Itens essenciais que devem ser revisados na manutenção preventiva veicular – divulgação/Nakata
Sistema de suspensão, freios, fluidos e pneus são alguns dos itens fundamentais para serem verificados na manutenção preventiva veicular
Manter o veículo em condições de uso no dia a dia é fundamental quando o assunto é segurança veicular. Para evitar acidentes e imprevistos no dia a dia, é crucial realizar a manutenção preventiva veicular de modo bem feito e com profissionais capacitados. Além da segurança, a correta manutenção do veículo pode evitar até prejuízos financeiros decorrentes de falhas que podem ser evitadas antes de acontecer.
É o que afirma o gerente de Serviços e Engenharia da Nakata, Jeferson Credidio, que diz que a manutenção preventiva pode evitar que componentes saudáveis do carro sejam comprometidos por uma peça danificada. “A manutenção preventiva pode impedir o surgimento de defeitos mecânicos e até mesmo prejuízos financeiros já que uma peça danificada pode causar danos a outros componentes do automóvel”. Entre os itens que precisam ser analisados durante a manutenção estão: sistema de suspensão, freios, fluidos, iluminação e pneus.
Manutenção do sistema de suspensão
Com itens diretamente ligados a segurança do automóvel, o mecânico precisa checar os amortecedores, molas, braço oscilante, buchas, pivô, coxim, batentes e também a barra estabilizadora.
Manutenção do sistema de freios
Outro item fundamental para a segurança veicular, os freios precisam ter os seguintes itens checados: cilindro mestre, pastilhas, discos, lonas, tambores, fluido e servo de freio.
Fluidos
Item muitas vezes negligenciado pelos donos dos carros, os fluidos também necessitam de atenção na hora da manutenção preventiva. é necessário realizar a troca de óleo, bem como dos filtros sempre de acordo com a recomendação da montadora. Além desses, é necessário verificar também o fluido do radiador.
Pneus e direção
Itens ligados à estabilidade e condução do veículo, no momento da manutenção preventiva é necessário verificar o desgaste e deformidade dos pneus, além do balanceamento e alinhamento da direção. Também é recomendado calibrar os pneus a cada 15 dias.
Entrevistamos 10 proprietários de oficinas mecânicas para entender os desafios do mecânico moderno para gerir seu negócio e passar credibilidade aos clientes
texto Daniel Palermo & Patrícia Pugliese fotos Daniel Palermo e Arquivo O Mecânico
Manter um pequeno negócio no Brasil pode não ser a tarefa mais fácil. Além de toda burocracia que envolve a abertura de uma empresa no país, entram em cena outras questões que o novo empresário precisa lidar no dia a dia, como a administração da empresa, gestão dos recursos, impostos, gestão de pessoas, marketing, entre outros. No mundo das oficinas mecânicas não poderia ser diferente. Ao decidir empreender e montar a própria oficina, o mecânico precisa ir além.
Tão importante quanto a parte técnica, a gestão da oficina e o bom atendimento prestados aos clientes também se tornaram itens cruciais para a prosperidade do negócio.
Um dos grandes obstáculos encontrados pelos mecânicos são os estereótipos adquiridos pela categoria ao longo dos anos. Em algum momento da carreira, você já deve ter se deparado com olhares ou comentários maldosos de pessoas que não davam credibilidade ao trabalho do profissional.
Outro grande obstáculo para a categoria é a gestão da oficina. Ao se preocupar apenas com a parte técnica do trabalho, muitos profissionais deixam a administração de lado ou até mesmo ignoram essa parte do serviço, gerando problemas que ficam cada vez mais difíceis de resolver.
Mas a pergunta é: o que fazer para superar os estereótipos encontrados na categoria e manter a administração da oficina de forma saudável?
A Revista O Mecânico entrevistou 10 mecânicos para saber a opinião e a visão deles a respeito, e as palavras mais ouvidas foram: transparência, qualificação e gestão profissional.
Hoje, quem está no mercado e tem a visão de que a clareza na apresentação dos serviços, a postura e a ética profissional e a busca de conhecimento ajudam no posicionamento e na valorização da profissão de mecânico automotivo, já está muito à frente. São essas pessoas que ajudam a modificar a imagem estereotipada que a profissão ganhou anos atrás.
A gestão de uma empresa é complexa ao começar, mas os benefícios são muitos. E só assim é possível ter um melhor controle em situações complicadas como foi a pandemia, entender o seu valor, o seu potencial para então ser reconhecido.
Camilo Matos – Garagem 85
Camilo Matos, proprietário da Garagem 85 em Guarulhos/SP, que desde cedo percebeu a importância do trabalho bem feito, comentou que os clientes
têm uma visão distorcida da profissão de mecânico por conta da postura de alguns profissionais. Ele explica que é muito importante ter o diagnóstico correto com relação ao problema que o cliente tem no carro e para isso, estudo e ferramentas corretas são essenciais. Camilo lembra com orgulho de toda sua trajetória e que não foi fácil.
“Da mesma maneira que eu trabalhava aos 16 anos, eu continuei trabalhando. Até conseguir ter uma oficina mesmo foi um longo caminho. Não tenho vergonha de falar, trabalhei muito no sol, tomando chuva às vezes, trabalhei muito na rua. Mas eu sempre soube que um dia a gente conseguiria chegar a um patamar um pouco melhor.”, comenta.
Ele quase desistiu quando sofreu um acidente e perdeu o braço esquerdo. Chegou a jogar fora todos os seus diplomas relacionados à mecânica. Mas como dizem, o conhecimento ninguém tira da gente, ele se refez. Hoje, além de ser um profissional reconhecido no mercado por seu nicho, compartilha seus conhecimentos e experiências no meio digital e em palestras.
Camilo faz questão de destacar a importância do trabalho em equipe e como é realizado em ter sua esposa Luiza, o filho Matheus e seu auxiliar Everton
trabalhando com o mesmo propósito: atender bem, entregar um bom serviço e ter seus clientes satisfeitos.
