Veja quais cuidados tomar logo após a troca dos discos de freio

Veja quais cuidados tomar logo após a troca dos discos de freio - Foto: Divulgação/ Fremax
Veja quais cuidados tomar logo após a troca dos discos de freio – Foto: Divulgação/ Fremax

 

Frear de forma agressiva, logo após a substituição de discos de freio e pastilhas, pode comprometer as peças

 

O sistema de freio do veículo está diretamente ligado à segurança no trânsito. Por isso, é importante que ter atenção especial na hora da manutenção.

A Fremax explica que o disco de freio, que atua conjuntamente com as pastilhas, é desenvolvido para tolerar altas temperaturas, gerando atrito para diminuição da velocidade e parada do automóvel.

No entanto, apesar das tecnologias que potencializam a resistência e a durabilidade dos discos de freio, é preciso ter alguns cuidados para garantir a vida útil dos componenentes.

Caso os discos de freio necessitem ser substituídos, o coordenador da Assistência Técnica Fremax, Leandro Leite, recomenda fazer a frenagem de forma moderada no processo inicial de assentamento do conjunto de discos e pastilhas.

Pois, quando agressiva, gera superaquecimento, o que prejudica o processo de assentamento, além de deixar a coloração azulada no disco, o que pode ocasionar empenamentos, ruídos e vibrações.

O atrito do disco de freio com a pastilha de freio faz diminuir a velocidade e frear o veículo por completo. “Se o disco estiver abaixo da espessura mínima recomendada, o atrito somado à alta temperatura, pode acarretar alterações na superfície dos discos causando empeno e, às vezes trincas”, afirma Leite.

Qual é o óleo correto do Chevrolet Onix 3 cilindros?

Com a introdução do motor 3 cilindros 1.0 turboalimentado na linha Onix, a recomendação de óleo também mudou

O Chevrolet Onix é um hatch que caiu nas graças do mercado brasileiro sendo um dos três modelos mais vendidos desde 2019 quando a atual geração foi lançada. Mas o hatch é o mesmo de 12 anos atrás?

Para explicar de maneira rápida e objetiva, o hatch sofreu mudanças tanto visuais, quanto mecânicas com o passar dos anos. Antes baseado na plataforma GSV, em 2019 foi lançada a plataforma GEM com uma mudança radical. Porém, uma das maiores mudanças, foi a introdução do motor 1.0 turbo na linha no ano de 2019 da família Ecotec. É o mesmo motor três cilindros da versão aspirada que veio com essa geração e muitos donos podem acreditar que as especificações de lubrificação são as mesmas. Mas tudo é diferente na segunda geração do Chevrolet Onix a partir do final de 2019.

Raio X-Chevrolet-Onix-Premier-2024-ed.352-Abertura

O mecânico que já estava familiarizado com a manutenção dos moteres 1.0L e 1.4L aspirados da linha, iam se deparar com um novo motor três cilindros 1.0L turboalimentado nas versões mais equipadas do Onix. Ele está disponível nas versões LT, LTZ e Premier e há especificações diferentes para lubrificação desse motor que não podem ser esquecidas.

Sobre a manutenção dessa linha turboalimentada, vamos destacar a utilização do óleo de motor correto para o Chevrolet Onix. Com o uso de correia de sincronismo embebida em óleo, o motor se torna mais restrito o uso do lubrificante correto. Nas situações em que ocorrer uso incorreto do lubrificante recomendado, a durabilidade da correia e o seu funcionamento podem ser comprometidos.

Os períodos de substituição do óleo de motor são comuns entre os demais veículos no mercado, com previsão a cada 10 mil km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro. Confira abaixo as recomendações de óleo lubrificante para os modelos do Chevrolet Onix a partir de 2020.

 

Onix 1.0 Turbo

O lubrificante recomendado para os modelos que possuem a motorização 1.0 turbo, ano de 2020 a 2024 é AcDelco 5W-30 Dexos 1 Gen 3 API/SP.

