Cofap lança 36 códigos de amortecedores para leves e pesados

Novas aplicações atendem veículos com 36 novas codificações para a linha leve e pesada

 

A Marelli Cofap Aftermarket lança no mercado de reposição 36 códigos de amortecedores Cofap, que vão integrar a gama de cerca de 1.700 combinações do portfólio da marca. Segundo a Marelli, as novas aplicações atendem a veículos das marcas Troller, Mitsubishi, Ford, Nissan, Volkswagen, BMW, Mini, Kia, Volvo, Chevrolet e Lifan, além de DAF, Comil, Marcopolo, Scania, Mercedes-Benz e Iveco.

Além dos amortecedores, a Cofap também fornece componentes para sistemas de suspensão automotiva como kits de reparo de amortecedores; bandejas de suspensão; bieletas; cubos de roda; buchas e coxins; molas helicoidais; molas pneumáticas; juntas homocinéticas, semi-eixos, trizetas e kits de reparo de juntas homocinéticas; pivôs, barras e terminais; pastilhas de freio.

Além dos produtos para veículos leves e pesados, a marca Cofap também está presente no segmento de Duas Rodas com amortecedores para motocicletas, incluindo modelos de alta cilindrada que engloba cerca de 90% da frota nacional.

Artigo | A importância do filtro de combustível em motores ciclo Otto ou diesel

Filtro de combustível é um protetor de peso que não pode ser jamais esquecido nas manutenções do veículo

Todo mundo sabe: desde o tempo do carburador e da injeção mecânica diesel que sujeira e contaminação no sistema de alimentação, assim como combustível adulterado, só trazem dor de cabeça. Afinal de contas, muitas foram as marchas lentas “perdidas” e os “engasopamentos” provocados por “ciscos” presentes na gasolina e no etanol. Isso sem falar das corrosões, “falhas” e dificuldades de partida provocadas por contaminação por água no óleo diesel.

Mas, naquela ocasião, isso era facilmente resolvido com os bons e velhos filtros de combustível e filtros separadores de água, que deviam, sim, ser substituídos dentro dos períodos recomendados. Bastava um tiquinho de negligência com esses filtros para os problemas começarem. E não demorava muito, apesar da maior “tolerância” desses sistemas.

A situação se torna ainda mais grave no caso das aeronaves, onde o “acostamento” fica a centenas ou milhares de metros: para baixo.

De acordo com Cavalcante (2018), dados divulgados pelo CENIPA¹ (2016), entre 2006 e 2015, revelam que acidentes aeronáuticos tipificados como falha do motor em voo representaram 20,63% do total das ocorrências aeronáuticas na aviação brasileira. Essa mesma referência afirma ainda que de acordo com o SERIPA² (2013), parte desse percentual está relacionado a procedimentos de abastecimento malsucedidos e utilização de combustíveis contaminados (presença de impurezas sólidas, água etc.).

¹CENIPA: Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
²SERIPA: Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos

No universo automobilístico, o filtro de combustível teve a sua importância aumentada com a introdução do sistema de injeção eletrônica nos motores ciclo Otto. E não era por menos. A variação da pressão e da vazão do sistema de alimentação, provocada pela obstrução dele, não só provocava graves alterações no funcionamento do motor, como comprometia seriamente a vida útil da bomba de combustível.

Com o advento das injeções diretas nos motores de ignição por faísca flex fuel, e da injeção eletrônica diesel, muito tem se discutido a respeito dos efeitos da qualidade e da especificação do combustível utilizado nos veículos.

Que a qualidade “daquilo” que se coloca dentro do tanque tem enorme influência sobre a vida do sistema, o chão de oficina já mostrou. Isso não há o que se discutir – muito embora pesquisas técnico-científicas e diagnósticos mais precisos, ainda precisam ser realizados, antes de se chegar a uma conclusão sólida e indiscutível sobre tópicos específicos. Por exemplo: os efeitos da utilização de combustível adulterado ou envelhecido nas injeções diretas “flex” e de óleo diesel S-10 em sistemas de alimentação mais “antigos”.

No que diz respeito à especificação, muitas são as discussões a respeito da octanagem da gasolina que “precisa” utilizada em alguns motores “flex”, de taxa de compressão mais elevada, a fim de evitar o incômodo e prejudicial fenômeno da detonação.

