Vídeos apresentam relatos emocionantes de profissionais das oficinas
Foto: ZF Aftermarket/Divulgação
Para homenagear os mecânicos, a ZF Aftermarket fez um vídeo especial no Dia do Mecânico, que é comemorado hoje, dia 20 de dezembro. A peça cinematográfica é intitulada “Orgulho na Pele” e compartilha a experiência de três profissionais das oficinas. Veja o vídeo.
Michael Keller, proprietário da Oficina MLK, José Evangelista, dono da Oficina Zelito e Priscilla Kozel, sua filha e idealizadora da Oficina de Menina, contaram com emoção suas histórias, que têm em seus braços tatuagens personalizadas, demonstrando a sua paixão pela profissão.
Foto: ZF Aftermarket/Divulgação
“Ser mecânico tem um propósito grandioso”, disse José Evangelista, que deixou de ser técnico eletrônico para atuar como mecânico, inspirando sua filha Priscilla a criar sua própria oficina, anos mais tarde. Ela cresceu dentro da oficina do pai e recebeu todo o incentivo da família para ter seu próprio negócio na área, sendo mãe e mulher e mesmo passando por momentos de preconceito ao longo da sua trajetória. Em seu relato, Michael Keller relata que encontrou na profissão de mecânico a paixão que move sua vida.
Para Fernanda Giacon, Gerente Sênior de Comunicação, Excelência Comercial, Clientes e Estratégia da ZF América do Sul “as histórias contadas nos vídeos emocionam e são apenas uma pequena amostra da importância dessa profissão. Afinal, temos mais de 300 mil mecânicos no Brasil e é justamente essa paixão e dedicação que move o setor de mecânica no país”.
Hoje, é uma data que destaca a grande importância dessa profissão para a sociedade e a indústria, diz a empresa
Foto: Delphi/Divulgação
Hoje, dia 20 de dezembro é celebrado o Dia do Mecânico. Por isso, a Delphi homenageia os profissionais desse segmento. De acordo com comunicado enviado pela empresa. “celebramos o Dia do Mecânico, uma data que destaca a grande importância dessa profissão para a sociedade e a indústria automotiva. Os mecânicos desempenham um papel fundamental, seja reparando um motor, realizando a manutenção preventiva ou solucionando problemas complexos, garantindo o bom funcionamento dos veículos que são essenciais para o nosso dia a dia”, destacou a Delphi.
O vice-presidente de Aftermarket para a América do Sul, Amaury Oliveira, resume o sentimento que une a marca a todos eles: “Os mecânicos são exemplos de empreendedorismo, superação e paixão pelo que fazem. Eles trabalham todos os dias para garantir a segurança e o conforto dos motoristas e mostram que a paixão pela mecânica é um elo inquebrável que une gerações. Estamos orgulhosos em fazer parte de suas histórias e comemorar o Dia do Mecânico”.
Tradição de família A Delphi ainda homenageou uma família de mecânicos brasileiro. Edilson Alves, patriarca da família, iniciou como mecânico aos 15 anos de idade, depois que sua mãe, também mecânica, o presenteou com um jogo de ferramentas e começou a ensiná-lo sobre o funcionamento dos motores. Assim como aprendeu a profissão com sua mãe, ele decidiu que, quando tivesse um filho, o guiaria na mesma jornada. Anos depois, já casado, abriu sua própria oficina. “Foi um risco, mas eu tinha confiança no meu trabalho e nos meus clientes”, afirma.
O filho de Edilson, chamado Edson José Alves, também seguiu o caminho do pai. Ao longo do tempo, desenvolveu uma notável habilidade para identificar problemas mecânicos através do tato, uma vez que é deficiente auditivo desde o nascimento. Ele recorda: “Meu pai guiava minha mão pelo motor, permitindo que eu sentisse as vibrações do cabeçote e detectasse qualquer irregularidade. Ao encontrar o problema, recebia os parabéns e a admiração dele por essa habilidade”.
Claro, a tradição da família não para por aí, pois Ana Clara Alves, neta de Edilson, já está aprendendo tudo sobre mecânica automotiva. “Transmiti para ele o que carregava dentro de mim, e agora ele está fazendo algo maravilhoso ao ensinar mecânica para a filha”, disse Edilson.
“A história da família Alves é um testemunho da paixão que transcende barreiras. E, ao mergulhar em sua história, testemunhamos a verdadeira essência dessa paixão. Desde Edilson até sua neta, Ana Clara, a mecânica é mais do que uma profissão; é um legado, um ciclo completo de amor e conhecimento compartilhado”, conclui Oliveira.
Crescimento da profissão
De acordo com dados obtidos pela Central de Inteligência Automotiva – CINAU, o número de mecânicos cresceu 4,88% no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Com isso, esses dados mostram que o aumento de profissionais acompanha o crescimento da frota de veículos em circulação no país.
artigo por Fernando Landulfo fotos Arquivo O Mecânico
Tentar prever os próximos dias, meses e anos dos carros e, também, das oficinas tem gerado muitas dúvidas dos mecânicos, que terão que lidar com novas tecnologias que já estão no horizonte
O desenvolvimento da tecnologia da informação e da inteligência artificial, somados às restrições sociais da pandemia de COVID 19 tem gerado muita insegurança profissional nas mais diversas categorias. Inclusive a do “Guerreiro das Oficinas”. Sobretudo quando se fala na crescente eletrificação dos veículos.