Obs: Ao verificar o manual do proprietário dos modelos do ano de 2020 a 2022, a viscosidade do fluido se mantém a mesma indicada, porém a especificação do lubrificante é a Dexos 1 Gen 2. Em contato com a rede de concessionárias da GM, foi informado que alguns manuais vieram com essa informação, porém, a utilização correta é o Dexos 1 Gen 3, que teve o seu desenvolvimento para a correia embebida em óleo.

Ao pesquisar no mercado, você se depara com óleo 5W-30 de outras fabricantes, porém, com a especificação Dexos 1 Gen 2, o que não deve ser utilizado nessa motorização, por isso, atenção com os rótulos no momento da compra do lubrificante.

 

Onix/ Onix Plus (1.0 LT/ 1.0 Manual)

O lubrificante recomendado para os modelos acima de 2020 a 2023 é o AcDelco 0W-20 Dexos 1 Gen 3 API/SP.

Obs: Ao verificar o manual do proprietário dos modelos do ano de 2020 a 2022, a viscosidade do fluido se mantém a mesma indicada, porém a especificação do lubrificante é a Dexos 1 Gen 2. Em contato com a rede de concessionárias da GM, foi informado que alguns manuais vieram com essa informação, porém, a utilização correta é o Dexos 1 Gen 3, que teve o seu desenvolvimento para a correia embebida em óleo.

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É possível encontrar no mercado lubrificantes de outras marcas que possuam a especificação Dexos 1 Gen 3 ou equivalente API/SP, ILSAC GF6, como: Mobil Super 0W-20 API/SP; Quartz 9000 Xtra Future FGC 0W-20.

Fernando Calmon | VW eleva investimentos no Brasil e aposta mais em híbridos que elétricos

VW eleva investimentos no Brasil e aposta mais em híbridos que elétricos

16 bilhões até 2028. Esse montante inclui 16 lançamentos e quatro modelos inéditos no mercado brasileiro. A VW não revelou quais são os produtos inteiramente novos, além das evoluções periódicas dos produtos atuais.

O presidente da empresa, Ciro Possobom, marcou o posicionamento mercadológico em encontro com a imprensa. “A estratégia do Brasil não pode ser igual à chinesa, que deu prioridade ao carro elétrico. Acreditamos no motor flex e não está nos planos uma mudança radical, pois aumentaria demais os custos de produção. O flex é um ativo do país e um híbrido desse tipo faz mais sentido.”

Veículos elétricos (VE) não estão incluídos, nessa rodada de investimentos em manufatura, pois a previsão é apenas para 2030, embora a empresa vá importar pelo menos mais um VE até 2028. A VW contempla investimentos em todas as suas quatro fábricas, inclusive a de motores em São Carlos (SP), onde será produzido o novo TSI de 1,5 litro flex que atende aplicação híbrida.

O modelo para São José dos Pinhais (PR) deverá ser uma picape intermediária na mesma faixa da Rampage e da Toro. Talvez o nome Tarok seja o escolhido, mas de porte maior que o protótipo exibido no Salão do Automóvel de 2018. São Bernardo do Campo (SP) estará comprometida com a nova arquitetura híbrida flex MEB Hybrid e dois produtos inéditos.

Possobom adiantou que também haverá um modelo somente com motor a combustão em São Bernardo. Quem sabe uma Saveiro de cabine dupla e quatro portas, hoje apenas com duas portas? A concorrente direta Strada, líder absoluta, tem 60% de suas vendas concentradas nas de quatro portas. Um segundo novo produto será híbrido flex, talvez baseado no Virtus.

Para Taubaté (SP) tudo indica um inédito SUV compacto que será bem diferente do crossover Nivus. O executivo descartou a entrada da marca no segmento de subcompactos, onde concorrem apenas Kwid e Mobi.

Esta semana o banco estatal BNDES aprovou um financiamento de R$ 500 milhões para VW desenvolver produtos “alinhados à sustentabilidade, à eficiência e à transição energética para os próximos anos”. Valor meramente simbólico: apenas 3,1% do investimento total do fabricante.

