911 Carrera e Carrera T explicam o mito Porsche

POR FERNANDO CALMON

Por mais que a marca alemã tenha crescido no mercado mundial de forma que poucos poderiam imaginar — no ano passado, 310.718 unidades —, o 911 ainda é considerado a essência de pura personalidade e apego à arquitetura original de motor colocado atrás do eixo traseiro. Essa escolha levou a grandes desafios técnicos, todos superados ao longo do tempo, até chegar ao estado da arte de hoje.

Os 51.000 modelos 911 comercializadas mundialmente em 2024 comprovam que se trata de carro esporte (não confundir com esportivo) de alto prestígio e entre os mais vendidos. Chega ao Brasil a nova geração 2026 com incursões na hibridização de alto nível.

Mudanças estéticas mantêm-se discretas: para-choques dianteiro e traseiro, lanterna traseira, novas rodas (20 pol., na frente e 21 pol., atrás) e entradas de ar dianteiras. Faróis LED Matrix, em boa hora, têm apenas dois blocos de iluminação, em vez de quatro. No interior, quadro clássico com até cinco instrumentos digitais circulares configuráveis (conta-giros sempre central) permite, agora, visibilidade total sem obstrução dos raios do volante. E a partida do motor, mudada para botão, manteve-se no lado esquerdo do painel.

Maior novidade mecânica é hibridização plena do Carrera GTS. Um motor elétrico entre compressor e rotor da turbina acelera instantaneamente o turbocompressor. Dispensa válvula de alívio e permite o uso de apenas uma turbina. O motor elétrico também funciona como gerador com 11 kW (15 cv) de potência. Há ainda outro motor elétrico no câmbio automático que aumenta a potência em 40 kW (54,6 cv). Impressionam potência e torque combinados: 541 cv e 62,2 kgf·m. E aceleração de 0 a 100 km/h em exatos 3 s.

O Carrera T traz a clássica caixa de câmbio manual de seis marchas de série e o motor biturbo, 3-litros, 401 cv (ganho de 5 cv com gasolina premium brasileira) e 45,9 kgf·m. Aceleração 0 a 100 km/h em 4,5 s, com o opcional Sport Chrono. A Porsche, assim, atende a todos os clientes, mesmo tendo em conta que o câmbio automático de dupla embreagem é mais rápido (0,5 s) pelo mesmo preço. Esta versão inclui suspensão rebaixada em 1 cm, vidros finos, menos isolamento acústico, escapamento mais livre, eixo traseiro direcional e suspensão ativa.

No autódromo Velocita, em Mogi Guaçu (SP), cada volta, em todas as quatro versões, o 911 impressionou pela precisão da direção, resposta sublime do motor, potência extraordinária dos freios e comportamento impecável em todos os tipos de curva. Sem sustos, sem surpresas. Além da caixa de câmbio manual, com incrível precisão de engates.

Preços: R$ 930.000 a 1.467.000.

Honda prepara lançamento do novo WR-V

 Está confirmada a volta do WR-V, em novembro próximo, com destaque no estande da Honda, no Salão do Automóvel de São Paulo. Mas o novo modelo pode ser lançado um pouco antes e só herdou o nome do anterior WR-V (derivado do Fit), pois se trata do novo SUV compacto da marca japonesa com preço médio estimado na faixa de R$ 135.000. Trata-se de um produto fundamental para completar a gama de oferta no Brasil. Será menor que o HR-V e integra o investimento de R$ 4,2 bilhões até 2030.

Como já é conhecido no exterior (Japão e Índia), as dimensões também: comprimento, 4.312 mm; entre-eixos, 2.650 mm; largura, 1.790 mm; altura, 1.650 mm e porta-malas, 458 L. Motor será o mesmo flex aqui produzido de 1,5 L, 126 cv (etanol ou gasolina) e 15,8 kgf·m (E)/15,5 kgf·m (G) com câmbio automático CVT. Além das versões EX e EXL, não se descarta uma variante de topo Touring, um híbrido pleno, que já existe no exterior e também deverá ser fabricada no Brasil.

Já no cenário internacional, a Honda mostrou um posicionamento claro por parte de seu principal executivo, Toshihiro Mibe, numa entrevista em Tóquio, no último dia 20: “Devido à recente desaceleração do mercado, a expectativa é que a taxa de vendas de veículos elétricos da Honda, em 2030, fique abaixo da meta previamente anunciada de 30%. Assim, estamos reavaliando estratégias, incluindo planos para a linha de produtos elétricos e cronograma de investimentos”.