No entanto, a qualidade de um combustível não se limita as especificações, propriedades que o seu fabricante proporciona e “idade”. Afinal de contas, todo mundo sabe que combustível adulterado e/ou envelhecido provoca muitos problemas de funcionamento e defeitos graves, tanto nos sistemas de alimentação como nos motores como um todo. Sobretudo nos sofisticados.

As condições com que ele é transportado, armazenado, comercializado e até mesmo utilizado podem, sob determinadas circunstâncias, permitir a sua contaminação e consequentemente comprometer a tão desejada qualidade.
Mas quais seriam esses contaminantes?

De acordo com Reyinger (2016), a contaminação dos combustíveis se dá por partículas muito duras de origem mineral, fuligem, assim como, partículas asfálticas. Contaminação essa que, da mesma forma que o produto adulterado, pode provocar problemas graves. Por exemplo: erosão e corrosão dos componentes internos dos sistemas de alimentação, que podem levar as panes.

Cabe então ao filtro de combustível a incumbência de reter essas partículas que, segundo Reyinger (2016), deveriam ser maiores do que 15 µm (partes por milhão). No entanto, segundo esta mesma referência, estudos revelaram que para evitar o desgaste nos sistemas de injeção mais recentes, a remoção deve ocorrer entre 3 µm e 5 µm.

Ou seja: a negligência com a manutenção (troca) desse componente pode trazer não só problemas de curto prazo (panes e graves perdas de desempenho), como também de médio e longo prazo (desgaste que diminui sensivelmente a vida útil de componentes caros), como aqueles que compões os sistemas de injeção direta.

Logo, fica obvio que a inspeção e troca periódica desse componente (dentro dos períodos recomendados pelo fabricante do veículo) deve fazer parte de qualquer plano de manutenção preventiva.

Nesse ponto é relevante citar que existem filtros especificados para serem utilizados durante a vida toda do veículo. Contudo, dependendo das condições em que o veículo roda, cabe ao “Guerreiro das Oficinas” ponderar sobre a viabilidade de troca antecipada desse componente (lembre-se: o filtro custa mais barato do que uma bomba de alta pressão).

Segundo Bosch (2005), os filtros de combustível para motores ciclo Otto, dependendo do projeto do veículo e do seu sistema de alimentação, podem estar montados após a bomba de combustível e/ou internos ao tanque.

No que diz respeito as carcaças dos filtros, Reyinger (2016) afirma que elas são produzidas em metal (alumínio ou aço) ou plástico, podendo ou não conter a válvula de controle de pressão do sistema.

Com relação ao elemento filtrante, Bosch (2005) afirma que são formados por fibras finíssimas de celulose e poliéster, dobradas em estrela. No entanto, cresce a tendencia de utilização de fibras totalmente sintéticas.
Tal descrição chama a atenção para a necessidade de utilização de produtos de qualidade comprovada. Algo que o “Guerreiro das Oficinas” já está habituado a fazer.

Referências:
BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva. 25ª Edição. São Paulo. Blücher, 2005.
CAVALCANTE. Vinicius Tadeu Uliama. Contaminação de Combustíveis em Aeronaves de Motores a Reação. Trabalho de Conclusão de Curso. Unisul. Palhoça, 2018.
REYINGER, Jochen. Fuel Filters. in: Jochen. Internal Combustion Engine
Handbook. Warrendale (PA): SAE International, 2016.p.(863)-(874)

Artigo por Fernando Landulfo

 

Calmon | Airbags externos protegem os vulneráveis no trânsito

 

No último dia 25 de julho comemorou-se o Dia do Motorista. Para quem desconhece a origem da data, trata-se do dia de São Cristóvão, santo católico padroeiro dos motoristas, motociclistas e viajantes. No entanto, acidentes acontecem e grandes esforços têm sido direcionados nos últimos anos para aumentar a segurança ativa e passiva dos automóveis. Há uma preocupação adicional na proteção dos usuários mais vulneráveis no trânsito. Selecionei dois exemplos de tecnologias em desenvolvimento que podem ajudar a salvar vidas.