Pergunta como: “qual será o futuro da minha profissão?” tem se tornado mais frequente e, também, tem tirado o sono de muitos profissionais. Paranóia ou uma dúvida muito bem fundamentada? Pois bem, até poucos anos atrás, quem poderia imaginar que consultas médicas por chamadas de vídeo, bibliotecas virtuais contendo quase tudo sobre todos os assuntos, home office e serviços de autoatendimento ao vivo, seriam parte do nosso cotidiano? Quase ninguém. Falar sobre isso era motivo de chacota por parte dos mais incrédulos.
Só que no mundo do futuro (Os Jetsons – 2020), criado por Willian Hanna e Joseph Barbera, no final dos anos 60, isso era realidade. Coincidência ou uma assombrosa previsão do futuro dos seus criadores? Talvez nunca saibamos. O que podemos dizer é que tudo isso são ferramentas tecnológicas poderosas, que muito de bom tem a oferecer.
No entanto, essas novidades geram alguma insegurança nos profissionais mais maduros. Incompetência profissional? De jeito nenhum! Trata-se de algo totalmente natural. Afinal de contas: todo mundo tem “algum medo” de mudanças. Só que as mudanças são inevitáveis. E a adaptação a elas é requisito para a sobrevivência (Lei de Darwin). Além disso, as mudanças são um incentivo à evolução: nos obriga a sair da zona de conforto.
“Estar de bem com a vida e confortável com aquilo que nos acontece no dia a dia é maravilhoso. Mas situações novas acontecem quase que diariamente e, por isso, é preciso sair da zona de conforto. Pode ser difícil, principalmente no início, mas reconhecer que uma situação é desconfortável pode ser o começo para a aprender a lidar com ela sem sofrimentos.” [1].
Dando uma “olhadinha” mais de perto no universo do mecânico. Vamos lembrar que o surgimento da eletrônica embarcada, mais ou menos uns 35 anos atrás, causou o maior alvoroço (pânico) no mercado da reparação. Muitos profissionais imaginaram que iriam perder os seus negócios num curtíssimo espaço de tempo (meses ou semanas): “Nossa profissão acabou. Consertar carro virou coisa de eletricista: algo que eu não sei e não vou conseguir aprender a fazer”.
E por medo investiram o que podiam e o que não podiam em equipamentos e treinamentos caríssimos (na época). Recursos esses imprescindíveis para a reparação da nova tecnologia. Mas que por acomodação natural do mercado, só viriam a ser efetivamente utilizados, no dia a dia da oficina, quase 2 anos depois.
Além do mais, alguns desses treinamentos precisaram ser refeitos (o que não se pratica se esquece). Isso sem falar no estresse. Todavia, é claro que , quem fez esse “sacrifício” desfrutou das vantagens oriundas do pioneirismo.
D’Angelo [2] exalta o pioneirismo, classificando-o como um poderoso gerador de lucros superiores. Algo que a realidade do mercado acabou por comprovar. Já outros mecânicos adotaram uma postura mais “conservadora” (pé atrás):
Leram as justificativas de implantação das “novidades” : legislação ambiental (PROCONVE) e de segurança veicular do Brasil, Normas técnicas, etc.
Consultaram os lançamentos das montadoras e as estatísticas da ANFAVEA (produção e as projeções de crescimento dos novos veículos equipados com essas novidades).
Consultaram os prazos de garantia oferecidos pelas montadoras a esses novos veículos.
Estimaram quando iriam efetivamente começar a receber esses novos veículos na oficina.
E, por fim, fizeram um plano de investimento em equipamentos e treinamentos: estar pronto para trabalhar quando os primeiros carros adentrassem a porta da oficina. Na velocidade que julgaram adequada ao tamanho do seu negócio. velocidade. Assim como os “pioneiros”, sobreviveram à mudança, obtendo sucesso e lucro (dentro das suas respectivas capacidades).
Nos últimos 20 anos, mais inovações foram inseridas nos veículos. Porém, numa velocidade que permitiu aos “Guerreiros das Oficinas” adequar tecnicamente a sua oficina e reciclar a equipe sem grandes impactos. Contudo, agora entre em evidência um novo advento: A Eletrificação
Que vem ocorrendo mundialmente nos últimos 15 anos, em maior ou menor grau dependendo do país. No entanto, provocou um novo “choque” no mercado da reparação, pois inseriu algo totalmente novo para o mecânico de automóveis, caminhões, ônibus e motocicletas: A TRAÇÃO ELÉTRICA, suas variantes e acessórios:
Veículos híbridos e seus diferentes tipos e modelos,
Veículos 100% elétricos,
Freio regenerativo,
Baterias de alta capacidade,
Linhas de alimentação de
alta potência.
Uma novidade absoluta? Nem tanto.
Basta lembrar de alguns exemplares não tão sofisticados:
Ônibus elétricos (trólebus).
