Audi retoma produção nacional com a linha Q3

Novos Audi Q3 e Q3 Sportback montados em São José dos Pinhais/PR terão motor 2.0 e tração integral quattro; capacidade produtiva é de 4 mil unidades por ano

A Audi do Brasil anuncia a retomada das operações em sua fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. O anúncio foi realizado nesta quarta-feira (29) em cerimônia realizada na linha de montagem brasileira que reuniu os principais executivos da montadora no país, representantes do Governo Federal e autoridades locais.

Os modelos escolhidos na retomada da fábrica são os novos Audi Q3 e o Audi Q3 Sportback, ambos dotados de motor EA888 2.0 TFSI gasolina de quatro cilindros com injeção direta e turbo compressor, que entrega potência de 231 cv e 340 Nm de torque. Pela primeira vez, a Audi vai produzir no Brasil modelos com a tração integral quattro e a transmissão tiptronic de oito velocidades – esta, presente pela primeira vez em um veículo com motor transversal.

Os veículos serão montados na planta em regime de Semi Knock Down (SKD). Inicialmente, a fábrica terá capacidade produtiva máxima de 4 mil veículos por ano, em dois turnos. Os veículos produzidos serão destinados, inicialmente, apenas ao mercado brasileiro.

A produção do Audi Q3 e Audi Q3 Sportback com motor 2.0 será realizada em uma linha de montagem exclusiva, a mesma que produziu a geração anterior do SUV até 2019. Os modelos chegarão ao Porto de Paranaguá divididos em conjuntos de peças e partes vindos da fábrica de Györ, na Hungria, para a montagem em solo brasileiro.

Audi Q3 e Audi Q3 Sportback nacionais

Os Audi Q3 e Audi Q3 Sportback produzidos no Brasil incorporam a nova linguagem de design da família Q, apresentada no Brasil com o Audi Q8. Na parte frontal um dos principais destaques é a grade Singleframe com desenho octogonal.

O interior complementa o projeto do exterior e segue a tendência dos modelos topo de linha da marca. Assim como nos A6, A7 e Q8, os novos Audi Q3 trazem como elemento central o novo conceito do MMI com display de 8,8” sensível ao toque integrado ao painel, que é inclinado em 10 graus em direção ao motorista. O volante com shift paddles é item de série.

Os bancos traseiros são corrediços de série e podem ser movidos para frente em 150 milímetros na Q3 e 130 milímetros na Q3 Sportback. E o porta-malas tanto no Q3 quanto o Q3 Sportback possuem 530 litros. Com os encostos totalmente rebatidos, o volume salta para 1.525 litros no Q3 e 1.400 litros no Q3 Sportback.

Eaton cita cuidados com câmbios automatizados de pesados

Boas práticas na direção podem evitar o desgaste da embreagem de veículos pesados com câmbios automatizados

Certos comportamentos podem evitar o desgaste da embreagem em caminhões e ônibus com câmbios automatizados. Segundo a Eaton, boas práticas com a direção podem garantir uma duração até três vezes maior do conjunto de embreagem em transmissões automatizadas se comparada a de veículos com câmbios manuais.

A fabricante de câmbios e componentes para transmissão cita três dicas para evitar o desgaste excessivo da embreagem e prolongar sua vida útil:

– Em subidas, mantenha o veículo parado utilizando sempre o pedal do freio e nunca modulando a embreagem com o pedal do acelerador: Usar o pedal do acelerador para manter o veículo parado é um vício muito comum dos motoristas em semáforos e durante o trânsito intenso. Esse comportamento resulta em um aquecimento do disco e desgasta a embreagem de forma prematura – o que diminui sua vida útil e impacta em gastos com a manutenção do veículo. 

Evite arrancadas bruscas em subidas acentuadas: Nessas situações, realize lançamentos suaves e evite pisar no acelerador bruscamente, pois esta ação também impacta na vida útil da embreagem.

