
Uma das responsáveis pelo controle da temperatura do motor do veículo, a bomba d’água necessita de alguns cuidados no momento da aplicação. “Antes de instalar a bomba d’água nova, é importante esgotar toda a água e fazer uma completa limpeza do sistema de arrefecimento e da área de contato da bomba”, alerta o gerente de qualidade e serviços da Nakata, Jair Silva.
Passar graxa ou cola entre bomba, junta e o bloco do motor não é recomendado. Independente se a bomba utiliza junta de papel, metálica ou anel de borracha esses devem ser montados no estado que se encontram, sem graxa ou cola e não devem ser reutilizados.
Para evitar o empenamento, os parafusos de fixação devem ser apertados de forma alternada.
Outros detalhes que, segundo Silva, devem ser verificados são o alinhamento e a tensão das correias do motor, de acordo com as instruções do fabricante do veículo. “Correia muito esticada reduz a durabilidade do rolamento da bomba, já que ele passará a trabalhar com o eixo sempre forçado”, comenta.
Os motores mais modernos possuem tensionadores de correia automáticos, dispensando o ajuste.
Após instalar a bomba d’água, Jair explica que é preciso abastecer o sistema com novo líquido de arrefecimento, composto por água e aditivo. Essa mistura deve estar na proporção recomendada pelo fabricante do veículo, para aditivos concentrados fazer a mistura água/ aditivo fora do motor. “O aditivo é fundamental para manter o motor na temperatura certa. Os seus componentes químicos elevam o ponto de ebulição de água e preservam todos os componentes do sistema contra corrosão e evitam a formação do processo de cavitação, que é extremamente prejudicial ao sistema”.
Uma verificação minuciosa de todos os componentes do sistema é indicado, principalmente sensores, válvula termostática, radiador e mangueiras.
Segundo o gerente de qualidade e serviços da Nakata, os cuidados são necessários para uma manutenção adequada. “A má aplicação da peça pode danificá-la. Além disso, caso a instalação não seja correta, o problema pode persistir e o dono do carro ficar na mão a qualquer momento por causa de superaquecimento”, finaliza.
Umicore explica que luz acesa no painel pode indicar excesso de emissões poluentes
A preocupação com a redução da poluição proveniente dos carros é fundamental para a saúde da população, especialmente em um país como o Brasil, onde circulam mais de 50 milhões de veículos. O que muitos motoristas desconhecem é que o acendimento da luz de Diagnóstico a Bordo no painel, também conhecida como OBD (On Board Diagnostics), pode ser um sinal de que o carro está poluindo acima dos limites legais. O alerta é da Umicore, empresa referência em tecnologias contra emissões tóxicas.
De acordo com o gerente Comercial da Umicore, Cláudio Furlan, essa diagnose avalia todos os componentes que influenciam nas emissões do carro, tendo, inclusive, um código de falha específico para o desgaste acentuado do catalisador.
O catalisador transforma até 98% dos poluentes em substâncias inofensivas, como água, nitrogênio e gás carbônico, e, como qualquer outro componente, precisa passar por revisões periódicas. “O acendimento da luz de OBD pode ser uma indicação de que a peça está degradada e precisa de substituição urgente, pois não realiza a conversão de forma eficiente, fazendo com que o carro libere mais gases tóxicos, elevando a poluição atmosférica”, explica o gerente da Umicore.
A falta de manutenção adequada de outros itens do carro, assim como o abastecimento com combustível de má qualidade e o consumo elevado de óleo lubrificante, reduzem a vida útil do catalisador e, consequentemente, prejudicam o meio ambiente e saúde da população. “Por esse motivo, é importante destacar que os condutores não devem esperar o acionamento da luz do painel para inspecionar o catalisador e outros componentes, respeitando sempre a orientação das montadoras”, alerta o especialista da Umicore.
Alta Roda | Caoa Poderá Ser Marca Única
Por Fernando Calmon*

Lançamento do Tiggo 2, semana passada em Itupeva (SP), trouxe uma pequena surpresa. No palco, durante a apresentação à Imprensa, havia uma unidade azul com uma singela folha de papel branco encobrindo pequena área do lado direito da traseira do crossover/SUV sino-brasileiro. Ao se retirar a folha, apareceu um novo logotipo, Caoa Chery (mesma tipologia), que não estava em nenhum dos carros disponibilizados para avaliação aos jornalistas.
