Delphi anuncia novas aplicações de compressores

compressores Delphi

São ao todo 25 novas aplicações dos compressores de ar-condicionado Delphi que incluem veículos VW, Audi e Renault

 

A Delphi Technologies Aftermarket anuncia 25 novas aplicações de compressores, atendendo principalmente veículos das marcas Volkswagen, Audi e Renault. A lista completa de aplicações está disponível no catálogo eletrônico Delphi pelo site.

O componente é responsável por garantir que o líquido refrigerante circule, possibilitando a troca e a dissipação do calor. A empresa reforça que seus compressores de ar-condicionado entregam desempenho, economia de combustível e emissão e ainda consomem 15% menos energia quando comparados a outros fabricantes.

A recomendação é checar o sistema de ar-condicionado uma vez por ano ou quando notar problemas. O sinal de problema mais comum é o mau desempenho do ar-condicionado, o que exige consultar um especialista para verificar se há acionamento do compressor, falta de líquido refrigerante ou outras causas que estejam atrapalhando o funcionamento do sistema.

O mecânico deve ficar atento, pois a limpeza mal feita do sistema causa a contaminação do compressor, não removendo por completo os resíduos de óleo e criando uma camada de sujeira. Também pode ocorrer a quebra das placas, geralmente causada pela sucção e pela linha baixa de pressão.

“A manutenção eficiente do sistema requer os equipamentos adequados, como a máquina recicladora, manômetro, bomba de vácuo, multímetro, termômetro e o cilindro de nitrogênio. Alguns dos problemas comuns são de fácil identificação. À medida que a quilometragem do veículo aumenta, é comum o desgaste das peças, no entanto, a manutenção preventiva adequada pode prolongar a vida do compressor”, afirma Pedro Valencio, técnico de suporte ao cliente da Delphi Technologies.

“O ideal é optar por uma oficina especializada — além do conhecimento técnico, o mecânico especializado terá as ferramentas e equipamentos para a manutenção, recuperação, recarga, vácuo e limpeza do sistema. O mecânico checará todos os componentes, como condensador, filtro secador ou acumulador, e válvula de expansão ou tubo de orifício”, completa.

Valvoline adota novo modelo de distribuição em SP

logo Valvoline

Nova estratégia foi implementada em fevereiro e inclui uma rede de distribuição exclusiva para toda a linha de lubrificantes Valvoline no Estado

 

A Valvoline anuncia um novo modelo de distribuição no estado de São Paulo que abrange todas as linhas de lubrificantes. O objetivo, segundo a empresa, é agilizar e garantir a oferta dos produtos nos pontos de venda, adotando agora uma rede de distribuição exclusiva. A estratégia foi implementada em fevereiro com seis distribuidores.

Entre os benefícios estão mais disponibilidade e de forma ágil, além de oferecer atendimento diferenciado, uma vez que as equipes de vendas dos distribuidores receberam treinamento completo e diferenciado sobre todo o portfólio da Valvoline.

“O mais importante do novo formato é que contamos com profissionais da rede de distribuidores exclusivos dedicados a levar informação sobre os diferenciais, exclusividade e vantagens de nossos produtos, além de toda a estrutura logística que essas empresas oferecem para garantir o fornecimento na ponta com eficiência”, afirma Kellen Cristina, Gerente de Vendas do estado de São Paulo.

A perspectiva da empresa é notar os resultados após três meses da implantação da operação. A Valvoline conta com linhas dedicadas a veículos leves, duas rodas e pesados, além de produtos industriais. Não haverá alteração no atendimento direto de alguns clientes com demandas específicas, como os fabricantes LiuGong, Cummins e Scania, entre outros.

Marelli Cofap tem novos códigos na linha de injeção eletrônica

Marelli Cofap injeção eletrônica

Novidades para o sistema de injeção eletrônica incluem sensores de velocidade, de rotação do motor e de fase

 

A Marelli Cofap Aftermarket lança cinco códigos Magneti Marelli para o sistema de injeção eletrônica, incluindo sensores de velocidade, sensores de rotação do motor e sensores de fase. De acordo com a empresa, os novos produtos têm aplicação nas principais montadoras, como Chevrolet, Fiat, Ford, VW, Mercedes-Benz, entre outras.