Fuja do “acelera e para” em trânsito intenso: No trânsito, o ideal é o motorista diminuir os lançamentos e paradas no trajeto. Caso esse movimento aconteça repetidas vezes, principalmente, em uma posição de rampa, haverá o risco do superaquecimento da embreagem. A dica é esperar o trânsito fluir e depois seguir em frente, claro que mantendo a distância e uma direção segura para si e os demais motoristas ao redor.

Caminhões como o Accelo da Mercedes-Benz e o Delivery V-tronic da Volkswagen Caminhões e Ônibus são dotados de câmbios automatizados EAO-6106 e EAO-6206 6 velocidades e a embreagem 362mm.

O Constellation V-Tronic da VW, Iveco Tector Auto-shift e Tector Coletor são exemplos de aplicações com o câmbio automatizado UltraShift PLUS MHD 10 velocidades e a embreagem 395mm fabricadas pela empresa.

Conforme explica a fabricante, os veículos com transmissões automatizadas Eaton contam com uma função que identifica quando o veículo é exposto a cenários que desgastam a embreagem de maneira excessiva e avisa o motorista por meio de alertas no painel do veículo, para que ele pare com aquela ação. A função monitora a temperatura do disco e conta com dois níveis de alerta: “Embreagem superaquecida” e “Embreagem danificada”

Vibra disponibiliza Diesel Inverno na região Sul

Combustível especial para o inverno é disponibilizado pela Vibra nas modalidades S10 e S500

 

A Vibra, distribuidora dos combustíveis Petrobrás, disponibiliza para seus clientes da região Sul o Diesel Inverno, combustível mais resistente a baixas temperaturas, nas modalidades S10 e S500. Segundo a empresa, em testes realizados, o combustível manteve suas características mesmo com frio intenso, contribuindo para prevenir a formação de cristais de parafina no diesel, evitando o entupimento dos filtros, que pode causar perda de potência e outros impactos no funcionamento do motor.

A tecnologia do Diesel Inverno, conforme descreve a distribuidora, proporciona a redução do Ponto de Entupimento de Filtro a Frio (CFPP), assegurando o desempenho dos motores diesel submetidos a temperaturas de até -10°C.

O produto sazonal é disponibilizado entre os meses de abril a setembro, pode ser utilizado em veículos e demais maquinários movidos a diesel.

“O Diesel Inverno continua respeitando a formulação obrigatória exigida pelo governo, mas está preparado para as temperaturas mais baixas de algumas regiões do Brasil, em especial o Sul. A Vibra cada vez mais investe em inovação para continuar evoluindo o portfólio de produtos, buscando sempre oferecer melhores benefícios para os consumidores. O Diesel Inverno não só mantém a performance como contribui com a durabilidade do motor”, explica Bernardo Kos Winik, Vice-Presidente Executivo de Comercial B2B.

Randon investe em energia renovável no Brasil

Grupo Randon prevê investir, até 2030, R$ 100 milhões em iniciativas para abastecimento das suas unidades industriais no Brasil e no exterior

 

 

O Grupo Randon apresenta ao mercado novo plano de investimentos em geração de energias renováveis para abastecer suas unidades industriais.

A primeira entrega no Brasil, de uma série de projetos em todo o mundo, é uma usina fotovoltaica com cerca de 2,3 mil painéis solares, que ficará instalada no Centro Tecnológico Randon (CTR), em Farroupilha (RS). Ao todo, a companhia projeta o investimento de cerca de R$ 100 milhões até 2030 nessas iniciativas.

A planta em estruturação, que deve ser concluída até dezembro deste ano, está recebendo aportes de cerca de R$ 7,2 milhões. Atenderá 100% da demanda de energia do próprio CTR para os próximos 25 anos.

A iniciativa ainda busca garantir a capacidade instalada no local para o desenvolvimento de projetos voltados para a mobilidade elétrica, possibilitando que todos os veículos desenvolvidos e testados no Centro Tecnológico utilizem energia limpa. Além disso, cerca de 30% da energia gerada também atenderá a área de Expedição da Randon Implementos, localizada no complexo industrial do grupo no bairro Interlagos, em Caxias do Sul (RS).

