Motul lança óleo sintético para carros feito no Brasil

Motul X-Tech Lite 5W-30 óleo sintético

Óleo 100% sintético oferece uma ampla gama de aplicações em carros de entrada, de 0 Km a usados com cinco anos ou mais

 

A Motul anuncia o lançamento do X-Tech Lite 5W-30, o primeiro lubrificante para carros fabricado nacionalmente pela empresa. Trata-se de um óleo 100% sintético, com viscosidade 5W30 e normativas API SP e ILSAC GF-6A, atendendo diversas aplicações em carros de entrada, desde zero-quilômetro até usados com cinco anos ou mais.

“Hoje praticamente todos os veículos que saem de fábrica já são abastecidos com lubrificantes 100% sintéticos. Muitos desses modelos demandam, ainda, as mesmas especificações de viscosidade e homologação atendidas pelo X-Tech Lite”, afirma Mariano Perez, general manager da Motul Brasil.

De acordo com a empresa, a expectativa é que o novo produto responda por quase metade do volume de vendas no segmento de óleos para carros. Ele é o terceiro produto fabricado no Brasil pela Motul, que anteriormente lançou dois lubrificantes para motocicletas: o Motul 3000+ e o novo Motul 5000+.

NGK dá dicas sobre partida a frio em carros flex

Velas de ignição NGK

Empresa explica como funcionam os diferentes sistemas de partida a frio e quais cuidados devem ser tomados

 

O tempo frio pode causar dificuldade na partida em carros flex se não houver o cuidado necessário. Por isso, a NGK lista algumas orientações para evitar esse problema e facilitar a partida em carros flex quando a temperatura ambiente fica abaixo de 15°C.

A primeira orientação é checar o tanque auxiliar de gasolina, que é injetada no motor para melhorar a partida do carro, uma vez que ela vaporiza mais facilmente. “Em dias frios, o motorista deve abastecer o tanquinho com gasolina, preferencialmente a aditivada, que previne a formação de resíduos. Também deve evitar que o dispositivo fique vazio, o que poderia danificar a bomba elétrica que alimenta o sistema, além de dificultar a partida”, afirma Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK.

Também é importante conferir se não há vazamentos no sistema e o estado do combustível, que deve ser trocado se ficar no reservatório por um longo período. A empresa reforça que a gasolina envelhecida, além de favorecer a formação de resíduo, tem a sua queima dificultada.

A outra dica é verificar o sistema de pré-aquecimento, que aquece o etanol no momento da partida e está presentes nos motores flex mais modernos, dispensando o tanque auxiliar. A recomendação é que o condutor deve aguardar as luzes da injeção do painel apagarem para assegurar que o sistema está pronto para a partida. “Cada sistema tem um tempo de aquecimento pré-estabelecido que pode variar de veículo para veículo. Partir o motor com o combustível ainda frio irá dificultar a partida”, completa.

Já no caso dos motores com injeção direta, o combustível é injetado em alta pressão no motor, o que dispensa o uso do sistema de pré-aquecimento ou do tanque auxiliar. Essa pressão elevada já favorece a vaporização e a atomização do etanol. “Desse modo, a formação de combustível líquido é muito reduzida, o que também facilita a partida do motor”, diz Mori.

Independente do sistema adotado no veículo, é essencial examinar o sistema de ignição, em especial as velas. “Velas com vida útil ultrapassada ou excesso de desgaste reduzem a performance do veículo e dificultam a partida”, alerta o especialista. Por fim, não deixe de verificar o estado de componentes como bateria, alternador, motor de partida, sistema de injeção e sistema de partida a frio.

Magneti Marelli lança linha de anéis automotivos

Magneti Marelli anéis automotivos

Chegam ao mercado 63 códigos de anéis de pistão automotivos atendendo veículos de marcas como Chevrolet, Fiat, VW, Hyundai e Honda

 

A Magneti Marelli lança sua linha de jogos de anéis de pistão automotivos, contendo 63 códigos destinados a motores movidos a gasolina, álcool e flex. As novidades atendem veículos das montadoras Chevrolet, Fiat, Ford, Hyundai, Honda, Land Rover, Nissan, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagen.

