Jamaica amplia linha de mangueiras para o sistema de arrefecimento, combustível e óleo hidráulico
A Jamaica amplia sua linha de mangueiras para o sistema de arrefecimento, combustível e óleo hidráulico, lançando no mês de maio 22 itens, todos da linha automotiva.
Dentre os lançamentos estão mangueiras de reposição para os veículos das montadoras Fiat, GM, Nissan, Volkswagen e Honda.
A Jamaica é responsável por todo processo produtivo, desde a produção da massa de borracha até a finalização do produto acabado.
Conheça o procedimento de remoção e instalação do conjunto de dupla embreagem e seus periféricos de acionamento em um câmbio Ford PowerShift para veículos com motor 2.0
Instalado nos modelos Focus, EcoSport e Fiesta, o câmbio automatizado de dupla embreagem PowerShift manteve-se por cerca de seis anos na linha de produção da Ford no Brasil. Este câmbio ainda se encontra em dezenas de milhares de veículos rodando todos os dias em nosso país e, como todo sistema, requer manutenção adequada, seja preventiva ou corretiva.
O primeiro veículo Ford lançado no Brasil com a caixa PowerShift foi o SUV EcoSport com motor Duratec 2.0 na virada de 2012 para 2013. Segundo a montadora à época, quando comparado a uma caixa similar automática de seis velocidades, o câmbio PowerShift era 20 kg mais leve e podia fazer troca de marchas em até um terço do tempo, resultando em 10% de redução em consumo de combustível.
Após a reclamação de proprietários dos veículos quanto a sintomas de mau funcionamento (trepidação, principalmente), em 2016, a Ford respondeu oficialmente à notificação do Procon afirmando que os sintomas poderiam ser causados por vazamento de óleo do câmbio pelo retentor da caixa seca, que atingia as embreagens e as contaminava.
Esse sintoma, observou a Ford, também indica final de vida útil do conjunto de dupla embreagem. Porém, a montadora não especifica nos manuais dos veículos períodos de reparo preventivo do sistema ou, mesmo, de troca do óleo do câmbio.
No ano seguinte, a Ford seguiu com o câmbio de dupla embreagem na última reestilização do Fiesta no Brasil, mas com o nome “transmissão sequencial”. Entre as alterações, o câmbio recebeu nova calibração, novo módulo, novos retentores e novo material de atrito das embreagens. Com o fim da produção do compacto no Brasil em 2019, o
PowerShift também saiu de linha.
CONJUNTO DE DUPLA EMBREAGEM
Nesta reportagem, o assistente técnico da Schaeffler, Ricardo Melo, demonstra como fazer a remoção e instalação do conjunto da embreagem dupla do câmbio Ford PowerShift em uma unidade da transmissão projetada para trabalhar com motores 2.0. O procedimento foi feito na sala de treinamentos da Schaeffler em Sorocaba/SP com uma unidade do câmbio PowerShift utilizada para estudos, fora do veículo. A operação focou no passo a passo com a caixa em bancada.
Ricardo ressalta que, para fazer a manutenção no sistema, é obrigatório remover o câmbio do veículo e usar um cavalete específico para fixá-lo com a caixa seca virada para cima – ou com um suporte que permita que o câmbio fique apoiado e nivelado em bancada, como foi feito nesta reportagem. Não existe outra forma de se fazer a remoção e instalação do conjunto adequadamente.
O especialista ainda aponta que existem duas situações no reparo desse sistema: a remoção e reinstalação do mesmo conjunto em caso de reparo em outra parte do câmbio (como uma substituição do retentor do eixo primário) ou a simples troca de um conjunto por outro novo.
Para a reinstalação do mesmo conjunto, o mecânico precisa fazer o “reset” das embreagens, travando as respectivas molas membranas com ferramentas específicas. Já no caso da troca por um conjunto novo, o conjunto já vem travado de fábrica. Ainda segundo Ricardo, não existe procedimento de reparo para o conjunto de dupla embreagem em si: caso apresente qualquer problema, o sistema sempre deve ser trocado por completo, incluindo as peças do kit de acionamento (garfos, molas compensadoras e rolamentos).