Significado vai além do puro simbolismo. Afinal, estavam presentes para dar o aval dois diretores chineses da Chery: o presidente, Anning Chen e o presidente de operações internacionais, Pan Yanlong. O grupo brasileiro havia anunciado, em novembro do ano passado, que se tornou um fabricante de origem local – o único, atualmente – ao comprar por US$ 63 milhões (R$ 200 milhões) 50% da filial nacional da empresa fundada na China há apenas 16 anos.

É possível, se alcançada participação de mercado mais substancial, que os modelos estampem apenas Caoa no futuro. Há caso semelhante na Índia, onde a japonesa Suzuki utiliza também o nome local Maruti.
O País já teve marcas próprias. A primeira foi a Puma, especializada em automóveis esporte. Também abrigou cerca de duas dezenas de pequenos fabricantes de bugues, utilitários e carros esporte. Focaram em produzir veículos com componentes mecânicos, na maior parte, de origem VW. Gurgel foi mais longe ao projetar, além de utilitários, seu próprio motor de dois cilindros e o minicarro BR-800.
Todas acabaram sucumbindo por falta de capital, erros administrativos e impossibilidade de competir com filiais de fabricantes consagrados no exterior. Não se pode esquecer, ainda, que nos primórdios da indústria em 1956 havia uma marca, Romi-Isetta, que combinava também um nome brasileiro e um italiano.
Os planos da Caoa Chery são audaciosos. A empresa promete investir R$ 2 bilhões nos próximos anos e aumentar a participação de mercado de 0,6%, em 2018 para 2%, em 2020. Até o final deste ano, o número de concessionárias saltará de atuais 25 para 55.
Há outros três lançamentos até o final do ano, todos com produção local, mas de baixo índice de localização. Fontes da Coluna indicam que, além do sedã Arrizo 5 (mesmo porte de VW Virtus e Honda City), estreará o Tiggo 4, SUV médio que acaba ser lançado no Chile. Serão produzidos ao lado do QQ e Tiggo 2, em Jacareí (SP), onde os Celler hatch e sedã foram descontinuados. O Tiggo 7, SUV de maior porte, está reservado para a fábrica da CAOA, em Anápolis (GO).
O atual Tiggo 2 evoluiu em termos de dirigibilidade, acabamento e qualidade de montagem. Seus pontos altos: estilo mais refinado e o motor quatro-cilindros de 1,5 litro, 110/115 cv (gasolina/etanol). Distância entre-eixos é de 2,55 m (quase igual à do Polo, de 2,56 m). Ótimo porta-malas de 420 litros.
Apesar de ser o mais alto dos atuais SUVs compactos, suspensões dão conta do recado. Mas, há muito ruído aerodinâmico em estrada, isolamento acústico fraco em velocidades mais altas e posição de guiar excessivamente elevada que deixa a alavanca do câmbio manual distante do motorista. Câmbio automático de quatro marchas estará disponível em junho.
Preços de lançamento, entre R$ 55.900 e 66.490, ficam dentro do esperado.
RODA VIVA
DOIS acidentes letais recentes com Tesla S e X semiautônomos, nos EUA, abriram os olhos dos órgãos de segurança de trânsito. Há preocupação sobre motoristas que não reassumem o controle, mesmo após avisos do sistema AutoPilot (nome infeliz ao sugerir piloto “automático”). Poderá levar resistências à homologação do nível 3 de autonomia, como já ocorre na Alemanha.
VOLKSWAGEN confirmou seu primeiro SUV produzido no Brasil para a fábrica de São José dos Pinhais (PR), de onde também saem os Audi A3 sedã e Q3, Golf e Fox. O T-Cross, segundo fonte da Coluna, terá arquitetura do Virtus e início de produção em 1º de janeiro próximo. A empresa informou, apenas, que estará à venda no primeiro semestre de 2019.
