
Um milhão de veículos flex fuel no mercado nacional já contam com o sistema Flex Start da Bosch, afirma a empresa. Esta tecnologia foi desenvolvida para proporcionar mais conforto ao motorista, já que dispensa o reservatório auxiliar de gasolina em veículos bicombustíveis. Outros benefícios citados pela Bosch são desempenho e dirigibilidade, pois o Flex Start é um sistema de gerenciamento eletrônico para aquecimento do combustível, que entra em operação na partida e também na fase fria de funcionamento do motor.
Com isso, a tecnologia permite que a partida do motor em baixas temperaturas, quando abastecido entre 85% e 100% com etanol, ocorra de forma precisa. A aplicação do Flex Start® também traz benefícios ambientais, pois tem grande potencial de reduzir emissões de poluentes, já que é no momento de partir o motor que ocorre a maior liberação de gases poluentes. O VW Polo Bluemotion foi o primeiro veículo no mercado nacional equipado com o sistema. Desde então, novos modelos foram incorporando a tecnologia que melhora a eficiência.
Fras-le tem trabalho técnico reconhecido em evento internacional

Durante o congresso anual da SAE International (Society of Automotive Enginners), realizado na Carolina do Sul, nos EUA, o mestre engenheiro da Fras-le, Diego Masotti, apresentou o trabalho “Avaliação Experimental das Características morfológicas da superfície de pastilhas de freio durante o processo de Stick-slip”, realizado em parceria com o LATRIB (Laboratório de Tribologia) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. O evento reuniu cerca de 800 pessoas especializadas, ligadas à área de freios.
Segundo a empresa, o trabalho consiste numa metodologia de detecção de microvibrações (stick-slip) geradas no contato entre pastilha e disco de freio e que podem ocasionar ruídos durante a frenagem. As pastilhas são ensaiadas em um tribômetro, que permite controlar precisamente todas as condições de frenagem. Depois de ensaiadas, as superfícies das pastilhas de freio são analisadas com o uso de técnicas de microscopia para identificar quais as características de sua topografia que estão relacionadas a geração das microvibrações observadas.
A Fras-le afirma que além do desenvolvimento do método propriamente dito, a pesquisa é inovadora em várias etapas de seu desenvolvimento: a variável usada para quantificar as microvibrações é inédita e o software de processamento das imagens obtidas no microscópio foi desenvolvido especialmente para este fim. Pesquisas como essas possibilitam à Fras-le desenvolver e oferecer ao mercado novos materiais de fricção cada vez mais eficientes, seguros e silenciosos, além de garantir maior agilidade no desenvolvimento de novos produtos para o mercado automotivo global.
Audi alcança mais de 15 mil unidades vendidas no Brasil

A Audi do Brasil ultrapassou sua meta anunciada de vendas para o ano de 2015. No total, a marca anuncia que comercializou 15.242 veículos em 2015, 35,8% acima do registrado em 2014. Apenas no mês de novembro, o número de emplacamentos foi de 1.382 unidades, o que representa um aumento de 32,8% nas vendas em relação ao mesmo mês do ano passado.
“Estamos muito felizes em ultrapassar nossa meta para 2015 e vamos continuar trabalhando fortemente para ampliar ainda mais nosso volume de vendas no Brasil. O bom desempenho que a Audi vem apresentando neste difícil ano demostra o compromisso de longo prazo que temos com o mercado brasileiro. Com os lançamentos da linha A3 Sedan, modelos produzidos nacionalmente, reforçamos nosso plano de crescimento e nossa estratégia de 360 graus, que envolve alinhamento do nosso portfólio com os últimos lançamentos no mercado europeu, preços competitivos, planos de investimentos em pós-vendas e abertura de novas revendas em todo o país”, afirma Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.
Bosch recomenda alinhar e balancear as rodas na revisão antes da viagem

