
A Ford finalmente traz um motor da premiada gama EcoBoost para a sua linha de veículos fabricada no Brasil. O contemplado é o New Fiesta, que ganha a versão EcoBoost Titanium, equipada com motor 1.0 turbo de três cilindros, capaz de gerar potência de 125 cv e torque de 17,3 kgfm – sendo que 90% do torque máximo surge já a 1.500 rpm. É o motor 1.0 mais potente oferecido até o momento no mercado nacional, porém, não possui versão flex: é movido apenas a gasolina. A transmissão é a automática sequencial Powershift de 6 marchas.

Importado da fábrica da Ford na Romênia, o EcoBoost 1.0 agrega turbo, injeção direta de combustível e duplo comando variável de válvulas, bomba variável de óleo, correia banhada em óleo, coletor integrado ao cabeçote, sistema duplo de aquecimento e arrefecimento e sistema de resfriamento dos pistões por jato de óleo.
O New Fiesta EcoBoost acelera de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos, marca declarada pela fábrica e que é 20% mais rápida do que o Fiesta 1.6 Sigma com a mesma transmissão Powershift. Mas, segundo a Ford, apesar desse número, o foco aqui é a economia de combustível. Os números divulgados apontam que o modelo faz 12,2 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada, o que rendeu ao hatch o Selo Conpet de eficiência.
O New Fiesta 1.0 EcoBoost Titanium se torna a versão topo de linha do hatch. Ainda traz 7 airbags, sistema de partida sem chave Ford Power, chave com sensor de presença, bancos de couro, rodas de liga leve de 16 polegadas, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor eletrocrômico, piloto automático, ar-condicionado digital, sistema de conectividade SYNC AppLink com comandos de voz e Assistência de Emergência. O preço declarado é de R$71.990.

Linha reformulada
Com o lançamento da versão EcoBoost Titanium, deixa de ser oferecido o motor 1.5 na gama New Fiesta. Agora, a linha do compacto é formada pelas versões 1.6 SE, SEL e Titanium e 1.0 EcoBoost Titanium.
O New Fiesta SE, com motor 1.6 Sigma e transmissão manual de cinco velocidades, traz itens como ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros, travas e espelhos elétricos, alarme volumétrico, som MyConnection geração 3 e computador de bordo, por R$51.990.
A versão SEL, com motor 1.6 Sigma e câmbio manual ou sequencial, acrescenta controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac), assistente de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, rodas de liga leve de 15 polegadas, sistema de conectividade SYNC com comandos de voz, AppLink e Assistência de Emergência, ar-condicionado digital, vidros elétricos dianteiros e traseiros com fechamento global e chave de segurança MyKey. Sai por R$58.790 com transmissão manual e R$64.990 com a sequencial. A versão Titanium também é disponível com motor 1.6, por R$70.690.
Distribuidora PACCAR Parts lança lubrificantes em parceria com a Shell

A PACCAR Parts, distribuidora de peças, anuncia a expansão da linha de óleos lubrificantes. Todas as concessionárias da rede DAF já oferecem o óleo lubrificante R3 Multi 15W40, para o motor, e o óleo Spirax S2 A, para a caixa de transmissão e diferencial. Os produtos fazem parte da linha de peças universais TRP, em parceria com a Shell Lubrificantes. O novo óleo para motor, o R3 Multi, é recomendado para cerca de 70% da frota nacional e atende também veículos fora de garantia.
O lubrificante R3 Multi é um óleo mineral multiviscoso, o que garante aderência e resistência adequadas do produto mesmo com altas variações de temperatura. Dessa forma, podem atingir os principais pontos de lubrificação com eficiência e garantir um bom funcionamento do motor.
Segundo a empresa, o óleo R3 Multi é tem composição química capaz de proporcionar proteção superior contra ácidos e corrosão, além de evitar desgaste precoce. A corrosão ácida no motor ocorre devido à entrada de nitrogênio, oxigênio e enxofre no cilindro. Dessa forma, os ácidos atacam componentes metálicos do motor que, se não forem combatidos, podem gerar falhas no mancal.
O lubrificante atua ainda na proteção ao desgaste de motor, que ocorre devido ao contato de metal com metal sob altas pressões e em áreas com baixa circulação de óleo. De acordo com a distribuidora, o óleo R3 Multi forma um filme protetor capaz de prevenir o contato de metais, assim, resultando em melhor desempenho e mais vida útil ao motor.
Já o lubrificante Spirax S2 A é o óleo da caixa de transmissão e do diferencial. As principais funções são: minimizar desgastes, reduzir vibração e ruído, suportar altas cargas, dissipar o calor, controlar fricção na embreagem e sincronizadores, remover contaminantes das zonas de contato e prevenir corrosão, afirma a PACCAR Parts. O Spirax S2 A possui propriedades antidesgaste, anticorrosiva e boa resistência a oxidação.

