anos 80, esse tema da renovação de frota tem sido uma pauta histórica da Anfave, no sentido de complementar os esforços dos fabricantes para redução das emissões de poluentes e de gases de efeito estufa, sem falar da questão crucial da segurança no trânsito”, afirmou o Presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

“O Renovar é um programa que levará mais segurança às vias brasileiras, pois tem como meta tirar de circulação veículos em fim de vida útil, ou seja, aqueles com mais de 30 anos que, hoje, representam 26% da frota total de caminhões no Brasil”, completa José Maurício Andreta Jr., Presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Marelli Cofap lança pastilhas e patins de freios para motos

Cofap pastilhas e patins de freios

São 51 códigos de pastilhas e patins de freios que atendem motos de marcas como BMW, Honda, Kawasaki e Yamaha

 

A Magneti Marelli Cofap Aftermarket ingressa no segmento de freios para motocicletas e anuncia o lançamento de 51 códigos de pastilhas e patins com a marca Cofap. Os produtos têm aplicação em modelos das montadoras BMW, Dafra, Honda, Kawasaki, Suzuki e Yamaha.

A empresa explica que as pastilhas e os patins de freio têm a função de desacelerar e frear a motocicleta, utilizando o atrito desses componentes com os discos e tambores de freio, respectivamente.

A pastilha de freio possui uma base metálica (plaqueta) que recebe o material de atrito, produzido sob calor e pressão, variando entre orgânicas, semimetálicas e metálicas de acordo com a composição desse material.

Já os patins têm uma lona de freio colada em uma superfície metálica de formato semicircular que acompanha a geometria do tambor. É essa parte interna que sofre o atrito com os patins quando o freio é acionado.

A empresa lembra ainda que a maioria das motocicletas de baixa cilindrada é equipada com discos/pastilhas na roda dianteira e patins/tambor na traseira. Por outro lado, os modelos de média e alta cilindrada costumam vir com pastilhas/discos nas duas rodas.

Cuidados com os componentes

Ambos os componentes sofrem desgaste intenso e devem ser substituídos ao fim da sua vida útil, sob o risco de comprometer a segurança do condutor. Um dos principais sinais de que é necessário revisar o sistema é o aparecimento de ruídos metálicos vindos das rodas.

Entre as dicas para garantir uma boa vida útil dessas peças estão verificar e ajustar a folga dos manetes e dos pedais, seguindo as recomendações do manual do proprietário.

Além disso, caso a moto seja equipada com freio dianteiro a tambor, observe se o cabo de acionamento necessita de lubrificação ou troca. É importante também conferir a regulagem dos freios próximo ao cubo das rodas nos sistemas de freios a tambor e, no freio a disco, verificar o nível de fluido.

ZF amplia portfólio de componentes para câmbio I-Shift

transmissão automatizada I-Shift ZF

Transmissão automatizada I-Shift ganha novos componentes na reposição com aplicação nas linhas Volvo FH, FM, FMX e VM

 

A ZF Aftermarket amplia sua cobertura de componentes para a transmissão automatizada I-Shift no mercado de reposição. As novidades atendem as linhas FH, FM, FMX e VM, da Volvo.

Entre os componentes estão jogos de reparo, bomba de óleo, eixo principal, eixo da bomba, arame, engrenagem, guia deslizante, porca, cilindro e anel de sincronização.

transmissão automatizada I-Shift ZF

transmissão automatizada I-Shift ZF

 

Autotech lança plataforma Compre Sua Peça

Compre sua peça

Com mais de 100 mil itens, plataforma Compre Sua Peça oferece suporte especializado para mecânicos e consumidores

 

A Autotech, empresa especializada no desenvolvimento de tecnologia para o segmento, anuncia o canal de vendas Compre Sua Peça, que visa aproximar consumidor final, aplicadores e todo o mercado de distribuição em uma única plataforma. De acordo com a companhia, já foram apresentadas quatro novidades de um total de 95 soluções que chegarão ao mercado nos próximos dois anos.

“O Compre Sua Peça já nasce grande e o sucesso do lançamento comprova isso. Fiquei muito feliz que muitos dos grandes players do mercado nos prestigiaram. Nós viemos preencher uma necessidade do mercado com nossa Autotech trazendo soluções que se estendem a toda a cadeia de peças para automotores e fomos muito bem recebidos”, disse o Head & Founder, Iago Átila, durante evento de lançamento da plataforma.

A plataforma oferece suporte especializado, permitindo que consumidores e mecânicos encontrem serviços e peças com facilidade. Já estão cadastrados itens de mais de 50 marcas diferentes, com mais de 100 mil SKUs.