Entre os itens essenciais na manutenção preventiva do veículo, a Bosch destaca que o mecânico deve verificar a parte inferior do automóvel, avaliando as condições de alinhamento e balanceamento, especialmente durante a revisão antes do cliente pegar a estrada. Os benefícios incluem evitar o desgaste prematuro dos pneus e dos componentes do sistema de suspensão, além de economia no consumo de combustível.
O mecânico também deve orientar o cliente a evitar o uso contínuo de pneus com calibração incorreta (sejam eles muito cheios ou vazios), constantes e repetidas freadas bruscas, passagem sobre buracos ou obstáculos em alta velocidade e excesso de peso no veículo. De acordo com a Bosch, estes motivos citados levam ao desgaste dos componentes do sistema de suspensão e direção, comprometendo a dirigibilidade do automóvel.
A realização do serviço periódico de alinhamento garante mais vida útil dos pneus, já que proporciona um desgaste regular de superfície de contato com o piso. O serviço ajusta os ângulos da suspensão e das rodas com o veículo e o piso, fazendo com que as quatro rodas girem alinhadas no mesmo eixo direcional. O balanceamento, por sua vez, proporciona mais estabilidade para a condução do veículo, evitando vibrações em baixas e altas velocidades.
A Bosch ainda recomenda a realização do rodízio de rodas porque é normal ocorrer desgaste não uniforme entre os pneus dianteiros e traseiros. No entanto, as especificações do fabricante do veículo para o procedimento devem ser observadas obrigatoriamente. Assim como, o alinhamento e balanceamento devem ser realizados de acordo com a especificação do manual do fabricante do veículo.
“Para identificar se é necessário efetuar os processos, a orientação também é observar se existe vibração no volante ou se o carro fica puxando para o lado durante a condução normal ou mesmo durante uma frenagem. Outro fator que pode ser observado é se existem ruídos nos pneus durante a realização de curvas, mesmo em baixa velocidade”, afirma Daniel Lovizaro, gerente de Assistência, Serviços e Treinamentos Técnico da divisão Automotive Aftermarket da Robert Bosch para a América Latina.
Já os veículos modificados pelos clientes, com suspensão rebaixada ou mesmo usando rodas maiores do que as indicadas pela montadora, devem redobrar a atenção com este tipo de manutenção, afirma a Bosch. Como o veículo sai de fábrica com especificações de acordo com sua construção, toda modificação afeta os valores de referência dos ângulos de ajustes da suspensão, acarretando possíveis impactos no desempenho, na segurança e na durabilidade das peças.
“A manutenção preventiva deve ser realizada não somente nos períodos de férias ou viagens mais longas, mas com regularidade. O objetivo é garantir o bom funcionamento do veículo, a segurança no trânsito, economia e a preservação do meio ambiente”, destaca Lovizaro. Além do balanceamento e alinhamento, a Bosch recomenda atenção às condições de demais itens do veículo, como o sistema de freios, faróis, palhetas, sistema de injeção e ignição, além da bateria, velas cabos, filtros, correias, entre outros.
Mahle explica a utilização de realidade virtual no desenvolvimento de autopeças

A Mahle Metal Leve, através de seu Centro Tecnológico em Jundiaí/SP desenvolve peças e sistemas automotivos utilizando diversos recursos, incluindo a realidade virtual. Neste Centro Tecnológico, onde os produtos são desenvolvidos, são aplicados procedimentos, softwares e metodologias também utilizados em outros centros de excelência da empresa, o que permite a constante troca de informações entre essas unidades, garantindo também um padrão de qualidade para as simulações virtuais, afirma a empresa.
De acordo com a empresa, tudo começa com o recebimento dos requisitos básicos da aplicação. A área de engenharia de produto do Centro Tecnológico da Mahle desenhará uma peça que respeitará todas as necessidades solicitadas pelo fabricante para essa aplicação. Ou seja, antes que seja produzido o protótipo que será utilizado em um novo motor para avaliações de desempenho e durabilidade, seu projeto passará por uma série de simulações virtuais que definirão, antecipadamente, se ele está apto a suportar as exigências da montadora ou se aquela proposta conceptiva poderá vir a ter problemas.
A Mahle explica que são três as áreas básicas que abrangem o desenvolvimento do projeto de um novo componente automobilístico: a estrutural (cálculos que avaliam se existe a possibilidade de quebra, trincas ou outros problemas relacionados à integridade estrutural do componente); a de performance (onde é avaliado o desempenho estático e dinâmico do componente, por exemplo, se o pacote de anéis irá produzir um consumo de óleo dentro dos requisitos definidos pelo cliente, e uma série de outros parâmetros); e a de fluido e acústica (mais afeito aos filtros, sistemas de admissão e periféricos, avaliação de escoamento dos fluidos, vibrações e da atenuação de ruídos).
Entre as simulações virtuais previstas para um novo projeto estão as avaliações de temperaturas de funcionamento, durabilidade, resistência estrutural, possibilidades eventuais de quebras ou trincas, as quais definem a vida útil esperada para o produto, entre outras simulações, descreve a empresa.
Nos motores atuais, os componentes internos são submetidos a cargas e temperaturas cada vez maiores, ao mesmo tempo necessitando que suas peças sejam mais leves e resistentes. Ao final do desenvolvimento virtual de um determinado componente, as informações que são transmitidas para a engenharia de produto determinam o desenho definitivo da peça, a tecnologia de material que deverá ser empregada e se os custos de produção são compatíveis com o motor e as necessidades do cliente.
Segundo a Mahle, os desafios para o desenvolvimento de novos componentes são cada vez mais complexos, já que as montadoras têm estabelecido targets para a geração de um novo motor – ou para o upgrade de uma versão existente – cada vez mais severos: maior potência, torque e, principalmente, menor consumo de combustível, características que em parte são obtidos pelo menor peso e menor atrito dos componentes internos. Os clientes também podem definir que o consumo de óleo não ultrapasse determinados valores, assim como pode estabelecer o volume máximo de passagem de gases pelo pacote de anéis.
O conceito de “motor virtual” foi utilizado pela MPTBr no desenvolvimento do motor PSA 1.4l acarretando em aumento de 22% na potência e torque do motor e 10% na redução do consumo específico de combustível, quando comparados a uma versão de motor de referência. Além disso, a utilização das técnicas de simulação resultou numa economia de 5 meses no tempo total de desenvolvimento da fase conceitual do projeto.


