Vox inaugura centro de distribuição em Guarulhos

Centro de distribuição da Vox

Com lançamentos anunciados para 2022, Vox ressalta que o novo centro de distribuição permitirá agilizar o atendimento aos clientes

 

A Vox inaugurou um novo centro de distribuição exclusivo, com maior capacidade de armazenamento, localizado em Guarulhos (SP). A empresa ressalta que esta unidade é resultado do crescimento da companhia, contribuindo com a eficiência logística ao ampliar a capacidade de estoque, além de agilizar o atendimento aos clientes.

Atualmente, a Vox conta com cerca de 1.000 produtos em seu portfólio, destinados aos principais segmentos automotivos no mercado de reposição. Esse catálogo oferece cobertura de mais de 90% na linha leve e mais de 70% na linha pesada.

“Os ganhos gerados com a nova área elevarão a qualidade dos serviços prestados aos nossos clientes, contribuindo para nos aproximarmos ainda mais deles. A Vox tem mais de 20 anos de mercado, e este é mais um passo que confirma o nosso crescimento tanto no mercado brasileiro quanto latino-americano”, afirma Wagner Vieira, diretor comercial da Vox.

filtros automotivos Vox

Com mais novidades anunciadas para este ano, a Vox relembra que, entre 2020 e 2021, lançou mais de 200 itens, ampliando seu volume de vendas. “A Vox é uma marca top 5 em preferência pelos mecânicos de acordo com a pesquisa realizada pela Revista O Mecânico em parceria com o Ipec, e amplamente reconhecida pelo mercado por conjugar uma excelente performance, custos muito competitivos e uma qualidade equiparada aos melhores produtos”, completa.

Cummins anuncia plataforma unificada de motores

logo Cummins

Unificação de peças com o uso dessa plataforma poderá ser aplicada em motores movidos a diesel, gás natural e hidrogênio

 

A Cummins anuncia uma nova plataforma de motores unificada, otimizada para o uso de diferentes tipos de combustíveis de baixo carbono visando contribuir para acelerar a descarbonização. Com isso, será possível compartilhar blocos de motores e alguns dos principais componentes utilizando uma mesma arquitetura. Ou seja, permitirá criar diferentes versões a partir de um mesmo motor base.

A empresa explica que, sob a junta do cabeçote de cada motor, haverá componentes muito semelhantes. Contudo, acima, haverá componentes diferentes para cada tipo de combustível. Essa novidade será aplicada nos motores das séries B, L e X da empresa, disponíveis para diesel, gás natural e hidrogênio.

Além da vantagem produtiva para as fabricantes de veículos, essa uniformização das peças irá gerar benefícios também para os usuários finais, do diagnóstico aos intervalos de manutenção. Assim, será mais fácil para os OEMs integrarem uma variedade de tipos de combustível no mesmo chassi do caminhão, com redução de custos para treinar técnicos e reequipar os locais de serviço.

“Esta é uma nova maneira de projetar e desenvolver sistemas de propulsão de combustão interna de baixa emissão que atendam às necessidades específicas da indústria de transporte, aproveitando a vantagem de ter uma arquitetura de produto comum e área de cobertura sempre que possível. Esta abordagem de tecnologia exclusiva permitirá que os usuários finais escolhem perfeitamente o trem de força certo para sua aplicação com o menor impacto de CO2”, diz Jonathon White, vice-presidente de Engenharia de Negócios de Motores.

Renault anuncia produção de plataforma e motor 1.0 turbo no Brasil

fábrica Renault

Nova plataforma CMF-B, da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, será empregada em um SUV, com base e motor 1.0 turbo feitos no Paraná

 

O Renault Group divulgou hoje (7) um comunicado anunciando a produção em solo nacional de uma nova plataforma CMF-B, da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, e um novo motor 1.0 turbo. A produção será no Complexo Industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, no Paraná.

A empresa também revelou que essa plataforma CMF-B permitirá a chegada de novos produtos no futuro, sem determinar prazos, além de poder ser empregada em modelos eletrificados. Por enquanto, é certo que será utilizada um novo SUV. “A decisão de localizar a moderna plataforma CMF-B no Brasil visa oferecer na América Latina o mesmo nível de conteúdo e qualidade que oferecemos mundialmente”, afirma José Vicente De Los Mozos, EVP Industrial Renault Group.

