Total Lubrificantes direciona seu crescimento para o setor duas rodas



Com o objetivo de ampliar em 5% a sua participação no segmento sobre duas rodas, a Total Lubrificantes do Brasil, direciona o seu crescimento ao setor para se aproximar do cliente final. Para isso, segue ampliando e consolidando as parcerias em sua rede de distribuição nacional por meio da linha ELF MOTO.

“A nossa mais prestigiada e tradicional linha de óleos lubrificantes comemora 50 anos e é estratégica para a expansão do Grupo Total no mercado de motocicletas. Isso porque, a ELF MOTO é uma marca que está em sintonia com o que há de mais atual em todos os setores. Com produtos de altíssima qualidade e performance, a gama ELF MOTO atende todas as necessidades e níveis de desempenho que esses veículos exigem”, explica o gerente de Desenvolvimento de Mercado e Business Intelligence, Leandro Mantovani.

Segundo a empresa, a capacitação dos vendedores e mecânicos é um dos passos da Total para alcançar 5% desse setor de lubrificantes. Responsáveis por orientar os consumidores sobre qual é o melhor produto, eles também levam informações precisas ao mercado. Entre elas, quais soluções são as mais indicadas para aumentar a durabilidade e a aceleração do motor, como trocar de marcha de forma suave e reduzir o ruído e a temperatura de funcionamento do propulsor, independentemente do número de cilindradas.

NGK orienta como deve ser realizado os testes da bobina de ignição



A bobina é um dos componentes automotivos que mais passou por evolução nos últimos anos. Adaptada às novas necessidades dos motores, o componente se transformou, deixou de depender dos distribuidores e, hoje, possui versões estáticas – com e sem a necessidade de cabos – e individuais – que podem ser top coil ou pencil coil. Por isso, a NGK, especialista em ignição, orienta os reparadores sobre os cuidados com o componente.

“As bobinas são as responsáveis por transformar a tensão do sistema de alimentação do veículo em alta tensão”, explica o consultor de Assistência Técnica da NGK do Brasil, Hiromori Mori. Segundo o especialista, as novas tecnologias aplicadas às bobinas fazem com que a peça se torne ainda mais importante para o sistema de ignição e, consequentemente, para o motor. “As bobinas de ignição são desenvolvidas para atender as necessidades de cada motor, por isso, seus modelos variam de acordo com os projetos das montadoras”, comenta Mori.

Apesar dos diferentes tipos, os testes realizados pelos mecânicos durante uma revisão são os mesmos. O primeiro passo da inspeção é realizar uma análise visual, onde é possível detectar trincas e rachaduras no corpo da bobina e oxidações nas torres de alta tensão e terminais. “A segunda etapa, igualmente importante, é a medição da resistência do circuito primário e secundário da bobina, além da tensão de alimentação”, indica o consultor de Assistência Técnica. Os valores de referência para essa análise podem ser consultados por meio do SAC da NGK pelo telefone 0800-197-112. “Vale ressaltar que algumas bobinas possuem o módulo de ignição integrado e, por isso, não é possível realizar o teste de resistência”, complementa Hiromori.

A principal causa de falhas nas bobinas é o uso de velas de ignição com desgaste excessivo. Por isso, sempre que um dos itens do sistema de ignição apresentar problemas, é recomendado que se faça a inspeção completa do conjunto, composto por velas, cabos e bobinas. “Velas muito desgastadas exigem maior tensão para gerar a centelha causando uma sobrecarga de trabalho no sistema de ignição, atingindo bobinas e cabos”, alerta Hiromori Mori.

Outra dica importante, conforme o especialista da NGK, especialmente nos casos das bobinas individuais, é sempre que uma das peças apresentar falhas, realizar preventivamente a inspeção das outras bobinas. “Quando uma delas apresenta problemas, quer dizer que, em algum momento, as outras também podem falhar. É papel do mecânico orientar o cliente em relação a este cuidado, evitando prejuízos futuros, uma vez que, em pouco tempo pode ser que seja necessária uma nova substituição de bobinas”, recomenda o especialista.

Honda Civic comemora 20 anos no Brasil



O Honda Civic completa 20 anos de produção no Brasil. Neste período, mais de 630 mil Honda Civic produzidos no Brasil chegaram às mãos dos consumidores, em cinco diferentes gerações.

Em comemoração, a Honda deu vida às cinco gerações fabricadas no país do modelo em um vídeo produzido para comemorar essa data. Eles “se encontraram” na fábrica em Sumaré para trocarem suas experiências e relembrar a evolução do sedã ao longo destes 20 anos de história no país.

Confira o vídeo aqui.

Ford lança informações técnicas do Edge 2010 no site da Motorcraft


A Ford lançou mais uma novidade para o mercado de reparação automotiva no site Reparador Motorcraft: as informações técnicas do Edge 2010. O material está disponível para consulta e download gratuito no site www.reparadormotorcraft.com.br.

O objetivo da publicação é facilitar o reparo de modelos da marca fora do período de garantia nas oficinas independentes, aumentando a produtividade do serviço e a satisfação dos clientes. Além do Edge, o site Reparador Motorcraft também já traz informações técnicas de versões fora de garantia do Fiesta Rocam, Courier, Ka, Focus e Fusion.

Sabó lança juntas superiores para linha leve


Atualizando seu portfólio de produtos, a SABÓ lança para o mercado de reposição jogos de juntas superiores para a Linha Leve. São trinta e seis novos itens, atendendo veículos nacionais, de várias marcas e modelos de motorização, dentre eles: Citröen, Fiat, Ford, GM, Honda, Peugeot, Renault, Toyota, Volkswagen e alguns com opções de “com ou sem retentor” e também, motores com tecnologia Flex.