Empilhadeiras elétricas.
Modismo passageiro? De forma alguma! A eletrificação veio para ficar. Estatísticas e previsões de produção da China e de vários países europeus. Como já dito anteriormente, o que vai variar é a velocidade de implantação (crescimento da frota) de país para país, diretamente ligada a:
Capacidade de compra da população local desses novos veículos.
Custos de manutenção versus capacidade de compra da população local.
Custo local dos combustíveis.
Disponibilidade de energia elétrica do país.
Interesses nacionais (do país).
Na China, a participação dos VEs – Veículos Elétricos no mercado em base mensal saltou de 7,2% em janeiro para cerca de 20% em dezembro do ano passado. A meta oficial do governo é uma participação de 20% nas vendas do ano inteiro em 2025.” [3]. Na Europa, as vendas de carros elétricos aumentaram quase 70% em 2021 para 2,3 milhões [3].
Já para o Brasil, de acordo com o presidente ANFAVEA [4], os veículos elétricos e híbridos corresponderam, em 2021, 1,8% do mix de vendas de veículos leves (p. 13). No entanto, pode-se observar um crescimento de 66,2% na quantidade de veículos elétricos licenciados entre 2019 e 2020. Já entre os anos de 2020 e 2021 esse aumento foi de 76,9% [4, p. 52].
Contudo, há uma previsão de que esse número atinja entre 12% e 22% (432.000 veículos num cenário conservador) em 2030 e 32% a 65% (1.300.000 veículos num cenário conservador) em 2035 [4, p. 13].
E onde o mecânico entra nisso?
Como já dito tantas outras vezes, em diversas ocasiões: esses veículos, continuam tendo partes mecânicas, elétricas e eletrônicas vão: se desgastar, quebrar e dar defeito. E quem é que
vai consertá-los?
O “Guerreiro das Oficinas” é claro! Quem mais seria?
Sem sombra de dúvidas que para lidar com essa “nova tecnologia” o “Guerreiro das Oficinas” precisa, mais uma vez, adquirir novos equipamentos e aprender coisas novas. Principalmente no que diz respeito à segurança.
Acostumado a trabalhar, por décadas, com baixas potências elétricas, nos veículos movidos apenas à combustão, o mecânico agora se depara com “grossos” condutores elétricos que transportam altas e letais potências da (s) “cara (s)” e delicada (s) bateria (s) ao (s) poderoso (s) motor (es) elétrico (s).
Trata-se de um impacto parecido com aquele que ocorreu no início dos anos 90, quando a eletrônica embarcada surgiu nos primeiros automóveis. Só que agora com um agravante: a letalidade. Assim como ocorreu no passado, o investimento em treinamento e equipamentos é mandatório para quem quer atuar com esse tipo de veículo.
E não importa o subsistema: motor, transmissão, freios ou suspensão. O risco de acidentes existe em praticamente todos eles. O que muda são apenas as consequências. Mas quando fazer isso? Se eu não investir agora vou sair do mercado?
A conclusão de cada um (cada empresa tem uma realidade própria), vai depender de vários fatores. Por exemplo:
Querer e/ou poder se tornar um pioneiro e desfrutar dessa vantagem.
Ter facilidade e/ou disponibilidade de acesso rápido a esses veículos.
Mas uma coisa é certa:
O futuro da profissão daquele que se atualizar está garantido! Trata-se de um mercado promissor que está pleno
em crescimento.
Referências:
[1] https://www.mensagenscomamor.com/lidando-com-o-novo. Acesso em 31/03/2023.
[2] D’ANGELO, Andre Cauduro. Pioneirismo, Vantangens do Pioneirismo e Administração de Marketing. Revista de Ciências da Administração, v.5, n.9, jan/jul 2003.
[3] MACHADO, Nayara (edição). Os paises que mais venderam carros elétricos em 2021. Diálogos da Transição. EPBR. 2022. Disponível em: https://epbr.com.br/os-paises-que-mais-venderam-carros-eletricos-em-2021/#:~:text=China%2C%20Europa%20e%20Estados%20Unidos%20representam%20cerca%20de%20dois%20ter%C3%A7os,90%25%20das%20vendas%20de%20eletrificados.. Acesso em: 31/03/2023.
[4] ANFAVEA. Anuário da Industria Automobilística Brasileira 2022. Disponível em: https://anfavea.com.br/anuario2022/2022.pdf. Acesso em 01/4/2023.
Último episódio vai ao ar às 19h no YouTube da Revista O Mecânico
Foto: Revista O Mecânico/Divulgação
Tudo começou no dia 23 de outubro com o primeiro episódio da Segunda Temporada do Batalha do Mecânico. De lá para cá, oito participantes foram eliminados, ficando na grande final Giovana Toso e Leandro Silva que decidem hoje (20/12), no Dia do Mecânico, às 19h no YouTube da Revista O Mecânico, a última prova do reality show. Veja a trajetória dos finalistas.
