Segundo a ZF, 90% do mercado nacional de veículos será equipado com direção elétrica a partir de 2024
A ZF informou que, neste mês, alcançou a marca de quatro milhões de colunas de direção elétricas produzidas em sua fábrica em Limeira/SP. A fabricação local começou em 2012 e o pico foi atingido no ano passado, quando chegou a cerca de 1,1 milhão de unidades, com fornecimento para as principais montadoras do Brasil como FCA, Ford, GM e Volkswagen.
Segundo a empresa, a produção em 2012 começou com 40 mil unidades. “O crescimento de demanda e produção se deve aos novos requisitos de eficiência energética e redução de emissões, melhora no conforto e segurança ao dirigir, além de ser sustentável, em comparação com a direção hidráulica, pois dispensa a bomba de fluído hidráulico. No âmbito global e tecnológico, o aumento da curva de aplicação do EPS também está voltado à tendência de eletrificação e direção autônoma”, afirma Matheus Della Coletta, Gerente Sênior de Vendas da ZF.
A ZF afirma que, em 2009, 89% dos veículos leves produzidos no Brasil eram equipados com sistemas de direção hidráulicos ou mecânicos e somente 11% possuíam direção elétrica. Porém, esses números passaram a ser de 27% para hidráulicos/mecânicos e 73% para sistemas elétricos em 2020. “Estimamos que a partir de 2024 a taxa de aplicação da direção elétrica possa chegar a 90% no mercado nacional”, completa.
O executivo ressalta ainda que as direções elétricas produzidas localmente pela ZF contam com o conceito em que a coluna é interligada a uma Unidade de Controle Central (ECU) e um motor, com designs específicos para cada modelo de veículo e montadora.
A fábrica possui atualmente quatro linhas de produção voltadas exclusivamente para esse componente, sendo que em 2012 era somente uma. A segunda linha de produção foi adicionada em 2015 e a terceira, em 2016. Agora a empresa já está implementando mais uma linha de produção a ser ativada no final de 2020.
“No próximo ano a ZF terá cinco linhas dedicadas exclusivamente à produção de colunas elétricas. Alcançamos um índice de nacionalização de cerca de 40%. Hoje trabalhamos com a coluna (gear box) nacionalizada e também com a Unidade de Controle Eletrônico – ECU – e estamos em constante busca para aumentar a cada dia o índice de nacionalização deste componente”, destaca Coletta.
Câmbios automatizados EAO 6106 e EAO 6206 da Eaton, que estão nos caminhões leves Mercedes-Benz Accelo e Volkswagen Delivery, usam óleos diferentes para engrenamento e automação; confira dicas para não errar
Fabricados pela Eaton, os câmbios automatizados de 6 marchas EAO 6106 e EAO 6206 podem ser encontrados em caminhões Mercedes-Benz Accelo e Volkswagen Delivery. Há um detalhe técnico importante que diferencia esses câmbios de outros da mesma marca: o especialista técnico da Eaton, Ivan Peres, esclarece que, nesses modelos, a automação faz o acionamento de embreagem e engates por sistema eletro-hidráulico que trabalha com um óleo específico, distinto do utilizado dentro da caixa de engrenagens.
“As caixas hidráulicas contam com dois tipos de lubrificação, a interna do engrenamento, e a da automação com reservatório separado. São óleos distintos com funções e características diferentes, sendo o da transmissão para lubrificar e refrigerar, e o do sistema de automação para transmitir força para realizar os engates e acionamento da embreagem. Por serem óleos com propriedades distintas, não podem se misturar na hora da manutenção, pois os sistemas não funcionarão corretamente”, destaca Ivan. Portanto, esse sistema difere dos câmbios automatizados Ultrashift Plus MHD dos VW Constellation V-Tronic de 280 cv e Iveco Tector, por exemplo, que não utilizam óleo na automação, uma vez que este sistema é 100% elétrico.
UTILIZANDO UM MERCEDES-BENZ ACCELO, A EATON SUBLINHA QUATRO PONTOS QUE O MECÂNICO DEVE OBSERVAR AO FAZER A SUBSTITUIÇÃO DOS ÓLEOS DO CONJUNTO:
1)Atenção com a contaminação e mistura dos óleos da engrenagem e automação: O óleo da automação tem seu reservatório específico e jamais pode entrar em contato com o óleo do engrenamento (caixa) e com outros produtos não especificados, como graxas e solventes, evitando assim a contaminação e falhas no sistema.
2)Tempo de troca: Caminhões que rodam em condições mais severas, como em estradas de terra e canavieiros, exigem troca de óleo com quilometragem mais curta. Caminhões com aplicação normal, que rodam nas cidades e de uso urbano, suportam rodar o período determinado pela fabricante do veículo. Em casos de revisões intermediárias, é importante o mecânico sempre avaliar a condição dos óleos e realizar inspeções de nível e visual para conferir se não há nenhum tipo de vazamento ou outro problema específico.
3)Na hora da troca, cuidados com fiapos e excesso de lubrificante: Tanto o bujão de enchimento como o de dreno devem ser limpos para evitar a contaminação do novo lubrificante. Para a limpeza, um pano ou pincel com solvente podem ser utilizados. Atenção com fiapos: se qualquer tipo de resquício ou sujeira ficar retida no circuito da automação, pode gerar problemas em seu funcionamento.