A RTS Industry, unidade da companhia focada na estruturação de projetos de robotização e automação industrial, será responsável pela entrega e desenvolvimento do modelo em outras unidades das Empresas Randon no Brasil e em outros países.

Na China, já está em execução um projeto de usina fotovoltaica que deve ficar pronto até o fim deste mês. A usina está sendo instalada na unidade da Fras-le, em parceria com o governo chinês. Os painéis vão abastecer 20% da energia da unidade.

“Movimentos como esses que estamos anunciando reforçam nosso propósito e compromisso pela sustentabilidade e pelo desenvolvimento das comunidades onde estamos inseridos, colocando em prática os princípios e estratégias construídos pelas nossas equipes ao redor do mundo”, destaca o Presidente das Empresas Randon, Daniel Randon, que lidera o Comitê de ESG da companhia.

As Empresas Randon e a Fras-le divulgaram durante o evento desta segunda-feira os seus Relatórios de Sustentabilidade 2021. Os documentos trazem os principais aspectos ambientais, sociais, econômicos e de governança para os stakeholders da companhia.

Scania celebra 65 anos no Brasil reforçando compromissos com a descarbonização

Scania inaugura ampliação da fábrica de motores e um novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento no País

A Scania está completando 65 anos no Brasil, localizada em São Bernardo do Campo (SP) desde 1957, quando a empresa ainda carregava o nome Scania-Vabis do Brasil S/A. A fabricante sueca, que desde 2016 vem ampliando sua jornada de sustentabilidade, destaca seu sistema global de produção com a entrega da ampliação de sua Fábrica de Motores e de um novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento. “Operamos como uma extensão da Suécia, nossa casa matriz e temos um produto global, portanto ambas iniciativas consolidam essa estratégia”, afirma Christopher. “Nossas soluções são lançadas primeiro na Europa e depois na América Latina, com um intervalo de seis ou nove meses. De qualquer forma, a plataforma é a mesma, e é possível usar uma cabine produzida no Brasil em um caminhão feito na Suécia, e agora o motor”, ressalta o executivo.

A linha do tempo da Scania no Brasil é marcada por diversos pioneirismos, destaques e lançamentos, desde o caminhão L 75, em 1958, passando pela introdução da direção hidráulica, em 1963, no ônibus B76; a suspensão pneumática no eixo traseiro dos ônibus, em 1968; a chegada dos “Jacarés”, o primeiro ônibus com motor traseiro (BR 115) no ano de 1972.

A inauguração da cabina “cara-chata” com o LK 140 aconteceu em 1974, enquanto o primeiro articulado do país (B 111 RS), veio em 1978. O lançamento do intercooler, em 1983. A transformação do conceito de caminhão com a chegada da Série 3, em 1991, até hoje uma das mais lembradas. A apresentação do chassi 8×2 (1998) são alguns dos destaques.

O ano de 1998 marca ainda a introdução de outras duas novidades no mercado: o freio auxiliar Retarder e a injeção de combustível totalmente eletrônica. Já em 1999, foi a vez da chegada do L94 UB, o primeiro ônibus urbano de piso baixo. Em 2001, dois pioneirismos: a caixa automatizada Opticruise e o ônibus de 15 metros. No mesmo período, um novo jeito de pensar e fazer Serviços, sem precedentes na indústria, é implantado; a nova elevação do patamar de um caminhão, em 2007, com a chegada da família P, G e R, e de ônibus com a Série K, no ano seguinte.

Em 2011, a marca passa a comercializar os motores Euro 5, com a venda dos primeiros ônibus a etanol e o lançamento na América Latina do caminhão movido a este combustível. Em 2015, aconteceu o lançamento do ônibus biarticulado, o primeiro com motor dianteiro. O ano de 2016 foi marcado pela chegada do primeiro ônibus nacional movido a GNV e/ou biometano.

