
A Reflex & Allen começa a fabricar mangueiras para a reposição automotiva na ex-fábrica da Sabó no bairro da Lapa, em São Paulo/SP, adquirida pela multinacional italiana de autopeças. Até o final deste ano, a empresa espera colocar no mercado 250 códigos de peças da curva A e B, tipo de mangueira que cobre mais de 80% da demanda do mercado de reposição.

Segundo a Reflex & Allen, desde março, quando comprou a divisão de mangueiras da Sabó, a produção de linha de mangueiras de borracha já atendia o mercado de peças originais para montadoras como Fiat, General Motors do Brasil, VW e Honda, tanto para automóveis quanto para caminhões; e para fabricantes de motores, entre eles, Cummins e MWM.
Para iniciar essa produção de mangueiras de borracha, a empresa afirma que está investindo 6 milhões de dólares em dois anos. Reorganizou a antiga fábrica de mangueiras da Sabó, que tem oito mil metros quadrados, emprega 160 funcionários (a maioria oriunda da Sabó) e trabalha com oito extrusoras, 16 autoclaves (vulcanizadoras), cinco injetoras e 30 células de montagem.
Segundo Alex Fabbroni, CEO da empresa no Brasil, com essa estrutura, a Reflex & Allen pretende faturar cerca de 50% a mais em 2016 em comparação com o resultado de 2015. “Temos a melhor linha de mangueiras de borracha para o mercado original (OEM) e para o mercado de reposição (Aftermarket). Montamos a melhor equipe para produzir esses produtos e, a partir de agora, nos tornaremos a única fábrica de produtos originais a abastecer o Aftermarket”, disse. Alex afirma que o mercado de reposição de mangueiras está muito carente do produto, pois nenhum fabricante de peças originais fornecidas para as montadoras de veículos produz para o mercado de reposição. A Reflex & Allen será a primeira a atender os dois mercados com os mesmos produtos e com a mesma garantia.
Rede Âncora inaugura nova sede do Centro de Distribuição de São Paulo

A Rede Âncora inaugurou neste mês de outubroa nova sede do Centro de Distribuição de São Paulo. O evento de inauguração reuniu cerca de 150 pessoas, incluindo colaboradores, membros da diretoria, associados, lojistas interessados em conhecer a empresa e importantes indústrias parceiras. Segundo a associação, a abertura desse novo espaço, idealizada para otimizar a logística, levando o CD a um local com melhor acesso a rodovias, marca uma nova fase de atuação da Rede Âncora, simbolizando um processo de crescimento e expansão. O estado de São Paulo ocupa hoje um lugar de destaque dentro da Rede, com uma gestão comprometida com o seu contínuo desenvolvimento.
Durante o evento, também estiveram presentes três dos fundadores da Rede Âncora: Álvaro Pereira, João Gomes da Silva e Nuno Pereira. Todos ressaltaram o fato de que a empresa nasceu de um sonho e tomou proporções muito maiores do que eles imaginaram ser possível na época. Álvaro Pereira disse ainda estar muito feliz e orgulhoso com essa nova conquista do Centro de Distribuição paulista e compartilhou um novo sonho: vê-lo faturar mais do que a soma de todos os outros CDs.
O Gestor da sede, Walderi Souto, enfatizou: “se a Rede Âncora nasceu de um sonho, o CD de São Paulo nasceu de um desafio e o dia de hoje representa a superação de inúmeros obstáculos, consolidada em uma nova conquista”. O Presidente Executivo, Ogeny Pedro Maia Neto, e o Presidente do Conselho Administrativo da Rede, Orni Barbosa, parabenizaram Souto, o Presidente do CD, Osni Jorge Pinheiro, e todos os colaboradores que, através de um trabalho focado e em sinergia, tornaram esse êxito possível.
Com 17 anos de história, a Rede Âncora nasceu por meio da união de um grupo de empresários buscando soluções conjuntas para administrar seus empreendimentos. Hoje a rede é a maior associação de comerciantes de autopeças do país. Ao todo, são 750 associados, em 14 estados brasileiros e no Distrito Federal, sendo o escritório nacional sediado em Curitiba/PR. São mais de 100 fornecedores e cerca de 140 mil produtos cadastrados, além de ferramentas de comunicação e inteligência de mercado e duas linhas de produtos de marca própria, lançados em 2014, o Car + e o Truck +, com fluidos de arrefecimento e aerossóis.
Fábrica da Continental Pneus em Camaçari/BA tem diretor-superintendente brasileiro