Edson Roberto de Ávila – Mingau Automobilística
Toda profissão enfrenta problemas de imagem quando se normaliza uma prática errada. Com a mecânica automotiva não é diferente. E esse rótulo de que o mecânico é alguém sujo e enganador por muitos anos foi aceito inclusive pelos próprios profissionais.
Para Edson Roberto de Ávila, da Mingau Automobilística em Suzano/SP, que tem sua oficina há 32 anos, o mecânico profissional é o responsável por sua imagem. Para que o cliente reconheça o seu valor, ele precisa ser caprichoso em todos os aspectos. Atendimento, imagem pessoal, limpeza e organização da oficina e tudo que envolver o ofício.
Estar à frente de uma oficina que já é referência no mercado não é fácil. Foi preciso muito trabalho e dedicação. E essa experiência, Mingau faz questão de passar para frente, mesmo que seja visto como polêmico por ser tão direto nas críticas para auxiliar os mecânicos que querem construir uma boa reputação.
Ele reforça como é importante o mecânico manter sua postura e estudos para melhorar cada vez mais. “Por exemplo, eu não tenho esse tipo de problema, de uns bons anos para cá. Porque quando os clientes chegam lá, geralmente, 99% já chegam com indicações. Isso é tudo resultado de um trabalho que eu fiz no decorrer dos anos”, conta.
Edson é enfático quando fala da importância de ter ética e clareza nos serviços que presta para os clientes e respeito com seus colegas de profissão. Sua oficina trabalha baseada nesses princípios e complementa: “Não tem como ser um bom profissional se você não for uma boa pessoa. É impossível isso. Isso não existe. Isso é o que eu chamo de ética.”
Edualbert Ribeiro – Ridha Centro Automotivo
Proprietário da Ridha Centro Automotivo, localizada na cidade de São Bernardo do Campo/SP, Edualbert Ribeiro acredita que os estereótipos que os
mecânicos enfrentam no dia a dia acontecem por causa da imagem que as oficinas mecânicas adquiriram no passado, quando eram bagunçadas e administradas por profissionais sem preocupação com a parte técnica. “Antigamente, a oficina era muito bagunçada, muito desorganizada, sem estrutura técnica, os profissionais não iam atrás de treinamento e não queriam investir na parte técnica”, disse Edualbert.
Segundo ele, pequenas ações feitas no dia a dia podem mudar rapidamente a imagem do mecânico perante o cliente e passar uma credibilidade maior ao seu trabalho. “O cliente começa a perceber as diferenças logo quando chega com o carro na oficina. Ele percebe se você coloca capa de banco, se você envelopa o volante, ele vê os certificados que você tem, rede social, as coisas que você agrega ao seu trabalho, tudo”.
Para o profissional, também é importante atualizar a parte técnica, buscando novos conhecimentos em cursos, palestras e congressos, afim de prestar
um serviço com melhor e mudar a maneira como o cliente enxerga o mecânico “Temos que mudar postura, estrutura,organização e gestão, tudo tem que mudar. Antigamente era tudo bagunçado, hoje se ficar bagunçado, ficar largado, você fica para trás”, diz o proprietário da oficina que completa: “Hoje a pessoas não é apenas um mecânico, é também um empresário e gestor de oficina”.
Fernando Araújo – Motor France SP
Proprietário da oficina Motor France SP na capital paulista, Fernando Araújo acredita que a culpa dessa visão negativa que alguns clientes possuem
em relação aos mecânicos acontece por causa de profissionais que não prestam um serviço adequado e acabam, muitas vezes, lesando o cliente de alguma forma por conta da má reparação do veículo ou até mesmo um erro profissional mais grave.
Para evitar esse problema, Fernando aposta na transparência em sua relação com os clientes, deixando o dono do carro ciente de tudo o que precisa ser feito. “Primeiro que eu não faço nada sem autorização do cliente. Tudo que eu faço eu mando um orçamento por escrito via WhatsApp. E junto desse orçamento mandamos fotos de todas as peças que precisam ser substituídas e o motivo da substituição”, conta Fernando.
E essa transparência se estende até o momento em que o cliente vai retirar o carro na oficina. “Quando o cliente vem retirar o carro, as peças estão separadas para ele visualizar aquilo que ele está pagando”.
Quanto à gestão da oficina, a Motor France SP possui um grande aliado para divulgar seus serviços no dia a dia, o marketing. “No último ano, eu alavanquei minha oficina em 100% em relação a movimentação com o uso de ferramentas de marketing e internet, principalmente o Google”, comenta Fernando que completa: “Todo mundo hoje que vai procurar um serviço, seja ele qual for, ele procura no Google. Você ser bem colocado no rankeamento do Google leva clientes até você”.
Fernando Romão – Oficina Veyron
Para o proprietário da Oficina Veyron em São Paulo/SP, Fernando Romão, apesar da existência desses estereótipos que acompanham a categoria, aos poucos esse cenário vem mudando para melhor. Segundo ele, muitos clientes já desenvolveram um relacionamento de confiança com as oficinas. “Alguns clientes aindapensam dessa maneira (falando sobre os estereótipos), mas outros já encaram a oficina como algo profissional, como um lugar para levar o carro e ficar tranquilo porque o problema será resolvido”, disse Fernando, que complementa: “Tem que ter alguém de confiança, ter alguém recomendado porque existe essa questão que é um mito e todo mito tem um fundo de verdade pois tem os bons profissionais e os maus profissionais no mercado”.
Ele afirma que ser transparente é a melhor maneira de conseguir credibilidade junto aos consumidores do serviço prestado por ele. “Eu acho que a melhormaneira de passar credibilidade é você ser transparente. Falar para o cliente quais são as possibilidades de problemas no carro, que é preciso ser feito um diagnóstico para detectar a real causa do problema do carro. A transparência é fundamental, tem que ser transparente”.