4)Nível de óleo: É imprescindível usar os lubrificantes indicados no manual do fabricante, pois são os produtos validados em testes durante o desenvolvimento do veículo. Lubrificantes de menor qualidade ou especificação diferente do recomendado, podem elevar o desgaste dos componentes da transmissão (o que aumenta o custo de manutenção total e o tempo do veículo parado), reduzir a vida útil do conjunto, causar aumento de ruído e prejudicar o meio ambiente (óleos de baixo custo costumam ter grande quantidade de aditivos prejudiciais ao meio ambiente, como o enxofre). O nível de óleo também deve ser respeitado, pois o excesso de lubrificante pode acarretar em vazamentos pelos retentores ou pelo respiro da transmissão. Já um câmbio com baixo nível de óleo acelera o desgaste dos componentes internos, como engrenagens, sincronizadores e rolamentos, ocasionando raspagens, excesso de ruído e até a quebra da transmissão.
São três novos lubrificantes da Mobil, já disponíveis no mercado, que atendem às rigorosas exigências dos motores mais modernos
A Mobil anuncia a chegada de três lubrificantes ao mercado brasileiro, dotados das tecnologias ILSAC GF-6 e API SP. São eles: Mobil Super Semissintético 10W-40, que passa a ter a norma API SP, e os Mobil Super Sintético 5W-30 D1 e Mobil Super Sintético 0W-20 D1, ambos com as normas API SP e ILSAC GF-6.
A empresa ressalta que essas normas estabelecem um novo padrão de qualidade, com diversos benefícios para os motores menores e mais modernos que exigem lubrificantes mais avançados, incluindo melhor performance dos motores e economia de combustível (de até 4% no caso dos produtos sintéticos).
De acordo com a Mobil, os novos produtos foram desenvolvidos para atender a essas especificações, com resultados de performance ainda melhores do que o padrão imposto pelas normas, garantindo maior limpeza e proteção antidesgaste para o motor, além da possibilidade de extensão do intervalo de troca de óleo.
A tecnologia API SN Plus já prevenia o problema de pré-ignição em baixas velocidades em motores com turbo ou injeção direta de gasolina. Porém, a Mobil afirma que seus produtos sintéticos Mobil Super dotados dessa nova tecnologia garantem ainda mais proteção – até 60% superior do que o padrão do mercado.
Modelo chamado Night Breaker LED foi aprovado por autoridades alemãs e, segundo a empresa, permite substituir as lâmpadas halógenas H7
A Osram anuncia o lançamento das lâmpadas Night Breaker LED, aprovada primeiramente em território alemão. Segundo a empresa, esta é a primeira lâmpada LED retroajustada a passar pelos extensos e rígidos procedimentos de teste, tornando-a uma substituição legal para as lâmpadas halógenas H7. Por enquanto, a novidade ainda não está disponível no mercado brasileiro.
Aprovada pela Autoridade Federal Alemã de Transporte Motor, essa lâmpada possui temperatura de cor fria semelhante à luz (6000K) do dia e com até 220% mais brilho para a estrada. A Osram destaca ainda que, comparadas com as lâmpadas halógenas convencionais, a novidade oferece maior resistência à vibração e vida útil até 5 vezes maior.
“Com nossas lâmpadas Night Breaker LED, os motoristas podem atualizar sua iluminação de fábrica para os produtos de última geração de forma legal, fácil e de maneira econômica. Afinal, a aprovação dessa tecnologia na estrada é um importante passo para o qual temos trabalhado há anos”, afirma Ricardo Leptich, CEO da empresa no Brasil.
Dez gestores relatam como enfrentaram o ano de 2020 em suas oficinas e mostram que, mesmo com o cenário econômico turbulento imposto pela pandemia, o segmento de manutenção automotiva segue forte e aquecido
Este ano de 2020 foi absolutamente atípico para a manutenção automotiva. Ao mesmo tempo em que as oficinas foram afetadas pela queda de faturamento no primeiro semestre, criou-se uma demanda reprimida por serviços, entre outros motivos, pela adoção em massa de transporte individual em detrimento de ônibus e metrôs. Oficinas por todo o Brasil que conseguiram sobreviver à queda de movimento entre abril e junho já estão colhendo os frutos com a retomada do mercado.
Isso já se reflete em números: dados do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) apontam que o setor de reposição de autopeças brasileiro apresentou queda de 7,20% no faturamento entre janeiro e setembro de 2020 se comparado ao mesmo período no ano passado. Porém, ao se comparar somente os meses de setembro deste ano e de 2019, o faturamento em 2020 foi quase 20% maior.
Para celebrar o Dia do Mecânico no dia 20 de dezembro, selecionamos dez gestores de oficina que participaram das edições da Revista O Mecânico neste ano. O objetivo foi traçar uma retrospectiva de como as adversidades econômicas impostas pela pandemia se refletiram no negócio e quais medidas foram tomadas para se manterem no mercado. Quase todos os relatos surpreendem pelo otimismo e resiliência, o que mostra, apesar das dificuldades, como o segmento segue forte e aquecido.
