Qual o óleo e os filtros corretos do Fiat Argo 1.0, 1.3 e 1.8?

Usar itens que atendam as especificações da fabricante é fundamental para a durabilidade do motor

Atualmente disponível com duas motorizações diferentes, o Fiat Argo foi o segundo veículo mais vendido do mês de março deste ano. Para auxiliar na hora da manutenção desse hatchback popular, a Revista O Mecânico mostra os códigos corretos para o seu óleo e filtro de óleo.

Atualmente, o Argo vem com duas motorizações, o 1.0 Firefly aspirado de três cilindros que gera 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque, sendo combinado a um câmbio manual de cinco marchas, e o motor 1.3 Firefly, de quatro cilindros, que entrega 107 cv de potência e 13,6 kgfm de torque, sempre acoplado a um câmbio automático do tipo CVT. Ele também já foi oferecido com motor 1.8 E.torQ, que tinha 139 cv e 19,3 kgfm.

 

Óleo e filtro do motor 1.0 Firefly

Óleo lubrificante: K68218950LA – MaxPro SAE 0W-20 (SP/GF-6A) SYNTHETIC

Filtro de óleo: 46796687

 

Óleo e filtro do motor 1.3 Firefly

Óleo lubrificante: K68218950LA – MaxPro SAE 0W-20 (SP/GF-6A) SYNTHETIC

Filtro de óleo: 46796687

 

Óleo e filtro do motor 1.8 E.torQ

Óleo lubrificante: 68218920LA – MaxPro SAE 5W-30 (SP/GF-5) SYNTHETIC

Filtro de óleo: 7087808

 

Dayco terá lançamentos na Automec 2025; veja novidades

Marca irá apresentar novos kits de transmissão acionados por corrente

A Dayco estará na Automec 2025, que acontece entre os dias 22 e 26 de abril, no estande na localização E180. Além disso, a empresa divulgou que irá apresentar novos kits de transmissão acionados por corrente.De acordo com a empresa, esse novo produto tem uma lógica de sistema: “No projeto de fabricação dos kits de corrente seguimos uma lógica de “sistema”, no sentido em que todos os elementos do kit (corrente, tensor hidráulico, polia dentada, guias), além de respeitar os requisitos técnicos de cada componente, tiveram de ser integrados para garantir a funcionalidade, o silêncio e a durabilidade de toda a transmissão. Tendo como suas principais vantagens, Projetação sinérgica de todo o KIT (corrente, guias, tensores, engrenagens, vedantes) e elevada robustez e confiabilidade comprovada em bancos de teste e frotas de veículos”.

A companhia também informou que irá mostrar todo o portfólio de correias, tensionadores,polias, kits de sincronismo, kits de sincronismo com bomba d’água, itens de suspensão e mangueiras de arrefecimento.
Ainda em comunicado enviado à imprensa, a Dayco ressaltou a importância da Automec 2025: “A Automec também é uma excelente oportunidade para encontrar as equipes de todas as regiões do país, que estarão disponíveis para levar informações aos aplicadores, varejistas e distribuidores”.

Por fim, a Dayco informou que todas as informações técnicas completas de aplicação devem ser consultadas nos catálogos da marca. Além disso, comunicou que todos os kits de transmissão por corrente estão disponíveis nos distribuidores da marca em todo o país.

Entenda as diferentes tecnologias das baterias de 12V

Cada tipo construtivo é adequado para diferentes aplicações

Responsáveis por armazenar a energia que será fornecida para os sistemas elétricos do veículo, as baterias de 12V atualmente contam com diversas tecnologias desenvolvidas para atender às necessidades específicas de diferentes tipos de automóveis. Entre as principais, temos as baterias SLI, EFB, AGM e de íons de lítio, cada uma com características estruturais e funcionais distintas. Dessa forma, para ajudar a esclarecer as dúvidas, a revista O Mecânico exibe os detalhes construtivos e aplicações de cada uma delas.

Começando com as baterias do tipo SLI (Starting, Lighting and Ignition – Partida, Iluminação e Ignição), elas normalmente são utilizadas em veículos de combustão interna convencionais, sendo compostas por placas de chumbo imersas em eletrólito líquido, e tendo como função principal o fornecimento de energia elétrica para à partida do motor e alimentação dos sistemas elétricos básicos.

