Novo Honda Civic chega ao Brasil com motores 2.0 aspirado e 1.5 turbo

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A Honda apresenta no Brasil a nova versão do Civic, chamada pela fabricante de “Geração 10”. Com maior distância entre-eixos e profundas alterações no design, o Civic agora tem um perfil que lembra mais um modelo esportivo do que um sedã médio. O modelo chegará ao mercado em quatro versões: Sport, EX, EXL e Touring.
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Debaixo do capô, duas opções. A já conhecida motorização 2.0 i-VTEC FlexOne, com 155 cv a 6.300 rpm e 19.5kgfm a 4.800 rpm no etanol está disponível nas versões EX, EXL e Sport. Já o novo motor 1.5 de quatro cilindros, que equipa a versão Touring, traz turbo de baixa inércia, injeção direta, variação de tempo de abertura de válvulas (VTC) e válvula wastegate eletrônica, gerando 173 cv a 5.500 rpm, com o torque linear de 22.4 kgfm entre 1.700 rpm a 5.500 rpm, segundo os dados de fábrica.
De acordo com a Honda, estes motores trazem uma série de recursos para redução de atrito, além de aprimoramentos no desenho e engenharia para combinar potência e baixo consumo de combustível. Na classificação do CONPET, ambos receberam o selo de eficiência energética, com nota A em sua categoria.
Para a transmissão, também há duas opções: uma delas manual de seis velocidades (exclusiva da versão Sport), e uma automática CVT (Sport, EX, EXL e Touring) com a opção de sete marchas simuladas que podem ser trocadas por borboletas atrás do volante.
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O pacote de equipamentos de série inclui ar-condicionado digital, freio de estacionamento eletrônico com função Brake-Hold, controle de cruzeiro, botão ECON de modo de condução econômico, vidros elétricos com função “um toque” para subida/descida em todas as posições, sistema de som com quatro alto-falantes, conexões bluetooth e USB e comandos no volante, câmera para manobras em ré, entre outros.

Side airbag instalado na coluna "A"
Side airbag instalado na coluna “A”

Todas as versões também oferecem airbags frontais, laterais e de cortina, controle de tração e estabilidade VSA (Vehicle Stability Assist), sistema de partida em aclive (HSA), sistema de vetorização de torque baseado em frenagem Agile Handling Assist (AHA), luz de frenagem de emergência (pisca de forma intermitente em frenagens emergenciais), além de freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), luzes de rodagem diurna (DRL) e lanternas traseiras em LED, faróis de neblina, sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas e aviso de esquecimento dos cintos dianteiros.
O conjunto de suspensão e direção recebeu atenção especial. As suspensões são independentes, com configuração de multibraços montados no subchassi traseiro, para aumentar a estabilidade lateral. Buchas de suspensão hidráulicas foram adotadas pela primeira vez no Civic para melhorar o conforto de rodagem e reduzir as vibrações sem comprometimento da dirigibilidade O carro também adotou buchas conectadas nas barras estabilizadoras na dianteira e traseira. Por sua vez, a nova caixa de direção elétrica com duplo pinhão e relação variável tem 2,2 voltas de batente a batente (contra 3,1 voltas do modelo anterior), o que proporciona melhor condução em baixas velocidades.
O Novo Civic Geração 10 é produzido na unidade de Sumaré/SP, onde também são fabricados os modelos HR-V, Fit e City. Nessa planta, explica a Honda, o modelo é o primeiro a receber um processo de soldagem chamado Inner Frame Weld, que proporciona uma estrutura mais rígida, leve e de alta qualidade.
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Preços:
Sport Manual: R$ 87.900
Sport CVT: R$ 94.900
EX CVT: R$ 98.400
EXL CVT: R$ 105.900
Touring: R$ 124.900