AJ MOTOSPORT
A oficina AJ MotoSport que fica na Chácara Santo Antônio, em São Paulo, teve um excelente ano. Quem conta é Antonio Aparicio, sócio-proprietário. “Mantivemos um ritmo muito bom. Na quarentena trabalhamos de porta fechada, apenas com agendamentos, pois só fazemos serviços por indicação. Esse ano ganhamos mais clientes e logicamente trabalhamos mais do que nunca. Foi um crescimento de aproximadamente 40% no movimento da oficina”, celebrou o mecânico. Aparicio destacou também que o fato de serem especialistas em carros importados ajudou a amenizar os efeitos ruins da pandemia.
Para ele, há dois motivos que explicam os bons resultados: “acredito que muita gente aproveitou que seu carro estava parado para cuidar dele, pois tivemos muitos atendimentos de manutenção preventiva. Outro motivo para o crescimento é a justamente o inverso. Como muitas pessoas estão evitando usar transporte público, os carros estão sendo mais usados, logo evidenciando os problemas que o automóvel tem”.
Quanto a 2021, o mecânico tem expectativas positivas. “Esperamos o melhor para 2021, já que temos manutenções agendadas para praticamente o mês de janeiro inteiro, ou seja, um bom sinal para os negócios”.
“Muitas pessoas estão evitando usar transporte público e os carros estão sendo mais usados”
CÁSSIO SERVIÇOS AUTOMOTIVOS
O ano de 2020 marcou mais um período desafiador na história profissional do mecânico Cássio Yassaka, proprietário da oficina Cassio Serviços Automotivos, em São Paulo/SP. Com a crise da pandemia de Covid-19, o mecânico utilizou a experiência acumulada em 36 anos de atuação no segmento para superar os obstáculos. “No início da crise, reduzi a equipe e fiquei com 5 funcionários. Baixei os custos, negociei o valor do aluguel e consegui obter empréstimo com juros reduzidos para investir na oficina”, explica. Cassio revela que a demanda voltou a crescer nos últimos meses. “Em períodos de crise, as pessoas adiam a troca do carro e investem mais na manutenção. Isso ajuda o nosso setor”, conta.
O empresário faz um alerta aos proprietários de oficina sobre a importância de enxergá-la como uma empresa igual a qualquer outra. “É preciso planejar as metas para curto, médio e longo prazo. O proprietário precisa botar na cabeça que a oficina, antes de tudo, é uma empresa. De porte reduzido, mas não deixa de ser uma empresa”, orienta.
“Não basta dizer que o mercado está ruim. Temos que olhar as oportunidades. E isso significa investir em equipamentos, fazer a gestão da oficina, treinar e liderar a equipe. Você é o capitão do navio”, explica Cassio. “A gestão tem que fazer parte da vida do mecânico independente. O problema é que nem sempre todos fazem a lição de casa”, exalta.
“Não basta dizer que o mercado está ruim. Temos que olhas as oportunidades”
DOCTOR AMERICAN CAR
“Em 32 anos de mecânica, eu nunca vi um mês como esse de abril. Foi o pior faturamento da minha história”, declarou Sandro dos Santos, sócio-proprietário da Doctor American Car na Zona Norte de São Paulo/SP, especializada nas linhas Chrysler, Dodge e Jeep. A Covid-19 obrigou Sandro e seu sócio, Silvio Ricardo Cândido, a buscar alternativas.
O mecânico observou que a pandemia trouxe incerteza aos clientes, nem sempre dispostos a investir. “O cliente está um pouco diferente. Hoje ele faz só o estritamente necessário, e muitos optam por não fazer a manutenção preventiva”. Para estimular o retorno à oficina, adotou ainda em abril o sistema leva-e-traz de veículos, mas o movimento cresceu em cerca de apenas 5%. Não era o suficiente.
Gradualmente, o que trouxe resultado foi o trabalho maciço na divulgação da Dr. American Car nas redes sociais, em um modelo que Sandro chama de “oficina online”, ajudando com dicas técnicas outras oficinas ao redor do Brasil que recebessem veículos das marcas que são especialidade da casa. Até aí, retorno financeiro zero. Mas a iniciativa começou a atingir o público final, e novos clientes apareceram.
“De maio para cá, estamos com as atividades normais”, comemorou Sandro, relatando que desde outubro voltou a trabalhar com agendamento prévio devido ao aumento na demanda de serviços.
“O cliente está um pouco diferente. Hoje ele faz só o estritamente necessário”
DR. AUTO MECÂNICA
Hoje funcionando em dois locais e com divulgação bem ativa em redes sociais, a Dr. Auto Mecânica começou como uma oficina de carburadores há 40 anos com o pai do mecânico Ricardo Chiarato. “Minhas expectativas eram as melhores possíveis”, afirmou Ricardo, que estava muito confiante para o ano de 2020. Porém, a pandemia o obrigou a adotar medidas de segurança para clientes e funcionários e mudou a rotina das duas oficinas que gerencia por completo.
