A Royal Enfield confirmou que vai construir uma fábrica própria no Polo Industrial de Manaus. Atualmente a sexta marca mais vendida no país, com 41 concessionárias, a empresa indiana aposta na produção local para sustentar o crescimento no mercado brasileiro.
Segundo o CEO da operação no Brasil, Gabriel Patini, a decisão já foi aprovada pelo Conselho de Administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (CAS/Suframa) em maio de 2025 e agora avança em ritmo acelerado. “O Brasil é um mercado que exige uma unidade própria diante do crescimento consistente. Nossa meta é chegar a 30 mil motos por ano”, afirmou o executivo, que responde a Krishnan Ramaswamy, head das Américas da Royal Enfield.
Hoje, a marca monta suas motos em Manaus em parceria com a Dafra e o grupo Multi. O volume tem crescido rapidamente: de janeiro a agosto de 2025 foram entregues 19.515 unidades, alta de 80% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Rede em expansão
Nos próximos meses, a Royal Enfield abrirá novas concessionárias e deve chegar a 67 pontos de venda até março de 2026. Estão confirmadas inaugurações em capitais do Nordeste como Salvador (segunda unidade), Maceió, Natal, Teresina, Aracaju e Palmas, além de cidades estratégicas em São Paulo, como Guarulhos, ABC, Bauru, Santos e Itu.
Novos modelos
A ofensiva também inclui ampliação do portfólio. Hoje com nove modelos, a linha nacional deve chegar a 12 até 2026, incluindo as inéditas Bear 650, Classic 650 e Goan 350.
André Foratori vai compartilhar sua experiência sobre liderança e gestão no setor automotivo
O especialista André Foratori será um dos palestrantes do 8º Congresso Brasileiro do Mecânico – 8CBM, que acontece em 25 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, no Pavilhão Amarelo. Ele irá abordar o tema “Gestão de profissionais e de chão de oficina”, trazendo insights práticos sobre liderança, organização e os desafios do dia a dia dentro de uma oficina. Inscrição neste link.
Aos 43 anos, André começou sua trajetória ainda aos 13 anos dentro de uma oficina mecânica. Hoje, além de ser mecânico automotivo e empresário, atua como influenciador digital no Instagram, TikTok e Facebook, compartilhando conteúdo técnico e de gestão com milhares de seguidores. Ele também é embaixador e parceiro de grandes empresas do setor automotivo, consolidando sua posição como referência no mercado.
Agenda de palestras do 8CBM
Manutenção preventiva de eletrificados: suspensão e freios
Lubrificação de transmissão automática
Manutenção de motores sobrealimentados (turbo)
Downsizing: motor 3 cilindros – características: arrefecimento e sincronismo de correia e corrente
Biodiesel e problemas com a nova formulação no chão de oficina
Gasolina E30: manutenção em veículos monocombustíveis e novos problemas (antigomobilismo e importados)
Arrefecimento: as mudanças nos motores atuais
Gestão de profissionais e de chão de oficina
Na Direção Certa: Mulheres Conduzindo o Futuro do Automotivo
A Vipal Borrachas anuncia a ampliação de seu portfólio de pneus para motocicletas. A companhia lança as novas medidas do modelo ST300, o 80/100-14 traseiro e o 70/90-17 dianteiro.
As novas medidas são direcionadas para rodas de liga leve, cada vez mais presente em motocicletas de baixa cilindrada, para motos Honda Biz e similares. De acordo com a fabricante, a banda de rodagem da linha ST300 foi projetada para maximizar a área de contato com o solo, para melhorar a aderência tanto em pista seca quanto molhada. Além de ter carcaça e resistência a furos e impactos melhorada.
Uma forte tempestade atingiu a região de Sorocaba na tarde desta segunda-feira (data não informada), provocando sérios danos à unidade de motores da Toyota em Porto Feliz (SP). Segundo relatos, os ventos chegaram a 90 km/h e arrancaram parte da cobertura metálica do galpão. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram a estrutura sendo levada pela ventania e funcionários deixando o local após a destruição.