Em 2017, a apresentação dos Serviços Conectados Scania e do revolucionário e pioneiro programa de manutenção com planos flexíveis. Em 2018, veio o lançamento da Nova Geração de Caminhões, que entrega uma economia de combustível de até 20% em comparação à geração anterior. Junto da novidade, foi implementado um novo formato de vendas de soluções de transporte, com base no conceito Tailor Made For Application (TMA), que personaliza ainda mais a experiência do cliente e permite a entrega da solução ideal para a operação de cada cliente.

Além desses investimentos, a Scania inaugura sua Estação de Tratamento de Efluentes. “Praticamos sustentabilidade dentro e fora de casa. Toda nossa operação industrial é pensada de forma a reduzir as emissões de gases de efeito estufa e o uso de recursos naturais. Com esse projeto vamos tratar 72 milhões de litros de água por ano e consequentemente vamos ter 85% da água consumida oriunda de reuso” explica. Segundo Podgorski, as ações estão dentro do ciclo de investimento (2021-2024) no montante de R$1,4 bilhão, recurso dedicado à atualização e modernização do parque industrial e desenvolvimento de tecnologias alternativas.

Pronta para o Proconve 8

A partir de 2023 já está valendo no Brasil a etapa P8 do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), equivalente à tecnologia Euro 6, vigente na Europa desde 2014. Os motores a gás e biometano da Scania, tecnicamente, já atendem aos níveis de emissões de poluentes do Proconve P8 (Euro 6).

Os novos motores atenderão inicialmente os mercados de exportação. As demais regiões na América Latina, inclusive o Brasil, também serão contempladas gradativamente, conforme a estratégia de implementação da solução de cada mercado.

Jornada da sustentabilidade

Desde 2016 a Scania começou uma jornada em direção a um ecossistema de transporte e logística mais sustentável. Em 2020 se tornou a primeira fabricante de veículos comerciais do mundo a ter suas metas climáticas aprovadas pela Science Based Targets initiative (SBTi), definindo, com base nos dados de 2015, foram estabelecidas duas metas até 2025: reduzir em 50% a emissão de gases de efeito estufa das operações industriais e comerciais do grupo, com foco nos Escopos 1 (emissões próprias) e 2 (emissões da energia adquirida); e reduzir em 20% as emissões de carbono equivalente na frota circulante (ônibus e caminhões produzidos pela empresa que rodam nas mãos de terceiros), com foco no Escopo 3 (emissões indiretas).

Em 2021, a empresa anunciou globalmente a adesão à iniciativa Climate Pledge, liderada pela Amazon e a Global Optimism, com o compromisso de ser carbono neutro até 2040 (net zero), 10 anos antes das metas estabelecidas no Acordo de Paris.

“Para alcançar metas tão urgentes, o ciclo de investimento de R$1,4 bilhão (2021-2024) tem viabilizado a atualização e modernização do parque industrial da Scania, a implementação da nova plataforma de motores, assim como projetos ligados ao desenvolvimento de tecnologias alternativas. Construímos um novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, a nossa própria Estação de Tratamento de Água e uma nova Fábrica de Motores, que será inaugurada em outubro deste ano”, conta Podgorski.

Tecnologia elétrica em teste

Outra grande novidade que marca os 65 anos da Scania no Brasil é a presença de dois veículos elétricos na planta de São Bernardo do Campo, para testes. Um ônibus movido a bateria elétrica (BEV), que está sendo usado unicamente pela equipe de engenharia nacional e funciona como uma espécie de ônibus-escola. “O Brasil sempre foi um importante laboratório para nossos produtos. E o elétrico será uma grande oportunidade de aprendizagem para ajudar a adaptar esta tecnologia às condições da América Latina e ainda desenvolver competência dentro e fora da Scania.”, conta Christopher. O ônibus protótipo passa por testes, ajustes e adaptações às condições climáticas severas e topografia brasileiras.

Um caminhão elétrico também será usado por equipes brasileiras para testes semelhantes. “Nossa jornada pela descarbonização passa por várias fases e enquanto algumas tecnologias já estão em circulação no Brasil, como o biometano, outras que já são realidade na Europa estão em fase de estudos e passam por testes por aqui. Completar 65 anos com uma performance tão arrojada em inovação e tecnologia é um orgulho para nós e queremos que seja um incentivo para os nossos colaboradores”, afirma Podgorski.  “Temos um objetivo claro que é o de ampliar o conhecimento sobre a eletrificação dos veículos pesados”, conclui.