As declarações tiveram repercussões em todo o mundo, já que a empresa reconheceu que modelos híbridos estão mais perto da realidade de médio prazo do que os 100% elétricos. Não é surpresa. Basta ver recentes estatísticas mundiais de vendas, mesmo na China, onde os elétricos têm boa aceitação

Citroën: um milhão de veículos fabricados no País

Inaugurada em 2001 com o Xsara Picasso, em Porto Real (RJ), a primeira fábrica da então PSA (Peugeot Société Anonyme) comemorou um milhão de unidades produzidas da Citroën. O modelo escolhido para este marco foi o SUV cupê Basalt. Do mesmo local saíram mais 800.000 veículos Peugeot, agora fabricados (208 e 2008) apenas na Argentina, em El Palomar. Deste total, cerca de 400.000 veículos das duas marcas foram exportados para a América Latina.

A unidade fluminense integrou-se à Stellantis em 2021 e, apesar de produzir três modelos Citroën (C3, Aircross e Basalt), tudo indica que terá pelo menos mais um produto. Emanuele Cappellano, presidente do conglomerado na América do Sul, até destaca a aptidão multimarca da fábrica, mas por enquanto nada revela: “Em breve, comunicaremos novidades em produtos. Também estamos ansiosos em poder falar”, afirmou no evento em Porto Real.

Apesar de o Jeep Avenger ter sido formalmente exibido na comemoração dos 10 anos da fábrica de Goiana (PE), tudo indica que o local de produção no Brasil deverá ser mesmo Porto Real. Sua arquitetura CMP é a mesma dos atuais três produtos acima citados.

 Pulse já é modelo 2026, com preço a revelar

O SUV compacto da Fiat, agora em cinco versões, recebeu o para-choque dianteiro do Pulse Abarth como principal diferença externa, destacando-se neste apliques laterais e entradas de ar. Na versão de entrada o câmbio passa a ser manual de cinco marchas (para ter preço menor), mas também elegível o automático. Motor continua o mesmo de aspiração natural, 1.332 cm3, 107 cv (E)/98 cv (G) e 13,6 kgf·m (E)/13,1 kgf·m (G). Há também o Pulse Turbo 200 com câmbio automático CVT de sete marchas fixas e motor de 999 cm3, 130 cv (E)/125 cv (G) e 20,4 kgf·m E/G.

Versões Audace e Impetus mantêm o turbo de 1 litro e o sistema micro-híbrido (também conhecido como alternador reversível em motor de arranque). Com ajuda de um bateria extra de íons de lítio (12 V e 11 A.h), sob o banco do motorista, o sistema liga-desliga o motor é silencioso e dá um pequeno impulso para retirar o carro da inércia, pois a potência extra se limita a 3 kW (4 cv).

Versão Abarh do Pulse 2026 chegará um pouco mais adiante. Os preços do ano-modelo 2026 só serão conhecidos no fim de maio. A Fiat deve esperar o posicionamento de mercado do SUV compacto VW Tera, a ser revelado em 25 de maio, para decidir sua estratégia comercial.

Maio Amarelo 2025: segurança questão de conscientizar

 Campanha criada pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), uma instituição social sem fins lucrativos, o Maio Amarelo nasceu em 2014 com a proposta de chamar atenção da sociedade para a alta taxa de mortes e feridos no trânsito ao redor do mundo. A cada ano são 1,19 milhão de mortos, sendo 50% de vulneráveis, 92% de rendas média e baixa, perfil predominante das vítimas com idade entre 5 e 29 anos.

A escolha do mês de maio foi motivada pela proposta da ONU (Organização das Nações Unidas), quando decretou a Primeira Década de Ação para Segurança no Trânsito, em 11 de maio de 2011. É um movimento internacional de conscientização para a redução de sinistros. O trânsito deve ser seguro para todos em qualquer situação.

Em 2024 a campanha alcançou mais de 74.000 interações no site https://www.onsv.org.br/. Este ano o lema é “Desacelere. Seu bem maior é a vida.” E o tema central de todas as peças de campanha: “A pressa no trânsito deixa marcas que nem o tempo apaga.” Em 2025 dez empresas apoiam o movimento, além da Confederação Nacional do Transporte (CNT).