 

Mercado começa o ano com vendas encorajadoras

 

Fenabrave viu a confirmação, pelo menos no primeiro mês do ano, que as vendas ao mercado interno de veículos leves e pesados em 2024 devem surpreender. Foram comercializadas 161.601 unidades que representaram 13,2% a mais que janeiro de 2023. Se considerados apenas os veículos leves o avanço foi de 16,8%.

A média de emplacamentos foi de 7.300 unidades/dia, o melhor resultado para janeiro dos últimos três anos.

Para o presidente da associação, Maurício Andretta Jr., há uma melhora na venda no varejo de automóveis e comerciais leves, respondendo por 60% do total. Ele atribui isso “ao custo e ao acesso ao crédito que melhoraram a partir do último trimestre de 2023. Aliados à expectativa de redução dos juros básicos (taxa Selic) ao longo de 2024, podem incrementar a disponibilidade e diminuir a restrição de crédito por parte dos agentes financeiros”.

Durante vários meses no ano passado o mercado corporativo dominou a participação entre veículos comercializados. Locadoras também tiveram um 2023 muito forte no último trimestre. Para 2024 a Fenabrave prevê, preliminarmente, que o mercado interno crescerá 12% e a Anfavea estima um avanço bem menor, de 6%.

Os números podem sofrer revisões à medida que a economia brasileira reagir. Em 2023 o avanço deveu-se à grande safra agrícola plantada em 2022. No entanto, este ano não se repetirá por razões climáticas. Economistas esperam números para o PIB bem mais discretos e isso se reflete nas vendas de veículos.

Mudanças em análise no STF da lei Renato Ferrari, que regula as vendas entre fabricantes e concessionárias, têm potencial de gerar atritos entre as duas partes. Marcas chinesas vêm usando o expediente da venda direta para pessoas físicas, que contorna a atual lei, o que se reflete em preço menor aos compradores em razão da menor incidência de imposto.

 

Honda ZR-V se insere bem em segmento disputado

 

SUV que tomou o lugar do sedã Civic no Brasil (agora só com o Type R), seguindo a onda mundial de suvização do mercado, o ZR-V enfrenta bem a forte concorrência. Vindo do México, portanto isento de imposto de importação, dispõe de motor 2-litros, apenas a gasolina, com 161 cv e 19,1 kgf·m. Câmbio é um CVT de sete marchas. O ZR-V mostra bom desempenho, mas a diferença de potência em relação, por exemplo, ao líder Corolla Cross (177 cv e 21,4 kgf·m com etanol) dá para sentir. Não chega a decepcionar, em especial no modo Sport, porém nesse aspecto um dos principais concorrentes o supera.

O estilo está entre os pontos altos. Discreto onde pode, mais arrojado onde deve. Destaques para desenho dos faróis de LED, vincos laterais e ponteira de escapamento cromada. No interior, o assoalho plano traseiro proporciona bom espaço para três passageiros e há duas portas USB-C, mas sem saídas para ar-condicionado. Porta-malas de 389 litros poderia ser um pouco maior. Traz tela multimídia de 9 pol. com espelhamento de Android Auto, Apple CarPlay e carregamento de telefone celular por indução.

Posição ao volante mais baixa, bancos com firmeza e boa sustentação lateral, além de freio de estacionamento de imobilização automática (auto hold) são pontos de honra para a Honda.

Preço: R$ 214.500.

 

Sindipeças comemora 70 anos e atualiza sua história

 

Nada como um bom livro para testemunhar a grande evolução da indústria automobilística no Brasil. O Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) foi e é um dos grandes impulsionadores de uma atividade que começou em 1957 timidamente com apenas 30.542 unidades fabricadas e atingiu o pico de 3.739.525 em 2013.

Um pioneiro, Ramiz Gattás, contou a história do setor de 1957 a 1980 sob o título “A Indústria Automobilística e a 2ª Revolução Industrial no Brasil”. Gattás atuou desde 1951, quando foi o secretário da então Associação Profissional da Indústria de Peças para Automóveis e Similares.