Veja abaixo os novos códigos e suas respectivas aplicações:

SRM6610 (sensor de rotação) : GM Celta 1.0 8v Flex 09>16 / Classic 1.0 8v Flex 09>16 / Corsa 1.4 8v Flex 09>12 / Meriva 1.4 8v Flex 09>12 / Meriva 1.8 Flex 09>12 / Montana 1.4 Flex 09>10 / Montana 1.8 Flex 09>10 / Prisma 1.0 Flex 09>12;

SRM6510 (sensor de rotação) : Fiat Bravo 1.8 16v Flex 10>16 / Doblô 1.8 16v Flex 10>19 / Grand Siena 1.6 16v Flex 10>19 / Idea 1.6 16v Flex 10>16 / Idea 1.8 16v Flex 10>16 / Linea 1.8 16v Flex 10>16 / Palio 1.6 16v Flex 10>17 / Palio 1.8 16v Flex 10>;

SRM7310 (sensor de rotação) : VW Fox 1.0 Flex 03>13 / Fox 1.6 Flex 03>17 / Fusca 1.6 Flex 06>16 / Gol 1.8 Flex 05>09 / Golf 1.6 Flex 02>12 / Kombi 1.4 Flex 06>14 / Parati 1.0 Flex 05>16 / Parati 1.6 Flex 06>;

SRM6410 (sensor de fase): Fiat Bravo 1.8 16v Flex 10>16 / Doblô 1.8 16v Flex 10>19 / Grand Siena 1.6 16v Flex 10>19 / Idea 1.6 16v Flex 10>16 / Idea 1.8 16v Flex 10>16 / Linea 1.8 16v Flex 10>16 / Palio 1.6 16v Flex 10>17 / Palio 1.8 16v Flex 10>;

SVM370 (sensor de velocidade): Ford / Mercedes-Benz / VW.

Atualmente, a linha de injeção eletrônica Magneti Marelli conta com mais de 600 itens, como ECU, sensor de velocidade, sensor de rotação do motor, sensor de posição de borboleta, solenoide de partida a frio, injetor de combustível, motor de passo, sensor de pressão, sensor de temperatura do ar, sonda lambda e corpo de borboleta.

Esses sistema é responsável pelo gerenciamento da mistura ar/combustível e possui diversos sensores espalhados pelo motor que transmitem as informações à ECU. Por isso, é importante fazer a revisão periodicamente para assegurar o bom funcionamento do motor e os níveis corretos de consumo e emissões de poluentes. A empresa explica que alguns sinais de problemas no sistema de injeção incluem dificuldade em dar a partida no motor, aumento no consumo de combustível, perda de potência e oscilação da marcha lenta.

Goodyear Wrangler Territory HT tem novas medidas

Goodyear Wrangler Territory HT

Familia Wrangler Territory HT ganha três novas medidas, sendo que duas equiparão de fábrica os SUVs Volkswagen Nivus e T-Cross

 

A Goodyear passa a oferecer no mercado brasileiro três novas medidas para o pneu Wrangler Territory HT. São elas: 205/60R16 e 205/55R17, que equiparão originalmente os SUVs Volkswagen Nivus e T-Cross. Há ainda a medida 235/45R19.

De acordo com a fabricante, além dos modelos que trarão o pneu de fábrica, a família destinada a SUVs e Pick-Ups também pode ser utilizada em veículos como Jeep Compass, Nissan Kicks, Peugeot 2008 e Ford EcoSport.

“A expansão da linha Wrangler Territory HT vem para oferecer mais opções ao mercado de SUVs, uma categoria de veículos que segue conquistando cada vez mais adeptos, mantendo seus atributos de sempre: o de proporcionar excelente dirigibilidade, economia de combustível e rodar suave e silencioso”, afirma o gerente de produto da divisão de pneus de passeio da Goodyear, Gabriel Corrêa.