 

NTN promove treinamentos sobre rolamentos no Rio Grande do Sul

Realizado em Porto Alegre/RS, o evento teve foco nas boas práticas de montagem e desmontagem de rolamentos automotivos

A NTN Rolamentos Brasil realizou, em parceria com a Faveri Representações, neste mês de maio, treinamento técnico sobre as “Boas práticas de montagem e desmontagem de rolamentos automotivos NTN” para mecânicos da região do Sul do país, na HP Distribuidora de Autopeças, localizada em Porto Alegre/RS, e na distribuidora Autopratense, em Santa Cruz do Sul, respectivamente.

Com duração de duas horas, o treinamento promove conhecimento além de poder sanar dúvidas dos mecânicos sobre o tema. A fabricante desenvolve também outras iniciativas para se aproximar do aftermarket, como as visitas guiadas à fábrica, além de suporte técnico aos aplicadores.

Mahle celebra primeiro ano de seu Centro Global de Biomobilidade

Tecnologias desenvolvidas no Brasil vão atender o mercado global

A Mahle comemorou o primeiro ano de funcionamento do seu Centro Global de Biomobilidade, que fica localizado no centro tecnológico da empresa em Jundiaí, São Paulo. Ele foi criado para ajudar a aumentar o uso de biocombustíveis e biomateriais no setor automotivo, por meio de pesquisa e desenvolvimento de nível global.

Segundo a empresa, nos últimos 12 meses foram iniciados oito projetos com foco em soluções sustentáveis para a mobilidade, desenvolvidos em parceria com institutos de pesquisa e empresas do setor.

Arnd Franz, Presidente do Conselho de Administração do Grupo e CEO da Mahle, disse: “A Mahle está promovendo fortemente o aumento da mistura de biocombustíveis para se equiparar às cotas alcançadas no Brasil ou na Índia em todo o mundo. Até 2030, mais de 20% do consumo global de combustível deverá ser proveniente de recursos renováveis para atingir as metas de emissão zero. O Centro de Biomobilidade Mahle está trabalhando com governos, órgãos reguladores e participantes da indústria na Índia, Tailândia, Japão e outros países para atingir esse objetivo”.

Entre os principais projetos em andamento, existem o desenvolvimento de filtros a partir de biomassa, sistemas de aumento de eficiência para motores flex-fuel movidos a etanol, e motores multicombustíveis que funcionam com biometano e etanol. Também, há estudos sobre o uso de biodiesel avançado em motores pesados, focados em desempenho, durabilidade e emissões.

Segundo a Mahle, além do foco em inovação, o centro tecnológico atua como elo de integração entre montadoras, fornecedores automotivos e o setor de energia, para aumentar o papel da empresa e do Brasil no segmento de soluções sustentáveis para a mobilidade.

 

Scania desenvolve caminhão elétrico com extensor de alcance 

Feito para a DHL, o caminhão EREV teve emissão de CO₂ cerca de 90% menor em relação a um veículo a diesel 

A Scania desenvolveu, para a empresa de logística DHL, um caminhão elétrico com gerador auxiliar a diesel (EREV – Extended Range Electric Vehicle), que foi apresentado no Fórum Internacional de Transporte, em Leipzig, na Alemanha. O veículo, testado pela DHL no trecho entre Berlim e Hamburgo, operou mais de 90% do tempo em modo elétrico. 

A vantagem dos veículos EREV está na presença de um gerador que entra em funcionamento apenas quando a carga da bateria fica perto do fim, ajudando na autonomia e diminuindo mais de 90% nas emissões de CO₂ em relação a um caminhão diesel convencional. 

O caminhão EREV desenvolvido pela Scania possui um motor elétrico de 313 cv (com pico de 401 cv), uma bateria de 416 kWh e um motor-gerador de 163 cv movido a diesel. Segundo a empresa. a próxima geração do modelo contará com uma bateria maior de 520 kWh. Nesse sistema, o motor diesel não traciona as rodas, permitindo uma operação sempre na faixa ideal de rotação para menor consumo e emissões. 

Nos testes realizados, o caminhão EREV percorria cerca de 250 km por dia, com a maioria do tempo tracionado pelo motor elétrico. Apenas quando havia temperaturas baixas, que diminuem a autonomia, ou indisponibilidade de pontos de recarga, o gerador era ativado, permitindo a continuidade da operação e representando uma vantagem em relação a um modelo 100% elétrico

De acordo com a Scania, os testes realizados foram promissores e a empresa pretende investir mais nessa categoria de veículo, de acordo com as normas regulatórias cada vez mais restritas de emissões de poluentes. 