Transformação por meio da arte

Para marcar os 65 anos da Scania no Brasil de um jeito colorido, lúdico e inspirador, e como forma de presentear a cidade e população de São Bernardo do Campo, a Scania Latin America está produzindo uma intervenção artística nos muros de sua planta.

Uma galeria de arte em grafite está sendo desenvolvida pelo artista Helder Holiveira e os parceiros do coletivo de artes visuais OS TRÊS (@osxtres), Adriano Bizonho e Gelson Salvador.  “Com essa iniciativa queremos integrar nosso propósito de tornar o mundo mais sustentável com a cidade de São Bernardo do Campo. E escolhemos a arte para isso, pois acreditamos que ela é uma ferramenta poderosa de transformação e inclusão. Vamos criar uma galeria de arte a céu aberto com grafites coloridos. Dois dos muros serão assinados pelo artista local Helder Holiveira e o terceiro será fruto de uma ação social para formação de jovens em situação de vulnerabilidade”, diz Patricia Acioli, responsável por Relações Corporativas da Scania Latin America.

O primeiro espaço já está pronto e fica no muro da Estação de Tratamento de Água da Scania, ao lado da portaria 9, na Av. José Odorizzi. Em aproximadamente 600 metros quadrados, os desenhos feitos pelos artistas grafiteiros convidam os visitantes a pensar a sustentabilidade, o cuidado com o planeta, o mundo e as pessoas, a partir de uma pequena história que tem como ponto de partida os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Nakata promove checagem gratuita de amortecedores em julho

Auto Stop Nakata faz avaliação de amortecedores para proprietários de automóveis em cinco cidades de diferentes Estados do Brasil

A Nakata, fabricante de autopeças com amplo portfólio de componentes para suspensão, transmissão, freios e motor, promoverá avaliação gratuita de amortecedores, componentes fundamentais para garantir a segurança dos ocupantes do veículo, em cinco estados no mês de julho. A ação Auto Stop Nakata no mês de julho, inicia, no dia 1º de julho, na cidade de Campos Goytacazes, no Rio de Janeiro, depois segue para Campinas, em São Paulo, nos dias, 15 e 16, no Centro Automotivo Sesso.

Nos dia 22 e 23 de julho, acontece no Centro Automotivo Porto Seguro, em Teresina, Piauí. Dias 29 e 30 de julho, segue para a cidade de Mombaça, no Ceará, na Autopeças Guaxinim, e para Poços de Caldas, em Minais Gerais, quando a avaliação será feita no centro automotivo Grand Pneus.

A avaliação é feita com máquina shocktester, que submete o conjunto de componentes a variações de baixa, média e alta frequência, por meio de simulações automáticas de variados tipos de solos. Ao final do exame, o proprietário, recebe o relatório com o resultado.

Entre os sinais de desgaste dos amortecedores estão: vazamento de óleo, redução do contato dos pneus com o solo, balanço em excesso após arrancadas ou frenagens e vibrações e ruídos da suspensão. A recomendação da Nakata é, após 40 mil km, avaliar as condições do sistema de suspensão a cada 10 mil km.

 

SERVIÇO:
Data: 1º de julho, das 08h às 17h
Local: Atacarejo União
Av. Senador Tarcísio Miranda, 726, 732
Campos dos Goytacazes/RJ

Data: 15 de julho, das 09h às 17h
16 de julho, das 09h às 12h
Local: Centro Automotivo Sesso
Av. Eng. Roberto Mange, 65
Vila Marieta – Campinas/SP

Data: 22 de julho, das 09h às 17h
23 de julho, das 08h às 13h
Local: Centro Automotivo Porto Seguro
Des. João Pereira, 3765
Santa Isabel – Teresina/PI