PORSCHE 911 GTS subiu de patamar ao trocar o último motor aspirado (3,8 litros) por um turbo de 3 litros, 450 cv e nada menos de 56,1 kgfm de torque. Respostas ao acelerador são imediatas, praticamente sem atrasos dos antigos motores com turbocompressor. Decisão acertada porque o 911 cresceu muito em dimensões e isso fica demonstrado pelo habitáculo espaçoso.
HONDA decidiu começar a produzir seus automóveis na nova fábrica de Itirapina (SP), a partir do início de 2019. Essa unidade, que consumiu R$ 1 bilhão, está pronta e fechada desde abril de 2015. Receberá paulatinamente toda a produção de Sumaré (SP). Fábrica mais antiga manterá centro de engenharia e fornecerá motores e componentes à unidade mais moderna.
FÁBRICA de motores da Ford em Taubaté (SP) começa a produzir o equilibrado três-cilindros de 1,5 litro do EcoSport e, em breve, também para o Ka Freestyle. Motor vem sendo importado da Índia, mas desde o início previu-se a nacionalização. Demora ocorreu em razão do governo de São Paulo ter atrasado a devolução de créditos fiscais gerados por exportações.
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ZF lança nova campanha publicitária da marca Sachs

A Sachs cresceu ao longo de várias décadas, com posição de marca líder de alta performance para automóveis, veículos comerciais, equipamentos fora de estrada e carros de corrida. E para contar essas histórias de Sucesso, a ZF Aftermarket está lançando uma nova campanha publicitária para toda a América do Sul ainda neste primeiro semestre, que será veiculada em canais digitais e veículos impressos de mídias voltadas ao setor de reparação automotiva.
“A reputação de nossas marcas tem um valor inestimável, especialmente para nós, que operamos no mercado de reposição. E a ZF Aftermarket cultiva intensamente o valor de suas marcas, garantindo um alto grau de reconhecimento em todo o mundo”, explica o Head da ZF Aftermarket, Helmut Ernst.
No centro da primeira parte da nova campanha publicitária da SACHS, o destaque fica para o BMW M4 DTM, carro de competição equipado com uma embreagem de carbono SACHS desenvolvida para uso exclusivo na stock car alemã, a German Touring Car Masters (DTM). Materiais de alta qualidade, confiabilidade e uma longa vida útil tornam esta embreagem “a melhor para os melhores”.
De Carro Por Aí | Mais potente, o AMG da Brabus
Por Roberto Nasser*
AMG, sabem os interessados em automóveis, é cinquentenária empresa alemã especializada em melhorar rendimento dos Mercedes-Benz. Comprada pela fabricante, hoje é marca independente. Brabus é desenvolvedora independente, também alemã, e resolveu melhorar o E63 4Matic criado pela AMG. A partir de seus 571 cv de potência, torque máximo de 750 Nm, e aceleração de 0 a 100 KM/h em 3,2 segundos, apresentou seu modelo E63 Brabus 800.
Reformulou-o, trocou os dois turbos e conseguiu midiáticos 1.000 Nm de torque, e potência de 800 cv. Acelera de Zero a cem km horários em 3,0s – ganho de 0,2s -, e a velocidade final é cortada aos 300 km/h. Tal cavalaria e disposição exigiram re acertar refrigeração do motor, suspensão e freios, mudança nas relações do câmbio, e limitação de torque nas três primeiras marchas para evitar patinar em falso nas quatro rodas. Para reduzir a resistência aerodinâmica aplicou spoiler frontal com adicionais tomadas de ar, difusor na traseira, e rodas de 20 ou 21”. Garantia de dois anos ou 100.000 km. A fim? Ligue para a representante Strasser (011. 2592-3009) para compra da solitária unidade destinada ao mercado nacional, entregue a partir de julho.

Preço? R$ 1.625.800,00. Isto, R$ 1.625.800,00.
Singularidades e dúvidas:
0,2 segundos a menos num 0 a 100 km/h é uma piscada de olhos. R$ 880 mil pedidos pelo trabalho feito sobre o automóvel de R$ 736.000 para economizar o tempo de uma piscada?