Esses novos anúncios fazem parte do ciclo de investimentos de R$ 1,1 bilhão, que teve início há um ano, e já resultou em lançamentos como Captur e Duster equipados com o motor TCe 1.3 turbo flex, Kwid 2023 e Master 2023. Já é certa também a chegada ainda neste ano do Kwid E-TECH Electric, versão totalmente elétrica do compacto. Assim, segundo a fabricante, “a conclusão desse ciclo de investimento acontecerá no primeiro semestre deste ano com mais um lançamento”.

“A chegada da moderna plataforma CMF-B, juntamente com um novo motor 1.0 turbo dão continuidade à nossa estratégia de reforçar nossa presença em segmentos mais altos do mercado, coerente com o plano estratégico Renaulution”, completa Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil.

O Renaulution é um plano mundial, ou seja, com aplicação não apenas no Brasil, e que prevê a mudança de posicionamento do Renault Group de volumes para valor. Daí a fase Renovation, que prevê novos produtos nos mercados em que a fabricante atua.

Problema elétrico no arrefecimento: como analisar?

arrefecimento

Troquei todos os componentes do sistema de arrefecimento, mas o veículo ainda apresenta problemas de temperatura, o que devo fazer?

 

O arrefecimento a água, que é o mais comum atualmente, baseia-se na troca de calor entre o motor e o ambiente externo através da circulação do líquido entre as galerias do bloco, do cabeçote e do radiador. A função do sistema não é meramente “resfriar o motor”, mas sim, mantê-lo na temperatura correta de trabalho. Quando algo dá errado nesse circuito, o calor não é trocado da forma correta e problemas graves podem acontecer, até mesmo a perda do motor.

A composição do líquido de arrefecimento é fundamental para seu funcionamento correto. A mistura costuma ser composta por uma parte de água desmineralizada e outra parte de aditivo (alguns aditivos já são vendidos na proporção correta). As porcentagens estão descritas no manual do veículo. São comuns os casos de mecânicos que encontram o sistema de arrefecimento abastecido apenas com água comum ou com a mistura incorreta de aditivo. Isso pode levar à corrosão de todo o sistema com o tempo.

Mas, mesmo quando o sistema de arrefecimento passa por manutenções periódicas corretamente, pode haver algum tipo de problema. Como o caso de uma SpaceFox que chegou à redação da Revista O Mecânico. Segundo o leitor, ela esquenta e liga a ventoinha quando quer, isso quando liga. Foi trocada a bomba d’água 3 vezes, válvula termostática, sensor, carcaça e até o radiador. Não tem vazamento, foi feito o cabeçote e ainda esquenta. O condutor precisa desligar o veículo quando ele esquenta e esperar esfriar para andar novamente. O que o mecânico deve fazer diante deste caso?

Aparentemente, há um problema elétrico. Ou a unidade de comando não está recebendo o sinal correto de temperatura para disparar o comando do eletroventilador. Ou esse comando não chega ao eletroventilador. É preciso fazer algumas verificações:

a) O sistema de arrefecimento foi corretamente sangrado? Bolhas de ar no sistema provocam leituras falsas no sensor de temperatura;

b) É possível fazer o acionamento do eletroventilador pelo scanner? Se isso não ocorrer, verifique:

– Se o sinal de comando chega ao relê de acionamento do eletroventilador,

– Se o relê recebe positivo e negativo do sistema elétrico do veículo,

– O funcionamento do relé,

– Mau contato no conector do eletroventilador,

– Mau contato no conector do relé,

– Fio partidos no chicote entre a unidade de comando e o relé e entre o relé e o eletroventilador;

c) O scanner acusa eletroventilador ligado em alguma ocasião (temperatura em que deveria estar acionada)? Se sim, faça as verificações do item b;

d) O scanner mostra temperaturas coerentes? Se não, e o sistema não tem bolhas de ar, teste o sensor de temperatura e o seu chicote.

Abílio Responde: Problema no óleo do câmbio

óleo do câmbio

Tenho um Polo 1.6 2013 Sedan. Fiz uma viagem e as marchas começaram a engrenar com dificuldade. Levei o carro ao mecânico, aí ele retirou o óleo da caixa e este apresentava uma cor tipo alumínio. O mecânico trocou o óleo simplesmente por umas duas vezes e pediu que eu acompanhasse o desenrolar. Fiz outra viagem este fim de semana, o óleo vazou quase todo e com a mesma característica da cor alumínio. O que pode ser?