Segundo a SABÓ, além de serem os mais eficientes e econômicos do mercado, possuem opção de junta de cabeçote metálica e em fibra (não amianto).

Limpeza no circuito do ar-condicionado em um Hyundai HB20

Mostramos o procedimento completo de limpeza dos componentes que compõem o sistema condicionador de ar em um Hyundai HB20 1.6 2013

por Fernando Lalli
fotos Lucas Porto

Manutenção do condicionador de ar automotivo é um ramo cada vez mais atrativo, já que a frota circulante de veículos equipados com esse recurso aumenta exponencialmente. Antes um item de luxo, o sistema de climatização hoje é um item de segurança ativa, instalado em carros zero-km como item de série.

Para que se tenha ideia, um dos carros mais vendidos do País, o Hyundai HB20 é equipado com condicionador de ar em todas as suas versões, desde a mais básica. Hoje, o compacto coreano fabricado em Piracicaba/SP tem mais de 700 mil unidades vendidas, se somadas as versões hatch e sedã (HB20S).

Por conta desse aumento de frota, profissionais de mecânica e também de fora do setor automobilístico estão migrando para o ramo de reparo de condicionador de ar automotivo. Porém, esse tipo de serviço requer informação atualizada e ferramental adequado. “Não há espaço para improviso”, declara o especialista José Roberto Rodrigues, instrutor de treinamento da Royce Connect, empresa especializada em componentes de climatização automotiva.

Para demonstrar como deve ser feito o correto passo a passo da limpeza completa do sistema de condicionador de ar em um Hyundai HB20 1.6 2013, o especialista José Roberto contou com a ajuda de Jakson Bernardino dos Santos, assistente técnico da Royce Connect. Neste carro, havia a reclamação do cliente de que o sistema condicionador de ar não estava funcionando.


Diagnóstico
1. Após a remoção das tampas de vedação das conexões para linhas de baixa e alta pressão, instale o conjunto manifold da máquina recolhedora e recicladora, ou conjunto manifold convencional.

2. Uma vez conectados os engates rápidos, veja nos manômetros se há pressão no sistema. No HB20 da reportagem, não havia pressão indicada em nenhum dos dois manômetros. Isso indica que há vazamento.

Obs: A pressão do fluido refrigerante (Gás) R134A sempre varia de acordo com a temperatura ambiente, sendo veículo parado e condicionador ar desligado. Sob a temperatura de 24°C, como estava no momento da medição, se o sistema estivesse OK, deveria apresentar uma pressão de aproximadamente 78,9 PSI (Lbs/pol²).

3. Inicie a localização do vazamento. Utilize um conjunto manifold convencional e instale-o no veículo. Utilize as mesmas conexões de baixa e alta pressão.

4. Através da linha de serviço do conjunto manifold, inicie a aplicação somente com nitrogênio pois é um gás que não retém umidade. Nunca utilize ar comprimido em qualquer manutenção no ar condicionado, porque contém umidade e vai contaminar e danificar todo o sistema.

PROCEDIMENTO DE SEGURANÇA PARA UTILIZAR CILINDRO DE NITROGÊNIO EM SUA OFICINA

5. Conecte a linha de serviço do conjunto manifold no regulador de pressão do cilindro de nitrogênio.

6. Verifique se o manípulo (borboleta) do regulador de pressão está livre. Ele sempre deve estar aberto (solto).

ATENÇÃO! Caso o manípulo esteja acionado (fechado) quando registro do cilindro for aberto, vai causar excesso de pressão na saída para o regulador de pressão. Isso poderá até estourar o regulador de pressão, levando sérios riscos à integridade física do mecânico e pessoas ao redor.

7. Abra apenas ¼ (um quarto) de volta do registro do cilindro de nitrogênio. Esta é uma medida de precaução: se houver algum vazamento no equipamento, fica mais rápido para fechar.

8. Acione o manípulo (borboleta) até que a escala do manômetro de saída do regulador de pressão indique a marca de 6,8 kgfcm², equivalente a 100 PSI.

9. Abra o registro na mangueira da linha de serviço do conjunto manifold e abra os registros de alta e baixa pressão lentamente. Se necessário, faça a correção.

10. Já é possível remover o cilindro de nitrogênio seguindo a sequência de segurança: a) Feche o registro do cilindro; b) Desconecte a linha de serviço para despressurizar os manômetros do regulador de pressão; c) Deixe o manípulo (borboleta) solto para que não esteja acionado na próxima operação.

11. Uma vez pressurizado o sistema, localize o vazamento aplicando detergente por toda extensão do circuito com pincel ou borrifador. Verifique se há aborbulhamento pela fuga de nitrogênio.

12. Neste caso, o vazamento foi encontrado na conexão da tubulação com a válvula de expansão.

13. Para liberar a pressão residual do nitrogênio que ficou no sistema, basta abrir os registros do conjunto manifold e abrir a linha de serviço com cuidado.

Obs: O nitrogênio pode ser liberado sem problemas na atmosfera, afinal, é o gás que compõe a maior parte do ar que respiramos (78%). Já o fluido R134A que circula no sistema jamais deve ser jogado ao ar. Sempre deve ser recolhido e reciclado por um aparelho adequado, no caso, a máquina recicladora para retornar ao sistema de ar condicionado.