REMOÇÃO DO CONJUNTO
1) Com o câmbio devidamente apoiado (1a), remova o anel elástico que trava o disco de embreagem das marchas ímpares. É permitido usar uma chave de fenda para tal (1b).
2) Retire o miolo da embreagem ímpar, que faz o engrenamento do respectivo disco de embreagem com o eixo principal (rígido) do câmbio.
3) Com um alicate apropriado, retire o anel elástico que prende o disco da embreagem das marchas pares ao seu eixo secundário (oco).
Obs: Neste momento, não há mais nenhuma trava entre o conjunto da embreagem dupla com os eixos além do atrito de interferência entre as peças. Mas, segundo a fabricante, a extração segura e correta do conjunto de embreagens do câmbio só é possível com as ferramentas apropriadas da Schaeffler, vendidas em maletas com a marca “LuK Special Tool” nos principais distribuidores da empresa alemã no mercado de reposição. São três maletas cujas ferramentas servem não só para o câmbio Ford PowerShift como, também, para os conjuntos dos câmbios Volkswagen DSG.
4) Antes de instalar a ferramenta de extração, identifique os pontos de apoio das garras sacadoras com um gabarito que indica os encaixes conforme a motorização do veículo. São dois gabaritos: código KL-0500-8341 para veículos 1.6 e KL-0500-8342 para veículos 2.0. A embreagem é a mesma para ambos, mas os pontos de encaixe mudam pelo formato da caixa seca.
5) O gabarito deve ser alinhado por 3 rasgos na parte superior do conjunto (5a) para encaixar as garras (5b). Depois de ajustada a posição do gabarito, as setas vão apontar as posições de encaixe das três garras: as posições “1” indicam onde devem ser encaixadas as duas garras fixas e a posição “2” mostra o ponto em que deve ficar a garra com ímã.
6) Perceba que as garras seguem a numeração do gabarito, ou seja, a garra “2” fica na posição “2” (6a) e as duas garras “1” nas posições “1” (6b). Instale os suportes das garras, que vão fazer o apoio no momento da retirada da dupla embreagem. Os suportes também seguem a mesma numeração, sendo que os suportes “1” devem ser encaixados em um pino-guia na tampa do conjunto (6c). Já o suporte “2” é magnético e não possui guia (6d).
7) Em seguida, instale o pino extrator, que fica apoiado no eixo secundário (oco) do câmbio.
8) Instale o extrator (8a). Ele deve ser fixado com os rasgos de seus braços sobre as três garras e possui um fuso que se encaixa ao pino extrator (8b). Gire o fuso para fazer o ajuste da altura da ferramenta antes de parafusar os apoios que vão fixar o extrator às garras. Não há sequência de aperto.
9) Com uma chave de força ou catraca com soquete sextavado 22 mm, gire o fuso no sentido horário para que o extrator puxe as garras para cima e possam sacar o conjunto de dupla embreagem. Faça o movimento com o extrator até perceber que o conjunto está solto. Desmonte todo o ferramental em seguida.
10) Para remover o conjunto de dupla embreagem com segurança, parafuse as duas alças nos prisioneiros da tampa da dupla embreagem. Na sequência, basta puxar o conjunto para fora do câmbio.
Obs: As alças, o pino extrator, os gabaritos, as garras sacadoras e os seus suportes estão inclusos na maleta
LuK 400 0427 10. Já o extrator está na maleta LuK 400 0418 10.
11) Já é possível ver os garfos de engate e suas fixações. O garfo maior, posicionado acima, é o das marchas ímpares (identificado conforme o software do scanner como “A” ou “K1”) e o outro, o garfo das marchas pares (“B” ou “K2”). Porém, não os remova neste momento.
12) Retire o conjunto de rolamentos manualmente.
13) Antes de soltar os garfos, é obrigatório retirar seus respectivos motores. Cada um é preso por quatro parafusos que devem ser trocados a cada remoção.
14) Com os motores removidos, agora é seguro fazer a soltura dos garfos de engate (14a). São quatro parafusos para cada garfo, sendo dois (soquete E10) das molas compensadoras (14b) e outros dois (soquete T45) de fixação da base (14c).
15) Remova primeiro o garfo de acionamento das marchas ímpares e, depois, o das pares.
