Auto Elétrica: Troca de lâmpadas automotivas: quais regras mudam em 2021?

Desde 1º de janeiro de 2021, seu cliente só poderá trocar as lâmpadas do carro por outras de mesma tecnologia; medida ainda gera dúvidas

 

Existem diversas alternativas dentro do mercado de autopeças para modificar o visual e a capacidade de iluminação de faróis e lanternas do veículo. Porém, a partir desse ano, será obrigatório que o veículo utilize o mesmo o tipo de lâmpadas e lentes com os quais foi projetado, até o final de sua vida útil. A resolução 667 de 2017 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2021, determina que “é proibida a substituição de lâmpadas dos sistemas de iluminação ou sinalização de veículos por outras de potência ou tecnologia que não seja original do fabricante”.

Nesse sentido, por exemplo, a adaptação das lâmpadas de xenônio (que antes podia ser regularizada) passará a ser proibida em veículos que não possuam originalmente tal sistema. No caso do xenônio, seu uso indevido acarreta multa de R$ 195,23, com perda de 5 pontos na CNH e passível de retenção do veículo até regularização do sistema.

Há, porém, um impasse sobre como essa fiscalização será feita. Outro ponto é a evolução constante dos produtos oferecidos. Assim como qualquer setor, a indústria de iluminação automotiva está em constante mudança e sempre apresenta novas tecnologias em lâmpadas para o mercado. Fabricante das lâmpadas automotivas Philips, a Lumileds afirma que as lâmpadas em LED, por exemplo, apresentam consumo muito baixo de energia, até 75% menos que as halógenas, além de obter um campo de visão maior que as concorrentes, fazendo com que desperte interesse de uso por parte dos motoristas.

Gerente de Marketing da Lumileds para América Latina, Juliana Gubel detalhou os benefícios do LED em comparação às lâmpadas halógenas: “se a lâmpada em LED adquirida for de boa qualidade e o proprietário do veículo realizar o processo de regularização junto aos órgãos competentes, não haverá manutenção. Isso porque a tecnologia, ao contrário das lâmpadas halógenas, não sofre desgaste e, portanto, traz durabilidade superior, de até oito anos, com baixíssimo consumo de energia”. Mas se o veículo não tiver originalmente o sistema com LEDs, segundo a letra fria da lei, fazer o “upgrade” no veículo será proibido.

INTERPRETAÇÃO DAS REGRAS

Entramos em contato com o Ministério da Infraestrutura para entender melhor a legislação que entrará em vigor e sanar possíveis interpretações ambíguas a respeito. Segundo o Ministério, a determinação tem o intuito coibir a troca de um produto original por um que não seja o especificado pelo fabricante do veículo e traga incômodo aos demais motoristas na via. “Isso decorre do fato de que o uso de produtos que não atendem às especificações do fabricante do veículo pode gerar ofuscamento dos condutores que transitam em sentido contrário, ou até mesmo problemas ao próprio veículo, como curto-circuito, princípio de incêndio, entre outros”, respondeu a assessoria.

Outro apontamento foi que, no desenvolvimento dos faróis e lanternas automotivas, há todo um projeto de engenharia detalhado, que considera a reflexão e refração da luz e os diversos dispositivos internos, que fazem com que o facho de luz gerado pela lâmpada seja direcionado corretamente para a frente do veículo. E, por isso, as especificações técnicas avaliadas, inclusive em ensaios e testes conduzidos pelos fabricantes, devem ser obedecidas para que se tenha a eficiência e segurança necessária do sistema de iluminação do veículo.

Em resumo, como explicou o gerente de Produtos da Gauss, Carlos Eduardo Benthien, “a resolução 667 não limita o consumidor a utilizar um produto ‘exatamente igual’ ao que vier da fábrica, e sim condiciona a substituição por um de mesma tecnologia”.

E O QUE A INDÚSTRIA PENSA?

Executivos de empresas do segmento ressaltam que existem alternativas para se adaptar a essa nova fase. Carlos Eduardo, da Gauss, comentou que “opções como a LED, continuarão sendo atrativas para o consumidor quando aplicadas nos modelos novos. Com os novos veículos vindo nessa configuração, o proprietário não precisar alterar a característica de iluminação, logo não irá se expor indevidamente”.

Já a gerente de Marketing da Osram para a América Latina, Marieli Senedez Miguel, declarou que “quanto à lei, estamos atentos aos órgãos competentes e oferecendo todo o apoio e informação necessária para que a resolução 667 tenha uma uniformidade de interpretação. Na hora da troca, o mecânico deve indicar produtos que proporcionem ajuste manual do feixe de luz, pois possibilitam regulagem do farol com o auxílio do regloscópio (equipamento profissional para ajuste da iluminação automotiva) evitando assim o ofuscamento do motorista que vem em sentindo contrário”.