De acordo com Walter Zottin, gestor de Desenvolvimento Virtual de Motores do Centro Tecnológico MAHLE, “Atualmente a simulação virtual é uma realidade na maioria dos grandes setores, mas está especialmente evoluída no ramo automobilístico. Usando a simulação virtual conseguimos reduzir significativamente o número e o tempo despendido com testes de campo. As avaliações dos protótipos finais são feitas todas tomando por base nossos estudos prévios. Dez anos atrás isso era meio místico, hoje é imprescindível”.
“Além disso, cada vez menos se pensa na concepção individual de um componente, e cada vez mais se raciocina no sistema como um todo. Estamos desenvolvendo metodologias virtuais que, por exemplo, analisam o sistema de lubrificação, ou o conjunto do trem de válvulas e eixo comando. Já estamos simulando a rodagem de um carro por uma rodovia para chegar ao consumo de combustível ideal dentro de uma estratégia pré-determinada de utilização”, complementa Zottin.
Fabricante das Baterias Heliar explica a importância da reciclagem de baterias

Durante o evento “1º Encontro DPaschoal sobre impactos ambientais das oficinas automotivas”, realizado no dia 25 de novembro, em São Paulo, a Johnson Controls Power Solutions, fabricante das baterias Heliar, esteve representada no evento pelo gerente de contas globais Eduardo Migliatti, entre outros profissionais. Segundo ele, o volume de resíduos gerados por veículos e motocicletas, entre os quais pneus, amortecedores, filtros e baterias, cresceu em volume juntamente com a frota de veículos, que em 10 anos saltou de 24 milhões para 50 milhões, de acordo com dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).
Em sua exposição durante o evento, Migliatti informou que as baterias de carros e motos são compostas, basicamente, por caixa de polipropileno, chumbo e ácido, materiais nocivos a pessoas, animais e meio ambiente, mas que se descartados corretamente e reciclados podem ser totalmente reaproveitados. Segundo ele, a caixa de polipropileno é 100% reciclável, o tratamento dado ao chumbo recupera 99,9% de sua pureza permitindo que ele volte a ser utilizado na fabricação de baterias, enquanto o ácido, depois de neutralizado, volta a ser utilizado em baterias e outros itens.
O executivo explica que a Johnson Controls, desde 2005, faz a reciclagem de seus produtos por meio do programa global Ecosteps, através do qual a fabricante já reciclou mais de 8 milhões de baterias e, até 2020, pretende atingir a marca de 30 milhões no Brasil. Todo o processo é realizado por fornecedores homologados pela Johnson Controls e certificados pelos órgãos competentes, afirma. “Atualmente, a Johnson Controls conta com 127 pontos de distribuição de baterias no Brasil, que são também responsáveis pela coleta dos produtos inservíveis, sejam eles das nossas marcas ou não”, ressalta.
Migliatti reforçou que a Johnson Controls tmantém um trabalho constante de conscientização com revendas, distribuidores e clientes. “Temos um grupo interno que controla ações relacionadas a cuidados com o meio ambiente”. Ele ainda orienta que, por meio do site Ecosteps (www.ecosteps.com.br), qualquer pessoa pode acionar a equipe da Johnson Controls para a retirada de uma bateria que foi descartada indevidamente. Na página também há informações para aqueles que querem aderir ao programa. “Existem leis relacionadas ao descarte correto de bateria, mas os cidadãos também podem contribuir com a fiscalização”, ressalta Migliatti.
Sabó lança linha de jogos de junta “Série Clássicos”

