A Nakata está disponibilizando no mercado de reposição automotiva a bomba d’água para modelos de caminhões da Ford e Volkswagen. Segundo a fabricante, o lançamento (código NKBA10734) é destinado a caminhões das duas marcas fabricados entre janeiro de 2006 a dezembro de 2012, com rotor 105 mm e motor CUMMINS 8,3 litros de 6 cilindros.
A empresa explica que a bomba d’água é parte do sistema de arrefecimento e é responsável pela circulação do líquido, mistura de água e aditivo, feito sempre de acordo com as especificações do fabricante, que tem a função de promover a troca de calor do motor com o ambiente.
Confira os caminhões que o lançamento abrange:
Ford: 1932 Cargo, 2632 Cargo E e 2932 Cargo E
Volkswagen: 18-320 EOT, 19-320 E, 25-320 E e 31-320 E
A fabricante de autopeças Wahler, em parceria com a APAE (Associação de Pais e Amigos do Excepcional) de Limeira/SP, desenvolve um projeto socioambiental para o reaproveitamento dos resíduos de embalagens de madeira. Através do conceito de logística reversa – conjunto de ações e meios que facilitam a coleta e devolução dos resíduos aos seus geradores para serem tratados ou reaproveitados –, a Wahler afirma que reduziu o uso de madeira em sua unidade fabril em cerca de 60%, e está reaproveitando os outros 40% através da parceria com a instituição educacional, que cuida de crianças e adultos com síndrome de Down.
A empresa calcula que, mensalmente, acabe gerando 1,8 toneladas de resíduos de madeira pelas embalagens de matéria-prima do processo de usinagem, e 1,2 toneladas de madeiras de pallets descartados de outros processos. Antes, todo o resíduo era enviado para queima em olarias, prática considerada como não amigável ao meio ambiente.
Hoje, a Wahler afirma que substituiu as embalagens de madeira por um sistema de embalagem metálica retornável, enquanto os resíduos restantes, gerados em pallets, são destinados à APAE, que realiza o trabalho de reforma de pallets, captando recursos para contribuir com as despesas da entidade. O trabalho rendeu à Wahler o selo de Empresa Cidadã, concedido pela APAE, em 2011.
A Borgwarner nomeou Sidney Aguilar para o cargo de novo gerente da divisão de Aftermarket para a América do Sul. De acordo com a marca, o executivo irá supervisionar e gerir a divisão que atende ao mercado de reposição de peças e também interagir com outras divisões da empresa.
Sidney pretende impulsionar a linha de remanufaturados, reestruturar a política comercial com distribuidores e postos de serviços, aumentar as importações, e aumentar o programa de treinamento técnico para mecânicos e vendedores em toda América do Sul.
O gerente é bacharel em Administração de Empresas e pós graduado em vendas, trabalhou 12 anos na Knorr-Bremse e assumiu cargos de gerência e liderança em seis anos trabalhando na Gates Corporation.
A Dunlop reforça no mercado a presença do pneu SP391, especialmente desenvolvido para caminhões e ônibus que percorrem estradas pavimentadas em trechos regionais e rodoviários de longa distancia. De acordo com a fabricante, o pneu pode equipar tanto os eixos direcionais como nos eixos livres traseiros do veículo ou que pertencem à carreta.
Uma das características do pneu destacadas pela Dunlop são as profundidades de sulco e largura de secção, que resultam em aumento da vida útil do produto. Ainda segundo a fabricante, outra vantagem é a largura maior da carcaça, que permite mais contato com o piso. “Além disso, o SP391 possui um excelente índice de recapabilidade, ou seja, pode receber um maior número de reformas, em relação aos concorrentes”, garante o gerente de vendas e marketing da Dunlop do Brasil, Renato Baroli.
A Honda Motor iniciará uma experiência de campo do “Micro Commuter Prototype β”, mini protótipo elétrico da marca, a partir de setembro em Saitama, no Japão. De acordo com a montadora, o modelo é uma nova proposta de mobilidade urbana sustentável ecológica para o consumidor japonês. A plataforma do veículo foi totalmente projetada para que componentes como bateria e motor se adequassem a uma cabine compacta.