No entorno da fábrica, um veículo foi encontrado capotado. Dentro do complexo, a área de produção de motores ficou alagada e parcialmente comprometida. Ainda não há informações oficiais sobre feridos.
Redes Sociais / Reprodução
A Toyota informou que avalia a extensão dos estragos e ainda não detalhou o impacto na produção. A unidade de Porto Feliz é responsável pela fabricação de motores utilizados em modelos como Corolla, Corolla Cross e Yaris, que em breve será substituído pelo Yaris Cross. O local passa por investimentos de R$ 11 bilhões para ampliar a capacidade produtiva anual de 200 mil para 400 mil unidades.
Redes Sociais / Reprodução
A Toyota confirmou a destruição causada pela tempestade: A gente recebeu o posicionamento aqui da Toyota:
“Na tarde desta segunda-feira (22/09), por volta das 13h, uma forte chuva acompanhada de ventos intensos atingiu a unidade de produção de motores da Toyota em Porto Feliz (SP), provocando danos severos à estrutura da fábrica. A segurança das pessoas é a prioridade da Toyota. Neste sentido, a empresa está acompanhando cuidadosamente a situação, oferecendo todo o suporte necessário aos colaboradores e parceiros que atuavam no local. Não há relatos de fatalidades. Um relatório de danos está sendo preparado para entender a extensão dos impactos. A produção da unidade foi interrompida. Não há previsão de retomada das operações nesse momento.”
Redes Sociais / Reprodução
Região afetada pelas chuvas
Além da montadora, toda a região registrou ocorrências. A Defesa Civil relatou bloqueios em estradas e pontes devido à queda de estruturas. A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) confirmou que o temporal afetou a rede elétrica e trabalha para restabelecer o fornecimento. A cidade de Porto Feliz já contabiliza feridos e o prefeito Célio Peixoto (Republicanos) decretou estado de emergência.
Falhas no componente podem ser confundidas com outras do sistema de transmissão
No veículo, o diferencial é responsável por permitir que as rodas girem em velocidades diferentes nas curvas, aumentando a estabilidade e diminuindo o desgaste dos pneus. Dessa maneira, a revista O Mecânico mostra os principais sinais de problemas nesse importante componente do sistema de transmissão.
Um dos sintomas mais comuns é o ruído anormal vindo da região traseira ou dianteira do veículo, dependendo do tipo de tração. Os sons costumam ser assovios contínuos, estalos metálicos ou rangidos durante aceleração e desaceleração, indicando possível desgaste nos rolamentos ou danos nos dentes das engrenagens, por exemplo.
Outro sinal possível de falhas no diferencial é a presença de folgas excessivas no conjunto, que costumam gerar trancos ao sair ou ao trocar de marcha. Essa falha normalmente está relacionada ao desgaste de satélites e planetárias, e pode ser testada girando o eixo cardã (veículos com tração traseira) e verificando se há um atraso na resposta das rodas, indicando desgaste nas engrenagens ou necessidade de ajuste de pré-carga dos rolamentos.
Vazamentos de óleo também podem indicar problemas no componente, como nos retentores ou juntas. Essa situação afeta o nível de lubrificante no cárter do diferencial, acelerando o desgaste interno das engrenagens. Também, dependendo da situação, caso o diferencial funcione sem a correta lubrificação, pode ser que o atrito excessivo gere um aumento de temperatura e cause a quebra completa do conjunto.
Por fim, é importante que o mecânico faça um diagnóstico aprofundado de problemas do diferencial, visto que eles podem ser confundidos com falhas em outras partes da transmissão ou até da suspensão. Além disso, é muito importante que a troca do fluido do diferencial seja feito no prazo indicado pela fabricante, para que o componente alcance a vida útil esperada.
