Frasle Mobility automatiza logística e eleva padrão no aftermarket

Estrutura em Extrema (MG) integra robótica, dados e automação em larga escala para ampliar eficiência, reduzir erros e acelerar entregas no mercado de reposição

A Frasle Mobility iniciou a operação do sistema 4Mobility em seu Centro de Distribuição em Extrema (MG), introduzindo um modelo de automação logística em larga escala no aftermarket automotivo. A solução integra robótica, inteligência de dados e processos conectados para aumentar a produtividade, reduzir falhas operacionais e elevar o nível de serviço ao cliente.

O projeto marca a transição da companhia para um modelo operacional baseado na integração entre sistemas, processos e pessoas, com foco em previsibilidade e eficiência. A estrutura foi desenhada para absorver o crescimento do portfólio e o aumento do fracionamento de pedidos, além de sustentar a expansão da rede de distribuição das marcas Fras-le, Fremax, Controil e Nakata.

“Nosso objetivo é simples: garantir a peça certa, no lugar certo e no tempo certo. Isso exige sair das soluções logísticas convencionais e investir em tecnologia. O mercado caminha para aumento do número de itens, maior fracionamento de pedidos, operações mais eficientes e alinhadas às práticas ESG. Fomos buscar no mundo a melhor solução para responder a essa demanda. Em um cenário em que o mecânico tem vários fornecedores prontos para atendê-lo, quem entrega com mais agilidade é quem conquista e gera experiência para este cliente”, afirma Marcelo Tonon, diretor-executivo Ride & Comfort, Supply Chain e América Latina da companhia.

 

A tecnologia adotada utiliza uma plataforma global já aplicada em operações de e-commerce e centros de distribuição de alta performance. Na unidade mineira, o sistema foi customizado a partir de um mapeamento interno das necessidades operacionais, com participação das áreas de engenharia, logística e tecnologia da informação, além de integradores especializados.

 

Com o 4Mobility, a empresa passa a operar com maior velocidade e precisão na separação de pedidos. “Em um modelo manual, um operador separa cerca de 200 linhas por dia em um prédio de 24 mil metros quadrados. Com o sistema automatizado, cada estação pode alcançar aproximadamente 200 linhas por hora, o equivalente a mais de 1.500 linhas por operador em um turno”, afirma Tonon.

O modelo também amplia a capacidade de atendimento, permitindo maior agilidade em pedidos fracionados, redução de erros e aumento da disponibilidade de estoque. A operação passa a atender mais de mil pontos de entrega com consistência, além de absorver novas filiais e responder a picos de demanda, inclusive em pedidos unitários.

A estrutura opera de forma híbrida, com cerca de 70% da volumetria processada pela automação e 30% mantida no modelo convencional, garantindo flexibilidade operacional.

 

A implementação também impacta a rotina dos colaboradores. O deslocamento interno foi reduzido de 1.560 quilômetros para 374 quilômetros por dia, queda de 76%. As atividades passam a ser realizadas em estações, com menor esforço físico e maior suporte tecnológico. Os operadores recebem capacitação específica para atuação no novo sistema, incluindo monitoramento de robôs, uso de WMS e protocolos de segurança.

Com arquitetura modular e escalável, o 4Mobility foi desenvolvido para ser replicado em outras unidades da companhia no Brasil e no exterior. A iniciativa consolida o Centro de Distribuição de Extrema como uma operação orientada por dados, preparada para acompanhar a evolução do mercado de reposição automotiva.

Como é a mecânica do novo Volkswagen Tiguan 2026: o que muda no EA888 Evo5?

Nova geração aposta em motor mais sofisticado, maior pressão de combustão e pacote mecânico avançado com tração integral e suspensão independente nas quatro rodas

O Volkswagen Tiguan 2026 chega ao Brasil por R$ 299.990 trazendo uma base técnica atualizada sobre a plataforma MQB Evo e, principalmente, um novo patamar de motorização. Equipado com o EA888 Evo5 na configuração 350 TSI, o SUV entrega 272 cv e 35,7 kgfm, combinando desempenho elevado com soluções modernas de eficiência e controle eletrônico. Para saber tudo sobre o modelo, por exemplo, equipamentos e detalhes de tecnologia de conectividade, basta clicar neste link para matéria da Revista Carro.

