Produtos destinados ao mercado de reposição chegarão ao País em 2021; marca oferece lá fora também produtos para sistema de iluminação
A DRiV, detentora das marcas Monroe Amortecedores e Monroe Axios, anuncia a chegada ao mercado brasileiro da marca Wagner. Serão comercializadas pastilhas de freio para diversas aplicações, atendendo o mercado de reposição a partir de 2021.
Líder nos Estados Unidos e presente ainda no Canadá, China e México, a Wagner possui em seu portfólio componentes para o sistema de freios, além de produtos para o sistema de iluminação dos veículos.
“Lançar a marca Wagner no Brasil é muito estratégico para a DRiV, pois complementa nosso portfólio de produtos para o mercado de reposição no País, ingressando em um segmento que temos muita expertise globalmente. O processo de introdução desta linha no Brasil está em fase avançada e deve ser concluído em meados de 2021”, afirma Edison Vieira, Head of Sales & Marketing da DRiV.
Sistema que estará disponível no País a partir de 2021 permite suspender o eixo trativo e transformar o equipamento 6×4 em 4×2 ou 6×2
A Meritor Brasil terá uma nova tecnologia para caminhões, capaz de suspender o eixo trativo e transformar o equipamento 6×4 em 4×2 ou 6×2. A previsão é que o sistema esteja disponível no mercado brasileiro no início do 2021, com vantagens como redução nos custos de manutenção e pedágios, desgaste de pneus e consumo de combustível.
Chamada Meritor Detachable, a tecnologia está em fase de testes e pode equipar os eixos da marca 6×4 e 8×4 tandem dos modelos MT 14X, MT 150, MT 160 e MT 610, instalados em equipamentos que possuem suspensão pneumática.
“Trata-se de uma novidade no segmento de veículos pesados; desenvolvemos um sistema capaz de desacoplar o segundo eixo trativo direcionando o torque 100% ao primeiro eixo trativo, oferecendo a opção de suspender ou não o eixo desacoplado, de acordo com o modelo de suspensão do veículo, minimizando custos de viagens quando o veículo está sem carga”, afirma Fábio Brandão, gerente Sênior de Engenharia do Produto da Meritor Brasil.
Segundo a marca, esse sistema oferece um ganho de eficiência de até 2% considerando apenas a desacoplagem do segundo eixo trativo e de até 5% desacoplando e suspendendo o eixo.
Produtos estarão disponíveis a partir de dezembro nas versões Convencional e Flat, atendendo mais de 1.000 modelos de veículos
A Tecfil lança a linha de palhetas “Tecfil Max Vision”, destinadas a mais de 1.000 modelos de veículos nacionais e importados. As vendas começam em dezembro nas versões Convencional e Flat, um modelo que integra a estrutura à própria borracha que limpa o vidro.
De acordo com a empresa, as duas versões contam com borracha natural e teflon e suporte multifuncional, que torna a montagem mais simples e rápida, além de entregaram alta performance para remover o excesso de água.
“A diversificação do portfólio integra nossa estratégia de ampliar cada vez mais a presença da Tecfil no mercado de reposição automotiva”, afirma Plínio Fazol, Gerente de Marketing e Novos Produtos da Tecfil.
Interessante observar as alternativas de cada um dos grandes grupos automobilísticos mundiais em relação às estratégias para a migração dos motores a combustão interna (MCI) para os elétricos. O próprio termo “eletrificado” leva a diferentes interpretações. Por exemplo, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico inclui híbridos não plugáveis (como Corolla e outros) entre os elétricos, o que de fato não é, pois o MCI tem papel preponderante. Já híbridos plugáveis permitem alcance em torno de 50 quilômetros em modo puramente elétrico. Esta solução considera-se como de transição e há incertezas sobre quanto tempo vai durar.
As fabricantes se dividem. A GM colocou de lado qualquer esforço em híbridos e anunciou agora um plano, em andamento, ainda mais ousado. Aumentou em 35%, de US$ 20 bilhões para US$ 27 bilhões, o investimento em elétricos e autônomos até 2025. Haverá 30 lançamentos e sua bateria Ultium custaria 60% menos com densidade dobrada para até 720 quilômetros de alcance.
Quase simultaneamente o Grupo VW anunciou sua estratégia para se transformar numa empresa de mobilidade digital nos próximos cinco anos. De um plano mais amplo, decidiu alocar 35 bilhões de euros em veículos elétricos a bateria. Contudo, reservou outros 11 bilhões de euros para versões híbridas de modelos já existentes. Até 2030 pretende fabricar 20 milhões de elétricos e sete milhões de híbridos plugáveis.
Os grupos Daimler (dono da Mercedes-Benz e Smart) e Geely (fabricante chinesa que controla a Volvo Cars) decidiram juntar forças para desenvolver trens de força altamente eficientes para aplicações híbridas a gasolina. A Daimler afirma que até 2030 mais da metade dos seus automóveis serão elétricos ou híbridos plugáveis, sem estabelecer percentual entre as duas alternativas.