“Estamos tomando todo cuidado possível com nosso pessoal e com os clientes, como permanência dos clientes na oficina, higienização do veículo quando chega, álcool em gel em vários pontos da oficina”, conta Ricardo. “Em relação ao contato com o cliente, que ficou mais distante, passamos a trabalhar apenas por agendamento”, aponta. “Mas não foram mudanças de todo ruins. Serviram para percebermos que esse cuidado é importante e que serão condutas que ainda teremos que ter por um bom tempo por conta da pandemia”.
Entretanto, Ricardo aponta que, ao invés de cair, o volume de serviços aumentou devido ao coronavírus. “Percebemos que as pessoas estão com medo de andar de transporte público e não querem investir muito dinheiro em carros novos, por medo do que ainda pode acontecer. Por isso, estão investindo em carros seminovos e que precisam de alguma revisão”, relatou.
“As pessoas estão investindo em carros seminovos e que precisam de alguma revisão”
ENGIN MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA
Proprietário de duas empresas localizadas na zona sul de São Paulo, Paulo Bueno destacou as perdas que o ano de 2020 proporcionou para os negócios. Segundo ele, suas oficinas, Engin Manutenção Automotiva e a Engin Manutenção Estética Automotiva, vinham de uma crescente muito boa em dezembro de 2019 e janeiro deste ano, mas tudo foi interrompido pela pandemia. “Tinha planos de abrir uma filial esse ano, porém esse é um projeto que foi adiado e agora não tem data”. Apesar da queda no movimento, a oficina focada em estética conseguiu realizar algumas parcerias e se sobressair na crise.
Paulo também lamentou a falência de alguns amigos de setor: “Foi desesperador e por isso tive que pensar no faturamento dia após dia para não fechar também. Tivemos uma queda brusca na clientela, e o pior: tive que fazer cortes de funcionários, infelizmente. Tenho alguns amigos que fecharam suas oficinas. Só na minha região foram quatro oficinas que morreram”.
Para ele, manter os pés no chão é essencial para pensar em um futuro. “Por conta da pandemia, hoje você tem todo um processo de buscar e levar o carro, o que demanda muito tempo e gasto. Pelo o que eu vejo, não existe uma previsão de normalidade, o que complica na hora de ter alguma expectativa de melhora para o próximo ano. Estou segurando as pontas ao máximo e gastando o mínimo para não ser surpreendido novamente”, finaliza o mecânico.
“Tenho alguns amigos que fecharam suas oficinas. Só na minha região foram quatro oficinas que morreram”
G.PAUTO
A gestão e formação do fluxo de caixa da oficina foram essenciais para enfrentar o período de quarentena e restrições rígidas de circulação durante a pandemia na oficina G.Pauto, em São Paulo/SP, comandada pelo proprietário e mecânico Antônio Augusto Aranda, conhecido como Guto. “Até fevereiro, o movimento de clientes estava normal. Bem no início da epidemia, fechamos por uma semana e, quando o governo autorizou a reabertura, voltamos. Porém, a procura ficou apenas entre 10% e 20% do normal”, explica Guto.
De acordo com o mecânico, a baixa demanda se estendeu até o fim de julho. “Felizmente, não demitimos nenhum de nossos funcionários e conseguimos manter todas as contas em dia com o fluxo de caixa”, revela. O período em que muitas pessoas mantiveram o carro parado na garagem acabou criando uma demanda reprimida, na visão de Aranda. “O saldo desses meses veio de uma vez. Hoje, estamos com muita procura por serviços e até contratamos mais um colaborador”, conta.
Para o próximo ano, Guto estima que o setor de manutenção seguirá em ascensão pela mudança no perfil de consumo durante a pandemia. “As pessoas decidiram guardar dinheiro e postergar a troca do carro por um zero-quilômetro. Os clientes estão preferindo investir na manutenção do veículo atual, deixando a mecânica em dia e cuidando da estética”, afirma.
“Os clientes estão preferindo investir na manutenção do veículo atual, deixando a mecânica em dia”
HIGH TECH
A oficina High Tech, localizada em São Paulo/SP no bairro da Lapa, sentiu o impacto que 2020 teve no mercado automotivo assim que a pandemia chegou ao país. Apesar da diminuição aguda de clientes, o mecânico proprietário da oficina, Roberto Montibeller, comenta que encontrou em cada fase do ano um meio de continuar exercendo o que sabe de melhor: manutenção automotiva.
“Em março fechei as portas por 20 dias. Por conta da pandemia, foi explícito o fato de que nos meses de março e abril não havia muitos carros na rua e consequentemente muito pouco serviço, então achei melhor dar férias para os funcionários, porém não demiti ninguém, somos a mesma equipe de 2019”.
Roberto salienta que vinha em um crescimento e a chegada de 2020 fez com que sua oficina tivesse que se reinventar: “Na retomada, começamos com agendamentos de serviços, depois trabalhando à meia porta e quando enfim os carros voltaram às ruas abrimos totalmente.” Sobre suas expectativas para o próximo ano, o mecânico acha que o mercado deve voltar vagarosamente ao ritmo normal ou ao crescimento. “A clientela ainda está baixa, há uma queda nos atendimentos, mas não paramos os trabalhos”.