A nova geração do Tiguan adota a plataforma MQB Evo, já conhecida por sua modularidade e integração eletrônica mais avançada. O destaque técnico está no motor 2.0 TSI EA888 Evo5, posicionado transversalmente, que incorpora uma série de evoluções em relação à geração anterior.

Entre os principais pontos, o propulsor passa a operar com ciclo Miller (λ<1), estratégia que favorece a eficiência térmica ao alterar o fechamento das válvulas de admissão. Outro avanço importante está na pressão de combustão, que salta para 500 bar, um aumento significativo frente aos 350 bar do EA888 Evo4, exigindo componentes internos mais robustos e maior precisão no controle da injeção direta. Inclusive, essa mecânica também é utilizada pelo Audi A5 na Europa.

O conjunto também adota turbo de geometria variável, recurso ainda pouco comum em motores a gasolina no Brasil, permitindo melhor resposta em baixas rotações e maior eficiência em altas cargas. O sistema é complementado por intercooler indireto integrado, além de filtro de partículas, alinhando o modelo a padrões mais rigorosos de emissões.

No cabeçote, o motor mantém arquitetura com duplo comando de válvulas, acionado por corrente, com variação tanto na admissão quanto no escape. São quatro válvulas por cilindro, com tuchos hidráulicos, garantindo menor necessidade de ajustes periódicos. As dimensões internas incluem diâmetro de cilindro de 82,5 mm e curso de pistão de 92,8 mm, com taxa de compressão de 10,5:1. Outro ponto relevante é a especificação do lubrificante: o motor utiliza óleo 0W-20 com padrão elevado (nível 3), fundamental para atender às exigências de lubrificação sob altas pressões e temperaturas.

A transmissão AQ451 de oito velocidades trabalha em conjunto com o sistema de tração integral 4Motion. O gerenciamento é feito por acoplamento do tipo Haldex, que distribui o torque de forma automática conforme a aderência, atuando de maneira independente e sem intervenção do condutor. Esse controle também permite funções como o assistente de descidas (HDC), que utiliza os sistemas ABS e ESC para manter a velocidade em declives acentuados.

Rinaldi inicia exportações para as Filipinas e avança estratégia de internacionalização

A Rinaldi, fabricante de pneus e câmaras de ar com sede em Bento Gonçalves (RS), iniciou sua operação no mercado asiático com o envio do primeiro container de produtos para as Filipinas. A entrada no país marca a expansão da empresa para um novo eixo geográfico, após consolidar presença na América Latina, Estados Unidos e Europa.

A expectativa inicial é de exportação anual de cerca de 6 mil pneus, o que representa aproximadamente US$ 150 mil em receita. O movimento está alinhado ao plano da companhia de ampliar a participação das exportações no faturamento líquido de 12% para 20% até 2028, além de atingir presença em 50 países.

A abertura do mercado asiático está associada à estratégia comercial da empresa, que inclui participação em feiras internacionais e ações diretas com distribuidores. A presença no Salão Internacional da Moto (EICMA), realizado em Milão, é apontada como um dos vetores para geração de novos negócios e prospecção de parceiros.

Do ponto de vista logístico e comercial, a escolha das Filipinas tem caráter estratégico por sua proximidade com mercados relevantes da região, como China e Indonésia, considerados polos globais da indústria de duas rodas.

A empresa também mantém um calendário de missões internacionais, com visitas regulares a diferentes mercados para desenvolvimento de rede e adequação de portfólio às demandas locais. A estratégia contempla expansão adicional na Ásia, além de avanços previstos para Oriente Médio e África.

Fundada há mais de cinco décadas, a Rinaldi atua nos segmentos de pneus para motocicletas, aplicações agrícolas e industriais, com presença internacional já consolidada e foco em crescimento via aftermarket.

