Como verificar o nível do óleo de câmbio – Ford Fusion 2.5

Procedimento deve ser feito de maneira periódica para evitar desgastes precoce do conjunto

Para que a transmissão funcione corretamente e garanta a lubrificação dos componentes internos, o fluido de câmbio precisa estar no nível correto. Assim, a Revista O Mecânico exibe o procedimento de verificação desse óleo do Ford Fusion 2.5.

O guia apresentado é válido para a última geração do Fusion vendida no país, com motor 2.5, fabricados entre 2013 e 2018. Esse propulsor aspirado entrega potência máxima de 175 cv e torque máximo de 24,07 kgfm. A transmissão tem seis marchas e codinome 6F35.

Passo a passo de verificação do nível do fluido

Passo 1: Utilizando o auxílio de um scanner, acompanhe a temperatura do óleo da transmissão, que deve estar na faixa de temperatura entre 85 e 93°C para ter uma medição precisa.

Passo 2: Caso a transmissão ainda não esteja na temperatura recomendada, dirija o veículo até que o fluido atinja a temperatura de medição.

Passo 3: Com o motor ligado, mova lentamente a alavanca de câmbio por todas as posições, fazendo uma breve pausa em cada uma para garantir o engate correto do câmbio.

Passo 4: Deixe o veículo estacionado em uma superfície plana e com o motor funcionando na posição P.

Passo 5: Remova o parafuso M10 (1) ou M20 (2), de acordo com as duas variações de câmbio existentes devido ao ano de fabricação. Para saber se o nível está correto, ele deve pingar de maneira intermitente. Se escorrer constantemente, o nível está muito alto. Se não sair nada, o nível está baixo.

Passo 6: Se o nível do fluido estiver muito baixo, retire a ventilação no tubo de abastecimento de óleo e adicione fluido conforme necessário.

Passo 7: Recoloque o parafuso de inspeção de nível. Caso seja M10, aplique um torque de 8 Nm, se for o parafuso M20, utilize um torque de 35 Nm.

Passo 8: Após a conclusão do procedimento, verifique se há vazamentos de fluido e realize um test-drive para verificar o comportamento da caixa de câmbio.

Por ser uma verificação simples e rápida de ser feita, o mecânico também pode oferecer o serviço de maneira preventiva para determinar a hora de se trocar o óleo da transmissão completamente, ajudando a manter a vida útil da caixa de câmbio.

Mecânico Pro

 

ZF lança flexíveis de freio TRW para veículos comerciais e de passeio

As novidades atendem aos veículos das montadoras Chevrolet, Fiat, Ford, Iveco, Jeep, Kia, Mercedes, Renault, Toyota, Volkswagen e Volvo

A ZF anunciou a ampliação de seu portfólio de para veículos comerciais e de passeio com o lançamento de flexíveis de freio TRW. Os produtos atendem diferentes veículos e marcas. Confira abaixo:

Chevrolet
Tracker (2014 – 2020, eixo dianteiro);
Montana (2004 – 2019, eixo traseiro);
Onix (2020 – 2024, eixos traseiro e dianteiro);
Cruze (2016 – 2017, eixos dianteiros).

Fiat
Argo (a partir de 2017, eixo traseiro);
Fiorino (a partir de 2022, eixo traseiro);
Mobi (a partir de 2017, eixo traseiro);
Grand Siena (anos 2012 – 2021, eixo dianteiro);
Fastback (a partir de 2023, eixo dianteiro);
Strada (a partir de 2020, eixo dianteiro).

Ford
KA (2014 – 2021, eixo traseiro).

Iveco
Daily (2008 – 2018, eixo dianteiro).

Jeep
Compass (a partir de 2017, eixo dianteiro).

Kia
Sportage (2012 – 2025, eixo traseiro).

Mercedes
Sprinter (2000 – 2006, eixo dianteiro).

Renault
Captur (a partir de 2013, eixo dianteiro);
Clio (a partir de 2012, eixo traseiro);
Kwid (a partir de 2018, eixo traseiro e dianteiro).

Toyota
Corolla XRS (2010 – 2018, eixo traseiro).

Volkswagen
Passat (1996 – 2005, eixo traseiro);
Spacefox (2006 – 2010, eixo traseiro);
Nivus (2021 – 2022, eixo dianteiro e traseiro);
CC (2012 – 2017, eixo traseiro);
Jetta (2010 – 2014, eixo dianteiro);
Tiguan (2017 – 2021, eixo dianteiro);
Golf (2013 – 2017, eixo dianteiro).

Volvo
XC60 (2005 – 2011, eixo dianteiro).

