
A JR Diesel, empresa de reciclagem automotiva, é o primeiro centro de desmonte de caminhões do país a receber o Certificado de Conformidade no escopo Centro de Reciclagem emitido pelo IQA – Instituto da Qualidade Automotiva. Para entregar o selo à JR Diesel, a instituição avaliou mais de 140 itens, entre gestão financeira, ambiental, compliance, qualidade dos processos operacionais, questões trabalhistas, garantias e venda ao cliente, entre outros. O certificado atesta que a empresa cumpre integralmente os quesitos estipulados pela Lei do Desmanche – nos âmbitos Estadual e Federal. Desde 2009, a empresa vem se preparando e já investiu cerca de R$ 6 milhões para conseguir as melhores certificações e se tornar referência no mercado.
FPT Industrial vai produzir motores Euro V na Argentina

A FPT Industrial anuncia a produção de motores Euro V em sua fábrica de Córdoba, especialmente destinados para atender o mercado argentino, onde passa a vigorar a nova norma a partir de janeiro de 2016. De acordo com Marco Aurélio Rangel, presidente da FPT Industrial na América Latina, “a empresa já estava preparada para atender a norma Euro V na Argentina, pois já produz naquela unidade industrial os motores que equipam os caminhões da Iveco destinados ao mercado brasileiro, onde a norma está em vigor desde 1º de janeiro de 2012”.
Na ocasião, cada um dos motores da FPT que equipam os caminhões da Iveco, foram adaptados às condições de uso em toda a América Latina e passaram por testes de 5 milhões de quilômetros, realizados sob as mais duras condições de uso. “Após todos os testes para aplicação na América Latina, os motores passaram por refinamentos de suas calibrações, específicas para missão no mercado argentino”, conclui o executivo.
“A partir da nova legislação que passará a vigorar na Argentina, alcançaremos maior simplificação na operação industrial de Córdoba, produzindo somente motores com a tecnologia Euro V”, reforça Rangel. O executivo explica que antes da normativa, a unidade Industrial vinha produzindo os motores Cursor Euro III, que eram destinados ao mercado local e a mesma família na versão Euro V, para atender o mercado brasileiro.
Outra novidade será a nacionalização do motor que vinha equipando o caminhão Cursor da Iveco, antes importado da França. Com a nova legislação, o motor Cursor 8 será substituído pelo motor Cursor 9 que passará a ser produzido na Argentina com a tecnologia Euro V.
A produção focada em Euro V também estimulou o planejamento com relação ao pós-venda na FPT Industrial. “Vamos melhorar cada vez mais o atendimento e a qualidade dos serviços de manutenção dos nossos motores na América Latina. Temos hoje um parque circulante de mais de meio milhão de motores na América Latina em todos os segmentos onde atuamos, desde os veículos comerciais até os destinados ao mercado de geração de energia. Pretendemos nos próximos anos inaugurar novos pontos de assistência e serviços FPT, inclusive na Argentina”, aponta Rangel.
A unidade industrial da FPT Industrial em Córdoba está preparada para produzir cerca de 50 mil motores ao ano, atendendo os segmentos, agrícola, construção, veículos comerciais e para geração de energia. A capacidade de produção é de 36 mil unidades da família NEF e 14 mil unidades da família Cursor.
De acordo com o executivo, a expectativa de vendas para o mercado argentino é realista para 2016. “Devido à atual situação do mercado, inclusive na Argentina, a expectativa é de comercializar cerca de 16.000 unidades no período, sendo 7.000 da Família Cursor e 9.000 da Família NEF para atender as demandas dos mercados de veículos comerciais, agrícola, de construção e de geração de energia”, prevê o presidente da FPT Industrial. “O mercado argentino está reagindo da mesma forma como o brasileiro reagiu com a entrada da nova legislação em 2012, com as vendas de caminhões Euro III em alta e, consequentemente, baixa procura pela nova tecnologia nesta primeira fase”, acrescenta Rangel.
A motorização da FPT Industrial que atende às normativas do Euro V emitem menos gases poluentes e materiais particulados na atmosfera. Para isso, a linha utiliza tecnologia SCR (Redução Catalística Seletiva, em português), com pós-tratamento de emissões com o uso do agente Arla32 ou ARNOX na Argentina (agente redutor líquido automotivo).
Delphi ultrapassa os 30 milhões de bicos injetores produzidos no Brasil