Desmontagem do sistema de climatização

Como houve vazamento total, a umidade do ar atmosférico entrou no sistema e o contaminou. Por isso, a limpeza deve ser completa, incluindo a desmontagem do compressor.

14. Inicie a desmontagem pelo flange de fixação da tubulação na válvula de expansão. Solte o parafuso com chave 12 mm estrela. Desconecte as mangueiras.

15. Remova os dois parafusos de fixação da válvula de expansão ao evaporador com chave estrela 10 mm.

16. Nesse momento, foi possível identificar com maior precisão a causa do vazamento: um o’ring danificado. Todos os o’rings das conexões, quanto estas são removidas, devem ser trocados durante o procedimento.

17. Suba o carro no elevador. Solte as proteções plásticas inferiores e o protetor de cárter, se houver. Todas as proteções são fixadas por parafusos de 6mm com cabeça 10 e/ou 13 mm e presilhas com chave philips.

18. Há mais uma carenagem inferior bipartida, presa por parafusos de 6 mm com cabeça 10 mm, que deve ser removida para acessar tanto o filtro secador (junto ao condensador) quanto o compressor do condicionador de ar. São dois parafusos de cada lado nas longarinas e três parafusos também de cabeça 10 mm na travessa do radiador.

19. Para acessar o filtro secador, ainda é necessário deslocar a travessa inferior que sustenta todo o conjunto formado por radiador, eletroventilador e condensador. Comece soltando as fixações por duas presilhas do para-choque com chave philips.

20. A travessa é presa por oito parafusos, quatro em cada lado. Para deslocá-la, solte três dos quatro parafusos do lado do passageiro, deixando o último para sustentação.

21. Depois, remova os quatro parafusos do lado do motorista – que também é o lado do filtro secador.

22. Tenha à mão uma abraçadeira de nylon (também chamada de cinta hellerman) para sustentar a travessa pelos furos de um dos parafusos e, assim, movimentá-la de forma a ter acesso ao filtro secador (22a). Nesse momento, cuidado com o coxim de apoio do radiador, que pode cair. Remova-o e deixe-o de lado até o momento da montagem (22b).

23. Abra o tampão do filtro secador com uma chave allen 14 mm. O próprio tampão possui um filtro de tela para reter impurezas do sistema e que também deve ser substituído.

24. Com um alicate de bico, retire o envelope com o elemento secante. Neste veículo, o filtro é do tipo refil. Reinstale somente o tampão do filtro para manter o sistema fechado no momento da limpeza.

Remoção e desmontagem do compressor

25. Para soltar o compressor, inicie pela correia de acessórios. Solte o tensionador automático da correia de acessórios com auxílio de chave estrela de 14 mm.

26. Siga para as tubulações de baixa e alta pressão junto ao compressor. Solte as fixações das conexões com chave soquete 12 mm.

27. Solte as fixações do compressor ao bloco do motor. São quatro parafusos, dois superiores e dois inferiores, com cabo de força e soquete 12 mm.

28. Solte o conector elétrico. Remova o compressor do veículo e leve-o para bancada. Utilize uma bandeja adequada para conter as peças e fluidos.

Obs: É necessário abrir completamente o compressor, pois, a contaminação por umidade atinge todo o circuito, inclusive, as peças internas (pistões, placas e corpo) etc.

29. Antes de abrir o compressor, esgote o óleo.

30. Com uma chave trizeta, segure o conjunto para soltar o parafuso de fixação da placa de arrasto (também chamada de “embreagem” da polia de acionamento) com chave L 10 mm.

31. Com alicate apropriado, solte o anel trava da polia de acionamento do compressor.

32. Utilize sacador de polia e placa de apoio para fazer a remoção da polia. No caso da ferramenta utilizada nesta reportagem, o fuso tem cabeça 19 mm.

33. Antes de remover a bobina eletromagnética da polia, primeiramente, solte o suporte do conector elétrico da bobina.

34. Em seguida, remova o anel elástico com alicate apropriado para a função. Assim, será possível remover a bobina.

35. Retire os parafusos que fazem a fixação do corpo do compressor com chave 8 mm. Esses parafusos são passantes: atravessam a tampa dianteira, as partes centrais, até a tampa traseira (35a). Observe que esses parafusos possuem arruelas – estas têm função de vedar contra vazamento de fluido e óleo pela tampa do compressor, portanto, são importantíssimas e devem ser substituídas (35b).

36. Remova a tampa dianteira, que deve sair manualmente.

37. Abaixo da tampa, há a placa de válvulas, que comumente sai com as mãos. Porém, pode ficar grudada pela pressão exercida pela fixação anterior. Remova-a a com cuidado (37a). A placa dianteira possui gravada em si a letra “F” de “front” (frente) (37b).

38. Remova a tampa traseira, que também deve sair manualmente (38a). A placa de válvulas traseira é semelhante à dianteira, porém, possui gravada a letra “R” de “Rear” (traseira).

39. Solte os dois parafusos que fazem a fixação das duas partes do corpo (carcaça) do compressor.

40. Após a remoção dos parafusos, separe as duas partes do corpo do compressor apoiando os polegares nos pistões e puxando uma das metades para o sentido contrário. Tome cuidado para não desmontar todo o conjunto de uma vez.