“A chegada dos novos óleos lubrificantes na linha TRP é uma prova da expansão da PACCAR Parts no Brasil. Já oferecíamos o óleo genuíno para caminhões DAF e agora estamos cobrindo todo o mercado. Escolhemos a Shell como fornecedor exclusivo da TRP, pois prezamos por empresas que trabalhem com a qualidade e compromisso de oferecer o melhor para o cliente”, afirma Amanda Schainer, Gerente de Comunicação e Marketing da PACCAR Parts Brasil. “O lançamento dessa linha é uma vantagem muito grande para o transportador multimarca, que poderá realizar a troca de óleo de toda frota em um só lugar, com serviço qualificado e garantia PACCAR”, completa Amanda.
Vulcan lança capa para motos com gravação original dos bancos

A Vulcan Material Plástico, empresa do mercado automotivo que produz revestimentos para veículos de pequeno a grande porte, segue expandindo seu portfólio e acaba de lançar o Moto Revest, produto pronto para uso com a finalidade de substituir o revestimento danificado das motos mantendo a originalidade.


A indústria, que fornece revestimentos para quase todos os fabricantes de motos nacionais, desenvolve o produto nas medidas ideais (1,0 m x 0,52 cm) para a instalação e de fácil aplicação (apenas em três passos). Segundo a fabricante, o Moto Revest é produzido com acabamento bielástico e no tamanho ideal para a troca do revestimento, com alta resistência e durabilidade. O produto chega às lojas de todo o país em duas versões similares às originais de fábrica.
Nakata faz avaliação gratuita de amortecedores neste sábado, 2/07, no Paraná

Para avaliar o sistema de suspensão automaticamente, a Van Auto Stop Nakata viaja para regiões do País ao longo do ano. No dia 2 de julho, estará na cidade de Bandeirantes/PR, no Centro Cultural, que fica Avenida Benedito Leite de Negreiros (abaixo da Praça Brasil-Japão), das 8h às 12h. A ação conta com o apoio do Sindirepa-PR.
A máquina shocktester avalia automaticamente o estado dos componentes e o dono do carro recebe relatório com o resultado. O equipamento realiza a avaliação do amortecedor por meio de simulação de variados tipos de solo, submetendo o conjunto a variações de baixa, média e alta frequência. Os resultados são enviados ao computador e em caso de problema é automaticamente rejeitado.
As ações Nakata Auto Stop acontecem em parceria com clientes (varejos e centros automotivos). No ano passado foram realizadas 49 revisões, por onde passaram mais de 2.100 veículos.

Os amortecedores, itens fundamentais do sistema de suspensão, têm função de amortecimento e também garantem segurança e boa dirigibilidade. São responsáveis por atenuar impactos na carroceria e manter os pneus em contato com o solo. Por isso, rodar com os amortecedores desgastados compromete a estabilidade do veículo em curvas. “Muitas vezes, o dono ou motorista não percebe os sinais de desgaste porque as mudanças acontecem paulatinamente e ele vai se acostumando com as diferenças que ocorrem”, revela Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata.
A Nakata, fabricante de autopeças de componentes para suspensão, transmissão, freios e motor, e responsável pelo desenvolvimento da tecnologia HG, promove essas ações para ajudar o conscientizar o motorista sobre a importância da manutenção preventiva para a segurança no trânsito.
Serviço:
Nakata Auto Stop -Check-up Grátis Amortecedores Nakata
Data: 2 de julho
Onde: Bandeirantes/PR
Local: Centro Cultural – Avenida Benedito Leite de Negreiros (abaixo da Praça Brasil-Japão).
Horário: das 8 horas às 12 horas
Lubrificantes sintéticos e semissintéticos avançam no mercado, celebra Cosan