EPISÓDIO 7 – Está chegando a hora! | TEMP 02 | BATALHA DO MECÂNICO
Giovana e Leandro começaram o Batalha do Mecânico na equipe laranja, que foi o time que participou da primeira prova de eliminação, mas eles correram contra o tempo dentro da Loja do Mecânico para permanecerem na disputa. Contudo, depois da primeira prova eles tiveram trajetórias totalmente diferentes.
Foto: Revista O Mecânico/Divulgação
Leandro foi um competidor que conseguiu passar direto nas provas. Já a Giovana foi para todas as provas de eliminação. Agora, os dois guerreiros das oficinas se enfrentam em uma longa prova de diagnóstico e prática, que vale o título de melhor mecânico da Segunda Temporada do Batalha do Mecânico e, também, um prêmio de R$ 20 mil e um Kit Oficina com 82 itens da Loja do Mecânico.
Foto: Revista O Mecânico/Divulgação
Segundo Leandro, estar na final foi um dever cumprido. “Estou com um sentimento de dever cumprido, pois eu vim para chegar até o final”. Por sua vez, Giovana pensou que não chegaria na última prova. “Nas duas últimas provas de eliminação eu tinha absoluta certeza de que eu não iria ficar, uma vez que tive que resolver problemas que eu não faço com frequência. Por isso, eu pensei que eu não iria conseguir, mas deu tudo certo”.
Foto: Revista O Mecânico/Divulgação
Prova Final A Prova Final da Segunda Temporada do Batalha do Mecânico foi patrocinada pela Delphi Technologies e teve como jurado especial Pedro Valêncio, Coordenador Técnico da Delphi, que disse para os finalistas: “Vocês dois são os grandes batalhadores e estar na final requer muita experiência e dedicação. Por isso, a Delphi, que é muito voltada para as oficinas, enxerga no mecânico um dos nossos principais clientes. Desta forma, oferecemos todo o nosso apoio para esses profissionais”.
Foto: Revista O Mecânico/Divulgação
Para a batalha final, os jurados Fernando Landulfo, Guilherme Tonimek e Mingau implantaram três defeitos em um Hyundai HB20, que apenas neste ano teve mais de 79 mil unidades vendidas no Brasil, de acordo com a Fenabrave. O objetivo da prova é realizar o diagnóstico correto, corrigir os erros e fazer o motor do veículo funcionar sem falhas. Para isso, Leandro e Giovana devem achar os três problemas no carro, sendo um no conector do motor de partida, outro no relê da bomba de combustível e, por fim, no plástico obstruindo o fluxo de ar. Além disso, com a intenção de despistar, os jurados colocaram um defeito no conector de ABS, mas isso não influencia no resultado da avaliação do futuro campeão. Ademais, caso um deles precise de um componente, Pedro Valêncio estará de prontidão para vender o equipamento correto para realizar a prova.
Foto: Revista O Mecânico/Divulgação
Os finalistas Giovana Toso, aos 29 anos de idade, trabalhou como gerente de oficina em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Toso começou no ramo automotivo aos 18 anos como revendedora de peças. Já Leandro Silva é de Mairiporã, interior de São Paulo, e tem 38 anos de idade. Silva começou a carreira de mecânico há 8 anos em uma garagem e hoje é proprietário da Lealtec.
Foto: Revista O Mecânico/Divulgação
O Batalha do Mecânico O Batalha do Mecânico é um reality show realizado pela Revista O Mecânico, que teve a primeira temporada em 2019. Após um pequeno hiato, o programa retornou com força total em 2023. Desta vez, 10 mecânicos enfrentaram uma rotina de competição, que testaram a capacidade profissional de cada um para além dos limites do cotidiano das oficinas. Na Batalha, além das habilidades e conhecimento técnico de cada mecânico, foram testadas as aptidões de interação, pensamento lógico e raciocínio rápido, pois as etapas exigiram dos participantes soluções, em que a memória, a capacidade de trabalhar em equipe e as habilidades profissionais fossem aplicadas constantemente em busca do melhor resultado.
O reality show é exibido no canal do YouTube da Revista O Mecânico em oito episódios, sendo que o último vai ao ar hoje (20/12), no Dia do Mecânico, às 19h, que até o momento teve 1.131.500 visualizações no YouTube. Vale lembrar que a pré-estreia da Segunda Temporada do Batalha do Mecânico foi durante o 6º Congresso Brasileiro do Mecânico – CBM 2023, que aconteceu em 21 de outubro deste ano, sendo a estreia no YouTube no dia 23 do mesmo mês.
Empresa agradeceu o crucial papel desses profissionais para o Brasil
Alexandre Parise – Coordenador Técnico KYB do Brasil – Foto: Vídeo KYB/Reprodução
Hoje, dia 20 de dezembro é celebrado o Dia do Mecânico. Por isso, diversas empresas começam a prestar homenagem aos mecânicos brasileiros como a KYB Amortecedores, que divulgou um vídeo especial para os profissionais das oficinas mecânicas. Assista a homenagem.
Além disso, a empresa disse: “Neste Dia do Mecânico, homenageamos os verdadeiros heróis do asfalto, os mecânicos. Seu trabalho habilidoso e essencial garante a eficiência dos veículos que dependemos, proporcionando segurança nas estradas. Agradecemos profundamente a esses talentosos profissionais por seu papel crucial em manter nossas vidas em movimento. Feliz Dia do Mecânico!”, em comunicado do vídeo.