Juliana Gubel, da Lumileds/Philips, ainda salientou que o motorista não necessita de fato trocar uma lâmpada halógena por outra tecnologia, pois há opções no mercado que trazem tantos benefícios quanto a tecnologia LED. “Temos opções, como as chamadas lâmpadas halógenas inovativas que, ao serem substituídas, não implicam na troca de tecnologia e poderão ser realizadas mesmo depois da resolução 667 entrar em vigor”.

Depois de todas essas orientações, é bom relembrar também que trafegar com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas é infração média (R$ 130,16) segundo o Código Brasileiro de Trânsito, então respeitar e estar atento às mudanças na legislação é essencial para que seu cliente não seja impactado no bolso.

texto: Raycia Lima 

Abílio Responde: Termostática do motor Puretech

termostática do Puretech

É verdade que a segunda válvula termostática (a inferior) do motor 1.2 Puretech foi descartada pela PSA?

Rodrigo _8vps
Via YouTube O Mecâniconline

Não é verdade. A engenharia da PSA Peugeot Citroën afirmou à Revista O Mecânico que em nenhum momento removeu qualquer uma das válvulas termostáticas. Sequer isso poderia ser feito de forma arbitrária: ao remover uma das válvulas termostáticas, todo o  comportamento do arrefecimento mudaria, afetando a eficiência da combustão e aumentando as emissões de poluentes. Ou seja, toda a programação da injeção teria que ser alterada para trabalhar com apenas uma válvula termostática e o motor precisaria ser homologado
novamente.

 


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: faleconosco@omecanico.com.br

Dunlop lança pneus SP Sport FM800 para linha leve

Com 19 medidas disponíveis, a Dunlop espera ampliar a gama de oferta de pneus para automóveis compactos, sedans e SUVs urbanos

 

A Dunlop apresenta os novos modelos de pneus SP Sport FM800 destinado à linha leve. Produzido na fábrica da marca localizada em Fazenda Rio Grande/PR, o produto foi desenvolvido para oferecer excelente performance em piso molhado, além de contar com tecnologia para garantir uma condução segura e confortável em todas as condições.

O lançamento do SP Sport FM800 é uma atualização da atual linha de pneus e, segundo a empresa, tem como diferenciais um desempenho até 13% melhor em frenagem em piso molhado, promovendo maior segurança, além de 21% melhor em resistência ao rolamento quando comparado ao modelo antecessor, oferecendo maior performance e dirigibilidade.

Com 19 medidas disponíveis para o SP Sport FM800, a Dunlop espera ampliar a gama de oferta de pneus para automóveis compactos, sedans e SUVs urbanos, oferecendo um produto ainda mais seguro, com melhor performance em condições de piso molhado.

Assim como todos os pneus Dunlop fabricados no Brasil, o SP Sport FM800 é produzido com a tecnologia TAIYO (Sun) System, sistema de fabricação de pneus sem emendas nas partes de borracha, tecnologia que garante pneus mais uniformes e proporciona mais conforto, estabilidade e menor consumo de combustível para os clientes.

Promax Bardahl lança lubrificante para motores diesel

Segundo a Promax Bardahl, lubrificante é eficaz em garantir o baixo nível de emissões e a durabilidade dos sistemas de pós-tratamento

 

A Promax Bardahl lança óleo lubrificante premium para motores a diesel. O Promax Diesel Premium CK-4 é um produto mineral multiviscoso de última geração e, segundo a empresa, especialmente eficaz em garantir o baixo nível de emissões e a durabilidade do sistema de controle de emissões, quando filtros de partículas e outros sistemas avançados de pós-tratamento são usados nos motores modernos.

Destinado a todos os motores a diesel aspirados ou turboalimentados, em condições normais ou severas de trabalho, a novidade tem a tecnologia API CK-4. Segundo a fabricante, o óleo limpa as superfícies do motor, repelindo a sujeira e neutralizando os ácidos. Suspende fuligem e partículas, evitando que se depositem e acumulem nas peças, principalmente em operações severas, como o uso diário em engarrafamentos.

Também possui tecnologia de aditivos antioxidantes, que aumenta a resistência do óleo à oxidação, controlando o aumento de viscosidade e a consequente formação da borra, o que auxilia na manutenção da limpeza do motor.