“A clientela ainda está baixa, há uma queda nos atendimentos, mas não paramos os trabalhos”
MINGAU AUTOMOBILÍSTICA
No final de 2019, o mecânico Edson Roberto de Ávila, o Mingau, colocou em prática em sua oficina uma medida oportunamente adequada para 2020: atendimento com portões fechados. Desde outubro do ano passado, a Mingau Automobilística, que funciona há 29 anos na cidade de Suzano/SP, trabalha exclusivamente por agendamento. Ele avalia que, por causa desse projeto – que ele já ensaiava implementar há alguns anos –, sua oficina não sentiu a turbulência econômica deste ano.
“Parece-me que foi na hora certa”, declarou. “Essa decisão melhorou 100% (a minha rotina), consigo me programar melhor para tudo”. O único ajuste necessário em meio à pandemia foi aumentar o prazo de agendamento de cada serviço para poder atender a todos. “Nós temos recebido veículos de outros municípios do interior de São Paulo e também de outros estados. É bem legal quando você implanta um trabalho e colhe os seus resultados”, celebra.
Refletindo sobre o cenário que se formou no setor neste ano, Mingau enxerga que a clientela cujo perfil é colocar a qualidade de serviço em primeiro lugar, e não o preço, está aumentando, e que tanto as oficinas como os próprios profissionais precisam acompanhar essa evolução, acelerada pelas condições impostas pela pandemia. “Isso para nós que somos profissionais, só agregou”, disse o mecânico.
“É bem legal quando você implanta um trabalho e colhe os seus resultados”
MOTORFAST
O ano de 2020 marcou a conclusão do projeto de expansão da oficina Motorfast, no bairro do Brooklin, Zona Sul de São Paulo/SP. Com uma reforma iniciada em 2018, o local teve a área construída ampliada, que passou de 300 m² para 600 m². “Nestes dois anos, dobramos nosso espaço físico e conseguimos crescer também em número de atendimentos, além de manter a equipe de profissionais. Apesar de todas as dificuldades causadas pela pandemia, no geral, foi um bom ano para a oficina”, comemora Bruno Tinoco, mecânico e proprietário da Motorfast.
No começo da quarentena, Tinoco optou por fechar a oficina por três semanas. “Colocamos os funcionários em regime de férias nesse período. No retorno ao trabalho, fizemos um esquema de rodízio de colaboradores e priorizamos o transporte individual dos funcionários, com caronas e viagens por carros de aplicativo para maior segurança”, conta.
“Felizmente, a procura por serviços de manutenção tem crescido. Atualmente, estamos com mais movimento do que antes da pandemia”, revela. Para o próximo ano, Bruno espera que a demanda continue alta pelo disparo na venda de usados. “Não tem carro zero-quilômetro à pronta entrega. As pessoas estão comprando seminovos próximos ao período de fim da garantia. Então, vamos começar a receber esses carros muito em breve”, avalia Tinoco.
“Atualmente, estamos com mais movimentos do que antes da pandemia”
POWER CLASS
Proprietário da oficina Power Class, situada em São Bernardo do Campo/SP, Nilson Patrone afirmou que 2020 foi um dos melhores anos para ele e sua equipe. Com um crescimento exponencial desde o ano passado, Nilson ressaltou que neste ano a oficina bateu seus próprios recordes em atendimento. “É uma surpresa esses resultados em meio de uma pandemia, mas realmente foi um ano ótimo para nós. Pretendemos fechar o ano muito melhor do que imaginávamos”. Patrone ainda reforçou que a equipe continua sendo a mesma.
Para o mecânico, a própria pande-mia impulsionou o segmento de manu-tenção automotiva em alguns aspectos: “por conta da queda na compra de veí-culos novos, o pessoal está comprando carros usados ou mantendo o que já tem na garagem, ou seja, a procura por manutenção preventiva acaba crescen-do. Além disso, outro fator importante nesse período foi a questão das pessoas estarem usando mais os carros em lugar de ônibus ou avião para realizar viagens. A manutenção se faz ainda mais presente em um cenário que o transporte individual se tornou a primeira opção”. Ele ainda conta que, conversando com alguns amigos do setor, outras oficinas também estão se sobressaindo diante a pandemia, apresentando bons resultados.
“Pretendemos fechar o ano muito melhor do que imaginávamos”
texto: Fernando Lalli, Gustavo de Sá & Raycia Lima fotos: Arquivo Pessoal & Arquivo O Mecânico
Marelli Cofap anuncia novos códigos como parte da sua estratégia de lançar cerca de 1.000 novos itens até o final deste ano
A MarelliCofap Aftermarket anuncia mais uma ampliação em seu portfólio com a chegada de novos códigos de bandejas de suspensão, terminais axiais e de direção. Os lançamentos seguem a estratégia da marca de apresentar ao mercado cerca de 1.000 novos itens até o final deste ano.
