Artigo: Desvendando o filtro de ar: Parte 2 – Caixa

filtro de ar

Tão importante quanto o elemento filtrante, a caixa do filtro de ar esconde muito mais funções e tecnologia do que aparenta

 

Há quem pense que a caixa do filtro de ar serve apenas para acomodar o elemento filtrante e (às vezes) atrapalhar o acesso do mecânico a outros componentes. Que o seu formato, por vezes complexo, tem a função de acomodar o sistema nos apertados compartimentos do motor dos veículos modernos. Bem, quem pensa assim precisa rever os seus conceitos, pois esse importante componente esconde muito mais funções e tecnologia do que aparenta.

Uma dessas funções é a de silenciar o fluxo de admissão. Algo previsto desde há muito tempo. De acordo com o fabricante Robert Bosch (2005), no passado, as grandes dimensões desse componente se deviam quase que exclusivamente à função de amortecimento acústico. Porém, com o passar do tempo e as necessidades de otimização de espaços, os grandes volumes foram substituídos por dispositivos chamados ressonadores (tem como base o ressonador de Helmholtz), por vezes, montados separadamente dos elementos filtrantes em pontos menos acessíveis.

filtro de ar

De acordo com Pereira (2008), a utilização de ressonadores nos dutos de admissão visa não só uma diminuição do nível de ruído, mas também a otimização do rendimento volumétrico (aumento da massa de ar admitida) dos motores. Pereira (2008) afirma ainda que o ponto de instalação do ressonador no sistema de admissão é tão importante quanto a sua presença, afetando tanto a redução do ruído quanto a entrada de fluxo de massa de ar no cilindro. Pereira (2008) reforça a sua posição citando outro pesquisador, Kostun (1994) que, segundo ele, mostra que o efeito da localização do ressonador é um dos fatores mais importantes para a redução do nível de ruído de admissão.

Outra importante função da caixa do filtro de ar é a de proteger o elemento filtrante e o sensor de massa de ar do contato direto com a água, além de evitar a sua admissão para dentro do motor. Água essa que, segundo o fabricante Robert Bosch (2005), pode ser admitida durante uma chuva forte, alagamentos, nevascas e trilhas off-road.

filtro de ar

No entanto, é preciso lembrar que esse(s) dispositivo(s) dedicado(s) têm a(s) sua(s) limitações. Os defletores, estruturas em forma de ciclone, drenos e sifões que os compõem, conseguem drenar uma quantidade limitada de água, dentro de um limite de submersão do veículo (mesmo um snorkel não consegue salvar um motor se totalmente submergido). Isso sem falar na velocidade de transposição de uma região alagada, que pode projetar (dependendo da posição da entrada de ar) água para dentro do sistema.

É preciso estar atento a esses detalhes, principalmente quando o veículo recebido na oficina está com suspeita de calço hidráulico no motor. O exame do filtro é crucial para a investigação da causa do problema.

filtro de ar

Por sua vez, os veículos comerciais costumam possuir um sistema de pré-filtragem (separador de poeira) que aumenta sensivelmente a vida útil do elemento filtrante. Segundo o fabricante Robert Bosch (2005), na sua forma mais simples, esses separadores são constituídos de placas defletoras, que faz o ar que adentra ao filtro girar. A força centrifuga se encarrega de separar as partículas mais volumosas de poeira.

filtro de ar

Apesar da aparente simplicidade, o “Guerreiro das Oficinas” precisa ficar atento a certos detalhes na manutenção desse componente. E a razão é bastante simples: o seu bom funcionamento depende sobretudo da limpeza, estanqueidade e da integridade estrutural do sistema (estar completo, corretamente montado e sem partes quebradas ou trincadas). Trincas, partes faltantes e quebradas, assim como mangueiras e conexões mal fixadas, dão margem a entrada de ar sem passar pelo elemento filtrante. Defletores quebrados e acúmulo de impurezas no interior podem sobrecarregar o elemento filtrante. Já os drenos entupidos permitirão o acesso mais fácil da água ao elemento filtrante. Isso sem falar das peças montadas de forma incorreta ou a falta de um ou outro elemento que pode facilitar a admissão de água para dentro do conjunto, facilitando a ocorrência de calço hidráulico.

Por Fernando Landulfo

REFERÊNCIAS:
BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva/Robert Bosch;
tradução Helga Madjederey, Gunter W. Prokesch, Euryale de Jesus Zerbini,
Suely Pferman. São Paulo. Blucher, 2005.