O produto ainda protege todos os componentes metálicos dos motores contra a corrosão proveniente da combustão do óleo diesel e permite que o motor trabalhe em altas e baixas temperaturas, mantendo baixa variação de viscosidade. O Promax Diesel Premium CK-4 chega ao mercado em embalagens de 20 litros (balde) e de 200 litros (tambor).

 

Abílio Responde: Troca de fluido com sistema ABS

FREIOS DO IDEA

Troquei as pastilhas de freio de um Fiat Idea 2008 1.8 Adventure. Aproveitei e troquei o fluido de freio, mas algo de errado aconteceu. Parou de ir fluido de freio para uma das rodas traseira. Observação: não sai líquido do ABS. Poderia me ajudar?

Danilo
Via Site O Mecânico

Em determinados veículos, a troca de fluido com sistema ABS exige o uso do scanner. Recomendamos sangrar o sistema com o uso do equipamento.

 


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Cofap apresenta kit de transmissão para motos Honda

Novo kit de transmissão da Cofap, composto pela coroa, pinhão e corrente, atende os modelos NXR 160 BROS e XRE 190

 

A Marelli Cofap Aftermarket lança a linha de kit de transmissão para dois modelos da Honda: NXR 160 BROS e XRE 190 (todas as versões). Composto pela coroa, pinhão e corrente, a novidade, que tem código TMC410014, é fabricada segundo os mesmos parâmetros dos produtos genuínos, isto é, os mesmos aplicados pelas montadoras, explica a marca.

Os técnicos da Cofap alertam os motociclistas que a manutenção preventiva do kit é fundamental para garantir uma pilotagem segura. Também conhecido como relação final, é um dos sistemas mais exigidos do veículo e que apresenta maior desgaste em decorrência do uso. Após a lavagem, por exemplo, é importante lubrificá-lo, utilizando somente produtos homologados pela montadora. Também é necessário estar atento à regulagem, mantendo sempre a folga indicada pelo fabricante.

Ainda de acordo com os profissionais, a vida útil do kit pode variar de acordo com o estilo de pilotagem, a qualidade das peças e os problemas em outros componentes como câmbio, quadro e a roda traseira. Os principais sinais que indicam que é hora procurar um mecânico de confiança são ruídos excessivos, corrente muito frouxa ou escapando e desgaste dos dentes da coroa ou do pinhão.

Fernando Calmon | Volkswagen deve produzir para Ford aqui

logo VW

A poeira ainda não baixou sobre a retirada da Ford como produtor de veículos no Brasil. Além das implicações econômicas e políticas, é natural que surjam notícias de todos os lados. O fervor dos acontecimentos chegou ao ponto de sugerir que os empregados da fábrica de Taubaté, SP pudessem formar uma espécie de cooperativa para administrar as instalações. Obviamente, isso não acontecerá, pois sem mercado não há para quem vender a produção.

O governo da Bahia correu para bater às portas da embaixada chinesa, em Brasília, na esperança de que algum fabricante do país asiático pudesse assumir ou comprar a fábrica de Camaçari. O presidente da CAOA, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, também disse que “com alguma ajuda” teria interesse na fábrica baiana. Esta tem capacidade até 300.000 veículos por ano, incluindo a unidade de motores 1-litro local.

A Ford tem ativos fabris no Brasil difíceis de vender. No entanto, a possibilidade de a marca encolher e apenas importar produtos da Argentina, Uruguai, China, EUA e Canadá não deve ser o cenário definitivo. Depois de reservar US$ 4,5 bilhões (R$ 23 bilhões) para enfrentar todas as indenizações e despesas, daqui a quatro ou cinco anos poderá voltar a produzir no Brasil. Mas não com fábrica própria. Nada de produto com baixo valor agregado, alto índice de localização das peças ou sem rentabilidade.

Fernando CalmonHoje Volkswagen e Ford já têm acerto de colaboração envolvendo picapes médias, furgões e novas tecnologias. Na Europa, a Ford lançará um modelo elétrico a partir da arquitetura modular MEB da Volkswagen que deu origem ao ID.3, ID.4 e outros ainda virão. Na África do Sul, a Ford produzirá as novas Ranger e Amarok.

Portanto, embora a Autolatina no Brasil e na Argentina, entre 1987 e 1996, não terminasse em troca de flores, as duas marcas voltarão a colaborar, industrialmente apenas, aqui.

Em meia década, porém, o País deve encontrar um rumo para melhorar o ambiente de negócios e fechar o tal manicômio tributário. Os incentivos, baseados em renúncias fiscais, prosperaram porque os impostos sobre automóveis são os mais altos do mundo. Governos nos três níveis querem tirar a sua parte e até aumentá-la, como aconteceu agora com o ICMS em São Paulo.