CUIDADOS NA CAIXA SECA
16) Antes de iniciar o procedimento de instalação do conjunto de dupla embreagem, certifique-se de que a caixa seca esteja completamente limpa, para que nenhum resíduo de óleo ou água possa contaminar a embreagem nova.
17) Segundo Ricardo Melo, é prudente ficar esperto com a estanqueidade da caixa seca desse câmbio. “Esta transmissão em específico da Ford tem problema de entrada de água porque ela possui alguns canais na caixa seca (17a e 17b). Em alguns casos que já vimos em campo, pode entrar água até pelo motor de partida ou pelo motor dos garfos”, declarou. A assistência técnica da Schaeffler recomenda passar silicone na borda inteira da transmissão para evitar a entrada da umidade, assim também como na região de encaixe do motor de partida e também no flange de assentamento dos motores dos garfos. “Que não seja em excesso”, pondera o especialista.
18) Se o reparo demandar a troca do conjunto de dupla embreagem por um novo, todo o kit deve ser substituído: ambos os garfos de acionamento, as quatro molas compensadoras, o jogo de rolamentos completo com as chapas de contato, anéis-trava, disco estriado e todas as porcas e parafusos. A dupla embreagem nova já vem travada e pronta para uso. Já se o sistema for reaproveitado, é necessário o “reset”.
“RESET” (TRAVAMENTO) DO CONJUNTO USADO
Obs: Antes de remontar o conjunto de dupla embreagem usado anteriormente, é necessário o procedimento de travamento das molas das embreagens ímpares e pares na posição de instalação – o chamado “reset”. As ferramentas para esta operação estão na maleta
LuK 400 0425 10.
19) Posicione a base (código Kl-0500-713) na morsa e monte o conjunto da dupla embreagem com os prisioneiros para baixo.
20) Primeiro, encaixe os ganchos do anel acionador maior nas abas da embreagem par para travá-la. Instale o apoio da mola membrana e o dispositivo de pressão sobre o conjunto.
21) Gire o anel no sentido anti-horário até o limite e mantenha-o nessa posição enquanto aperta o dispositivo de pressão sobre a mola membrana até chegar ao batente.
22) Retire o anel e o dispositivo de pressão. A embreagem das marchas pares deve estar travada. Confira a posição das travas, que devem estar encaixadas nos furos da mola.
23)Para travar as marchas ímpares, reinstale novamente o dispositivo de pressão (23a)e use o anel acionador menor e dispositivo de aperto. As garras do anel menor devem coincidir com os rasgos próximo às travas. (23b) Desta vez, o retrocesso da mola deve ser feito no sentido horário. Gire, mantenha assim e aperte o dispositivo até novamente encontrar o batente (23c).
24) Remova o anel, mas não o dispositivo de pressão. Neste momento, o mecânico deve aplicar os grampos para travar a mola (24a). São três grampos: encaixe-o e empurre a aba da mola para frente (24b).
25) Somente após encaixar os três grampos, libere o dispositivo. A mola deve ficar travada com os grampos mantendo a posição. Retire os grampos em seguida e confira e o travamento se manteve.
INSTALAÇÃO DA DUPLA EMBREAGEM
26) Para evitar a movimentação do eixo (popularmente conhecido por “carrinho”), instale o garfo com sua trava (26a). Importante: não acione os garfos das embreagens. Embora sejam feitos para aguentar a carga do acionamento das marchas, ao serem movimentados manualmente, eles podem ter danos por sobrecurso no eixo (26b).
27) Cada garfo possui duas molas compensadoras e ambas possuem um código numérico cuja referência deve coincidir com a do garfo. Não podem ser usadas molas em garfos com códigos diferentes.
28) Antes de colocar os parafusos e fazer os apertos, instale também o respectivo motor (28a). Assim, garante-se que o eixo entre garfo e motor estará alinhado no momento da fixação do garfo (28b e 28c). e “Se você apertar o garfo sem o motor, pode ocorrer desalinhamento do eixo e o motor sofrer encaixe forçado na instalação”, avisa Ricardo Melo, da Schaeffler.
29) Encaixe o garfo de acionamento das marchas pares (menor). Encoste as fixações e aplique torque de 19 Nm nos parafusos e 26 Nm nas molas compensadoras (29a). Atenção: não se esqueça de retirar a trava de segurança do garfo após o aperto (29b).
