
A Volkswagen, em busca de inovação para manter a competitividade no mercado, apresenta Constellation 17.280 Tractor, que proporciona diversas vantagens ao cliente, sendo a principal o motor MAN D08 que dispensa o uso do Arla 32, único cavalo mecânico do mercado com essa característica. Com 280 cv de potência, o propulsor traz sistema de injeção Common-rail, o mais moderno, preciso e mais simples, com maior facilidade na manutenção.
Segundo a marca, o elevado torque máximo numa ampla faixa de rotações proporciona menos trocas de marchas e maior capacidade de manutenção da velocidade em rampa. A transmissão manual de 9 velocidades sincronizadas garante as melhores condições para encontrar a marcha mais adequada para cada situação de operação e eleva a economia de combustível.
O freio de cabeçote EVB é outro destaque, reduzindo a necessidade de utilização dos freios de serviço, os custos de manutenção e, ao mesmo tempo, ampliando a segurança na operação e a durabilidade dos componentes do freio de serviço. A tara do veículo é reduzida, com a vantagem de aumentar a capacidade de carga transportada por viagem e diminuir o custo por tonelada transportada.
Lemförder lança tecnologia inovadora para terminais de direção de veículos comerciais

A marca Lemförder desenvolveu uma tecnologia exclusiva para terminais de direção de veículos comerciais que substituem o tradicional conjunto de molas por uma articulação em metal-borracha, que reduz atrito, diminui calor interno, corrige desgastes e prolonga a vida útil do produto.
Os terminais de direção são responsáveis por transferir as forças aos componentes ligados às barras de direção e ligação do veículo, possibilitando o movimento de toda a articulação. Segundo a marca, o mau funcionamento dos terminais de direção podem causar danos ao carro e até mesmo risco de segurança aos motoristas e passageiros.
O constante atrito do conjunto de mola tradicional pode provocar um rápido desgaste da peça. Porém, com a tecnologia exclusiva Lemförder, esse sistema é substituído por uma articulação em metal-borracha.
O diferenciado sistema de vedação também oferece vantagens, pois há menor possibilidade de cortes na coifa impossibilitando a entrada de água e impureza na articulação e recuperação de microfuros. A têmpera na esfera, pescoço e cone do pino oferece também uma maior resistência mecânica e maior resistência à fadiga.
Fram amplia a linha de filtros para motos scooters de 6 marcas