EPISÓDIO 3 – Acabou a brincadeira | TEMP 02 | BATALHA DO MECÂNICO
Vale lembrar que a KYB Amortecedores foi uma das patrocinadoras da Segunda Temporada do Batalha do Mecânico, que termina hoje, quando o último episódio vai ao ar às 19h no canal do YouTube da Revista O Mecânico.
Produtos atendem aos modelos GLB, GLA, A, B e CLA, além do Sentra 2.0 litros
Foto: Fremax/Divulgação
A Fremax lança discos de freio para os modelos Mercedes-Benz GLB, GLA, A, B e CLA e, também, para o Nissan Sentra 2.0 litros.
Os produtos para os veículos da Mercedes estão disponíveis nos códigos BD0217, que são o discos de freio dianteiro, e BD0219, que são o discos traseiro. Já para o carro da Nissan, o código é o BD2136 para discos de freio traseiro sólido e BD2064 para o disco dianteiro.
De acordo com a Fremax, a empresa desenvolve novas tecnologias para os discos de freio que são testados em condições extremas em pistas das principais competições do automobilismo no Brasil, onde há a necessidade de realizar frenagens bruscas em temperaturas elevadas. Essas experiências são estudadas e servem de indicativos e elementos para aperfeiçoamento constante de seu portfólio de produtos.
Entrevistamos seis mecânicos e proprietários de oficinas para entender como os veículos eletrificados são vistos pelos profissionais de manutenção
Por Vitor Lima Fotos Arquivo O Mecânico
Falar sobre eletrificação está cada vez mais comum hoje em dia entre os profissionais do setor automotivo. Por isso, há quem busque informação sobre como funcionam os veículos eletrificados, desde o sistema híbrido, que combina um ou mais motores elétricos com o comum motor a combustão interna, questões de infraestrutura, como locais de carregamento da bateria, investimentos para recarga em casa e em apartamentos, tempo de carregamento, entre outras incertezas.
Em relação ao consumidor, que comprou um veículo eletrificado e, também, compartilha toda experiência da rotina com um carro deste tipo com os amigos, familiares, colegas de trabalho, faz com que algumas ideias sejam solidificadas e surjam outras dúvidas a respeito. Contudo, o grande questionamento é: A eletrificação dos automóveis veio para ficar?
Para responder essa questão, basta olhar o movimento da indústria, que tem cada vez mais produzido veículos eletrificados, o que reflete no aumento das vendas. Segundo a Associação Brasileiro do Veículo Elétrico – ABVE, entre janeiro e outubro deste ano foram emplacadas 67.047 unidades, o que representa um aumento de 73% contra o mesmo período do ano passado, quando foram vendidas 38.663 unidades. Deste modo, esse crescimento já chama a atenção dos mecânicos brasileiros, que neste mês comemoram no dia 20 de dezembro o Dia do Mecânico. Por isso, esse especial da Revista O Mecânico entrevistou seis mecânicos para falarem sobre eletrificação e, também, qual é a visão deles sobre esses tipos de veículos que chegarão às oficinais nos próximos anos.
Camilo Matos – Garagem 85
Aos 16 anos de idade, Camilo Matos começou o seu contato com a mecânica automotiva trabalhando como ajudante de mecânico, em uma oficina localizada no Bairro do Bexiga, na cidade de São Paulo. Hoje, ele é proprietário da oficina Garagem 85, localizada em Guarulhos/SP, especializada nos veículos da Honda. Ele conta que alguns carros que frequentavam a oficina que trabalhava no começo, o ajudaram na paixão pela profissão. “Veículos que ainda frequentavam muito as oficinas da época eram os Alfa Romeo, Opala, Chevette, DKW, Ford Galaxie e Maverick, Dodge, e até alguns Renault Gordini. Foi quando eu me apaixonei ainda mais pela profissão”.
Camilo Matos
O profissional conta a sua visão sobre os veículos eletrificados no mercado e alerta os mecânicos sobre o crescimento dos veículos eletrificados. “Assim como começaram a surgir, ainda nos anos 80, os veículos com injeção eletrônica, o que deixou muitos mecânicos incrédulos, acreditando que ainda se passariam muitos anos até que isso se tornasse uma realidade, hoje muitos dos que não acreditam nesse novo segmento (híbridos e elétricos) devem começar a se preparar para essa nova realidade, pois a tendência é o crescimento desse ‘novo’ mercado”, analisou.
Apesar desse “novo mercado” cada vez mais próximo, muitos mecânicos acreditam que ainda irá demorar para que os eletrificados apareçam nas oficinas independentes, por causa dos maiores tempos de garantia que as montadoras têm oferecido e toda questão de infraestrutura que as concessionárias possuem para trabalhar com esses veículos, como informa Matos. “Acredito que ainda vai levar um tempo para que possam começar a frequentar oficinas fora do serviço em concessionárias, mesmo porque é um tipo de manutenção onde se exige treinamentos e equipamentos diferenciados”.