Já as baterias EFB (Enhanced Flooded Battery – Bateria Imersa Aprimorada) são uma evolução das SLI, com placas reforçadas e aditivos no eletrólito para maior resistência a ciclos de carga e descarga, ideais para veículos com sistemas start-stop convencionais.

As baterias AGM (Absorbent Glass Mat – Tapete de Vidro Absorvente), por sua vez, representam uma tecnologia mais avançada, na qual o eletrólito é absorvido em separadores de fibra de vidro, permitindo uma estrutura selada e sem manutenção. Isso confere à bateria maior resistência a vibrações, ciclos profundos de descarga e recarga, além de maior eficiência em veículos com elevada demanda elétrica ou sistemas start-stop avançados. A construção interna da AGM também favorece uma menor resistência interna, proporcionando maior capacidade de fornecimento de corrente em picos de demanda, como na hora da partida do motor. Essa tecnologia é frequentemente aplicada em veículos premium e em híbridos leves (MHEV).

Tecnologia mais recente, as baterias de íons de lítio de 12V são compostas por quatro células conectadas em série, totalizando cerca de 12,8V. Cada célula, normalmente, possui ânodo de grafite, cátodo de fosfato de ferro-lítio, separador microporoso e eletrólito orgânico com sais de lítio. As células são gerenciadas por um sistema BMS (Battery Management System – Sistema de Gerenciamento de Bateria), que controla tensão, temperatura e carregamento. Essa construção oferece alta densidade energética, baixo peso e longa vida útil, mas com custo elevado.

Em relação as vantagens e desvantagens de cada tipo de bateria, as do tipo SLI são de menor custo e são encontradas mais facilmente, porém possuem baixa resistência a um ciclo mais exigente de cargas e descargas. As baterias EFB oferecem um bom equilíbrio entre custo e desempenho, com durabilidade superior e maior capacidade de ciclos em relação às SLI.

Já as do tipo AGM, embora mais caras, apresentam desempenho melhor ainda em ciclos de carga e descarga, maior densidade energética e menor manutenção, sendo ideais para veículos com muitos consumidores elétricos e sistemas start-stop avançados. Por fim, as baterias de íons de lítio, ainda não amplamente utilizadas em veículos de combustão, somente em veículos mais premium, como o Porsche Cayenne, oferecem altíssima densidade energética, baixo peso e a maior capacidade de ciclos de carregamento, porém requerem sistemas de gerenciamento BMS complexos, além de terem custo muito elevado.

No que diz respeito às aplicações, a escolha do tipo de bateria pela fabricante do veículo depende diretamente das características de arquitetura elétrica de cada modelo, além de seu perfil de uso. Veículos à combustão convencionais com sistemas elétricos simples utilizam predominantemente SLI ou EFB, dependendo da presença de sistemas start-stop. Já os automóveis equipados com múltiplos sistemas auxiliares, sistemas regenerativos de energia e alternadores inteligentes tendem a empregar baterias AGM. Em veículos elétricos e híbridos plug-in, predominam as baterias de íons de lítio.

Dessa forma, as baterias de 12V evoluíram ao longo do tempo e atualmente oferecem diversas opções de construção. Assim, de acordo com os requisitos do veículo, um tipo específico de bateria deve ser utilizado, visto que usar um tipo inferior pode acarretar problemas como desgaste precoce e danos no sistema elétrico. Por fim, o ideal é sempre seguir a recomendação constante do manual do veículo, para garantir que as especificações originais do projeto sejam atendidas.

 

Hyundai Mobis apresenta sistema que analisa nível de atenção do motorista

Foco da tecnologia é diminuir riscos relacionados a desatenção no trânsito

A Hyundai Mobis, empresa do Grupo Hyundai que fabrica peças automotivas, desenvolveu uma tecnologia voltada para o monitoramento da segurança dos ocupantes de veículos, que é capaz de identificar a postura, ações e sinais biológicos dos passageiros em tempo real, com o objetivo de contribuir para a prevenção de comportamentos de risco, como sonolência ao volante e uso de celular.