Com 15 anos de experiência em companhias do Grupo Continental, Sérgio é o primeiro brasileiro a ocupar o cargo de diretor-superintendente desde a inauguração da planta, em 2006, na qual trabalha há mais de dez anos. Formado em Engenharia Elétrica e com mestrado em Engenharia de Produção, Sérgio Rocha respondia pela gerência de produção da unidade, tendo participado do primeiro projeto de pneus da Continental no Brasil em 2005. O executivo também atuou na ContiTech, divisão do Grupo Continental para produtos técnicos de borracha e especialista em tecnologia de plásticos.
Em 2004, Sérgio Rocha participou ativamente da instalação da fábrica de pneus da Continental em Camaçari. “Temos o desafio de transformar Camaçari na melhor fábrica de pneus da Continental na região das Américas, com um forte foco na qualidade, na eficiência e na segurança. Nosso time é muito motivado e já se encontra consolidado, o que é muito importante para que possamos manter nossa a alta produtividade”, destaca Sérgio Rocha.
Resultado de um investimento inicial de US$ 290 milhões, a fábrica da Continental Pneus em Camaçari é certificada ISO 14.001, ISO TS 16949, QSB+ e Q1 da Ford e ocupa um terreno de 800 mil m². Com o término de sua expansão, em dezembro de 2013, a área construída total supera os 182 mil m² e, ao todo, já foram investidos mais de US$ 430 milhões na unidade, que conta hoje com quase 2.000 colaboradores. Em média, são produzidos cerca de 23 mil pneus na unidade todos os dias, tanto para carros de passeio como para caminhões e ônibus.
Atualizar O Mecânico: Palestras fazem sucesso na Autonor 2015
Mecânicos, gestores de oficina e estudantes de automobilística lotaram as palestras do projeto da Revista O Mecânico mostrando a importância da divulgação de informações técnicas de qualidade ao setor
Texto e fotos: Fernando Naccari
Quem esteve na Autonor 2015 pode certificar-se da maciça presença dos profissionais nas palestras do Projeto Atualizar O Mecânico. Do primeiro ao último dia, as salas lotadas dentro do estande da Revista O Mecânico revelaram o interesse do público em buscar informações técnicas de qualidade, agregando conhecimento que seria utilizado na rotina de trabalho diário. Sete empresas participaram do Projeto ministrando as palestras: Elring, Hengst, Meritor, Osram, Perfect, Snap-on e Tecfil.
As duas salas do Atualizar tinham capacidade para comportar 27 participantes cada e, ao todo, foram realizadas 32 palestras, iniciadas a cada 30 minutos e divididas pelos quatro dias da feira. Ao final, todos os participantes ganharam um certificado de participação.
Veja a seguir a opinião dos mecânicos que estiveram presentes às palestras:
ELRING
Bruno Cesar Pimentel Paiva, 35 anos, sócio da Harumotos de Cabo de Santo Agostinho/PE, viu na palestra oferecida pela Elring uma grande oportunidade: “Achei a feira (Autonor) muito boa. Entrei em uma sociedade em uma loja de peças e serviços de motos e vi no Atualizar uma oportunidade de aprender mais. Achei a palestra bem rica. Tenho um conhecimento simplificado sobre mecânica, mas na palestra da Elring eu aprendi bastante coisa sobre juntas, cabeçote e motorizações. Achei bem bacana e vejo que é uma coisa que vai me ajudar bastante com minha nova rotina”, disse Bruno.
HENGST
Marciel Belo do Nascimento, 24 anos, mecânico da Dakar Diesel, oficina situada na cidade de Goianinha/RN, comentou que a palestra da Hengst lhe ajudará na rotina de trabalho. “A palestra foi ‘show de bola’. O conteúdo e a linha de produtos deles têm a ver com o meu trabalho e com certeza usarei o que aprendi lá na oficina”.

MERITOR
Luiz Gonzaga Filho, 26 anos, trabalha como polidor automotivo na Autobox de Olinda/PE, mas, como vem se aprimorando no setor automotivo, decidiu aproveitar a oportunidade para adquirir mais conhecimento. “Esta é minha segunda vez na Autonor e estou gostando. Também achei a palestra da Meritor muito boa! Estou estudando para ingressar na área mecânica, fazendo alguns cursos e a palestra veio a complementar o que estou aprendendo nas aulas, me tirou várias dúvidas”.