Toyota convoca recall por conta de airbag Takata

Marca fará a troca gratuita do equipamento de segurança

A Toyota convoca recall de veículos fabricados entre 2002 e 2017 equipados com airbag Takata. Em comunicado no site, a marca reconhece o defeito: “A Toyota do Brasil convocará uma campanha de recall sempre que tiver conhecimento de algum defeito nos seus produtos, visando garantir a segurança de seus clientes e a qualidade dos produtos e serviços”.

Todavia, a Toyota não informa quais modelos estão envolvidos, diz apenas que recall é: “o maior recall da história automotiva, envolvendo diversas montadoras de automóveis e dezenas de milhões de airbags pelo mundo”. Além disso, a montadora informa que o defeito pode causar ferimentos graves ou até fatais se não forem consertados imediatamente.

Raio X: veja o porquê do Toyota Corolla Hybrid não dar manutenção na oficina

De acordo com a Toyota, a troca será gratuita e rápida. O proprietário pode agendar o conserto diretamente no site da montadora.

Qual é o óleo e filtro corretos para o VW Polo Track, 170 e 200TSI?

Usar itens que atendam as especificações e normas da fabricante é fundamental para a conservação do motor

Para ajudar o mecânico na hora da revisão básica, a Revista O Mecânico mostra os códigos adequados para o óleo e filtro de óleo do Volkswagen Polo em suas diferentes motorizações turbinadas e aspiradas.

De acordo com a versão escolhida, o Polo está disponível com o motor 1.0 MPI aspirado de 84 cv e 10,3 kgfm, motor 1.0 170TSI de 116 cv e 16,8 kgfm, e o 1.4 250TSI de 150 cv e 25,5 kgfm. O câmbio pode ser manual de cinco marchas ou automático de seis velocidades, conforme a versão.

Óleo recomendado motor MPI

Óleo: VW 508 88 5W40

Filtro de óleo: 04E115561AC

Óleo recomendado para o motor 170TSI

Óleo: VW 508 88 5W40

Filtro de óleo: 04E115561T

Óleo recomendado para o motor 250TSI (GTS)

Óleo: VW 508 88 5W40

Filtro de óleo: 04E115561T

É essencial a utilização do óleo lubrificante correto, para prevenir o desgaste prematuro dos componentes do motor. Também, substituir o filtro de óleo no prazo ajuda a prevenir a circulação de sujeira pelas galerias de lubrificação, melhorando a vida útil do conjunto.

 

Como diagnosticar problemas nos vidros elétricos

Usar o sistema corretamente é essencial para prolongar a sua vida útil e reduzir os defeitos

Pensado para aumentar o conforto dos ocupantes, os vidros com acionamento elétrico equipam quase todos os veículos vendidos atualmente. Dessa forma, conforme o uso, podem surgir problemas e ocorrer desgaste natural do conjunto. Assim, a Revista O Mecânico exibe os principais motivos de falhas nos vidros elétricos.

O sistema de acionamento elétrico dos vidros consiste em um motor que funciona girando em uma direção para levantar a janela e na direção oposta para abaixá-la. O regulador, que é conectado ao motor, move a janela ao longo de um trilho, que pode ser com cabos, um braço de engrenagem ou uma placa de elevação, dependendo do modelo de veículo.

Nos veículos que possuem cabos para a movimentação dos vidros, o desgaste e as folgas excessivas dos cabos podem fazer com que a janela pode não suba ou desça totalmente, indicando problemas. Ademais, quando os clipes e guias que prendem o vidro quebram, será possível ouvir o motor elétrico funcionando, mas a janela não irá se movimentar.

Também, o próprio motor elétrico pode ser a causa de problemas no conjunto dos vidros elétricos, devido à sobrecargas ou problemas elétricos. É possível detectar esse defeito quando o tempo de subida ou descida dos vidros aumenta, ou nem se movimentam. A engrenagem que conecta o motor elétrico ao regulador pode quebrar ou romper, desconectando-os e impossibilitando a movimentação das janelas.

Por fim, problemas no interruptor de abertura e fechamento dos vidros podem afetar o seu funcionamento, visto que caso haja problemas elétricos o sistema de movimentação das janelas não será ativado. Também, corrosão nos diversos conectores do conjunto pode afetar o seu funcionamento geral.

Assim, realizar manutenções como usar um lubrificante à base de silicone nos trilhos da janela, que reduz o atrito e permite que a janela se mova mais livremente, e usar o sistema corretamente, como evitar acionamentos repetidos e não forçar o motor elétrico, pode aumentar a vida útil do sistema de acionamento elétricos dos vidros.

 

Programa Descarte Consciente reciclou 44 milhões de filtros automotivos

Programa de logística reversa de filtros usados do óleo lubrificante automotivo criado em 2012 em São Paulo, deve abranger novos estados com os avanços das legislações estaduais

O programa Descarte Consciente Abrafiltros, de logística reversa de filtros usados do óleo lubrificante automotivo, criado em 2012 pela Abrafiltros (Associação Brasileira das Empresas de Filtros Automotivos, Industriais e para Estações de Tratamento de Água, Efluentes e Reúso), atualmente implantado em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul para atendimento às legislações estaduais, já reciclou 44.917.587 filtros até dezembro de 2024, realizando coleta em 5.702 pontos de 402 municípios.