Dono do poderoso cheque terá dotes para conduzir bicho de reações tão rápidas?
Está em moda dizer desaforo a dinheiro?
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VW lançará T-Cross em um ano

Utilitário esportivo sobre a base de Polo/Virtus, o T-Cross foi confirmado por Pablo Di Si, o presidente da Volkswagen em evento para anúncio de investimentos de R$ 2 bi no ajuste da fábrica de São José dos Pinhais, Pr, e desenvolvimento do produto. Tal processo tomará 12 meses. A grosso modo o T-Cross é irmão menor o Tiguan.
Maneira industrial de faze-lo inclui adequar a fábrica ao novo ciclo, o Indústria 4.0, onde máquinas se comunicam com máquinas e auto partes, agilizando a montagem e implementando a qualidade, com ganhos gerais em todas as etapas do processo industrial.
Automóvel será desenvolvido sobre a plataforma MQB – matriz modular transversal -, estrutura permitindo alteração de medidas para fazer veículos com tamanhos variados, padronizando as fábricas VW em todo o mundo. É a base do Golf, Polo e Virtus – e será do novo Gol.
Fazer um utilitário esportivo inclui-se na arrancada da Volkswagen visando retomar liderança de vendas, perdida por fatores vários, incluindo não dispor de SAV ou SUV para participar do segmento de maior crescimento no mercado.

Após 54 anos Ford traz o Mustang
Sucesso e referência icônica desde seu lançamento ao meio do distante ano de 1964, o Ford Mustang lançou mundialmente seu criador Lee Iacocca, fez história própria, foi personagem de filmes exibindo sua disposição, como Bullit, com o ator Steve McQueen em 1968. Mas nunca foi importado pela Ford ao Brasil. Unidades aqui aportadas o foram por importadores, revendedores, particulares. Agora companhia quer mudar a escrita, pois a nova geração foi criada sob o rótulo de Glocal, síntese de pretensão global sem perder a peculiaridade local. Esta se funda nas linhas inspiradas no ícone de 1967, o carro de Bullit; na evolução da mecânica, sem perder o brutalismo da engenharia estadunidense, mas evoluindo aos apelos mundiais – motor V8 com bloco em alumínio, camisas esculpidas e tratadas para endurecimento; 32 válvulas, epicurismo mecânico a arrancar 466 cv de potência em 5,0 litros de cilindrada. Transmissão automática 10 marchas, eixo traseiro multi link, freios de grife, italianos Brembo. Muita conectividade.
Novos cavalos tem estamina: 0 a 100 km/h em parcos 4s; velocidade final cortada a 250 km/h. Pacote muito superior ao concorrente Chevrolet Camaro, motor maior, menos potência e maior preço. O Mustang custa R$ 300 mil, e num trabalho para demonstrar cuidados, tem pacote de revisões sem sobressaltos, contratados à média unitária de R$ 1 mil.
Virá, por enquanto, apenas a versão GT Premium. Primeiro lote já se foi, em processo de revisão para entrega. Pretendentes devem ir a um distribuidor Ford, encomendar, aguardar para receber, contar aos amigos.
Sem lançamentos, sem renovar o Focus feito na Argentina, ou o Fusion então mexicano, importar o Mustang é oferecer atração extra aos salões dos revendedores da marca, assustados com os sinais de hesitação da companhia no momento.
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Roda-a- Roda
Picape – Informações periféricas à JAC dizem, enfim empresa importará sempre anunciados picapes da marca. Configuração típica do mercado nacional: cabine dupla, tração nas 4 rodas, motor diesel. Linhas de geração anterior, potência menor, porém preço atrativo, uns R$ 99.999.

SAV – JAC mais vendido é o utilitário esportivo T40, e versão CVT, de transmissão automática a ser lançada em maio, projeta dobrar vendas.
Láurea – Novo Polo eleito Carro Urbano no World Car of the Year. Júri com 80 jornalistas representando 24 países. É o sexto prêmio da empresa neste colegiado. No Brasil foi o mais premiado em 2017.