Airbags externos já são aplicados em alguns automóveis com proteção parcial na junção do capô e para-brisa. Veículos autônomos continuam em testes e robô-táxis estão em estágios avançados. Furgões são monovolumes e com superfície frontal maior. Segundo a Organização Mundial de Saúde 50% dos acidentes fatais envolvem pedestres, ciclistas e motociclistas.

Uma das empresas especialistas em veículos autônomos é a americana Nuro, não tão conhecida, porém entre as mais avançadas. Seu modelo elétrico, um furgão desenvolvido para serviços de entregas urbanas, recebeu autorização do Departamento de Transportes dos EUA para testes em ruas. Autoliv, multinacional sueca especialista em segurança veicular, criou para a terceira geração do Nuro, ainda em desenvolvimento, um airbag externo que quando inflado cobre toda a frente do veículo, aumentado as chances de sobrevivência dos vulneráveis.

Outro avanço recente foi apresentado pela alemã Messring. Um boneco articulado que replica um adulto masculino em tamanho, forma, articulação das pernas e sensores para os testes de segurança de frenagem emergencial automática até 60 km/h. O boneco pode ser programado para andar a três, cinco e oito km/h. Aceita receber sensores de radar, lidar, câmera, infravermelho e ultrassônicos simultaneamente. As pistas de testes podem se aproximar cada dez mais do mundo real.

 

Prazos para elétricos dividem fabricantes europeus

Legisladores da União Europeia estabeleceram 2035 como data limite para que apenas veículos 100% elétricos possam ser comercializados nos 27 países do bloco. Essa decisão implicou diferentes reações dentro da Acea (sigla em francês para Associação dos Fabricantes Europeus de Automóveis). A posição da entidade apontou que seria melhor cumprir a primeira meta de redução de 50% de carros com motores a combustão interna, até 2030, para depois avaliar quando a substituição poderia ser total.

Pouco depois a Stellantis avisou que se desligaria da Acea no fim deste ano. Alegou que trabalha com firmeza para reduzir os custos até 2030. O grupo acrescentou que pretende lançar 75 modelos elétricos nesta década. Ressalvou, porém, que “se estes veículos não ficarem mais baratos, o mercado entrará em colapso”. O presidente da empresa, Carlos Tavares, afirmou à publicação Automotive News Europe que a Stellantis cumprirá a decisão, porém acrescentou: “Os formuladores de políticas parecem não se importar se teremos matéria-prima suficiente para sustentar a mudança”.

Posição oposta tomou a Volvo que também pediu desfiliação da Acea no final de 2022. A fabricante sueca se comprometeu a ter uma gama de carros totalmente elétricos até 2030, à frente da proposta da União Europeia. Por isso discorda das outras associadas.

Maior fabricante europeu, o Grupo VW destacou que a produção de baterias é desafio maior do que banir motores a combustão.

No Japão, Toyota, Suzuki, Subaru e Daihatsu se associaram para pesquisar produção mais eficiente de bioetanol e sua utilização em automóveis.

E nos EUA fabricantes, frente à escalada de custos, pediram a volta do subsídio federal para elétricos previsto apenas para as 200.000 primeiras unidades. O governo ainda negocia com o Legislativo. Mas alguns Estados continuam com incentivos, em especial Califórnia e Washington.

 

ALTA RODA

TOYOTA YARIS, nas versões hatch (dois terços das vendas) e sedã, recebeu atualização estética apenas na dianteira e novas rodas nas versões 2023. Pontos altos dos dois modelos: acerto das suspensões em qualquer condição de carga, sete airbags e assoalho traseiro plano. Motor 1,5 L com 110 cv (E)/105 cv (G) vai bem no consumo de combustível, porém limita o desempenho. Câmbio CVT de 7 marchas, no modo Sport, melhora as respostas, ainda longe de empolgar frente a concorrentes diretos. Central multimídia de 7 pol. (Android Auto e Apple CarPlay) conecta apenas com fio. A favor, duas entradas USB atrás.

PARA quem viaja nas férias de julho a primeira providência, em geral, é fazer antes uma revisão no carro com troca de óleo do motor. Nem sempre há necessidade das duas operações simultaneamente. Correto é fazer as revisões preconizadas por tempo ou quilometragem e isso se aplica também ao óleo. Lucas Fiuza, da Tamco Lubrificantes, destaca “a importância de seguir viscosidade e aditivação recomendadas pelas fabricantes do veículo. Estas pedem para encurtar os prazos de troca no caso de uso intenso, o que significa situações de trânsito pesado”. Trajetos curtos e frequentes também são deletérios para o óleo.