O mercado de lubrificantes no Brasil passa pela principal mudança de sua história, com o crescimento na utilização de produtos sintéticos e semissintéticos, em substituição ao óleo mineral, de menor qualidade, afirma a Cosan Lubrificantes. No segmento automotivo, essa migração vem se intensificando nos últimos anos.
Segundo a fabricante dos lubrificantes da marca Mobil, em 2015, 58% dos veículos que saíram de fábrica no Brasil já estavam com lubrificante sintético, e outros 37%, com semissintético. Somente 5% deixaram as montadoras com óleo mineral. Ao manter essa tendência, em alguns anos a frota nacional em circulação terá um novo perfil – atualmente, a divisão se dá da seguinte forma: 20% dos carros usam óleo sintético, 26% rodam com semissintético e 54% ainda usam o mineral.
A Cosan afirma que os óleos sintéticos e semissintéticos aumentam a eficiência do motor, poluem menos, duram mais e proporcionam um consumo menor de combustível – na comparação com o uso de óleos minerais. Além disso, o óleo sintético tem maior resistência ao calor, menor volatilidade e desgaste no momento da partida. As aplicações de lubrificantes vão de aviação, carros, motos, caminhões a máquinas industriais, navios e outras embarcações marinhas.
No segmento de produtos sintéticos, a Cosan Lubrificantes cresceu nos últimos cinco anos, saindo de 11% para 17,7% (número do 1º trimestre de 2016) de participação de mercado. Segundo o presidente da empresa, Ricardo Mussa, o foco da companhia é continuar investindo no segmento de lubrificante sintético, óleo considerado premium, com margem de rentabilidade equivalente a quatro vezes à do óleo mineral.
De acordo com Mussa, enquanto o setor de lubrificantes sofre com a queda da atividade econômica, a Cosan Lubrificantes cresceu e ampliou sua carteira de clientes respaldada em três frentes: fortalecimento da sua posição no segmento das montadoras; fidelização do cliente no momento de fazer a manutenção do veículo; e consolidação da sua posição no segmento de lubrificantes premium.
Mussa afirma ainda que a grande aposta da empresa é na migração de tipos de produtos. A maior parte do share de mercado ainda pertence ao produto mineral. Apenas 6% são sintéticos e 10% semissintéticos. “Isso está mudando com maior uso de produtos premium nos veículos que saem de fábrica”, afirma o executivo. “O Mobil está presente em 45% dos carros que saem de fábrica no Brasil, 39% dos caminhões e 84% das motos (semissintético)”, reitera o presidente da Cosan Lubrificantes.
A Cosan tem unidade fabril na Ilha do Governador (RJ), montada pela Standard Oil em 1894. Atualmente, a empresa tem capacidade para 2 milhões de barris/ano de lubrificantes e outros produtos químicos.
Dunlop faz recomendações para cuidar da manutenção dos pneus

A Dunlop Pneus elaborou recomendações e orientações para evitar, principalmente, custos extras em momentos de economia. Em tempos de desaceleração na economia e orçamento apertado, um pneu furado, careca ou fora da validade pode virar rapidamente uma dor de cabeça. A fabricante chama atenção aos pneus nesse momento, principalmente, porque é o único ponto de contato do veículo com o solo. Portanto, considera importante observar os itens a seguir:
1. Pressão – Se atente à pressão ideal do seu veículo e calibre regularmente. A recomendação é que a calibragem seja feita enquanto os pneus estão “frios”, ou seja, antes de rodar por muito tempo. Siga sempre a recomendação do manual do veículo e etiqueta de calibragem, colada normalmente na portinhola do tanque de combustível ou nas colunas das portas. Para garantir o funcionamento perfeito e a vida longa do pneumático, a calibragem deve ser feita semanalmente.
2. Checagem – Verifique os pneus constantemente para certificar-se de que não existem objetos estranhos na banda de rodagem, o que pode evitar perfurações e avarias.
3. Garagem – Se for deixar o carro parado por muitos dias seguidos, calibre os pneus e verifique se existem vazamentos nas válvulas. Também se lembre de manter seus pneus em lugares frescos e secos, protegê-los da luz do sol e afastá-los de equipamentos elétricos. Os pneus não devem entrar em contato com materiais derivados do petróleo ou outros compostos químicos, pois comprometem seu desempenho, podendo corroer e danificar os compostos de borracha.
4. Rodízio – Para o rodízio de pneus, garanta que todos eles (inclusive o estepe) tenham passado por todas as posições para evitar desgastes irregulares. Faça o procedimento entre 5 e 10 mil quilômetros para otimizar o rendimento dos pneus e assegurar um rodar confortável. Como um veículo é diferente do outro, sempre siga as orientações presentes no manual do proprietário.
5. Troca de pneus – Em toda troca de pneu, o veículo precisa receber válvulas de ar novas, passar por alinhamento para regular a direção, suspensão e balanceamento, para equilibrar o conjunto pneu mais roda. A substituição deve ser realizada a cada 10 mil quilômetros rodados para garantir o bom funcionamento do seu veículo.