Quem sabe os políticos agora caiam na real.

 

STELLANTIS ESTREIA COM AMBIÇÕES CLARAS

 

O presidente-executivo da Stellantis, resultante da fusão entre PSA e FCA, o português Carlos Tavares, de 62 anos, resumiu o mote da nova empresa nascida no último dia 16: “Excelência é melhor do que ser grande”.

Pragmático, ele já passou pela Renault, desentendeu-se com Carlos Ghosn, da aliança Renault_Nissan, foi para a PSA, equacionou seus problemas e liderou a compra da Opel/Vauxhall da GM, na Europa.

Tavares mostrou estar focado em manter todas as fábricas abertas em mais de 30 países, além dos 400.000 empregados do quarto maior grupo automobilístico do mundo. A missão, sem dúvida, será difícil, pois o grupo reúne 14 marcas. Além de cinco culturas automobilísticas diferentes: francesa, italiana, alemã, inglesa e americana.

Na sua primeira entrevista, ressaltou muitos desafios. Um deles é aumento de custos entre 20% e 40% que os governos, principalmente europeus, estão impondo às fabricantes em termos de eletrificação acelerada, emissões e segurança veiculares. Disse que dará atenção à mobilidade compartilhada, embora isso possa diminuir as vendas globais de veículos.

Apesar de não ter comentado diretamente, deixou a entender que menos carros vendidos são um desafio para manter a rentabilidade mínima e saudável de 7%, antes de impostos e amortizações.

Quanto à América do Sul, delegou ao italiano Antonio Filosa, executivo-chefe da ex-FCA, o comando de todas as operações da Stellantis no continente. Entre as decisões da nova administração na região estão a integração parcial (no primeiro momento) das redes de concessionárias Fiat e Peugeot/Citroën, além da utilização dos novos motores Fiat turbo flex em produtos das duas marcas francesas.

 

RENAULT FOCARÁ EM MODELOS RENTÁVEIS

 

A pandemia tem levado as marcas a cuidar ainda mais da saúde financeira. Luca De Meo assumiu o comando mundial da Renault há seis meses e anunciou agora seu plano “Renaulution”. Entre outras estratégias, ampliará arquiteturas integradas com a Nissan e atuação mais focada em rentabilidade do que em participação de mercado.

Como os grupos automobilísticos estão muito pressionados

Isso se aplica também ao Brasil e desde o ano passado a meta de alcançar 10% de participação deixou de ser a prioridade. Se a produção não for minimamente rentável, vendas diretas a locadoras e frotistas serão definitivamente afetadas.

A Renault lidera a venda de elétricos e híbridos na Europa e De Meo reafirmou essa prioridade. Em breve, a marca anunciará um novo ciclo de investimentos no Brasil. O que se sabe até agora: foco nos “andares” de cima do mercado, sinergias com a Nissan e motores turbo flex visando diminuição de consumo de combustíveis e emissões.

 

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www.fernandocalmon.com.br

Mobil oferece lubrificante exclusivo para scooters

Lubrificante desenvolvido especialmente para scooters oferece benefícios para esse tipo de motocicleta em desempenho e consumo

 

A Mobil oferece o lubrificante Super Moto Scooter 10W-30, destinado exclusivamente ao segmento de scooters. O produto conta com a  classificação JASO MB, que caracteriza um óleo de baixa fricção, reduz o atrito entre as peças do motor e conta com a especificação de desempenho API SL. Essa classificação atende cerca de metade da demanda do mercado nacional da categoria.

De acordo com a empresa, esse lubrificante desenvolvido especialmente para scooters proporciona benefícios como melhoria no funcionamento do motor e economia de combustível quando comparado a um óleo lubrificante formulado para motos em geral.

A Mobil explica que o produto lubrifica somente o motor, enquanto os óleos para motos convencionais lubrificam o motor e o sistema de transmissão ao mesmo tempo. Isso porque as scooters têm sistema de transmissão continuamente variável (CVT), composto por correia, roletes e polias que transferem a força gerada no motor até as rodas e controlam a aceleração do veículo, sem necessidade de acionar a embreagem ou trocar marchas manualmente.

Devido a esses sistema, as scooters podem utilizar lubrificantes JASO MB, que focam em lubrificar exclusivamente o motor, elevando sua performance com menor atrito. Além disso, ajuda a evitar maior geração de calor nesses modelos que trazem a parte mecânica abaixo do assento, gerando baixo fluxo de ar e consequente aumento da temperatura dos componentes do motor.