Por outro lado, a China (seguindo o Japão) resolveu ampliar sua aposta em pilha a hidrogênio para carros elétricos, o que implicará construir rede de abastecimento totalmente diferente daquela para recarregar baterias. O dono da Tesla, Elon Musk, chegou ridicularizar a ideia de usar o hidrogênio, que “nunca dará certo”.
Com tantas incertezas envolvendo a transição, ainda há o etanol no Brasil que pode trilhar a terceira via com motores híbridos plugáveis ou pilha a hidrogênio obtido diretamente do combustível vegetal em um posto convencional.
PEUGEOT LANDTREK DEVE SER PRODUZIDA NO MÉXICO
Importada inicialmente da China, a primeira picape média da Peugeot foi lançada agora no México, onde já está à venda e, em seguida, em nove países da América Latina. Lá o motor é a gasolina de 2,4 litros, 210 cv, origem Mitsubishi. Tração 4×2 ou 4×4, cabines simples e dupla. Chega ao Brasil, Argentina e Colômbia só em 2022. Com o avanço da Stellantis (fusão PSA-FCA) a produção deverá ser mexicana em fábrica da Chrysler. Para cá, receberá motor a diesel na faixa dos 200 cv.
O porte é o mesmo de Hilux, S10 e Ranger, mas a marca francesa afirma que a cabine dupla oferece o maior volume de caçamba do segmento. Visual ousado destaca a grade vertical e rodas de liga leve de desenho não muito inspirado. O interior apresenta aspecto moderno, tela multimídia de 10 pol. com Android Auto e Apple CarPlay e câmeras de visão 360° em 3D. Volante de diâmetro um pouco menor do que os concorrentes, dentro da filosofia Peugeot. Encosto do banco traseiro é rebatível.
Peugeot começou a fabricar picapes leves em 1938 e vendeu aqui a 504 de cabine simples derivada do automóvel homônimo. Foram rodados dois milhões de quilômetros no desenvolvimento da Landtrek.
ALTA RODA
TOYOTASW4 2021 para cinco e sete ocupantes segue as mesmas evoluções da picape Hilux quanto à mecânica, mas tem personalidade própria. Destaque para a grade frontal mais discreta, porém imponente. Interior requintado, inclusive com banco elétrico dianteiro até no do passageiro. Pacote de segurança é o mesmo. Preços subiram 6% e vão de R$ 202.390,00 a R$ 314.790,00.
PRORROGAÇÃO dos incentivos fiscais para o Centro-Oeste levou CAOA a anunciar agora que investirá mais R$ 1,5 bilhão na fábrica de Anápolis (GO) até 2025. O plano contempla 10 produtos, entre novos e atualizações, das marcas Hyundai e Chery, além do audacioso projeto de um modelo próprio. Empresa pretende atrair mais fornecedores para a região, quando alcançar produção de 100.000 unidades anuais.
MONROE desenvolve suspensões semiativas, ativas e, em futuro ainda não previsto, as pró-ativas. Os níveis de desenvolvimento e preço final também serão nessa ordem e amortecedores terão grande evolução. Tecnologia de válvulas passivas traz melhora significativa na suspensão, sem a utilização de sistemas eletrônicos ou necessidade de trocar amortecedores para mais conforto.
Novidades incluem juntas homocinéticas fixas e deslizantes, fechando o ano com um total de 350 lançamentos
A Marelli Cofap Aftermarket anuncia o lançamento de 50 códigos de juntas homocinéticas Cofap, fechando assim o ano de 2020 com 350 lançamentos para essa linha de produtos. A linha é composta por diferentes componentes, de juntas homocinéticas fixas e deslizantes a trizetas, tulipas e semi-eixos.
As juntas homocinéticas são usadas em veículos com tração dianteira e podem ser fixas ou deslizantes: a primeira é ligada ao cubo de roda, enquanto a outra fica junto à caixa de transmissão do veículo. Segundo a empresa, assim como as trizetas e as tulipas, esses componentes permitem que o torque gerado pelo motor seja transmitido de maneira ininterrupta às rodas.
A junta homocinética Cofap é comercializada com todos os acessórios necessários para a montagem. Seu diferencial são as coifas nitrílicas e graxa de lítio, que garantem maior resistência e durabilidade. A Cofap ressalta que, por ser uma peça que sofre desgaste ao longo do tempo, é importante ficar atento a sinais como o surgimento de estalos quando o carro é tracionado ou esterçado e vazamentos de graxa pelas coifas.
Esses lançamentos fazem parte da estratégia da Marelli Cofap Aftermarket de ampliar sua participação no mercado, que comercializa mais de 120 mil peças mensalmente, chegando à meta de 200 mil itens/mês em 2021.
Empresa investirá US$ 5,2 milhões em uma nova linha de produção de baterias para veículos de porte médio
O Grupo Moura anuncia a ampliação da produção de baterias em sua fábrica na Argentina, localizada na cidade de Pilar, com um investimento de US$ 5,2 milhões. O valor será destinado à implementação de uma nova linha de montagem, gerando 50 postos de trabalho.