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Controil faz recomendação de instalação do cilindro-mestre na Ford F-1000

Procedimento requer atenção para montar a tubulação e garantir a qualidade do serviço em aplicação

A Controil divulga no mercado uma dica técnica para a correta aplicação do cilindro mestre C-2062 da Ford F-1000. Para realizar a manutenção adequada, segundo a empresa, é fundamental que a tubulação seja conectada diretamente ao cilindro-mestre.

A empresa informa que não deve haver a utilização de adaptadores presentes no cilindro original ou de outros fabricantes.

Caso o cilindro mestre esteja comprometido, o pedal pode apresentar ineficiência na frenagem e ocasionar acidentes. Os vazamentos também podem ser sinais de problemas no componente. Por isso, o nível de fluido de freio deve ser checado periodicamente. 

A recomendação é que o mecânico de confiança assim que surgir qualquer sinal de irregularidade em seu desempenho ou para manutenção preventiva. Afinal, só um profissional é capaz de fazer o diagnóstico completo.

Dana lança bombas hidráulicas Spicer Select

Linha de aplicação contempla equipamentos e veículos fora de estradas

A Dana lança no mercado de reposição de autopeças uma nova marca para bombas hidráulicas, a Spicer Select. De acordo com a fabricante, as bombas hidráulicas estão disponíveis para pás-carregadeiras, motoniveladoras, empilhadeiras, retroescavadeiras e tratores de esteira de diversos fabricantes, como Michigan, Fiat-Allis, Case, Clark, New Holland, Randon e Caterpillar.

As bombas Spicer Select, explica a Dana, têm acoplamento padrão para transmissões com flange, eixo estriado, eixo cônico ou cilíndrico com chaveta e válvula de acionamento mecânico e regulagem de pressão.

Também de acordo com a empresa, os veículos e equipamentos atuantes em rotinas de alto consumo de carga e torque, com condições de trabalho e temperaturas muito variáveis precisam de rigidez nos intervalos de manutenção e inspeção dos seus componentes.

Para isso é fundamental que a bomba seja adequada para suportar as exigências e especificações de vazão, pressão, torque e outros parâmetros de dimensionamento e funcionamento dos atuadores hidráulicos empregados em pás-carregadeiras, Reach Stakers (empilhador retrátil para movimentação de containers), veículos de mineração, entre outros.

Concessionárias VW estão preparadas para caminhões elétricos

As quase 150 lojas de atendimento ao cliente da Volkswagen Caminhões e Ônibus, espalhadas por todo o país, recebem o VW e-Delivery, modelo 100% elétrico

 

Em menos de um ano após o lançamento do primeiro veículo elétrico desenvolvido no país, o VW e-Delivery, a rede da Volkswagen Caminhões e Ônibus tem estoque de peças garantido, equipes treinadas e linha direta com a fábrica responsável pela produção dos caminhões. Segundo a empresa, mesmo nas praças em que ainda não há um VW e-Delivery em operação, a garantia de atendimento já é integral.

A montadora trabalhou para garantir a disponibilidade de peças e componentes eletrônicos do VW e-Delivery na rede de concessionárias autorizadas. Pela sua tecnologia inovadora e robustez do trem de força, o caminhão elétrico proporciona aos clientes a otimização da sua manutenção, o que resulta em uma maior disponibilidade na operação.

Além das peças comuns com outros veículos da linha convencional, a Volkswagen Caminhões e Ônibus cuidou para garantir o pronto atendimento dos novos itens exclusivos do VW e-Delivery.

Através do treinamento e preparação da rede para o diagnóstico dos veículos e com a garantia de itens exclusivos da marca VWCO, o cliente VW e-Delivery tem maior segurança na manutenção do veículo e redução da complexidade dos principais componentes. Com isso, diminui o custo de manutenção do caminhão.