Hyundai CAOA lança aplicativo para agendar serviços em concessionárias

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A Hyundai CAOA disponibilizou para os sistemas operacionais Android e IOS o aplicativo CAOA Hyundai Service, que permite ao cliente fazer o agendamento de revisões e serviços nas concessionárias da marca. Segundo a empresa, o aplicativo permite ao cliente gerar uma solicitação de contato, onde estará informado o dia e o horário de sua preferência. Em seguida, as agendadoras CAOA entram em contato para efetivar a programação na oficina escolhida.
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O aplicativo está operando inicialmente em formato piloto com 10 concessionárias na Grande São Paulo. Quem não estiver próximo a essas 10 primeiras concessionárias também consegue utilizar o aplicativo por meio de um campo “Chat”, afirma a Hyundai CAOA. Nele, o consumidor poderá solicitar o agendamento ao atendente, que fará a programação com a loja localizada na região indicada. Os usuários do aplicativo poderão, ainda, receber mensagens com dicas sobre manutenção, promoções e avisos sobre prazos de revisões.
As concessionárias participantes do Projeto Piloto são: HMB CAOA-Ipiranga; HMB CAOA-São Bernardo do Campo; Hyundai CAOA-Berrini; HMB CAOA-Ermano Marchetti; Hyundai CAOA-Nações Unidas; CAOA Hyundai Premium Services (Av. Imarés em Moema); HMB CAOA-Anhaia Melo; e Hyundai CAOA-Alphaville.

Nakata faz promoção de amortecedores para clientes Porto Seguro

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A Nakata, fabricante de autopeças para o mercado de reposição automotiva, promove campanha para segurados da Porto Seguro Auto. Até o dia 31 de agosto, ao efetuar a troca dos quatro amortecedores em umas das mais de 270 unidades da rede de Centros Automotivos Porto Seguro em todo o País, o cliente da seguradora ganha um amortecedor da Nakata. A campanha para a rede de Centros Automotivos Porto Seguro Auto faz parte da parceria formada entre a Nakata e a seguradora, firmada recentemente.

Meritor comemora 60 anos de atividades

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A Meritor celebrou nesta terça-feira, 19/07, os 60 anos de sua história no Brasil. Fornecedora de eixos e peças para sistemas de transmissão de veículos pesados, durante seus 60 anos de produção, fabricou mais de 8 milhões de eixos, sendo mais de 3,5 milhões para veículos comerciais. Atualmente, a empresa possui fábricas em Osasco/SP e Resende/RJ (esta, dentro do parque de fornecedores da MAN), e mantém ainda a Master, uma joint-venture com o grupo Randon desde 1986, para produção de sistema de freios para pesados em Caxias do Sul/RS.

Entre seus principais clientes da Meritor estão a Ford, MAN Latin America, Volvo, Iveco, International, DAF, Mercedes-Benz e Agrale, onde atua como “full suplier”, oferecendo aos fabricantes de Caminhões ônibus e veículos especiais todos os componentes de transmissão de força do powertrain para as rodas.

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A empresa faz uma avaliação positiva do saldo geral de suas atividades, tanto em relação à produção quanto a fornecimento. Mesmo com a atual crise do setor de pesados, a Meritor trabalha com a retomada do mercado já a partir de 2017, projetando crescimento de sua produção em mais de 20% no próximo ano, segundo o vice-presidente e diretor geral da empresa na América do Sul, Silvio Barros. Ele avalia que um terço desse crescimento virá da retomada de investimentos e renovação da frota, um terço da regularização dos estoques e u terço com o aumento do financiamento através do FINAME.

“O maior desafio enfrentado pela Meritor nesses 60 anos de atuação, sem dúvida, é se manter líder do mercado em participação e tecnologia do produto”, declarou Silvio Barros. “O setor de pesados já enfrenta dois anos de recessão e é o primeiro a sofrer a queda, porém, também o primeiro a se recuperar”.