Com o nome de In-Cabin Monitoring System (Sistema de Monitoramento da Cabine), a tecnologia combina câmeras instaladas no interior do veículo com um software que analisa os dados captados. Por meio dessa integração, o sistema consegue emitir alertas sonoros e visuais ao identificar possíveis situações de risco, como o fechamento dos olhos do condutor, a ausência do cinto de segurança ou a presença de crianças desacompanhadas no banco traseiro.

A Hyundai Mobis destaca que o foco maior foi dado ao desenvolvimento de algoritmos de análise de sinais biológicos e de postura. A implementação do sistema nos veículos da marca será feita de maneira gradual, equipando os próximos lançamentos de categoria superior e chegando nas opções de entrada conforme as normas de segurança vigentes.

 

Como verificar o nível do óleo de câmbio – Chevrolet Spin 1.8 AT

Transmissão automática traz mais conforto, mas demanda cuidados para ter boa durabilidade

O fluido de transmissão desempenha o papel lubrificação, resfriamento e aplicação de força nas embreagens internas do câmbio. Dessa forma, é um item fundamental do conjunto, e deve ser inspecionado e trocado conforme necessário. Assim, a revista O Mecânico exibe o procedimento de verificação do nível de fluido para o câmbio 6T30 que equipa a Spin 1.8 automática.

O motor 1.8 que equipa a minivan da Chevrolet é um velho conhecido no mercado brasileiro, proveniente da linha de motores Família 1. Na configuração atual, esse motor entrega 111 cv e 16,8 kgfm. O câmbio automático que equipa o modelo tem seis marchas, com a designação 6T30.

 

Procedimento de verificação do nível do fluido de câmbio

 

Passo 1: Dê partida no motor e aguarde até que ele fique com a marcha lenta estável.

Passo 2: Pressione o pedal do freio e mova a alavanca seletora de marchas por todas as posições (P, R, N, D), mantendo-a em cada uma por aproximadamente três segundos. Em seguida, retorne a alavanca para a posição de estacionamento PARK (P).

Passo 3: Permaneça com o motor em marcha lenta (500-800 rpm) por pelo menos 3 minutos, permitindo que possíveis bolhas de ar no fluido se dissipem e que o nível se estabilize. Libere o pedal do freio.

Passo 4: Utilize um scanner para monitorar a temperatura do óleo da transmissão. O fluido deve estar entre 85-95°C antes da verificação do nível. Se a temperatura estiver abaixo da faixa recomendada, dirija o veículo até que essa temperatura seja atingida. Caso esteja acima, aguarde o resfriamento do conjunto.

Passo 5: Posicione o veículo em um elevador, garantindo que esteja nivelado. Mantenha o motor em funcionamento e a alavanca de câmbio na posição PARK (P).

Passo 6: Com o motor em marcha lenta, remova o bujão de verificação do nível de fluido da transmissão.

Passo 7: Observe o comportamento do fluido na saída do bujão, que se houver um fluxo contínuo, aguarde até que ele se reduza a um gotejamento. Já se nenhum fluido escorrer, adicione mais fluido até que comece a pingar pelo bujão de inspeção.

Passo 8: O fluido deve apresentar coloração vermelha ou marrom escuro. Caso ele esteja muito escurecido ou apresente odor de queimado, realize a troca completa do fluído, removendo o bujão de drenagem.

Passo 9: Se forem identificados fragmentos metálicos ou partículas em grande quantidade, inspecione e limpe o conjunto. Caso não sejam observados danos internos na transmissão, substitua o fluido e realize a limpeza do sistema.

Passo 10: Caso o fluido esteja com aspecto leitoso ou pareça conter água, verifique a possibilidade de contaminação por fluido de arrefecimento do motor. Se ela ocorrer, identifique e corrija a fonte de contaminação antes de substituir o fluido.

Por fim, é muito importante realizar a inspeção do nível de fluido rotineiramente, analisando a sua quantidade e seu aspecto visual, além de realizar a sua troca conforme necessário para preservar a vida útil da transmissão e de seus componentes internos.

Mecânico Pro

 

Veja como identificar problemas na coluna de direção

Componente permite movimentos verticais do sistema de direção, possibilitando o controle do veículo

A coluna conecta o volante ao restante do sistema de direção do veículo, permitindo o comando da trajetória do automóvel. Dessa forma, o funcionamento adequado desse componente é fundamental para a segurança do motorista e ocupantes. Assim, a revista O Mecânico busca auxiliar o mecânico mostrando quais os principais sinais de problemas na coluna de direção.