Líder – Sedã médio mais vendido do Brasil chega como linha 2019 em versões GLi 1,8 litro, acabamento em couro e transmissão Multi-Drive; XEi; XRS e Altis no topo, todas 2,0 litros. Novidades maiores, conteúdo e redução de preços, iniciando em R$ 89.990 para acirrar a competição no segmento.
Quanto – GLi Couro 89.990; XEi 105.690; XRS 111.270; Altis 118.800. Mudança indica Toyota correr nos preparativos para acertar produção do substituto do Corolla, baseado em plataforma de múltipla feição, ao Salão do Automóvel, outubro/novembro.
Ré – Honda mudou ponto de vista em alguns dias. Aos 20 de março, em jantar com meia dúzia de jornalistas, declarou manter fechada a fábrica nunca operada em Itirapina, SP. Nesta semana informou, vai faze-la funcionar, dividindo com Sumaré, SP, produção de Fit e variações City, HR-V e WR-V.
Tecnologia – BMW Motorrad, divisão de motos, inova tecnologicamente: inicialmente 250 revendas no mundo terão sistema de produção de peças por impressora 3D. Selecionará concessionários para disseminar o processo.
O Que – Solução mágica, capaz de imprimir blocos de motor, tampas de válvulas, comando de válvulas, comandos de válvulas. Impressoras vão em moto de assistência e resolvem o problema in loco. Começou nova era.
Crochê – Adquirindo a Neobus, Marcopolo, multinacional brasileira de ônibus, inicia produzir micro Volare nas instalações da associada, em Ana Rech, RS. Operação por novas ferramentas operacionais, sistemas Kaisen e Just in Time.
Novidade – Ford trouxe ao Brasil o FordPass. Gracioso, baixado na App Store ou Google Play, para proprietário – ou não da marca. Permite comparar preços de combustíveis, estacionamentos, restaurantes, lazer, saúde, agendar serviços nos distribuidores Ford. Tem mais de 3 milhões de acessos.
Futuro – Artigo da agência econômica Bloomberg projeta, em 2025 carros elétricos custarão menos relativamente aos grandes SUVs. Razões, queda de 50% nos preços das baterias e, por menor peso, redução de uso de aços, substituídos por plástico.
Aqui – Solução para elétricos no Brasil será geração, pelos consumidores, de sua energia a partir da solar. Ninguém espere haver orçamento público para tal produção, ou para a estrutura necessária a fazer funcionar carros autônomos.
Idade – Relatório do Sindipeças – união dos auto partistas -, indica aumento na idade média da frota veicular circulante, agora nove anos e sete meses, 11% mais velha ante 2013, novo desdobramento das consequências da gestão (?) econômica do governo Dilma.
Solução – Meio para melhorar seria projeto de Renovação de Frota, para evitar outro sempre lembrado por argentários burocratas – aumentar o IPVA ou criar taxa de circulação com valor crescente relativamente ao ano do veículo.
Lei – Findo o vigor do programa Inovar-Auto, e seu adicional de 30 pontos percentuais sobre o IPI, importadores insuflaram encomendas. Vendas da JAC, relativamente ao primeiro trimestre de 2017, cresceram 48,8%. Está entre as cinco de maior crescimento.
Cautela – Latam é para mim a falta de opção, após a queda na qualidade dos serviços com a proibida aquisição de empresa aérea nacional, a TAM, pela chilena LAN; a gestão do programa de milhagem variando com a vontade da empresa, sempre em prejuízo do consumidor; o reduzido espaço entre bancos para forçar pagar diferença por área antes normal.
Lacre – Certeza da decisão, senti último final de semana: precisava de lacre para a bagagem, mas a companhia não fornece. Cautela para comprovar eventual desaparecimento no conteúdo é declaração de valor ou conteúdo, mas isto, informaram incomodados atendentes, é apenas no sítio da empresa – possível apenas ao final da viagem. Na prática suprime a possibilidade de prova. Não respeitam o consumidor, e o espantam. Quem não gostar reclame na empresa – no Chile.
Contração – Ao contrário da expansão prevista pela liberação de voos entre Brasil e EUA, American Airlines (controlada pela United Airlines), anunciou acabar com os voos partindo e chegando de Belo Horizonte. Supressão aumentará consumo de combustível e emissão de poluentes.