A empresa lembra que a linha foi lançada em maio de 2021, atendendo o crescente segmento de SUVs e Pick-Ups no Brasil. Agora são oferecidas quatro medidas dos aros 16 a 19: 205/60R16, 205/55R17, 215/55R18 e 235/45R19.

“A linha Wrangler Territory HT foi desenvolvida para atender os mais rigorosos padrões das montadoras globais, trazendo compostos de alta tecnologia para obter uma menor resistência ao rolamento e, consequentemente, um menor consumo de combustível, além de uma excelente performance e conforto ao rodar com os pneus”, completa Corrêa.

A importância do amortecedor em época de chuva

amortecedor chuva

Época de chuva pode aumentar o número de acidentes, sendo fundamental revisar o amortecedor e o sistema de suspensão periodicamente

 

A Monroe e a Monroe Axios alertam para a importância da revisão periódica do amortecedor e do sistema de suspensão para aumentar a segurança nos períodos de chuva.

O sistema de suspensão é composto por um conjunto de peças que incluem amortecedores, coxins e molas. Juntos, eles asseguram o contato dos pneus com o solo, a dirigibilidade e a estabilidade do veículo, além do conforto a bordo. Por isso, é fundamental em frenagens e curvas, por exemplo.

A recomendação da Monroe é realizar a revisão periódica do sistema a cada 10.000 km, averiguando desgaste ou falhas em qualquer um de seus componentes, dos amortecedores, às folga em buchas ou desgastes nos coxins. E na época de chuvas, os acidentes aumentam devido à falta de aderência no piso molhado. 

“Sempre que pensamos em estabilidade na direção, contato com o solo, colocamos o pneu como protagonista, enquanto na verdade, o amortecedor também é responsável por oferecer dirigibilidade na condução de um veículo, assim como todo o conjunto de suspensão. Sem o amortecedor em boas condições, os pneus não conseguem se manter no solo 100%. Sendo assim, ficar atento a estalos, barulhos e tremores e fazer as revisões periódicas são fundamentais para evitar riscos à segurança”, diz Juliano Caretta, Supervisor de Treinamento Técnico da DRiV.

Abílio Responde: Carro não liga ao trocar combustível

Por que alguns carros não ligam após trocar de combustível, precisando fazer o A/F na injeção?

Bruno Leite
Via YouTube O Mecâniconline

 

Pode ocorrer uma falta de informação que serve de gatilho para a mudança de comportamento. Uma possibilidade são falhas de sonda lambda e/ou indicador de combustível (nos quais se baseia o sensor lógico). Mas o problema pode estar em leituras incorretas de outros componentes, como sensores de temperatura, falhas de sistema de partida e frio, velas inapropriadas etc. É preciso fazer um checklist completo do sistema de alimentação e ignição.


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: redacao@omecanico.com.br

Verão exige cuidados com o filtro de cabine

filtros de ar-condicionado Tecfil

Tecfil alerta para os cuidados necessários, sinais de problema e prazos de troca do filtro de cabine 

 

O ar-condicionado é muito usado na época quente do ano, mas exige cuidados para garantir que funcione adequadamente. Entre eles estão a limpeza do sistema e a troca do filtro de cabine, como destaca a Tecfil. O filtro de cabine retém as impurezas do ar que chega ao sistema de ar-condicionado, como poeira, pólen, mofo e até pequenos pedaços de folhas. Ele fica localizado, geralmente, atrás do porta-luvas ou sob o painel.

O gerente de marketing e novos produtos da Tecfi, Plinio Fazol, alerta para pesquisas que mostraram que, quando a troca deste filtro não é realizada no tempo adequado, a concentração de poluentes dentro de um veículo pode ser muito maior que fora dele. E isso pode levar a doenças alérgicas e respiratórias, como crises de rinite, sinusite, asma, bronquite e até pneumonia.

“Com os dutos impregnados por sujeiras e bactérias, o ambiente interno do veículo é contaminado, e os ocupantes passam a respirar um ar muito poluído. Além disso, o ar-condicionado pode acabar forçando o trabalho do compressor de ar, gerando também aumento do consumo de combustível”, explica o especialista.