A Delphi realizou uma cerimônia especial na fábrica de Piracicaba/SP para celebrar os 30 milhões de bicos injetores produzidos na unidade brasileira desde o início da década de 90. “Esta conquista em Piracicaba está sendo celebrada pela Delphi no mundo todo. Nós temos muito orgulho de nossa história e dos funcionários que fazem parte dessa conquista”, declarou Lupércio Zanardo, Diretor Adjunto de Operações da divisão Powertrain da Delphi. “A qualidade de nossos produtos é reconhecida pelo mercado e esse trabalho de excelência só é possível com a dedicação e o comprometimento de nossa equipe”, completou.
A planta da Delphi em Piracicaba iniciou suas atividades em maio de 1991. A fábrica é responsável pela produção de coletores de admissão, bombas de combustível, bobinas de ignição, injetores de combustível, galerias de combustível, válvulas de controle de aceleração, sensores, atuadores e módulos de bomba de combustível. A Delphi também conta com um Centro Tecnológico em Piracicaba que, além de sua competência no desenvolvimento de novas tecnologias e aplicações, está habilitado pelo Inmetro para certificação de veículos em testes de emissões conforme normas europeias e do Mercosul. O Centro Tecnológico está entre os 15 que a empresa possui no mundo todo.

A fabricante explica que entre os injetores de combustível que fabricam em Piracicaba estão os injetores aquecidos, tecnologia que elimina o “tanquinho” de gasolina em motores flex e proporciona expressiva redução de emissões no uso de Etanol, que é aquecido pelo próprio injetor. O aquecimento do combustível ocorre nos primeiros pulsos de injeção, o que garante maior eficiência e pode reduzir ou até eliminar o tempo de pré-aquecimento, dependendo da temperatura do motor, afirma a Delphi.
Emplacamento de veículos tem alta em novembro, afirma Fenabrave

De acordo com o levantamento realizado pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, entidade que representa cerca de 7,6 mil concessionários de veículos automotores, o total de emplacamentos registrados no mês de novembro foi 6,38% maior que em outubro deste ano. Ao todo, foram comercializadas 311.477 unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, contra as 292.791 unidades em outubro. No entanto, se comparado com novembro do ano passado (420.945 unidades), houve queda de 26,01%. No acumulado do ano, a retração de todos os segmentos somados foi de 21,20%, na comparação com o mesmo período de 2014.
Os segmentos de automóveis e comerciais leves apresentaram alta de 2,20%, totalizando 189.358 unidades em novembro, contra 185.276 em outubro. Na comparação com novembro do ano passado (279.814 unidades), o resultado aponta uma queda de 32,33%. No acumulado do ano, esses segmentos caíram 24,16%. Foram comercializadas 2.256.279 unidades de janeiro a novembro, contra 2.978.148 no mesmo período de 2014.
Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, a alta nos emplacamentos em novembro não é significativa, uma vez que a retração se mantém no acumulado para todos os segmentos. “A volatilidade do mercado continua baixa, e não identificamos uma tendência diferente da que já temos observado nos últimos meses. A diferença positiva, no resultado total de novembro, se deu pelo segmento de motocicletas, notadamente das de baixa cilindrada (50cc), conhecidas como cinquentinha, cujo emplacamento passou a ser obrigatório em novembro. Assim, a evolução das cinquentinhas chegou a 155% em comparação ao mês de outubro, quando foram registradas 8.682 unidades destas motos, passando para 22.129 unidades emplacadas em novembro”, declarou Assumpção Júnior.
JAC T5 será lançado em março de 2016 com motor 1.5 flex de 127 cv

A JAC Motors anuncia que o SUV compacto T5 será lançado no Brasil em março de 2016. Inicialmente, o modelo virá com câmbio manual de seis marchas e motor 1.5 16V VVT JetFlex, o mesmo usado no J3 S 1.5 e no J3 Turin S, que é capaz de gerar 127 cv quando abastecido com etanol. Em agosto, a JAC apresentará a opção com câmbio automático, que usará uma caixa continuamente variável, tipo CVT. Será o primeiro modelo da JAC a oferecer a transmissão automática.