Daniel Damasceno Naves
Via Site O Mecânico

 

Isso indica desgaste acentuado de algum componente. O óleo está contaminado com excesso de metais (ferrosos ou não, apenas uma análise de laboratório do lubrificante poderia determinar com precisão). É preciso revisar esta caixa de mudanças com urgência.


A cada edição da Revista O Mecânico, respondemos dúvidas dos leitores sobre manutenção automotiva e cuidados com o veículo na seção Abílio Responde. Mande sua mensagem para: redacao@omecanico.com.br

Lubrificação das cruzetas garante bom funcionamento do eixo cardan

Nakata cruzetas

Nakata alerta que seguir intervalos da lubrificação e uso de graxa adequada evitam o desgaste prematuro das cruzetas

 

As cruzetas ficam localizadas nas extremidades do eixo cardan, sendo responsáveis por transmitir o torque para o diferencial em ângulos variados e fundamentais para que o veículo, especialmente, os caminhões, ônibus e picapes, se movimentem. A Nakata reforça que esse componente requer cuidados na hora da manutenção.

“A lubrificação adequada e periódica é o principal fator para o bom funcionamento do mecanismo do eixo cardan e para que as cruzetas não sofram desgaste prematuro”, afirma Edson Vieira Santos, assistente técnico da Nakata. O especialista alerta ainda para a utilização da graxa indicada para a lubrificação das cruzetas, à base de sabão de lítio EP2, que é resistente à pressão extrema com grau de consistência 2, específica para elevadas temperaturas.

A orientação é que a graxa seja substituída, de modo que seja inserida dentro da peça com a eliminação total da graxa antiga. Ela jamais deve ser completada, em hipótese alguma. A dica é que a graxa deve ser colocada até sair limpa pelos quatro pontos da cruzeta.

A Nakata recomenda a lubrificação e manutenção das cruzetas conforme o tipo de uso. Em veículos rodoviários, por exemplo, faça a cada 20 mil km ou 2 meses, o que ocorrer primeiro. No caso de uso urbano, a cada 10 mil km ou 1 mês. Nos demais casos de utilização severa, ou seja, que tenha muito contato com agentes abrasivos como terra, faça o processo semanalmente.

“Situações, como enchentes, sujeiras, vias com buracos, resultam em menor durabilidade, bem como sobrecarga, que exige mais do cardan, podem reduzir a vida útil ou até mesmo ocasionar a quebra”, explica Santos.

A dica para os motoristas é dirigir de forma que não haja movimentos bruscos, fazendo as trocas de marchas no momento correto, o que pode contribuir para a durabilidade da peça. Eles devem ficar atentos a sinais como ruídos provenientes do eixo cardan, folgas e vibrações. Caso a cruzeta se rompa, o veículo ficará sem tração e ocorrerá parada inesperada, além do risco de danificar outros componentes.

Por fim, o especialista alerta quanto ao torque aplicado: em excesso ou insuficiente, pode provocar quebra da abraçadeira e queda da cruzeta.

Potente celebra 3.000 elevadores vendidos no Brasil

Elevadores Potente

Seus elevadores automotivos foram lançados em 2017 e integram uma linha para oficinas mecânicas, incluindo diversas ferramentas e equipamentos 

 

Com quase 60 anos de atuação, a Potente Brasil celebra a marca de 3.000 elevadores automotivos vendidos no país. Seu elevador hidráulico automotivo foi apresentado ao mercado brasileiro em 2017, totalizando assim cinco anos de comercialização por aqui.

De acordo com a fabricante, ele tem capacidade para erguer até quatro toneladas, com base reforçada que dá amarração às duas torres, 20 posições de travamento acionadas automaticamente, braços e sapatas reguláveis e versatilidade para ser montado em qualquer tipo de piso.

Além disso, por oferecer acionamento eletro-hidráulico, a Potente reforça que seu custo de operação é 50% menor em relação aos concorrentes. Isso porque ele utiliza energia apenas para subir, realizando a descida por gravidade.

O elevador integra a linha de produtos “Undercar” para oficinas mecânicas, composta ainda por alinhadores de direção, balanceadores de rodas, desmontadores de pneus, rampas para alinhamento e outros. Junto com ferramentas pneumáticas, ferramentas elétricas e equipamentos hidráulicos, são mais de 200 produtos destinados ao segmento de manutenção automotiva no Brasil.