 

Como diagnosticar problemas na bomba d’água

Sintomas podem ser confundidos com defeitos na válvula termostática

A bomba d’água é um componente fundamental do sistema de arrefecimento do motor, com a função de fazer a circulação do fluido entre o bloco, cabeçote e radiador. Dessa forma, para ajudar no diagnóstico de problemas dessa peça importante, a revista O Mecânico mostra os principais sinais de defeitos na bomba d’água.

Um dos principais sintomas de problemas é o superaquecimento do motor, que normalmente é ocasionado quando a bomba d’água não consegue circular o líquido de arrefecimento na quantidade suficiente, dificultando a troca térmica. Entretanto, esse mesmo sintoma pode surgir devido a problemas na válvula termostática ou no próprio radiador.

Outro indício de defeitos é o vazamento de fluido de arrefecimento pela bomba d’água, geralmente pelo retentor. Quando a vedação se desgasta, o líquido pode começar a vazar pelo componente. Além disso, ruídos incomuns próximos a bomba podem sugerir problemas no rolamento interno ou nas pás da bomba, sendo que os barulhos costumam aumentar com a rotação do motor.

Para o diagnóstico, o primeiro passo é realizar uma inspeção visual da bomba d’água, procurando por vazamentos próximos a ela e analisando a condição da correia de acionamento do componente, além de procurar por folgas excessivas no eixo. Também, é indicada a realização de testes de pressão no sistema de arrefecimento, onde será possível analisar a origem dos vazamentos, inclusive na parte externa da bomba.

Por fim, realizar a manutenção preventiva pode ajudar a aumentar a vida útil da bomba d’água, como fazer a troca do fluido de arrefecimento com a especificação correta e no prazo recomendado. Também, o mecânico deve se atentar na hora do diagnóstico, pois problemas na bomba podem ser confundidos com defeitos na válvula termostática, como mostrado nessa matéria.

 

BorgWarner amplia contratos de EGR até 2029

Produto vai atender fabricante norte-americana, que não foi revelada pela empresa

A BorgWarner estendeu quatro contratos para fornecimento de sistemas de Recirculação de Gases de Escape (EGR) a uma montadora norte-americana, que não teve o nome divulgado. Os componentes – válvulas, resfriadores e módulos EGR – serão aplicados em veículos de passeio e comerciais leves com motores a combustão e híbridos, com produção mantida até 2029.

Os sistemas EGR da BorgWarner reduzem as emissões de NOx e melhoram a eficiência energética, ao recircular parte dos gases de escape para o ar de admissão, diminuindo as temperaturas de combustão. “Estas extensões de contrato comprovam o compromisso contínuo da BorgWarner em fornecer sistemas EGR confiáveis para motores de combustão e híbridos”, afirma Dr. Volker Weng, vice-presidente da BorgWarner Inc.

As soluções da empresa incluem arquitetura monobloco e tecnologia de núcleo flutuante, visando maior robustez térmica e eficiência. As válvulas e resfriadores são projetados para garantir controle preciso, resistência à corrosão e desempenho em condições severas.

 

NTN inicia produção de novo rolamento para veículos elétricos

Componente é especialmente útil para novas arquiteturas elétricas de 800V

A NTN iniciou a produção de seu novo rolamento com camada isolante em resina moldada por injeção, que foi desenvolvido especificamente para eixos de veículos elétricos (e-Axles). Segundo a fabricante, o produto visa solucionar o desgaste ocasionado pela passagem de corrente elétrica pelos rolamentos comuns, que diminuem a vida útil do componente.

Para diminuir esse desgaste, é aplicada uma camada de resina isolante sobre o aro externo e a superfície lateral do rolamento. Segundo a NTN, a resistência dielétrica é superior a 1.000 V, impedindo que a corrente elétrica degrade o rolamento e aumentando a durabilidade e o desempenho do conjunto motriz.

Atualmente, as fabricantes estão desenvolvendo arquiteturas elétricas de 800 V, para maior autonomia e recarga mais rápida, mas que aumenta o desgaste devido a degradação pelo pitting elétrico, onde rolamentos com maior isolamento são necessários.

A NTN vai apresentar completamente o novo rolamento e toda sua linha de produtos na Exposição de Engenharia Automotiva que acontece em Yokohama, Japão.

 

Devoc promove treinamento sobre bombas injetoras

Treinamento ocorre de 28 a 30 de maio, no DevocLab, em Ribeiro Preto-SP

A Devoc atua na capacitação técnica e fortalecimento de profissionais que atuam no mercado de reposição e, por isso oferece cursos e treinamentos de formação e aprimoramento, em parceria com o Embaixador da marca, Professor Nonato Santos.

