Com novo visual desde o ano passado, Toyota Hilux e SW4 saem de fábrica equipados com as baterias Heliar
Reestilizados recentemente, os novos Toyota Hilux e SW4 saem de fábrica equipados com as baterias Heliar, fabricadas pela Clarios. A empresa destaca a importância de ser fornecedora exclusiva da Toyota no Brasil.
“A confiança depositada pela Toyota em nosso trabalho se reflete com essa parceria, que leva a tecnologia de nossas baterias premium para os veículos produzidos pela montadora”, afirma José Rubens Galdeano, gerente comercial de Equipamentos Originais da Clarios.
No caso da picape Hilux, o modelo recebeu novo visual por fora, além de leves mudanças no acabamento e uma nova central multimídia com espelhamento de smatphones via Apple CarPlay e Android Auto. Já o SUV SW4, que recebeu sua primeira atualização visual desde 2015, ganhou mudanças no balanço dianteiro, com grade maior, novos desenhos de para-choque e faróis integralmente de LED.
Elaion F30 10W-30 já está disponível em toda a rede de distribuição da empresa no Brasil
A YPF Brasil lança o lubrificante Elaion F30 10W-30 para a linha leve. Com base semissintética, o produto tem classificação API SN. A novidade faz parte da linha premium da empresa. “Temos acompanhado as demandas de marcado – o Elaion F30 10W-30, por exemplo, surgiu a partir de lançamentos de montadoras como Honda e Toyota, que sugerem como opção de troca de óleo um lubrificante com tal viscosidade”, explica a gerente de Marketing e Comunicações da YPF Brasil Giovanna Grassi.
Disponível em toda rede distribuidora nacional, o lançamento da marca argentina também pretende alcançar o mercado internacional. A caixa com seis óleos lubrificantes tem preço sugerido de R$ 188,66.
Empresa lista os cuidados e os pontos de atenção na montagem e desmontagem da pastilha de freio na nova Fiat Strada
A Cobreq oferece no mercado de reposição pastilha de freio nos modelos N-772 e N-2129, respectivamente com e sem isolador de ruído, destinados à nova Fiat Strada. Para ajudar os mecânicos na hora de substituir o componente, a empresa lista algumas dicas na hora da montagem e desmontagem.
“A pastilha de freio é uma das peças mais importantes de todo o sistema. É por isso que, além da qualidade do produto é essencial que a montagem e desmontagem da peça seja feita da forma correta, respeitando todas as etapas e detalhes recomendados, dessa forma é possível proporcionar uma experiência segura ao condutor. Desenvolvemos um material com essas dicas, justamente para facilitar o trabalho dos profissionais e também para garantir a melhor eficiência da pastilha”, afirma Raulincom Borges da Silva, coordenador de assistência técnica da TMD Friction do Brasil.
O primeiro ponto de atenção, segundo a empresa, é que as pinças de freio, dos dois modelos de pastilha, possuem 2 pares de “molas de retorno”, que são móveis e montadas por baixo. Por isso, é preciso ter cuidado redobrado com as molas no processo de montagem e desmontagem, uma vez que elas são responsáveis pelo retorno das pastilhas quando o freio não está acionado.
Desmontagem das pastilhas
Ao retirar as pastilhas, a Cobreq explica que é preciso fazer a remoção cuidadosa da mola estabilizadora externa, soltar o pino deslizante e bascular a pinça, para então ter acesso às pastilhas. A recomendação é utilizar as duas mãos para conseguir desencaixar as “molas de retorno”, puxando para o sentido do eixo. Então, dê preferência por retirar a pastilha externa e depois a interna.
Montagem das pastilhas
Na hora da montagem, a dica é primeiro avaliar as condições gerais dos freios, incluindo limpeza, lubrificação, pinos deslizantes e borrachas, dando atenção às “molas de retorno”, que não podem estar torcidas nem amassadas. No caso da pastilha N-772, remova os papéis protetores dos isoladores antirruído e instale a pastilha interna e externa.
Já para as pastilhas N-2129, sem isolador de ruído, é só começar o processo de montagem na etapa de instalação interna e externa. Com o posicionamento e espaçamento ideal entre as pastilhas, encaixe as molas de retorno uma a uma. Por fim, retorne a pinça para a posição original, aperte o pino deslizante e instale a mola estabilizadora externa.