A previsão é de um incremento de 20% na capacidade produtiva da unidade, fechando o ano com 450 mil baterias automotivas produzidas. A nova linha de produção deverá começar a operar no primeiro trimestre de 2021. Segundo o diretor-executivo da Moura Argentina, Roberto Pereira, o investimento visa substituir as importações de baterias no país.
O Grupo Moura produz baterias no país vizinho desde 2011, empregando mais de 280 colaboradores, além de contar um sistema próprio de distribuição.
Tenho um Siena Tetrafuel 2009 (particular, não é uso para táxi), gostaria de saber o porquê de se fazer a inspeção do veículo todo ano no licenciamento, sendo que ele é original de fábrica e consta no documento como não modificado a gás, como os outros veículos (é uma inspeção chatíssima onde se reprova itens que não tem nada a ver com o sistema de gás. Se não o fizer, fica com o carro sem o licenciamento em dia).
Alessandro Via site O Mecânico
Como é um veículo movido a GNV, a legislação exige que o mesmo passe anualmente por esse tipo de inspeção. A portaria do Inmetro exige verificação de segurança em itens como freios e suspensão, devido ao cilindro de GNV (carga extra).
A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: faleconosco@omecanico.com.br
Combustível apresenta queda em relação ao valor registrado no ano passado, mas tem leve alta quando comparado aos valores de outubro
O preço do diesel apresentou alta de 0,8% na primeira quinzena de novembro, comparada ao fechamento de outubro, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). Já na comparação com novembro de 2019, o combustível ficou 5,5% mais barato – o valor médio do litro foi de R$ 3,919 para R$ 3,713.
Segundo o índice, o preço do diesel teve uma variação de quase 23% no acumulado de 2020, considerando o período de janeiro a novembro.
Considerando as regiões do país, a região Norte apresentou o valor mais caro, de R$ 3,951, enquanto a região Sul fechou com o preço mais baixo, de R$ 3,363, em média. Contudo, vale destacar que houve aumento em todas: a maior alta foi de 1,39% na região Sudeste, frente aos valores praticados em outubro.
Nos primeiros dias de novembro, o diesel S-10 apresentou alta similar, com acréscimo de 0,9% frente a outubro. “Assim como o diesel comum, todas regiões brasileiras apresentaram aumento para o diesel S-10, que chegou a ficar 1,37% mais caro no Norte do País. Comparado ao mês de novembro de 2019, o combustível também registrou baixa e está 5,4% mais em conta este ano”, afirma Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.
Os materiais de fricção Cobreq empregam de resina e borracha a materiais reciclados como fibra de vidro e fibra de celulose
A Cobreq lembra que as lonas de freio como conhecemos hoje foram criadas em 1897, feitas a base de cintas de pelos de animais e algodão. Em 1908, chegou o tecido de amianto, que se tornou base para o material de fricção nas seis décadas seguintes devido à sua grande resistência a temperatura, flexibilidade, propriedades de fricção e compatibilidade com resinas e outros ligantes.
“O desenvolvimento da tecnologia dos materiais de fricção contribuiu muito para a segurança de automóveis, caminhões e todos os tipos de máquinas móveis em todo o mundo durante muitos anos. Entretanto o desenvolvimento de materiais com foco na eliminação do amianto exigiu a utilização combinada de tecnologias de diversas indústrias, dentre elas a indústria da metalurgia e de compósitos de borracha foram os principais contribuidores para essa necessária mudança. Foram décadas de evolução até chegarmos à qualidade que existe hoje no mercado”, diz Thiago dos Santos Angélica, responsável por formulações no mercado de reposição da TMD Friction.
Devido aos riscos à saúde causados pelo amianto, estudou-se o uso de substitutos como fibra de vidro, fibras minerais, fibras metálicas e, mais recentemente, fibras de carbono e sintéticas. “A Cobreq foi pioneira na indústria nacional de autopeças, lançou em 84 a primeira pastilha de freio livre de amianto para o Ford Escort”, lembra.
Atualmente, os produtos da Cobreq utilizam mais de 220 matérias-primas, como resina, metais, borracha, abrasivos, lubrificantes, cargas além de insumos ecológicos e reciclados como fibra de vidro, fibra de celulose, borracha reciclada, cavaco e material de atrito. Thiago ressalta que o uso de insumos como Carbeto de Silício e Aramida são essenciais para a durabilidade e excelência no funcionamento dos mesmos.
Excelente vídeo (“Detalhes do motor THP da PSA Peugeot Citroën” no canal O Mecâniconline)! Tenho uma curiosidade que não estou conseguindo resolver. A refrigeração do turbo tem um circuito de refrigerante à parte do motor? Como esfria sem ter um radiador para isso? Como se carrega refrigerante nesse circuito? Não estou entendendo.
Ismael Rodriguez Pedragosa Via YouTube O Mecâniconline
No THP, há uma bomba d’água elétrica e tubulação dedicadas ao turbo, mas o circuito de arrefecimento é um só. Não é separado do restante do motor.
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