Também é importante lembrar que os pneus são itens que garantem a segurança do veículo, por isso sempre observe o desgaste da banda de rodagem onde, por lei, os sulcos devem estar no mínimo com 1.6mm de profundidade. Abaixo disso, o pneu já passa a ser considerado “careca” e o condutor pode ser multado e ter o veículo apreendido.

Para conferir se o pneu está dentro da margem de segurança, é essencial verificar o indicador que fica entre os sulcos, chamado de TWI (Tread Wear Indicator). Quando os sulcos chegarem ao mesmo nível da marca, é hora de trocar.
Grupo Volvo na América Latina tem novo presidente

A partir de primeiro de julho, Wilson Lirmann é o novo presidente do Grupo Volvo na América Latina. Ele substitui a Carlos Morassutti, primeiro brasileiro que assumiu esta posição depois do sueco Claes Nilson, o presidente anterior. Há 21 anos na companhia, Lirmann até há pouco tempo dirigia o Grupo Lapônia, rede de oito concessionárias de caminhões e ônibus da marca em São Paulo.
Lirmann é o mais novo executivo a comandar a operação latino-americana da Volvo. Com 46 anos, assume a presidência depois de ter passado por várias áreas da corporação. Graduado em Engenharia Mecânica pela UFPR (Universidade Federal do Paraná), com MBA em Administração Estratégica pela Universidade Positivo, iniciou sua carreira na fábrica da Volvo em Curitiba como estagiário em 1990, onde permaneceu por dois anos.
Depois de uma breve passagem por uma empresa do setor florestal, voltou para o Grupo Volvo em 1995 para trabalhar como engenheiro de qualidade do produto. A partir daí, teve uma carreira ascendente, ocupando cargos de liderança em diferentes áreas, desde serviços e outras soluções de transporte, passando por suporte técnico e garantia, até no planejamento de produto e no pós-venda. Atuou também internacionalmente, assumindo em duas ocasiões diferentes posições de chefia na Suécia, sede mundial do Grupo Volvo, onde passou cinco anos, sendo responsável por projetos de vários mercados europeus.
“É uma grande responsabilidade assumir uma empresa do porte da Volvo na América Latina. Mas venho me preparando durante toda minha profissional para me aperfeiçoar e assumir novas posições. Tenho também a sorte de ter um corpo de funcionários de qualidade e de alto nível que me ajudarão nesta tarefa”, declara o novo presidente.
Paranaense de Telêmaco Borba, Lirmann assume a presidência do Grupo Volvo Latin America num dos mais difíceis momentos do setor de transportes comerciais, com uma grande redução do volume de vendas nos últimos dois anos. “É um enorme desafio. Mas estou confiante que a situação econômica do Brasil, o maior mercado da América Latina, gradativamente vai melhorar”, diz Lirmann.
Para ele, a conjuntura brasileira atual é de austeridade para toda a cadeia de transporte. “É fundamental mantermos uma mentalidade enxuta, focando nossos recursos nas prioridades corretas e trabalharmos com o máximo de eficiência para atender o transportador com agilidade, qualidade e transparência. Temos uma marca forte e a melhor linha de produtos e soluções do mercado. Este momento mais agudo vai passar”, conclui.
Laboratório Químico do IQA é acreditado pelo Inmetro

Instalado nas dependências do Parque Tecnológico de Sorocaba, a 100 Km de São Paulo, o Laboratório Químico do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) acaba de ser acreditado pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação) do Inmetro. A certificação representa o reconhecimento da competência técnica do laboratório para o desenvolvimento das atividades de ensaios em produtos.
“Esta acreditação do laboratório tem o reconhecimento dos principais organismos de acreditação do mundo através dos acordos de cooperação do ILAC (International Laboratory Accreditation Cooperation), IAAC (Interamerican Acreditation Cooperation) e IAF (International Accreditation Forum)”, avalia Sérgio Kina, gerente técnico do IQA. O Instituto atende a norma internacional de acreditação de laboratórios, a ISO/IEC 17025, além das normas específicas de ensaios para os escopos de Arla 32 e de Líquido para Freios.
Para conceder a acreditação, o Inmetro analisou toda a documentação do sistema de gestão do laboratório e fez uma auditoria in loco, em que avaliou todos os processos de trabalho para a realização das atividades de ensaios. “O processo de acreditação é bastante complexo e extenso. Na auditoria, o Inmetro faz uma averiguação completa do sistema para a verificação de nossa competência técnica e atendimento das normas de acreditação”, conta Kina.
Para o gerente técnico do IQA, a principal vantagem de receber a acreditação da CGCRE do Inmetro é o reconhecimento da competência a nível nacional e internacional das atividades do laboratório. “Todas as nossas análises são realizadas com equipamentos de última geração e estão à disposição para toda a sociedade”, destaca.
Segundo Mário Guitti, superintendente do IQA, o laboratório agora deve ampliar os escopos de atuação. “Além disso, o IQA contribui com o desenvolvimento de novas tecnologias. Vamos firmar parcerias com as universidades para a realização de ensaios em nosso laboratório e prestação de serviços às empresas”, afirma Guitti.
Philips apresenta lâmpadas CrystalVision ultra ao mercado brasileiro

