Reparo no trambulador do VW Gol G4 é simples: veja como fazer

Hatchback vem equipado com câmbio manual de cinco marchas com acoplamento de embreagem monodisco a seco, usado em diversos modelos da marca

texto Felipe Salomão   fotos Vitor Lima

O Volkswagen Gol é sem dúvida um dos modelos mais emblemáticos já vendidos no mercado nacional, uma vez que foi comercializado por 43 anos de 1980 até 2023. Com diversas gerações e versões, o modelo foi líder de vendas por 27 anos consecutivos de 1987 a 2014, liderando hoje o ranking de vendas de carros usados com mais de 56 mil unidades transacionadas em março deste ano, segundo a Fenabrave.

Um dos fatores que consagrou o Volkswagen Gol como um dos melhores veículos já fabricados e mais vendidos no Brasil é sem dúvida a robustez mecânica das diversas configurações e gerações ao longo do tempo, o que o tornou um modelo fácil de ser consertado, como é o caso do Volkswagen Gol G4, lançado em 2005 para substituir a famosa terceira geração.

Essa versão chegou ao mercado brasileiro equipada com o motor EA111 1.0 aspirado de até 71 cv com 9,7 kgfm de torque e a proposta de um carro essencial, simples, espartano e de baixa manutenção. A transmissão é manual de cinco marchas muito tradicional e foi usada em suas diversas versões bem como na Parati e na Saveiro. Com esse breve histórico do clássico modelo popular da Volkswagen, a Revista O Mecânico traz o passo a passo da troca das buchas do trambulador de Gol G4 2008, que está com folga e, por conta disso, o dono do veículo não consegue engatar a quinta marcha e nem a ré. Para auxiliar no processo de desmontagem e montagem, contamos com a ajuda do professor e, também, Consultor Técnico da Revista, Ulisses Miguel, que também fez o diagnóstico do problema.

“Pegando aqui na alavanca (1) a gente já observa que está com folga, que está meio mole. Ligando o carro a gente consegue colocar normalmente a primeira, segunda e terceira, mas para quinta não tem alcance. A marcha ré também não entra”, analisou Ulisses. Já com o carro no elevador o professor constatou. “Com carro levantado (2) é possível ver a folga na bucha que caiu, deixando o trambulador solto (3), por isso, não conseguimos fazer o engate da quinta e da ré”, afirmou.

Ferramentas e dicas para facilitar o trabalho

O primeiro passo é utilizar um soquete com a catraca e uma chave estrela de 13 mm para soltar os dois parafusos do trambulador. “Eu vou abrir a peça para não ter a necessidade de soltar o parafuso de regulagem da transmissão (4). Assim ele fica no lugar e eu retiro apenas o trambulador e as buchas, não mexendo na regulagem do câmbio, o que pode gerar mais trabalho sem necessidade”, disse Ulisses.

Desmontagem

5) Solte o parafuso da haste do trambulador (5a). O que deve ser observado é que esse parafuso conta com duas arruelas, sendo uma antes da porca e outra atrás para que a bucha trabalhe apoiada na arruela e não na peça para que a bucha não sofra com desgaste prematuro (5b).

6)Após soltar o parafuso da haste, solte o parafuso de fixação lateral.

7) Com as mãos retire os guarda pós.

Na bancada

Com o trambulador na bancada foi possível observar o problema sem nenhuma dificuldade. “Depois de retirar o trambulador do lugar, podemos ver que os dois orifícios estão sem as buchas, que caíram, e as buchas superiores estão desgastadas, além de ter uma folga na esfera da haste (8a), (8b) e (8c). O que vamos fazer é retirar as buchas velhas, limpar bem as peças e montar as buchas novas para depois colocar no veículo”, afirmou Ulisses.

Por ter um grande desgaste foi possível soltar sem nenhuma dificuldade a esfera e as buchas superiores (9). Já para soltar a bucha é necessário prender o trambulador na morsa e com uma serra cortar a rebarba da bucha, empurrando a bucha comprometida para fora da peça com uma chave de fenda (10). O procedimento deve ser feito igual na outra bucha.

Após a limpeza das peças, uma dica do Consultor Técnico da Revista O Mecânico é utilizar um detergente neutro para colocá-lo no lugar, mas se tiver Graxa de Sabão de Lítio com Bissulfeto de Molibdênio será uma opção mais adequada. Outro “truque” é utilizar um soprador térmico para amolecer o plástico da bucha para colocá-la no lugar. Lembrando a borda da bucha deve passar os dois lados do trambulador na montagem (11a) e (11b). O procedimento se repete com as outras buchas, sempre conferindo o lado correto de montagem (12). Também é necessário passar uma vaselina nas buchas e na esfera das hastes para evitar desgastes e evitar barulhos após a montagem das peças.