Bandejas de suspensão
Chegam ao mercado mais quatro novos códigos: dois para o modelo Chevrolet Tracker e outros dois para os veículos Volkswagen Polo, Virtus, T-Cross e Nivus. As novidades são:
BJC04150M (Tracker LS/LT/LTZ 1.8, de 2014 a 2016; Tracker Freeride 1.8, de 2014 a 2016; Tracker LT/LTZ 1.4 Turbo, de 2017 a 2020, lado direito);
BJC04149M (Tracker LS/LT/LTZ 1.8, de 2014 a 2016; Tracker Freeride 1.8, de 2014 a 2016; Tracker LT/LTZ 1.4 Turbo, de 2017 a 2020, lado esquerdo);
BJC01056M (Polo a partir de 2017, Virtus a partir de 2018, T-Cross 1.0 Turbo a partir de 2019, T-Cross 1.4 Turbo a partir de 2019, Nivus a partir de 2020, lado direito);
BJC01057M (Polo a partir de 2017, Virtus a partir de 2018, T-Cross 1.0 Turbo a partir de 2019, T-Cross 1.4 Turbo a partir de 2019, Nivus a partir de 2020, lado esquerdo).
Componentes de direção
Os lançamentos incluem um terminal axial e nove terminais de direção. O código do terminal axial é TAC33008M e possui aplicação no modelo Kia Soul, fabricado de 2009 a 2014.
Já os novos terminais de direção são:
TDC04019M (Chevrolet Captiva, a partir de 2010);
TDC32007M (Hyundai Santa Fé, a partir de 2006, lado esquerdo);
TDC32008M (Hyundai Santa Fé, a partir de 2006, lado direito);
TDC33001M (Hyundai Sonata, a partir de 2011, lado esquerdo);
TDC33002M (Hyundai Sonata, a partir de 2011, lado direito);
TDC32009M (Hyundai Tucson, de 2005 a 2017; Kia Sportage, de 2004 a 2010, lado esquerdo);
TDC32010M (Hyundai Tucson, de 2005 a 2017; Kia Sportage, de 2004 a 2010, lado direito);
TDC39001M (Mitsubishi L200 Triton, a partir de 2018; Pajero Dakar, a partir de 2011; Pajero Full, de 2001 a 2007, lado esquerdo);
TDC39002M (Mitsubishi L200 Triton, a partir de 2018; Pajero Dakar, a partir de 2011; e Pajero Full, de 2001 a 2007, lado direito).
Empresa comemora crescimento em 2020 apesar do cenário gerado pela pandemia e anuncia planos agressivos para o próximo ano
A Eaton celebra os resultados positivos em 2020, incluindo a chegada a novos mercados, fortalecimento dos canais de distribuição, expansão do portfólio de produtos e melhoria na eficiência operacional. Isso representou para a empresa um crescimento acima da média do mercado, superando os números de 2019 e fechando o ano com alta de quase dois dígitos. Só neste ano, foram lançados mais de 350 novos itens destinados à reposição.
Para o próximo ano, a empresa prevê um crescimento ainda maior nesse segmento, na casa dos dois dígitos. “Nossas metas e planos para 2021 são extremamente agressivos. Claro que ainda trabalhamos com algumas incertezas em relação à demanda real do mercado, afinal existem dúvidas sobre a extensão dos incentivos concedidos pelo governo durante o período mais acentuado da pandemia – o que contribuiu muito para uma rápida retomada”, disse Carlos Carvalho, diretor de Aftermarket da Eaton.
Outro ponto a ser observado em 2020 foram as restrições na cadeia de fornecimento, que criaram uma dificuldade adicional para as montadoras no atendimento da demanda por veículos zero quilômetro. Segundo a empresa, isso gerou um aquecimento ainda maior na busca por peças e serviços de reposição para veículos seminovos e usados.
Aplicação do regulador de tensão errado faz o alternador roubar mais energia do motor e acender a luz de bateria; saiba como isso pode acontecer em um Ford Ka Sedan 1.5 manual
Toda a evolução dos automóveis gira em torno de dois pilares: segurança (dinâmica veicular e sistemas de automação) e eficiência energética. No mundo inteiro, com normas governamentais cada vez mais restritas para controlar a emissão de poluentes, as fabricantes analisam minuciosamente cada ponto do automóvel com o objetivo de se reduzir ao máximo o uso de combustível e, consequentemente, tornar veículos a combustão meios de transporte tão limpos quanto possível.
A comunicação eletrônica entre os diferentes sistemas do veículo através de redes multiplexadas (CAN, LIN etc.) tem um grande papel nesse controle de poluentes. Com os componentes gerenciados por unidades de comando e “conversando” entre si milhares de vezes por segundo, evita-se, entre outros males, o desperdício da energia produzida pelo motor. Essa interação aumentou tanto que, em veículos com projetos mais recentes, o regulador de tensão do alternador pode influenciar no consumo de combustível.
A função principal do regulador de tensão, como o nome já sugere, é tornar estável a tensão de alimentação do sistema elétrico do veículo mesmo com as variações de rotação do motor e de carga do alternador. De acordo com o coordenador de Divulgação Técnica da Gauss, Norberto Donizeti dos Santos, em projetos mais recentes, o regulador de tensão pilotado pela unidade de comando (ECU) do motor gerencia essa tensão de forma inteligente.