Acaba de chegar ao mercado automotivo a nova CrystalVision ultra, agora com o chamado “efeito xenon extra” para H4 e H7, que reforça a luz branca e o visual azulado dos faróis. A fabricante afirma que a lâmpada é uma alternativa para os carros que não saem de fábrica com os faróis de xênon, sem qualquer risco de multas ou ofuscamento da visão de outros condutores. O efeito xenon é alcançado em função da tecnologia “Gradient Coating” e de melhorias recentes no filamento, que diferenciam o conjunto ótico do veículo entre os demais.
Esta solução respeita a legislação estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). “A conversão da halógena para xenon é proibida, pois as lâmpadas têm especificações completamente diferentes, sendo impossível fazer adaptações para o perfeito funcionamento do conjunto ótico”, explica Leonardo Figueiredo, gerente de Produto Automotivo da Philips.
“O farol de xenon só pode ser utilizado em veículos projetados de fábrica para esse fim. Em qualquer outra situação, há grandes chances de ofuscar quem trafega no sentido contrário ou à sua frente, além de acarretar sérios problemas na parte elétrica do veículo”, acrescenta o gerente.
O descumprimento das normas regulamentadas pelo Código de Trânsito Brasileiro, conforme Resolução 383, gera multa de R$ 127,69, cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a retenção do veículo até que a irregularidade seja resolvida.

A Philips CrystalVision ultra, segundo a empresa, tem instalação bastante simplificada e sem a necessidade de qualquer adaptação elétrica, nem acusando problemas no computador de bordo do automóvel. Pode ser usada em farol alto, baixo e de neblina, dependendo do carro e oferecem luz branca e brilhante de até 4.300 K de temperatura de cor, sendo que a lâmpada convencional do carro tem em média 3.200 K.
“A temperatura de cor, aferida em kelvins, mede o quão ‘branca’ é a cor da luz, ou seja, quanto maior o valor, mais azulada ela será”, explica Figueiredo. Cada embalagem da CrystalVision ultra inclui um par de lâmpadas super brancas no formato W5W, que são usadas na luz de posição, a chamada lanterna frontal. Isso permite que o visual do carro fique mais homogêneo, combinando as lâmpadas dos faróis e das lanternas frontais.
Shell firma parceria global com a GE no segmento de lubrificantes

A Shell foi escolhida pela GE para ser a fornecedora de óleo lubrificante recomendada pela empresa, em mais de 80 países, para seus motores Jenbacher Tipo 4 e Tipo 6. O acordo terá duração de três anos, a contar desde abril de 2016.
Cada novo motor Jenbacher da GE Tipo 4 ou Tipo 6 terá uma placa recomendando o uso do óleo Shell Mysella e GE irão reforçar a relação de parceria com o desenvolvimento de novas fórmulas de óleos lubrificantes, visando atender às necessidades dos donos de máquinas Jenbacher da GE e ampliando o portfólio de modelos de motores. Alguns dos mercados que fazem parte do acordo, além do Brasil, são: Argentina, Austrália, Bangladesh, China, Dinamarca, França, Alemanha, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Holanda, Paquistão, Rússia, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

“Esse é um marco importante para a Shell, que leva nossa atual contribuição com os motores Jenbacher da GE a outro nível”, disse Richard Jory, vice-presidente da Shell para Contas Estratégicas Globais. “Ao aumentar o grau de colaboração entre as duas companhias, pretendemos oferecer aos clientes da GE a excelente experiência em atendimento e oferta de serviços que temos ao redor do mundo. Acreditamos que, juntos, tudo é possível”, completa Richard.
Carlos Lange, CEO da GE Distributed Power afirma: “Escolhemos fazer essa parceria com a Shell por conta de sua tecnologia inovadora que pode ajudar na performance dos motores Jenbacher da GE, além de fornecer soluções em lubrificantes que beneficiam todos os nossos clientes. A Shell provou ter competência no segmento e também construiu relacionamentos sólidos com os donos de motores Jenbacher e parceiros do setor”.