30) Após o torque final na mola compensadora, pode ser que o suporte fique fora de posição: ele deve ficar com os canais coincidindo com o ressalto do garfo (30a e 30b). Para corrigir isso, há outra ferramenta para girar o suporte e colocá-lo na posição correta (30c). Atenção: a operação deve ser sempre após o torque, nunca antes.
31) Repita toda a operação dos passos nº 26 a 30 no garfo das marchas ímpares.
32) Siga para o conjunto dos rolamentos de acionamento. A instalação é manual, mas o mecânico precisa verificar o ponto de encaixe girando a peça até que ela fique alinhada com os garfos ímpar (32a) e par (32b). Em seguida, posicione as duas chapas de contato (32c).
33) Instale as alças nos prisioneiros da dupla embreagem para montar o conjunto de dupla embreagem novamente nos eixos do câmbio.
34) Para assentar o conjunto de dupla embreagem em sua posição de trabalho, será instalado novamente o extrator, que desta vez será utilizado para empurrar o conjunto. Para essa função, é necessário utilizar uma bucha de assentamento (maleta
LuK 400 0427 10) (34a). O extrator deve ser apoiado com três elementos de apoio parafusados diretamente na carcaça do câmbio (todos da maleta LuK 400 0418 10) (34b).
35) Novamente com a chave de força ou catraca com soquete 22 mm, gire o fuso do extrator no sentido horário para descer o conjunto de dupla embreagem até o limite da bucha de assentamento (35a). Essa bucha possui uma guia como limitador (“stop”) para o eixo secundário (oco) e dois rasgos para visualizar o canal de alojamento do anel elástico que trava o eixo secundário quando a embreagem atinge o ponto desejado (35b). Ao final, desmonte novamente todas as ferramentas.
36) Com alicate apropriado, instale o anel elástico que trava o eixo secundário.
37) Reinstale o miolo do disco da embreagem ímpar, observando a marca que deve coincidir com a indicada no conjunto de dupla embreagem.
38) Reinstale o anel elástico que trava o disco da embreagem ímpar.
39)Após a montagem do conjunto de dupla embreagem, deve-se destravar os discos. Isso deve ser feito pelo eixo dos respectivos garfos de acionamento. Para acessá-los, remova novamente os motores. No ponto de conexão do eixo no garfo, encaixe a ferramenta KL-05008011 (39a). Com ela, o mecânico deve girar o eixo no sentido anti-horário até ouvir um estalo, que significa o destravamento daquela respectiva embreagem. Após o estalo, o mecânico deve dar mais uma volta completa na ferramenta por segurança (há uma marcação na ferramenta como referência para ajudar a contar as voltas) (39b). Cuidado: após terminar a última volta, não solte a ferramenta de uma vez porque ela tende a girar de volta com força e pode machucar sua mão. Solte-a aos poucos. Repita a operação no outro garfo.
Obs: Essa operação deve ser feita tanto em conjuntos de embreagens que passou pelo “reset” quanto em conjuntos novos – afinal, estes já vêm de fábrica travados.
40) Reinstale novamente os motores. O torque de aperto dos parafusos é 5,5 Nm.
Nakata é mencionada em 13 categorias da 6ª edição da pesquisa da Revista O Mecânico
Na Pesquisa O Mecânico 2022, promovida pela Revista O Mecânico, a Nakata foi a mais votada na categoria “Juntas homocinéticas” tanto como a marca mais conhecida quanto a comprada com mais frequência pelos profissionais das oficinas mecânicas. Ao todo, foram 1.074 entrevistas com mecânicos de todos os 26 Estados das cinco regiões do Brasil, mais o Distrito Federal.
A Pesquisa O Mecânico, realizada em parceria com o Instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), mapeou as marcas preferidas entre os profissionais que vivem o dia a dia das oficinas para 47 diferentes categorias de peças, ferramentas e equipamentos.
Nas categorias “Bandeja de suspensão”, “Bieletas de suspensão”, “Pivô de suspensão”, “Terminal axial” e “Terminal de direção”, a Nakata foi a marca mais comprada e a mais conhecida pelos mecânicos, repetindo o desempenho da pesquisa de 2021.