Data: 29 de julho, das 09h às 17h
30 de julho, das 08h às 13h
Local: Autopeças Guaxinim
Jaime Benevides, 136
Centro – Mombaça/CE

Data: 29 de julho, das 09h às 17h
30 de julho, das 08h às 12h
Local : Grand Pneus Centro Automotivo
Av. João Pinheiro, 777
Campo da Mogiana, Poços de Caldas/MG

NGK alerta para manutenção do carro com a chegada do inverno

Mecânicos devem alertar proprietários para os riscos da inversão térmica, fenômeno climático que agrava as doenças respiratórias, e para a manutenção preventiva dos sistemas de injeção e ignição

A NGK, multinacional japonesa especialista em peças para sistemas de ignição, alerta o motorista para a importância de manter em dia a revisão do veículo principalmente quando o assunto é ignição em épocas de temperaturas baixas. Com a chegada do inverno, as grandes cidades registram a inversão térmica, fenômeno climático que aumenta a concentração de poluentes e, por consequência, agrava as doenças respiratórias.

Segundo Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK, o condutor deve redobrar a atenção com o carro para além do consumo de combustível, que figura entre os principais motivos para as avaliações em oficina. “O motorista precisa se preocupar com o controle dos níveis de emissões, que também está associado ao consumo de combustível, a fim de proteger o meio ambiente e a saúde”, afirma.

Nessa tarefa, um componente fundamental é a sonda lambda, também conhecida como sensor de oxigênio, cuja função é manter a mistura de ar-combustível em proporção correta para assegurar a eficiência do catalisador, contribuindo para a redução dos níveis de emissões de poluentes. “Trata-se de uma peça que trabalha em condições bastante difíceis dentro do tubo de escapamento, sendo exposta a altas temperaturas e gases provenientes da combustão do motor”, explica Mori.

De acordo com o consultor de Assistência Técnica da NGK, a sonda lambda possui uma vida útil elevada – a depender das condições de trabalho pode ultrapassar os 90 mil quilômetros rodados, porém o uso de combustível de baixa qualidade pode danificar o componente. “Portanto, recomenda-se que o motorista leve o carro a uma oficina de confiança para verificar o funcionamento do sensor de oxigênio uma vez por ano ou a cada 30 mil quilômetros”, orienta.

Cuidados essenciais com o veículo nesta época também incluem as velas, responsáveis por gerar a centelha (faísca) que irá queimar o combustível. “Velas com vida útil ultrapassada ou excesso de desgaste reduzem a performance do veículo e dificultam a partida”, destaca o consultor de Assistência Técnica da NGK. Além disso, é fundamental verificar o estado de componentes como a bateria, o sistema de carga – alternador, o motor de partida, o sistema de injeção, e o sistema de partida a frio. “É importante que o motorista solicite ao seu mecânico de confiança uma avaliação completa do sistema de partida, independentemente do combustível utilizado, para evitar futuros transtornos”, conclui Mori.

Outro ponto é o tanque auxiliar de partida. Presente na frota brasileira desde os anos 1980, com a entrada dos veículos a etanol, o tanque auxiliar de partida dispõe de um reservatório destinado à gasolina, que é injetada no motor com a função de melhorar a partida do carro. De acordo com Hiromori Mori, a gasolina injetada no motor vaporiza mais facilmente, auxiliando o motor a partir quando está frio. “Em dias frios, o motorista deve abastecer o tanquinho com gasolina, preferencialmente a aditivada, que previne a formação de resíduos. Também deve evitar que o dispositivo fique vazio, o que poderia danificar a bomba elétrica que alimenta o sistema, além de dificultar a partida”, orienta Mori. Ainda é essencial checar a ausência de vazamentos no sistema e o estado do combustível, que deve ser trocado após longo período, uma vez que a gasolina envelhecida, além de favorecer a formação de resíduo, tem a sua queima dificultada.

Já em veículo com sistema de pré-aquecimento, solução que visa aquecer o etanol no momento da partida e dispensa o tanque auxiliar, o condutor deve aguardar as luzes da injeção do painel apagarem para assegurar que o sistema está pronto para a partida. “Cada sistema tem um tempo de aquecimento pré-estabelecido que pode variar de veículo para veículo. Partir o motor com o combustível ainda frio irá dificultar a partida”, explica Mori.