No ano passado foram reciclados 7.228.217 de filtros com o atendimento dos quatro estados. Atualmente, 37 organizações, com 62 CNPJs, estão abrigadas no sistema. “O volume de filtros usados do óleo lubrificante automotivo reciclados e abrangência do programa só tendem a aumentar. As metas tanto do montante reciclado quanto dos municípios e pontos de coleta são progressivas”, afirma o presidente executivo da Abrafiltros, João Moura.

Segundo Marco Antônio Simon, gestor do programa, as empresas recorrem ao programa Descarte Consciente Abrafiltros por ser um sistema de logística reversa coletivo, no qual a Abrafiltros atua como entidade gestora e cuida de todo o processo administrativo e logístico. “Isto facilita as empresas cumprirem as legislações ambientais e, por ser um sistema coletivo, acaba reduzindo o custo individual, que é bem mais elevado caso a empresa fizesse um plano individual”, comenta.

A administração é realizada pela equipe interna de gestão em conjunto com a Presidência e Diretoria, incluindo a definição e negociação de metas, contatos governamentais, emissão de relatórios, contratos, Termos de Compromisso estaduais, ações de comunicação e marketing, suporte de escritório jurídico e financeiro. Ele explica também que a coleta e processamento dos filtros usados do óleo lubrificante automotivo são realizados pelo Grupo Supply Service.

Stellantis vai acelerar desenvolvimento de híbridos flex em Betim/MG

Presidente Lula e o chairman da Stellantis estiveram no evento de inauguração do centro que irá desenvolver soluções para os veículos produzidos no Brasil

 

A Stellantis concentrou seu centro de engenharia em Betim/MG, berço da Fiat, tanto para trabalhar com os carros da Jeep desde a inauguração da fábrica em Pernambuco e usou o mesmo critério para as marcas que vieram depois como Peugeot, Citroën e RAM. E nesta semana o grupo Stellantis recebeu a visita do presidente Luís Inácio Lula da Silva que foi recebido pelo Chairman John Elkann, para inaugurar o Centro de Desenvolvimento de Produto & Mobilidade Híbrida-Flex da América Latina. A partir de Betim serão desenvolvidas soluções híbridas para veículos produzidos pelas marcas da Stellantis como Fiat, Jeep, Peugeot, RAM e Citroën.

A partir de Betim a Stellantis irá desenvolver tecnologias de eletrificação que na prática já estão presentes nos Fiat Pulse e Fastback com sistema 12V mas pode evoluir para 48V, sistemas híbridos puros e também plugin de carros das cinco marcas que já compartilham motores como Firefly (Fiat, Peugeot e Citroën), T200 (Fiat, Peugeot e Citroën), T270 (Fiat e Jeep) e Hurricane 4 (Jeep e Ram).

Os dois modelos da Fiat foram os primeiros híbridos leves com tecnologia flex do país, solução que estará presente também em marcas concorrentes a partir do programa Mover do Governo Federal que prevê incentivos para a indústria promover a descarbonização. Mas estes híbridos leves serão apenas o primeiro passo para desenvolver soluções semelhantes nos carros brasileiros.

Durante a cerimônia com o presidente Lula e Elkmann, os 1.500 novos empregados da Stellantis foram recebidos no evento para reforçar a produção das linhas localizadas em Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro. Além disso a Stellantis divulgou os projetos de filantropia na região nos últimos 10 anos, iniciativas que irão beneficiar 165 mil estudantes em 200 escolas.

A Stellantis conta com um corpo de aproximadamente 2.000 engenheiros. Em Betim são produzidos sete modelos do grupo incluindo Argo, Mobi, Strada, Fiorino e Peugeot Partner Rapid além dos motores Firefly e T200, além do T270. A Stellantis está investindo ao todo R$ 30 bilhões para desenvolver novos produtos e modernizar seu parque industrial.

Além do presidente Lula, estiveram presentes o vice-presidente Geraldo Alckmin, Antonio Filosa (presidente da Stellantis Américas) e Emanuele Cappellano (CEO da Stellantis América do Sul).

Fremax amplia linha de tambores e discos de freio para GM, VW e Citroën

Os novos códigos são destinados aos veículos da Chevrolet, Citroën e Volkswagen

A Fremax apresenta novos tambores e discos de freio para veículos leves da Chevrolet, Citroën e Volkswagen.

Para a Chevrolet, a marca disponibiliza o tambor de freio traseiro BD8064 para a Montana, a partir de 2023, e o disco de freio dianteiro BD1573.