Por exemplo: quando a bateria atinge sua carga total e o sistema entra no chamado “equilíbrio elétrico”, a ECU ordena ao regulador diminuir a tensão de alimentação para aproximadamente 12,6V, permitindo ao alternador enviar apenas a corrente necessária para manter o nível e, eventualmente, ficar inativo para roubar menos potência do motor. “Esse tipo de alternador e de regulador trabalha comandado pela central por uma questão muito simples: economia de energia e economia de combustível”, afirma o especialista. “Essa economia de combustível pode chegar a 3%”, aponta.
Já em veículos com reguladores de tensão que não são pilotados pela ECU do motor, a carga enviada à bateria é constante e o peso do movimento do alternador, também. A corrente excedente é dissipada em forma de calor – ou seja, desperdiçada.
Gráfico do protocolo de comunicação com a ECU do motor
“A partir do momento em que a bateria está totalmente carregada, ela não precisa mais de energia. Em modelos de concepção mais antiga, nem a central nem o alternador têm essa informação, então a bateria continua recebendo corrente. Quando a bateria atinge seu limite de carga, não há mais a transformação de energia elétrica em energia química, e a bateria passa a dissipar o excesso transformando energia elétrica em energia térmica”, descreve Norberto.
“CIRCUITO LÂMPADA” VERSUS PROTOCOLO LIN
Para mostrar a diferença entre os dois sistemas, o palestrante toma como exemplo o caso do Ford Ka Sedan 1.5 2019, cujo regulador de tensão é comandado diretamente pela unidade de comando do motor através de rede LIN. Para o compacto, a Gauss oferece no mercado o regulador de tensão GA906 (equivalente ao original Valeo 501405, vide box a seguir), componente exclusivo para linha Ford. Porém, mecanicamente, ele é idêntico ao regulador de código GA905 que possui aplicação em outros veículos que não possuem gerenciamento de carga pela central eletrônica.
O analista de Produto da Gauss, Guilherme Eduardo Ihlenffeldt, detalha que “o regulador GA905 é um ‘circuito lâmpada’, mais simples, e não tem controle pela central do motor. Ele mantém a voltagem para a bateria fixa por volta de 14,5 V. Já o GA906 é totalmente controlado pela central por protocolo LIN, e apresenta variação de saída de tensão conforme a necessidade do veículo e a variação de consumo de corrente”. Esse segundo tipo de regulador pode variar a saída de 12,6 V (tensão de bateria) a até mais de 15 V, dependendo do modelo e do sistema, conforme a necessidade do circuito.
Por ser bem mais barato e permitir exatamente o mesmo encaixe, o GA905 (que tem aplicação na geração anterior do Ford Ka até 2011) costuma ser erroneamente oferecido no lugar do GA906. Após a instalação do regulador errado, os sintomas podem não aparecer imediatamente, afinal, o veículo vai funcionar com tensão constante, o que dificulta ainda mais a percepção do equívoco.
Sobre a semelhança física, Norberto esclarece que a Gauss segue exatamente o desenho do componente que foi colocado na montadora. “A gente faz exatamente como o componente original. E, muitas vezes, como é o caso do GA905 e do GA906, eles são idênticos entre si”, observa. Guilherme complementa apontando que também existem outros reguladores de tensão fisicamente iguais ao GA906, pilotados pela ECU do motor, mas que não usam o mesmo protocolo LIN: ou seja, vão causar os mesmos erros do GA905.
Portanto, muito cuidado ao comprar peças novas apenas pela comparação com fotos do componente retirado do veículo. Isso pode induzir ao erro. Na compra, o melhor referencial para saber se a peça é a correta é comparar o código de aplicação com o catálogo da fabricante.
Os equipamentos de teste também precisam mudar de acordo com a tecnologia empregada no componente. Reguladores com “circuito lâmpada”, convencionais, podem ser testados em bancada convencional de alternador como a BT 200 das imagens desta matéria (nas fotos, o alternador é do tipo universal, especialmente preparado para testes, fabricado pelo próprio Norberto).
Testando o regulador GA905 na bancada convencional, feitas as ligações corretas, ao se ligar a alimentação, a lâmpada de bateria da bancada deve acender. Com o aparelho ligado, movimentando o alternador sem aplicação de carga, ele mantém a tensão estabilizada em 14,7 V enquanto a corrente cai gradualmente. Isso significa que o regulador está funcionando para a sua aplicação.
Para testar corretamente um regulador com protocolo LIN, é necessário um aparelho que simule a ECU do motor. Neste caso, Guilherme e Norberto usaram o equipamento BT 030 da Gauss no regulador GA906. Com ele, é possível modular a tensão de saída do regulador como se fosse a própria central pilotando o comportamento do alternador. O aparelho também faz um diagnóstico do regulador quanto a problemas mecânicos e, também, identifica o sistema de sua aplicação original (neste caso, Valeo).
Ao se ligar o regulador GA905 (sem protocolo LIN) em um equipamento que simula a central (BT 030), reproduz-se a condição do problema de aplicação desta reportagem: o aparelho não consegue ler o regulador porque não reconhece o circuito – assim como no Ford Ka Sedan, quando o regulador GA905 sem protocolo LIN é instalado e a ECU não consegue pilotar o funcionamento do alternador.