Já as categorias “Amortecedor”, “Bomba d’agua”, “Bomba de óleo”, “Molas”, “Bucha de suspensão”, “Coxim de motor” e “Barra de direção”, está no ranking das 2 mais votadas pelos mecânicos.
Ação acontece nos dias 30 e 31 de julho durante a corrida da Stock Car no autódromo de Interlagos (SP)
Nos dias 30 e 31 de julho, o Autódromo de Interlagos (SP) recebe a corrida da Stock Car com uma campanha de arrecadação de alimentos. A SKF, fornecedora oficial de rolamentos da Stock Car, em parceria com a Vicar (organizadora da Stock Car) e o Fundo Social de Solidariedade de Cajamar viabilizaram o “Ingresso Solidário Stock Car – Acelerando contra a fome”, com o objetivo de ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social.
As pessoas podem contribuir adquirindo o ingresso solidário de arquibancada com 50% de desconto, mediante a doação de 1Kg de alimento não perecível na entrada do autódromo.
A meta dessa campanha é arrecadar 5 toneladas de alimentos para beneficiar cerca de 1.000 famílias que vivem nas comunidades carentes de Cajamar, cidade localizada na região metropolitana de São Paulo.
Campanha Ingresso Solidário Stock Car – Acelerando contra a fome
Quando: 30/07 e 31/07, sábado e domingo
Onde: Autódromo José Carlos Pace (Autódromo de Interlagos)
Endereço: Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São Paulo-SP Compra de ingresso:https://bileto.sympla.com.br/event/74697/d/146860
Marca da NGK, NTK é mencionada na categoria sonda lambda da 6ª edição da pesquisa da Revista O Mecânico
Na Pesquisa O Mecânico 2022, promovida pela Revista O Mecânico, a NTK, marca da NGK, foi a mais votada na categoria “Sondas lambda”, como a marca mais comprada pelos profissionais das oficinas mecânicas. Ao todo, foram 1.074 entrevistas com mecânicos de todos os 26 Estados das cinco regiões do Brasil, mais o Distrito Federal.
A Pesquisa O Mecânico, realizada em parceria com o Instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), mapeou as marcas preferidas entre os profissionais que vivem o dia a dia das oficinas para 47 diferentes categorias de peças, ferramentas e equipamentos.
A NGK também está no ranking das mais escolhidas pelos mecânicos também nas categorias “Cabo de vela” e “Velas de ignição”.
O cabo de vela NGK é a primeira marca como mais comprada e com mais frequência pelos mecânicos, repetindo o desempenho da pesquisa de 2021.
Na categoria “Velas de ignição”, NGK está na primeira posição como mais conhecida e mais comprada pelos mecânicos, mantendo a posição do ano anterior.
Ainda sem atingir a normalidade da produção pela falta de chips e atrasos na cadeia global de logística, o primeiro semestre do ano mostrou que os SUVs ocuparam 37% do mercado brasileiro de veículos leves. Foram vendidas 315.362 unidades em quatro segmentos. Os compactos, com dois segmentos, somaram 266.481 unidades (31%). Somando-se os 54.563 hatches subcompactos aos hatches e sedãs pequenos a participação sobe para 38%.
Entre os 14 segmentos que dividem o mercado dois modelos se destacaram. O HB20 firmou-se na liderança entre os hatches compactos, deslocando para segunda posição o Onix que ainda enfrenta dificuldades de produção.
Outra mudança aconteceu entre os SUVs compactos. Com 212.739 unidades comercializadas representaram 25% do mercado total. O T-Cross liderou pela primeira vez, mas a disputa foi tão acirrada que apenas 1 ponto percentual de diferença separou os primeiros cinco colocados. Renegade, líder em 2021, caiu para a quarta posição.
Um modelo que chegou, viu e venceu foi o Commander entre os SUVs médios-grandes.
O Corolla alcançou participação recorde de 70% com a saída de cena do Civic, que voltará como híbrido importado e, assim, com pouca força de vendas. Mas nada se compara aos 87% da picape Strada. Foram entregues 50.945 unidades, individualmente o veículo mais vendido no Brasil, ressalvando que só há três produtos nesse segmento contra 16 entre os hatches compactos e 20 entre os SUVs compactos.