Outro fator determinante apontado por Fernando para prestar um bom serviço nas oficinas é a descentralização dos processos dentro da oficina. “Eu acreditona descentralização. Quando tudo está centralizado em você, não tem como oferecer um bom serviço. É preciso ter uma visão ampla e geral do que acontece dentro da oficina”.
Luciano Jaccoud – Oficina Allvento
“A profissão de mecânico não era uma profissão desejada pelas pessoas, elas enxergavam o mecânico apenas como um executor, alguém que não tinha estudo”. Foi com essa frase que o proprietário da oficina Allvento em Curitiba/PR, Luciano Jaccoud, exemplificou sua opinião sobre como as pessoas se apegaram a uma imagem rudimentar da mecânica de antigamente, passada de geração em geração e que até hoje persiste na mente de alguns consumidores.
Luciano afirma que é preciso mostrar o quanto a mecânica evoluiu e o quanto esse profissional é indispensável para a sociedade, quebrando o paradigma cultural de que o mecânico é apenas um executor de trabalho braçal. “Estamos em um momento de mudança louvável”, afirma Luciano que completa: “Tem engenheiros mecânicos formados que hoje atuam no reparo de automóveis, tem profissionais com 20, 30, 40 anos de experiência e que atendem adequadamente o cliente. Então vale a pena pagar a mão de obra desse cara”.
Mas para ele, ser um excelente mecânico não basta para ser dono de uma excelente oficina, é preciso também ter uma visão global sobre o negócio, buscando apoio para profissionalizar a gestão do local. “Um mecânico não precisa ser expert em finanças, regras fiscais ou RH, mas tem que ter a clareza de que isso é tão importante quanto a parte técnica”, afirma Luciano que complementa: “Você não precisa deixar de mexer em motor para cuidar das finanças, mas é preciso ter alguém para fazer isso porque é muito importante”.
Marcelo Bortolotto – Auto Mecânica Prado
Com relação à visão negativa que o cliente tem sobre a profissão de mecânico automotivo, o proprietário da Auto Mecânica Prado em São Paulo/SP,
Marcelo Bortolotto, comenta que muito se deve às gerações passadas que não tinham a postura que é adotada hoje em dia. Um outro motivo para que clientes tenham experiências ruins com algumas oficinas é a procura por serviço barato. No segundo caso o que acontece é que o cliente se preocupa muito com o preço do serviço e esquece de analisar a qualidade e a experiência do prestador do serviço, o que acaba levando-os até profissionais com pouco conhecimento. “A confiabilidade vem na estrutura do mecânico, no layout da oficina, a limpeza. Onde você começa a criar essa segurança do cliente com o mecânico”, complementa.
Lembra que durante a sua carreira ele vem construindo essa confiabilidade se dedicando aos estudos e participando de palestras, assim como fazendo visitas técnicas à fabricas. Essa busca por informações técnicas e práticas foi abrindo a cabeça para melhorar a questão de limpeza, layout e comunicação com o cliente. “Esse foi o ponto essencial”, finaliza.
Na sua oficina, a Auto Mecânica Prado, a organização e limpeza são detalhes que os clientes sempre apreciam e comentam. Isso ajuda inclusive na divulgação por meio de indicações. E para que o serviço seja completo ele sempre busca atualizações. “Eu acho que quem parar de correr atras de informação não vai conseguir trabalhar. Eu acho que o avanço da tecnologia também depende do avanço do conhecimento”.
Maurício Marcelino e Luzinete Pereira Auto Mecânica Louricar
Maurício Marcelino, que comanda a Auto Mecânica Louricar, localizada na capital paulista, acredita que esses estereótipos existem por causa daqueles
profissionais que sempre querem tirar alguma vantagem em cima das pessoas em qualquer situação. Para lutar contra a desconfiança dos clientes, Maurício encontrou no Whatsapp uma importante ferramenta para se comunicar com seus consumidores, ser transparente com eles e tornar sua mão de obra diferenciada.
“Hoje registramos os defeitos antes e mostramos depois como ficou o reparo. Tem muito cliente que chega aqui e fala: ‘você é aquele mecânico que manda vídeo, me falaram de você’. Tem quem mostre a peça quebrada ao cliente, aqui não temos a necessidade de fazer isso porque ele já viu tudo pelo vídeo”, conta Maurício, que complementa: “a questão básica é: não queremos para o outro o que não queremos para a gente”.
A administradora da oficina, Luzinete Pereira, que cuida de toda a parte burocrática do negócio desde o ano de 2009, comenta que além de utilizar ferramentas como o marketing e comunicação para melhorar o relacionamento com os clientes, pretende implementar outras ações no dia a dia da oficina. “Estamos pensando para o ano que vem em implantar algumas outras coisas, queremos ligar para os clientes depois de uns 15 dias para saber como foi o atendimento, queremos ter um canal só para isso, para ter esse feedback”, comenta Luzinete.
Rodrigo Marinho – Gade Automotive
“Eu tive sorte. O destino me ajudou. Porque quando eu fiz meu primeiro curso de autoelétrico, tinha 15 anosmuito novo em 95, eu queria arrumar um serviço de ajudante de oficina. E graças a Deus eu não consegui.”, conta Rodrigo Marinho que hoje administra sua oficina, a Gade Automotive, em São Paulo/SP.
Ele explica que por ter pouca idade se tivesse conseguido um trabalho em algum lugar que não desse valor aos cuidados no atendimento e na excelência do serviço poderia, hoje, não conseguir oferecer isso. Mas acredita que a maioria das pessoas que não trabalham corretamente é porque não tem conhecimento suficiente. “Ninguém acorda e vai para a oficina pensando ‘hoje eu vou enganar pessoas”, fala. “E que os que tem esse tipo de pensamento são poucos”.