O atual Sindipeças, ao completar 70 anos, lançou uma continuação impressa no final de 2023. O jornalista Marcos Rozen foi responsável pela atualização histórica: “A Revolução na Indústria de Veículos e de Autopeças no Brasil”. Interessados podem ter acesso a uma versão digital no hotsite https://sindipecas70anos.com.br .

BorgWarner anuncia parceria com fábrica de baterias da BYD

Empresa norte-americana será a única fabricante não OEM com direitos para localizar baterias LFP para veículos comerciais

BorgWarner anuncia parceria com fábrica de baterias da BYD

A BorgWarner comunicou que fechou uma parceria com a FinDreams Battery, que é uma subsidiária da BYD, que vende por aqui os elétricos Yuan Plus, Han, Tan, Seal e Dolphin. Com isso, a empresa norte-americana será a única fabricante não OEM com os direitos para localizar baterias LFP para veículos comerciais, que utilizam células blade na Europa, América e em algumas regiões da Ásia-Pacífico. A duração do acordo será de 8 anos.

A BorgWarner também recebeu uma licença da FinDreams Battery para utilizar propriedade intelectual da FinDreams Battery relacionada ao design e ao processo de fabricação das baterias.

BorgWarner anuncia parceria com fábrica de baterias da BYD

“A química da bateria de Lítio Ferro Fosfato é uma tecnologia interessante que está se tornando cada vez mais importante globalmente devido à sua competitividade em custos. Temos observado um aumento na demanda de nossos clientes por pacotes com células LFP”, disse Frédéric Lissalde, Presidente e CEO da BorgWarner. “Acreditamos que a FinDreams Battery é ideal para a BorgWarner nesta área, com seus mais de 20 anos de experiência e sucesso em baterias LFP para o setor de mobilidade na China e na Europa. Estamos entusiasmados em trabalhar juntos para desenvolver tecnologia de ponta em células e baterias para eletrificar ainda mais este segmento de mercado.”

BorgWarner anuncia parceria com fábrica de baterias da BYD

Já para Micheal He, Presidente e CEO da FinDreams Battery, disse: “No momento chave de uma geopolítica complicada e do ponto de partida da eletrificação de Lítio Ferro Fosfato para veículos comerciais no exterior, a cooperação de localização no exterior com a BorgWarner em baterias usando células blade FDB no território leva as vantagens dos pontos fortes de cada um, oferece opções diversificadas e flexíveis para clientes no exterior e também oferece acesso extra a baterias localizadas usando células blade FDB para clientes no exterior. Dedicada à visão de ‘deixar as pessoas usarem baterias sem preocupações’, a FDB cooperará com a BorgWarner para fazer esforços conjuntos para a rápida eletrificação do mercado internacional de veículos comerciais.”

Ferramentas: tão importante quanto ter é saber manter

Neste artigo, o Consultor Técnico da Revista O Mecânico, Professor Fernando Landulfo faz uma análise sobre a importância da manutenção das ferramentas

De acordo com o pensador Marcelo Mantovani [1]: “Um homem não é nada sem as suas ferramentas.”. Se chamarmos de ferramentas, todas as virtudes de uma pessoa, esse posicionamento faz todo o sentido, pois não se pode chamar de homem (no sentido de ser humano) alguém dotado apenas de vícios.

Do ponto de vista menos poético e mais técnico, típico do universo dos “Guerreiros das Oficinas”, pode-se denominar ferramenta: qualquer instrumento que manipulado com a habilidade necessária e associado ao conhecimento técnico apropriado, permite a fabricação ou reparo de um objeto, por aquele que deseja fazê-lo.

Em outras palavras, a posse de algumas ferramentas, assim como, da habilidade, do conhecimento técnico e da vontade de fazer (atitude)¹, é imprescindível para qualquer mecânico poder trabalhar. E o cotidiano do “chão de oficina” mostra isso diariamente.

ferramentas Tramontina para pneus e rodas

Afinal de contas, quem nunca teve um serviço “empacado”, atrasado, ou mesmo, com a qualidade prejudicada, por falta de uma determinada “ferramenta”? Todo mundo! Contudo, a simples posse do dispositivo, por vezes não é suficiente para permitir a realização do trabalho.

