Lançamentos atendem modelos de marcas como Audi, BMW, Land Rover, Lexus, Mercedes-Benz e Tesla
A Fremax ampliou seu portfólio de produtos com 41 novas aplicações de discos e tambores de freio para o mercado de reposição. Os lançamentos atendem modelos de marcas como Audi, BMW, Land Rover, Lexus, Mercedes-Benz e Tesla.
Entre os novos discos, estão aplicações para Audi A3 Sportback (2019+), BMW M3 (2017+), Série 1 M135i (2019+), 430i (2022+), Land Rover Discovery (2014+), Mercedes-Benz C200 (2021+), S500 4Matic (2021–2023), GLE 350 (2020+), Lexus LX500D AWD (2021+), RX350 (2017+), e o Tesla Model Y (2021+).
Além disso, a linha de tambores de freio também foi atualizada com aplicação para o Fiat Fastback 1.3, modelo lançado em 2023. Os componentes seguem padrão de fábrica e trazem recursos como camada protetiva que dispensa limpeza, indicador de desgaste, acabamento com ranhuras e pintura resistente a alta temperatura.
Segundo a Fremax, os produtos são testados em condições severas, como as do campo de provas da Porsche Cup, competição em que a marca atua como patrocinadora oficial há 18 anos.
Manutenção adequada ajuda a aumentar a vida útil do conjunto
Para uma correta instalação do cabeçote, após uma manutenção, é preciso apertar os parafusos com o torque especificado, para que a junta entre bloco e cabeçote consiga selar adequadamente. Dessa maneira, a revista O Mecânico mostra as etapas e os valores de aperto do cabeçote do motor 2.8 que equipa Chevrolet Trailblazer e S10.
O procedimento apresentado é válido para o motor 2.8 diesel de código Duramax XLD28, que equipou a picape e o SUV a partir de 2013, e desenvolvia 180 cv de potência e 44,9 kgfm de torque.
O aperto é feito em quatro etapas, seguindo a sequência da figura apresentada abaixo. Na primeira etapa o valor de aperto é 30 Nm, enquanto na segunda, terceira e quarta etapas o torque é sempre angular, de 85°.
Por fim, é importante que o mecânico utilize parafusos novos, devido a deformação plástica que eles são submetidos depois de receber um aperto. Além disso, é preciso seguir os demais procedimentos recomendados pela fabricante para garantir a durabilidade do conjunto.
Promoção ocorre em um momento em que a empresaamplia sua atuação no setor automotivo global
A Phinia anunciou Camila Rangel como nova Gerente Global de Logística e Aduana. Ela será responsável por coordenar as operações de logística e comércio exterior, incluindo contratação de serviços de transporte e armazenagem, gestão de fornecedores e garantia de conformidade. Rangel também continuará apoiando a implementação de estoque em consignação nas operações locais.
“A Phinia é uma empresa com propósito claro, que valoriza a inovação, a inclusão e a eficiência. Estou entusiasmada com o desafio de Gerente Global de Logística e Aduana, e contribuir para o crescimento sustentável do nosso portfólio, com uma cadeia mais ágil, colaborativa e conectada às necessidades dos nossos clientes e parceiros em todo o mundo”, afirma Camila Rangel.
Camila é formada em Administração de Empresas, tem MBA pela Inbrasc (Live University) e formação internacional pela Michigan Ross. Iniciou sua carreira como trainee na Robert Bosch, atuou na Delphi a partir de 2015 e assumiu a gerência de supply chain na BorgWarner. Com a criação da Phinia em 2023, manteve a função até ser promovida ao novo cargo em 2025.
A promoção ocorre em um momento em que a Phinia amplia sua atuação no setor automotivo global. O Brasil passou a ser um hub estratégico da companhia na América do Sul, com foco na cadeia de suprimentos e no mercado de reposição automotiva.
A planta da BMW em Landshut, na Alemanha, está aprimorando a digitalização na produção de seus componentes. A empresa utiliza o controle digital de processos e instalações de produção interconectadas são utilizados para aumentar a produtividade e melhorar a qualidade.
Um componente-chave da estratégia de digitalização do BMW Group é o programa de transformação “Shopfloor.Digital”. O objetivo é harmonizar os processos de manufatura e os sistemas de TI em todos os 30 locais de produção no mundo. Para isso, a empresa está construindo uma arquitetura de TI moderna, baseada em nuvem, e investindo em automação de processos e soluções com inteligência artificial.
O BMW Group inclui um mapa digital de processos nas áreas de produção, um processo digital de interrupções e a gestão do fluxo de valor. Com o auxílio de sensores, dados em tempo real e processos impulsionados por IA, a planta de Landshut está otimizando suas cadeias de suprimento, fluxos de materiais e processos de fabricação.
Um exemplo é a produção do BMW Energy Master, a unidade central de controle da bateria de alta voltagem dos veículos da Neue Klasse. A planta de Landshut fornecerá o BMW Energy Master para todas as fábricas de montagem de baterias no mundo, onde a unidade será integrada à bateria de alta voltagem na etapa final de montagem.
