BYD e Chery já preparam veículos com essa tecnologia para o final de 2025
As baterias de sódio devem deixar os carros elétricos com preço mais competitivo, já as baterias de CATL devem ser até dez vezes mais baratas do que as atuais, fazendo que o preço fique entre US$ 8 mil, cerca de R$ 45 mil, e US$ 12 mil, aproximadamente R$ 68 mil. Inclusive, a marca chinesa deve fornecer baterias de sódio para a BYD e Chery até o final deste ano.
Uma das vantagens dessa tecnologia é que as baterias de sódio tem um ciclo de vida de até 10 mil cargas, o que é 6,66% mais durável do que uma atual, visto que as baterias de lítio têm somente 1500 cargas.
Além disso, o carbonato de sódio ajuda na redução do preço, pois é vendido por US$ 200 a tonelada, cerca de R$ 1.140, enquanto o lítio sai por U$ 15 mil, aproximadamente R$ 85 mil. Com isso, o sódio deve conquistar 12% do mercado até 2030, de acordo com estudo feito pela BloombergNEF.
Outra ponto positivo da bateria de sódio, é que essa tecnologia tem a capacidade de funcionar normalmente em temperaturas extremas de até -40°C. Ademais, a nova bateria apresenta resistência aprimorada a baixas temperaturas e maior segurança.
Veículo pode perder assistência na direção e causas dos problemas são variadas
Em veículos equipados com assistência elétrica na direção, quando ocorrem falhas, pode ser que a luz de EPS (Electronic Power Steering – Direção Elétrica Assistida) acenda e o veículo perca o auxílio na direção. Dessa maneira, a revista O Mecânico traz os defeitos mais comuns que causam o surgimento da luz de advertência de EPS.
Uma das causas mais comuns para o acendimento da luz de EPS é a baixa tensão na bateria ou falha no alternador, visto que o sistema de direção elétrica depende de uma carga estável para funcionar e qualquer variação de tensão pode causar desligamentos momentâneos no módulo EPS e acender a luz de advertência, mesmo que de maneira momentânea.
Outros componentes que podem causar a luz de advertência são os sensores de torque e ângulo da direção, que quando apresentam falhas como mau contato, sujeira nos conectores ou desgaste, a ECU do veículo pode interpretar como defeito no sistema de direção elétrica.
Também, o motor elétrico da direção ou seu módulo eletrônico também podem apresentar falhas por superaquecimento, curto-circuito ou desgaste dos componentes internos, fazendo com que sejam gerados códigos de erro que ativam a luz de advertência de EPS.
Além desses fatores, a luz de EPS também pode acender por conta de problemas mecânicos na coluna de direção ou na caixa de direção elétrica, como travamentos, excesso de esforço ou desalinhamentos causados por impactos ou instalação incorreta.
Dessa forma, para identificar corretamente o problema por trás do acendimento da luz de EPS, o mecânico deve primeiro verificar os códigos de falha presentes na ECU, para ajudar no diagnóstico. Depois, o ideal é analisar as condições físicas dos componentes e realizar medições nos sensores e atuadores do conjunto. Por fim, o profissional deve ter cuidado ao fazer intervenções no sistema de direção, por ser um importante item relacionado a segurança dos ocupantes.
No mês de maio a Stuttgart Service recebeu 5 exemplares ao mesmo tempo
(Sposito Studio/Stuttgart Porsche)
No mês de maio, o Stuttgart Service | Body & Paint realizou revisão em cinco raros Porsche Carrera GT, quatro são importados oficialmente entre 2005 e 2006 e um via importação independente.
(Lucas Parisi/Stuttgart Porsche)
Esses são os únicos exemplares do modelo em circulação no território brasileiro. As manutenções incluem trocas de óleos, filtros, fluido de freio, sensores e pneus, além de recall nos braços de suspensão e juntas esféricas.
(Sposito Studio/Stuttgart Porsche)
Cada revisão demandou cerca de 12 horas e envolveu 115 procedimentos, além de que, vale ressaltar que os pneus foram substituídos pelos novos Michelin Pilot Sport Cup 2, do tipo semi-slick, desenvolvidos especificamente para o Carrera GT.
(Sposito Studio/Stuttgart Porsche)
Esses pneus permitiram percorrer os 20,8 km do traçado norte do circuito de Nürburgring, na Alemanha, em 7min12s69, tempo de 16 segundos mais rápido em relação aos pneus usados anteriormente.