Tecfil conquista prêmio como fornecedora da General Motors

“Supplier Quality Excellence Award” reconhece os fornecedores que se destacaram pelo excelente desempenho em 2021, de acordo com os critérios exigidos pela montadora

A Tecfil recebeu o prêmio anual de Excelência em Qualidade de Fornecedores da General Motors Brasil pelo seu desempenho de entrega em 2021, de acordo com os critérios exigidos. 

O GM “Supplier Quality Excellence Award” é uma premiação global realizada também na Europa, América do Norte e Ásia, e contempla os fornecedores que atingiram os critérios específicos de qualidade, como: prover componentes e/ou subsistemas dentro das métricas requeridas; ter um sistema adequado de gerenciamento de programas; pontualidade de entrega; não provocar nenhuma parada de produção, entre outros pontos. A avaliação levou em consideração as empresas que têm uma cultura de qualidade implantada.

De acordo com a Tecfil, para ampliar sua competividade no mercado e o nível de qualidade de seus produtos e serviços, a fabricante de filtros investiu nos últimos anos nos processos de automação, Inteligência Artificial e transformação digital. A empresa dobrou a sua capacidade industrial, graças à implantação de sistemas direcionados à indústria 4.0.

O aumento da capacidade de produção local, aliado aos sistemas de automação, se tornou um diferencial competitivo por garantir o abastecimento do mercado com regularidade de preços e oferta, afirma a Tecfil. 

Renault estreia nova identidade visual de concessionárias no Brasil

Até o fim do ano, 85 concessionárias receberão a nova identidade da marca e, até 2024, todas as lojas serão renovadas.      

 

A Renault do Brasil iniciou o processo de renovação visual de suas concessionárias no país com a nova identidade visual da marca. A alteração faz parte do “Nouvelle Vague”, iniciado com o novo plano estratégico “Renaulution”, apresentado no início de 2021. O projeto tem como objetivo tornar a marca cada vez mais moderna, inovadora e tecnológica.

De acordo com a montadora, a nova identidade das concessionárias reforça os valores humanos da empresa ao oferecer um ambiente confortável e receptivo, além de sua inovação com linhas contemporâneas e elegantes – tanto na decoração interna como no desenho da fachada.

A mudança também inclui novos totens de identificação “E-Tech”, para as unidades que comercializam os veículos 100% elétricos da marca – incluindo a instalação de postos de recarga para veículos elétricos e para a “Rede PRO+” nas concessionárias que atendem os veículos comerciais leves.

A renovação visual das concessionárias iniciou em São José dos Pinhais/PR e inclui uma nova fachada, bem como a decoração interna com novo mobiliário e layout que favorecem a apresentação dos veículos. Além disso, uma ampla área de circulação e espaços reservados que permitem mais conforto para os clientes em sua visita.

Esta evolução está conectada aos novos valores da marca. Até o fim do ano, a previsão é chegar a 85 unidades com a nova identidade.

Entrevista | Cinco perguntas para a Controil

Fabricante de componentes para freios hidráulicos e polímeros com presença nas linhas de montagem e mercado de reposição, a Controil celebra 65 anos de atuação. Fundada em 1957 como Metalúrgica Industrial para fabricar kits de reparo para freio, a empresa evoluiu para ser reconhecida pelo aftermarket como marca de cilindro-mestre e servo-freio, cilindro de roda, cilindro de embreagem, além de mangueiras injetadas e materiais de borracha para vedação. Desde 2012, a Controil faz parte da Fras-le, empresa do grupo Randon. Nesta entrevista exclusiva, o diretor da Controil, Hemerson Souza, conta um pouco da história e a importância do mecânico para a marca: “O mecânico é o especialista do mercado de reposição”, afirmou.

REVISTA O MECÂNICO: A Controil celebra 65 anos em 2022. Por favor, conte-nos um pouco sobre como a Controil está estabelecida no mercado automobilístico brasileiro atualmente.

HEMERSON SOUZA: Com 65 anos de experiência no mercado de reposição, a Controil tornou-se referência no segmento em freios hidráulicos. E, em 2018, o grupo Fras-le, do qual faz parte, começa uma jornada de investimentos expressivos na planta de São Leopoldo/RS em automação de processos, aumento de capacidade produtiva e maior disponibilidade de produtos, vivendo hoje um momento de significativa expansão dos negócios, tendo, ainda, previsão de lançamentos de novos produtos e ampliação das suas linhas atuais para garantir a cobertura mais completa do mercado de atuadores hidráulicos. Em resumo, com 65 anos a Controil evolui para melhor servir e consolidar sua posição como referência e liderança no segmento.