Já em motores com injeção direta, o combustível é injetado em alta pressão no motor, o que dispensa o uso do sistema de pré-aquecimento ou do tanque auxiliar para dar a partida no veículo a etanol com temperaturas baixas. Hiromori explica que a elevada pressão do sistema de injeção já favorece a vaporização e a atomização do etanol. “Desse modo, a formação de combustível líquido é muito reduzida, o que também facilita a partida do motor”, aponta.

Mecânicos mobilizam o setor em campanha nacional de doação de sangue

Oficina mecânica em São Paulo/SP será ponto de doação de sangue na próxima quinta, 30 de junho

Com o tema “O sangue é nosso combustível”, um grupo de mecânicos de São Paulo tem mobilizado todo o setor da reparação para apoiar a campanha de doação de sangue nos hemocentros de suas cidades. No ano passado, o primeiro da campanha, foram arrecadadas 1.500 bolsas de sangue pelo País em cinco dias de campanha. O objetivo este ano é chegar a 5 mil bolsas.

No dia 30/06, a Oficina Doctor American Car, oficina localizada na Vila Maria, em São Paulo, abrirá suas portas das 8h30 às 13h30 como posto de coleta. Profissionais do hemocentro montarão toda a estrutura para quem quiser doar possa ir até a oficina e fazer sua contribuição.

Para fazer parte, basta dirigir-se entre os dias 27/06 e 01/07 ao hemocentro mais próximo de sua cidade, fazer a doação e informar ao local que é do setor de manutenção automotiva e postar na rede social uma foto ou vídeo com a hashtag #SouDoSetorSouDoador.

Para cidades da capital de São Paulo e outras atendidas pela Pró-Sangue (Botucatu, São José do Rio Preto, Campinas, Marília, Tupã, Dracena, Ribeirão Preto, Piracicaba, Sumaré) os interessados podem agendar sua doação acessando o site da Fundação Pró-Sangue (http://www.prosangue.sp.gov.br) e na coleta avisar que faz parte da campanha #soudosetorsoudoador que as coletas serão contabilizadas para o setor automotivo também.

SERVIÇO:

Campanha “O sangue é nosso combustível” – #SouDoSetorSouDoador
Todos os hemocentros do Brasil e Fundação Pró-sangue

Posto de coleta no dia 30/06
Oficina Doctor American Car – das 8h30 às 13h30
Endereço: Av. Guilherme Cotching, 804 – Vila Maria, São Paulo/SP

Posto de coleta de 27/06 a 01/07
Qualquer hemocentro mais próximo:
Para consultar a lista, basta acessar o site oficial: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/doacao-de-sangue/hemocentros-no-brasil
Na Fundação Pró-Sangue: http://www.prosangue.sp.gov.br

Great Wall apresenta tecnologia híbrida que usará no Brasil

Haval H6

Tecnologia que oferece até 200 km de autonomia elétrica e até 483 cv equipará os veículos que a Great Wall irá lançar a partir do final do ano

 

A GWM Brasil, mais conhecida como Great Wall, apresentou sua tecnologia híbrida batizada de DHT (Dedicated Hybrid Technology), que irá equipar os veículos da marca a serem lançados no Brasil a partir do fim deste ano.

Essa tecnologia será aplicado à plataforma LMN e consiste em um motor 1.5 turbo, com dupla motorização elétrica (chamada de Dual Motor) e um par de engrenagens fixas que conectam o motor a combustão às rodas. De acordo com a empresa, o Dual Motor tem três funções: transmitir o movimento diretamente para as rodas, recarregar a bateria do conjunto híbrido e, em condições de alta demanda de torque, auxiliar o motor a combustão gerando torque adicional.