Para saber se é hora de fazer a substituição do componente, o motorista deve ficar atento se o ar-condicionado está perdendo sua eficiência ou apresentando mau cheiro. O mecânico, por sua vez, deve verificar se há rasgos ou falhas no papel ou mesmo acúmulo de sujeira que acabam obstruindo os poros do papel.  “O filtro costuma apresentar algumas marcas visuais que deixam clara a necessidade da troca como partículas escuras de poeira e resíduos”, diz Fazol.

Por fim, a dica é jamais lavar os filtros ou aplicar jatos de ar para limpá-los. A vida útil do filtro varia conforme o uso. Em ambientes urbanos, por exemplo, a Tecfil orienta que os filtros de cabine sejam trocados entre seis meses e um ano, no máximo. Se o veículo rodar muito por estradas de terra, o prazo deve ser ainda menor. “Hoje, contamos ainda com a linha de filtros de cabine com carvão ativado, que além de reter todas as impurezas, também auxilia na retenção de odores do ar externo que entram para a cabine do veículo”, finaliza.

Calmon | IPI menor pode abrir espaço para reforma tributária

fábrica autos IPI menor

As vendas nas concessionárias em fevereiro cresceram apenas 2,2% em relação a janeiro, mas o primeiro bimestre deste ano foi fraco, com queda de 24,4% sobre o mesmo período de 2021. O ritmo de vendas diárias no mês passado permaneceu baixo, apenas 6.500 unidades. A tendência era de recuperação, mas as notícias de redução das alíquotas do IPI na última semana de fevereiro levaram ao adiamento das decisões de compra. Este mês o mercado começou a reagir. De 1º a 7 de março foram comercializadas em média 8.700 unidades/dia. Se subir para o nível de 10.000/dia neste e nos próximos meses, 2022 será um ano bastante razoável.

Anfavea indica que há dois movimentos: um positivo (IPI menor) e outro negativo (invasão da Ucrânia pela Rússia). Há possibilidade de cerca de 80.000 veículos nos estoques das concessionárias serem refaturados para incluir o desconto do IPI. A associação dos fabricantes afirma que os preços são livres e, portanto, cada empresa decidirá o grau de repasse do imposto menor. Em outros termos, pode ser integral, parcial ou nenhum.

Mesmo que os carros não caiam de preço nominalmente, os aumentos talvez sigam em ritmo menor. Essa torna-se uma discussão sem grande sentido. Em primeiro lugar porque, feitos os cálculos, a redução limita-se a percentuais bem baixos. Dependendo de como cada modelo se enquadra a partir de cilindrada, motor a gasolina, flex ou diesel, picape leve ou média, furgões e híbridos ou elétricos o impacto potencial no preço final varia de menos 1,4% a menos 4,1%. O percentual maior só é aplicável em modelos mais caros que representam cerca de 2% do mercado.

Assim, fica difícil de saber o que realmente foi ou não repassado, mesmo parcialmente, em um cenário de persistentes aumentos de custos. A Kia, por exemplo, divulgou uma nova tabela de preços com reduções de até 3,7%. Trata-se, porém, de uma importadora com outros custos envolvidos, como a variação do dólar.

A redução do IPI tem um aspecto positivo e importante. Trata-se de um raríssimo movimento de diminuição permanente, porém pequeno, da carga fiscal. No passado, houve corte não definitivo das alíquotas. Os preços caiam, compradores antecipavam compras. Depois o imposto voltava a subir e o mercado afundava. Um movimento de vai-e-vem que se provou contraproducente para o planejamento e a geração firme de empregos.

O que se espera agora é o início de uma reforma tributária verdadeira e criação do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), existente em outros países. O sistema atual gera créditos tributários nas exportações que se acumulam sem serem restituídos.

 

ALTA RODA

 

RENAULT deu um passo importante para atualizar sua linha de produtos no Brasil. Vai estrear a arquitetura CMF-B, a mesma do Clio hatch europeu. Trata-se de um SUV compacto em estágio avançado de desenvolvimento (projeto HJF para início de 2024) e não tem até agora um modelo correspondente na Europa. Estreará também o motor 1-litro turbo flex, triclindro, que na Europa desenvolve 100 cv/16,3 kgf.m e inclui opção de câmbio automático CVT. Aqui potência e torque deverão ser até 20% maiores, em especial com etanol.