OSRAM
Anderson Rodrigues do Nascimento, 20 anos, Administrador da Caxangá Rodoviário de Olinda/PE nos contou como foi participar da palestra da Osram. “Achei que foi bom (participar). Eles (palestrantes) foram bem legais, disseram coisas que eu não sabia, gostei. Poderei repassar o que aprendi ao pessoal da empresa. É minha primeira Autonor, tem muita coisa bacana, me surpreendi. Não esperava que encontraria tanta variedade aqui nesta feira”.

PERFECT
Assistiu a palestra sobre “Sistemas de Suspensão” da Perfect o mecânico Benedito Braz de Lucena, 61 anos, morador de Recife/PE e gerente da Lucena Auto Service. “Já participei de outras edições da Autonor, mas esta é a primeira vez que consegui participar de palestras, então para mim esta edição está bem melhor. Gostei da palestra, pois tirei algumas dúvidas sobre suspensão e aperto de parafusos do conjunto. Vou poder agora ajudar meus companheiros de trabalho ensinando o que aprendi aqui. Tudo o que a gente aprender e puder participar influi no dia-a-dia do nosso trabalho”, concluiu.

SNAP-ON
Bruno Coutinho Sousa, 27 anos, assistente de frota na Rodoviário Teixeira de Recife/PE, comentou que veio para a Autonor especialmente para assistir às palestras e levar mais conhecimento para seu ambiente de trabalho. “Já participei de outras (edições da) Autonor, mas esta, para mim, está sendo a melhor edição. Tenho aproveitado todo o tempo que tenho aqui para aprender e fazer contatos, não poderia ter tido melhor oportunidade que essa. Para mim, o conhecimento técnico é fundamental, tanto para mecânicos quanto para quem trabalhe em áreas agregadas. Acredito que todos têm que entender o que o mecânico está passando. Dessa forma, teremos a noção da complexidade que envolve os serviços mecânicos em cada sistema do veículo, ganhando assim uma visão mais abrangente do todo”, disse Bruno.

TECFIL
O professor Técnico/Universitário e Engenheiro Mecânico Francisco Alves de Lima, levou a turma toda do Curso Técnico em Manutenção Automotiva da IFPE (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco) para conhecer a feira e participarem do Atualizar como atividade complementar. “Minha primeira intenção foi tirá-los um pouco da sala de aula, trazê-los um pouco mais próximos para o que há de mais moderno em manutenção, já que estamos com um grande polo automotivo sendo produzido em nosso estado (PE). Paralelo a isso, também aperfeiçoar os conhecimentos técnicos de cada um, aproveitando ao máximo os treinamentos do Atualizar. O técnico da Tecfil é “fera”. Gostei muito, pois é uma pessoa que vem direto da fábrica e que está imersa no sistema produtivo, isso faz com que haja maior confiabilidade na informação que é passada para nós”, acrescentou.