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O diretor avalia que a definição do quadro político brasileiro no segundo semestre é um dos fatores que pode ajudar na retomada do mercado. “Considerando a estabilização política do Brasil e a retomada do crescimento econômico movidos principalmente pela agricultura, o investimento e o mercado consumidor, além do crescimento do índice de confiança, acreditamos que no segundo semestre de 2017 o setor deve se recuperar e, consequentemente, a Meritor voltar a crescer”, declarou Silvio.

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História
A fabricante de eixos e componentes de transmissão nasceu de uma série de fusões e aquisições. Em 1956, a empresa surgiu como uma joint-venture entre a divisão de eixos de caminhões da Rockwell e a Cobrasma, com o nome Cresa. Mais tarde, a Cresa foi absorvida pela Cobrasma Rockwell Eixos S.A., sucedida pela Braseixos Rockwell, que depois passou a ser chamada de Braseixos e, ainda, Rockwell Braseixos. A Meritor do Brasil surgiu em 1986 de um braço automotivo da Rockwell International, que absorveu a operação no Brasil.

A união com a Arwin veio no ano de 2000, também em formato de joint-venture, que criou a razão social ArwinMeritor. No ano de 2010, a empresa vendeu os negócios globais voltados para veículos leves e componentes para veículos comerciais. No Brasil, a consolidação da mudança aconteceu no início de 2011, com a venda das divisões remanescentes em Limeira/SP.

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Com este novo perfil, a empresa anunciou a mudança de nome para Meritor, Inc., dedicando-se desde então apenas a veículos comerciais. “Trouxemos de volta o nome Meritor, que ganhou expressiva reputação no mercado de veículos comerciais e representa também a marca dos produtos”, afirmou Silvio Barros.

Dayco lança mais aplicações de kits de sincronismo com bomba d’água

Kit Dayco para VW Amarok
Kit Dayco para VW Amarok

A Dayco anunciou o lançamento do kit de correia sincronizadora para a Volkswagen Amarok, além de quatro novos kits com bomba d’água. Para a picape da VW, o kit de código KTB788 é composto de correia sincronizadora teflonada e os tensionadores.

Kit Dayco com correia, tensionador e bomba d'água
Kit Dayco com correia, tensionador e bomba d’água

Sobre os kits com correias bomba d’água, confira a lista de novas aplicações abaixo:

Código: KTBWP2214
Aplicações: Chevrolet Celta, Cobalt, Corsa, Meriva, Prisma, Montana e Onix 1.0 e 1.4 8v (VHC/ Econoflex) de 2002 em diante

Código: KTBWP8060
Aplicações: Fiat Idea, Palio, Siena, Strada, Uno e Punto 1.3 8V e 1.4 8V FIRE de 2003 a 2010

Código: KTBWP2851
Aplicações: Fiat Palio, Siena e Uno 1.0 8V Fire de 2001 a 2008

Código: KTBWP2852
Aplicações: Fiat Palio, Siena e Uno 1.0 8V Fire de 2009 a 2011.