A coluna de direção transmite o torque aplicado pelo motorista para as rodas dianteiras. Estruturalmente, ela é composta por um eixo de direção articulado, que pode incluir juntas universais para lidar com variações angulares e reduzir vibrações. Além disso, a coluna de direção é projetada com zonas colapsáveis que absorvem impactos em caso de colisão, para minimizar lesões ao motorista.

Um dos principais indícios de que a coluna de direção está com problemas são ruídos de batidas, estalos ou atritos ao girar o volante. Esses ruídos, normalmente, podem indicar rolamentos, juntas universais ou outros componentes desgastados do sistema da coluna de direção.

Já se o volante parece desconectado ao virar, tendo ainda muitas vibrações, pode sinalizar um problema com a coluna de direção possivelmente causado por desalinhamento, juntas travadas ou com conexões soltas.

Também, direção desalinhada ou difícil de controlar pode indicar problemas na coluna de direção devido a desalinhamento ou juntas travadas, que ocasionam resposta inconsistente da direção, dificuldade para manter o veículo em uma trajetória reta e até perda de controle.

Para aumentar a durabilidade da coluna de direção, que já não costuma apresentar problemas ao longo da vida útil do veículo, evite manobras agressivas que estressem o sistema de direção, batidas em meios-fios e buracos, e girar o volante até o batente final de maneira agressiva em manobras.

Por fim, se o veículo apresentar defeitos na coluna de direção, é melhor não o conduzir até corrigir os problemas, para evitar acidentes. Também, o mecânico deve ficar atento na hora da manutenção, para usar peças de qualidade e seguir os procedimentos recomendados pela fabricante nesse importante componente do sistema de direção do veículo.

 

Varta anuncia mudanças na linha de baterias

Novidades incluem simplificação da linha e novo sistema de cores

A VARTA Automotive lançou um novo portfólio de produtos no mercado, com o objetivo de facilitar a escolha de baterias para varejistas e oficinas. A nova estrutura foi projetada para simplificar a identificação e seleção de baterias adequadas a cada tipo de veículo.

A nova estrutura de categorização se baseia no tipo de tecnologia da bateria, com um sistema por cores. A bateria SLI, que tem rótulo azul, fornece energia para partidas em veículos convencionais, enquanto a EFB, de rótulo prata, melhora o desempenho de veículos com sistema Start-Stop e veículos comerciais que dão várias partidas seguidas.

Já a bateria AGM, que possui rótulo dourado, foi desenvolvida para aplicações mais exigentes, como sistemas Start-Stop avançados e veículos comerciais com equipamentos elétricos auxiliares, além de atender o sistema elétrico de 12V em veículos eletrificados.

A VARTA também anunciou novas baterias, com os modelos EFB H9 e AGM H3, que oferecem maior eficiência energética, maior vida útil e desempenho otimizado comparadas com as gerações passadas. No segmento de veículos pesados, a linha VARTA ProMotive foi expandida com a bateria EFB A-Type, desenvolvida para suportar sistemas de baixa tensão em caminhões e veículos comerciais.

No Brasil, alguns modelos das marcas Mercedes-Benz e JLR utilizam baterias da VARTA Automotive como equipamento original do fabricante.

 

Primeiro motor a gás para Proconve P8 no Brasil é homologado

Motor N60 CNG desenvolvido pela FPT Industrial é homologado no centro tecnológico da Mahle

A primeira certificação de um motor a gás no Brasil foi emitida no Centro Tecnológico da Mahle, em Jundiaí (SP). Os testes de emissões foram realizados com o motor N60 CNG movido a gás natural e biometano, desenvolvido pela FPT Industrial para aplicação em ônibus para garantir o atendimento aos limites de emissões de poluentes do motor, estabelecidos pelas normas brasileiras.

Motor N60 CNG

O motor N60 CNG foi desenvolvido com o conceito Diesel Like, que assegura um desempenho equivalente ao dos motores a diesel, ao mesmo tempo que reduz as emissões. Com capacidade de 5.9 litros, o motor foi projetado para operar com gás natural ou biometano.