“Estamos muito orgulhosos por atingir mais essa meta, que era a de superar a venda de 3 mil elevadores automotivos. A Potente Brasil sempre empreendeu um desenvolvimento constante com novas soluções para o segmento, investindo em tecnologia de ponta para facilitar a operação do reparador. O elevador é um ótimo exemplo”, afirma Marcos Couto, diretor comercial.

Abílio Responde: Anomalia com gasolina pode ser falha na sonda?

ANOMALIA COM GASOLINA

Tenho uma VW Saveiro 1.6 com motor EA 111. Peguei já usada e o ex-dono só usou etanol. Agora comigo, quando abasteço com gasolina, acende a luz de anomalia no painel e toda vez que levo ao mecânico ele diz que é por causa do combustível adulterado. Porém, já abasteci em vários postos diferentes e, mesmo usando gasolina aditivada, continua acendendo a luz de anomalia. Seria uma falha na sonda? Não estaria reconhecendo gasolina?

Marcos Antonio
Via YouTube O Mecâniconline

 

Sim, é uma possibilidade. O sensor lógico pode não estar funcionando corretamente. E ele depende dos sinais da sonda lambda assim como do sensor de nível do tanque.


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Petrobras apresenta nova geração da gasolina Grid e Podium

gasolina Petrobras

Com uma nova aditivação, gasolina Petrobras promete reduzir a formação de depósitos de resíduos e remover os já existentes

 

A Vibra (ex-BR Distribuidora) anuncia a chegada aos postos de combustível de uma nova geração da gasolina Petrobras Grid e Petrobras Podium, agora com uma nova tecnologia de aditivação. Desenvolvida em parceria com a Basf, a nova versão será vendida a partir de março, inicialmente, nos Postos Petrobras do Rio de Janeiro e de São Paulo. A expansão para as outras regiões do país será gradativa.

Essa nova tecnologia foi batizada de Tecno 3 e, segundo a empresa, oferece benefícios como limpeza, proteção e economia ao adotar uma fórmula que reduz a formação de depósitos de resíduos e remove os já existentes. A Vibra explica que, nos testes, as novas gasolinas tiveram melhora de três vezes na proteção contra o desgaste e três vezes menos formação de depósitos em relação à tecnologia anterior. Outro benefício apontado nos testes é a melhor capacidade de limpeza de partes internas do motor, como as válvulas.

Petrobras Grid

De acordo com a empresa, a nova gasolina Petrobras Grid forma 98% menos depósitos nas válvulas de admissão do que a gasolina comum, chegando a um nível de depósitos três vezes menor que a versão anterior da própria Grid. Em um teste com as válvulas já sujas, após um ciclo com gasolina comum e outro com a nova Grid, a Vibra destaca a capacidade do produto de remover 82% desses resíduos prévios.

Outras vantagens incluem redução de desgaste causado pela fricção, protegendo os componentes internos do motor, e de corrosão, elevando a proteção contra a ferrugem.

Petrobras Podium

Com características como altíssima octanagem RON 102 e teor de enxofre abaixo de 30 ppm (partes por milhão), a Podium foi desenvolvida para uso em motores de alto desempenho. Pode ser utilizada por motos ou veículos a gasolina ou flex, com motores com taxa de compressão acima de 10:1.

Vídeo mostra como foi feito o desenvolvimento da nova tecnologia de aditivação:

Calmon | IPI menor terá baixo impacto no preço final

venda carros

A notícia parecia boa demais: corte no percentual das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de até 25%, a partir de 1º de março.

Carga fiscal sobre automóveis no Brasil é a maior do mundo. Um modelo com motor acima de 2 litros a gasolina, por exemplo, tem que recolher ao sair da fábrica 25% de IPI e 11,6% de PIS/Cofins (impostos federais), mais 12% de ICMS (imposto estadual). Isso alcança 36% do preço sugerido em tabela. Ainda há o IPVA de 4%, divido entre Estado e município. Em números aproximados são quase 70% de diferença entre o carro com e sem impostos. Em comparação, nos EUA o mesmo cálculo aponta para 9% e na média da Europa, 22%.

No entanto, no caso de veículos a redução no percentual da alíquota do IPI foi de 18,5% e não de 25%. Claro que imposto menor é sempre bem-vindo. Espera-se que todos os fabricantes e importadores repassem ao consumidor a diferença. Não se anime muito, pois houve um ganho modesto. Solicitei à Bright Consulting uma estimativa como simples referência.

Motores até 1 litro de cilindrada: IPI de 7% para 5,7%. Preço final: menos 1,2%.