Ora, para que servem um scanner desatualizado, um saca-polias quebrado, ou mesmo, uma lavadora de peças sem o fluido de limpeza? Para absolutamente nada! Não passam de peso morto ocupando espaço na oficina.

Existem também aquelas que se encontram danificadas/descalibradas, mas que ainda permitem o seu uso, de forma precária, mas sem oferecer risco ao seu usuário. Possibilitam a realização do trabalho, mas com produtividade e qualidade muito baixas. Por exemplo: reformar grupos mecânicos complexos (motores, transmissões, diferenciais, entre outros), utilizando instrumentos de medição e/ ou torquímetros descalibrados pode ser desastroso. Situação similar é emitir pareceres de emissão de poluentes, estando o analisador de gases ou opacímetro descalibrados.

Nos atuais níveis de exigência do mercado? Só mesmo em caso de extrema necessidade (reparos de emergência). E veja lá!

Há ainda uma terceira situação, também ligada à manutenção das ferramentas, mas que diz respeito diretamente à segurança do mecânico. Aquela ligada à negligência.

Sim, estamos falando de falta de manutenção ou aquela feita na base da “gambiarra”:

  1. a)   Elevadores que despencam, por falta de manutenção adequada (preventiva e corretiva).
  2. b)   Mangueiras de ar de ar comprimido sob pressão que se rompem por estarem ressecadas.
  3. c)   Encolhedores de mola que rompem por estarem trincados ou com o material fadigado.
  4. d)   Pendentes de iluminação sem isolação e/ou mal isolados, que eletrocutam os seus usuários.
  5. e)   Dispositivos de proteção / segurança propositalmente inutilizados.

E tantas outras situações bastante conhecidas.

Situações essas que não só podem, como costumam trazer graves consequências aos “Guerreiros das Oficinas”.

E que poderiam ser evitadas com investimentos bem mais baixos do que aquilo que se gasta com: multas, indenizações e defesas judiciais.

O mais curioso é que, muitas vezes, a negativa do conserto por pessoal “autorizado” e/ou a substituição do item nem chega a ser orçada. Ah, é caro! Simples assim.

Por falar em obrigações e legislação, apesar de bastante conhecido, nunca é demais citar o artigo 157 da CLT [3], que atribui às empresas o dever de cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.

Isso sem falar nas Normas Regulamentadoras (NR), que dizem respeito ao trabalho de manutenção de veículos.

Por sinal, o advento dos veículos elétricos e eletrificados incorporou mais uma: NR10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.

Ou seja, cabe à empresa manter as ferramentas em condições que ofereçam segurança aos sem funcionários.

No entanto, um ambiente salubre e seguro é o resultado de uma ação conjunta entre patrões e empregados:

“A responsabilidade pela Segurança do Trabalho depende de uma ação conjunta entre empregador e empregado, na qual cada um tem sua parcela de compromisso na realização dessa função.”[2]. Mas como o mecânico pode ajudar nesse processo?

Tomando atitudes simples no seu dia a dia:

  1. Calibrando periodicamente os instrumentos de medição e ferramentas que exigem tal procedimento (de preferência em laboratório ligado a RBC²).
  2. Fazendo bom uso das suas ferramentas: chave de fenda não é talhadeira, alicate não é martelo, etc.
  3. Usando as ferramentas adequadas ao trabalho: tijolo não é apoio de veículo suspenso, bateria se testa com equipamento apropriado e não curto circuitando os seus terminais com a chave de biela, etc.
  4. Alugando ou pedindo emprestado, se não puder comprar uma ferramenta naquele momento.
  5. Conservando bem as suas ferramentas: inspecionando, limpando, ajustando e lubrificando.
  6. Solicitando o reparo adequado e/ou substituição de uma ferramenta que envolva: elevação / sustentação de carga, pressão, tensão elétrica, aplicação de grandes forças / torques. Evitar adaptações e/ou “gambiarras”: soldas mal aplicadas ou feitas de forma incorreta podem trincar ou enfraquecer o material. Orce ante de dizer: é caro.
  7. Consultando previamente um engenheiro mecânico, se precisar construir um dispositivo ou fazer um reparo que envolva risco.
  8. Lendo a legislação pertinente ao serviço de oficina (CLT e NR): é de graça.
¹ Os três pilares da competência: conhecimento, habilidade e atitude
² Rede Brasileira de Calibração.
Referências:

[1] MANTOVANI, Marcelo. Um homem não é nada sem as suas ferramentas. Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MTIwNzI4MA/>. Acesso em: 06/02/2024.