Confira os detalhes construtivos do modelo chinês que utiliza a plataforma Volvo EX30
texto Vitor Lima fotos Diego Cesilio
O Zeekr 001 chama atenção por seu visual diferente do habitual, principalmente a versão Flagship, analisada pela Revista O Mecânico, com sua cor Laranja Speed. O modelo desembarcou no Brasil em 10 de outubro de 2024. Com arquitetura elétrica de 800 V aliada a um sistema de recarga ultrarrápido, o modelo pode ir de 10 % a 80 % da carga de bateria em apenas 15 a 30 minutos, variando conforme o tipo de carregador.
ZEEKR 001: plataforma Volvo e alta performance. Mas como será futura manutenção?
Além de tração integral (AWD), o modelo conta com dois motores elétricos de 272 cv cada, posicionados um em cada eixo do veículo que, juntos, produzem até 544 cv (400 kW). A bateria de 100 kWh, com sistema de refrigeração líquida, ajuda o modelo a garantir uma autonomia de até 426 km, de acordo com o ciclo do INMTERO.
No interior, o cockpit reúne uma central multimídia touchscreen de 15,4 polegadas, painel de instrumentos digital de 8,9 polegadas e um display adicional de 5,7 polegadas voltado para os passageiros traseiros, que permite controlar climatização, som e ajustes dos bancos. A conectividade é controlada por processadores Qualcomm Snapdragon 8155 com 16 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, além de suporte a atualizações OTA e assistente de voz.
O sistema de som, com assinatura da Yamaha, conta com até 12 alto-falantes e subwoofer. A iluminação ambiental é personalizável, o controle climático funciona em três zonas independentes. O porta-malas tem capacidade para 539 litros e, pode expandir para 2.144 L com o rebatimento dos bancos traseiros.
Na segurança, o Zeekr 001 oferece um pacote robusto com câmeras de alta definição, radares de ondas, sensores ultrassônicos, estrutura reforçada, airbags e zonas de deformação inteligentes. Entre os sistemas de assistência ao condutor estão controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, manutenção e centralização de faixa, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, estacionamento autônomo, visão 360°, monitor de fadiga e reconhecimento de placas de trânsito.
Além disso, o interior ainda conta com bancos dianteiros com ajustes elétricos, ventilação, aquecimento e massagem, teto panorâmico em vidro, carregamento por indução, conexão aos sistemas Android Auto e Apple CarPlay, sistema de comando por voz, Wi-Fi interno, carregamento bidirecional (V2V), retrovisores com ajuste elétrico, direção elétrica com relação variável e suspensão ativa a ar.
Construído sobe a plataforma SEA, mesma utilizada no Volvo EX30 e a picape Riddara RD6, convidamos Maurício Marcelino, professor do SENAI e proprietário da oficina Auto Mecânica Louricar LM, para analisar as condições de manutenção do Zeekr 001 Flagship, que tem preço a partir de R$ 542.000.
POR BAIXO DO CAPÔ
Ao abrir o capô do Zeekr 001, o mecânico irá se deparar com uma tampa plástica que cobre todos os componentes (1) como reservatório do líquido de arrefecimento, inversor elétrico, motor elétrico, entre outros. A Zeekr optou por não deixar os sistemas a mostra e, com isso, na parte dianteira há possibilidade de utilização como um pequeno bagageiro.
Há pequenas janelas de acesso que permitem alguns acessos à componentes como os faróis dianteiros (2). A janela de acesso do lado do motorista do veículo (3), permite o acesso ao reservatório de água do para-brisa, farol dianteiro e, também, ao cabo responsável por cortar a energia do veículo, dedicado aos bombeiros em situações de resgate aos ocupantes do veículo em caso de algum acidente.
A terceira e última janela de acesso, permite que o mecânico tenha contato com os polos positivo e negativo da bateria de 12V, a caixa de fusíveis que está acima da bateria e ao reservatório do fluido de freio. Há possibilidade de enxergar o inversor elétrico e o reservatório do fluido de arrefecimento (4), mas sem acesso ao mecânico.