41. Antes de remover os pistões da outra metade do corpo, faça uma pequena marcação internamente no corpo de cada um dos pistões para numerar sua ordem. Essa marcação indica a posição certa na posterior montagem no mesmo cilindro de trabalho, o que evita possível deficiência na compressão por falha de assentamento. Ainda neste modelo, como cada pistão trabalha dos dois lados, deve-se atentar também ao lado inicial da montagem. Sempre faça a marcação em algum ponto que evite gerar deformação nos cilindros. Neste caso José Roberto tomou a tampa dianteira posicionada em pé como referência e numerou os pistões de 1 a 5 em sentido horário.

42. Retire a junta de vedação que fica entre as duas partes do corpo.

43. Empurre os pistões para fora, desmontando assim o restante das peças. No eixo com disco inclinado (swash plate) há dois rolamentos de agulhas de folga axial que também devem ser removidos.

Limpeza e montagem do compressor

44. A limpeza das peças do sistema de ar condicionado deve ser feita com produto específico chamado 141B, um solvente para limpeza não higroscópico, portanto, não retém umidade e não contamina o sistema. No caso das peças do compressor, faça a limpeza em uma bandeja adequada e limpa, com o auxílio de um pincel para remover todas as impurezas.

45. Aproveite para limpar também a válvula de expansão. Isole a peça com filme plástico logo em seguida.

46. O descarte do produto deve ser feito em um recipiente adequado. Nunca pode ser jogado no ralo comum. Segundo José Roberto, pode ser usado o mesmo tambor de descarte de óleo usado.

47. Antes de começar a montagem do compressor, aplique óleo sintético PAG 150 em todos componentes internos, tais como os rolamentos de agulha no eixo (pistas e roletes), os mancais dos pistões corpo do compressor (cilindros e bucha central) e pista do eixo. Não se esqueça de descartar as vedações antigas e instalar novas.

48. O posicionamento dos pistões deve ser feito primeiro no disco inclinado seguindo a ordem de marcação. Para posicionar os mancais, com o devido cuidado, pode ser utilizado o auxílio de uma pequena chave de fenda. Atenção: não se esqueça de colocar os rolamentos de agulha e suas respectivas pistas no eixo antes de encaixar os pistões.

49. Segurando eixo e pistões com uma das mãos, posicione a parte dianteira do corpo e faça o encaixe com cuidado. Como a folga desse conjunto é milesimal, qualquer mau posicionamento pode causar danos nos cilindros ou pistões. O encaixe tem que ser perfeito.

50. Com o encaixe realizado, o conjunto deve girar livre. Em seguida, encaixe a junta e a outra metade do corpo. Gire mais uma vez para verificar se está tudo OK. Se não girar livre, o funcionamento vai causar danos ao sistema, como riscos nas paredes dos cilindros e/ou danos aos pistões.

51. Proceda o restante da montagem seguindo a ordem inversa da desmontagem. Ao final do procedimento, abasteça o compressor com óleo sintético indicado para o sistema (PAG 150) e vede bem as conexões com devidas tampas ou mesmo filme plástico para evitar contaminação até a montagem final no veículo.

Limpeza do restante do sistema

52. Utilize a garrafa flush, específica para limpeza do sistema de condicionador de ar. Seu abastecimento não deve exceder 70% de 141B, deixando o espaço restante para pressurização com nitrogênio.

53. A garrafa pode ser pendurada na alça do capô. Utilizando o gatilho e a mangueira de serviço do conjunto manifold ao cilindro de nitrogênio, inicie a pressurização para a garrafa flush.

IMPORTANTE: Repita o procedimento de segurança para operação do cilindro de nitrogênio como destacado entre os passos nº 5 e 10. A pressão deve ser ajustada a 3,4 kgfcm² (50 PSI) no regulador de pressão para inserir o fluido 141B. Nesta situação, nunca ultrapasse a pressão de 70 PSI. Mantenha o registro da garrafa fechado até o início da aplicação.

54. Faça a aplicação em uma das linhas (54a). Não existe ordem entre a de alta ou de baixa pressão: escolha uma delas e, imediatamente após a aplicação do produto de limpeza, vede as duas extremidades com filme plástico (54b) para manter o solvente 141B dentro do circuito, permitindo assim sua eficácia na limpeza, bem como, evitar a contaminação do sistema pela umidade do ar.

55. Nas saídas do evaporador, aplique o produto e utilize tampas plásticas para vedar as saídas.

56. Aguarde 15 minutos para que o produto reaja e possa soltar todas as impurezas. Após esse tempo, retire o filme plástico e aplique nitrogênio para remover o produto 141B, repetindo o procedimento uma linha por vez.

IMPORTANTE: Reveja o procedimento de segurança para operação do cilindro de nitrogênio como destacado entre os passos nº 5 e 10. Conecte o gatilho de aplicação direto na mangueira de serviço que, por sua vez, deve estar conectado ao regulador de pressão. A pressão deve ser ajustada entre 50 e 70 PSI.

57. Ao ser removido pelo nitrogênio, o líquido deve sair limpo. Se contiver impurezas, repita a operação de limpeza. Como o acesso ao evaporador é limitado, utilize uma mangueira para ajudar a remover o produto.

58. Terminando a limpeza de cada linha, volte a vedar extremidades com filme plástico – sempre para evitar contaminação pela umidade do ar.

Montagem do sistema de climatização

Obs: A montagem segue a ordem inversa da desmontagem, observando os detalhes a seguir.

59. Substitua todos os o’rings, começando pelos do evaporador.

60. Antes de instalar a válvula de expansão, lubrifique a área de contato e os o’rings somente com óleo do sistema sintético PAG 150. Jamais lubrifique qualquer parte do circuito com graxa, vaselina ou desesgripante.