PEREIRA, Leonardo Vinicius Mendes. Estudo Experimental da Influência de um Ressonador de Volume Variável na Massa de Ar Admitida por um Motor de Combustão Interna. Tese de Doutorado em Engenharia Mecânica. Belo Horizonte. Universidade Federal de Minas Gerais, 2008.

 

CONFIRA TAMBÉM A PARTE 1 DESSE ARTIGO

O que fazer com o óleo lubrificante depois da troca?

Mecânico deve tomar cuidado com o destino do óleo lubrificante usado, pois a oficina pode ser multada em valores partindo de R$ 5 mil

 

Junto com a mudança de comportamento a respeito dos resíduos que poluem o meio ambiente, é necessário que o mecânico saiba o que fazer com o óleo lubrificante após a troca. O óleo é um dos resíduos de maior volume gerado pelos automóveis e é considerado Perigoso Classe I, segundo a NBR-10004. Um único litro de Óleo Lubrificante Usado e Contaminado (OLUC) é capaz de contaminar 1 milhão de litros de água, segundo a AMBIOLUC, entidade que representa o setor.

A legislação brasileira determina que todo OLUC deve ser coletado e destinado para a reciclagem, por meio do rerrefino, e proíbe taxativamente o uso do resíduo como combustível ou a queima para quaisquer fins.

Quem regulariza e fiscaliza essa ação é a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A ANP faz o transporte e rerrefino do óleo lubrificante, além de punir os que descumprem as normas operacionais. Já a competência para fiscalizar aspectos ambientais é compartilhada entre IBAMA e órgãos integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) esferas estadual e municipal.

O mecânico precisa se ater ao fato de ser necessário dar o destino apropriado para o óleo lubrificante usado e a oficina ter as licenças ambientais necessárias. O cliente que chega na oficina pode questionar qual é a destinação do resíduo e verificar se o local possui o Certificado de Coletas de Óleo (CCO), que certificam que o OLUC gerado no estabelecimento foi destinado a uma empresa coletora autorizada pela ANP. Caso o cliente verifique que há algo irregular, ele pode denunciar a oficina e ela ser penalizada com multa entre R$ 5 mil até R$ 1 milhão.

Fernando Calmon | Mercado reage acima das previsões iniciais

vendas de carros

Finalmente, novembro indicou um mês de alento para as três principais referências da indústria automobilística: vendas, exportação e produção. O número mais animador foi a média de vendas diárias de 11.300 unidades entre veículos leves e pesados, a melhor em 2020. Não se trata de grande avanço pois em fevereiro último a média diária atingiu 11.200 unidades, porém é o sexto mês seguido de expansão.

As exportações deram um salto de 38% sobre novembro de 2019 (melhor mês deste ano) e a produção, 4,7% maior que a do mesmo mês do ano passado. Resta ver o cenário em dezembro, mas é provável que as vendas superem 2 milhões de unidades, acima das previsões. No acumulado dos nove primeiros meses a queda é de 28,1%, mas 2020 deve terminar com algo em torno de 25% de recuo, bem menor que os mais de 40% previstos inicialmente. Os estoques somaram apenas 16 dias, metade do normal.

Todavia, será mais difícil encontrar carros para pronta entrega no curto prazo, admite Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea. “Mesmo com mão de obra disponível pois férias foram antecipadas, algumas linhas de montagem vão parar para manutenção ou alterações. Infelizmente os preços continuarão a subir pelos efeitos do dólar alto e as dificuldades de abastecimento de insumos. Estoques muito baixos também pressionam preços ao consumidor.”

Fernando CalmonOutro indicador razoável é o mercado de automóveis e comerciais leves usados (95% do total das vendas). Fenabrave constata alta de 14,3% entre novembro de 2020 e o mesmo mês de 2019. No acumulado comparativo entre os dois anos a retração é de 17,4%, bem menor do que em veículos novos, o que pode dar alguma sustentação em 2021.

“O mercado de usados seguiu aquecido em novembro, especialmente se consideramos 20 dias úteis contra 21 em outubro. Observamos aumento dos índices de confiança do consumidor, boa oferta de crédito, taxas de juros estáveis. Faltaram alguns modelos de carros zero-km no mercado”, comenta Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

A Fenauto, que congrega lojas independentes, informa que entre 30/11 e 3/12 houve variação positiva de 3,7% sobre a semana anterior nas vendas de modelos usados. É possível, portanto, que 2020 termine com queda entre 10% e 15% em relação a 2019, resultado surpreendente em tempos tão difíceis.