Com 4,325 metros de comprimento e 2,56 m de distância entre-eixos, a JAC Motors afirma que o T5 deverá custar a partir de R$ 59 mil, chegando a R$ 72 mil na versão mais equipada e dotada de câmbio automático. Antes de chegar ao mercado, o modelo rodou cerca de 1 milhão de km para receber ajustes e alterações específicos para o mercado brasileiro, explica a empresa.
A JAC afirma que o T5 terá versões equipadas com lanternas traseiras de LED, Hill Control (ou controle de saídas em rampas), controle de tração e estabilidade (ESP), sensor de estacionamento na traseira, ar-condicionado digital programável na temperatura e direção com assistência elétrica.

“Estamos muito entusiasmados com o T5. Além do design, ele deverá se diferenciar dos outros SUVs do segmento de entrada por entregar uma extensa lista de equipamentos de série”, explica Sergio Habib, presidente da JAC Motors. Segundo a montadora, na China, o modelo é líder absoluto de seu segmento, com vendas médias de 15 mil unidades por mês.
Audi inicia produção do A3 Sedan 2.0 no Brasil

A Audi do Brasil deu início à produção da versão topo de linha do A3 Sedan na planta de São José dos Pinhais, no Paraná. Equipado com motor 2.0 Turbo FSI a gasolina de 220 cv de potência, que substitui o importado 1.8 TFSI de 180 cv, o modelo chega às concessionárias da marca de todo o país em dezembro.
O A3 Sedan 2.0, segundo veículo a ser fabricado na planta de São José dos Pinhais, na versão Ambition, traz motor 2.0 TFSI com potência de 220 cv e torque máximo de 350 Nm. Com esse conjunto, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos e chega aos 250 km/h de velocidade máxima, conforme os dados divulgados pela fábrica.
“A ampliação da produção no Brasil com mais uma versão do A3 Sedan é um importante marco na estratégia de globalização da Audi”, afirma Bernd Martens, membro do Conselho Administrativo da AUDI AG responsável por compras. “O próximo passo será o início da produção do Q3 no Paraná, no primeiro semestre de 2016. Isso reforçará o papel do Brasil como mercado-chave para o crescimento internacional da Audi”, completa.
IQA alerta para o fim do prazo de certificação de pastilhas e lonas de freio

O IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), organismo de certificação acreditado pelo Inmetro, alerta fabricantes e importadores para o prazo da certificação compulsória de pastilhas e lonas de freios, que termina em janeiro de 2016. Conforme a portaria nº 55, publicada em 28 de janeiro de 2014, materiais de atrito para freios de veículos rodoviários, fabricados ou importados, deverão apresentar o selo do Inmetro.
Segundo a entidade, a medida visa a prevenção de acidentes. “Como organismo de certificação acreditado pela CGCRE do Inmetro, o IQA oferece todo o suporte no processo de certificação. Itens de segurança veicular devem apresentar níveis de qualidade adequados, de acordo com normas técnicas atualizadas, para evitar que o consumidor coloque a vida em risco com a utilização de produtos de baixa qualidade”, afirma Joe Tolezano, coordenador técnico do IQA.

Os requisitos se aplicam aos materiais de atrito para freios de automóveis, camionetas, caminhonetes, comerciais leves, caminhões, caminhões-tratores, ônibus e micro-ônibus, das categorias M, N e O. Estão isentos veículos da categoria L (menos de quatro rodas) assim como máquinas, implementos e equipamentos agrícolas.
Fabricantes e importadores devem zerar os estoques dos produtos sem certificação até junho de 2016. Já o prazo do comércio varejista é junho de 2017, quando só poderá comercializar produtos certificados. De acordo com o Inmetro, quem descumprir as regras da portaria e não atender aos prazos estará sujeito a penas previstas na lei, que são apreensão dos produtos e multa.
Interessados em obter mais informações podem contatar o IQA por meio do telefone (11) 5091-4545.
Tramontina PRO lança bancada para oficinas e mochila para ferramentas