Propulsor ficará posicionado entre os motores de 9 e 13 litros da marca
A Scania mostrou o novo motor Super 11, que teve melhorias como menor peso, maior economia de combustível e mais tecnologia. Ele ficará posicionado como uma alternativa entre os motores de 9 e 13 litros da marca sueca. Segundo a fabricante, o novo propulsor de 11 litros entrega até 7% de economia de combustível em relação ao motor de 9 litros, e pesa cerca de 85 kg a menos que o Super 13. O Super 11 também atende os padrões de emissões Euro 4, 5 e 6, e está disponível em três faixas de potência, com 350, 390 e 430 cavalos.
Uma das vantagens do motor Super 11, segundo a Scania, é o grande compartilhamento de componentes com o motor Super 13, com cerca de 85% de peças comuns entre os dois, o que facilita a manutenção e reduz os custos de operação. Também, os intervalos de manutenção são até 30% maiores do que os do motor de 9 litros, quando utilizado com o óleo lubrificante recomendado LDF-5.
O novo propulsor também incorpora sistemas como sincronização variável de válvulas, eixos de balanceamento para redução de vibrações e freio-motor de até 468 cv derivado do sistema VVB (Variable Valve Brake – Freio de Válvula Variável). Segundo a empresa, o Super 11 foi projetado para atender desde operações de transporte até implementos rodoviários e de construção.
A Scania confirmou o início das vendas do novo motor Super 11 em junho de 2025 no mercado europeu.
Manutenção preventiva do componente é essencial para a segurança
O pivô de suspensão, também conhecido como junta esférica, é um componente fundamental do sistema de suspensão, que conecta o braço de suspensão ao cubo de roda e permite movimento em diferentes direções. Assim, para ajudar a diagnosticar defeitos nesse componente, a revista O Mecânico mostra os principais sinais de problemas no pivô de suspensão.
Um dos primeiros sinais de falha no pivô são ruídos metálicos ou estalos ao passar por buracos, lombadas ou ao esterçar o volante, que normalmente indicam folga excessiva na junta esférica. Outro sintoma possível é a sensação de uma direção “imprecisa” ou “solta”, especialmente em velocidades mais altas, que pode indicar perda de rigidez na conexão entre o braço de suspensão e o conjunto da roda.
Para iniciar o diagnóstico, com a roda levantada, é possível aplicar movimentos horizontais e verticais na roda para verificar se existem folgas anormais, visto que uma movimentação excessiva pode indicar desgaste no pivô ou em componentes como terminais de direção ou buchas.
Outro passo no diagnóstico é usar uma alavanca metálica para aplicar força sob a suspensão, observando o movimento do pivô, dado que caso haja movimento irregular ou ruídos, é sinal de que o componente está comprometido. Além disso, uma inspeção visual também pode ajudar, procurando por coifas rasgadas ou vazamento de graxa, que diminuem a vida útil da junta devido à sujeira.
Por fim, o mecânico deve ter atenção no diagnóstico, pois problemas no pivô podem comprometer o alinhamento, gerar desgaste irregular dos pneus e até causar acidentes, caso haja ruptura completa entre o braço de suspensão e o conjunto da roda. Além disso, alguns veículos exigem a troca completa do braço de suspensão, não sendo possível substituir apenas o pivô.
Segundo a fabricante sueca, novo FH Aero Electric tem autonomia de até 600 km
A Volvo Caminhões mostrou o seu novo caminhão elétrico pesado, denominado FH Aero Electric. O modelo tem autonomia estimada de até 600 km e novo sistema de carregamento MCS (Megawatt Charging System – Sistema de Carregamento Megawatt), que permite recarga rápida de 40 minutos.
Segundo a marca, o FH Aero Electric foi desenvolvido especificamente para transporte rodoviário de longa distância. Mecanicamente, o modelo possui um eixo elétrico (e-axle) menor, que permite mais espaço para até oito unidades de baterias, com capacidade máxima de 780 kWh. Na configuração com eixo adicional (6×2), a capacidade total é de 48 toneladas.
A montadora, para atingir a meta de emissões zero até 2040, está investindo em veículos elétricos a bateria, caminhões movidos a célula de combustível de hidrogênio e motores de combustão interna movido a combustíveis renováveis como biogás, biodiesel e HVO (diesel verde).
Na Europa, o início da comercialização do novo FH Aero Eletric está previsto para o segundo trimestre de 2026. No Brasil, atualmente a Volvo comercializa a família FH, FMX, FM e VM, além de veículos específicos para o fora de estrada.
Funcionamento do motor pode ser afetado devido a defeitos nesses componentes
No motor, a sonda lambda pré-catalisador fornece informações para a ECU ajustar a quantidade de ar e combustível, enquanto a sonda pós-catalisador informa a eficiência do catalisador. Dessa maneira, ambas são fundamentais para o bom funcionamento do motor. Pensando nisso, a revista O Mecânico exibe os sinais corretos desses componentes para o propulsor 1.0 Firefly, para auxiliar no diagnóstico.