 

AUDI ESBANJA DESEMPENHO EM TÉRMICOS E ELÉTRICOS

 

Não importa qual seja o meio de empurrar as costas dos ocupantes contra os bancos. A marca das quatro argolas entrelaçadas acaba de lançar no Brasil o TT RS que recebeu atualização visual de meia geração e manteve o motor térmico 5-cilindros, 2,5 L, 400 cv e 49 kgfm capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,7 s. Além do novo spoiler dianteiro, o aerofólio traseiro recebeu aletas semelhantes aos winglets usados na ponta das asas dos aviões para melhor aerodinâmica. Versão única por R$ 442.990.

Audi continua a importar uma das últimas stations disponíveis no mercado brasileiro. A RS 4 Avant sai por R$ 585.990. O motor V-6 de 450 cv é o mesmo do sedã-cupê RS 5 Sportback de R$ 695.990.

Por outro lado, a empresa anunciou mais um modelo ao seu portfólio de carros 100% elétricos que chegarão ao Brasil ao longo de 2021. Além do e-tron GT (quase 600 cv), cujos dados de desempenho ainda não foram divulgados, a empresa confirmou a importação do RS e-tron GT. A potência será de cerca de 700 cv, a maior já oferecida pela Audi.

 

ALTA RODA

 

CAOA CHERY tem planos ambiciosos até 2025 ao completar agora três anos de atuação em conjunto com a marca chinesa. Um deles é se estabelecer entre as dez maiores no mercado brasileiro (hoje é 11ª). Para isso pretende evoluir toda a linha atual e produzir em Anápolis (GO) a Exeed, marca de SUVs mais elaborados da sócia chinesa. Incluirá híbridos em seu portfólio. O grupo brasileiro importa e fabrica modelos Hyundai, mas ainda não resolveu o impasse jurídico com os sul-coreanos.

DURANTE o Web Fórum SAE Brasil, semana passada, um tema dos mais instigantes. Para especialistas os consumidores ainda não sabem bem como tomar decisões sobre mobilidade para melhorar sua experiência, custo-benefício, otimização de trajetos, entre outros. Muitas pessoas pensam em ter transporte próprio e não estão abertas para migrar para outros serviços. Existe dificuldade também em conseguir atenção dos governos para o assunto.

LATIN NCAP continua insistindo em um erro já superado por outros países que avaliam a segurança dos veículos em colisões contra barreiras. Sem nenhum sentido testar o mesmo modelo com protocolos diferentes. Além de tecnicamente errado, leva dúvidas ao consumidor e é contraproducente. Ademais, compete ao Brasil regulamentar os itens de segurança dentro da nossa realidade de relação custo-benefício, totalmente diferente dos países ricos.

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www.fernandocalmon.com.br

DRiV dá dicas para melhorar a gestão de centros automotivos

ebook gestão DRiV

Empresa disponibiliza um e-book com dicas para fidelizar o seu cliente

 

A DRiV, detentora das marcas Monroe e Monroe Axios, disponibiliza um e-book para os mecânicos com dicas para melhorar a eficiência e a gestão das oficinas e centros automotivos, ajudando assim a fidelizar os clientes.

ebook gestão DRiVEntre as dicas estão observar as necessidades do cliente e sugerir soluções com agilidade. “O consumidor quando se dirige a um auto center é porque o veículo apresenta alguma falha. Nesse momento, é fundamental primar pela qualidade do atendimento, transmitindo atenção e credibilidade, e, principalmente, propor alternativas eficazes, que resolvam o problema do cliente, de forma rápida e assertiva”, diz Juliano Caretta, Supervisor de Treinamento Técnico da DRiV.

É fundamental também alertar o cliente sobre a importância da revisão e da manutenção preventiva, mantendo o veículo sempre em condições seguras de condução – o que ajuda ainda a evitar gastas desnecessários. “Conscientizar o proprietário do veículo de todos os perigos que incidem com a falta de revisão preventiva é uma boa maneira de evitar problemas na suspensão do veículo, por exemplo. Soma-se a isso a questão da segurança, que deve estar em primeiro lugar para evitar contratempos e acidentes no trânsito”, completa.

O material pode ser baixado em: www.monroe.com.br.

Osram lança itens da linha LEDriving e barras de LED

Novos produtos da Osram atendem a linha leve, pesada, 4×4 e veículos industriais

 

A Osram lança 17 modelos na linha LEDriving e barras de LED para carros leves, pesados, 4×4 e veículos industriais. A novidade conta com modelos de iluminação traseira, faróis arredondados, que podem ser instaladas individualmente e, segundo a empresa, possuem brilho de 8.000 lumens com um alcance de até 635 metros. Além das linhas Multifuncional, Funcional e Slim, a novata Value oferece iluminação em áreas maiores ao redor do veículo.