STELLANTIS acredita que o mercado brasileiro de veículos deverá crescer este ano, apesar do começo de ano difícil. Antonio Filosa, presidente do grupo na América do Sul, planeja 16 novos modelos e 28 reestilizações na região até 2025, inclusive mais uma marca importada do grupo. Haverá ainda sete elétricos e híbridos plugáveis, começando pelo Compass 4xe S importado da Itália (240 cv). Um híbrido leve será fabricado em Betim (MG) com motor flex. Picape média Ram (monobloco, como a Toro, porém maior) está nos planos para produção local na faixa de Hilux, S10, Ranger, Frontier, L200 Triton e Amarok.

PICAPE média de cabine dupla pode atender uma ampla gama de usuários. A Ford enxergou públicos específicos ao oferecer a sexta opção entre os modelos com tração 4×4. Ranger FX4 custa (já com o repasse do novo IPI) R$ 288.990, o mesmo preço da versão XLT. Foi identificado um perfil de comprador focado no fora de estrada, porém mais exigente em requinte e recursos. Como acessório há um snorkel na coluna dianteira direita (mais segurança em superação de alagados até 80 cm). “Santantônio” novo, mais parrudo, tem pontos para amarração de equipamentos. Na caçamba é possível incluir caixas organizadoras com chave e volume de 42 litros cada.

NOVA estratégia mundial da VW, batizada de Accelerate, enfatiza a digitalização de processos produtivos e dos veículos, além de ampliação da meta para vender 70% de modelos 100% elétricos na Europa (antes previa 35%), 50% na China e nos EUA até 2030. Também pretende impulsionar a condução autônoma a partir de 2026, começando no nível 2,5 até chegar ao nível 4 (avançado). Para isso construirá uma fábrica inteiramente nova em Wolfsburg (projeto Trinity). Exigirá investimento de 2 bilhões de euros (R$ 11 bilhões), simplificando sua gama de modelos e versões.

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Stuttgart inaugura oficina para reparo de baterias de lítio

Stuttgart Service | Body & Paint

Oficina em SP terá um técnico para reparo nas baterias de elétricos e híbridos da Porsche, além de uma cabine para reparo em carrocerias de alumínio

 

Os carros elétricos e híbridos já são o presente, não só um objetivo futuro distante. E para atender a essa demanda crescente, a Stuttgart, gestora da maior rede de Porsche Centers do Brasil, anuncia dois espaços exclusivos em sua oficina em São Paulo. Batizado de Stuttgart Service | Body & Paint, o local abriga a única cabine de reparos de carrocerias de alumínio da América Latina e o único espaço dedicado à manutenção e reparos de baterias elétricas de alta tensão para veículos híbridos e elétricos do Brasil.

No espaço, de 3.942 m², funciona somente a oficina para manutenção dos veículos Porsche, embora também ofereça dois carregadores ultrarrápidos para que os clientes possam recarregar as baterias dos veículos enquanto aguardam em um espaço seguro. Não há showroom nem venda de veículos no local. A oficina possui sete elevadores, sendo dois de box rápido e cinco para diagnóstico.

Stuttgart Service | Body & Paint

“É uma preparação para a mobilidade elétrica, que ganha cada vez mais adeptos. Já existe no Brasil uma quantidade expressiva de Porsches de propulsão híbrida ou 100% elétrica e a Stuttgart está preparada para atender os proprietários desses automóveis com total eficiência”, afirma Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche. Vale destacar que os planos da Porsche são de atingir 80% de suas vendas com modelos eletrificados até 2030.

Reparo nas baterias de alta tensão

A Stuttgart já conta com uma equipe de técnicos especializados para prestar serviços de manutenção no sistema de carros elétricos e híbridos, chamados de HVT (High Voltage Technician). Eles receberam treinamento no Brasil e empregam ferramentas especiais e EPI’s exclusivos para esse trabalho. A empresa não soube precisar o número exato de colaboradores com essa capacitação somando todas as unidades, mas agora ela dá um passo à frente capacitando técnicos para fazer o reparo especificamente nas baterias de alta tensão de lítio.