O motor 1.0 Firefly é aspirado e tem três cilindros, atualmente equipando veículos como Fiat Argo, Citroën C3, Peugeot 208 e outros modelos do grupo Stellantis. Em sua configuração atual, ele entrega 75 cv de potência máxima e 10,7 kgfm de torque máximo.
Para realizar o diagnóstico da sonda pré-catalisador, basta comparar os sinais emitidos pelo veículo testado com os valores de referência, nas condições de marcha lenta e de 3000 rpm, conforme imagem abaixo. Já para a sonda pós-catalisador, é preciso verificar se o formato da onda é parecido com a imagem de referência.
Sonda pré-catalisador
Sonda pós-catalisador
Por fim, o mecânico deve fazer o diagnóstico e realizar a substituição das sondas lambda quando necessário, visto que o comportamento do motor pode ser afetado com aumento de consumo, carbonização da câmara e diminuição da potência.
Curso aborda os conceitos de lógica de funcionamento e os principais pontos de diagnóstico do turbo
Já está disponível no Curso do Mecânico o módulo módulo de Diagnóstico Automotivo, o curso “Diagnóstico em Sistemas Turboalimentados” aborda os conceitos de lógica de funcionamento e os principais pontos de diagnóstico do turbo que podem ser realizados nos sistemas mecânicos dos motores de veículos de passeio, caminhões, vans, utilitários e máquinas agrícolas, com base nos conceitos operacionais desses motores, sejam eles a gasolina, Flex ou Diesel. Além disso, o curso está na promoção saindo de R$ 459,00 para R$ 399,00. Para se inscrever clique aqui.
Além do vídeo introdutório, o curso é composto por um total de 6 videoaulas com os seguintes capítulos:
Capítulo 1 – Função e funcionamento do turbo Capítulo 2 – Turbo com controle pneumático da válvula de alívio (wastegate) Capítulo 3 – Turbo com controle de válvula de alívio com atuador eletrônico Capítulo 4 – Turbo com controle pneumático VTG Capítulo 5 – Turbo VTG com atuador eletrônico Capítulo 6 – Sistemas biturbo
Após a confirmação da matrícula, você terá um prazo de 90 dias para iniciar o curso e um prazo adicional de 180 dias para concluí-lo. Ao finalizar o curso, o aluno terá acesso ao certificado de conclusão do curso, disponível para download automático no seu portal do estudante. Vale ressaltar que esse curso foi desenvolvido pelo Centro de Treinamento Automotivo Bosch com exclusividade para o Mecânico Pro dentro da plataforma Curso do Mecânico.
Defeitos nesse componente podem acarretar prejuízos em caso de superaquecimento do motor
A válvula termostática faz parte do sistema de arrefecimento, sendo responsável por controlar a circulação do fluido entre o motor e o radiador de acordo com a temperatura. Dessa forma, ela é essencial para evitar que o motor trabalhe fora de sua faixa ideal, tanto mais frio quanto mais quente. Assim, a revista O Mecânico mostra como diagnosticar problemas na válvula termostática.
Um dos sintomas mais comuns de problemas na válvula termostática é a temperatura fora do ideal do motor, como no caso de uma temperatura muito elevada, que pode indicar que a válvula está travada fechada, impedindo o fluxo do fluido para o radiador, ou no caso de uma temperatura inferior ao ideal, mesmo após um longo período de funcionamento, indicando que a válvula pode estar travada aberta, o que resulta em maior consumo e carbonização da câmara de combustão.
Para iniciar o diagnóstico, o recomendado é fazer uma inspeção visual do sistema de arrefecimento, procurando por sinais de vazamentos perto da válvula. Depois, é indicado usar um termômetro infravermelho para medir a temperatura do motor, comparando os valores nas saídas do bloco e do radiador, visto que diferenças muito altas podem indicar que a válvula não está regulando adequadamente a passagem do líquido.
Outra recomendação é verificar códigos de falha com o scanner, dado que em alguns casos podem ser gerados erros relacionados à temperatura do motor. Por fim, o teste em bancada do componente, simulando as condições de temperatura do motor e verificando o funcionando da válvula, pode auxiliar no diagnóstico dessa peça.
Para aumentar a vida útil da válvula termostática, que em condições normais costuma superar os 100 mil km, é essencial realizar as manutenções preventivas relacionadas ao sistema de arrefecimento, como a troca do fluido nos prazos e na especificação correta indicados pela fabricante do veículo.
Por fim, o mecânico deve ter atenção no diagnóstico desse componente, pois outros problemas no sistema de arrefecimento podem gerar temperaturas elevadas ou inferiores ao ideal, como uma bomba d’água danificada. Além disso, é fundamental usar peças de qualidade na hora da manutenção, pois o superaquecimento do motor pode gerar danos de custo muito elevado.
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