Ranking da coluna tem critérios próprios e técnicos com classificação por silhuetas. Referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos (mínimo de dois) e maior importância do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.
Hatch subcompacto: Mobi, 58%; Kwid, 42%; E-JS1, 1%. Mobi com mais folga.
SUV compacto: T-Cross, 15%; Creta, 14%; Tracker, 13%; Renegade, 12%; Pulse, 11%; Kicks, 8%; Nivus, 7,8%; C4 Cactus, 5%; Duster, 4%. A disputa mais apertada.
SUV médio-compacto: Compass, 44%; Corolla Cross, 31%; Tiggo 7, 6%. Sem ameaças ao Compass.
SUV médio-grande: Commander, 33%; SW4, 23%; Tiggo 8, 15%. Commander, novo líder.
SUV grande: BMW X5/X6, 29%; XC90, 14%; Cayenne, 13%. Líder avançou.
Picape pequena: Strada, 87%; Oroch, 7 %; Saveiro, 6%. Strada ainda mais à frente.
Picape média: Toro, 31%; Hilux, 26%; S10, 17%. Toro com menor vantagem.
Anfavea espera enfraquecimento nas vendas
Previsões para o mercado brasileiro em 2022 estão em baixa segundo a Anfavea, em linha com que a Fenabrave anunciou no começo deste mês. Em dezembro de 2021 a associação das fabricantes estimava para este ano expansão de 8,5% nas vendas internas, 9,4% na produção e 3,6% nas exportações. Cerca de 170.000 veículos deixaram de ser produzidos no Brasil até agora.
A inflação puxou os juros para cima e afastou parte dos consumidores, embora ainda exista forte demanda reprimida. Estoques nas fábricas e concessionárias subiu para 24 dias ainda longe do mínimo de 35 dias considerados normais. Márcio Leite, presidente da Anfavea, prevê agora crescimento de apenas 1% no mercado interno, de 4,1% na produção e alta expressiva de 22,2% nas exportações.
Leite não comentou, porém, o mercado externo pelo visto foi priorizado por dois motivos claros: desvalorização do real tornou os modelos nacionais mais competitivos e vendas perdidas no exterior ficam mais difíceis de recuperar.
O presidente do Sindipeças, Claudio Sahad, é mais cauteloso: produção de autoveículos teria leve retração de 0,7% este ano.
Volkswagen planeja autônomos sob demanda
Tecnologia para veículos autônomos avança, apesar de acidentes recentes com carros de teste no tráfego. Em um aspecto não há evolução: preço continua proibitivo. Em entrevista à Bloomberg, Dick Hilgenberg, líder da Cariad, subsidiária da VW para softwares, afirmou que atualizações remotas não servirão apenas para melhorar o desempenho dos carros.
“Existe um novo modelo de negócios – assinatura ou função sob demanda – quando você pode dirigir de forma autônoma, se quiser, pelos próximos 100 quilômetros, por exemplo”, afirmou o executivo. Essa seria uma forma de ajuda aos motoristas que se sintam cansados ou preferem adiantar alguma tarefa antes de chegar ao destino.
Fras-le é a mais comprada e conhecida na categoria lona e sapata de freioda 6ª edição da pesquisa da Revista O Mecânico
Na Pesquisa O Mecânico 2022, promovida pela Revista O Mecânico, a Fras-le, marca que faz parte das empresas Randon, foi a mais votada na categoria “Lona e sapata de freio”, tanto como uma das marcas mais conhecidas quanto a comprada com mais frequência pelos profissionais das oficinas mecânicas. Ao todo, foram 1.074 entrevistas com mecânicos de todos os 26 Estados das cinco regiões do Brasil, mais o Distrito Federal.
A Pesquisa O Mecânico, realizada em parceria com o Instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), mapeou as marcas preferidas entre os profissionais que vivem o dia a dia das oficinas para 47 diferentes categorias de peças, ferramentas e equipamentos.
Promovido pela Bosch, evento virtual voltado a mecânicos ocorrerá entre os dias 1 a 4 de agosto
O IV Congresso Tecnológico de Diagnóstico Automotivo é um evento anual desenvolvido e apresentado pela equipe técnica do CTA Bosch. O objetivo deste evento é apresentar de maneira prática o diagnóstico em sistemas automotivos.