Montagem

13)  Faça o encaixe da bucha superior com as mãos e depois aponte o parafuso.

14)  Coloque a bucha da haste com as mãos, lembrando de colocar as arruelas.

15)  Faça o aperto dos parafusos com a chave estrela de 13 mm e com a catraca (15a) e (15b).

Verificação de funcionamento

Para saber se o serviço ficou bom, basta fazer o teste passando as marchas com veículo desligado, o que será possível observar que não há folga na alavanca, engatando as marchas sem nenhuma dificuldade. Também faça a checagem com o carro ligado passando as marchas sem nenhum problema (16).

 

Fremax reforça a importância do pré-assentamento do sistema de freio

É necessário fazer o pré-assentamento durante os primeiros 300 km rodados com o veículo

O sistema de frenagem é diretamente ligado à segurança do veículo, por isso, a Fremax recomenda alguns cuidados ao fazer a manutenção. “Ao finalizar a aplicação dos novos discos de freio e pastilhas, para alcançar o máximo desempenho do sistema, é fundamental realizar o pré-assentamento”, afirma Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica e Garantia da Fremax.

Mas, porque fazer o pré-assentamento?

Segundo Leite, o pré-assentamento deve ser feito assim que inicia o contato da pastilha nova com o disco de freio novo. “Nesse momento, deve-se evitar o superaquecimento, por isso as primeiras frenagens precisam ter progressividade para que haja um princípio de assentamento entre as partes e uma perfeita troca de calor para que tudo isto garanta a durabilidade das peças”, ressalta o coordenador da Fremax.

Como fazer o pré-assentamento

Após a instalação dos componentes do sistema de freio, é preciso realizar de 8 a 10 frenagens de 60 km/h, reduzindo para 40 km/h. Em seguida, efetuar de 8 a 10 frenagens de 40 km/h até a parada do veículo. É recomendável também, nos primeiros 300 km, que os freios sejam utilizados moderadamente.

Guia: esquema elétrico dos bicos injetores do Honda City (1ª geração)

Modelo vem equipado com motor LT5A 1.5 litro flex, que entrega até 116cv

Com foco de sempre ajudar o dia a dia do mecânico, a Revista O Mecânico traz o guia do esquema elétrico dos bicos injetores do Honda City produzidos entre 2009 e 2015. O modelo vem equipado com motor LT5A 1.5 litro flex, que entrega até 116 cv e 14,8 kgfm de torque. A transmissão é automática do tipo CVT de sete velocidades.

Veja o guia do esquema elétrico dos bicos injetores do Honda City

Tecfil amplia rede de laboratórios móveis

Mais dois veículos vão reforçar ações junto aos distribuidores da rede

A Tecfil anuncia a ampliação da frota de laboratórios móveis com duas novas unidades para atender distribuidores e melhorar o atendimento na linha pesada (caminhões e ônibus).

Ao todo a Tecfil conta com 10 laboratórios móveis para atender o Centro-Oeste e Sudeste, além do Nordeste e do Sul, bem como o estado de São Paulo. “Temos planos de expandir para outros estados em breve e, também, para o mercado latino-americano”, conta Roberto Rualonga, gerente do suporte técnico e pós-venda da Tecfil.

 

Os laboratórios móveis são veículos estruturados para fazer testes de desempenho e funcionalidade dos filtros além de análises estruturais de matéria prima.

Nos últimos três anos, foram realizados cerca de 10 mil atendimentos, demonstrando a eficácia e a importância desses serviços para os clientes. “Com a ampliação da frota, esperamos aumentar ainda mais o número de atendimentos, reforçando o nosso compromisso com a qualidade e a satisfação dos clientes”, afirma Rualonga.

Scania anuncia novo investimento de R$ 2 bilhões entre 2025 e 2028

Novo ciclo de investimentos engloba preparação industrial para fabricação de chassis de ônibus elétricos

Foi realizada uma reunião para o anúncio formal da nova fase de investimento da Scania em sua jornada de descarbonização dos ecossistemas de transporte e logística. Os recursos de R$ 2 bilhões programados para o período de 2025 a 2028, vão se somar ao ciclo de R$ 1,4 bilhão desembolsado em projetos realizados entre 2021 e 2024.