Monroe reforça importância da revisão da suspensão antes das férias

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A Monroe afirma que o amortecedor deve ser checado periodicamente, pois, quando o componente está desgastado ou danificado, compromete a frenagem e estabilidade do veículo. Portanto, é um item essencial para a segurança veicular. A fabricante de amortecedores ainda alerta que, em períodos de férias escolares, em que o número de veículos trafegando nas estradas aumenta, esse cuidado se torna ainda mais importante.
De acordo com dados da empresa, o amortecedor desgastado ou danificado pode comprometer a capacidade de frenagem do automóvel, exigindo até 2,5 metros a mais de distância no processo, a uma velocidade de 80 km/h. Outro perigo do desgaste excessivo da peça está no aumento do risco de aquaplanagem e diminuição de estabilidade, causando perda de controle em curvas e em pistas mal pavimentadas. Além disso, testes realizados indicam que um amortecedor com 50% de desgaste pode aumentar em 26% o cansaço do motorista, aumentando consideravelmente o risco de acidentes.
Revisões periódicas, segundo a Monroe, costumam custar até 30% menos do que a manutenção dos componentes. “A inspeção do automóvel é extremamente importante para a segurança no trânsito, evitando uma série de acidentes, além de ser a melhor forma de manter o carro em bom estado. É financeiramente mais vantajosa e também contribui com o meio ambiente”, analisa Juliano Caretta, coordenador de Treinamento Técnico da Monroe.
O período de substituição varia de acordo com as condições de uso de automóvel, já que os veículos que trafegam em estradas bem pavimentadas tendem a apresentar menor desgaste, comparado com os que circulam por pistas irregulares. A fabricante recomenda a substituição preventiva aos 40 mil km. Já a checagem do componente deve ocorrer a cada 10 mil quilômetros ou conforme orientação da montadora.
A inspeção dos amortecedores também é recomendada quando o motorista nota problemas de dirigibilidade, independente da quilometragem. Ruídos na suspensão, solavancos, balanços excessivos e a falta de contato dos pneus com o solo são alguns sinais de desgaste. Quando houver a necessidade de troca do amortecedor, recomenda-se também a substituição do kit, composto pelo coxim, batente e coifa.
Outros itens de segurança, como suspensão, freios, pneus, rodas e direção, também devem ser inspecionados. É importante checar os lubrificantes, como óleo do motor, nível da água do radiador e do fluido de freio. Lâmpadas externas e internas, nível do recipiente de água e palheta do limpador de para-brisa também devem ser verificados, assim como os equipamentos obrigatórios, macaco, triângulo e chave de roda.

NGK é um dos fornecedores premiados pela General Motors

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A NGK do Brasil, foi reconhecida pela General Motors como um dos melhores fornecedores da marca pela quarta vez consecutiva no “Supplier Quality Excellence Award”. Fabricante de autopeças para o sistema de ignição, a multinacional japonesa foi destaque na categoria Global Propulsion Systems por sua excelência em qualidade.
Em sua quarta edição, o Supplier Quality Excellence Award, premiou 46 empresas em seis categorias. Ao todo, 13 critérios específicos de qualidade foram avaliados pela montadora, como por exemplo, o fato da empresa ter certificações ISO/TS e QSB, prover componentes e/ou subsistemas dentro das métricas de qualidade requeridas e ter um sistema adequado de gerenciamento de programas.
Parceira da GM há mais de 50 anos, a NGK fornece para a montadora velas e cabos de ignição, além de sensores de oxigênio e detonação. “Estamos muito orgulhosos da premiação e de fazer parte do seleto grupo premiado quatro vezes consecutivas. Excelência em qualidade é um dos fatores primordiais para a NGK. Trabalhamos constantemente para elevar o nível de nossos produtos e serviços e entregar resultados cada vez mais satisfatórios aos nossos clientes”, afirma o diretor de vendas OEM da NGK, Célio Takata.

Lançamento: Chegou o Nissan Kicks

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Modelo traz motor 1.6, transmissão automática CVT, suspensão dianteira independente e traseira com eixo de torção

Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação

Em São Paulo, dia 19/07, a Nissan lançou para a imprensa especializada brasileira o utilitário esportivo compacto Kicks. O modelo chega para disputar mercado com o Ford EcoSport, Honda HR-V, Renault Duster e Chevrolet Tracker.

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O propulsor que equipa o SUV é o HR16DE 1.6 com 16 válvulas de segunda geração. Entrega 114 cv de potência a 5.600 rpm e torque de 15,5 kgfm a 4.000 rpm, abastecido com etanol ou gasolina. A abertura das válvulas é continuamente variável (CVVTCS). Utiliza o sistema Flex Start System (FSS), o qual aquece o combustível no caso de partida a frio, e elimina o reservatório de gasolina (tanquinho).

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Os engenheiros fizeram um novo projeto para o coletor, o que permitiu reduzir a altura total do motor e, com isso, a aerodinâmica foi beneficiada graças à linha de capô mais baixa.