Carlos Eduardo Farias Vieira – Auto Center Veleiro
A paixão por carros é algo criado, em grande parte das vezes, desde que somos pequenos, o que não foi diferente com o Carlos Eduardo Farias Vieira, mecânico da Auto Center Veleiro, localizada em São Paulo/SP. Carlos, mais conhecido como China, montava e desmontava seus carrinhos e sempre estava de olho em seu pai que trabalhava em uma oficina. Apesar do contato prévio, Carlos conta que a paixão pela mecânica e os motores a combustão surgiu quando foi acompanhar um treino da categoria Speed 1600. “Eu via muitas peças separadas na bancada e depois se tornavam um conjunto de sistemas, funcionando harmoniosamente, aquilo me fascinava”.
Carlos Eduardo Farias Vieira
China começou a trabalhar no meio automotivo em 1994, como ajudante em uma oficina. De lá para cá, ele acumulou diferentes experiências, inclusive em competições de automobilismo, como a Mil Milhas de Interlagos. Também fez parte de diferentes equipes como Sttutgart Porsche, Interlagos Home Car, Jaguar Land Rover, entre outras. Com esse histórico, o mecânico vê a chegada dos veículos eletrificados no mercado como um divisor de águas para a profissão. “A palavra-chave é estudar e se atualizar. O profissional mecânico, sempre teve que se aperfeiçoar para poder trabalhar, claro que existia quem aprende na tentativa de erros e acertos, porém, agora não é mais assim, se não fizer o correto, pode ocorrer uma fatalidade. O profissional que se manter atualizado, irá permanecer no mercado”.
Carlos também apresentou uma perspectiva de manutenção com os sistemas de alta voltagem, pois atualmente, os eletrificados já aparecem nas oficinas para serviços comuns como troca de pastilhas de freio, pneus e reparos de suspensão. “Acredito que a manutenção com os sistemas de alta voltagem e reparos em pacotes de baterias levará ao menos 5 anos, isso se deve a garantia oferecida de 5 a 8 anos pelas montadoras”, disse.
O profissional complementa sua opinião sobre os eletrificados. “Muitas pessoas ainda têm dúvidas se eles vão emplacar de vez no mercado. É a quarta vez que a indústria tenta introduzir os elétricos, mas ainda temos os problemas de tempo de carregamento, peso das baterias e durabilidade, descarte, entre outros”.
Cassio Yassaka – Cassio Serviços Automotivos
Há 40 anos, no ramo automotivo, Cassio Yassaka, proprietário da Cassio Serviços Automotivos, localizada em São Paulo/SP, mescla a sua rotina de trabalho com o aprimoramento de seu conhecimento, o que o permitiu acumular 10 anos de cursos relacionados à mecânica. Também trabalhou por 13 anos como gerente de oficina e há 27 anos montou a própria oficina e continuou a se atualizar. Para Cassio, essa chegada da eletrificação é “uma evolução”. Ele cita que o profissional mecânico está acostumado com evoluções, assim como foi na época da injeção eletrônica em substituição dos carburadores, a questão de gerenciamento de motor, comandos variáveis, entre outras sistemas. “O híbrido, nada mais é uma evolução. Claro, com muito mais eletroeletrônica do que o usual”.
Cassio Yassaka
O mecânico acredita que existe a necessidade de estudo e investimento por parte dos profissionais para que não fiquem defasados. “O grande problema é que, os profissionais ficam muito tempo sem treinamento, sem investir em equipamentos e ficam defasados por muitos anos. Nesse caso, ficará mais difícil absorver essa evolução”. Cassio informa que essa evolução será mais rápida se comparada com a época da injeção eletrônica no país, mas ressalta que nos próximos três a cinco anos, provavelmente, a frota de veículos híbridos ficará entre 50% e 60% do mercado nacional. Todavia, tem uma visão diferente dos 100% elétricos. “Os veículos totalmente elétricos eu acho que vai demorar para vingar no mercado, por causa da infraestrutura do nosso país, dos custos elevados de manutenção e da falta de mão de obra para reparo”.
Para o profissional, muitos proprietários não cuidam, devidamente das manutenções de seus veículos, em específico, com os carros que já ultrapassaram o período de garantia. Esse problema acaba subindo o valor de manutenção do carro, o mecânico acredita que primeiro, esse cenário tem que mudar, além do alto preço de muitos componentes. “As pessoas têm costume de não levar o carro para manutenção, e quando o carro sai da garantia e chega na oficina, o valor fica alto. Já vimos casos de veículos que apenas com uma colisão frontal, onde era necessário a substituição do farol, o preço chegar a 15 mil reais, imagine o preço quando houver algum problema com a bateria desses veículos”.
Edson Roberto de Ávila – Mingau Automobilística
Desde pequeno, Edson Roberto de Ávila, mais conhecido como Mingau, proprietário da Mingau Automobilística, localizada em Suzano/SP, começou o seu contato com o mercado automotivo. Iniciou sua carreira com serviços de funilaria e pintura e adquiriu conhecimento e prática na parte de montagem e desmontagem dos veículos. Com o tempo, passou a administrar esse serviço de montagem e desmontagem em outras oficinas. Em uma delas, criou interesse em aprender sobre motores ao ver um outro profissional trabalhando com um motor no chão. Após adquirir conhecimento e prática com motores, passou a trabalhar em indústrias e até executar serviços de mecânica em uma garagem.