“Enquanto em um veículo híbrido convencional o motor elétrico serve apenas como suporte ao motor a combustão, no sistema DHT GWM é a motorização elétrica que é o personagem principal, deixado o motor a combustão apenas como apoio quando for necessário”, afirma Oswaldo Ramos, Chief Commercial Officer da GWM Brasil.

Além disso, no lugar de um câmbio tradicional com diversas marchas, o conjunto DHT emprega apenas duas engrenagens. Uma é destinada ao uso em altas velocidades, enquanto a outra atua em médias velocidades. Já em baixas velocidades, o sistema privilegia a condução com a motorização elétrica, que também pode atuar em algumas situações de médias velocidades. Outro destaque é o uso do motor a combustão como gerador, recarregando a bateria.

A Great Wall destaca benefícios como melhor desempenho mantendo o baixo consumo de combustível, podendo render até 483 cv de potência e 77,7 kgfm de torque, com acelerações de 0 a 100 km/h em até 4,8 segundos. Seu tamanho compacto também é uma vantagem, ajudando na redução de peso, além de oferecer baixo nível de ruído e vibração graças à transmissão com apenas duas marchas.

No modo totalmente elétrico, a fabricante reforça que o sistema permite atingir velocidade máxima de 140 km/h e até 200 km de autonomia, no caso da versão plug-in.

São possíveis três versões de modelos híbridos: híbridos convencionais (HEV), híbridos plug-in (PHEV) e híbridos plug-in com um motor elétrico extra no eixo traseiro (PHEV P4). O primeiro adota o motor 1.5 turbo e um Dual Motor, podendo entregar entre 243 cv a 393 cv e torque de 54 kgfm a 58,1 kgfm. Já o PHEV traz a mesma configuração, mas com uma bateria maior, que possibilita uma autonomia elétrica de até 200 km. Por fim, o PHEV P4 acrescenta um motor elétrico extra no eixo traseiro, resultando em uma potência máxima entre 393 cv e 483 cv e torque de 77,7 kgfm, com até 180 km de autonomia elétrica.

ZF destaca tecnologias para chassi de veículos comerciais

ZF e-comp

Componentes de chassi para caminhões e ônibus da ZF incluem controladores de suspensão pneumática e compressores elétricos de ar

 

A ZF fornece diversos componentes de chassi para caminhões e ônibus, em projetos desenvolvidos pela Divisão de Soluções para Veículos Comerciais da empresa, criada neste ano após a aquisição da WABCO em 2020. Nessa linha de produtos estão controladores de suspensão pneumática e compressores elétricos de ar de última geração.

“O E-comp é um produto prodígio do nosso portfólio nessa área, que já está sendo usado por empresas no País e trazendo ótimos resultados de performance”, afirma Silvio Furtado, Diretor de Soluções para Veículos Comerciais e Tecnologia Industrial na ZF América do Sul. “Além disso, temos um amplo domínio no mercado de compressores tradicionais no Brasil. São pouquíssimos os caminhões que não usam ZF”, completa.

Há ainda uma grande variedade de amortecedores. “Para atender as necessidades dos frotistas, a engenharia da ZF projetou um amortecedor específico para dar mais equilíbrio à operação dos veículos de carga. Ele opera de maneira inteligente, a partir do trabalho de sensores, dando estabilidade para os caminhões, mesmo em estradas irregulares. O produto já está em produção na Europa, Ásia e América do Norte. No Brasil, existem veículos atualmente em testes”, explica o especialista.

Por aqui no Brasil, a empresa já trabalha com os amortecedores Air Spring, que conseguem ler mecanicamente o tipo de estrada que o caminhão está percorrendo, sendo usados por caminhões pesados e ônibus top de linha, além de terem aplicação entre o chassi e a cabine e também entre o chassi e os eixos.

Por fim, a ZF disponibiliza soluções sob medida, como os sistemas de suspensão que se adequam especificamente a determinado modelo de caminhão ou ônibus. Um exemplo é o componente ECAS de controle eletrônico da suspensão pneumática, permitindo que o veículo fique constantemente nivelado em relação ao solo, além de oferecer rebaixamento da carroçaria para minimizar impactos das irregularidades da via.

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