A empresa lembra que o anel de pistão é fundamental no funcionamento dos motores a combustão, ficando acoplado ao pistão. O componente impede a passagem dos gases de combustão para o cárter, onde fica reservado o óleo lubrificante, além de impedir que uma quantidade excessiva desse óleo atinja a câmara onde ocorre a mistura ar-combustível.

Quanto à manutenção, a fabricante reforça que, embora sejam extremamente resistentes ao atrito e a altas temperaturas, os anéis requerem cuidado no momento da montagem nos pistões. A falta de manutenção no sistema pode também acelerar o desgaste de outras peças. Os sinais de que pode haver algum problema são: saída de fumaça pelo escapamento, com maior emissão de poluentes, aumento no consumo de óleo e a diminuição do desempenho.

Duracell lança baterias para veículos com Start/Stop

Baterias Duracell para carros com Start/Stop

Baterias EFB e AGM foram desenvolvidas para entregar a mesma tecnologia das baterias originais nos veículos dotados de sistema Start/Stop

 

A Duracell apresenta dois lançamentos da marca para o mercado de reposição, as baterias EFB e AGM, desenvolvidas para veículos com sistema Start/Stop. Segundo a empresa, o objetivo é fornecer um produto que entregue a mesma tecnologia original de fábrica.

“O objetivo do sistema Start/Stop é reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2) e reduzir o consumo de combustível, contribuindo assim com o meio ambiente, mas ele necessita de uma bateria mais robusta para que funcione, podendo ser uma bateria EFB ou AGM. O que faz alguns modelos de carros virem com EFB e outros com AGM é o grau de hibridização do veículo, pois quanto maior o número de componentes eletrônicos, mais a bateria é necessária no sistema”, diz Luiz Fernando Marca, Diretor de Marketing da Global Energy Manufacturing, licenciada oficial da Duracell para América Latina.

A Duracell explica que a EFB é a evolução da bateria SLI convencional, trazendo um separador de polietileno para trabalhar em altas temperaturas e com um reforço no material ativo, preparado e dimensionado para atender veículos com Start/Stop.

Já a bateria AGM possui o separador em forma de manta de fibra de vidro, onde a solução ácida fica embebida e absorvida por essa manta, envolvendo todas as placas de chumbo. Essa tecnologia oferece menor taxa de perda de água quando comparada com uma bateria convencional e com uma EFB, sendo utilizada em veículos com sistemas elétricos mais complexos, como veículos de luxo e importados.

BorgWarner atinge 4 milhões de injetores aquecidos produzidos

injetores aquecidos BorgWarner

Marco histórico na produção de injetores aquecidos faz com que os componentes BorgWarner equipem boa parte da frota flex do país

 

A BorgWarner celebra o marco histórico de quatro milhões de injetores aquecidos produzidos em sua fábrica em Piracicaba/SP. O componente, desenvolvido em 2012, permitiu eliminar o sistema auxiliar do tanque de gasolina ao oferecer uma melhor partida a frio com etanol. Com isso, o sistema de injeção de combustível aquecido se tornou indispensável no atendimento das leis atuais de emissões, como Proconve L7 e L8.

“Alcançar essa marca histórica reflete a representatividade de uma solução pensada para atender uma necessidade do mercado. Estamos muito felizes que o desenvolvimento dos injetores aquecidos também permitirá a nossos clientes atenderem as normas de emissões e, assim, tornar o mundo cada vez mais limpo”, diz Giovani Benato, Gerente de Operações da BorgWarner Fuel Injection Systems.

A BorgWarner explica que o injetor é usado na partida a frio e durante a fase fria do motor, sendo acionado conforme a proporção de combustível e a temperatura. Seu objetivo é permitir a melhor vaporização do etanol, dependendo da estratégia de acionamento de cada montadora.