Com mais de 40 anos de experiência na área de injetores diesel, Santos é o responsável por ministrar os cursos para aperfeiçoar o conhecimento dos bombistas no Devoc Lab, em Ribeiro Preto, interior de São Paulo.

Em 28 de maio, a Devoc disponibiliza mais um programa de treinamentos com o Professor Nonato Santos sobre bombas injetoras de alta pressão na Devoc Lab, em Ribeirão Preto-SP.

As aulas de 28 a 30 de maio serão presenciais com dicas e atividades práticas sobre a aplicação e reparo das bombas CP1K, CP1S, CP1H, CP3 e CP4.

ZEN inicia operação de nova fábrica em SC com investimento de R$ 150 milhões

Nova estrutura fabril reúne seis etapas de produção

A ZEN iniciou a operação de sua nova unidade fabril em Brusque (SC), no mesmo local da sede atual. Além disso, a nova fábrica integra um ciclo de investimentos de R$ 150 milhões, voltado à ampliação da capacidade industrial com aquisição de novos equipamentos e melhorias no processo produtivo, sendo que essa nova estrutura reúne seis etapas de produção. A inauguração também faz parte das comemorações dos 65 anos da empresa.

“Celebramos com orgulho os 65 anos da nossa história e a inauguração de uma nova unidade fabril – um marco estratégico que reforça nosso compromisso com a excelência e nos posiciona de forma ainda mais competitiva para o futuro. Esse momento é fruto do mesmo espírito empreendedor que inspirou nossos fundadores e que continua presente em cada passo que damos. Investimos no futuro porque acreditamos na força do nosso time e na perenidade do nosso negócio”, destaca o diretor-presidente, Wilson Bricio.

A nova estrutura reúne seis etapas de produção, sendo matéria-prima (bobinas de aço), jateamento, compactador, fosfatização, trefila e recozimento. O processo incorpora tecnologias industriais e práticas de reutilização de recursos. A unidade também foi projetada para otimizar ventilação, reduzir ruído e melhorar as condições de trabalho. Ademais, a empresa ainda planeja ampliar o parque fabril com a instalação de uma conformadora de 1.200 toneladas e uma linha de forjamento a quente até o fim do ano.

Com a nova planta, segundo a ZEN, a empresa terá mais integração, rastreabilidade e controle de qualidade no processo produtivo. A unidade utiliza equipamentos automatizados e tecnologias que eliminam o uso de ácido no tratamento de superfícies e reduzem o consumo de água e a geração de resíduos.

Veja como utilizar o reparador de pneus da Motul

Produto serve para auxiliar em casos de pneus com furos

Quando se trata de furos nos pneus, além dos transtornos, o incidente representa um risco significativo à segurança, especialmente em rodovias movimentadas ou em áreas isoladas.

Para prevenir esse tipo de problema, a Motul orienta sobre o uso dos reparadores de pneus Motul Car Care Tyre Repair e o Motul P3 em diferentes situações.

Para carros

– Se possível, remova o objeto que causou o furo e murche o pneu completamente.
– Posicione a roda com a válvula na parte superior, idealmente entre 10h e 2h, como num relógio.
– Agite bem a embalagem antes de usar.
– Em clima frio, aqueça-a com as mãos, próximo ao motor ou à saída de ar quente do veículo.
– Rosqueie firmemente o aerossol à válvula do pneu, vire a embalagem de cabeça para baixo e pressione o botão até que todo o conteúdo da embalagem seja aplicado e o pneu atinja pressão suficiente.
– Dirija imediatamente por 10 a 20 km em velocidade moderada para distribuir o produto uniformemente.
– Verifique e ajuste a pressão do pneu o quanto antes.
– É possível rodar centenas de quilômetros após o uso, mas recomenda-se fazer o reparo tradicional o mais breve possível.

Para motocicletas

– Remova cuidadosamente o objeto que causou o furo.
– Gire a roda para deixar a válvula na parte superior e esvazie totalmente o pneu.
– Agite bem a embalagem e aqueça-a levemente em dias frios.
– Limpe a rosca da válvula, encaixe bem o aplicador, remova a aba protetora e vire a lata de cabeça para baixo.
– Pressione até inflar o pneu por completo.
– Em seguida, ande com a moto por 10 a 20 km em velocidade moderada.
– Calibre o pneu o quanto antes e monitore a pressão nos dias seguintes.

Quanto ao armazenamento, mantenha a embalagem em local fresco, ao abrigo do sol, e longe de impactos ou quedas bruscas, preservando assim sua integridade e funcionalidade.

css.php