[2] AJS CORTES ADVOGADOS ASSOCIADOS. Segurança do trabalho. De quem é a responsabilidade? Disponível em:< https://www.ajs.adv.br/seguranca-do-trabalho-de-quem-e-a-responsabilidade/#:~:text=A%20responsabilidade%20pela%20Seguran%C3%A7a%20do,compromisso%20na%20realiza%C3%A7%C3%A3o%20dessa%20fun%C3%A7%C3%A3o.>. Acesso em: 06/02/2024.

[3] BRASIL. Ministério do Trabalho e do Emprego. Decreto Lei 5452 de 1 de maio de 1943. Consolidação das Leis do Trabalho. Disponível em:< https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm>. Acesso em: 06/02/2024.

Por Fernando Landulfo 

Delphi lança sensores de oxigênio para veículos linha Chevrolet

Equipamento é necessário para fazer o controle do consumo de combustível, das emissões e da vida útil do veículo

Delphi lança sensores de oxigênio para veículos linha Chevrolet

A Delphi lança sensores de oxigênio para veículos da Chevrolet, mas não informou em quais carros o equipamento pode ser instalado. A peça é necessária para fazer o controle do consumo de combustível, das emissões e da vida útil do veículo.

 

A Delphi também informou que os novos sensores de oxigênio serão produzidos na fábrica da Phinia, em Piracicaba, no interior de São Paulo. Segundo a empresa, o equipamento conta com tecnologia diferenciada, que faz o monitoramento dos gases do escape com alta precisão, o que proporciona um equilíbrio preciso da mistura ar/combustível na câmara de combustão.

 

Os novos sensores de oxigênio também estão disponíveis para o mercado original OEM, além de terem passado por rigorosos testes de qualidade, o que inclui validação de durabilidade com combustível etanol (E100) em dinamômetro, com duração de 1 mil horas, equivalente a mais de 160 mil km em situação de uso real.

 

“Estes lançamentos permitirão que atendamos a praticamente todos os modelos comercializados pela General Motors no Brasil. Para isso, realizamos investimentos para a ampliação da linha de produção, a fim de atender o aumento da demanda”, declara Amaury Oliveira, vice-presidente de Aftermarket da Phinia para a América do Sul.

Raio X: Peugeot 208 Road Trip tem motor consagrado, mas é confiável?

Hatchback vem equipado com tradicional propulsor 1.6 EC5 de até 120 cv e transmissão automática de seis velocidades

Raio X: Peugeot 208 Road Trip tem motor consagrado, mas é confiável?

Lançado em 2020, o Peugeot 208 Road Trip é uma versão com visual arrojado vendida por R$ 105.990. Embora elementos de design sejam novos, sob o capô, o modelo vem equipado com o tradicional e consagrado motor 1.6 EC5, que substituiu o antigo propulsor TU5JP4. Inclusive, no YouTube da Revista O Mecânico há um vídeo especial falando sobre as diferenças desses conjuntos mecânicos.

O Peugeot 208 Road Trip equipado com motor 1.6 EC5 entrega 120 cv e 15,7 kgfm com etanol e 113 cv e 15,4 kgfm com gasolina. O peso potência é de 9,81 kg/cv e o peso por torque é de 75,0 kg/kgfm. O óleo do motor é o 0W-30. Já a transmissão é automática Aisin TF-71SC de seis velocidades com conversor de torque acoplado.

 

Para ver todos os detalhes de manutenção do Peugeot 208 Road Trip, a Revista O Mecânico fez um Raio X especial com o modelo da marca francesa. Veja o vídeo!