A Fram, fabricante de filtro automotivos, amplia seu portfólio do setor de duas rodas no mercado de reposição para as scooters da Dafra, Honda, Kasinski, Kawasaki, Suzuki e Yamaha. São vinte novos filtros do ar, seis do óleo e três do combustível, inclusive para as versões flex, para máquinas com os mais diferentes portes e motores entre 100 e 1.100 cc.
Além disso, a marca tem dezenas de opções na família de produtos Fram, com opções para motos pequenas urbana ou uma edição especial da BMW, Ducati ou Harley-Davidson.
Alta Roda | De olho no consumo
Por Fernando Calmon 
A utilização de recursos eletrônicos nos automóveis modernos levou à crescente disponibilidade de medidores de consumo de combustível. No começo a precisão não era grande, mas agora os resultados permitem ao motorista avaliar consumo médio e instantâneo em várias condições de utilização. Tornou-se dispositivo relativamente barato, presente em computadores de bordo até de modelos compactos.
Em tempos de preços altos e preocupações com emissões de CO2, é um dispositivo bastante útil. Afinal, única forma de combater o efeito estufa provocado por esse gás é economizar combustível. Filtros ou catalisadores não servem, no caso. Ao final, um monitoramento que traz vantagens pecuniárias.
Hoje os controles de consumo e emissões para homologação são feitos em testes padronizados em laboratórios, a fim de garantir repetibilidade. Este cenário começa a mudar na Europa com obrigação, em breve, de certificação nas ruas e estradas em condições reais de uso, o que trará mais credibilidade aos números.
O Grupo PSA (Peugeot, Citroën, DS e agora Opel) se adiantou. No final de 2015 começou a desenvolver um protocolo de aferição em colaboração com duas ONGs e o Bureau Veritas. Frota de 60 veículos rodou mais de 40.000 quilômetros, numa iniciativa inédita no setor automobilístico, e tornou possível agora estimativas com respeitabilidade para mais de mil versões de modelos das três marcas.
Trabalho semelhante foi anunciado semana passada no Brasil pelo Instituto Mauá de Tecnologia, de São Caetano do Sul (SP), porém com intuito específico de comparar consumo de gasolina e etanol em motores flex. Foram escolhidos quatro modelos: Fiat Uno 1,0 manual, Hyundai HB20 1,6 automático, Renault Duster 2,0 automático e Toyota Corolla 1,8 automático. Depois de instalados medidores de combustível, percorreram 15 vezes o mesmo percurso, em cidade e igual número, em estrada.
O resultado demonstrou que, na média, consumo de etanol ficou entre 70,7% e 75,4% do observado com gasolina. As referências do Programa Brasileiro de Etiquetagem estão entre 66,7% e 72,1%, porém com gasolina padrão que contém 22% de etanol anidro. Nos postos de serviço está autorizado até 27% de etanol anidro, o que aumenta um pouco o consumo de gasolina. Daí a utilidade da medição do computador de bordo para aferir o gasto em cada modelo e não deixar de economizar ao abastecer. Outra forma seria fazer cálculos entre abastecimentos ou usar aplicativos com essa função.
No entanto, deve-se observar que adição de etanol à gasolina não aumenta o consumo de forma absolutamente direta à diferença de poder calorífico (energético) entre os dois combustíveis. Etanol proporciona melhores rendimentos térmico e volumétrico ao motor. Este pode aproveitar melhor as diferenças, se bem projetado.
Testes recentes feitos na Alemanha pela Clariant em três modelos Mercedes-Benz, por 12 meses, indicaram que se o volume adicionado de 10% de etanol de cana ou celulose à gasolina alemã subisse para 20%, o consumo seria exatamente o mesmo. E ainda ajudaria na redução de CO2 no ciclo de vida do combustível. Nesse aspecto específico (CO2) rivalizaria com um motor Diesel.
RODA VIVA
COMO se esperava, novo programa de diretrizes de longo prazo à indústria automobilística vai atrasar. Batizado de Rota 2030, esperado para 1º de janeiro próximo, cria estímulos para melhorar segurança e economia dos produtos. Renúncia fiscal seria de apenas 0,5% do que recebe o conjunto do setor industrial. Ainda assim, ministérios envolvidos não se entendem.
DOS recentes boatos nos bastidores do setor um é particularmente curioso. O Grupo CAOA, que tem instalações industriais completas e corpo próprio de engenharia, aproveitaria incentivos do Rota 2030 para produzir em Anápolis (GO), além dos atuais produtos Hyundai, um automóvel elétrico de projeto próprio. A empresa nega, mas sem tanta ênfase.
AUDI Q7 tem dimensões generosas (cinco e sete lugares), mas se comporta com agilidade de um SUV menor. A começar pelo diâmetro ideal do volante, posição de guiar e respostas vigorosas do silencioso motor diesel com torque de nada menos que 61,2 kgfm. Há modo de condução semiautônoma, nível 2, sujeito a limitações de nossas ruas: faixas estreitas e mal sinalizadas.
AINDA falta aprovação em plenário da Câmara dos Deputados, mas o projeto de efeito suspensivo de multas de trânsito até última instância, ou seja, depois de julgada pela Junta Administrativa de Recursos de Infração, merece total apoio. Hoje o Código de Trânsito Brasileiro estimula o motorista a não recorrer, ao firmar prazos inviáveis, burocracia e até oferecer descontos.
ENTRE aplicações mais ousadas de inteligência artificial, uma vem sendo desenvolvida pela japonesa Sumitomo, dona das marcas Dunlop e Falken. Trata-se do sensoriamento das atividades dos pneus em movimento para um futuro não tão distante. É um algoritmo planejado para medir o desempenho em tempo real, a partir de vibração e rotação geradas.
____________________________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Dayco promove encontro de aperfeiçoamento de promotores de venda

A Dayco, fornecedora de sistemas de transmissão para as indústrias automotivas e mercado de reposição, promoveu no mês de outubro um treinamento comportamental, promocional e técnico com sua equipe de promotores de venda.
Os promotores de todo o Brasil viajaram para a fábrica de São Paulo, onde puderam aliar teoria e vivenciar exemplos práticos das mais diversas situações encontradas em todas as regiões do país.
“A Dayco tem o objetivo de formar nossos promotores por completo. Para um atendimento 100% é necessário que este profissional entenda a parte técnica de nossos produtos, mas também saiba como e o que falar com cada cliente, tenha noções de exposição de produto, e principalmente criar e manter o relacionamento com todos os canais.”, comentou o Diretor Comercial para a América do Sul, Silvio Ricardo Alencar de Almeida.
Smart Truck Dpaschoal é inaugurada em Ribeirão Preto/SP