Pesquisa O Mecânico 2022: As marcas preferidas dos mecânicos

Pesquisa O Mecânico 2022

Sexta edição da Pesquisa da Revista O Mecânico em parceria com o instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) revela quais são as marcas preferidas dos mecânicos na hora de comprar autopeças, ferramentas e equipamentos

 

A Revista O Mecânico divulga os resultados da Pesquisa O Mecânico 2022, que teve por objetivo apurar quais são as marcas preferidas do setor automotivo entre os profissionais que vivem o dia a dia das oficinas mecânicas no Brasil. Em 47 diferentes categorias de peças, ferramentas e equipamentos, fizemos duas perguntas aos mecânicos: quais são as marcas que ele conhece e, entre elas, qual compra com mais frequência.

Também questionamos qual é a marca de produtos, peças e serviços que o profissional mais gosta de utilizar em sua oficina. Ao todo, foram 1.074 entrevistas com mecânicos de 21 Estados de todas as cinco regiões do Brasil, mais o Distrito Federal, entre os dias 5 de abril e 17 de maio de 2022.

O levantamento foi feito em parceria com o instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria, o Ipec, que manteve a equipe e estrutura de executivos do IBOPE Inteligência, responsável pelas quatro primeiras edições da Pesquisa O Mecânico.

A metodologia utilizada foi de pesquisa quantitativa de autopreenchimento, realizada através de entrevistas online, cujo público-alvo foi o profissional da área mecânica, de 18 anos ou mais, de todas as regiões, em amostragem proporcional à frota circulante de veículos do País. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para o total da amostra, a um nível de confiança de 95%.



PADRÃO DE QUALIDADE

O IPEC é regido por padrões éticos da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP) e World Research Association (ESOMAR). O IPEC dispõe das seguintes áreas: Estatística, Operações, Processamento de dados e Tecnologia da Informação.

Os trabalhos de campo, recrutamento e processamento foram realizados com apoio desta estrutura interna ou através de parceiros, em todo território nacional. O questionário foi enviado para aprovação por parte do cliente antes do início dos trabalhos de campo e fazem parte do relatório/apresentação de pesquisa.



MUITO PRAZER, SOU MECÂNICO!

Também perguntamos aos profissionais qual nomenclatura eles preferem quando se referem à profissão em si. Nesta edição, 43% dos entrevistados dizem preferir ser chamados de “mecânico”. Embora no limite da margem de erro, esta porcentagem supera o recorde de 40% da edição de 2021 da Pesquisa, denotando que cada vez mais o mecânico tem orgulho de ser chamado assim. Outros 25% responderam “reparador” e para 32%, “tanto faz”.



 

CONHEÇA OS RESULTADOS DA PESQUISA O MECANICO 2022

Confira o resultado sobre qual é a marca de produtos, peças e serviços que o profissional mais gosta de utilizar em sua oficina.

 

Acompanhe agora os resultados da Pesquisa O Mecânico 2022 por categoria:

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A PESQUISA EM FORMATO PDF

Nakata lança mais de 20 itens entre pivôs e bandejas

Bandejas de suspensão Nakata

Novos códigos de pivôs e bandejas de suspensão da Nakata atendem oito marcas de veículos, incluindo modelos como Polo, Frontier, Hilux e Fit

 

A Nakata anuncia novos produtos para sua linha de suspensão, incluindo pivôs e bandejas que atendem veículos de diversas marcas. Entre as aplicações dos pivôs estão Honda City, Fit e WR-V; VW Golf, Jetta, Nivus, Polo, T-Cross, Tiguan e Virtus; Nissan Frontier; e Toyota Hilux e SW4.

Já as bandejas atendem os modelos Hyundai Creta e HR; VW Fox, Gol, Saveiro, SpaceFox e Voyage; Mitsubishi L200 e Pajero; Fiat Bravo e Stilo; Toyota Hilux e SW4; Honda City e Fit; e Land Rover Discovery 3 e 4.

A empresa lembra que a bandeja ou braço de suspensão atua para ancorar a roda ao chassi ou monobloco do veículo, podendo ser dianteira ou traseira, transversal ou longitudinal, dependendo do veículo. O pivô, por sua vez, também conhecido como pino esférico ou articulação, é responsável por ligar a bandeja com a manga de eixo do veículo, possibilitando o movimento angular das rodas.