Edson Roberto
Com toda sua experiência e anos no setor automotivo, Mingau entende que o veículo híbrido é autossustentável, pois crê que o etanol é o combustível que menos polui. “A própria energia quando acionado o motor elétrico, é gerada pelo próprio veículo em movimento para os acumuladores. Isso é bacana, eu vejo que esse é o caminho. Sobre os totalmente elétricos, é a quarta vez que estão tentando emplacar esse tipo de veículo. Claro, as tecnologias são diferentes, porém, as perguntas que ficam são as mesmas, para onde irão essas baterias após a sua vida útil? Como é feito para produzir tudo isso? A ideia não é ruim, mas eu me questiono, como eles irão manter tudo isso?”, opinou com questionamentos.
Além dessas dúvidas, Mingau disse que os veículos eletrificados podem aparecer nas oficinas para manutenção de uma maneira natural, conforme os motores de ciclo Otto chegaram ao mercado mundial, porém, alguns pontos podem ser prejudiciais. “Hoje, o valor de um veículo desses é absurdo, informam que irá ficar um valor melhor, mas quando irá acontecer? Sobre as ferramentas, elas existem há anos, mas você só consegue encontrá-las com os profissionais das empresas fornecedoras de energia, pois todos trabalham com alta tensão. O valor de um kit para esse serviço é alto. Se nós não nos atentarmos, haverá um investimento sem parada”. Em homenagem ao dia do mecânico, Edson deixou um recado. “Eu quero parabenizar a todos os profissionais do setor de manutenção automobilística e todos os envolvidos do setor”.
Edualbert Ribeiro – Ridha Centro Automotivo Edualbert Ribeiro, proprietário da Ridha Centro Automotivo, localizada em São Bernardo do Campo/SP, teve sua aproximação no universo da mecânica desde criança, quando ajudava seu pai dentro da oficina. O contato com a manutenção veio aos 16 anos, no qual começou a trabalhar mais com a parte eletrônica do veículo. Edualbert foi aprimorando os conhecimentos com os sistemas elétricos e eletrônicos dos carros, além da mecânica automotiva. O mecânico acredita que os veículos híbridos chegarão com força no mercado brasileiro, mas que os totalmente elétricos podem demorar mais tempo para chegar por aqui. Com isso, o profissional comenta sobre a necessidade de especialização para esses veículos. “A realidade vai chegar. Nós, mecânicos, precisamos nos especializar e correr atrás porque será forte a chegada dos eletrificados, principalmente citando os veículos híbridos”.
Edualbert Ribeiro
No âmbito da manutenção, os veículos totalmente elétricos podem gerar menores custos até determinados períodos, por causa da inexistência do motor a combustão interna, uma vez que componentes de revisão e troca periódica como filtros de óleo, ar e combustível, correias de transmissão, óleo de motor, velas de ignição, entre outros, não são necessários revisões. O que não é o caso dos veículos híbridos, já que unem os motores elétricos com o motor a combustão, porém, ainda existem dúvidas sobre a parte de manutenção do conjunto de baterias de tração, máquina elétrica e componentes desse sistema. Mas calma, para Ribeiro ainda há tempo para buscar treinamentos para manutenção desses veículos. “Em torno de 5 anos, eu acredito que as oficinas estarão cheias de serviço com os híbridos e elétricos, pois os veículos começarão a sair da garantia de fábrica. Eu creio que muitos concessionários irão homologar algumas oficinas e empresas para prestação de serviços a eles. Futuramente, isso será um nicho muito bom para o mecânico, caso ele faça essa fusão, ampliando com uma área diferente, buscando treinamento e ter toda a infraestrutura básica para isso”, informa o profissional.
Maurício Marcelino – Auto Mecânica Louricar Maurício Marcelino, proprietário da Auto Mecânica Louricar LM, iniciou na mecânica ajudando seu pai aos finais de semana com serviços realizados na garagem de casa. Em 1991, seu pai deixou a empresa que trabalhava para dedicar-se exclusivamente a própria oficina. Em meados dos anos 2000, conseguiram adquirir um terreno ao lado da casa para expandir a oficina em espaço e equipamentos mais adequados, colocando em prática todo o investimento em treinamentos que realizava.
Mauricio Marcelino
Maurício conta que acompanha de perto essa transição com os exercícios que alguns alunos da escola do SENAI recebem. “Estou acompanhando os treinamentos na escola SENAI de perto, muitos alunos de concessionária já trabalham exclusivamente em veículos eletrificados. Alguns alunos de oficinas independentes já recebem veículos híbridos”. Mas ele alerta sobre as oficinas que já recebem veículos híbridos e avisa em questão do recebimento dos eletrificados nas oficinas independentes. “Para isso, é necessário que tenha investimento em treinamento, equipamentos de proteção individual e coletivos, e específicos para os testes em alta tensão. Acredito que em larga escala ainda vai demorar um pouco para os eletrificados estarem nas oficinas, mas pode ter certeza, quem está se preparando agora vai ter uma fatia boa do mercado, comparando com a injeção eletrônica quando chegou”.