Foi reinaugurada recentemente a primeira Loja Conceito da DPaschoal, em Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo. A loja, voltada para o público de caminhoneiros e grandes frotas, reúne tecnologias exclusivas para o atendimento e prestação de serviços que, segundo a empresa, não são encontrados em nenhuma outra oficina nacional.
“Nossos clientes, em sua maioria transportadores de carga, sempre muito atentos e em busca de serviços de qualidade, encontrarão aqui um ambiente mais moderno e aconchegante, com instalações bem dimensionadas e atendimento diferenciado”, explica o Gerente de Negócios da Linha Pesada Dpaschoal, Divino Lima.
O novo Truck Center, identificado como Smart Truck, é resultado de quase dez anos de pesquisas em melhorias únicas no mercado mundial de serviços automotivos. O objetivo é expandir, dentro de alguns anos, essas mudanças para todos os Truck Centers de sua rede. A varejista está presente em toda a região sul e sudeste do país. São mais de 20 Truck Centers, espalhados por São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Dentre as novidades oferecidas no novo centro está o app LinkRODAR, que possibilitará ao motorista incluir seu currículo e informações gerais sobre os serviços prestados. Dessa forma, as transportadoras, também cadastradas no sistema, conseguirão contatá-lo e oferecer oportunidades de serviços e viagens. Além do ATE – Advanced Time Experience, serviço exclusivo que permite ao cliente acompanhar em tempo real os serviços que estão sendo realizados no seu caminhão enquanto aguarda na sala de espera, por meio de um televisor ou em seu smartphone.
Ingressos ESGOTADOS! Obrigado, amigo mecânico!

Os ingressos do 1° Congresso Brasileiro do Mecânico que acontece amanhã, 21 de outubro, estão ESGOTADOS! Obrigado, amigo mecânico, por participar conosco deste evento! Sem a presença de vocês, nosso Congresso não seria o mesmo. Estamos ansiosos para os debates! A gente se vê no sábado!
O Congresso foi feito especialmente para vocês, mecânicos de automóveis, sejam colaboradores ou empresários donos de oficina, e demais profissionais do pós-venda que desejam ter mais informações sobre capacitação profissional, novas tecnologias, oportunidades de crescimento e como organizar e administrar melhor seu espaço de trabalho.
Alta Roda | De Olho No Consumo
Por Fernando Calmon
A utilização de recursos eletrônicos nos automóveis modernos levou à crescente disponibilidade de medidores de consumo de combustível. No começo a precisão não era grande, mas agora os resultados permitem ao motorista avaliar consumo médio e instantâneo em várias condições de utilização. Tornou-se dispositivo relativamente barato, presente em computadores de bordo até de modelos compactos.
Em tempos de preços altos e preocupações com emissões de CO2, é um dispositivo bastante útil. Afinal, única forma de combater o efeito estufa provocado por esse gás é economizar combustível. Filtros ou catalisadores não servem, no caso. Ao final, um monitoramento que traz vantagens pecuniárias.
Hoje os controles de consumo e emissões para homologação são feitos em testes padronizados em laboratórios, a fim de garantir repetibilidade. Este cenário começa a mudar na Europa com obrigação, em breve, de certificação nas ruas e estradas em condições reais de uso, o que trará mais credibilidade aos números.
O Grupo PSA (Peugeot, Citroën, DS e agora Opel) se adiantou. No final de 2015 começou a desenvolver um protocolo de aferição em colaboração com duas ONGs e o Bureau Veritas. Frota de 60 veículos rodou mais de 40.000 quilômetros, numa iniciativa inédita no setor automobilístico, e tornou possível agora estimativas com respeitabilidade para mais de mil versões de modelos das três marcas.
Trabalho semelhante foi anunciado semana passada no Brasil pelo Instituto Mauá de Tecnologia, de São Caetano do Sul (SP), porém com intuito específico de comparar consumo de gasolina e etanol em motores flex. Foram escolhidos quatro modelos: Fiat Uno 1,0 manual, Hyundai HB20 1,6 automático, Renault Duster 2,0 automático e Toyota Corolla 1,8 automático. Depois de instalados medidores de combustível, percorreram 15 vezes o mesmo percurso, em cidade e igual número, em estrada.
O resultado demonstrou que, na média, consumo de etanol ficou entre 70,7% e 75,4% do observado com gasolina. As referências do Programa Brasileiro de Etiquetagem estão entre 66,7% e 72,1%, porém com gasolina padrão que contém 22% de etanol anidro. Nos postos de serviço está autorizado até 27% de etanol anidro, o que aumenta um pouco o consumo de gasolina. Daí a utilidade da medição do computador de bordo para aferir o gasto em cada modelo e não deixar de economizar ao abastecer. Outra forma seria fazer cálculos entre abastecimentos ou usar aplicativos com essa função.