Rodrigo alerta que é muito importante se manter atualizado e investir em equipamentos para não errar no diagnóstico – algo que é sua maior preocupação, e que está cada vez mais difícil. É preciso acompanhar o mercado para não ficar para trás.
Conta que fez questão de fazer o melhor desde o começo e que ter iniciado em uma empresa que também tinha essa visão o ajudou muito. “E essa loja prestava serviço para uma concessionária. Então com 3 meses nessa oficina eu já comecei a ir para lá e aprendi a ter responsabilidade desde e cedo e de entregar um serviço com excelência. Fiquei uns 4 anos nessa loja e abri minha Oficina sem muita experiência, principalmente na parte administrativa”.
Sandro dos Santos – Dr. American Car
Sandro dos Santos aponta a falta de cuidado com o negócio e também a carência de qualificação como as grandes vilãs que tornam a categoria cheia de
estereótipos ruins. “O profissional é culpado quando ele não se valoriza, não se capacita, não cumpre os processos legais que uma empresa precisa. Dessa forma, ele tem uma mão de obra não profissional e quando acontece algo de errado com o carro, o cliente acaba indo até as redes sociais reclamar”.
Para mitigar essa situação, Sandro adotou soluções no dia a dia para apresentar uma postura mais transparente aos seus clientes. A primeira medida adotada foi a utilização de vídeos para mostrar aos clientes o antes, durante e depois dos serviços prestados. “Hoje todo o carro que entra na oficina, do momento que ele chega até sua finalização, é filmado para ser mostrado ao cliente”, conta Sandro.
A segunda medida tomada por ele foi começar a entrar em contato com os clientes após algum tempo para saber se os reparos realizados nos veículos continuavam perfeitos. “Eu tinha na minha cabeça que só deveria atender o cliente quando ele trazia o carro para oficina, não precisava trabalhar o pós-venda para saber se os reparos continuavam perfeitos depois de um tempo. Esse foi o primeiro impacto positivo que os clientes notaram”, afirma o proprietário. As medidas surtiram efeito para a Dr. American Car, já que por conta do bom atendimento prestado, o cliente passou a ser o maior divulgador da oficina. “Hoje é o cliente que, na maioria das vezes, faz o nosso merchan”.
Cofap amplia linha de pivôs de suspensão, terminais axiais e de direção – Foto: divulgação/Mareli Cofap Aftermarket
Ao todo, 18 novos códigos chegam ao mercado para reforçar portfólio da Cofap
A Cofap anunciou a ampliação da sua linha de produtos ao mercado automotivo. Ao todo, 18 novos itens da linha de pivôs de suspensão, terminais axiais e de direção chegam para atender veículos das marcas Chevrolet, Fiat, Ford, Hyundai, Honda, Mitsubishi, Nissan, Renault e Toyota.
Segundo a empresa, todas as peças são homologadas com os mesmos padrões das peças originais e possuem certificação do INMETRO, atendendo os requisitos de segurança do instituto. A empresa afirma também que os produtos passam por tratamento térmico e recebem revestimento na pintura, oferecendo mais durabilidade e resistência aos componentes.
Confira os novos códigos disponibilizados pela Cofap:
PSC08013M (Ford Focus, a partir de 2014 – LE)
PSC08014M (Ford Focus, a partir de 2014 – LD)
PSC10004M (Honda CR-V, de 2007 a 2016 e HR-V, a partir de 2016)
PSC10006M (Honda Civic 10ª geração a partir de 2016)
PSC22007M (Toyota Yaris, a partir de 2018)
PSC29005M (Nissan Frontier, de 1998 a 2007; e XTERRA, de 2003 a 2008)
PSC32010M (Hyundai New Tucson, a partir de 2016 – LD)
PSC32011M (Hyundai New Tucson a partir de 2016 – LE)
PSC39005M (Mitsubishi L200 Outdoor; Savan; Sport, de 2003 a 2011; Pajero, de 1992 a 2000; e Pajero Sport, de 1998 a 2011)
PSC52000M (Fiat Toro e Jeep Compass, a partir de 2016; Jeep Renegade, a partir de 2015)
TAC04021M (Chevrolet Cruze, a partir de 2017)
TAC10012M (Honda Civic, de 2012 a 2016)
TDC18002M (Renault Captur a partir de 2018; Duster a partir de 2011; e Oroch, a partir de 2016 – LD)
TDC18003M (Renault Captur a partir de 2018; Duster a partir de 2011; e Oroch, a partir de 2016 – LE)
TAC18020M (Renault Captur, a partir de 2018; Duster, a partir de 2011; e Oroch, a partir de 2016)
Amortecedores Bilstein chegam ao Brasil – Foto: divulgação/Bilstein
Thyssenkrupp traz amortecedores Bilstein para o país a partir de dezembro de 2022
A partir de dezembro de 2022, a Thyssenkrupp disponibilizará no Brasil os amortecedores Bilstein das linhas B4, B6 e B8. A nova marca chega ao mercado brasileiro para atender veículos do segmento premium. A empresa começará a operação pelo estado de São Paulo, mas a expectativa é que outras localidades possam receber as peças ao longo de 2023.
Segundo a Thyssenkrupp, os amortecedores são certificados pelo Inmetro e homologados para diversos veículos premium. Ainda segundo a empresa, os novos produtos proporcionam máxima tração, condução precisa, segurança e um poder constante de amortecimento, independente da carga carregada nos veículos.
CEO da divisão Springs & Stabilizers da Thyssenkrupp, Alessandro Alves, falou sobre a implantação na nova linha de peças em terras brasileiras. “Identificamos uma oportunidade junto a alguns distribuidores parceiros de trabalhar também a linha de amortecedores. Com isso, a estratégia é fortalecer nossa presença no mercado de reposição, explorando o potencial da marca Bilstein no Brasil”, explica Alessandro.