61. Troque também os o’rings das mangueiras dos circuitos de baixa e alta pressão ligadas à válvula de expansão. Igualmente, lubrifique os anéis e áreas de contato.

62. No momento da instalação do compressor no suporte do bloco do motor, não se esqueça de trocar e lubrificar os o’rings das mangueiras, e de ligar o conector do chicote elétrico para a bobina eletromagnética.

Obs: Para esclarecer possíveis dúvidas sobre a instalação do compressor, consulte a matéria “Substituição do compressor de ar-condicionado no HB20”, publicada na edição nº 261 (Janeiro/2016) da Revista O Mecânico.

63. Remova o tampão do condensador para instalar o novo elemento secante e filtro.

64. No re-encaixe da travessa, perceba se está correto o posicionamento dos coxins de apoio do radiador.

65. Com o sistema montado, refaça o teste de pressão no sistema, como explicado entre os passos nº 3 e 13. Sempre siga o procedimento de segurança para uso do cilindro de nitrogênio.

66. Comprovado que o sistema está sem vazamentos, reinstale a máquina recicladora nas linhas de baixa e alta pressão ou mesmo conjunto manifold para processo manual e aplique vácuo de, no mínimo, 40 minutos.

67. Em seguida, dê a carga correta de inserção de fluido refrigerante R134A (Gás) no sistema. Neste modelo de veículo, a carga deve ser de 0,450 kg.

Testes e cálculo de rendimento do ar-condicionado

ATENÇÃO! Os valores de referência do compressor e do sistema de ar condicionado apresentados a seguir se referem exclusivamente ao sistema do Hyundai HB20 1.6 2013, que possui compressor com cilindrada fixa. Para cada tipo de sistema, existem valores constantes de referência específicos, obtidos já com o sistema em funcionamento, além de cálculos diferenciados que devem ser obrigatoriamente aplicados para a execução dos testes. Esses valores estão em tabelas que podem ser obtidas com as montadoras dos veículos e com as fornecedoras de peças para condicionador de ar. Ao fazer os testes em sua oficina, tenha certeza de que possui os valores de referência e os cálculos corretos antes de cravar o diagnóstico. Reforçamos que sistemas diferentes possuem valores e cálculos diferentes. Não basta apenas “sair vento frio” na saída do difusor, como veremos a seguir.

Posicionamento do termômetro: Para comprovar o rendimento do sistema de condicionador de ar , é necessário medir quatro pontos: a temperatura externa ambiente (A) e três pontos diferentes dentro do habitáculo do veículo: a região do motorista (B) , o passageiro traseiro – ambos na altura da cabeça – e o difusor de ar central (C) . Se possível, utilize um termômetro com quatro ou mais sensores para medir todos os pontos citados simultaneamente, o que eliminaria qualquer interferência na leitura.A medição foi feita com o eletroventilador de aeração (ventilação interna) do condicionador de ar na 3ª velocidade e o motor funcionando constantemente à rotação de aproximadamente 1500 rpm (D).

Cálculo: O cálculo de eficiência do ar condicionado mede a quantidade de calor que o sistema consegue retirar do habitáculo levando em conta a temperatura externa no momento da medição e as constantes conhecidas para aquele sistema. No momento do teste, a temperatura externa era de 21°C.

Baseado na capacidade do sistema de condicionador de ar, sabe-se que o sistema de ar condicionado do Hyundai HB20 1.6 2014 – composto por compressor de cilindrada fixa – tem a capacidade de retirar da temperatura externa uma faixa entre 7°C e 12°C. De posse dessas informações, calcula-se as temperaturas mínima e máxima admissível para motorista e passageiro traseiro, subtraindo da temperatura externa os valores de referência:

21°C – 7°C = 14°C
21°C – 12°C = 9°C

Ou seja, considerando as condições de funcionamento descritas anteriormente, sob uma temperatura externa de 21°C, as temperaturas para motorista e passageiro traseiro têm limite máximo entre 9°C e 14°C.

Obs: É normal a temperatura do passageiro traseiro estar mais fria que a do motorista. Trata-se de uma propriedade física (termodinâmica) observada no habitáculo do veículo.

Para calcular a temperatura ideal no difusor central , é necessário observar qual é a pressão máxima de sucção do compressor durante seu funcionamento no exato momento do desligamento do compressor. Para tal, através do conjunto manifold já instalado no circuito (neste caso o da própria máquina recicladora). Com o veículo ligado nas condições de funcionamento descritas anteriormente, sob a mesma temperatura externa de 21°C, observou-se que o compressor desligou com 16 PSI.

De acordo com uma tabela específica de equivalência, os 16 PSI de pressão correspondem à temperatura de -9°C (nove graus célsius negativos). De posse desses valores, e levando-se em conta as mesmas constantes de capacidade do sistema (faixa de 7°C a 12°C) é possível calcular a faixa ideal de temperatura para o difusor de ar central, considerando uma eventual perda de rendimento desde o evaporador até o difusor pelos dutos. O resultado que determinará se o sistema apresentou eficiência segue:

-9°C + 7°C = -2°C
-9°C + 12°C = 3°C

Ou seja, considerando as condições de funcionamento descritas anteriormente, sob uma pressão de sucção (temperatura de sucção), a temperatura no difusor central deverá indicar valores de temperatura entre -2°C e 3°C.

Fiat lança seu primeiro aplicativo para clientes



A Fiat lança seu primeiro aplicativo para clientes. Inicialmente, apenas os donos do Fiat Argo e da Toro serão beneficiados pelo aplicativo, onde podem ter acesso ao manual do veículo, dicas e informações úteis. Além disso, tem acesso a serviços como assistência 24 horas, chat para tirar dúvidas e pré-agendar serviços e revisões.