Raio X – Renault Novo Logan Dynamique 1.6 2016
Sedã compacto da Renault preserva mecânica já conhecida e aposta em visual renovado e acabamento superior para conquistar de vez o mercado; modelo surpreende pelo conforto e extensa lista de acessórios, mas para o mecânico, pouca coisa muda.
Texto: Fernando Naccari
Fotos: Isabelly Otaviano
O Logan, não podemos negar, nunca foi um carro bonito. Tinha lá suas qualidades, como um amplo espaço interno, porta-malas generoso e manutenção simples. Em contrapartida, não tinha o típico design francês, agressivo, felino e de impacto. Isso tem uma explicação: o Logan é um projeto da Dacia, subsidiária da Renault na Romênia, e é destinado a mercados emergentes, como Ásia, África e América do Sul. Portanto, o Logan não é um Renault puro, muito menos um francês legítimo.
O visual do primeiro Logan era essencialmente reto. A carroceria quase não tinha vincos, os retrovisores eram simétricos entre os lados, permitindo que, se você fosse comprar um, não precisava especificar: “eu quero o retrovisor direito do Logan…”, qualquer um que você comprasse, serviria.
Seus faróis eram pequenos e tinha conjunto ótico bastante simples, apenas com as setas integradas. A traseira seguia a mesma ideia e sua lanterna tinha visual simplório, semelhante à dos veículos produzidos nos anos 1990.
O interior era bastante rústico, mas funcional. As tomadas de ar redondas também eram simétricas e não possuíam posição de montagem. Os controles do ar, vidros elétricos e desembaçador (isso quando o modelo não era básico, pois se fosse, era mais minimalista ainda) eram centralizados em posição baixa, mas com fácil acesso às mãos. O volante tinha boa empunhadura e a posição de dirigir era agradável.
Mecanicamente, o modelo trazia os motores 1.0 16V (D4D), o 1.6 8V (K7M) e o 1.6 16V (K4M), os mesmos que já acompanhavam os modelos da marca desde o início dos anos 2000. Com este trunfo, encontrar peças mecânicas para o Logan nunca foi uma dificuldade, assim como repará-lo não era um segredo.
Em 2010, o Logan recebeu um pequeno facelift, mas pouco foi alterado em seu visual. Ficou mais moderno, é verdade, mas sua essência de simplicidade permaneceu. Mecanicamente, também não se apresentaram grandes novidades.
Evoluiu
Em 2013, a Renault decidiu dar ao Logan o atrativo que lhe faltava. Com visual moderno, o Logan traz qualidade no acabamento interno, visual agressivo e limpo, além de preservar o conjunto mecânico que recebeu algumas melhorias importantes.
Avaliamos a versão Dynamique com motor 1.6 8V Hi-Power de 98 cv a 5.250 rpm quando abastecido com gasolina e 106 cv a 5.250 rpm com etanol.
O novo Logan está bem diferente. O espaço interno continua generoso e o veículo apresenta-se confortável nas mais diversas condições de uso e piso, pois o conjunto de suspensão dianteira McPherson com barra estabilizadora e traseira semi-independente com eixo rígido, conseguem absorver bem as irregularidades do solo. O desempenho não aguça o instinto de esportividade, mas dificilmente o deixará desapontado quanto você precisar apertar o pé direito para uma ultrapassagem ou para enfrentar uma subida íngreme.
A troca de marchas é precisa, e se for feita na hora certa, seguindo o GSI (Gear Shift Indicator) no painel, você conseguirá ótimos números de consumo. Em nossos testes, em circuito predominantemente urbano, aferimos 8,7 km/l com ar-condicionado ligado, nada mal para um veículo da sua categoria e para um motor 1.6.
O modelo também contava com o sistema Media-Nav de última geração, que conta com rádio AM-FM, conexão USB, entrada AUX, conexão via-Bluetooth para músicas e telefone celular – permitindo acesso a agenda telefônica, GPS com informações do tráfego e o Driving Eco², programa que avalia o seu modo dirigir e dá dicas de como tornar sua condução mais eficiente.
Atrás do volante, há um controle de fácil acesso para às funções do Media-Nav, evitando que o motorista distancie as mãos do volante durante a condução. Dentre as funções, destacam-se a o atendimento ou encerramento de uma ligação, controle de volume, alteração da estação do rádio, acesso ao menu, dentre outras.
Entre os acessórios, o veículo contava ainda com vidros-elétricos nas quatro portas, sistema CAR (travamento das portas aos 6 km/h), travas elétricas, retrovisores elétricos, desembaçador traseiro, bancos com regulagem de altura, limitador de velocidade, piloto automático, ar-condicionado e ar-quente, direção hidráulica com regulagem de altura, computador de bordo, faróis de neblina com moldura cromada (FOTO 8C) e sensor de estacionamento.
Na hora do reparo
MOTOR
Relembre ao seu cliente que, durante o período de amaciamento do motor (1 mil km), a Renault não recomenda rodar a velocidades superiores a 110 km/h ou rotações do motor acima de 3.500 rpm. O cofre do motor tem espaço de sobra para os serviços corriqueiros, como troca de filtros de ar e substituição das velas.
No entanto, uma simples troca de óleo pode dar trabalho, pois o filtro fica posicionado entre o coletor de escapamento e compressor do ar-condicionado. Retirá-lo por baixo do veículo é inviável, não há espaço e, removê-lo por cima, fará você fazer uma “sujeirinha” na região.
A Renault recomenda a substituição do óleo do motor e do filtro a cada 10 mil km ou um ano de uso. Em caso de uso severo, substituir com a metade do tempo. O óleo recomendado é o SAE 5W40 ou 10W40 API SL ou superior (ACEA A3/B4, A4/B5). A motor utiliza 3,30 litros, incluindo o filtro. A Renault recomenda a verificação do nível do óleo a cada 1 mil km. Já o filtro de ar tem a recomendação de substituição a cada 20 mil km.
A primeira substituição do líquido do arrefecimento deve ocorrer aos 80 mil km ou 4 anos, o que ocorrer primeiro.
A substituição da correia dentada também é simples, basta apenas a remoção do coxim superior do motor para se ter acesso a ela. A substituição da correia dentada, de acessórios e das respectivas polias devem ocorrer a cada 60 mil km. Em caso de uso severo, substituir com a metade do tempo.
ALIMENTAÇÃO, INJEÇÃO E IGNIÇÃO
As velas têm a recomendação de troca a cada 40 mil km.
O sistema de ignição possui bobina dupla e os cabos de vela não são integrados. Isso facilita o reparo e reduz o custo do componente. Já a central de injeção, fica localizada logo atrás da bateria, permitindo fácil acesso para ao reparador.
As sondas lambda são bem posicionadas e, necessitando de testes, não trarão dificuldades ao acesso do reparador.
O acesso ao filtro de combustível é facilitado e não é preciso desmontagem de nenhuma proteção. Sua substituição é recomendada pela Renault a cada 10 mil km ou um ano de uso. Em caso de uso severo, deve-se substituí-lo com a metade do tempo. A tubulação de combustível, possui proteção plástica, o que evita rompimento em caso de batidas da parte inferior com o solo.

