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Petrobras gasolina

Crédito: André Valentim / Agência Petrobras

Petrobras se antecipa à legislação de 2022 e inicia produção da gasolina que promete proteger os motores, dificultar fraudes e reduzir o consumo

 

A Petrobras anuncia que já iniciou a produção da gasolina com octanagem RON 93, que será obrigatória no Brasil a partir de 2022, de acordo com a nova regulamentação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Entre as mudanças estão maior massa específica (densidade), o que significa mais eficiência, reduzindo o consumo por quilômetro rodado, em média, de 5%.

Segundo a empresa, outros benefícios incluem melhora no desempenho do motor, melhor dirigibilidade, menor tempo de resposta na partida a frio e aquecimento adequado do motor.

“Ajustamos nossos processos de refino e estamos prontos para antecipar o padrão de qualidade previsto para 2022. Desta forma, garantimos a qualidade superior da  gasolina produzida nas refinarias da Petrobras”, afirma Anelise Lara, diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras.

A primeira fase da regulamentação da ANP entrará em vigor nesta segunda-feira (3/8), estabelecendo uma massa específica (densidade) mínima de 715 kg/m³, um novo requisito no Brasil para a gasolina comercializada nos postos. Além disso, será necessária uma octanagem mínima de 92 pela metodologia de RON (Research Octane Number), já adotada na Europa e que será utilizada em conjunto com o MON (Motor Octane Number), que já é um parâmetro atualmente.

Na segunda fase, prevista na Resolução ANP 807/20 para janeiro de 2022, a octanagem mínima pela metodologia RON passará de 92 para 93. Antecipando-se então à legislação, a Petrobras informa que essa nova especificação dificulta fraudes na gasolina.