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A tração é dianteira e a transmissão XTRONIC CVT com “D-Step” e modo Sport. Segunda a Nissan, o câmbio é mais leve, produz menos atritos, se comparado com a geração anterior, que equipa outros modelos da marca. A redução ocorreu por causa da diminuição do diâmetro das polias, adoção de uma bomba de óleo mais compacta, que necessita de baixa viscosidade para lubrificação, e da redução das perdas de lubrificante e de pressão.

O eixo de suspensão traseiro (de torção), também é novo, a travessa é de maior rigidez e com nova estrutura de isolamento. Utiliza suspensão dianteira independente do tipo McPherson com barra estabilizadora. A subestrutura é maior, mais robusta e 300% mais rígida se comparada a modelos menores. E os amortecedores são de alta performance.

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Plataforma de nova geração
Segundo Ricardo Abe, gerente de engenharia de produto da Nissan, o Kicks é produzido com a nova geração da plataforma V. “Ele não compartilha peças de reposição como discos, pastilhas, molas, amortecedores, com outros modelos comercializados da empresa, ou seja, é tudo novo”, explica e complementa, “apesar da evolução e mudança de componentes, o carro é fácil de reparar e realizar revisões”.

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No visual, o SUV traz a grade “V-Motion”, teto flutuante, laterais com vincos nas portas, faróis e lanternas em forma de bumerangue que invadem as partes laterais.

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A traseira tem o formato hexagonal, o vidro completa as linhas em harmonia com a tampa do porta-malas.

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No interior, os instrumentos são digitais, o motorista pode navegar entre 12 telas disponíveis, que mostram as informações de funções como o computador de bordo, configurações do sistema de áudio e detalhes sobre economia de combustível, além de comandos para configuração do controle do chassi e dos sistemas de assistência ao motorista. O sistema de navegação por satélite também exibi no display as instruções do percurso.

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A central multimídia conta com tela colorida que oferece informações e entretenimento, navegação por satélite e áudio, pode ser integrado a smartphones, assim como ao Facebook e o buscador Google Online Search. A tela também é utilizada pela câmera de ré 360º e pelo Detector de Objetos em Movimento (Moving Object Detection).

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Abaixo deste display estão posicionados os controles do sistema de aquecimento e ventilação, que conta com ar-condicionado automático de controle da temperatura.

Comercializado na versão SL topo de linha, o Nissan Kicks tem preço sugerido de R$ 89.990. Traz de série, sensor de estacionamento, controles eletrônicos de tração e estabilidade, travamento central automático das portas e do porta-malas com o veículo em movimento (a partir de 24 km/h). Ainda tem abertura e fechamento das portas e vidros dianteiros e traseiros através de controle remoto da chave, fixadores traseiros para cadeiras de crianças (ISOFIX), airbags frontais, laterais e de cortina, retrovisores externos com regulagem elétrica e LED indicador de direção, sistema eletrônico de ignição (botão Push Start), banco traseiro bipartido 60/40 dobrável, acendimento automático dos faróis (sensor crepuscular), apoios de cabeça dianteiros e traseiros separados e ajustáveis para os 5 ocupantes e ar-condicionado automático digital.

As primeiras unidades importadas do México, começam a ser comercializadas dia 05/08. O planejamento da Nissan é de iniciar a produção no Brasil até o final do primeiro trimestre de 2017.