Proteção plástica da tubulação do combustívelO sistema de partida a frio continua igual e seu reservatório fica bem próximo ao do lava-vidros.
TRANSMISSÃO
Um problema comum da grande maioria dos veículos Renault, incluindo Clio, Sandero e o próprio Logan está na coifa do semieixo do lado do câmbio. Ela costuma ressecar com o tempo ou se romper após algum choque na região inferior do veículo. Quando isso acontece, o óleo do câmbio vaza e se isso ocorrer durante uma viagem, você só perceberá quando as engrenagens do câmbio “fundirem” por falta de lubrificação.
Atente-se também ao coxim inferior do câmbio, que permanece igual. Ele costuma quebrar e é sempre importante conferir o seu estado.
Coxim inferior do câmbioAssim como nos antigos modelos, o acionamento do câmbio é feito por braço inteiriço (varão), não através de cabos. Atente-se a lubrificação na conexão com a alavanca de câmbio, pois a graxa que mantém ambos lubrificados fica exposta ao tempo.
Para a troca da embreagem, não é mais necessária a remoção do quadro de suspensão para a retirada do câmbio. O novo quadro possui desenho que permite este serviço, sem maiores transtornos. O acionamento da embreagem é através de cabo e não possui regulagem.
AR-CONDICIONADO
O acesso as válvulas de serviço do ar-condicionado também é simples, não precisando de desmontagem de itens próximos para realizar manutenções.
O sistema de arrefecimento possui torneira para sangria com fácil acesso.
FREIOS
O sistema de freios é dotado de ABS e o acesso aos sensores do conjunto dianteiro com discos ventilados é bastante simples.
Já, no sistema a tambor traseiro, será necessária alguma manobra para acessá-los.
A central do ABS fica do lado esquerdo do cofre do motor, oposta ao servo-freio e atrás de da proteção térmica. Para acessá-la, basta remover a trava e puxar a proteção para frente. O fluido de freios deve ser substituído a cada 80 mil km ou a cada 4 anos, prevalecendo o tempo que ocorrer primeiro.
SUSPENSÃO
O conjunto de suspensão é novo, mas não trará dificuldades. As antigas versões costumavam apresentar desgaste nos coxins superiores do amortecedor (que neste modelo apresentam fácil acesso na dianteira e traseira) e nas buchas das bandejas, barra estabilizadora e pivô. Portanto, vale a pena atentar-se as suas condições para avaliar se este continuará sendo um reparo comum no modelo. A Renault recomenda verificar a geometria das rodas (alinhamento e balanceamento) a cada 10 mil km.