A operação com motor a gás emite até 90% menos dióxido de nitrogênio (NO2) e até 10% menos dióxido de carbono (CO2) abastecido com GNV. Quando abastecido com biometano, a redução de CO2 pode chegar a 98%.

 

Ensaios em motores e testes em componentes

Os laboratórios de motores da Mahle possuem certificação ISO/IEC 17025 para ensaios Proconve P8, norma brasileira que regulamenta as emissões de poluentes na indústria automotiva. A norma estabelece os limites máximos de emissões de gases poluentes para veículos pesados movidos a combustíveis fósseis, como o diesel e o gás.

Além dos testes em motores, o Centro Tecnológico da Mahle oferece diferentes testes e validações para componentes que envolvem durabilidade, resistência e exposição a condições extremas de uso e clima. Entre os principais testes estão o de vibração, atenuação de onda sonora, fadiga por pulsação, eficiência de filtragem, resistência térmica em câmara climática, separação de água e testes de corrosão.

Como fazer o diagnóstico das bobinas de ignição – BMW 116i 1.6 N13B16

Motor 1.6 com turbocompressor costuma apresentar falhas prematuras das bobinas de ignição

Conforme as bobinas de ignição chegam no final de sua vida útil elas apresentam alguns sintomas, como falhas de ignição e mal funcionamento do motor. Assim, com a finalidade de auxiliar o mecânico na análise das bobinas de ignição do BMW 116i, a revista O Mecânico exibe o seu procedimento de diagnóstico.

Os valores e procedimentos apresentados são válidos para o motor 1.6 turbocomprimido de quatro cilindros que equipou o 116i entre 2012 e 2015. Esse propulsor tem o código N13B16, e desenvolvia 136 cv de potência e 22,43 kgfm de torque. No Brasil, a única opção de câmbio era um automático de oito marchas, acoplado por um conversor de torque.

Para iniciar o procedimento de diagnóstico, primeiro deve ser verificada a tensão no pino 3 das bobinas, cujo valor deve ficar entre 11 e 13V. Depois, cheque a resistência elétrica entre os pinos 1 e 3, cujo valor deve ficar entre 0,6 e 0,8 Ω na temperatura de 20 °C. Também, verifique a tensão do primário no pino 1, conforme imagem abaixo.

 

Por fim, analise a continuidade entre as conexões dos pinos da bobina com a ECU do motor, procurando por alguma ruptura, por oxidações ou danos. A numeração dos pinos de conexão está listada na imagem abaixo, para as quatro bobinas do motor.

 

 

Dessa maneira, é possível ter a certeza de que as falhas de ignição estão relacionadas com as bobinas ou se são outros componentes que apresentam problemas. Assim, as trocas de peças podem ser realizadas de maneira mais assertiva, economizando tempo e dinheiro.

Mecânico Pro

 

Magneti Marelli amplia portfólio de linha térmica

A linha é destinada aos sistemas de refrigeração de cabine e arrefecimento de motor

A Magneti Marelli anuncia a ampliação do catálogo destinado ao gerenciamento térmico de motores a combustão e de cabine, com o lançamento de nove produtos, entre eletroventiladores e motoventiladores de ar-condicionado.

As aplicações atendem veículos leves, pesados, agrícolas e linha amarela das marcas Caterpillar, Chevrolet, Fiat, Ford, Komatsu, Iveco, Toyota, Volvo e Volkswagen.

O eletroventilador é composto por hélice, motor e defletor, ou apenas hélice e motor. Sua função é forçar a passagem de ar pelas aletas do radiador com o objetivo de reduzir a temperatura do líquido de arrefecimento que flui pelos tubos do próprio radiador.

Esse componente não necessita de substituição preventiva e, geralmente, é trocado em duas ocasiões: em casos de acidente de trânsito, quando o veículo sofre colisão frontal que danifica o eletroventilador, ou quando nota-se aquecimento no motor do carro, o que pode ser um indicativo de que o componente não está funcionando adequadamente, uma vez que sua função é auxiliar o radiador de água na refrigeração do líquido de arrefecimento.

Por sua vez, o motoventilador do ar-condicionado promove a circulação forçada do ar no interior da cabine, através de uma ventoinha que fica localizada dentro do conjunto de ventilação do sistema do ar-condicionado do veículo.

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