Entre os novos produtos estão a LEDriving Round VX80-WD, LEDriving Round MX180-CB, LEDriving Round MX260-CB e LEDriving Round VX70-SP. Há também as opções de marcha à ré LEDriving Reversing VX120R-WD e LEDriving Reversing VX120S-WD.

A marca ainda explica que todos os itens são testados sob condições extremas para suportar água, poeira, calor e frio, bem como vibrações e choques. Graças à caixa de alumínio e às lentes de policarbonato, os componentes são particularmente leves, mas, ao mesmo tempo, robustos e resistentes.

Cofap amplia catálogo de pastilhas de freios

pastilha de freio Cofap

Cofap traz ao mercado mais 19 códigos de pastilhas de freio para veículos Audi, BMW, Mercedes-Benz, Hyundai e VW, entre outras

 

A Marelli Cofap Aftermarket anuncia o lançamento de mais 19 códigos de pastilhas de freios com a marca Cofap, atendendo veículos de marcas premium como Audi, BMW e Mercedes-Benz, entre outras.

Veja a seguir os novos códigos e suas aplicações:

  • PFC240021 (BMW Série 1, Série 3, X1 – traseira);
  • PFC030066 (Citroën Jumper, Fiat Ducato, Peugeot Boxer – dianteira);
  • PFC510003 (CAOA CHERY Tiggo 5X 1.5 a partir de 2019 – dianteira);
  • PFC510004 (CAOA CHERY Tiggo 5X 1.5 a partir de 2019 – traseira);
  • PFC010050 (Audi Q3, Volkswagen Passat e Tiguan – dianteira);
  • PFC010051 (Audi A3 Sportaback 1.4/1.8 16V TFSI a partir de 2012 -traseira);
  • PFC010053 (Volkswagen Golf GTI 2.0 TSI a partir de 2014 – traseira);
  • PFC240020 (BMW X1 18i e 20i s Drive de 2006 a 2015 – dianteira);
  • PFC080040 (Ford Edge 3.5L V6 a partir de 2008 – dianteira);
  • PFC010052 (Volkswagen Touareg e Land Rover Range Rover – dianteira);
  • PFC100021 (Honda New Civic Sedan Si 2.0 16V a partir de 2007 – dianteira);
  • PFC020026 (Mercedes-Benz Nova Sprinter 515 a partir de 2012 – traseira);
  • PFC020027 (Mercedes-Benz Nova Sprinter 311/415/515 a partir de 2012 – dianteira);
  • PFC040052 (GM Equinox LT 2.0 Turbo a partir de 2018 e GM Equinox Premier 2.0 Turbo AWD a partir de 2018 – dianteira);
  • PFC040053 (GM Nova Geração Onix a partir de 2000 – dianteira);
  • PFC100020 (Honda Accord a partir de 2013 – traseira);
  • PFC320025 (Hyundai Azera a partir de 2012 – dianteira);
  • PFC320024 (Hyundai Azera a partir de 2012 – traseira);
  • PFC320026 (Hyundai Creta 1.6/2.0 a partir de 2017 e Kia Cerato2.0 a partir de 2000 – dianteira);
  • PFC030068 (Fiat Ducato Multi a partir de 2010, Fiat Ducato Série 18 2.3/2.8, a partir de 2001, Peugeot Boxer, vários modelos, Citroën Série 35, de 2001 a 2004 – dianteira).

Laquila anuncia recebimento de 1 milhão de motopeças

Laquila estoque

Empresa revela que fez os pedidos em março prevendo uma demanda reprimida em função da pandemia e, agora, conta com estoques repostos

 

A Laquila, que atua no mercado de motopeças, anuncia que recebeu 1 milhão de peças no mês de novembro, abastecendo seu estoque, enquanto o mercado brasileiro enfrenta escassez. De acordo com a empresa, os pedidos foram realizados em março e incluem diversos tipos de peças, com especial atenção ao motor.

“No auge das incertezas da pandemia, em março, fizemos um comitê, decidimos apostar que haveria uma demanda reprimida e optamos por comprar mais do que estávamos habituados de nossos fornecedores”, diz a gerente de Suporte Comercial, Iael Trosman. Entre os materiais entregues nos portos brasileiros, estão , visando abastecer lojistas, distribuidoras, mecânicas e o piloto.

Trosman lembra que muitas indústrias diminuíram ou até mesmo interromperam a produção. “Não se trata de um processo simples e rápido colocar uma fábrica para voltar a operar a plena capacidade”, explica.