Pivô
Bandeja de suspensão
Coxim superior do amortecedor (por cima)
Coxim superior do amortecedor (por baixo)A suspensão traseira é do tipo eixo rígido com barra de torção. A barra passa por dentro do eixo e será necessária verificação constante quanto a desalinhamentos.
CARROCERIA, ELÉTRICA e ELETRÔNICA EMBARCADA
O conector para leitura do scanner fica dentro do porta-luvas.
A garantia da bateria, segundo a Renault, é de 12 meses ou 100 mil km.
O protetor de cárter é fabricado em material plástico, melhorando a troca térmica com o cárter, mas prejudicando sua resistência contra choques.

Em caso de colisões frontais, verifique o estado do reservatório do fluido da direção hidráulica, pois este fica posicionado na parte dianteira do cofre do motor.
Magneti Marelli anuncia novos códigos de bandejas de suspensão e bieletas
A Magneti Marelli Cofap Autopeças, divisão da empresa voltada ao aftermarket, anuncia o lançamento de novos códigos de bandejas de suspensão para o VW Jetta Sedan. Também estão sendo lançadas as bieletas para os modelos Hyundai HB20, Toyota Camry, Renault Master, Honda Fit e City, Ford Nova Ranger, Fusion e Edge, Chevrolet S-10 e Trailblazer, Fiat Freemont e Dodge Journey.
Confira a lista de aplicações dos lançamentos:
Bandejas de suspensão
VOLKSWAGEN
BJC01046M = Jetta Sedan 2.5 (05/10) dianteira direita com bucha, sem pivô
BJC01047M = Jetta Sedan 2.5 (05/10) dianteira esquerda com bucha, sem pivô
Bieletas
HYUNDAI
BTC32108 = HB20 (2012/…) dianteira
TOYOTA
BTC22113 = Camry (01/05) dianteira
BTC22114 = Camry (06/…) dianteira
RENAULT
BTC18110 = Master 2.3 (2013/…) dianteira
HONDA
BTC10208 = Fit / City (2015/…) dianteira direita
BTC10209 = Fit / City (2015/…) dianteira esquerda
FORD
BTC08208 = Nova Ranger (2012/…) dianteira direita
BTC08209 = Nova Ranger (2012/…) dianteira esquerda
BTC08125 = Edge (2008/…) dianteira
BTC08126 = Fusion (2014/…) dianteira
CHEVROLET
BTC04202 = Nova S-10 (2012/…) / Trailblazer (2013/…) dianteira direita
BTC04203 = Nova S-10 (2012/…) / Trailblazer (2013/…) dianteira esquerda
FIAT
BTC03112 = Freemont (2012/…) dianteira
BTC03113 = Freemont (2012/…) traseira
DODGE
BTC03112 = Journey (2012/…) dianteira
BTC03113 = Journey (2012/…) traseira
TMD Friction amplia portfólio Cobreq para motos na reposição