Sika lança linha de silicone Sikasil Gasket

silicone Sika

Linha de silicone Sikasil Gasket é composta por três produtos e se destina à aplicação no cárter do motor, cubo de roda, entre outros componentes

A Sika lança no mercado de manutenção automotiva a linha Sikasil Gasket, composta por três tipos de silicones de alta temperatura para vedação de juntas flangeadas, seja de veículos leves ou pesados. De acordo com a empresa, os produtos podem ser aplicados no cárter do motor, tampa de transmissão, tampa do diferencial, tampa de distribuição, cubo de roda, bomba d’água etc.

O Sikasil Gasket Black é um selante de silicone RTV oxímico resistente a altas temperaturas, sem odor. A empresa garante que ele mantém a performance mesmo em contato com óleos e fluídos do motor. Entre seus benefícios, de acordo com a Sika, estão não causar corrosão nem contração ou fissuras após o processo de cura do silicone, além de não agredir as peças metálicas.

Já o Sikasil Gasket Grey também é um selante de silicone RTV oxímico, resistente a altas temperaturas, a óleos e produtos químicos. Segundo a fabricante, o produto não possui cheiro forte nem danifica as peças metálicas, além de ser livre de solventes e possuir longa duração em aplicações com óleo de motor e sem contração de volume.

Por fim, o Sikasil Gasket Red é um selante de silicone RTV de cura acética, oferecendo maiores resistência térmica (300°C) e adesão aos materiais. É livre de solventes e não apresenta contração de volume ou fissuras.

A linha Sikasil Gasket é capaz de atender a praticamente todos tipos e formatos de juntas com flange e permite o preenchimento completo de folgas. “Estamos com uma alta expectativa neste setor com a entrada dos silicones no mercado. A qualidade Sika já nos trouxe excelentes resultados em liderança de vendas no segmento de reparação e vidros automotivos. Essa consolidação nos incentiva diariamente a executar um árduo trabalho para disseminar esse mesmo valor ao setor da mecânica. Nossa aposta é apresentar a excelência da nossa marca e dos produtos Sika para todos os profissionais e consumidores”, diz Rafael Caires, gerente de Aftermarket da Sika.

Dicas ajudam a aumentar a vida útil do alicate

Conheça alguns cuidados no manuseio e armazenamento no dia a dia que ajudam a preservar o alicate por mais tempo

 

A Irwin oferece em seu portfólio uma ampla variedade de alicates da linha Vise-Grip, que conta com cabos mais macios e confortáveis para entregar melhor ergonomia e evitar acidentes e lesões. A empresa lembra que, tão importante quanto a qualidade do alicate é o cuidado com a ferramenta. Por isso, a Irwin lista algumas dicas que podem aumentar a vida útil do produto.

A primeira dica é não usar a ferramenta para segurar peças próximas da região de solda ou de locais com alta temperatura, pois isso aquece a mandíbula e danifica o tratamento térmico do alicate.

Outras dicas são aplicar óleo lubrificante periodicamente na parte metálica para proteger sua superfície e sempre guardar e transportar o alicate em um local apropriado, como caixas plásticas ou mochilas, em ambiente limpo e seco e distante de objetos pontiagudos e cortantes.

Também não é recomendado usar a ferramenta como um martelo, o que pode trincar ou até mesmo quebrar o alicate. Aliás, a dica é nunca usar o alicate em trabalhos para os quais não foi projetado.

No caso específico dos alicates isolados, usados em serviços elétricos, a dica é manusear e guardar a ferramenta em locais sem objetos que possam perfurar a parte emborrachada. Por isso, antes do uso, sempre inspecione a integridade da isolação elétrica.

Já os alicates com corte exigem atenção à dureza do produto. Algumas precauções que devem ser tomadas incluem não expor a ferramenta a altas temperaturas, não usar martelo para auxiliar no corte, revisar o alicate com isolamento elétrico com regularidade e evitar inclinar o alicate no momento do corte.

Por fim, para o alicate de pressão, a dica é que a regulagem da pressão necessária para travar o alicate deve ser obtida apenas com a força da mão. Ou seja, você deve conseguir destravá-lo acionando o gatilho com apenas um dedo. A orientação é não aplicar golpes no equipamento, principalmente no gatilho de destravamento. Outra recomendação é não encostar o eletrodo no alicate ao trabalhar com solda elétrica, pois isso poderá danificá-lo.

No mais, valem as regras gerais: lubrificação periódica nas áreas em que isso se faz necessário, manter a ferramenta sempre limpa e guardar e transportar em um local adequado.

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