No veículo, esse erro de aplicação causa dois problemas. O primeiro é a luz de bateria, que vai acender no painel cerca de 30 segundos após a partida porque a ECU não identificou o regulador de tensão. A luz não desligará enquanto o veículo estiver ligado e esse problema só será corrigido ao trocar o regulador pelo certo. O segundo problema é o aumento do consumo de combustível. Como o alternador vai trabalhar produzindo carga constantemente, vai demandar mais força do motor para ser movimentado.
Aparelho simula a ECU e faz a leitura das informações do regulador GA906 com protocolo LIN
À primeira vista, esses 3% a mais no consumo pode parecer pouco. Mas se o automóvel for de uso profissional, esse adicional pode se tornar bem mais custoso do que a diferença de preço entre as duas peças. O prejuízo ao cliente de se instalar uma peça errada pode aumentar com as variações de preço das peças de uma loja para outra, variações do preço do combustível de um Estado para o outro, variações do trajeto do veículo (subidas constantes, trânsito pesado diariamente), forma de condução do motorista e as condições de conservação e manutenção do próprio carro.
Novidades da Nakata atendem modelos da Citroën, Fiat, Ford, Honda, Nissan, Peugeot, Renault e Toyota
A Nakata lança kits de reparo da junta homocinética para veículos da Citroën, Fiat, Ford, Honda, Nissan, Peugeot, Renault e Toyota. O código NKJ3272 atende o Citroën C4 – Automático / Manual – 1.6 16V – Roda, fabricados entre 2006 e 2014; o NKJ3358 vai para a Fiat Toro – Automático – 4×2 – 2.0 – Roda, fabricadas entre 2017 e 2020; o NKJ1447 para Ford Fiesta – Manual – 1.6 16v – Roda, fabricados entre 2012 e 2017; o NKJ1448 para Ford EcoSport – Manual – 4×2 – 1.6 – Roda, fabricados entre 2012 e 2017; e o NKJ449D para Ford EcoSport – Manual – 4×2 – 1.6 – Câmbio, fabricados entre 2012 e 2017.
Já o código NKJ248D atende Honda Civic / Fit – Automático / Manual – 1.5 / 1.8 – Direito / Esquerdo – Câmbio, fabricados entre 2007 e 2016; o NKJ1449-1 vai para a Nissan Frontier – 4×4 – 2.5 – Roda, fabricadas entre 2008 e 2017; o NKJ276D para o Peugeot 205 e Renault Scénic – Manual – 1.0 / 1.4 / 2.0 16v – Direito / Esquerdo – Câmbio, fabricados entre 1983 e 2010; o NKJ8618 para o Renault Kwid 1.0 12V – Roda, fabricados entre 2018 e 2020, o NKJ521D para o Renault Duster / Oroch – Automático – 4×2 / 4×4 – 2.0 – Direito / Esquerdo – Câmbio – Dianteiro, fabricados entre 2012 e 2019; e o NKJ0060 para a Toyota Hilux – 4×4 – Roda; fabricadas entre 2016 e 2020.
CD despachou 219.000 linhas em dezembro do ano passado, batendo seu recorde
Integrada à unidade de negócios, o Centro de Distribuição de Peças da CNH Industrial, nomeada Aftermarket Solutions, completa dez anos de atuação, distribuindo componentes para toda a rede concessionária das marcas Case IH, CASE Construction Equipment, New Holland Agriculture, New Holland Construction, IVECO, IVECO BUS e FPT Industrial.
O CD está localizado em Sorocaba/SP, em um terreno com 135 mil metros quadrados. Segundo a empresa, durante esta década de atuação, a unidade recebeu importantes selos que atestam e confirmam a responsabilidade ambiental da unidade; a geração de fonte de renda para moradores da cidade e da região; excelência logística na distribuição de peças; além da inovação.
Com uma área de armazenagem de 66 mil m², o centro é operado por máquinas que garantem a eficiência e agilidade na separação das peças, veículos automáticos para o transporte de peças pelo Centro de Distribuição sem a interferência de operadores, além de sistema de separadores de correias que agilizam a estocagem e a separação de peças.
Outro compromisso que a empresa destaca é a necessidade em atender com agilidade e precisão os clientes de mais de mil pontos de venda na América do Sul. Isso fez com que o Centro de Distribuição de Peças também registrasse um novo recorde de linhas expedidas, despachando o total de 219.000 linhas em dezembro do ano passado.
Desde a sua inauguração, a unidade se responsabiliza por questões ambientais. Todo o material utilizado na construção teve a origem certificada para garantir que a obra não utilizasse elementos predatórios à natureza.
Para os próximos 10 anos do Centro de Distribuição de Peças, a marca afirma que a expectativa é continuar sendo referência em todo o país. “Proporcionar eficiência e o melhor atendimento de pós-venda aos clientes, com toda certeza, é uma das metas que sempre serão o foco da unidade. Desta forma, visamos continuar oferecendo soluções e serviços de qualidade, que agreguem valor à jornada do cliente, sejam eles proprietários de máquinas, equipamentos ou veículos comerciais, aprimorando sua experiência com nossos produtos”, comenta Sergio Cavalheiro, Diretor de Distribuição do CD.
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