O MECÂNICO: Quais componentes a Controil oferece para linha de montagem (OEM) e reposição? Qual é o share de cada um desses dois mercados nas vendas da empresa?

HEMERSON: O portfólio para OEM é composto pela linha de polímeros, mangueiras injetoras para diversas aplicações, e materiais de borracha para vedação. Somos especialistas em freios hidráulicos com soluções completas para o mercado de reposição, oferecendo extensa cobertura para atender a frota circulante de veículo. Produzimos cilindro-mestre e servo-freio e mantemos a liderança nesses itens. Também temos em nosso portfólio cilindro de roda, cilindro de embreagem e kits de reparo, além de líquido para freio.

O MECÂNICO: Hoje, como a Controil identifica a demanda por novas aplicações de peças no mercado de reposição?

HEMERSON: Em síntese, é um trabalho bem estruturado que envolve diversas fontes de dados, incluindo frota circulante, frequência de manutenções, mas principalmente nossos técnicos e os parceiros mecânicos sempre atentos aos movimentos do mercado para ter a peça que o mercado necessita.

O MECÂNICO: Na sua opinião, qual é a influência do mecânico independente na decisão final da peça que será instalada no veículo?

HEMERSON: O mecânico é o especialista do mercado de reposição. Ele é quem faz o diagnóstico da manutenção, preventiva ou corretiva, e executa o serviço, escolhendo a melhor marca para aplicar no carro do cliente. Uma escolha que leva em consideração muitos fatores, tais como: qualidade, disponibilidade, preço e serviços de pré e pós-venda. Assim, estabelecendo um relacionamento com a marca que confia e com os agentes que proporcionam o melhor atendimento. Por isso, sua opinião e satisfação são tão importantes e os norteadores de nosso trabalho e soluções.

O MECÂNICO: O que você espera para o futuro do mercado de reposição de autopeças no Brasil, tendo em vista a transformação na mobilidade que se avizinha com veículos híbridos e elétricos?

HEMERSON: Embora essas novas tecnologias comecem a surgir, ainda que de forma mais lenta no Brasil, é um ponto que merece atenção e um olhar no futuro. Contudo, a frota circulante de veículos com motor a combustão, estimada em mais de 46 milhões, ainda vai gerar demanda por muitos anos. Falando sobre o nosso portfólio especificamente de componentes para freios hidráulicos, a evolução deve exigir mais tecnologia nos produtos, a exemplo do que aconteceu com a introdução dos freios ABS. Por isso, além da tecnológica existente na Controil, a empresa conta com as inovações presentes em todo grupo Fras-le a fim de promover avanços ainda rápidos e consistentes neste novo ciclo.

Por Fernando Lalli

Calmon | Multa por manusear celular é de R$ 6.500 no Reino Unido

A telefonia celular 5G está chegando às capitais brasileiras em um cronograma que começou em Brasília, duas semanas atrás. Essa novidade tem potencial de levar mais motoristas a manusear o aparelho enquanto dirigem e se sujeitarem a receber multas pesadas. Há alguns anos ouvi de um palestrante um comentário bem-humorado. “O corpo humano é formado por 78 órgãos. Agora o celular pode ser considerado o 79º”.

De fato, já se pode considerá-lo uma extensão ligada ao próprio modo de vida. Isso inclui não apenas motoristas. Até pedestres se distraem. A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego divulgou em maio último sua diretriz Celular e Direção Veicular com contribuição de nove especialistas, além de estudos em outros países.

O relatório foi enfático: “Dirigir veículos automotores utilizando telefone celular e seus dispositivos ocasionam reações equivalentes à condução com 1 g/l de alcoolemia. Cerca de 70% dos motoristas acreditam que direção e telefone celular não combinam, mas somente 20% se privam dessa perigosa combinação. Os riscos de se envolver em sinistros de trânsito sobem vertiginosamente para 400% quando se checam mensagens de texto e para 22.000% quando elas são digitadas.”