O presidente e CEO da Operação Industrial da Scania, Christopher Podgorski, ressaltou que o polo industrial em São Bernardo do Campo (SP) abrange uma área de 427 mil m² e contém o que existe de mais avançado na indústria. “São nove fábricas operando conjuntamente para produzir caminhões, ônibus, motores industriais e marítimos, todas elas constantemente atualizadas”, informou.

“Graças a nossa estratégia de Sistema de Produção Global e ainda o exclusivo Sistema Modular Scania conseguimos incorporar novas tecnologias às plataformas de produto recém introduzidas, como agora estamos fazendo com a plataforma para Chassis para Ônibus Elétricos”, completa.

Segundo o executivo, o início da adequação da unidade industrial para produção das soluções de transporte sustentável foi em 2018, ano em que foi introduzida no Brasil a nova geração de caminhões Scania. De lá para cá os investimentos foram direcionados, entre outros projetos, para a industrialização dos motores a gás e biometano, da nova geração de ônibus e também ao recém lançado trem de força, batizado de Super, iniciativa que levou a ampliação da fábrica de motores da empresa.

Eletrificação

Com o investimento de R$ 60 milhões, a preparação industrial se inicia agora e em março de 2025 a planta de São Bernardo do Campo passará a produzir chassis para ônibus elétricos. A fábrica do Brasil será a terceira unidade global da Scania a produzir veículos elétricos. “São poucas adequações na linha, basicamente mudanças na pré-montagem, que envolve o sistema de resfriamento e de alta tensão, e da pré-montagem da estrutura que vai sustentar as baterias no lugar do motor”, diz a engenheira de processos industriais Isabelle Diniz, responsável pelo Projeto.

Estes ônibus são do modelo 4×2, têm 12 metros de comprimento e são alimentados por até 5 pacotes de baterias. Com a absorção da nova tecnologia, a previsão é manter o nível de produção atual, com 11 chassis fabricados diariamente, dos quais três serão eletrificados. Os chassis de ônibus elétrico a serem ofertados ao mercado brasileiro serão os mesmos fabricados e comercializados atualmente na Europa, produzidos na unidade Scania localizada na Polônia.

Falta de manutenção preventiva causa mortes e aumenta poluição: entenda

Entre 2011 e 2020 mais de 59 mil acidentes foram causados por defeitos mecânicos

Manutenção Preventiva

Junho é considerado o mês da conscientização pela manutenção preventiva em veículos em diversas cidades do país como Vitória, no Espírito Santo, Boa Vista, em Roraima, Sorocaba e Bragança Paulista, em São Paulo, além de todo o estado do Paraná. A data tem como objetivo conscientizar motoristas sobre a importância da manutenção preventiva, com foco de promover a segurança no trânsito, uma vez que entre 2011 e 2020 mais de 59 mil acidentes foram causados por defeitos mecânicos, sendo que deste número, 1.300 resultaram em vítimas fatais, segundo levantamento da Polícia Rodoviária Federal – PRF. Por isso, a profissão de mecânico é fundamental para termos um trânsito seguro.

Uma das formas para evitar acidentes por imperícia, é realizar as revisões programadas pelos fabricantes, garantindo um bom funcionamento do conjunto mecânico. E, sim, há muito trabalho a ser feito pelos mecânicos, pois a frota circulante brasileira é em média 11 anos para automóveis, comerciais leves e ônibus, e de 12 anos para caminhões. Portanto, a falta de manutenção preventiva regular em veículos com esse tempo de uso pode gerar graves riscos de falhas, expondo o motorista, passageiros e o pedestres em acidentes gravíssimos.

Isto posto, os amortecedores são componentes que devem ser checados em todas as manutenções preventivas, pois interferem diretamente no bom funcionamento da suspensão, da direção e das rodas, influenciando no comportamento do veículo em curvas e frenagens. Desta forma, se não estiverem em boas condições podem gerar instabilidade ao veículo como comenta Juliano Caretta, supervisor de treinamento técnico da Monroe, Muitas vezes, durante uma simples troca de óleo, o profissional percebe que os amortecedores estão “melados”, sujos com o óleo que vazou de dentro do cilindro, um sinal de que o componente já não está mais em condições de uso e necessita ser trocado”. O técnico ainda alerta para o bom estado dos pneus e freios. ““As pessoas se preocupam muito com o estado dos pneus e dos freios, por exemplo. Mas muitos infelizmente só se preocupam em trocar o amortecedor quando ele estiver vazando, travado ou fazendo barulho. Nesse caso, além dos riscos para a segurança, o motorista poderá ter que não só trocar os amortecedores, mas outros componentes que serão danificados pela falta de amortecimento adequado”.