Antigos – Evento mais movimentado do país, com excepcional feira de peças e vendas de veículos, o Encontro Brasileiro de Autos Antigos terá 5ª edição entre 28 de abril e 01 de maio. Organizadores Mingo e Junior Abonante acreditam expor 800 veículos. Mais? www.encontroaguasdelindoia.com.br
Gente – Marcel Dellabarba, comunicólogo, carreira. OOOO Findo ciclo de apresentações de veículos quatro rodas Honda, transferido à área de motocicletas. OOOO Rotação indica futuro na carreira. OOOO Fiat busca gerente sênior para área de comunicação. OOOO Agitação no meio, candidatos insuspeitados. OOOO Quer gente experimentada e do ramo – ao contrário das marcas novatas. OOOO
Nakata dá dicas para evitar o comprometimento da suspensão do veículo

Amortecedor, braço oscilante, pivô, batente e barra estabilizadora fazem parte do sistema de suspensão dos veículos e, como são componentes importantes para a segurança no trânsito, devem estar sempre em boas condições. Por isso, é fundamental avaliá-los periodicamente. “Ruídos provenientes da suspensão, perda de estabilidade em curvas, balanço excessivo em arrancadas e freadas ou ainda sentir as rodas pularem excessivamente ao trafegar em solo irregular e vazamento de óleo podem ser indícios de desgaste nos componentes da suspensão”, afirma o gerente de qualidade e serviços da Nakata, Jair Silva.
Ele explica que os amortecedores são desenvolvidos para suportarem quilometragens altas, mas sua vida útil está relacionada às condições de uso e do solo que o veículo trafega. “Essas variáveis contribuem diretamente na vida útil da peça. Num veículo de aplicação fora de estrada, por exemplo, a vida útil do amortecedor será menor no que num veículo de aplicação urbana que trafega em pistas de boa qualidade”, ressalta.
Como o sistema é responsável por absorver as irregularidades do solo, mantendo a estabilidade do automóvel e o conforto dos ocupantes, a recomendação é sempre examinar o sistema caso o motorista relate alguma anormalidade. Segundo Silva, é importante fazer alinhamento e balanceamento de rodas a cada 10 mil km ou quando passar por buraco que provoque impacto forte na suspensão ou, ainda, se o proprietário notar comportamento anormal do veículo.
O rodízio de pneus também é uma medida importante para assegurar a durabilidade, além de ser fator de economia. “Deve ser feito de acordo com a recomendado pela montadora do veículo, garantindo vida útil maior”, comenta o especialista da Nakata. Ele lembra que, ao fazer o rodízio, é recomendável balancear e alinhar as rodas.
Eaton lança embreagem para caminhões Volvo I-Shift

Caminhões equipados com transmissões automatizadas I-Shift da Volvo contam agora com a nova linha de embreagem 430 mm da Eaton. Com acionamento de Empurrar e revestimento Heavy Duty – projetado para aplicações severas com condições de carga e operação em relevo mais acidentado e estradas em condições precárias – o componente pode ser aplicado tanto em veículos estradeiros quanto em vocacionais com aplicações específicas. O kit possui molas de amortecimento produzidas com aço, que garante vida longa do conjunto e realiza, com eficácia, a filtragem da vibração torcional dos motores eletrônicos.
“A eficiente filtragem da vibração torcional é fundamental para a vida dos componentes de engate da transmissão do veículo. No caso da 430 mm da Eaton, o damper principal, responsável por essa função, tem cinco molas produzidas com aço de alto desempenho, que permitem trabalhar em condições de vibração mais desafiadoras. Esse produto é o mesmo já vendido na Europa, onde os motores apresentam maior vibração do que os na América do Sul”, diz o responsável pela inteligência de mercado de Aftermarket da Eaton, Felipe Bolognesi.