O prazo para substituição do fluido de freio DOT4 é a cada 24 meses, mas, de acordo com a Zeekr, em uso severo, o período deve ser reduzido pela metade, ou seja, a cada 12 meses. Já o líquido de arrefecimento deve ser substituído a cada 48 meses.
UNDERCAR
O conjunto de suspensão do Zeekr 001 é robusto, com sistema de braços sobrepostos, ou duplo A como é conhecida, em alumínio (5), com foco na resistência e diminuição de peso ao veículo.De acordo com Marcelino, para realizar a substituição dos pivôs de suspensão, provavelmente, será necessário a troca de parte do braço inferior da suspensão.
Para o sistema dianteiro, o veículo conta a construção comum de qualquer carro com bieleta, terminal de direção, semieixo, conector do sensor de ABS. Porém o que chama atenção é que o Zeekr 001 não utiliza amortecedores com molas helicoidais, mas sim, o sistema de suspensão a ar (6). Por ter uma área ampla e extensa de proteções por baixo do Zeekr 001, não é possível mostrar muitos detalhes, porém, o pack de baterias fica localizado na parte central (7) e com indicações para alertar que se trata de um componente com alta tensão.
Na suspensão traseira é utilizado o sistema multilink com braços em liga de alumínio (8), com os mesmos tipos de amortecedores eletrônicos com sistema pneumático que a dianteira, além de sensores de inclinação para ajuste do sistema de suspensão, com a finalidade de proporcionar melhor estabilidade ao veículo. Um dado importante é que, em casos de intervenção com o conjunto de amortecedores do eixo traseiro, não há necessidade de acessar a fixação superior do amortecedor pelo porta-malas do veículo, é possível removê-lo retirando as rodas para ter acesso.
Por conta das proteções plásticas também na parte traseira, não é possível verificar o motor elétrico no eixo traseiro. Todas essas proteções têm o intuído de melhorar a aerodinâmica do veículo.
O tema abordará os principais pontos de atenção, como lubrificação, resfriamento do turbocompressor, cuidados com filtros de ar e óleo, além de práticas para identificar falhas comuns. Também serão discutidos os impactos do mau uso e da falta de manutenção preventiva, que podem comprometer seriamente a eficiência do motor.
O evento será realizado no Expo Center Norte, no Pavilhão Amarelo, e reunirá mecânicos e profissionais do setor automotivo para debater práticas, procedimentos e tecnologias aplicadas nas oficinas. A programação contará com mais de 98 horas de conteúdo técnico, incluindo boxes práticos e teóricos, além de palestras no Grande Auditório.
Nos boxes técnicos, os participantes terão contato direto com especialistas e poderão conhecer sistemas, componentes e equipamentos de veículos, enquanto nos boxes teóricos acompanharão explicações detalhadas sobre manutenção e reparo. O 8CBM reforça a importância da atualização profissional e da troca de experiências entre mecânicos de diferentes regiões do país.
Especialista aponta para os cuidados com a suspensão e freios para reduzir acidentes
A Semana Nacional do Trânsito, realizada de 18 a 25 de setembro, enfatizou a importância da manutenção preventiva de veículos para reduzir riscos no trânsito. Manter direção, suspensão e freios em condições ideais contribui para a segurança de motoristas, ocupantes e pedestres, especialmente durante períodos de maior tráfego, como férias e viagens de final de ano.
Sistemas críticos como direção, suspensão e freios precisam de atenção constante. A direção garante o controle do veículo, a suspensão absorve impactos e mantém os pneus em contato com o solo, e os freios permitem desaceleração previsível. Falhas em qualquer um desses componentes, seja por desgaste, folga ou ruído, podem comprometer o controle do veículo e aumentar o risco de acidentes.