Ainda segundo a Honda, os testes terão como objetivo estudar padrões de uso que permitam aprimorar os produtos compactos de mobilidade e assim contribuir com a solução de problemas de transporte, especialmente em áreas urbanas. Os estudos iniciais serão focados principalmente no uso do veículo para curtos deslocamentos, programas de compartilhamento de transporte, usos comerciais e por casais com crianças.
O “Micro Commuter Prototype β” também será testado com bateria para uso em residência, em contribuição com o projeto E-Kizuna da cidade de Saitama, com intuito de avaliar formas de reduzir o aquecimento global.
O IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) acaba de reformular seu site com inclusão de novas ferramentas e de um novo visual. Para aumentar a interatividade, o portal conta com uma nova área de E-Commerce, na qual as empresas podem adquirir as publicações e treinamentos oferecidos pela empresa. Segundo Alexandre Xavier, gerente de novos negócios do IQA, esta ferramenta auxiliará as empresas a obterem acesso, por exemplo, aos manuais técnicos do instituto.
Outra novidade é a compatibilidade com tablets e smartphones, além de uma grande interação com as mídias sociais do IQA. De acordo com o instituto, o novo visual é mais limpo, além de aderir tecnologias que facilitam a pesquisa de um assunto, facilitando a navegação do usuário.
Alexandre comenta que, com o novo site, o IQA se prepara para, futuramente, oferecer treinamentos à distância. Segundo ele, esta modalidade ajudará a expandir o conhecimento das ferramentas da qualidade para um número maior de pessoas do setor automotivo.
A AMG, divisão da Mercedes-Benz responsável por sua linha de alto desempenho, vai apresentar o novo S 63 AMG no Salão de Frankfurt, em setembro. A versão superesportiva do sedã de luxo será oferecida com opções de chassi curto e longo, ambas equipadas com motor BlueDIRECT 5.5 V8 biturbo, capaz de gerar 585 cv de potência a 5.500 rpm, enquanto o torque máximo declarado é de 90 kgfm entre 2250 e 3750 rpm. Conforme os dados de fábrica, o S 63 AMG acelera de 0 a 100 km/h em 4,4s (4,0s na versão 4MATIC) e tem velocidade máxima limitada em 250 km/h.
Mesmo com tanta força, a tecnologia empregada no modelo privilegia a economia de combustível: a Mercedes-Benz afirma que o S 63 AMG pode fazer até 9,9 km/l em consumo combinado cidade/estrada, além de já atender às normas de emissões EU6, que entrarão em vigor em 2015. As principais tecnologias empregadas no motor enumeradas pela fabricante abrangem: injeção direta de gasolina com injetores piezelétricos; cárter totalmente de alumínio; intercooler ar-água; sistema eficiente resfriamento do óleo, água do motor e óleo da transmissão; gerenciamento do alternador e função ECO start/stop.
O sistema de transmissão é composto pela caixa automática AMG Speedshift MCT, de sete velocidades. A Mercedes-Benz detalha que o câmbio possui três modos de operação: “C” (Controlled Efficiency), “S” (Sport) e “M” (Manual). No modo “C”, explica a fabricante, a função ECO start/stop é ativada e desliga o motor de oito cilindros sempre que o veículo estiver parado; além de o regime de marchas privilegiar o conforto, fazendo com que, por exemplo, o carro arranque em segunda marcha na maioria das vezes. Já os modos “S” e “M”, o motor e a transmissão funcionam de modo mais ágil e a função ECO start/stop é desativada. Segundo a marca, um breve e preciso retardo na ignição e injeção quando o acelerador estiver aberto leva a trocas de marcha ainda mais rápidas.
A versão de chassi longo do sedã superesportivo oferece como opcional o sistema AMG 4MATIC de tração integral. O sistema distribui a força do motor de modo que 33% vão para o eixo dianteiro e 67% para o eixo traseiro. A distribuição de força privilegia a característica dinâmica AMG de direção, assim como eleva a aceleração nas arrancadas e aumenta a segurança de rodagem em superfícies molhadas ou geladas, segundo a fabricante.