Manutenção preventiva pode evitar dores de cabeça e garantir a segurança do veículo durante as viagens O sistema de suspensão do carro é o responsável pela estabilidade e também pela boa dirigibilidade de um carro durante sua utilização, pois absorve as irregularidades das ruas e estradas a fim de proporcionar mais segurança e conforto aos ocupantes do veículo durante a viagem. Para garantir o bom funcionamento e a segurança do sistema, é importante realizar a manutenção preventiva, verificando entre outros itens, os amortecedores e as molas. Quando é detectado vazamentos ou danos nas hastes e borrachas, pode ser um sinal de que é necessário realizar a substituição dos amortecedores, segundo a fabricante Monroe. Ao realizar a substituição dos amortecedores, é recomendado também efetuar a troca das molas, já que ambos trabalham de forma conjunta. Se um estiver mais desgastado que o outro, a peça mais antiga pode acelerar o processo de desgaste do componente mais novo. Outra dica para verificar possíveis sinais de desgaste do sistema da suspensão é pressionar uma das pontas do veículo para baixo. Se ao soltar o veículo, a dianteira balançar por mais de duas vezes, pode ser que seja necessária a manutenção, já que o comportamento normal seria o carro se estabilizar de imediato.

Além disso, que Caretta disse, Paulo Zeminian, gerente comercial da Delphi, alerta que essa situação de péssimo funcionamento do sistema de suspensão pode prejudicar o veículo de outra maneira. Outra situação provocada pela má condição da suspensão é o desgaste irregular dos pneus. Além de prejudicar a segurança ao dirigir, ela impacta negativamente no consumo do combustível, pois com uma performance piorada, há maior necessidade de energia cinética para o deslocamento do veículo; portanto, maior necessidade de combustível e, consequentemente, maior nível de emissões de poluentes”.

Manutenção preventiva das motos é parte essencial para a segurança nas estradas

De encontro com a fala de Zeminian, está um estudo da Organização Mundial da Saúde – OMS realizado em 2019, mostrando que cerca de 7 milhões de pessoas morreram por ano, por causa de substâncias como monóxido de carbono e outros tipos de gases, expelidos pelos escapamentos dos veículos. Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, apresentam cerca de 60% de emissões provocadas por carros em circulação em suas ruas e avenidas. Isso mostra que a falta da manutenção preventiva também pode causar mortes por conta da poluição.

Manutenção preventiva e cuidados com carros para PCDs podem evitar problemas maiores no futuro

Em razão disso, Pedro Valência, técnico de suporte ao cliente da Delphi, alerta para a manutenção do sistema de arrefecimento do veículo. ““A falta do fluido arrefecedor causa o superaquecimento do motor que, em casos extremos pode levar até a ocorrência de incêndio no veículo. Também prejudica o funcionamento dos demais componentes, aumentando o consumo de óleo e combustível, prejudicando os demais sistemas e aumentando o nível de emissões”.

Manutenção preventiva carro parado

Embora, o mês do Mecânico seja dezembro, época de férias de verão e feriados de final de ano, é fundamental ressaltar para os clientes sobre a importância da manutenção preventiva ao longo de todos os meses, pois ajudará o dono do veículo a não sofrer acidentes por conta da falta de reparo no carro, bem como irá ajudar o planeta nas emissões de poluentes.

 

Primeira estamparia da BMW nos EUA celebra 30 anos

Para comemorar os 30 anos de produção, a fábrica da BMW em Spartanburg, na Carolina do Sul, EUA, inaugurou sua estamparia.

O revestimento externo do novo BMW X3, incluindo as laterais da carroceria, portas, painéis laterais e porta traseira, serão produzidos pela prórpria estamparia.

Até 2030, serão pelo menos seis modelos totalmente elétricos produzidos na fábrica dos EUA. Foram investidos mais de 200 milhões de dólares para construir a estamparia que tem aproximadamente 20000 m².

Confira as imagens da estamparia:

 

Novo protótipo de ônibus elétrico da VW tem bateria de Nióbio

CBMM, Toshiba e VWCO fazem testes com bateria de carregamento ultrarrápido

CBMM, Toshiba e Volkswagen Caminhões e Ônibus iniciaram os primeiros testes em operação real de um protótipo conceito de ônibus elétrico movido à bateria de íons de lítio com Nióbio, metal nobre que inclusive tem reservas disponíveis no Brasil.

De acordo com as empresas, a grande vantagem desse tipo de tecnologia é permitir uma recarga ultrarrápida, em que se pode atingir a autonomia máxima do veículo com apenas 10 minutos, além de uma vida útil que pode ser até três vezes superior às das baterias convencionais.