Já para a Citroën, os lançamentos incluem componentes para o C3 1.6, fabricado a partir de 2022, com o disco de freio dianteiro BD4761 e o tambor de freio traseiro BD4733.

Por último para a Volkswagen está disponível novos tambores de freio traseiro e discos de freio dianteiro ventilado para o Polo Track, a partir do modelo 2023, com aplicação BD5655.

Para acessar o catálogo de produtos Fremax, basta clicar no link.

Mecânico: veja os carros da Stellantis com motor T200 que você vai consertar

Conjunto 1.0 litro turbo entrega até 130 cv e 20,4 kgfm de torque está presente em diversos modelos da Fiat, Peugeot e Citroën

Motor Turbo 200 Flex Fiat Pulse

Em nossas redes sociais, você, amigo mecânico, já deve ter ouvido inúmeras vezes falarmos sobre o motor T200 da Stellantis. Inclusive, já publicamos um Guia de esquemas elétricos dessa motorização. Todavia, para facilitar o trabalho nas oficinas, trazemos uma lista dos carros equipados com o conjunto 1.0 litro turbo, que entrega até 130 cv e 20,4 kgfm de torque.

Motor Turbo 200 Flex Fiat Pulse

O motor T200 1.0 turbo, lançado pela Fiat em 2021 no Pulse, é um três cilindros compacto que tem potência de 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina. Com um torque máximo de 20,4 kgfm disponível a 1.750 rpm traz desempenho ágil e com boas relações de consumo. Veja abaixo as especificações desse conjunto motriz e os oito modelos que utilizam esse motor da Stellantis.

Especificações do Motor T200:

Cilindrada: 1.0 litro turbo
Potência: 130 cv (etanol) e 125 cv (gasolina)
Torque: 20,4 kgfm a 1.750 rpm
Transmissão: Automática
Velocidade Máxima: 189 km/h (gasolina) / 197 km/h (etanol)
Tecnologia: Injeção direta de combustível, turbocompressor de baixa inércia, sistema MultiAir III
Sistemas de Eficiência: Controle eletro-hidráulico das válvulas de admissão, otimização de consumo e redução de emissões

Carros Equipados com o Motor T200:

Fiat Pulse
Fiat Fastback
Fiat Strada
Peugeot 208
Peugeot 2008
Citroën C3 You
Citroën C3 Aircross
Citroën Basalt

 

Como diagnosticar problemas na junta homocinética

Peça costuma durar mais de 100 mil km, mas cria riscos caso tenha a sua manutenção negligenciada

A junta homocinética tem a função de transferir o torque da caixa de câmbio para as rodas, permitindo o movimento do carro para frente ou para trás, além do movimento vertical da suspensão. Dessa forma, para auxiliar no diagnóstico desse importante componente do sistema de transmissão, a Revista O Mecânico mostra os principais sinais que indicam o fim de sua vida útil.

No veículo, a junta homocinética fica localizada junto ao cubo da roda, ficando apoiada no semieixo conectado ao câmbio. Essa junta é protegida por uma coifa de borracha com graxa, onde há esferas de aço de alta resistência que deslizam dentro de cavidades, sendo mantidas no lugar por uma estrutura metálica.

Um dos principais sintomas de defeitos na junta homocinética são ruídos e estalos ao fazer curvas acentuadas, que indicam problemas no componente. Outro sinal possível é um som de “batida” ao acelerar ou desacelerar, sugerindo um desgaste excessivo da junta do eixo. Também, a presença de graxa na parte interna das rodas pode indicar um vazamento na coifa protetora.

Ao conduzir o veículo, uma vibração excessiva, que piora com o aumento da velocidade, pode ser causada por uma junta desgastada, desalinhada ou quebrada. Nos casos mais graves, como na falha completa da junta, o eixo pode se soltar, danificando os componentes da suspensão e até causando acidentes.

Para analisar a junta homocinética, o primeiro passo é verificar o estado da coifa quanto a rachaduras, vazamentos de graxa ou braçadeiras soltas, que indicam a necessidade de inspeção e sua possível substituição. Dirigir o veículo, fazendo curvas fechadas em baixa velocidade e procurando por estalos ou cliques, pode ajudar no diagnóstico.

Além disso, uma inspeção visual e testes manuais, como verificação da junta em todas as direções, ajuda a identificar folgas, travamentos e comportamento ou ruídos incomuns.

Por fim, é importante se manter atento quanto ao desgaste excessivo da junta homocinética, visto que ela pode afetar o sistema de transmissão, a suspensão e nos pneus. Em casos extremos, a falha completa pode fazer com que o veículo perca o controle ou pare de maneira inesperada, representando um grande risco, especialmente em altas velocidades.

 

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