Mensagens de texto aumentam drasticamente os riscos de uso do celular pelo motorista e foram alvos de várias campanhas específicas nos EUA e Europa. Aqui há duas formas de enquadramento: usar fones de ouvido ligados a um celular (R$ 130,16, infração média, quatro pontos no prontuário) e dirigir digitando ou manuseando o telefone (R$ 293,47, infração gravíssima e sete pontos). Uma só infração gravíssima no ano reduz de 40 para 30 pontos o limite para um processo de suspensão da CNH.

Em março deste ano o Reino Unido estabeleceu multa pesada de 1.000 libras esterlinas (nada menos de R$ 6.500) para quem for flagrado manuseando um aparelho celular. Em caso de reincidências o motorista sofre um processo de cassação definitiva da licença para dirigir. Tanto lá como aqui é autorizado que o celular esteja fixado no para-brisa ou outro local no painel. Comandos por voz ou mesmo atendimento automático de chamadas, embora desaconselhados, não têm como ser fiscalizados.

Muitos modelos hoje permitem espelhar o telefone na tela multimídia com visibilidade ampliada de roteiros e possibilidade de receber ou efetuar chamadas por comando de voz. Ainda assim o bom senso indica que chamadas devem ser ignoradas por motoristas. Se parecer importante, pare o carro e atenda.

 

Ofensiva germânica no mercado brasileiro

Primeiro foi a Audi ao anunciar a importação do Q3 e Q3 Sportback semidesmontados para a sua fábrica no Paraná, além da chegada do A3 híbrido “leve” de 48 V e dos A4 e A5 híbridos “leves” de 12 V. Só o primeiro fica isento do rodízio em São Paulo (coisas da legislação brasileira, pois este conceito é conhecido há 15 anos). Também em julho, pré-venda do Q5 TFSI e. Depois o Mercedes-AMG EQS 53 4MATIC+ juntou-se ao EQC numa ofensiva que incluirá até o final do ano outros três modelos elétricos (EQA, EQB e EQE). A BMW confirmou que produzirá em Santa Catarina os recém-lançados na Europa Série 3 e X1.

O EQS custa R$ 1.350.900. Kit AMG de R$ 60.000 incrementa a potência dos dois motores elétricos (tração 4×4) para 761 cv e 104 kgf.m. Mesmo pesando 2.655 kg impressiona acelerar de 0 a 100 km/h em 3,8 s. O interior guarda outra surpresa: três telas (motorista, central e passageiro) interligadas somam nada menos de 42,3 pol. Com 3,21 m de distância entre eixos o espaço para pernas no banco traseiro é o mesmo do sedã de topo Classe S. Outro superlativo: porta-malas de 580 litros com tampa tipo hatch.

Em rápido primeiro contato, além da aceleração típica de um elétrico, chama atenção a capacidade de manobra do EQS graças ao eixo traseiro direcional com ângulo de até 10 graus. Diâmetro de giro de apenas 10,9 metros equivale ao de um sedã compacto.

 

ALTA RODA

PEUGEOT quer impulsionar o veterano 2008 (lançado em 2015), que recebeu poucas mudanças ao longo de sete anos. Aposta no preço competitivo, inclusive na versão de topo Griffe 2023: R$ 124.990 (versão de entrada R$ 99.990). Motor 1,6 turbo de 173 cv (E)/165 cv (G) proporciona desempenho acima da média entre SUVs compactos, embora o C4 Cactus do mesmo grupo tenha mecânica igual. O 2008 recebeu pequenas modificações externas, melhorou o acabamento interno e a forração dos bancos. Comando do vidro elétrico com um toque é só para o motorista.

CHEGADA do inverno exige mais atenção com a bateria do veículo. Acendimento automático dos faróis quando se aciona o destravamento das portas é um item de comodidade e até segurança em alguns locais. Mas na hora de dar a primeira partida do dia, numa garagem por exemplo, deve-se evitar manter faróis e lanternas acesos. Melhor desligá-los antes e só depois de alguns segundos voltar a ligá-los. Logo em seguida sair com o veículo. Sem esquecer de que o alternador leva até 20 minutos para repor a carga da bateria. É bom checar a data de fabricação impressa na bateria. Sua durabilidade média é de dois a três anos.

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