A empresa afirma que para comercializar as peças, apostará no modelo de comercialização através de uma rede de autorizadas, distribuidores de autopeças, oficinas e centros automotivos especializados no segmento premium. A empresa contará também com postos técnicos avançados no estado de São Paulo, que vão oferecer suporte técnico especializadoaos distribuidores.
Transmissão: Substituição da dupla embreagem no câmbio
Conheça o procedimento de remoção e instalação do conjunto de dupla embreagem no câmbio DSG DQ200 de 7 marchas usado em veículos Audi e Volkswagen; calibração das folgas requer cálculos específicos para os calços dos garfos
texto & fotos Fernando Andrade Lalli
Embora o câmbio de dupla embreagem seja visto até para fins legais como um tipo de câmbio automático, na verdade, ele possui uma tecnologia bem diferente: trata-se um câmbio mecânico que possui um sistema mecatrônico que automatiza a troca das marchas. No entanto, seu princípio de funcionamento é bem mais complexo do que um câmbio manual ou, mesmo, um automatizado comum.
O câmbio de dupla embreagem é composto por dois eixos primários e dois (ou três) eixos secundários que trabalham simultaneamente. Para se acoplar ao motor, ao invés de um conversor de torque de um automático epicicloidal ou CVT, este câmbio possui um conjunto de discos de embreagem. Cada um dos eixos primários está ligado a uma embreagem: no caso da transmissão DQ200 de sete marchas desta reportagem, um eixo rígido engata as marchas ímpares e o outro, oco, as marchas pares e à ré.
Enquanto um eixo primário está engatado na marcha que coloca o veículo em movimento naquele momento, a próxima marcha já está pré-engatada no outro eixo primário. No momento da troca de marchas, a embreagem acoplada é liberada e o outro conjunto é engatado imediatamente.
DQ200: garfos de acionamento são a principal diferença entre as duas gerações
A força que vem do motor é transmitida dos eixos primários para os eixos secundários, que são engrenados ao diferencial, e dali o torque é transmitido às rodas. Como o tempo da ação de troca de marchas é ínfimo, o câmbio mantém a linearidade de regime do trem de força.
“Em um veículo com câmbio manual, quando você instala uma embreagem e coloca o platô no volante, automaticamente a placa de pressão esmaga o disco, fazendo a tração. No caso do câmbio de dupla embreagem, não. Normalmente, os discos são abertos, tanto o das marchas ímpares quanto o das marchas pares, e só vai ocorrer a tração quando for alimentada a mecatrônica”, explica o assistente técnico da Schaeffler, Sérgio Listoff.
“Ou seja, quando o câmbio está em neutro, os dois discos estão abertos.
Quando eu coloco a alavanca em ‘D’ (drive) e tiro o pé do freio, aí sim a mecatrônica é alimentada, aciona a marcha ímpar, que é a K1, automaticamente a placa de pressão esmaga o disco no volante, tracionando o carro. E assim gradativamente com as outras marchas conforme a demanda”, descreve Sérgio.
O Grupo Volkswagen chamou seu câmbio de dupla embreagem de DSG – em alemão, “Direkt Schalt Getriebe”, ou “câmbio com trocas diretas”. Existem
basicamente duas variantes de DSG: uma com as embreagens imersas em óleo e outra com embreagens que trabalham a seco.
O DSG mais utilizado pelos veículos Volkswagen e Audi é o que possui embreagens multidiscos imersas em óleo, como a DQ250, de seis marchas,
que acompanha moto res até 35,7 kgfm (350 Nm) de torque. Há outras versões de seis ou sete marchas com embreagens “molhadas” que suportam torque ainda maior.
A segunda variante, dotada de embreagens monodisco que trabalham a seco, responde pela sigla DQ200. Desenvolvido pela Schaeffler, é um câmbio menor e mais leve, de sete marchas, que se destina a aplicações com motores de torque até 25,5 kgfm (250Nm). No Brasil, o DQ200 é encontrado em modelos como o Audi A1, Audi A3 1.4 TFSI (hatch e sedã) e Volkswagen Golf 1.4 TSI.
Nesta reportagem, o assistente técnico da Schaeffler demonstrou a substituição do conjunto de dupla embreagem do câmbio DSG em uma unidade
do câmbio DSG DQ200 de sete marchas (segunda geração), fora do veículo, utilizada para estudos. O procedimento foi feito na sala de treinamentos da Schaeffler em Sorocaba/SP e teve foco no passo a passo com a caixa em bancada.
Códigos dos kits LuK: 1ª Geração: 602 0001 00 | 1ª Geração: 602 0006 00
DIFERENÇAS ENTRE PRIMEIRA GERAÇÃO E SEGUNDA GERAÇÃO
Além da diferença entre as duas variantes de DSG, também existem evoluções dentro de cada tecnologia. Há duas gerações do câmbio DQ200 e sua aplicação varia conforme o ano-modelo e a marca em que é aplicado.
A principal diferença entre essas duas gerações está justamente no sistema de acionamento das marchas: tanto os garfos como o conjunto de embreagens são diferentes e não são intercambiáveis de uma geração para outra. No entanto, visualmente por fora as duas gerações de câmbios DQ200 são praticamente idênticas. Por isso, o mecânico deve ter atenção no momento do reparo corretivo para não comprar o kit de peças errado.
De acordo com Sérgio Listoff, existem duas formas práticas de identificação do DQ200 com o câmbio ainda montado no veículo. Uma é adquirir os componentes através do número de chassi do veículo. A outra é observar o modelo do garfo de acionamento K1, cujo material é distinto entre uma variante e outra.
“Para fazer o pedido da peça antes de desmontar o câmbio do veículo, verifique na parte externa da transmissão, ao lado da mecatrônica, o modelo
do garfo K1 (marchas ímpares), que pode ser de ferro fundido ou estampado. Se for ferro fundido, é de primeira geração. Se for estampado, o câmbio é
de segunda geração”, orienta o especialista da Schaeffler.