Prêmio Everest 2026 reconhece fornecedores no aftermarket

A BR AutoParts realizou, no Terraço Itália, em São Paulo, a 16ª edição do Prêmio Everest, iniciativa voltada à avaliação e reconhecimento de fornecedores no mercado de reposição automotiva. Ao todo, 25 empresas foram premiadas com base nos resultados obtidos no Sistema de Qualificação de Fornecedores (SQF), ferramenta que orienta a gestão da cadeia e influencia diretamente as decisões operacionais da companhia.

O modelo adota critérios estruturados para mensurar desempenho e padronizar processos, com foco em qualidade e eficiência. Entre os pontos avaliados estão nível de serviço, aderência a processos, indicadores econômicos, desempenho comercial e aspectos socioambientais.

Segundo a empresa, o programa também atua na mitigação de problemas recorrentes no aftermarket, como atrasos logísticos, falhas operacionais, dificuldades de rastreabilidade e ruídos de comunicação entre os elos da cadeia.

Desenvolvido em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o SQF busca estabelecer parâmetros objetivos de avaliação, incentivando a melhoria contínua e o alinhamento entre fornecedores e distribuidores. O Prêmio Everest funciona, nesse contexto, como instrumento de consolidação desses resultados ao longo do ano.

Vencedores do Prêmio Everest 2026:

1. Nível de Serviço

1º Meritor do Brasil;
2º MWM Motores e Geradores;
3º Lumileds.

2. Adequação aos Processos

1º NGK Corporation;
2º Hipper Freios;
3º Filtros Tecfil.

3. Índices Econômicos

1º Frasle Mobility;
2º Dana Incorporated;
3º Viemar Automotive.

4. Índices Comerciais

1º MAHLE Metal Leve;
2º Cobreq Freios;
3º Lumileds.

5. Índices Socioambientais

1º MWM Motores e Geradores;
2º Frasle Mobility;
3º MAHLE Metal Leve.

Ranking Geral

1º Frasle Mobility;
2º MAHLE Metal Leve;
3º Viemar Automotive.

Falha no alternador pode mascarar defeito de injeção no Palio 1.0 Flex

Baixa eficiência no sistema de carga altera parâmetros do motor e pode levar a diagnósticos equivocados

Um Fiat Palio 2009 1.0 Flex apresentou forte odor nos gases de escapamento e parâmetros elevados de injeção e pressão no coletor. Após uma sequência de testes no sistema de injeção, a causa do problema revelou-se fora do esperado: o alternador.

Diagnóstico

O diagnóstico começou a partir de um sintoma clássico: odor acentuado nos gases de escapamento, geralmente associado à mistura rica. Ao analisar os parâmetros, foram identificados valores elevados no tempo de injeção e no sensor MAP (pressão do coletor).

Diante disso, foram realizados diversos testes no sistema, incluindo verificação de velas, cabos, bicos injetores, sincronismo da correia, regulagem de válvulas, além de testes de pressão e vazão de combustível. Também foram avaliados componentes como sonda lambda, válvula termostática e pontos de aterramento.

Mesmo com todos os itens dentro do esperado, os parâmetros do sensor MAP permaneciam acima do especificado. A investigação seguiu para possíveis entradas de ar falso no sistema de admissão, uma causa comum nesse tipo de sintoma, incluindo a checagem do tubo de vácuo do servo-freio. No entanto, nenhuma anomalia foi encontrada.

A virada no diagnóstico ocorreu ao avaliar o sistema elétrico do veículo. Com o motor em funcionamento, o alternador apresentava carga de apenas 13V, abaixo do ideal. Ao conectar um carregador de bateria externo, elevando a tensão para 13,7V, os parâmetros de tempo de injeção e pressão do coletor voltaram imediatamente ao normal.

O teste indicou que a baixa eficiência do alternador estava afetando diretamente o funcionamento do sistema de injeção. Após a substituição do componente, os valores se estabilizaram, eliminando a falha.  O caso reforça a importância de incluir o sistema de carga no diagnóstico, especialmente quando os parâmetros eletrônicos fogem do padrão sem causa aparente nos componentes da injeção.