Automec acontecerá em novembro de 2021 com novo endereço

Automec

Em função da pandemia de Covid-19, a 15ª edição da Automec foi adiada oficialmente para novembro e agora acontecerá no Expo Center Norte

 

A 15ª edição da Automec, que aconteceria inicialmente entre os dias 6 a 10 de abril de 2021, no São Paulo Expo, teve nova data anunciada pela organização: 09 a 13 de novembro de 2021. Porém, além da data, o evento agora acontecerá em um novo endereço, o Expo Center Norte, também na capital paulista.

Segundo a Reed Exhibitions, responsável pela organização da Automec, a alteração se deve à atual situação da pandemia de Covid-19 no Brasil. Ainda segunda a empresa, o evento já conta com mais de 97% das áreas contratadas. A expectativa é que a Automec receba 1.200 marcas do mercado de reposição automotiva e 65 mil pessoas durante os cinco dias de evento.

A organização também anunciou a criação de uma plataforma virtual para o evento, chamada de Automec 365, que permitirá a interação de visitantes e expositores em rodadas de negócios e workshops técnicos. Com a mudança no calendário, o lançamento dessa plataforma deverá acontecer nos próximos meses.

Cobreq lança pastilha de freio cerâmica para veículos leves

Empresa destaca o diferencial que a cerâmica possui em comparação com outros materiais

 

A TMD Friction lança no mercado de reposição a nova pastilha de freio Cobreq Cerâmica para a linha leve. Segundo a empresa, a novidade garante redução de ruído, menos pó nas rodas e uma frenagem livre de vibrações.

Outra característica oferecida pelo produto é a capacidade de se manter estável, sem perder suas propriedades, e oferecer uma frenagem confortável. A linha foi desenvolvida mantendo os padrões e critérios da TMD Friction relacionados à segurança do condutor além de passar por testes de qualidade, avaliação de performance, ruídos durante a frenagem, durabilidade e conforto, destaca a marca.

A empresa ainda reforça que a pastilha Cobreq Cerâmica é ecológica, livre de substâncias e elementos nocivos à saúde, desenvolvida com um material de fricção inovador. Foram dois anos de pesquisas e avaliações até chegar ao produto final, alinhando performance, qualidade e segurança com soluções sustentáveis.

Foton lança linha de caminhão Aumark S em três versões

Caminhões são equipados com motor Cummins e transmissão ZF

 

A Foton lança a nova Família Aumark S em três versões: Citytruck 6.5-15, Citytruck 9-16 e Citytruck 11-16. Os novos modelos, importados inicialmente, vêm com motorização Cummins e transmissão ZF.

A versão Citytruck 6.5-15 vem equipada com o motor Cummins ISF 2.8 L com potência de 150 cv e torque de 36,70 kgfm, acoplado à transmissão ZF 5S 368, sincronizada com Overdrive. Já a versão Citytruck 11-16 traz o motor Cummins ISF 3.8 L com potência de 156 cv e torque de 50,98 kgfm em conjunto com a transmissão ZF 6S 500, sincronizada e com Overdrive. Ambas possuem janela para tomada de força (PTO).

A versão Citytruck 9-16 vem equipada com o mesmo trem-de-força, portanto com mesma potência e torque. A diferença está no entre-eixos menor, de 3,8 metros, além do tanque de combustível e pneus menores. Seu PBT é de 8.500 quilos, enquanto o modelo de 11 toneladas é de 10.116 quilos legal e 11 mil quilos na capacidade técnica.

Os veículos contam com sistemas de injeção common rail e tratamento dos gases de escape com tecnologia SCR. Segundo a empresa, as versões da família Aumark S também são as únicas da categoria com tanques de ar e de combustível em alumínio e com maior capacidade.

O tanque do Citytruck 6.5-15 comporta 120 litros de diesel, o 9-16 possui capacidade para 160 litros, enquanto o Citytruck 11-16 comporta 200 litros de diesel. Os três caminhões contam com freio a ar, da WABCO, e a versão Citytruck 6.5-15 vem equipada com freio a ar, tanto no freio dianteiro quanto no traseiro.

São duas opções de cabine, ambas com defletores de série. O Citytruck 6.5-15 tem largura interna de 1.690 mm e os Citytruck  9-16 e 11-16 têm largura interna de 1.880 mm. De porta a porta, a largura da cabine é de 1.880 mm para a versão 6.5 toneladas e de 2.060 mm no caso dos 9 e 11 toneladas.

Já a altura interna do piso ao teto é de 1.400 mm para todas as versões. Da parede traseira ao para-brisa na região central das cabines a medida é de 1.480 mm. Os novos Foton estão disponíveis nas cores branca, azul, vermelha, prata e preta.

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