Comparando as peças fora do câmbio, isoladamente, ficam bastante evidentes as diferenças dos conjuntos de embreagens, garfos e calços, que os tornam não intercambiáveis.
A embreagem do câmbio DQ200 de primeira geração possui uma base de apoio para o contato do rolamento do garfo K1 com a mola-membrana (A). “O
garfo e o calço de primeira geração são planos. Por isso, precisam dessa base para casar com a mola-membrana”, explica Sérgio. Na segunda geração, não há essa base (B), pois, a construção do calço e do garfo K1 compensam a irregularidade do contato com o conjunto em relação tanto ao platô quanto ao sistema de acionamento (C). “O contato do rolamento da K1 é diretamente com a mola-membrana”, aponta o assistente técnico.
Além do apoio na mola-membrana já mencionado, os garfos da embreagem K1 diferem de uma geração para outra também no material de construção (D). Para a primeira geração, é de ferro fundido. Já o de segunda geração é de aço estampado. A base de encaixe também é completamente diferente entre ambos e não permite montagem trocada.
Já os garfos K2 possuem apoios e mangas de fixação totalmente diferentes (E). Não há como montar os garfos de uma geração em outra. Os calços de ajuste também são diferentes de uma versão para outra: na primeira geração há quatro chanfros de engate enquanto na segunda geração, são oito chanfros (F).
DESMONTAGEM DO CONJUNTO DE EMBREAGENS E DOS GARFOS DE ACIONAMENTO
1) Com o auxílio de uma chave de fenda, retire o anel elástico que trava a embreagem K1. Observe que anel elástico possui posição de montagem, assim como, o miolo do disco de embreagem K1.
2)Em seguida, remova o miolo da embreagem K1. Basta puxar manualmente.
3) Solte o anel elástico que trava a embreagem K2. Utilize para isso o alicate de bico curvo apropriado para essa função (3a). Repare que o chanfro da abertura do anel é trapezoidal. Na montagem, o lado menor deve ficar voltado para cima (3b).
4) Neste momento, já é possível sacar o conjunto de dupla embreagem. Para isso, é necessário instalar as ferramentas da maleta que compõem o extrator (código LuK 400 0418 10). Primeiro, posicione as três garras de extração (4a). Elas se encaixam nos três rasgos equidistantes do conjunto (4b).
5) Depois, posicione as molas de apoio (5a e 5b) responsáveis pelo alinhamento das garras. Após isso, posicione o pino extrator (5c) que fica apoiado no eixo oco (K2) das marchas pares.
6)Instale o extrator. Ele deve ser fixado com os rasgos de seus braços sobre as três garras e possui um fuso que se encaixa ao pino extrator. Gire o fuso para fazer o ajuste da altura da ferramenta antes de parafusar os apoios que vão fixar o extrator às garras. Não há sequência de aperto.
7) Com uma chave de força ou catraca com soquete sextavado 22 mm, gire o fuso no sentido horário para que o extrator puxe as garras para cima e possam sacar o conjunto de dupla embreagem. Siga até perceber que o conjunto está solto.
8)Com o auxílio do ferramental ainda montado, puxe e remova o conjunto de dupla embreagem do câmbio.
9)Primeiro, remova os calços dos garfos. Pela ordem: o rolamento de apoio do garfo K2 (9a), calço de regulagem da folga do garfo K2 (9b) e o calço de ajuste do garfo K1 (9c).
10)Remova manualmente o garfo da embreagem K1. Ele fica apenas encaixado em seu apoio na carcaça do câmbio.
11) Já o garfo da embreagem K2 é fixado ao câmbio por dois parafusos. Para soltá-los, use soquete hexalobular (“torx”) T30 (11a). Remova o garfo rem seguida (11b).
12) Após remover os garfos, o mecânico deve examinar as condições do retentor dos eixos primários. Não pode haver qualquer sinal de vazamento ou desgaste de qualquer espécie. “Caso haja algum vestígio de vazamento, tem que trocar esse retentor. O retentor deve ser obtido na concessionária. Para sacar o retentor, é necessário uma ferramenta especial que também é vendida na concessionária”, avisa Sérgio Listoff.
13) Verifique também a condição da esfera (bucha) de apoio do garfo K2. Essa esfera vem com o kit de reparo de embreagem da LuK. Caso a do câmbio esteja desgastada, remova-a com uma chave de fenda e instale a esfera nova por interferência, com o auxílio de um martelo de borracha (atenção: não utilize ferramentas duras que danifiquem a esfera em sua instalação).
Importante!
A recomendação é pela troca de todos os calços e anéis-trava envolvidos na operação que estejam contidos no kit de reparo.
CALIBRAÇÃO DOS CALÇOS DOS GARFOS K1 E K2
14) O especialista da Schaeffler informa que, para fazer a correta calibração dos garfos, é obrigatório que a mecatrônica esteja instalada (14a). Do contrário, não é possível fazer as medições das folgas pela ausência dos acionadores (14b).
15) Encaixe manualmente o garfo de acionamento da embreagem K2 em sua área de assentamento. Observe os pontos de encaixe na carcaça e na mecatrônica do câmbio.
16) Encoste manualmente os dois parafusos de fixação da base do garfo K2. O torque de aperto é 8 Nm.
17)Encaixe manualmente o garfo de acionamento da embreagem K1 em sua área de assentamento (17a). Observe os pontos de encaixe na carcaça (17b) e na mecatrônica do câmbio (17c). Este garfo K1 não possui parafusos de fixação.
18) Com os dois garfos posicionados, é possível dar seguimento à calibração das folgas de ambos. Para isso, é necessário ter a maleta de ferramentas especiais (código LuK 400 0419 10) e o jogo de calços de calibração, que vem juntamente com o kit de reparo do sistema de dupla embreagem.