A CBMM e a japonesa Toshiba, trabalharam por seis anos em cooperação para desenvolver a tecnologia de óxidos mistos de Titânio com adição de Nióbio para o ânodo das células das baterias de íons de lítio, conhecida como NTO.

Em 2021, o projeto expandiu com a parceria com a Volkswagen Caminhões e Ônibus, o que permitiu a aplicação desta bateria em um ônibus elétrico através do desenvolvimento dos sistemas de gerenciamento térmico, energético e carregamento ultrarrápido.

Essa tecnologia entra em validação e aperfeiçoamento com a aplicação na operação real da CBMM, em que o veículo vai rodar diariamente numa rota fixa, com a recarga no pantógrafo prevista no início ou fim do trajeto. A operação fornecerá dados ​​tanto sobre as características da bateria NTO quanto do veículo, com o objetivo de sinalizar ajustes necessários para futura comercialização.

Configurado sobre um chassi de 18 toneladas, o protótipo de ônibus tem autonomia estimada em 60 quilômetros, com um tempo de recarga de 10 minutos em pantógrafo de 300 kW. Está equipado com quatro packs de baterias de lítio com ânodo contendo Nióbio, cada um deles com capacidade útil de até 30 kWh.

Entre as vantagens deste sistema, a estrutura do ânodo de NTO permite suportar a recarga ultrarrápida e possibilita uma operação em temperaturas mais amenas, o que aumenta a vida útil da bateria, a segurança e gera uma redução no consumo de energia pela menor demanda por arrefecimento do sistema.

O período de testes é indeterminado e será definido de acordo com a evolução da aplicação. No médio prazo, deve expandir para uma pequena frota destinada à essa validação. Com relação à bateria com tecnologia NTO, a expectativa é que esteja disponível no mercado em 2025.

Denso lança 12 produtos modelos da Ford, Hyundai, Honda, Nissan e Toyota; veja códigos

Ao todo, são oito eletroventiladores e quatro ventoinhas

A Denso lança 12 produtos na América do Sul, sendo oito eletroventiladores e quatro ventoinhas. As novidades podem ser instaladas em veículos da Ford, Hyundai, Honda, Nissan e Toyota. Veja os códigos e modelos.

 

Vale ressaltar que os eletroventiladores são responsáveis por manter a temperatura do motor em níveis ideais, garantindo que não haja superaquecimento. Além disso, são responsáveis por aumentar o fluxo de ar através do radiador, dissipando o calor gerado pelo motor.

 

Código e veículos

BC261472-0190RC – Ford – Fiesta e Ecosport

BC261472-0200RC e BC261476-0200RC – Ford – KA Sedan, KA+ e KA

BC261472-0240RC e BC261476-0240RC – Hyundai – Creta

BC261472-0250RC e BC261476-0250RC – Hyundai – HB20

BC261472-0260RC – Honda – Civic e HR-V

BC261472-0270RC – Honda – Civic e HR-V

BC261472-0280RC e BC261476-0280RC – Nissan – Kicks

BC261472-0300RC – Toyota – Etios e Etios Sedan

 

– BC261472-0270RC e BC261472-0260RC fazem combo com o radiador BC261470-2790RC e condensador DI261433-0370RC;

– BC261472-0280RC faz combo com o radiador BC261470-4100RC e condensador BC447740-3810RC;

– BC261472-0300RC faz combo com o radiador BC261470-2060RC e condensador BC447740-1470RC.

Randon lança linha especial New R 75

Foto: Maykon Lammerhirt
Foto: Maykon Lammerhirt

Série é limitada em comemoração aos 75 anos da marca

A Randon lançou uma série especial comemorativa aos 75 anos da marca. Além de uma padronização exclusiva dos semirreboques, com cores e grafismos, os produtos serão entregues com itens especiais de fábrica, como a tecnologia Randon Smart.

Os produtos vêm na cor especial “New R 75”, com acabamento diferente e detalhes em dourado. Além disso, contam com um certificado e plaqueta personalizada com o nome ou a logomarca do cliente.

Foto: Maykon Lammerhirt
Foto: Maykon Lammerhirt

Entre os atributos especiais, a marca Randon em dourado e itens específicos de cada segmento. O cliente que adquirir um produto da série limitada também terá disponível a tecnologia Randon Smart embarcada e planos de peças de reposição exclusivos no primeiro ano.

Em seus 75 anos de atuação, a Randon já entregou mais de 550 mil unidades no Brasil e para mais de 70 países.

Foto: Maykon Lammerhirt
Foto: Maykon Lammerhirt
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