A TMD Friction do Brasil lançou na reposição, a pastilha do disco traseiro da moto Honda NXR 160 Bros ESDD com a referência N-1840. A fabricante explica que a NXR 160 Bros na versão ESDD possui freios dianteiro e traseiro a disco, enquanto sua antecessora, a NXR 150 Bros, possuía freio traseiro a tambor. Na nova versão da motocicleta, o disco da roda dianteira tem 240 mm de diâmetro e, o da traseira, 220 mm de diâmetro.
Abrafiltros promove palestra em sua sede em Santo André/SP
A Abrafiltros (Associação Brasileira das Empresas de Filtros e seus Sistemas – Automotivos e Industriais), realizará, no dia 22 de outubro a palestra “Avanços e Desafios da Logística Reversa Pós-consumo no Estado de São Paulo”, com Flávio de Miranda Ribeiro, assistente executivo da vice-presidência da CETESB, e participação de João Luiz Potenza, gerente do Departamento de Políticas Públicas de Resíduos Sólidos e Eficiência dos Recursos Naturais; e da engenheira civil Regiane Tiemi Teruya Yogui. A palestra ocorre no auditório do Centro Empresarial Pereira Barreto, sede da entidade.
A palestra é destinada aos associados e convidados da Abrafiltros, e integra o Ciclo de Palestras Abrafiltros 2015. Desde 2012, a associação desenvolve o programa Descarte Consciente Abrafiltros, atualmente implantado nos estados de São Paulo, Paraná e Espírito Santo, que já reciclou mais de 4,218 milhões de filtros usados do óleo lubrificante automotivo em cumprimento às leis ambientais.
O programa é mantido pelas empresas Affinia Automotiva Ltda/Filtros Wix; Cummins Filtration do Brasil; Donaldson do Brasil Equipamentos Industriais Ltda; General Motors do Brasil Ltda; Hengst Indústria de Filtros Ltda; KSPG Automotive Brazil Ltda – Divisão Motor Service Brazil; Magneti Marelli Cofap Fabricadora de Peças Ltda; Mahle Metal Leve S.A.; Mann+Hummel do Brasil Ltda; Parker Hannifin Indústria e Comércio Ltda – Divisão Filtros; Poli Filtro Indústria e Comércio de Peças para Autos Ltda; Robert Bosch Ltda; Scania Latin America Ltda; Sofape Fabricante de Filtros Ltda/Tecfil; Sogefi Filtration do Brasil Ltda/Filtros Fram; e Wega Motors Ltda.
As próximas palestras estão programadas para os dias 17 de novembro e 04 de dezembro. Temas e palestrantes serão informados em breve.
Serviço:
Palestra: Avanços e Desafios da Logística Reversa Pós-consumo no Estado de São Paulo
Data: 22/10/2015 (quinta-feira)
Horário: 11h00
Local: Auditório do Centro Empresarial Pereira Barrreto
Av. Pereira Barreto, 1395 – Bairro Paraíso – Santo André/SP
Novo Focus RS terá 355 cv de potência, anuncia Ford

Programado para chegar ao mercado inglês no final deste ano, o Ford Focus RS receberá uma versão especial do motor 2.3 EcoBoost (quatro cilindros com turbo e injeção direta) que gera 355 cv de potência e torque máximo de 48,3 kgfm. A Ford explica que esses números declarados de desempenho foram obtidos com um novo turbo duplo de baixa inércia com pressão de 23,2 psi, que, segundo a fabricante, garante maior fluxo de ar em todas as faixas de rotação.
Esta versão especial do motor 2.3 EcoBoost possui ainda cilindros revestidos com camisas de aço extremamente resistente e cabeçote com uma junta especial de alta capacidade térmica, afirma a fabricante. Para reforçar o resfriamento, o radiador também é maior que o usado em outros modelos do Focus. A versão esportiva do modelo também recebe intercooler para aumentar ao máximo a densidade do ar, além de coletor de admissão de baixa restrição, enumera a Ford. O sistema de escapamento inclui uma válvula controlada eletronicamente para melhorar a pressão traseira.
Outro recurso do Focus RS é o sistema “stall recovery” que, como explica a Ford, permite religar o carro após uma parada simplesmente pisando no pedal da embreagem. O motor atinge o pico de potência a 6.000 rpm – com zona vermelha em 6.800 rpm –, mas é muito forte também nas faixas intermediárias, descreve a fabricante.
Na transmissão, o esportivo terá opção única de câmbio manual de seis velocidades e sistema de tração nas quatro rodas com controle dinâmico de torque. Ainda, o Focus RS virá com rodas de 19 polegadas, freios a disco ventilados de 350 mm, faróis bi-xenon e bancos Recaro.
O Focus RS faz parte dos mais de 12 carros de alto desempenho que a Ford planeja lançar no mercado mundial até 2020. Na Inglaterra, a Ford afirma já ter recebido 1.500 encomendas do novo esportivo.
Susin Francescutti lança comando de válvulas para Cummins na reposição

Fabricante de peças para motor, a Susin Francescutti passa a oferecer para o mercado de reposição o comando de válvulas CO547 para motor Cummins série ISBe modelo Interact 6 – 5.9. A peça é fabricada em aço e tem a aplicação voltada a caminhões Ford modelos C1722e, C2422e, C2622e e C2628e; caminhões Volkswagen 17 250e e 24250e; e ao Eurocargo Tector da Iveco, modelos 170E22, 170E25, 240E25, 260E25, 230E22 e 230E24.
A Susin Francescutti orienta o mecânico a consultar o catálogo eletrônico da empresa para conferir os dados técnicos deste produto. O download é gratuito no site www.sufran.com.br








