No entanto, deve-se observar que adição de etanol à gasolina não aumenta o consumo de forma absolutamente direta à diferença de poder calorífico (energético) entre os dois combustíveis. Etanol proporciona melhores rendimentos térmico e volumétrico ao motor. Este pode aproveitar melhor as diferenças, se bem projetado.
Testes recentes feitos na Alemanha pela Clariant em três modelos Mercedes-Benz, por 12 meses, indicaram que se o volume adicionado de 10% de etanol de cana ou celulose à gasolina alemã subisse para 20%, o consumo seria exatamente o mesmo. E ainda ajudaria na redução de CO2 no ciclo de vida do combustível. Nesse aspecto específico (CO2) rivalizaria com um motor Diesel.
RODA VIVA
COMO se esperava, novo programa de diretrizes de longo prazo à indústria automobilística vai atrasar. Batizado de Rota 2030, esperado para 1º de janeiro próximo, cria estímulos para melhorar segurança e economia dos produtos. Renúncia fiscal seria de apenas 0,5% do que recebe o conjunto do setor industrial. Ainda assim, ministérios envolvidos não se entendem.DOS recentes boatos nos bastidores do setor um é particularmente curioso. O Grupo CAOA, que tem instalações industriais completas e corpo próprio de engenharia, aproveitaria incentivos do Rota 2030 para produzir em Anápolis (GO), além dos atuais produtos Hyundai, um automóvel elétrico de projeto próprio. A empresa nega, mas sem tanta ênfase.
AUDI Q7 tem dimensões generosas (cinco e sete lugares), mas se comporta com agilidade de um SUV menor. A começar pelo diâmetro ideal do volante, posição de guiar e respostas vigorosas do silencioso motor diesel com torque de nada menos que 61,2 kgfm. Há modo de condução semiautônoma, nível 2, sujeito a limitações de nossas ruas: faixas estreitas e mal sinalizadas.
AINDA falta aprovação em plenário da Câmara dos Deputados, mas o projeto de efeito suspensivo de multas de trânsito até última instância, ou seja, depois de julgada pela Junta Administrativa de Recursos de Infração, merece total apoio. Hoje o Código de Trânsito Brasileiro estimula o motorista a não recorrer, ao firmar prazos inviáveis, burocracia e até oferecer descontos.
ENTRE aplicações mais ousadas de inteligência artificial, uma vem sendo desenvolvida pela japonesa Sumitomo, dona das marcas Dunlop e Falken. Trata-se do sensoriamento das atividades dos pneus em movimento para um futuro não tão distante. É um algoritmo planejado para medir o desempenho em tempo real, a partir de vibração e rotação geradas.
____________________________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Meritor lança novos eixos para veículos comerciais leves

A Meritor, fornecedora de eixos e sistemas para o drivetrain de veículos comerciais, lança nova geração de eixos traseiros trativos para complementar a família de eixos de seu portfólio. Os MS-10X e MS-11X foram desenvolvidos especialmente para operações mais leves de transporte, sendo indicados para veículos de até 9 e 14 toneladas de carga combinada, respectivamente.
O MS-10X pode ser aplicado em comerciais leves como veículos de entrega urbana, micro-ônibus, motorhome e step van. Entre seus benefícios está a utilização de engrenagens do conjunto de satélite/planetário forjadas de precisão, que contribui para maior robustez em uso severo, além de custo competitivo.
Já o eixo MS-11X pode ser usado em veículos que realizam entregas urbanas entre cidades, micro-ônibus e motorhome. Segundo a marca, esse sistema utiliza par coroa/pinhão com maior comprimento dos dentes, que resulta em melhor durabilidade com maior capacidade de carga e menor custo de manutenção.
Outra novidade são os eixos traseiros pesados com redução no cubo para caminhões de até 120 toneladas de carga combinada. Desenvolvido para atender as necessidades de severidade alta, esse eixo proporciona maior distância do solo, garantindo maior mobilidade na aplicação pesada. Além disso, possui sistema otimizado de lubrificação com maior longevidade e com intervalo de troca de óleo estendido, afirma a Meritor.
DS investe no crescimento da fábrica em São Jose do Rio Preto/SP

Pensando no futuro, a DS iniciou a ampliação de sua unidade em São Jose do Rio Preto, que conta com 4 mil m². Após a obra, a unidade quase dobrará de tamanho, dispondo de 7 mil m² de área fabril, crescimento que proporcionará a geração de novos empregos e oportunidades.
A empresa já emprega 150 funcionários na unidade e, com a ampliação, tem a previsão de aumentar este número em 40%, dando a oportunidade de crescimento e aquecimento da economia na região.