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Ficha técnica
NISSAN KICKS 2017

MOTOR
Tipo: Dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16 válvulas, acelerador eletrônico, bicombustível (gasolina e etanol), sistema de Variação Contínua da Fase de Abertura das Válvulas (CVVTCS)
Cilindrada: 1.598 cm³
Potência: 114 cv @ 5.600 rpm (etanol / gasolina)
Material bloco: Alumínio
Material cabeçote: Alumínio
Relação Peso/Potência: 10 kg/ cv
Torque: 15,5 kgfm @ 4.000 rpm (etanol / gasolina)
Relação Peso/Torque: 73,7 kg / kgfm
Taxa de Compressão: 10,7:1 (+/- 0.2)
Diâmetro e curso: 78 mm x 83,6 mm
Sistema de injeção: Digital / Multiponto / Semi-sequencial / Indireto

TRANSMISSÃO
Tipo: XTRONIC CVT com função Sport

SUSPENSÃO/ FREIOS/ RODAS/ PNEUS
Suspensão dianteira: Independente, McPherson e barra estabilizadora
Suspensão traseira: Eixo de torção
Freios: sistema ABS de 4 canais e 4 sensores com EBD, discos ventilados (F) e tambores (T)
Rodas: Liga leve aro 17
Pneus: 205/55 R17
Marca / Modelo: Continental ContiPowerContact
Bitolas dianteiras: 1,520 mm
Bitolas traseiras: 1,535 mm

Dimensões
Comprimento: 4,295 mm
Largura: 1,760 mm
Altura: 1,590 mm
Distância entre-eixos: 2,610 mm
Ângulo de ataque: 20º
Ângulo de saída: 28º
Altura livre do solo: 200 mm

DIREÇÃO
Tipo: Elétrica com assistência variável
Número de voltas do volante: 3,1
Raio de giro: 10,2 m
Relação da direção: 16,8

CAPACIDADES
Porta-malas: 432 litros
Tanque de combustível: 41 litros
Distribuição do peso frente / traseira: 708 kg / 434 kg (62% / 38%)
Peso em ordem de marcha: 1.142 kg
Capacidade de Carga: 427 kg
Capacidade de Reboque/transposição de Trechos Alagados: 450 mm
Capacidade de Reboque: 350 kg

Artigo – Mecânico: uma profissão que não para de evoluir

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Texto: Fernando Landulfo
Fotos: Arquivo

 

É fato incontestável. As profissões tendem a evoluir toda vez que a tecnologia avança. Por exemplo: os médicos tiveram que aprender sobre imagens digitais e robótica. Os engenheiros tiveram que aprender a utilizar complexos programas de modelagem. Já advogados tiveram que se adequar com a alta velocidade de andamento de processos, com a introdução dos Autos digitais. A tecnologia veio para ajudar, mas também para exigir mais de cada profissional.

 

E o mecânico não é exceção. Basta observar o quanto os veículos automotivos (carros, caminhões e ônibus) evoluíram nos últimos 25 anos.

 

Pois é, em 1991 a eletrônica embarcada estava começando a alçar os seus primeiros voos. E muita gente não acreditou que ela fosse vingar: “É só um modismo que logo vai passar”, “Não vale a pena investir um monte de dinheiro em equipamentos que depois vão focar encostados”, afirmavam os mais céticos. Só que a “coisa” deslanchou. De uma hora para outra, a injeção eletrônica, os freios ABS, o controle de estabilidade, a climatização digital e tantas outras novidades passaram a fazer parte dos de praticamente todos os modelos produzidos no pais. Isso sem falar nos “importados” que eram ainda mais sofisticados.

 

Ou seja, num curtíssimo período de 3 anos, quem não havia se atualizado, estava condenado a trabalhar com veículos velhos, cujos donos tinham baixo poder aquisitivo. Sim, foi uma verdadeira correria. As vendas de equipamentos e treinamentos explodiu. O mecânico foi obrigado a voltar para o banco da escola para aprender sobre algo que ele detestava: elétrica. Ele também precisou investir em equipamentos sofisticados, atendimento, instalações adequadas e uma série de outras “coisas” que, pouco tempo antes, eram consideradas supérfluas. Mas era uma questão de sobrevivência!