Ao fazer a instalação, a dica da Nakata é avaliar também o estado dos componentes periféricos do pivô, como terminais de direção e axial, bandeja e bieletas, além do alinhamento da direção. Além disso, é fundamental que as bandejas não sejam apertadas com o veículo suspenso no elevador, cavalete ou macaco. De acordo com a Nakata, isso pode causar a ruptura das buchas. Por isso, o aperto final deve ser feito sempre com o veículo apoiado no chão.

Jost Brasil inaugura nova operação em Campinas

fábrica Jost Brasil em Campinas

A nova fábrica da Jost Brasil recebeu investimentos de cerca de R$ 11 milhões destinado à ampliação do seu portfólio de produtos

 

A Jost Brasil inaugura uma nova unidade fabril localizada na cidade de Campinas/SP que conta com mais de 3,5 mil metros quadrados de área. O local recebeu investimentos de cerca de R$ 11 milhões destinados à expansão da capacidade produtiva e o desenvolvimento de novos produtos. A empresa reforça que essa iniciativa visa ampliar seu portfólio, investindo em componentes para ônibus, além de peças para caminhões e implementos.

“A nossa presença em Campinas representa um marco importante na evolução da empresa, contribuindo para o nosso crescimento sustentável. A unidades tem localização estratégica, próxima de clientes e fornecedores, para qualificar ainda mais o nosso atendimento e para o desenvolvimento de novas soluções”, diz o diretor da Jost Brasil, Alessandro Barbosa.

Calmon | Frota brasileira de veículos corre risco de encolher

congestionamento

De acordo com recente relatório anual do Sindipeças sobre a frota circulante, em 2021 havia 46.581.912 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no Brasil. O crescimento sobre 2020 foi de apenas 0,7%, mesmo percentual de variação no período 2019/2020. Dependendo do desempenho de vendas em 2022, a frota pode encarar o primeiro encolhimento em décadas. A idade média de oito anos e cinco meses em 2013 subiu para dez anos e três meses em 2021. É a frota mais antiga dos últimos 25 anos.

Tanto do ponto de vista de segurança quanto ambiental esses dados preocupam. Nos últimos 10 anos as exigências introduzidas por leis de emissões e de segurança ativa e passiva seguiram em constante evolução. A frota de automóveis representa quase 80% do total, mas cresceu apenas 0,2% entre 2021 e 2020. Veículos comerciais leves (picapes e furgões) e caminhões apresentaram desempenho melhor no mesmo período: mais 3,5% e mais 2,9%, respectivamente. Os ônibus em circulação encolheram 0,9%.

O rejuvenescimento da frota circulante só acontecerá quando houver crescimento robusto nas vendas de modelos novos. E isso vai demorar. Países de renda maior do Hemisfério Norte implantaram planos de renovação por meio de estímulos financeiros aos motoristas, mas a situação fiscal brasileira limita bastante ações nesse sentido. O Governo Federal teve uma iniciativa modesta este ano em relação aos caminhões que representam a frota mais envelhecida (11 anos e 11 meses). Pelo menos é um ponto de partida.

Ao incluir as motos (12.870.983) a frota total de veículos atinge 59.425.895 de unidades, segundo o estudo do Sindipeças. A entidade não revela a taxa de sucateamento anual, mas pelos padrões internacionais varia entre 4% e 5%, além de 0,5% em perdas totais em acidentes e 0,5% desmanchados legalmente.

Esse número contrasta fortemente com os 111.446.870 informados em 2021 pela Senatran, que são irreais, apesar de contabilizar cerca de 3 milhões de semirreboques e reboques para caminhões. O problema é a grande dificuldade de dar baixa em veículos registrados em termos burocráticos e financeiros. Carros ao fim de vida são em geral abandonados em desmanches clandestinos e poucos ficam com colecionadores.

Uma resolução do Contran, de 1998, previa a baixa automática de veículos com mais de 25 anos de registro e documentação atrasada há mais de 10 anos. Era uma tentativa de “limpar” o cadastro que só tem certidões de nascimento (Renavam) e muito pouco de “óbitos”. Acabou revogada pela deliberação 225, de 25 de março último.