Veja qual é a importância da coifa na junta homocinética

Uma das funções dessa peça é proteger os componentes do sistema, mantendo a lubrificação e prevenindo a contaminação por agentes externos

Como é de conhecimento de todos, as juntas homocinéticas transmitem a velocidade constante da saída do diferencial para as rodas, possibilitando movimentos angulares e telescópicos, o que é um resultado do movimento da suspensão. Além disso, esse sistema é resguardado por uma importante peça, que a coifa na junta homocinéticas, que tem a função de proteger o sistema, mantendo a lubrificação e prevenindo a contaminação por agentes externos.

Coifas em excelente estado, provavelmente substituídas nas revisões periódicas

Essa proteção flexível, também conhecida como coifa, é utilizada onde há conexão entre componentes articulados em aplicações variadas. Portanto, também são usadas nos pivôs, protegendo contra contaminantes, na caixa de direção, evitando vazamentos de graxa e contaminação das articulações e, por fim, nos amortecedores, prevenindo a corrosão e desgaste precoce, que podem prejudicar a haste do amortecedor.

juntas homocinéticas Celta

Portanto, é necessário fazer a manutenção preventiva desses componentes. Desta forma, a inspeção regular permite avaliar o estado da peça, entre outros componentes, conferindo eficácia e durabilidade da coifa.

 

Excelite firma parceria com a rede de postos Ipiranga/Jet Oil

Produtos da marca estarão disponíveis nos postos de combustível da rede

Excelite

A Excelite anunciou que firmou parceria com os postos Ipiranga/Jet Oil. Com isso, os produtos da empresa serão vendidos nos postos de combustível espalhados pelo Brasil. Em comunicado, a marca ressaltou: “Esta integração reforça o compromisso da Excelite em oferecer produtos de excelência e conveniência aos seus clientes, proporcionando uma experiência de compra aprimorada”, diz a nota da companhia.

 

A Excelite também comunicou que a parceria é um reconhecimento da confiabilidade dos produtos da marca, conferindo fácil acesso aos produtos da companhia. “Estamos entusiasmados em fornecer aos motoristas acesso fácil e conveniente às nossas lâmpadas automotivas de qualidade premium, enquanto reforçamos ainda mais nossa presença no mercado.” Jane de Castro, Gerente Comercial da marca.

Excelite

Em nota a empresa, ainda afirmou: “Com essa validação adicional, a Excelite solidifica sua posição como uma das principais escolhas para os consumidores que buscam soluções de iluminação automotiva confiáveis e de alto desempenho”.

Monroe e Monroe Axios comemoram parceria com Instituto Ayrton Senna

Monroe apoiou a estreia do Ayrton Senna na Fórmula 1

A Monroe e Monroe Axios celebram parceria com o Instituto Ayrton Senna. Segundo as marcas do grupo Tenneco, recursos obtidos com as vendas de produtos serão destinados para projetos de apoio à educação pública. A iniciativa ocorre no ano de comemoração de 50 anos da Monroe e 65 anos da Monroe Axios no Brasil. Inclusive, a Monroe apoiou a estreia do piloto brasileiro na Fórmula 1.

“É uma honra e uma imensa satisfação, no ano em que comemoramos 50 anos da Monroe e 65 anos da Monroe Axios, termos a oportunidade de apoiar ativamente as ações realizadas pelo Instituto Ayrton Senna. Sua relevância no campo da educação é imensa, tendo por quase três décadas contribuído com o desenvolvimento do ensino público e com a capacitação de novos profissionais para a formação de jovens cidadãos”, comemora Daniel Fabbris Neto, Diretor Nacional de Vendas da DRiV Tenneco.

 

As marcas ainda faram que a parceria contará com pesquisas destinadas para a criação de políticas públicas e práticas pedagógicas em salas de aula, oferta de programas de formação para professores, educadores e gestores públicos e a realização de projetos educacionais para a promoção da educação integral, do Ensino Fundamental ao Médio, impulsionando o potencial de crianças e jovens.

 

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