A Mercedes explica que esse sistema de tração integral possui embreagem multidiscos com efeito blocante de 50 Nm, que explora o potencial de atrito de todas as quatro rodas ao máximo, particularmente na neve e no gelo. A base tecnológica do sistema de tração integral AMG 4MATIC é fornecida por uma caixa de transferência para a saída de força adicional para o eixo dianteiro. Esta caixa de transferência é integrada de forma compacta à caixa de velocidades. A transmissão de força do diferencial do eixo dianteiro para o semieixo dianteiro esquerdo é feita por um eixo intermediário que passa por um duto encapsulado dentro da bandeja de óleo do motor, explica a fabricante. O sistema agrega apenas 70 quilos ao peso do veículo.
Uma inovação do S 63 AMG é ser primeiro veículo do mundo, produzido em larga escala, a substituir a bateria convencional do motor de partida por uma bateria a íons de lítio com capacidade de 78 Ah. Entre as vantagens citadas pela Mercedes, a bateria de íons de lítio substitui tanto a bateria do motor de partida como a reserva, com uma economia de peso de mais de 20 quilos.
O superesportivo de luxo ainda possui sistema de escapamento esportivo com flaps controlados por computador nos dois silenciadores traseiros. De acordo com a fabricante, quando a transmissão estiver no modo “C” (Controlled Efficiency ou “eficiência controlada”), os flaps se mantém fechados a maior parte do tempo, tornando mais discreto o som do motor. Nos modos “S” (Sport) e “M” (Manual), os flaps são abertos mais cedo e mais espontaneamente, aumentando o ronco do motor.
As versões do S 63 vêm com sistemas de suspensão distintos. O S 63 4MATIC possui a suspensão esportiva Airmatic, totalmente a ar, com dois modos de ajuste: “Comfort” e “Sport”. Essa suspensão é equipada com sistema de amortecimento adaptativo (Adaptive Damping System ADS PLUS), com recurso de ajuste contínuo do amortecimento, que pode ser controlado de forma independente nos estágios de compressão e liberação, segundo a fabricante. Para essa versão do veículo com tração integral, o eixo dianteiro recebeu ajuste específico, com maior cambagem, uma barra antirrolagem maior e um subchassi mais rígido no eixo traseiro.
Já as versões curta e longa com tração traseira são equipadas com a suspensão esportiva AMG baseada no sistema “Magic Body Control”, também com modos “Comfort” e “Sport” de ajuste. A Mercedes explica que este sistema, em conjunto com o sistema Road Surface Scan, faz com que o S 63 AMG consiga reconhecer antecipadamente ondulações na superfície da estrada e ajuste a suspensão antecipadamente para adequá-la à situação.
As três versões possuem direção eletromecânica AMG sensível à velocidade com relação variável e o ESP Curve Dynamic Assist como equipamento de série. Este sistema ESP, segundo a fabricante, funciona acionando brevemente o freio na roda traseira interna da curva, aumentando a precisão e a agilidade no contorno da curva, eliminando o subesterço.
Ainda segundo a Mercedes, o lançamento é 100 kg mais leve do que seu antecessor. O resultado foi obtido com o uso das rodas de material especial, uma bateria leve de íons de lítio, melhoria do peso do sistema de freios compostos AMG de alta performance, revestimento externo em alumínio (incluindo teto e a parte dianteira da carroceria), entre outros. Como exemplo, a fabricantecita que só o uso de fibra de carbono no compartimento do pneu estepe reduziu o peso do carro em 4 kg.
O Sicap (Sindicato do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Peças, Rolamentos, Acessórios e Componentes da Indústria e para Veículos no Estado de São Paulo) divulgou nota aconselhando o Governo do Estado de São Paulo a reduzir o imposto sobre as autopeças para reduzir o preço do transporte público. De acordo com a entidade, a autopeça tem hoje tributação que gera impacto de 50% sobre o valor do produto.