“Sabemos que os clientes passam grande parte do seu tempo no interior de seus carros e conhecê-los por completo pode tornar a experiência de dirigir mais prazerosa. Por isso, simplificamos a apresentação das funções e características do veículo, modernizando o tradicional manual do proprietário. Também passamos a oferecer serviços e pré-agendamento de manutenção em um único lugar: na palma da mão”, diz o diretor de Marketing, Comunicação e Sustentabilidade da Fiat Chrysler Automóveis (FCA) para a América Latina, João Ciaco.

Alta Roda | Autônomos para todos?

Por Fernando Calmon


A tecnologia dos carros autônomos continua a surpreender praticamente a cada semana. Muitas vezes de forma positiva, mas nem sempre. A Renault, por exemplo, acaba de fazer uma demonstração bem interessante. Desenvolveu um sistema automático capaz de desviar de um obstáculo com a mesma precisão e rapidez dos melhores pilotos de teste da companhia. Uma prova de que a inteligência artificial pode igualar ou superar a habilidade humana.

Por outro lado, a Waymo, divisão do Google que cuida de automação, começou a filmar as reações de seus funcionários em testes internos e de rua. E se assustou ao notar que motoristas dormiam ao volante a 96 km/h, quando deveriam estar prontos para assumir os comandos. A empresa anunciou agora que sua tecnologia “mãos livres” – nível três na escala de 0 a 5 – será colocada de lado em favor dos estágios mais avançados. A empresa decidiu que motorista não é passageiro e deve ficar sempre atento.


Um aspecto ainda duvidoso é a rapidez do avanço da tecnologia e, além disso, os custos envolvidos tanto no automóvel quanto na infraestrutura urbana e rodoviária. Vários fabricantes já anunciaram que por volta de 2021 ou 2022 alguns modelos poderão estar circulando com independência do motorista, se as regulamentações legais estiverem aprovadas.

Há, ainda, um longo caminho a percorrer no desenvolvimento do lidar, da câmera de altíssima resolução, do laser, do ultrassom e do radar. Sem contar os aplicativos, as reduções de custos e do número de sensores (carro não pode virar uma “árvore de Natal”), além do aumento da autonomia em modo autônomo. Exigirá milhões de quilômetros de testes em diferentes condições de piso e atmosféricas.

Alguns analistas financeiros da Bolsa de Nova York, como Rod Lache do Deutsche Bank, estão mais otimistas quanto à rapidez de introdução ao mercado. Ele até considera que empresas gigantes, como a General Motors, dominarão a tecnologia antes da badalada Tesla, a novata marca americana dedicada a automóveis elétricos.
Há, entretanto, opiniões que indicam certa prudência com o tema, mesmo no exterior. Don Walker, da sistemista Magna, prevê que em 2025 apenas 4% dos modelos novos nos EUA terão nível quatro de automação, aquele em que haverá um banco de motorista rotacional pois o veículo será autoguiável em praticamente todas as situações.
O renomado físico brasileiro José Goldemberg, em recente artigo no jornal O Estado de S. Paulo, se enquadra entre os céticos. “O enorme esforço para produzir automóveis autônomos parece ser mais um esforço de marketing do que um esforço genuíno para resolver os problemas atuais que afetam o tráfego nas grandes cidades”, pontuou. Sob o título “O futuro do automóvel – desejos e realidade” também destacou ser “pouco provável” outros métodos de locomoção virem a substituir integralmente o transporte individual e até mesmo o prazer de dirigir.
Goldemberg, de 89 anos, pode ter sido um pouco ácido ou esquecido dos idosos sem condições mais de guiar. Porém, em referência ao Brasil e países assemelhados sem infraestrutura de suporte às novas tecnologias, está coberto de razão.
RODA VIVA
CITROËN Cactus nacional será primeiro modelo (apesar das negativas da marca) com a nova arquitetura EMP2, do Grupo PSA, que dará origem a outros produtos no Brasil. Quando o modelo estrear aqui, em 2018, já terá o visual novo, sem as volumosas almofadas laterais, substituídas por apliques mais discretos na parte inferior das portas. Motor será o 1,6-L turboflex e câmbio automático 6-marchas.
PREVISÕES otimistas sobre continuidade de recuperação do mercado em 2018 estão, timidamente, em ascensão. Há apostas entre 2,4 e 2,6 milhões de unidades (incluídos veículos pesados). Até 2021, alguns executivos (em off) acreditam que o crescimento anual será de 8% a 10%. Algo perto de 3,4 milhões. Em 2022, assim, voltaríamos aos números de 2012…
LAND ROVER Discovery venceu o desafio de dimensões tão grandes parecerem menores. Volante de direção, algo exagerado em diâmetro, está lá para advertir o motorista que o espaço interno “palaciano” exige cuidados ao mudar de faixa ou manobrar. Para os 2.223 kg de massa total, só mesmo 61,2 kgfm de torque tornam o motor diesel a escolha mais adequada.
MULTAS para pedestres e ciclistas foram, finalmente, regulamentadas pelo Contran. Era uma pendência de 20 anos do atual Código de Trânsito Brasileiro. No entanto, não ficou estabelecido como se fará a cobrança, sem a qual tudo continuará como hoje. Há abusos crescentes dos chamados “novos ciclistas”, mas essa tem todo o jeito de ser mais uma lei que não pega.
APLICATIVOS de rotas alternativas, como Waze, são de fato uma mão na roda com perdão do trocadilho. Porém, não infalíveis. Há de fato pequenas falhas e até desarranjos graves ocasionais. Recentemente em São Paulo, cidade com maior número de usuários no mundo, o trânsito deu um nó em algumas regiões por indicações errôneas. Google, dono do app, não se manifestou.
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Total lança óleo lubrificante 0W20 na Europa



A Total lubrificantes anuncia o lançamento do Total Quartz Ineo Long Life 0W20 que possui tecnologia de resistência à idade e foi formulado de acordo com os padrões internacionais ACEA C5.