*As informações técnicas foram divulgadas pela Revista O Mecânico por meio da plataforma Mecânico Pro, ferramenta voltada ao diagnóstico e consulta de dados da frota nacional.

Flush de motor: quais são os riscos do procedimento? Mecânico Responde

Prática comum em oficinas, esse procedimento não é recomendado por fabricantes e pode trazer riscos se mal executado

O uso do flush de motor ainda gera dúvidas no dia a dia da oficina, especialmente em veículos com alta quilometragem. Embora seja visto como solução para remover borras, o procedimento exige cautela e não é um procedimento recomendado pelos fabricantes.

O flush de motor é um procedimento que consiste na aplicação de um produto químico no sistema de lubrificação com o objetivo de remover depósitos de borra formados, geralmente, pela negligência na troca de óleo ou uso de lubrificante inadequado. Segundo Cleyton André, consultor técnico da Revista O Mecânico, trata-se de uma prática que não é recomendada pelos fabricantes. “Como o flush do motor não é um procedimento preconizado pelo fabricante, embora seja algo popularizado em oficinas, não existe um prazo ideal para realizar esse procedimento”, explica.

O principal risco está justamente na remoção dessas impurezas. “Ao fazer o procedimento, pode se desprender algumas dessas borras e essa sujeira acabar indo para a galeria de óleo, entupindo essa galeria”, alerta o especialista. Esse cenário pode causar danos ainda mais graves ao motor.
Diante disso, a melhor prática continua sendo a manutenção preventiva correta. “O que é recomendado é fazer a troca de óleo nos momentos certos, de acordo com a recomendação do fabricante, e utilizar o lubrificante específico”, orienta.

Caso o flush seja considerado necessário, a execução deve ser criteriosa. “Se for executar esse procedimento, que seja por um profissional que tenha bastante critério e com muito cuidado”, conclui.

Máquinas Profissionais e Industriais: Como Reduzir o Custo Operacional da sua Oficina em 2026

Descubra como a escolha estratégica de máquinas elétricas impacta diretamente na lucratividade e na eficiência do seu pátio

No competitivo mercado automotivo de 2026, a eficiência não é mais um diferencial, mas uma condição de sobrevivência. Gerir uma oficina ou um centro automotivo moderno exige um olhar cirúrgico sobre os “custos invisíveis” — aqueles que não aparecem na nota fiscal de compra, mas corroem o lucro mês após mês em forma de contas de luz elevadas, manutenções corretivas constantes e tempo de pátio ocioso.

Investir em máquinas profissionais e máquinas industriais de última geração vai muito além de renovar o inventário; trata-se de uma decisão financeira estratégica. Quando o equipamento certo encontra a operação correta, o resultado é uma drástica redução no custo por serviço e um aumento real na margem líquida do negócio.

Confira a seguir como transformar sua escolha de equipamentos em uma ferramenta de economia operacional, com as diretrizes de quem entende do dia a dia do setor.

1. Eficiência Energética: A Economia na Conta de Luz

Um dos maiores ralos de dinheiro em uma oficina é o consumo excessivo de eletricidade por equipamentos defasados. De acordo com os especialistas da Loja do Mecânico, a transição para máquinas com tecnologias de motores inteligentes é fundamental para reduzir o custo operacional.

A Dica: Priorize máquinas que ofereçam maior entrega de torque ou rotação com menor consumo de watts. Equipamentos modernos possuem sistemas de gestão de energia que evitam picos de consumo durante o acionamento, o que impacta diretamente na fatura mensal da empresa.

2. Durabilidade e o Fim do “Barato que Sai Caro”

No ambiente severo de um centro automotivo, o uso de ferramentas subdimensionadas leva ao superaquecimento e à queima frequente de componentes. Escolher máquinas profissionais robustas reduz drasticamente o gasto com reposição e manutenção corretiva.

A Dica: Máquinas projetadas para regime de trabalho contínuo (heavy duty) possuem carcaças com melhor dissipação de calor e engrenagens reforçadas. “O tempo que uma máquina passa no conserto é tempo que o carro fica parado no elevador sem gerar receita”, alertam os técnicos da Loja do Mecânico.