São 4 encontros virtuais, de segunda à quinta-feira, no período de 1 a 4 de agosto das 19 às 21 horas, cada encontro tem um tema central para a apresentação dos especialistas e as demonstrações práticas em veículos e sistemas automotivos são realizadas ao vivo através da plataforma Mecânico Pro, o chat também fica disponível durante todo o evento para que os participantes possam interagir com os técnicos e enviar suas perguntas.
No IV CTDA 2022, o tema será “o desafio do diagnóstico das novas tecnologias automotivas”. Neste link, você pode conferir como foi o evento nos anos anteriores: https://www.youtube.com/watch?v=mH4nnu41WWs
Evento: IV Congresso Tecnológico de Diagnóstico Automotivo
Tema central – “O desafio do diagnóstico das novas tecnologias automotivas” Quando: 01/08 a 04/08, de segunda à quinta-feira Horário: das 19h às 21h Onde assistir: transmissão online pela plataforma MecânicoPro – https://mecanicopro.com.br/ Inscrição:https://www.boschtreinamentoautomotivo.com.br/pt-br/ctda-2022/
Marcas da Schaeffler, LuK, INA e FAG são mencionadas nas categorias embreagem, rolamentos, tensores e polias e bomba d’água da 6ª edição da pesquisa da Revista O Mecânico
Na Pesquisa O Mecânico 2022, promovida pela Revista O Mecânico, a LuK, marca da Schaeffler, foi a mais votada na categoria “Embreagens”, tanto como a marca mais conhecida quanto a comprada com mais frequência pelos profissionais das oficinas mecânicas. Ao todo, foram 1.074 entrevistas com mecânicos de todos os 26 Estados das cinco regiões do Brasil, mais o Distrito Federal.
A Pesquisa O Mecânico, realizada em parceria com o Instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), mapeou as marcas preferidas entre os profissionais que vivem o dia a dia das oficinas para 47 diferentes categorias de peças, ferramentas e equipamentos.
A Schaeffler também está no ranking das 10 mais escolhidas pelos mecânicos também nas categorias “Rolamentos”, “Tensores e Polias” e “Bomba d’água”.
Os rolamentos INA e FAG, ambos também fabricados pela Schaeffler, são respectivamente a terceira e a quarta marcas compradas com mais frequência pelos mecânicos, repetindo o desempenho da pesquisa de 2021.
Na categoria “Tensores e Polias”, INA/FAG estão na terceira posição, mantendo a posição do ano anterior.
Já a bomba d´água INA ganhou uma posição no ranking, na comparação com a pesquisa de 2021, e subiu para a 9ª colocação.
Dana comemora presença no País desde 1947, data de nascimento da Albarus, mirando desenvolvimento em sistemas de transmissão e propulsão eletrificada
A Dana comemorou 75 anos de atividades no Brasil no último dia 10 de julho. O grupo iniciou duas atividades no País em 1947, com a fundação da Albarus, no Rio Grande do Sul. Hoje, dá continuidade ao crescimento de seus negócios no país com foco em sistemas de transmissão e propulsão eletrificada para atender a eletrificação no Brasil e no exterior. Trabalha com novas tecnologias para abastecer mercados em transição acelerada, como América do Norte, Europa e China, assim como nas regiões em se dará de forma mais gradual, como o Brasil, demais países da América Latina e Índia.
Na última década, a Dana investiu mais de R$ 1 bilhão no Brasil para o crescimento do pacote de produtos, modernização de linhas de produção e o aprimoramento de processos. Com quase quatro mil funcionários no Brasil e operações em Gravataí/RS, Campinas, Jundiaí, Limeira e Sorocaba/SP.
A empresa busca inovações em projetos de mobilidade, incluindo a eletrificação e descarbonização de veículos comerciais, em busca por alternativas de energia menos poluentes. “Oferecemos todos os elementos de um sistema eletrificado completo e integrado, indo muito além dos componentes”, destaca o presidente da Dana no Brasil, Raul Germany.
Além de desenvolver, integrar e fabricar componentes e sistemas que ajudam a mover veículos, a Dana almeja seu próprio funcionamento sustentável para minimizar o impacto ambiental de suas atividades, incluindo a redução global de 50% de suas emissões de CO2 até 2035.
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