A Tramontina adiciona à sua linha PRO uma opção de bancada com estrutura reforçada em chapas de aço de 1,2 mm e capacidade de carga de 1,4 toneladas. A peça é composta por duas gavetas com trancas individuais e corrediças telescópicas. Feita com tampo de madeirite naval lixado e envernizado, a bancada possui acabamento com pintura eletrostática que facilita a limpeza e garante resistência à corrosão.
A fabricante de ferramentas agora também disponibiliza para o mercado a mochila da linha Tramontina PRO. Produzida em nylon, com fundo reforçado, a mochila permite transportar diferentes ferramentas, com 23 bolsos para a organização dos utensílios. Suas medidas (altura x largura x comprimento) são 500 x 440 x 170 mm.
KS lança peças para leves, pesados e motocicletas na reposição

A KS oferece no mercado de reposição novos tanto para a linha pesada como para a linha leve e, também, de motos. Na linha pesada, o lançamento é na linha de anéis de segmento para compressores de ar dos motores OM 457, OM 904 e OM 906 da Mercedes-Benz. As novidades para a linha leve são na linha de anéis de segmento, que atendem os motores Fire da Fiat, utilizados nos veículos Palio, Uno e Siena 1.0L 8V Flex, fabricados entre 2003 e 2008; Palio, Uno e Siena 1.0L 8V, a partir de 2001 e Palio e Palio Weekend entre 2000 e 2003. No segmento de duas rodas, as novidades são para a linha de pistão com anel da Honda para os motores 125 cc utilizados nas motos CG Titan, produzidas entre 1999 e 2002; e CG Fan, Cargo ES, Cargo KS, produzidas entre 2009 e 2010.
Caminhões Axor da Mercedes-Benz ganham mais torque

A Mercedes-Benz renovou a linha de caminhões extrapesados Axor, equipando-os novos aprimoramentos e novidades. A linha é composta por cavalos mecânicos indicados para tracionar semirreboques até 3 eixos convencionais ou distanciados com PBTC de 48,5 a 53 toneladas, bitrem com PBTC de 57 toneladas e bitrenzão/rodotrem com PBTC de 74 toneladas. Estão preparados para operar com os mais variados tipos de implementos, entre eles: baú de alumínio, isotérmico e frigorífico, graneleiro, sider, cegonheiro, tanques para líquidos e gases, porta contêiner, entre outros. Para as aplicações fora de estrada, a linha Axor oferece CMT (capacidade máxima de tração) de até 123 toneladas, nas versões cavalo mecânico, plataforma, basculante e betoneira.
Entre os aprimoramentos da linha Axor estão o aumento de torque do motor OM 457 LA de 440 cv de potência, disponível para modelos on-road e off-road. Agora, o torque chega a 2.200 Nm a 1.100 rpm, o que significa 50 Nm a mais em relação à versão anterior.
O motor OM 457 LA conta com nova turbina, compressor de ar Voith com Power Reduction e sistema de arrefecimento com embreagem viscosa com comando eletrônico para ventilador. Essas novidades ampliam sua robustez e resistência, preservando a reconhecida longa durabilidade do motor.
Os caminhões Axor off-road com motor OM 457 passam a ser equipados excepcionalmente com o câmbio totalmente automatizado PowerShift. O Mercedes PowerShift é um câmbio mecânico com acionamento automatizado, sem pedal de embreagem. Pode ser operado no modo automático ou manual, dependendo da preferência do condutor do caminhão. A manopla do PowerShift está localizada num console rebatível junto ao apoio de braço do banco do motorista.
Entre as novidades do Axor off-road, incluem-se também protetor do cárter, o que protege o motor em solos especialmente irregulares e instáveis, bem como, a instalação de espelhos frontais.
Os caminhões rodoviários da família Axor passam a receber, a partir do primeiro trimestre de 2016, uma nova geração de tanques de combustível. Produzidos em alumínio, segundo a Mercedes, são mais leves e oferecem maiores capacidades, aumentando a carga útil e propiciando uma maior autonomia ao veículo, vantagem essencial para as viagens de longo percurso.
Nos modelos Axor com suspensão metálica ou pneumática e entre-eixos de 3.600 mm, a configuração do veículo permite uma capacidade total de até 1.080 litros (um tanque de 780 litros + um tanque adicional opcional de 300 litros). Na versão 6×2 com entre-eixos de 3.100 mm a capacidade chega a 650 litros. Essa geração de tanques de combustível de alumínio é a mesma que está disponível para o novo extrapesado Actros.