Segundo o sindicato, a planilha de custos da Prefeitura de São Paulo/SP aponta que o índice de consumo de peças e acessórios representa em torno de 6,27% do gasto total da operação de transporte coletivo urbano de passageiros, o que reflete diretamente no preço da tarifa, assim como acontece com outros itens, como óleo diesel, óleo lubrificante e pneus.
“O Sicap entende que, em um momento como este de insatisfação e questionamento da sociedade, o governo do Estado de São Paulo deveria rever a política tributária adotada que gera efeito cascata e vem provocando aumentos ano após ano”, afirma a entidade em nota. Na visão da instituição estadual dos empresários da distribuição de autopeças, uma simples mudança de cálculo já resultaria em redução de até 3,6% no preço final.
Ainda de acordo com o Sicap, o setor de distribuição de autopeças acredita que deveria ser realizada uma análise crítica da sistemática da carga tributária em todos os segmentos que envolvem todo tipo de transporte (automóvel, motocicletas, ônibus e caminhão). Segundo a diretoria do sindicato, não dá para falar em reajuste do IVA (Índice de Valor Agregado) do ICMS para autopeças por meio da substituição tributária. Em 2012, no Estado de São Paulo, houve aumento de 40% para 65%, sendo que esse índice deve ser revisto até o final de setembro.
“Caso venham a ocorrer novos reajustes no imposto estadual em São Paulo, que já pratica o maior índice do País, poderá elevar os preços das peças ainda mais, o que ocasionará aumento nas planilhas de custo das empresas de transporte de carga e de passageiros”, continua a nota. “Todos os aumentos de impostos acabam gerando reajuste de preços, tornando as empresas menos competitivas e inibindo o consumo, pois quem acaba pagando a conta é o consumidor, além de repercutir no custo de vida da população”, finaliza.
A Autoshine renova sua produção de cera líquida, com o lançamento do kit “Quick Shine” que acompanha também um bico dosador de spray e um pano de microfibra. De acordo com a empresa, a cera vem em uma embalagem de 500 ml e o kit completo é avaliado em R$ 25,00.
Segundo a Autoshine, a cera líquida possui essência de baunília e é desprovida de solventes e abrasivos, facilitando sua aplicação mesmo em componentes de plástico ou borracha, sem deixar manchas. Estatísticas da empresa indicam que 77% da produção de ceras automotivas são do tipo líquido. “Somente em 2012, a produção de cera líquida em nossa fábrica cresceu 105%. No final do próximo ano, certamente aposentaremos as ceras em lata”, afirma Kazuo Matsui, diretor de Marketing da Autoshine.
A cera líquida faz parte da Linha Batistinha, juntamente com o Lava Autos Plus+, Limpa Pneu Premium, Limpa Rodas&Motor e Limpa Estofado&Plástico.
O Conarem (Conselho Nacional de Retíficas de Motores) firmou parceria com a corretora MultipluSeguros com o objetivo de proteger patrimônio das empresas de retíficas de veículos. De acordo com a entidade, a corretora já está oferecendo todos os tipos de seguros da Tókio Marine Seguradora com condições especiais para os associados da entidade.
“A empresa sempre está vulnerável a incêndios, danos causados pela eletricidade, impacto de veículos, subtração de valores, bens e mercadorias, entre outros riscos”, afirma o presidente do Conarem, José Arnaldo Laguna. Ele afirma que os prejuízos com incêndio podem ser enormes já que, além dos danos patrimoniais, força a paralisação da empresa para reparos. “Coberturas para danos elétricos e despesas fixas também são importantes”, enfatiza.
Ainda segundo o Conarem, a seguradora oferece ainda cobertura para bens de terceiros, como equipamentos, carros, caminhões e motores. “Quando os bens dos clientes estão em poder da retífica, é ela que tem responsabilidade”, comenta. As retíficas também podem contar com serviços emergenciais de chaveiro, substituição de telhas, reparos hidráulicos e elétricos, desentupimento, vigilância, limpeza da empresa, entre outros, enumera a entidade.
Para obter mais informações ou mesmo a cotação, o Conarem orienta o interessado a ligar para (11) 3071-2771 ou enviar e-mail paraandrea@multipluseguros.com.br
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