Anfavea anuncia iniciativa para criar pontos de recarga

Grupo composto por representantes da indústria visa traçar rotas prioritárias para instalação de pontos de recarga e possíveis incentivos

 

Na coletiva de imprensa para divulgar os resultados de março, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) anunciou a criação de um grupo para apoiar e estimular o desenvolvimento de infraestrutura para veículos eletrificados e a instalação de novos pontos de recarga. O grupo será composto por representantes das montadoras, importadores de veículos e outras empresas ligadas ao segmento.

O objetivo será a criação de novos pontos de carregamento de veículos elétricos, traçando as rotas prioritárias para estações de recarga rápida em rodovias, a busca de parceiros para criação de rede de postos de abastecimento (concessionárias de rodovias, empresas de energia etc.) e a identificação de possíveis estímulos para o uso de veículos eletrificados, como redução de impostos e taxas, isenção de rodízio etc.

“Hoje temos no Brasil cerca de 1 mil pontos de recarga para uma frota estimada em 10 mil veículos elétricos. De acordo com as projeções do estudo ‘O caminho da descarbonização do setor automotivo’, apresentado pela Anfavea em agosto do ano passado, teremos em 2035 algo em torno de 3,2 milhões de veículos elétricos rodando no país, o que demanda a instalação de mais de 150 mil pontos de recarga”, disse o Presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

A estimativa para o mercado global é que, em 2035, dos quatro milhões de veículos novos vendidos, 32% sejam eletrificados em algum grau, de híbridos, híbridos plug-in ou puramente elétricos.

Posso reter o veículo se o cliente não quiser pagar pelo serviço?

oficina artigo custos

Reter o veículo pode ser tentador, mas advogada explica o que fazer se o cliente abandonar o carro na oficina ou se não quiser pagar pelo reparo

 

Infelizmente, não são raros os casos em que o mecânico e a oficina se encontram em uma situação delicada: o carro foi reparado e está pronto, mas o cliente não vai buscar o veículo. Ou pior, vai retirar, mas não quer pagar pelo serviço. O que pode ser feito? Será que o mecânico pode reter o veículo?

Alessandra Milano Morais, advogada especializada no setor automotivo, alerta que o mecânico não pode se livrar do carro nessa situação. “A oficina tem responsabilidades com relação àquele carro e não pode simplesmente colocá-lo na rua”, diz.

E o que fazer então? “Se souber quem é o proprietário do veículo e tiver o seu contato, a primeira coisa a ser feita é enviar uma notificação para ele informando que o veículo está pronto para ser retirado, qual é o valor devido e o prazo para ele buscar o carro, algo como dois ou três dias, sob pena de cobrança de diárias na oficina caso ele não se apresente”, explica a advogada.

Se ainda assim ele não for buscar o veículo, o próximo passo é emitir um boleto de cobrança referente ao serviço que não foi pago, enviando para ele na sequência com um prazo de pagamento. Caso ele não pague, faça o protesto desse boleto.

Ele ainda não pagou? Alessandra recomenda que o mecânico aguarde mais algum tempo para se assegurar que o cliente não irá pagar a dívida, por exemplo, um mês. “Depois desse prazo, emita um novo boleto incluindo o valor das diárias do veículo na oficina, envie para o cliente e se ele não pagar faça um novo protesto”, orienta.

Mas e se você não souber quem é o proprietário ou se o cliente sumir e não responder mais mensagens ou ligações? Como o veículo pode ser fruto de roubo ou furto ou mesmo estar envolvido em algum crime, a recomendação da advogada é ir a uma delegacia de polícia e registrar um Boletim de Ocorrência, descrevendo tudo que aconteceu, os contatos com o cliente, documentos, orçamentos etc.

Todas essas medidas visam resguardar a oficina de futuros problemas e criar um incômodo no proprietário, tentando fazer com que pague o valor devido antes que a dívida aumente.

LEIA MAIS: Como a oficina deve lidar com a inadimplência?

 

Aí o cliente foi retirar, mas não quer pagar pelo serviço

“Você não pode reter o veículo se o cliente não quiser pagar, porque ele poderá chamar a polícia e ainda entrar com pedido de indenização por danos morais, podendo ser considerado apropriação indébita ou exercício arbitrário das próprias razões”, esclarece Alessandra.

A solução possível é retirar as peças novas que foram instaladas no veículo, desde que seja possível colocar novamente as peças anteriores usadas. “Claro que óleo, por exemplo, não será possível retirar. O importante é: se o veículo entrou andando, ele tem que sair andando da oficina. Então isso, sim, o mecânico pode fazer a retirada das peças novas que foram trocadas e voltar com as anteriores. Posteriormente, ele irá cobrar judicialmente do cliente a mão de obra, óleo e demais peças que não foi possível retirar”, completa.

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