A Sabó coloca no mercado de reposição de autopeças a linha de produtos “Série Clássicos” com jogos de junta para veículos nacionais fora de linha, tais como Fiat Tempra e Tipo; Chevrolet Chevette, Monza e Opala; Ford Escort; Volkswagen Santana e Gol 1ª geração; entre outros.
“A ideia de lançarmos essa linha de produtos, especifica para carros clássicos é proporcionar aos apreciadores e colecionadores de carros antigos uma oportunidade de encontrar peças novas e de qualidade para serem aplicadas nos veículos, facilitando também a sua busca pelos itens de reposição”, explica João Conrado, Gerente de Aftermarket da Sabó.
Delphi apresenta sistemas de conectividade para carros de passeio no Brasil

A Delphi está trazendo ao Brasil a linha Delphi Data Connectivity (DDC), que engloba sistemas de conectividade para carros de passeio, tais como carregadores sem fio para celulares e tablets, entradas USB e auxiliares. Os sistemas estão sendo oferecidos a montadoras e, segundo a empresa, deverão surgir no mercado brasileiro como equipamentos de série entre o final deste ano e o início de 2016.
A linha de carregadores sem fio DDC tem ativação automática e inicia o carregamento de dispositivos como celulares smartphones e tablets assim que eles entram no raio de alcance do equipamento, ou seja, não há necessidade de retirar o dispositivo do bolso para que a bateria comece a carregar, explica a Delphi.
Esta tecnologia evita o uso de cabos, tomadas, adaptadores e, consequentemente, mantém a atenção do motorista na direção, afirma a fabricante, ressaltando que o carregador tem capacidade similar à versão convencional com fio, utilizando um campo magnético para transmitir energia.

Já as entradas USB e auxiliares da linha DDC, de acordo a Delphi, traz entradas USB com capacidade máxima de carregadores e transferências de dados, com iluminação em LED e é certificado por todas as montadoras de veículos.
Produção de veículos no Brasil cai 14,2% entre outubro e novembro; venda cresce 1,6% no mesmo período

De acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o balanço da indústria automobilística apontou uma diminuição de 25,2% no licenciamento de autoveículos no acumulado do ano com 2,34 milhões de unidades em 2015 e 3,12 milhões no ano passado. O setor automotivo também apresentou contração de 33,8% nas vendas em novembro de 2015 contra o mesmo período do ano passado – foram 195,2 mil unidades e 294,7 mil, respectivamente. Na comparação com outubro, quando 192,1 mil unidades foram comercializadas, o resultado do penúltimo mês do ano é positivo em 1,6%.
“A média diária de vendas em novembro apresentou um ligeiro aumento com relação a outubro, fato que confirma a expectativa de estabilidade do ritmo de licenciamento esperada para este último trimestre. O cenário mostra que se faz cada vez mais necessário resolver os entraves políticos, que corroem a economia brasileira, com o estabelecimento de uma agenda positiva para alavancar os pilares de sustentação da confiança e da retomada do crescimento”, destaca Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea.
As fábricas produziram no último mês 176 mil veículos, o que representa retração de 14,2% se comparado com as 205,1 mil de outubro e de 33,5% se defrontado com novembro do ano passado, com 264,8 mil unidades. Até o penúltimo mês deste ano 2,28 milhões de unidades deixaram as linhas de montagem: retração de 22,3% frente a 2014, que registrou 2,94 milhões de veículos produzidos. Já as exportações em novembro foram de 36,4 mil unidades, queda de 8,4% contra as 39,8 mil de outubro e crescimento de 40,3% frente a novembro do ano passado, quando 26 mil veículos deixaram o País. No acumulado do ano o resultado apontou elevação de 18,9% nas exportações: foram 369,5 mil em 2015 e 310,8 mil no ano passado.
Caminhões e ônibus
As vendas de caminhões encerraram novembro com diminuição de 18,1% ao se comparar as 4,7 mil unidades no mês com as 5,8 mil licenciadas em outubro. No comparativo contra novembro de 2014, a retração foi de 61%, com 12,1 mil unidades naquele período. Nos onze meses do ano a queda foi de 46,5%, quando comparados os 66 mil produtos licenciados este ano com os 123,4 mil no ano passado.
O resultado da produção no mês passado, com 5,3 mil unidades, ficou 21,4% abaixo das 6,8 mil unidades de outubro e 54,6% menor ao se defrontar com as 11,8 mil de novembro do ano passado. A fabricação no acumulado do ano recuou 47,5% quando comparadas as 71,5 mil de unidades deste ano com as 136,3 mil de 2014. As exportações subiram 18,2% no acumulado do ano, com 20 mil unidades em 2015 ante 16,9 mil do ano anterior. Somente no penúltimo mês deste ano 2,5 mil unidades deixaram as fronteiras brasileiras, o que significa alta de 21,2% frente as 2,1 mil de outubro e de 61,4% com relação as 1,6 mil de novembro de 2014.
O licenciamento de ônibus no acumulado foi de 15,5 mil unidades, contração de 38,4% ante as 25,1 mil do ano passado. As vendas em novembro, com 891 unidades, permaneceram estáveis em relação a outubro com 885 produtos, porém ficaram menores em 61,9% na análise com as 2,3 mil unidades comercializadas em novembro do ano passado.
A produção ficou 14,9% inferior – foram mil unidades em novembro e 1,2 mil em outubro. Ao defrontar o resultado com novembro do ano passado, quando foram produzidos 1,8 mil chassis para ônibus, a queda é de 43,3%. No acumulado a baixa é de 35,2%: 20,9 mil este ano e 32,3 mil em 2014. Até novembro 6,4 mil ônibus foram exportados, o que representa crescimento de 4,5% se comparado com as 6,1 mil de igual período do ano passado.
Máquinas agrícolas e rodoviárias
As vendas no segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias em novembro ficaram menores em 43,4% em relação a outubro, com 2,1 mil e 3,8 mil unidades respectivamente. No comparativo contra novembro do ano passado, com 5,3 mil unidades, foi registrada retração de 59,5%. No acumulado o encolhimento das vendas chegou a 33,7%, com 42,8 mil este ano e 64,5 mil no ano passado.
A produção acumula queda de 30,8% no ano – foram 54,4 mil unidades produzidas este ano e 78,6 mil em 2014. Em novembro 3,9 mil unidades deixaram as fábricas, o que representa decréscimo de 20,1% ante outubro com 4,9 mil e de 37,4% contra novembro do ano passado com 6,2 mil. O setor fechou as exportações em novembro com 1,1 mil unidades, o que representa estabilidade frente ao mesmo período do ano passado e de aumento de 49,9% comparado com outubro deste ano com 736 unidades. No acumulado as exportações chegaram a 9,6 mil unidades, o que significa baixa de 25,4% contra o ano passado com 12,9 mil.
Laboratório Químico do IQA amplia oferta de análises em aditivo para radiador

O IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) ampliou a oferta de análises em aditivo para radiador de veículo no Laboratório Químico do Instituto, localizado no Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS). “A qualidade é avaliada por meio de uma série de ensaios específicos: ponto de congelamento, corrosão, teor de água, reserva alcalina, densidade relativa, determinação do PH, ponto de ebulição e índice de refração”, conta Marino Verri, especialista técnico do IQA.
Produtos em desacordo com as normas técnicas brasileiras podem provocar danos ao veículo. “O motor pode sofrer uma refrigeração inadequada, com ocorrência de superaquecimento e redução da vida útil ou, até mesmo, panes. As partes metálicas que ficam em contato com o líquido refrigerante também podem sofrer um desgaste prematuro”, explica.
Além de ensaios em aditivo para radiador, o IQA oferece ensaios em Arla 32 e fluidos para freios, assim como análises para diversos tipos de amostras com a perspectiva de atingir indústrias de diferentes segmentos. Entre os serviços estão análises de água (Karl Fischer), cinzas (Mufla), pH (pHmetro), condutividade (condutivímetro), titulação ácido-base, teor de voláteis (estufa), sólidos totais (estufa) e densidade (calibração RBC). “O IQA realiza ensaios conforme os requisitos das normas e os procedimentos aplicáveis. Utilizamos equipamentos e critérios cientificamente adequados aos componentes e materiais do setor e demais indústrias”, afirma Verri.