3. Versatilidade e Produtividade por Hora

A escolha correta de máquinas industriais — como esmerilhadeiras de alta performance, politrizes e furadeiras de bancada — deve considerar a ergonomia e a velocidade de execução do serviço.

O Impacto: Se uma máquina elétrica moderna permite que o mecânico realize uma tarefa 15% mais rápido e com menos fadiga, a oficina ganha capacidade para atender mais veículos por dia sem aumentar a equipe. A produtividade é a forma mais direta de diluir os custos fixos da operação.

4. Manutenção Preventiva Facilitada

Equipamentos de marcas consolidadas no mercado B2B facilitam a logística de manutenção. Máquinas que permitem a troca rápida de escovas (quando aplicável) ou que possuem indicadores de desgaste ajudam o gestor a se antecipar aos problemas.

A Dica: Escolha fornecedores que garantam o suporte pós-venda. Ter uma rede de assistência técnica disponível é um seguro contra a ociosidade da oficina.

Visão Estratégica: Em 2026, a oficina inteligente é aquela que trata suas máquinas elétricas como ativos de produção. Cada minuto de eficiência ganho na bancada é um centavo a mais na margem de lucro.

Quer conferir o catálogo completo e atualizar seu pátio? Clique e confira as máquinas elétricas no site da Loja do Mecânico.

Investir na máquina correta é a decisão mais inteligente para reduzir o custo operacional e elevar a autoridade técnica da sua empresa perante o cliente.

GWM alcança 98% de disponibilidade de peças e expande logística no Brasil

A GWM reforça sua operação no Brasil com alta eficiência no pós-venda. O Centro de Distribuição de Cajamar (SP), em funcionamento desde abril de 2023, atinge 98% de disponibilidade de peças — acima da média nacional de 93%.

Instalado a cerca de 40 km da capital paulista, o CD completa três anos com mais de 800 mil itens em estoque, avaliados em R$ 85 milhões. No período, a área operacional cresceu de menos de 1.000 m² para mais de 8.000 m².

A estrutura atende os modelos Haval H6, Haval H9, ORA 03, Tank 300, Poer P30 e Wey 07.

A operação logística inclui envios diários para a rede de 131 concessionárias no país. Em casos prioritários, o transporte pode ser aéreo, com entregas em até 48 horas para qualquer região.

Outro destaque é a disponibilidade de 100% das baterias de alta voltagem para veículos híbridos e elétricos da marca, garantindo suporte completo à frota eletrificada.

Localizado em um dos principais polos logísticos do país, o centro em Cajamar tem acesso facilitado a rodovias, aeroportos como Guarulhos e Viracopos, além do Porto de Santos, otimizando a cadeia de suprimentos.

Marelli Cofap amplia linha de semieixos e juntas homocinéticas para o mercado de reposição

A Marelli Cofap Aftermarket anunciou a ampliação de seu portfólio de componentes de transmissão com o lançamento de novos códigos de semieixos e juntas homocinéticas destinados ao mercado de reposição. A atualização contempla aplicações de marcas como Chevrolet, Fiat, Ford, Jeep, Renault e Volkswagen.
De acordo com a empresa, a linha de juntas homocinéticas Cofap é atualmente a segunda mais relevante em faturamento dentro da divisão aftermarket, ficando atrás apenas dos amortecedores. O portfólio soma mais de 500 códigos ativos e cobre mais de 90% da frota circulante no Brasil.
Além das juntas homocinéticas, a linha inclui semieixos completos, trizetas e tulipas, componentes responsáveis pela transmissão do torque do motor às rodas em veículos com tração dianteira. Esses itens integram o sistema de transmissão e operam sob condições de carga e variação angular constantes.
Entre os novos códigos de semieixos estão:
•SEC18441A (Renault Zoe)
•SEC52008A (Jeep Renegade e Compass)
•SEC01429A (Volkswagen T-Cross)
•SEC03021A e SEC03048A (Fiat Argo e Cronos)
•SEC18434A (Renault Master)
•SEC08422A (Ford EcoSport)
Já as novas juntas homocinéticas lançadas são:
•JHC08126A (Ford Fusion)
•JDC04321A (Chevrolet Tracker)
Segundo a fabricante, os novos componentes seguem padrões de desempenho e durabilidade compatíveis com as exigências do mercado de reposição, ampliando a disponibilidade de peças para aplicações recentes.