 

Mercado e produção reagem em maio

 

Números divulgados pela Anfavea no balanço do mês de maio foram bastante positivos. Vendas de 187.100 unidades deram um salto de 27% sobre abril; produção de 205.790 unidades teve recuperação de 10,7%. Porém, no acumulado dos cinco primeiros meses deste ano o mercado mostrou números fracos em relação ao mesmo período de 2021. Os 740.000 veículos leves e pesados comercializados em 2022 representaram um recuo forte de 17%.

As vendas em maio atingiram a média de 8.500 unidades/dia, ligeiramente superior à média de 8.400 ao longo de todo o ano de 2021. Márcio Lima, presidente da Anfavea, afirmou que “será feita uma revisão das previsões para 2022 no final de junho, mas acredito que não estará muito distante dos 8,5% de crescimento anual que previmos em dezembro último”.

Entre janeiro e maio deste ano houve perda estimada de produção de cerca de 150.000 veículos em razão da guerra Rússia-Ucrânia e confinamentos na China pela Covid-19. Isso manteve os estoques baixos que recuaram de 21 dias em abril para 20 dias em maio. A indústria trabalha em situações normais com 35 a 40 dias de estoque para não perder clientes.

Há também um movimento na direção a modelos de maior valor agregado em detrimento daqueles de menor valor que sofrem mais com a alta das taxas de juros e diminuição de poder aquisitivo em razão da inflação. A demanda das locadoras e frotistas vai ditar o ritmo da recuperação do mercado este ano. Dependerá do crescimento do PIB em 2022 que pode se aproximar de 2%, segundo previsões revistas para cima por alguns economistas.

 

Creta N Line aposta na esportividade

 

Hyundai ampliou as opções de seu SUV compacto, o segundo mais vendido este ano no segmento. A marca sul-coreana criou a grife N Line em 2019. Estreia no Brasil com cuidado especial nos equipamentos e estilo. Grade frontal tem acabamento em tom escuro e luzes de seta triangulares. Rodas de 17 pol. diamantadas são exclusivas. Na traseira, moldura lateral da coluna na cor grafite e ponteira de escapamento dupla funcional. Há sensores de estacionamento traseiros e dianteiros.

No interior, alavanca de câmbio automático e volante são exclusivos. Os pedais têm acabamento em metal e o teto solar panorâmico é de série. Além dos serviços de carro conectado (Bluelink) pelo celular, este pode ser recarregado por indução. Central multimídia de 10,25 pol. Molas, amortecedores e caixa de direção têm respostas mais firmes. Motor 1-litro turbo de 120 cv/17,5 kgf.m não foi alterado. Preço: R$ 159.490, próximo ao do Creta Ultimate 2.0.

________________________________________________________

www.fernandocalmon.com.br

Cofap oferece dois tipos de kits de suspensão

Cofap kits suspensão

Além dos amortecedores, a Cofap comercializa na reposição kits de suspensão que podem ou não incluir coxim e rolamento

 

A Cofap oferece no mercado de reposição dois tipos de kits para o reparo da suspensão: kit de suspensão e top kit de suspensão. No primeiro, estão inclusos coifa protetora da haste do amortecedor e batente. O top kit de suspensão, contudo, inclui ainda coxim e rolamento. De acordo com a empresa, seu catálogo possui mais de 380 itens, com cobertura de 95% da frota circulante no país.

A empresa explica que as coifas são produzidas com TPE (termoplástico), atuando para proteger a haste e o selo retentor de poeira, terra e impactos. Já os batentes são feitos de poliuretano. Quando instalados nos amortecedores dianteiros, eles evitam os impactos de fim de curso do amortecedor. Por outro lado, quando estão montados nos amortecedores traseiros, funcionam também como uma mola auxiliar, em conjunto com a mola helicoidal, no movimento da suspensão.

A recomendação é Cofap é substituir o kit de suspensão sempre que houver a troca dos amortecedores. Atualmente, a marca soma mais de 1.500 códigos ativos de amortecedores, incluindo veículos leves, comerciais e de duas rodas, oferecendo cobertura de 98% da frota.

css.php