Importante!
Cada conjunto de embreagem possui suas folgas determinadas de fábrica, cujas referências devem ser respeitadas, como será explicado a seguir.
19) Dentro da maleta 400 0419 10, há dois jogos de ferramentas de apoio ao peso padrão de calibração: um jogo prateado (para uso nos câmbios DQ200 de 1ª geração) e outro escuro (para os de 2ª geração) (19a). Neste caso da reportagem, foram usadas as ferramentas escuras. A ferramenta maior desse jogo vai apoiada sobre o rolamento do garfo K1 e o menor, no garfo K2 (19b).
20) Comece a calibração das folgas pelo garfo K2. Escolha um calço de regulagem dentre os que vêm no jogo (20a) e meça sua espessura com um paquímetro. Não é necessário escolher uma medida exata: neste exemplo, Sérgio escolheu um calço de 2,8 mm (20b). Instale o calço, juntamente com o rolamento de apoio (20c).
21) Instale a ferramenta de apoio menor sobre o rolamento do garfo K2 (21a). Sobre essa ferramenta deve ser instalado o peso padrão, também disponível na maleta de ferramentas (21b).
22) No eixo oco, há um canal onde vai o anel-trava da embreagem par (K2). Esse canal é a referência da calibração das folgas. Insira nesse canal o garfo medidor de ajuste (também disponível na maleta). Caso não seja possível sequer inserir o medidor (22a), isso quer dizer que o calço de regulagem da folga está grosso demais e deve ser substituído por um mais fino. Foi o que aconteceu neste exemplo: o calço de 2,8 mm não permitiu a inserção do medidor de ajuste. Sérgio substituiu o calço por outro de 1,4 mm (22b), que permitiu o encaixe da ferramenta (22c).
23)Após o encaixe, movimente o garfo K2 posicionando o dedo na região da mecatrônica (23a). Não pode haver qualquer folga na movimentação. Se houver, isso significa que o calço está muito fino e deve ser substituído por um mais grosso. Troque a medida dos calços até encontrar aquele que permita ao garfo entrar de forma justa, sem folga (23b). No exemplo desta reportagem, o calço de 1,4 mm estava fino demais e Sérgio trocou a espessura para 1,8 mm (23c) . Este terceiro calço, sim, permitiu a entrada do garfo calibrado no canal e a movimentação do garfo K2 sem folga. Portanto, ele é o calço de referência a partir do qual a folga daquela embreagem será regulada.
Obs. 1: Esse calço encontrado não é o definitivo. Portanto, neste momento, a folga ainda não está calibrada.
Obs. 2: A medida do calço de referência pode variar de um câmbio para outro. Por isso, o procedimento de medição deve seguir esse passo a passo.
24)Após encontrar o calço de referência, observe os valores gravados no conjunto de embreagens novo (24a)Esses números são valores de compensação para as folgas daquelas embreagens K1 e K2 específicas. Cada unidade tem sua necessidade de compensação que deve ser respeitada. Neste caso, a inscrição apontava que a embreagem K2 precisava de “+0,2”, ou seja, um calço 0,2 mm mais grosso que o padrão encontrado no garfo. Portanto:
Calço de referência: 1,8 mm
Folga específica K2: + 0,2 mm
Calço correto K2: 2,0 mm
Após o cálculo, faça a substituição pelo calço correto (24b).
Importante! (1) A medida de folga gravada no conjunto de embreagens é determinada na fabricação da peça e pode variar de -0,4 mm a +0,4 mm. Importante! (2) Após fazer a substituição pelo calço correto, não é necessário fazer outra medição: a folga do garfo está calibrada.
25) Repita a operação dos passos nº 20, 21, 22, 23 e 24 para o garfo K1. Escolha um calço qualquer do jogo K1, meça-o em sua borda (25a)(como esse calço de segunda geração é abaulado, cuidado com falsas medições) e posicione-o no berço autoajustável do garfo (25b). Coloque a ferramenta de apoio correspondente ao garfo K1 sobre o calço (25c), apoie o peso padrão, insira o medidor de ajuste e movimente o garfo K1 (25d). Troque os calços até ser possível encaixar o medidor de ajuste e não haver folga na movimentação.
26)Após encontrar o calço de referência – que na K1 foi de 2,5 mm (26a) –, novamente, observe os valores gravados no conjunto de embreagens novo. Neste caso, a gravação apontava que a embreagem K1 também precisava de “+0,2” de compensação, ou seja, um calço 0,2 mm mais espesso que o padrão encontrado no garfo correspondente. Portanto:
Calço de referência K1: 2,5 mm
Folga específica K1: + 0,2 mm
Calço correto K1: 2,7 mm
Após o cálculo, faça a substituição pelo calço correto(26b).
Obs: As demais observações da calibração da folga da K2 se repetem para aembreagem K1.
INSTALAÇÃO DO CONJUNTO E MEDIÇÃO DAS FOLGAS DAS EMBREAGENS K1 E K2
Obs: Todas as ferramentas especiais descritas a seguir estão nas maletas LuK de código 400 0418 10 e 400 0419 10.
27)Lubrifique as estrias dos eixos com uma quantidade muito pequena de graxa grafitada. Cuidado nesta operação: excesso de graxa podem contaminar os discos de embreagem e causar problemas futuros.
28) Encaixe manualmente o conjunto de embreagens nos eixos primários do câmbio. Certifique-se no momento do encaixe que as estrias do disco K2 estejam alinhadas com as estrias do eixo-piloto.
29)Para assentar o conjunto de dupla embreagem, instale novamente o extrator, que desta vez vai empurrar o conjunto. O extrator deve ser apoiado com três elementos de apoio parafusados diretamente na carcaça do câmbio (29a). Para inserir o conjunto até sua posição correta de trabalho, desta vez será usado uma bucha (“pito”) de assentamento (29b).