Segundo a empresa, o novo óleo garante longa durabilidade, economia de combustível para os motores a gasolina e diesel, 21% a menos de formação de borra e é 72% mais eficaz contra o desgaste de peças.

O óleo sintético Long Life 0W20 é projetado para atender ao requisito de viscosidade SAE 0W-20 de veículos europeus. Seu uso é proposto para veículos do grupo Volkswagen e também atendem o padrão VW 508.00 / 509.00 BLUE OIL.

De Carro Por Aí | Classe X, a picape Mercedes para 2019

Por Roberto Nasser


Mercedes-Benz mostrou a jornalistas sul americanos a picape Classe X produzido na Espanha, a ser replicado pela Nissan na Argentina, junto com seu Frontier e a cópia Renault Alaskan. Porta a essência do mercado brasileiro no segmento: picape, cabine dupla, motor diesel, opção de tração total e simples.

Não é igual às Frontier e Alaskan, com diferenças inculcadas por seu DNA em isolamento termo acústico, bitolas maiores, permitindo melhor composição com as caixas de rodas, e rodar mais confortável. Ao lançamento, em 2019, três versões de decoração e motorização – o engenho Nissan 2,3 litros com um ou dois turbo compressores.
Como vender uma picape quase igual com três marcas diferentes?

Esta é a missão das diretorias comerciais das três marcas. Nissan, já presente no mercado, terá mais facilidade – apesar de resultados tíbios em vendas e da má fama de tirar produtos de fabricação; Renault deve contornar a falta de tradição no produzir e vender picapes, com a maior rede revendedora, mas seu Presidente diz ser o maior desafio entender quem é o comprador do Alaskan; Mercedes não imagina ver sua versão estrelada arrancando toco ou levando transformador de energia nas grimpas do morro. Daí diferenciou-o em rolagem, uso e decoração, pretendendo o comprador para o qual o uso extremado das capacidades é coisa secundária. Pretenderá o conforto, a boa decoração, e o intangível valor de ter uma estrela na grade frontal.

Classe X, Mercedes, 2019


E mais, um SUV para Nissan e Renault. Mercedes?
A operação da Nissan na Argentina – dentro da pioneira fábrica Ika e agora Renault em Córdoba –, não será apenas o tosco processo industrial de fazer picapes. Mas projeto para o futuro, onde as picapes e utilitários esportivos prometem presença palpável e rentável.

Leitor da Coluna soube por antecipação mundial, a Nissan produziria uma picape com sua marca e montaria outros para a associada Renault e a avençada Mercedes. Fábrica iniciará produzir em 2018. Inicialmente com o Frontier adequado ao Brasil – atual versão mexicana se ressente da falta de ajustes -; a picape Alaskan ao meio do ano; e o Mercedes ao final, como modelo 2019.

Operação ambiciosa soma evidências ao projeto de instalar a marca na Argentina, transformada em fornecedora de picapes para a América do Sul. Produto adicional pode ser utilitário esportivo construído sobre o chassis do Frontier, recentemente apresentado na China. Leva o nome de Paladin – em mandarim nada significa … Seria produzido na Espanha pela fábrica Nissan onde além do Nissan Frontier e do Renault Alaskan, iniciou há dias fazer a picape Mercedes Classe X. Pode ser igual opção na operação América do Sul – exceto Mercedes pois nas entrevistas de apresentação tal possibilidade foi negada.

Como produto utiliza o chassis da picape. Vindo à produção re-editaria o fugaz e mal acertado X-Terra, então construído sobre o Frontier duas gerações anteriores. A fórmula é simples, mas é apenas adotada pela Toyota no fazer seu lucrativo SW4 sobre o chassi da picape HiLux.

Nissan Paladin ( foto sítio Burlappcar)


VW resgata Taigun – será T Track
Condições diversas – projeto de ter um SUV ou SAV em cada segmento do mercado; busca por retomar vendas e participação no mercado doméstico; surpreendente demanda pelo recém lançado Renault Kwid, na mesma proposta -, instigaram a Volkswagen buscar nos recônditos de sua fábrica de São Bernardo do Campo, SP, o protótipo do Taigun. Foi mostrado no Salão do Automóvel de 2012, prometido para produção – e sumiu.

Mercado é dinâmico, mutante, e atuais condicionantes, como novos projeto de gestão; presidente, Pablo Di Si no maior desafio de sua carreira, e presença no Brasil de Marco Antonio Pavone, designer do up! facilitam o projeto. O então dito Taigun será construído sobre o próximo up!, com mudanças incluindo pequeno aumento de comprimento seguindo o mercado, e alteração frontal para absorver a tralha periférica do novo turbo compressor aplicado ao motor 1,0 TSi, para gerar 123 cv. Pela atual denominação dos utilitários esportivos da VW, teria a inicial T e a complementação Track. No segmento o grande diferencial estará no motor TSi, patrono de grandes alegrias no conduzir. Tração dianteira; possibilidade de caixa automática de 6 velocidades; produção em 2020.