(Sposito Studio/Stuttgart Porsche)
Um pouco mais sobre o modelo, o Porsche Carrera GT é um superesportivo com motor V10 de 612 cv, com aceleração de 0 a 100 km/h em 3,6s, capaz de atingir uma velocidade máxima de 330 km/h.
Com produção curta, entre 2004 e 2006, teve apenas 1.270 unidades fabricadas.
A Bridgestone anunciou o lançamento de seu novo pneu, chamado de Turanza EverDrive. O componente foi projetado para veículos de passeio, SUVs e minivans, e tem garantia de até 129.000 km, além de utilizar um composto de nova geração que promete reduzir o desgaste precoce.
A construção e o padrão de banda de rodagem, segundo a marca, foram otimizados para minimizar vibrações e reduzir o ruído de rodagem. Além disso, o Turanza EverDrive traz sulcos mais profundos em 3D com alta densidade de bordas, aumentando a drenagem e melhorando a tração em superfícies escorregadias.
Em testes realizados pela fabricante, o novo pneu, que também utiliza a tecnologia Enliten da marca, obteve desempenho de frenagem em pisos molhados superior em cerca de 2% quando comparado com outros pneus do mesmo segmento.
De acordo com a Bridgestone, o pneu já está disponível no mercado norte-americano em 36 medidas para serem usadas em rodas de 16 a 20 polegadas. Entre os veículos compatíveis estão Chevrolet Equinox, Honda Civic, Toyota RAV4 e Hyundai Palisade.
Modelo será apresentado durante a Modal Expo 2025, no Espírito Santo
A Iveco Bus apresenta o chassi BUS 17-210 G durante a Modal Expo 2025, a convite da ES Gás no Espírito Santo, de 3 a 5 de junho, no Pavilhão de Carapina, em Serra.
Além da exposição, a marca também participará, no dia 4, do painel “Além da Teoria: Como os motores a gás estão conduzindo a transição energética no Brasil”. Na oportunidade, serão apresentados os benefícios do modelo, que é capaz de reduzir as emissões de CO2 em até 95%, com o uso de biometano, e proporcionar uma economia de custos com combustível de até 40%, na comparação com o diesel.
BUS 17-210 G
Com motorização posicionada na dianteira do veículo e opção para até 9 cilindros para armazenamento, o chassi BUS 17-210 G utiliza o motor FPT N60 CNG de 210 cv de potência e 77,5 kgfm de torque.
O modelo entrega autonomia de até 350 quilômetros, com tempo de abastecimento que pode ser realizado em cerca de 20 minutos.
Em operação, o uso do gás natural entrega outras vantagens ambientais, como reduções de 90% do dióxido de nitrogênio (NO2) e de 10% de dióxido carbono (CO2).
Dentre as cidades já atendidas pela rede de gás canalizado da ES Gás no Espírito Santo estão a capital Vitória, os municípios de Vila Velha, Serra e Cariacica, na região metropolitana, além de Cachoeiro do Itapemirim, Linhares, São Mateus, Aracruz e Colatina.
A ZF apresenta para o mercado de reposição uma nova caixa de direção hidráulica da marca TRW para aplicações de linha leve. O componente é destinado aos modelos Fiat Strada fabricados entre 2021 e 2023.
O lançamento é parte da estratégia da empresa de expandir seu portfólio de soluções para o mercado de reposição.
Fundamental para o funcionamento do motor, o corpo de borboleta permite a passagem de ar para o sistema de admissão, através do comando pelo pedal do acelerador. Dessa forma, para ajudar na análise dos sinais elétricos desse componente, que nos veículos atuais tem comando eletrônico, a revista O Mecânico exibe o procedimento de diagnóstico do corpo de borboleta do Jeep Compass com motor 2.0 Tigershark.
Em seu lançamento, o SUV da Jeep tinha opção do motor 2.0 aspirado da família Tigershark, que tem bloco e cabeçote de alumínio e entrega 166 cv de potência máxima e 20,5 kgfm de torque, atrelado a uma transmissão automática de seis marchas. Os valores de referência apresentados são válidos para esse motor.
Para iniciar a análise do corpo de borboleta de aceleração, é preciso conectar o osciloscópio nos pinos 1 e 2 do componente, comparando os sinais do veículo em teste com os sinais de referência, conforme as condições de aceleração abaixo.