A Viemar Automotive atua na produção de componentes para direção, suspensão e freios com foco em engenharia nacional, qualidade e suporte técnico. “A segurança veicular não é opcional. Direção, suspensão e freios são sistemas que garantem a integridade de motoristas e pedestres. Na Semana Nacional do Trânsito, o nosso chamado é direto: faça a manutenção preventiva e, quando precisar repor, escolha componentes com engenharia e procedência”, afirmou Plínio Fazol, gerente de Marketing da Viemar.
O cuidado inclui revisar barras e terminais de direção, articulações axiais, caixas de direção, pivôs, bandejas, buchas, amortecedores, bieletas, pastilhas, lonas, discos, pinças, tambores e fluido de freio. Problemas como vibração no volante, puxamento do carro, desgaste irregular de pneus, ruídos ao esterçar ou luz de freio acesa indicam necessidade de inspeção imediata.
Sistema tem potência combinada de 213 cv e será usado no Jeep Cherokee 2026
A Stellantis mostrou um novo trem de força composto por um motor 1.6 litro turbo de quatro cilindros acoplado a dois motores elétricos, que será utilizado no Jeep Cherokee 2026. O conjunto entrega potência combinada de 213 cv e torque de 31,8 kgfm.
Segundo a Stellantis, o sistema utiliza uma nova unidade eletrônica chamada de Hybrid Drive Control Unit, que gerencia a distribuição de energia entre motor a combustão, motores elétricos e a bateria, de acordo com as condições de rodagem.
O motor a combustão, em sua terceira geração e desenvolvido na Europa, vai ser produzido nos Estados Unidos. Chamado de EP6, ele desenvolve 179 cv a 5.500 rpm e 30,6 kgfm de torque entre 2.000 e 3.500 rpm, com pressão máxima de até 38 psi, taxa de compressão de 11,3:1 e ciclo Miller. O bloco e o cabeçote são de alumínio, tendo ainda injeção direta de alta pressão e watercooler.
O novo sistema híbrido é do tipo HEV, ou seja, sem recarga externa. Ele pode funcionar em modo elétrico em velocidades de até 100 km/h ou em modo híbrido, contando ainda com sistema de regeneração em frenagens.
A bateria de alta tensão utilizada é do tipo de íons de lítio, com capacidade de 1,03 kWh e refrigeração líquida. O componente também fornece energia para o compressor do ar-condicionado, melhorando a eficiência.
Por fim, o Jeep Cherokee 2026 com esse novo conjunto mecânico híbrido será equipado com tração integral Jeep Active Drive I, além do sistema de seleção de terrenos Selec-Terrain e quatro modos de condução, Auto, Sport, Snow e Sand/Mud.
Respeitar o limite de carga está entre as ações que podem auxiliar a preservar lonas de freio
A lona de freio, fixada na sapata, é a responsável por gerar atrito com o tambor e reduzir a velocidade do caminhão. Por atuar diretamente no processo de frenagem, a peça sofre desgaste natural ao longo do tempo, principalmente em veículos que circulam em tráfego intenso e utilizam com frequência o freio de serviço. “Nessas condições, o desgaste tende a ser maior”, explica Robson Andriel Lipniarski, consultor de Marketing de Produto da Fras-le linha Comercial. Segundo ele, algumas práticas simples podem evitar trocas prematuras e custos desnecessários.
Entre as medidas que ajudam a aumentar a durabilidade das lonas, destaca-se o uso do freio motor. “Ao reduzir marchas, o caminhoneiro utiliza a força do motor para segurar o veículo, preservando as lonas”, orienta o consultor. Também é recomendado antecipar as frenagens, desacelerando gradualmente diante de situações de trânsito parado, em vez de acionar os freios bruscamente.
Outra prática é respeitar os limites de carga. “Exceder o peso permitido ou distribuí-lo de forma incorreta sobre os eixos acelera o desgaste das lonas”, alerta Lipniarski.
Posts Relacionados
Nós utilizamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao navegar em nossos site, você aceita a política de monitoramento de cookies. Para mais informações, consulte nossa Política de Privacidade.