Diagnóstico e durabilidade

As juntas homocinéticas e os semieixos são projetados para longa vida útil, mas sua durabilidade pode ser comprometida por condições de uso severas, como excesso de carga, desalinhamento e impactos frequentes em irregularidades do solo.
Um dos principais fatores de desgaste está relacionado à contaminação da graxa interna, geralmente causada por danos nas coifas de proteção. A entrada de água, poeira ou partículas abrasivas provoca aumento de atrito entre os componentes internos — como esferas e gaiola — acelerando o desgaste.
O principal sintoma de falha é a presença de ruídos durante o funcionamento, especialmente em curvas fechadas ou manobras com esterçamento total das rodas. Nesses casos, a recomendação é a inspeção imediata do conjunto, incluindo a verificação das coifas quanto a fissuras ou vazamentos de graxa.
A avaliação preventiva desses componentes é considerada essencial para evitar danos mais severos ao sistema de transmissão e garantir a dirigibilidade do veículo.

Como evitar erros na compra de ferramentas profissionais e máquinas industriais

O guia estratégico para decisores que buscam eficiência, segurança e durabilidade em 2026

1. Priorizar o Preço de Aquisição em vez do TCO

O erro número um ainda é olhar apenas para a etiqueta de preço. De acordo com os especialistas da Loja do Mecânico, o custo real de uma máquina é o seu TCO (Custo Total de Propriedade). Isso inclui o consumo de energia, a frequência de manutenção e a disponibilidade de peças de reposição.

A Dica: Uma máquina mais barata que consome 30% mais energia ou que exige manutenção mensal acaba se tornando o item mais caro da sua planta em menos de um ano.

2. Ignorar a Ergonomia e as Normas de Segurança (NRs)

Em 2026, a fiscalização e a consciência sobre a saúde do trabalhador estão em níveis máximos. Comprar equipamentos que não atendem integralmente às normas (como a NR-12 para máquinas industriais) é um risco jurídico e humano.

A Dica: Ferramentas com altos índices de vibração ou ruído reduzem a produtividade por fadiga. Escolha equipamentos com sistemas de amortecimento e certificações de segurança atualizadas. De acordo com os técnicos da Loja do Mecânico “ferramenta segura é ferramenta produtiva”.

3. Subestimar a Capacidade de Carga e o Ciclo de Trabalho

Muitas vezes, na tentativa de economizar, compra-se uma ferramenta profissional para um trabalho que exige uma máquina industrial de regime contínuo.

O Erro: Usar uma furadeira de bancada hobby para furos em série em chapas de aço de alta espessura. O resultado é o superaquecimento e a queima prematura do motor.

A Dica: Verifique sempre o Ciclo de Trabalho (Duty Cycle). Para operações industriais, o equipamento deve suportar longos períodos de ativação sem perda de torque ou precisão.

4. Falta de Conectividade e Suporte Tecnológico

Em 2026, a manutenção preditiva é a norma. Comprar máquinas que não permitem integração com sistemas de monitoramento ou que possuem protocolos de comunicação fechados dificulta a gestão da frota.

A Dica: Opte por marcas que ofereçam suporte técnico robusto e, se possível, ferramentas que forneçam dados de uso para o seu software de gestão.

Ponto de Atenção: Antes de fechar qualquer pedido de grande porte, consulte o histórico de assistência técnica da marca na sua região. Uma máquina parada por falta de um componente simples é lucro que escorre pelo ralo.

Quer conferir mais dicas técnicas e guias de manutenção? Acesse o blog da Loja do Mecânico.

Escolher o equipamento certo é o que separa uma operação lucrativa de uma oficina que vive “apagando incêndios”. Mantenha o foco na qualidade técnica e no suporte especializado.

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