Componentes têm as especificações técnicas dos produtos fornecidos pela montadora
A NTN ampliou seu portfólio para o mercado de reposição com o lançamento de novas aplicações de rolamentos de roda dianteiros para os modelos Citroën Basalt e C3 Aircross.
O novo componente, com código XGB46557S01, foi desenvolvido exclusivamente pela empresa e segue as mesmas especificações técnicas dos produtos fornecidos pela montadora.
Vale lembrar que a NTN oferece ao aftermarket um portfólio que inclui rolamentos de roda traseiros e dianteiros, sensores ABS, kits de rolamentos de roda, rolamentos de cubo de roda, linha 6000 e rolamentos para caixa de câmbio e suspensão, com as marcas NTN e SNR.
Fluidos ATF e MTF não são intercambiáveis na maioria dos casos
Os fluidos de transmissão possuem características específicas a depender do tipo de transmissão em que são aplicados. Assim, a revista O Mecânico mostra as principais características e diferenças entre o fluido de transmissão automática (ATF) e o fluido de transmissão manual (MTF).
Começando pelo fluido ATF, ele atua como fluido hidráulico, permitido a transferência de força dentro do sistema de forma a acionar válvulas e controlar as embreagens internas. Além disso, o fluido ATF faz a lubrificação de todo o conjunto, incluindo componentes eletrônicos. Em sua composição existem uma série de aditivos para melhorar a estabilidade térmica, resistência à oxidação e controle preciso do coeficiente de fricção.
Já o fluido MTF, usado em transmissões manuais, apresenta características adequadas para proteção contra desgaste, especialmente em cargas elevadas. Esse fluido permite o bom funcionamento de engrenagens, sincronizadores e rolamentos, através da lubrificação mesmo sob alta pressão. Os aditivos do fluido MTF, normalmente, focam em propriedades antidesgaste, resistência à pressão extrema (EP) e controle de espuma, além de garantir um bom engate das marchas, mesmo em temperaturas mais baixas.
A principal diferença entre os dois tipos de fluido está na sua viscosidade, visto que os fluidos ATF, por suas características de projeto, costumam ter viscosidade mais baixa quando comparado com os fluidos MTF. Dessa forma, quando não especificado pela fabricante, ao utilizar fluido ATF em transmissões manuais convencionais pode haver comprometimento da proteção dos componentes devido à menor resistência à pressão, ocasionando desgaste acelerado. Já ao utilizar um MTF em uma transmissão automática, o controle hidráulico e o funcionamento das embreagens internas são prejudicados, gerando problemas nas trocas de marcha e superaquecimento do conjunto.
Embora algumas transmissões manuais permitam o uso de ATF, na hora da troca do fluido, seja em um câmbio automático, seja em um câmbio manual, o ideal é seguir a especificação de fluido recomendada pela fabricante. Dessa forma, será possível garantir trocas de marchas adequadas e evitar o desgaste prematuro dos conjuntos de embreagem e do conversor de torque em transmissões AT e também ter um funcionamento correto dos sincronizadores e durabilidade de engrenagens e rolamentos em transmissões MT.
Componente apresenta medições mais precisas em relação a soluções atuais
A Continental desenvolveu um novo sensor, denominado e-Motor Rotor Temperature Sensor (eRTS), que mede diretamente a temperatura no rotor de motores síncronos de imã permanente utilizados em veículos elétricos.
Segundo a empresa, o novo componente pode reduzir a margem de erro das estimativas de temperatura dos motores de 15 °C para 3 °C, quando comparado com os métodos atuais baseados em previsões de software.
Dessa forma, é possível que os fabricantes de motores reduzam a quantidade de elementos de terras raras utilizados para aumentar a resistência térmica dos ímãs permanentes.
O sensor é composto por dois elementos principais, sendo o elemento medidor de temperatura instalado próximo ao ímã do rotor, e o transdutor posicionado no chassi do veículo. O elemento medidor transmite os dados de temperatura e é alimentado pelo transdutor.
De acordo com a Continental, o novo sensor de temperatura eRTS é resultado de seu centro de desenvolvimento de sensores voltado a veículos elétricos (E-Mobility Sensors), criado há cerca de dois anos.
Posts Relacionados
Nós utilizamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao navegar em nossos site, você aceita a política de monitoramento de cookies. Para mais informações, consulte nossa Política de Privacidade.