Valeo compra a Spheros, fabricante brasileira de ar-condicionado para ônibus

Desde fevereiro deste ano, a desenvolvedora e produtora de sistemas de ar condicionado para ônibus Spheros Climatização do Brasil S.A., passou a ter o nome Valeo Climatização do Brasil – Veículos Comerciais S/A. Em seu portfólio, desenvolve e fabrica sistemas de ar-condicionado, aquecimento, bombas, unidades de controle, sistemas de ventilação e tomadas de ar de teto manuais e elétricas. Um de seus principais produtos é o sistema de ventilação e renovação de ar CityVent, que, segundo a empresa, mantém o interior do veículo recebendo constantemente ar do ambiente externo e, mesmo em dias de chuva, não permite a entrada de água.
No Brasil, a companhia foi criada em julho de 2001, então Webasto Climatização do Brasil, resultado da joint venture entre a Tutto Ar e a Webasto Bus Products, que já fazia parte do grupo Valeo. Em 2005, com a venda da unidade de ônibus da Webasto, a empresa se tornou legal e financeiramente independente, operando sob o novo nome Spheros. A empresa voltou a fazer parte da Valeo a partir de 2016 e, em 2017, a Spheros mudou internacionalmente seu nome para “Valeo Thermal Commercial Vehicles”.
Agora com as mudanças oficiais no Brasil, a Valeo Climatização detém mais de 70% de participação na indústria do ônibus no Brasil, além de 33% no México e 35% na Argentina e Colômbia. “Somos reconhecidos como sinônimo de inovação, qualidade, flexibilidade no desenvolvimento e fabricação, bem como dispomos de um variado portfólio com soluções para os nossos mercados de sistemas de ar-condicionado para ônibus, assim como aquecedores e ventiladores. A expertise da Valeo em equipamentos de sistemas térmicos permitirá um maior crescimento nos próximos anos, impulsionados pela expansão do transporte público em todo o mundo e do foco na mobilidade sustentável”, analisa o diretor geral da Valeo Climatização do Brasil na América Latina, Luís Carlos Sacco.
Sabó é fornecedora de flanges para os Volkswagen Polo e Virtus
A Sabó é fornecedora direta de duas grandes novidades no mundo automotivo: a Flange Traseira IOSS, que inclui em seu desenvolvimento 6 novas tecnologias aplicadas, tanto para o novo Polo como o Virtus com motor 1.6 MSI.
“Estamos muito orgulhosos de mais uma vez fazer parte de dois projetos tão grandiosos e de tanto sucesso como o Novo Polo e o Virtus, fornecendo novas tecnologias, seguindo as mais rigorosas exigências de fabricação e qualidade mundialmente exigidas, como a Sabó tradicionalmente trabalha e a nossa parceria com a Volkswagen é fruto de anos de confiança em nossos produtos e serviços, declara Diretor Geral Sabó Américas, Lourenço Oricchio”.
Nas versões de motorização 1.0, a Sabó não fornecerá itens de fábrica.
Concurso Volkswagen na Comunidade prorroga prazo de inscrições até 23/04

O concurso de projetos sociais Volkswagen na Comunidade, da Fundação Volkswagen, prorrogou até o dia 23 de abril o prazo de inscrições para sua 11ª edição por meio do site (www.vwnacomunidade.com.br).
Há 10 anos promovendo o desenvolvimento social, o Volkswagen na Comunidade já transformou 927.089 vidas ao entregar R$ 3,52 milhões, em 96 prêmios, a entidades que conseguiram viabilizar seus projetos sociais. Os projetos vencedores envolvem os mais diversos temas: nutrição adequada a bebês, capacitação de jovens e adultos para o mercado de trabalho, promoção de educação, cultura e esportes a crianças e adolescentes, acolhimento de dependentes químicos e muitas outras histórias bem sucedidas.
A 11ª edição do concurso entregará total de R$ 440 mil às 11 entidades vencedoras (R$ 40 mil cada), sendo que elas devem investir o valor no projeto social inscrito. Dez projetos sociais serão inéditos (sendo nove inscritos por colaboradores da Volkswagen do Brasil/Volkswagen Serviços Financeiros e um por colaboradores da MAN Latin America, do Grupo Volkswagen). O 11º é o Prêmio de Sustentabilidade, entregue à entidade já premiada no concurso Volkswagen na Comunidade 2017 que melhor aplicou os recursos recebidos durante o ano.