 

Só que tecnologia não parou de evoluir. As montadoras precisam, a todo momento, disponibilizar ao mercado veículos cada vez mais sofisticados, seguros, confortáveis, econômicos e não poluentes. É uma questão de sobrevivência! Quem atualmente vai comprar um veículo novo quer redes de comunicação, sistemas de injeção direta extremamente sofisticadas, superalimentação controlada eletronicamente, faróis que se movimentam à medida que o veículo faz curvas, motores híbridos, células de combustível. O céu é o limite! E mais: o aparecimento do veículo que se conduzirá sozinho é apenas uma questão de tempo.

 

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E quem é que vai consertar tudo isso depois de um certo tempo de uso e desgaste? Claro que é o mecânico. Mas não um mecânico qualquer. Apenas aqueles que forem qualificados. Afinal de contas, nesse tipo de veículo, um erro pode ser “fatal” (em todos os sentidos, inclusive o financeiro).

 

Bem, diante de toda essa evolução, que está ocorrendo bem defronte às nossas vistas, seria muito pouco provável, praticamente impossível, encontrar um profissional que virasse as costas as novas exigências que a profissão impõe.

 

Só que infelizmente essas pessoas existem. Esses profissionais insistem em não se atualizar. Recusam-se a disponibilizar parte do seu tempo para frequentar um curso. Julgam o investimento em equipamentos de diagnóstico em desperdício de dinheiro. E o pior: mesmo sem conhecer a “anatomia” e o funcionamento de um determinado modelo, aceitam o serviço. A partir daí é um verdadeiro salve-se quem puder.

 

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Estude!

No atual patamar tecnológico que se encontram os veículos, não é seguro tentar qualquer tipo de diagnóstico sem se conhecer eletroeletrônica automotiva básica. Tensão, corrente e resistência elétrica, são palavras que devem fazer parte do vocabulário do mecânico moderno. E se o modelo for um pouco mais sofisticado, conhecer como funcionam as redes de comunicação (multiplexagem) é essencial.

 

Até mesmo para instalar acessórios. Afinal de contas, cortar um fio errado pode implicar em pane geral do veículo, ou mesmo, a destruição de um caríssimo módulo de comando.

 

Tentar um reparo numa injeção eletrônica direta, sem ter pelo menos lido o manual de serviço e os procedimentos de segurança? Risco de acidente grave, pois as pressões de trabalho são altíssimas!

 

Não adianta espernear e teimar: para trabalhar com veículos modernos, o mecânico tem que estar atualizado em seus conhecimentos e com a oficina devidamente equipada.

 

Hoje em dia, não dá mais para se lavar um motor como se fazia a 30 anos! O enxague pode ser o último!

 

Como assim: “qualquer aditivo de radiador serve” e “óleo é tudo igual”? Um fluido errado pode destruir um sistema!

 

Lembre-se: conhecimento não ocupa lugar! E cada minuto no banco da escola é um investimento.

 

Equipe sua oficina

E como fazer diagnósticos num sistema de injeção sem um escâner, um multímetro e dispositivos apropriados para medir pressão e vazão dos sistemas de combustível?

 

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Um osciloscópio pode ajudar muito quando o programa de diagnóstico, que se comunica com o scanner, não é muito eficiente. Ele também ajuda a monitorar os sinais de multiplexagem. E se ele tiver acessórios especiais para ler o secundário da ignição, melhor ainda. É preciso lembrar que rapidez e eficiência significam mais dinheiro sobre a mesa nos dias atuais.

 

O vacuômetro ajuda a detectar entradas falsas de ar, que tanto atrapalham o funcionamento do motor e são tão “chatas” de se localizar.

 

Como não ter um testador de bicos injetores hoje em dia? Boa parte dos problemas de funcionamento do motor se devem ao entupimento ou falta de estanqueidade dos mesmos (ainda mais com os combustíveis adulterados oferecidos por ai).

 

O motor está “cansado”? Você só vai saber se medir a compressão dele.

 

Esses equipamentos são caros? Sim, claro que são. E não é todo mundo que pode comprar tudo sozinho. Mas é para isso que existem as parcerias entre oficinas e núcleos de profissionais. Não é verdade?

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