Além disso, Marcelino conta que se sente orgulhoso dos colaboradores que passaram por sua oficina e, hoje, possuem as próprias empresas. “Já trabalharam conosco alguns colaboradores que entraram sem saber nada e temos muita alegria em dizer que saíram para trabalhar em suas próprias oficinas, em Pernambuco, no Amazonas, em Santo André, em São Paulo e, também, para trabalharem em grandes multinacionais”, disse.
Desgaste nos dentes do pinhão e da coroa podem indicar final da útil do componente
O kit de relação da moto, que também é conhecido como kit de transmissão, é fundamental para o bom desempenho da motocicleta, além de conferir uma pilotagem segurança ao motociclista. Portanto, é importante saber avaliar as condições da coroa, correia e pinhão, que estão no kit.
“Deve ser feita manutenção periodicamente no kit de transmissão, que deve estar além de checado, limpo e lubrificado”, comenta Leandro Leite, Coordenador de Assistência Técnica e Garantia da Nakata, explicando que diversas situações no dia a dia prejudicam a lubrificação, como a poeira, que pode tornar o lubrificante uma graxa abrasiva ou a chuva, que pode removê-lo.
De acordo com Leite, a durabilidade do componente vai depender da qualidade das peças, estilo de pilotagem e condições de vias, limpeza, lubrificação e problemas relacionados a outros componentes e regulagem. Todavia, há indícios que apontam o momento de que está chegando a hora da substituição dessas peças, entre eles, desgaste nos dentes do pinhão e da coroa, corrente frouxa ou escapando e ruídos e trancos durante a condução. “Quanto maior o desgaste dos dentes da coroa, pinhão e pinos centrais de cada gomo, maior será a folga da corrente”, alerta.
Empresa oferece propulsores e acionamentos elétrico como sistemas completos para todos os tipos de veículos vendidos no mundo
Foto: ZF/Divulgação
A ZF informou que produziu mais de 3 milhões de motores elétricos em apenas 18 meses. Segundo a empresa, esses propulsores e acionamentos elétricos equipam veículos de passeio movidos exclusivamente a eletricidade e híbrido plug-in até acionamentos elétricos para veículos comerciais.
“Em apenas 18 meses, a ZF dobrou a produção de motores elétricos de pouco menos de um milhão e meio para três milhões”, explica Roland Hintringer, Head da linha de produtos de motores elétricos da ZF. “Graças ao sistema altamente automatizado e flexível em termos de volume e sistemas modulares, podemos atender nossos clientes globais conforme necessário”, acrescentou o executivo.
Além de celebrar o recorde de produção, a ZF reforçou o anunciou que desenvolverá motor elétrico isento de imã, chamado de motor Síncrono Indutivo-Excitado no Rotor, para produção em massa. Essa tecnologia permite fazer um propulsor compacto com maior densidade de potência e torque. Além disso, a ZF demonstrou recentemente o potencial dos novos desenvolvimentos para maior eficiência e, portanto, ganhos de autonomia em eletromobilidade com o drive modular de 800 volts, batizado de EVSys800.
O protótipo é 35% mais leve que os acionamentos elétricos atuais e reduz as emissões de CO2 na produção e operação em 20%. Tecnologias inovadoras de “Enrolamento trançado’ do motor elétrico”, um novo conceito de gerenciamento térmico e o design compacto tornam possíveis esses grandes avanços na otimização.
Aperto incorreto nas tubulações do sistema de freios pode comprometer o cilindro mestre
Foto: Controil/Divulgação
O cilindro mestre tem a função transmitir a pressão hidráulica para as rodas, fazendo com que os freios funcionem. Por isso, é fundamental ter atenção no momento da manutenção. “O aperto incorreto nas tubulações do sistema de freios pode danificar a própria tubulação e, também, comprometer o cilindro mestre”, afirma revela Vagner Marchiniak, Consultor de Marketing de Produto da Controil.
Portanto, para esse problema não acontecer é fundamental ter atenção ao retirar e montar o cilindro mestre, uma vez que é preciso usar a chave de tubulação apropriada, pois chaves comuns podem estragar as conexões. O reservatório de líquido de freio também não deve ser forçado lateralmente, sob risco de trincar.
Além disso, segundo Marchiniak, é necessário fazer a limpeza do reservatório. Os componentes ainda devem ser lubrificados com o fluido de freio para facilitar a montagem. Também é importante ter atenção à luz indicadora no painel, uma vez que o sistema deve reconhecer o sensor de nível.
Ademais, é recomendável sempre que substituir o líquido de freio, usar o indicado pelo fabricante do veículo, e a cada 10.000 km rodados ou seis meses ou quando observar alguma anormalidade no funcionamento fazer uma revisão no sistema de freio, que é composto com discos de freio, pastilha, pinça de freio, tambor, lona, sapata, servo freio e cilindro mestre.
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