De 1 até 2 litros (gasolina): IPI de 13% para 10,6%. Preço final: menos 2,1%.

De 1 até 2 litros (etanol): IPI de 11% para 8,9%. Preço final: menos 1,8%.

Acima de 2 litros (gasolina): IPI de 25% para 20,4%. Preço final: menos 3,7%.

Acima de 2 litros (etanol): IPI de 18% para 14,7%. Preço final: menos 2,8%.

Hoje, 48% dos carros vendidos têm motores de até 1 litro e 50% entre 1 e 2 litros. Apenas 2%, acima de 2 litros.

 

Os 10 modelos mais vendidos no mundo em 2021

 

Dificuldades de abastecimento de chips semicondutores, além de problemas logísticos, prejudicaram as vendas de veículos em todo o mundo no ano passado. Mas as marcas japonesas conseguiram administrar a escassez com mais eficiência, o que resultou em sete dos dez modelos mais vendidos no mundo em 2021.

A empresa de consultoria Jato fez o levantamento e apontou a liderança do Corolla em sua 12ª geração:

1) Toyota Corolla: 985.336 unidades; 2) Toyota RAV4: 965.839; 3) Honda CR-V: 713.143; 4) Toyota Camry: 617.010; 5) Testa Model 3: 592.719; 6) Honda Civic: 569.069; 7) Ford F150: 541.076; 8) Toyota Yaris: 515.018; 9) Nissan Sylphy, 498.583; 10) Wuling Hongguang Mini EV, 469.525.

Nesta relação há uma picape pesada (F150) e dois modelos elétricos (Model 3 e Hongguang, sendo este um microcarro chinês de apenas 2,92 m de comprimento). A Toyota teve quatro produtos entre os 10 mais vendidos no ano passado. O Golf costumava frequentar essa lista, porém enfrentou dificuldades de produção maiores e ficou de fora.

Deve-se ressaltar a estratégia da Toyota de manter a denominação Corolla em modelos com linhas externas bem diferentes como o Corolla Cross. Versão hatch, na Europa, já se chamou Auris até 2018, quando foi rebatizada de Corolla, embora sem semelhança com o sedã. Volkswagen, por exemplo, tem outra visão: Golf e Jetta, Polo e Virtus. GM concentra-se no Onix (hatch) e Onix Plus (sedã). Nissan Sylphy é produzido apenas na China e já adotou nomes diferentes (Almera, Pulsar, Sentra e Sunny) dependendo do país.

 

ALTA RODA

 

Stellantis divulgou seu plano estratégico para 2030. Pretende reduzir em 50% as emissões de dióxido de carbono e atingir a neutralidade em 2038. Para isso o grupo espera, dentro de oito anos, ter 100% de suas vendas na Europa apenas com veículos elétricos a bateria (VEB) e 50% nos EUA. Para outros mercados, inclusive China, não foi feita previsão. Produção mundial do grupo seria de 5 milhões de VEB por ano em 2030. O primeiro Jeep VEB estreia no início de 2023.

Salão de Genebra foi cancelado este ano, mas a premiação do Carro do Ano foi realizada e transmitida pelo site do próprio Salão. O vencedor foi o elétrico Kia EV6 com seu visual completamente novo e muito atraente, seguido pelo Renault Mégane E-Tech Electric e Hyundai Ioniq 5. Dos sete finalistas, apenas o Peugeot 308 (quarto colocado) tinha motor a combustão. Os outros finalistas: Skoda Enyaq iV, Ford Mustang Mach-E e Cupra Born.

Quem valoriza dirigibilidade de um hatch, comportamento em curvas, posição de guiar e acabamento de alto nível está bem servido com o Audi A3 Sportback. Combinação de motor de 190 cv/32,6 kgf.m e câmbio automatizado de sete marchas (duas embreagens) garante desempenho aceitável, embora o ideal fosse algo na faixa de pelo menos 220 cv para um carro de quase 1.500 kg. Espaço no banco traseiro algo limitado, mas porta-malas é muito bom. Fazem faltam alerta de colisão frontal e frenagem autônoma de emergência, itens presentes em modelos mais baratos.

São Paulo Motor Experience que será realizado no autódromo de Interlagos, de 6 a 14 de agosto próximos, ampliou o número de iniciativas para atrair mais público para o evento. Arena Racing, Veículos Especiais, Performance e Customização, Carros Clássicos e Kids são os novos espaços programados. Dos 23 boxes oferecidos aos expositores 18 foram reservados até agora.

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