MundoficinaAPP tem o objetivo de facilitar o processo de contratação para serviços pontuais para mecânicos
O profissional de mecânica automotiva agora conta com o aplicativo MundoficinaAPP. A ferramenta, disponível no Google Play e na App Store, conecta oficinas automotivas com profissionais autônomos ou desempregados do setor. O objetivo é facilitar o processo de contratação para serviços pontuais para mecânicos, funileiros, pintores e outros profissionais desse segmento. O aplicativo disponibiliza também um espaço digital onde a oficina pode centralizar sua busca por esses profissionais, sempre que tiver uma demanda de serviço que traga essa necessidade.
Todo o serviço de contratação é feito via aplicativo. Oficinas e profissionais não pagam nada para se cadastrar nem para realizar suas buscas. O app – assim como outras tecnologias sob demanda, como Uber, iFood e Rappi – é remunerado apenas com uma taxa sobre o valor combinado entre a oficina e o profissional, quando o serviço já tiver sido executado.
COMO SE CADASTRAR?
No cadastro gratuito do mecânico, ele informa seus contatos, o tipo de serviço que deseja prestar, suas especialidades e até o valor que costuma cobrar. A partir daí, é só aguardar as notificações de oficinas que tenham se interessado por seu perfil para um trabalho específico.
A oficina, por sua vez, faz um cadastro simples, também gratuito, informa a data em que precisa do serviço, o tipo de serviço e o conhecimento específico que o profissional precisa ter para executá-lo. Pode informar até a distância máxima que gostaria entre a oficina e a residência do profissional (para evitar os problemas de deslocamento e horário de profissionais que moram muito longe), além do valor que pretende pagar.
Depois disso, a oficina terá uma lista de candidatos para escolher. Selecionando cada profissional, ela vê um resumo de suas habilidades. Há inclusive um chat para tirar qualquer dúvida diretamente com o profissional. Escolheu? A oficina faz o pedido desse profissional e em instantes receberá uma confirmação dele. Então é só recebê-lo na data combinada. Todos os pagamentos são realizados por meio do app, com as opções de boleto ou cartão de crédito.
Decisão da empresa de encerrar a produção de veículos no Brasil tem implicações negativas de curto prazo. Mas não deve levar a um cenário de desindustrialização do setor automobilístico. Existem alguns aspectos históricos a ressaltar. Em 1986 a Ford esteve perto de sair do País em meio à conhecida década econômica perdida. As importações de veículos estavam proibidas, não existiam alternativas. Contudo, a união com a Volkswagen, na Autolatina, deu-lhe fôlego para continuar nove anos depois do “divórcio”.
Na Argentina houve desistência industrial da GM, que anos depois retornou. Fiat e Peugeot se fundiram, se separaram e voltaram cada uma para seu lado. Renault da mesma forma: entrou, saiu e voltou. No Brasil há os casos da Alfa Romeo, Audi, Chrysler, Jeep, Renault e Mercedes-Benz.
A Ford ainda produz automóveis na Europa, Índia e China, mas na América do Norte e agora do Sul, nada. Não há um prazo para focar apenas em SUVs, crossovers e picapes, conforme anunciou em 2018. Estes são bem mais lucrativos e os compradores americanos mantêm confiança nas marcas domésticas, em especial nos modelos maiores.
Um aspecto pouco observado é que a empresa decidiu manter o centro de desenvolvimento, na Bahia e o campo de provas, em São Paulo. Exportará serviços e alguns empregos qualificados serão salvos. Porém, terá que devolver incentivos fiscais e indenizar empregados e concessionárias, além de outras despesas. Para tanto alocou US$ 4,5 bilhões (R$ 24 bilhões). A GM, ao contrário, enviou grande parte dos engenheiros brasileiros para a China e EUA, mas descongelou agora R$ 10 bilhões de investimentos nos próximos cinco anos para novos produtos.
Obviamente a participação de mercado da Ford vai cair para um patamar bem inferior ao qual terminou em 2020. O tíquete médio dos carros que venderá será muito mais alto, mas a empresa quer garantir a rentabilidade que garantirá sua sobrevivência não só aqui, mas no mundo. Isso, no entanto, não deve afetar a recuperação do mercado brasileiro este ano (leia abaixo).
O Brasil é um país dos compactos. Hatches e sedãs representam cerca de 45% das vendas totais. Com o avanço das novas tecnologias, ainda caras, fica bastante mais difícil diluir os custos em modelos menores e de lucratividade limitada. A saída natural seria importar componentes e aumentar a exportação. Para tanto o País teria de investir muito em infraestrutura, além de uma reforma tributária que realmente melhorasse a eficiência econômica e desonerasse os produtos exportados, como os outros países fazem. Esse mau hábito de gerar créditos tributários e nunca restituí-los ou compensá-los, realmente não funciona.