Por enquanto, há apenas um funcionário da Stuttgart com essa certificação, a HVE (High Voltage Expert), que recebeu treinamento na Alemanha. Porém, já existem planos de treinar outros colaboradores para que possam desempenhar essa função assim que houver disponibilidade junto à matriz da Porsche no Velho Continente.

Stuttgart Service | Body & Paint

Para trabalhar nessas baterias, foi criada uma sala fechada, garantindo a segurança do operador e dos demais dentro da oficina. O espaço permite desmontar a bateria e fazer reparos ou substituir componentes, conforme a necessidade. Até o momento, foram feitos poucos atendimentos desse tipo, algo entre dois ou três, segundo a empresa. Isso porque que os veículos elétricos e híbridos da Porsche ainda são bastante recentes e não devem demandar manutenção da bateria por anos. Aliás, a garantia da bateria é de oito anos, mas sua vida útil é estimada em um período maior.

O Stuttgart Service | Body & Paint poderá receber modelos de outras regiões do país, se forem necessários reparos mais detalhados que exijam a estrutura da oficina. Contudo, a companhia afirma que também é possível prestar assistência no local de residência do cliente, mesmo para a bateria de alta tensão.

Stuttgart Service | Body & Paint

Funilaria e pintura

No segundo andar do local funcionam os serviços de revitalização estética, incluindo a nova cabine de reparo de carrocerias de alumínio e as cabines de pintura. A Stuttgart explica que os resíduos de alumínio são tóxicos, de modo que a cabine é selada e conta com sistema de filtro que assegura a qualidade do ar para o operador em seu interior, além de garantir a qualidade no serviço no veículo.

Atualmente, todos os veículos da Porsche contam com alumínio em suas carrocerias, em maiores ou menores proporções. Segundo a Stuttgart, o material passou a ser utilizado no Panamera, em 2010, popularizando-se com o passar dos anos. As carrocerias Porsche contam com mix de materiais, como aço, alumínio, polímeros estruturais e fibra de carbono. Hoje, o Macan é o único modelo da marca que ainda emprega mais aço em sua estrutura. Ou seja, a demanda para a nova cabine de reparo de carrocerias de alumínio deve ser elevada, por incluir uma grande variedade de modelos e de mais de uma década.

Oficina Stuttgart Service | Body & Paint reparo baterias e carrocerias de alumínio

A previsão é que o Stuttgart Service | Body & Paint receba de 140 a 180 carros por mês para serviços de oficina e de 40 a 60 carros por mês para trabalhos de funilaria e pintura. Considerando apenas a área de funilaria, a capacidade do local permite atender 200 carros por mês.

Stuttgart Service | Body & Paint
Avenida das Nações Unidas, 16.427 – São Paulo-SP
Tel. (11) 5645-6900

 

Fotos: Divulgação

Abílio Responde: Motor a combustão baixa o nível de óleo com o tempo?

MOTOR BAIXANDO ÓLEO

Motor a combustão baixa o nível de óleo com o tempo? Dentro do prazo de 12 meses ou 10 mil km? É normal baixar um pouco, sem vazamento nenhum? É que às vezes a gente ouve alguns “profissionais” dizerem que não pode baixar, o que é impossível (na minha cabeça) pela concepção do motor e tal.

Gilson Zotti 
Via YouTube O Mecâniconline

 

Sim, é normal que baixe o óleo do motor desde que a quantidade esteja dentro do previsto pela fabricante do veículo e/ou motor. Alguns veículos trazem esse valor no manual do proprietário. Lembrando sempre que tem que haver bom senso na análise. Como esse valor varia de veículo para veículo, de projeto para projeto, não tem como determinar uma referência numérica para todos. Qualquer suspeita de anomalia no nível do óleo do motor deve ser observada bem de perto. O óleo é o sangue do motor, e sem sangue ele não funciona.


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: redacao@omecanico.com.br

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