Enfim
Corajoso projeto de retomada da Nova Volkswagen, contando com um representante com cara aventureira em cada segmento, formaria uma escada: T Track; T-Cross, sobre o Polo, produção no Brasil em 2018; Tharu, sobre o Golf na Argentina; Tiguan mexicano, 7 lugares; Atlas, com mesma lotação; Touareg.

Taigun revisto e melhorado será T Track em 2020


Roda-a-Roda
Correção – Chery QQ sofreu aumento de preço a R$ 26.990, ainda o mais barato do país. Marca enfrenta séria oposição do sindicato dos metalúrgicos, detendo seriadamente a produção de automóveis, a mais irregular do país.

Revisão – Suzuki reviu e melhorou seu Jimny, no país o 4×4 com menor preço. Na mecânica, pinças de freios a discos frontais foram elevadas. Conforto por volante com três raios; painel de instrumentos com novo grafismo, tela digital na versão 4Sport – R$ 76.690; 4Work Off Road R$ 75.290; 4All R$ 68.890.

Posição – Ante vendas, em torno de 200 unidades mensais – volume não justifica operação industrial -, fica clara uma verdade: se quem diz entender de jipe realmente o fizesse, vendas seriam muito maiores.

Suzuki Jimny, melhor que as vendas (foto Divulgação)


Desacerto – Após anos de concreta parceria azedou o relacionamento entre a FCA e a Abracaf, associação dos revendedores Fiat: desentendida com a nova direção da companhia, intentou demanda judicial.

Na prática – Quer ressarcimento pelo corte de produtos, não substituição, e ausência por esvaziar vitrines, vendas, lucros. Também, por operação legal pela Fiat, com redução de impostos, sem diminuir o preço final dos veículos.

E ? – Atual gestão Fiat inicia desacelerar e, assim, eventual condenação recairá sobre resultados operacionais de sucessor (es).

Luxo – Final do mês Ford anunciará importação do Mustang. Hoje já não é tratado nos mercados extra EUA como exceção, mas como Carro Universal, apto a clientes em todo o mundo, como o foi seu pioneiro antecessor Modelo T. Idem – GM busca traçar ações para vender o concorrente Camaro. Contratou Carlos Ferreirinha, festejado consultor de Luxo, para desenhar apresentação e colocação do produto no mercado.

Questão – Marcas não têm continuidade nos programas de importação. Trazem um lote, vendem, desistem, e proprietários ficam sem apoio. Tomara mudem.

Lembrança – Jornal Folha de S. Paulo na 27a edição do prêmio Top of Mind – pesquisa nacional onde se pergunta marcas de produtos mais lembradas.

Quem – Em carros Volkswagen ganhou com melhor performance em relação a 2016. Em caminhões, deu Mercedes-Benz; motos Honda; Pirelli como pneu; Petrobras como gasolina e o seu lubrificante Lubrax.

Mudança – Aparentemente Ford rompeu o perigoso ciclo de prejuízos na América do Sul: tem lucros há quatro trimestres. Último, US$ 1,5B antes dos impostos, significa ter vendido 14% a mais.

Gente – Célio Galvão, jornalista, sai da Ford após 40 anos de serviço e invejáveis resultados para a marca. OOOO Quer continuar no ramo. OOOO Carlos Eugenio Dutra, engenheiro, deixa Diretoria de Estratégia de Produto América Latina na FCA Fiat/Chrysler. OOOO Aposentadoria após 38 anos na empresa. OOOO Substituído por Bruno Kamei, 36, na Fiat desde 2003. OOOO Missão: planejar próximos veículos Fiat e Jeep para América Latina. OOOO Erick Boccia, gerente de imprensa da Toyota, outro telefone. OOOO Deixou a japonesa. OOOO Mistérios corporativos. OOOO
Kwid puxará fila na Renault
Renault projeta Kwid como seu líder em vendas


Fábrica paranaense surpreendida e satisfeita com os bons resultados das vendas iniciais do sub compacto Kwid projeta-o como o futuro líder de vendas da marca, superando o Sandero. Para facllitar tal definição e criar espaço industrial, empresa agiu paralelamento: alterou o fornecimento do Duster para o mercado argentino. Em vez de enviá-los do Brasil, fa-lo-á com os de produção colombiana – montados com peças brasileiras. Além do mais, dá retoques finais em fábrica para injeção de alumínio para motores 1,6 e os 1,0 estes empregados no Kwid.

No pacote está o atingimento da meta definida há alguns anos, ter 10% do mercado nacional de veículos leves. Marca hoje tem 7,8% no universo dos carros O Km, prevendo atingir 8% nos próximos meses.

Um décimo do mercado doméstico brasileiro equivale superar a Ford, sempre em 4ª posição, atrás de Volkswagen, Fiat e Chevrolet. Atual percentual situa-a atrás de Hyundai e Toyota.

Mercado nacional ainda é indefinido, e as vendas do primeiro mês do Kwid, elevando-o. Hoje demanda continua plena, sem disponibilidade para recebimento imediato; as encomendas são para dois meses de espera. O lançamento, entretanto, enfatiza Luiz Pedruccii, o primeiro brasileiro a presidir a Renault, foi de maiores atração e maior retorno de mídia espontânea no mercado nacional em 2017. Para 2018 o executivo projeta o Kwid correspondendo a 1/3 da capacidade de produção da fábrica.

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