Por suas dimensões continentais e densidade de habitantes por veículo ainda inferior à da Argentina e do México, por exemplo, o Brasil ainda tem o que avançar. De 2010 a 2014 o País figurou como quarto maior mercado interno do mundo, atrás de China, EUA e Japão. Por sua imensa população a Índia vai se consolidar à nossa frente. Mesmo assim, uma quinta colocação no ranking mundial continuará sendo atraente. Como produtor de veículos já fomos o sétimo (hoje, o nono), mas existe potencial de ser o sexto colocado.
O que esperar do mercado em 2021
A economia brasileira foi fortemente atingida pela pandemia do covid-19, em 2020. Ainda assim a queda do PIB (em torno de 4,5%) ficou em patamar bem menor que o previsto até pelo FMI. Na indústria automobilística não foi diferente. Contra números previstos de até mais de 40% de redução do mercado interno de veículos leves e pesados, o tombo ficou em 26%. Em 2015, mesmo sem pandemia, as vendas já haviam caído nessa mesma magnitude. Nada comparável a 1981, quando as vendas derreteram 40% frente a 1980.
Na produção que inclui os números de exportação, principalmente para a Argentina, a queda atingiu 31%. O total de empregados na indústria sofreu uma contração de 4% (5.000 funcionários a menos). Os estoques nas fábricas e concessionárias caíram para apenas 12 dias (um terço do habitual), o menor em toda a séria histórica da indústria.
Para este ano a Anfavea demonstrou cautela na recuperação das vendas (15%), exportações (9%) e produção (25%). A Fenabrave também projetou os mesmo 15% de avanço na comercialização, uma coincidência que não é tão comum. Nesse ritmo a volta aos níveis de 2019 (ano sem efeito da pandemia) só ocorreria em 2023. Para complicar ainda há o desastrado aumento do ICMS no Estado de São Paulo, tanto para veículos novos quanto para usados. Deverá impactar as vendas, embora ainda não seja possível avaliar os estragos.
Por outro lado, apesar dos percalços políticos em Brasília, a economia brasileira crescerá este ano no mínimo 3,5% até por uma base comparativa baixa em relação a 2020. A vacinação de parte da população deve ajudar como reação positiva. O dinheiro retido no ano passado pelo cancelamento de viagens e outros gastos entre os que podem comprar automóveis, deve ser aplicado para este fim.
Então, há um potencial de voltar aos números de 2019 já em 2021, o que significaria um incremento nas vendas em torno de 35%. Otimismo exagerado? É o que vamos conferir em 31 de dezembro deste ano.
Novos códigos de amortecedor da Cofap atendem utilitários esportivos como VW T-Cross, Jeep Compass, Volvo XC60 e Land Rover Freelander
A Marelli Cofap Aftermarket segue a expansão de seu portfólio com novos códigos de amortecedor Cofap destinados aos utilitários esportivos. Os produtos atendem veículos como Volkswagen T-Cross (GB48372 traseiro), Jeep Compass Sport 2.0 16V de 2011 a 2015 (GB48361 traseiro, GP33376 dianteiro direito e GP33377 dianteiro esquerdo), Volvo XC60 2018 em diante (GB48373 traseiro) e Land Rover Freelander 2 SE (GP33392 dianteiro direito e GP33393 dianteiro esquerdo).
A Cofap destaca que seus amortecedores destinados ao mercado de reposição oferecerem as mesmas características de qualidade e desempenho do produto original.
Recentemente, a empresa também disponibilizou amortecedores para a nova Fiat Strada, com os códigos GP33398 (dianteiro direito) e GP33399 (dianteiro esquerdo), além de lançamentos para Ford Fusion 4×4 2013 em diante (GP30614 dianteiro), Peugeot 208 2020 (GP33400 dianteiro direito e GP33401 dianteiro esquerdo) e amortecedores de cabine para os caminhões Volvo CAM/VM 260/VM 270 (B48374) e FM/FH (B48336).
Uma pergunta, bandeja e balança é a mesma coisa ou não??
Raimundo Alves dos Santos Via YouTube O Mecâniconline
Popularmente, sim. O nome técnico correto é braço de suspensão, mas mesmo as fabricantes do componente para o mercado de reposição chamam o componente de bandeja ou balança.
A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: faleconosco@omecanico.com.br
Empresa esclarece o mito de que o aditivo do radiador é o responsável por causar corrosão ou vazamentos no sistema de arrefecimento
A Delphi Technologies alerta para os cuidados e esclarece os mitos sobre a aplicação do aditivo de radiador, cuja funções principais incluem aumentar o ponto de ebulição, diminuir o ponto de congelamento da água, lubrificar e proteger o sistema contra cavitação e eletrólise e reduzir a formação de espuma.
A primeira orientação é utilizar aditivos de alta qualidade, caso contrário a longo prazo podem ocorrer problemas como corrosão do sistema de arrefecimento (radiador, bomba d’água e tubulações em geral), escamação nas suas superfícies internas e erosão por cavitação de componentes internos do motor.
“Além dos problemas citados acima, o proprietário do veículo também pode enfrentar uma deterioração de vedações e tubulações e a formação de gel/borra no sistema de arrefecimento. Abrir mão de um bom produto compromete o motor e traz muita dor de cabeça e também ao bolso do motorista”, afirma Pedro Valencio, técnico de serviços da empresa.
“Os produtos da Delphi Technologies têm como diferencial em sua fórmula o Monoetilenoglicol (MEG), além de uma mistura de inibidores de corrosão para garantir um efeito prolongado e preservar toda a motorização. Mais um destaque é que a marca conta com a maior durabilidade do mercado, alcançando cinco anos ou 241.000 quilômetros rodados”, completa.
Aditivos causam corrosão ou vazamentos?
A Delphi explica que um bom aditivo contém substâncias antioxidantes, capazes de prevenir e recolher a sujeira e fuligem presentes no sistema de arrefecimento. “Esse boato se espalhou por conta da utilização de soluções arrefecedoras de baixa qualidade, que podem causar ferrugem no sistema e, como consequência, aparecer buracos e vazamentos. Quando um aditivo de boa qualidade é utilizado, realizando perfeitamente a eliminação do acúmulo de ferrugem, estes possíveis buracos causados pelo aditivo de baixa qualidade aparecem. Sendo assim, uma vez aplicado o aditivo correto, a limpeza do sistema se inicia e elimina o acúmulo de ferrugem, prevenindo problemas futuros”, ressalta Valencio.
Loja oficial oferecerá peças para veículos novos e seminovos, além de acessórios genuínos Audi com frete grátis e parcelamento
A Audi anuncia a estreia de sua loja oficial de peças de reposição e acessórios no Mercado Livre, incluindo produtos para veículos novos e seminovos. Entre os itens disponíveis estão pastilhas e discos de freio, palhetas do limpador do para-brisa, filtros de óleo, filtro de ar-condicionado e filtro de combustível.
Segundo a empresa, o objetivo é oferecer maior praticidade e facilidade de acesso aos clientes, não só para os modelos novos, mas também para os mais antigos.
Estarão disponíveis também acessórios genuínos da marca, como rack de teto, tapetes de porta-malas, tapetes de borracha, Audi Beam e rodas. A Audi destaca que os produtos serão oferecidos a pronta entrega com os estoques de sua rede de concessionárias. Além disso, será possível parcelar a compra em até 12 vezes sem juros e com frete grátis.
“Com esta parceria com o Mercado Livre conseguimos oferecer aos nossos clientes um volume de peças maior, capaz de atender também veículos mais antigos da marca, com alcance, facilidade e capilaridade que o parceiro possui devido ao seu expertise no mercado logístico virtual”, afirma José Sétimo Spini, diretor de pós- vendas da Audi do Brasil.
A limpeza da câmara de admissão do motor TSI quando as válvulas estão carbonizadas: é preciso fazer a limpeza e qual o procedimento melhor no local?
Marcelo Baungartel Via Fale Conosco CBM
Primeiro, é preciso saber se realmente a limpeza é necessária. Como se chegou a esse diagnóstico? Geralmente, a certeza vem com a observação por meio de um endoscópio. Detectada a real presença do depósito, existem 2 formas de se extraí-lo: limpeza química (flush) ou desmontagem. A primeira é mais simples de se realizar. Muitos colegas têm usado e relatado sucesso. Mas não conta com a homologação da fábrica. A segunda, mais trabalhosa e cara, apresenta 100% de sucesso sem efeitos colaterais quando
A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: faleconosco@omecanico.com.br
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