30) Com a chave de força (ou catraca) e soquete 22 mm, gire o fuso do extrator no sentido horário para empurrar o conjunto de dupla embreagem (30a). Desça até atingir o limite do eixo oco com o batente da bucha de assentamento. Quando a se chega a esse ponto, é possível ver pelos dois rasgos da ferramenta que o canal do anel elástico do eixo oco está alinhado com o conjunto, o que significa que a embreagem está na posição correta (30b). Ao final, desmonte novamente todas as ferramentas.
31)Instale o anel-trava da embreagem K2 em seu alojamento. Este anel tem lado de montagem: o lado mais estreito do chanfro deve ficar voltado para cima.
32) Monte o relógio comparador (que vem na maleta com a respectiva base apropriada) para medir a folga da embreagem K2 (32a). Seu apalpador deve ser posicionado diretamente no disco (32b). Zere a ferramenta.
33) Para movimentar o disco, utilize dois ganchos, que também vêm com as maletas. Encaixe-os na embreagem K2 (33a)de forma equidistante e puxe-os para cima (33b). A folga apontada no relógio comparador deve estar obrigatoriamente entre 0,3 mm e 1 mm. Na montagem feita por Sérgio Listoff,
o resultado foi de 0,5 mm, ou seja, dentro da margem correta.
34) Para medir a folga da embreagem K1, é obrigatório instalar o miolo do disco e o travar (34a). “Sem o miolo, os valores podem ser alterados”, adverte Sérgio. Encaixe o miolo do disco K1 em sua posição correta conforme a marca de referência. Em seguida, instale o anel-trava da embreagem K1, que também possui posição de encaixe. (34b)
35) O apalpador do relógio comparador deve ser posicionado na base do miolo da embreagem K1 (35a). Puxe o disco com os mesmos ganchos e da mesma forma que foi feito na embreagem K2 (35b). A folga nominal também é a mesma: entre 0,3 mm e 1 mm. No exemplo esta reportagem, o resultado da K1 foi de 0,7 mm.
Obs. (1): As folgas de K1 e K2 não precisam ser iguais. Basta que fiquem dentro da margem mencionada entre 0,3 mm e 1 mm. Obs. (2): Caso a folga aferida na(s) embreagem(ns) esteja(m) fora da tolerância, para mais ou para menos, desmonte novamente o conjunto de embreagens e troque o(s) calço(s). Se a folga do disco estiver abaixo de 0,3 mm, use um calço mais fino. Já se a folga estiver acima de 1 mm, utilize um calço mais grosso.
36)Após a finalização do procedimento, reinstale o câmbio no veículo e faça o procedimento de ajustes básicos pelo scanner, que demandará passos com o veículo estático e em movimento.
Se por acaso a folga de alguma embreagem estiver abaixo da tolerância, quando este ajuste for feito, o scanner vai apontar “torque alto” porque o disco vai estar acoplado. A mecatrônica não vai conseguir desacoplá-lo e fazer o ajuste do engate.
ZF implementa QR Code nas embalagens das peças Sachs – Foto: divulgação/ZF
Iniciativa foi idealizada pela ZF Brasil com apoio da Matriz na Alemanha
A ZF Aftermarket começou a implementar nas embalagens dos produtos SACHS um QR Code para facilitar a comunicação da marca com os seus clientes. Ao acessar o link gerado através do QR Code, os usuários encontrarão vídeos com passo a passo para montagem, Informações sobre as características do produto e a possibilidade de checar a autenticidade da peça. No futuro, todas as marcas do grupo deverão contar com essa funcionalidade em suas embalagens.
Gerente sênior de Desenvolvimento de Produtos da ZF Aftermarket, Tales Miranda, falou sobre a importância da funcionalidade de checagem de peças disponível com o QR Code para combater a pirataria no setor. “A função de checagem de autenticidade da peça é inédita nesse mercado, certifica a autenticidade do produto adquirido e traz ainda mais segurança para o vendedor, aplicador e ao usuário final”, disse Tales.
Os vídeos produzidos em parceria com o programa de qualificação Amigo Bom de Peça, trazem instruções básicas de montagem da peça, indicando o passo a passo correto de instalação. Além das funcionalidades citadas, o cliente encontra no mesmo QR Code o certificado de garantia do produto.
Outra funcionalidade que a empresa disponibilizou aos clientes é a consulta online por placas. Essa funcionalidade permite que o reparador obtenha dados básicos dos veículos, como marca, ano e modelo. Com o acesso às informações, ele terá certeza de que aquela peça é compatível com o veículo que precisa ser reparado, segundo a empresa.
Segundo a ZF Aftermarket, a solução foi desenvolvida pela equipe brasileira da empresa, que contou com o suporte da matriz na Alemanha. Após o Brasil, filiais em outros países devem adotar a medida.
Conrado Comolatti e Sergio Comolatti – Foto: divulgação/Grupo Comolatti
Sérgio Comolatti, Presidente do grupo há 30 anos, passa o bastão para Conrado Comolatti Ruivo, atual vice-presidente do grupo
O Grupo Comolatti, dona das marcas Sama, Laguna, Authomix, Rede PitStop, Pellegrino, concessionárias Tietê e Cofipe, além de negócios em outros segmentos, anunciou novidades para o ano de 2023. Presidente da empresa há 30 anos, Sergio Comolatti, passa o comando do conglomerado para Conrado Comolatti Ruivo, atual vice-presidente do grupo. Sergio que atua na empresa há 50 anos, passará a comandar o Conselho de Administração das empresas.
Sergio Comolatti entrou para o Grupo Comolatti em 1970 como estagiário. Passou por áreas como marketing, sistemas e logística. A partir de 1988, tornou- se vice-presidente da companhia, cargo que ocupou até 1993 quando assumiu a Presidência das empresas. Emocionado e com o sentimento de missão cumprida, Comolatti falou algumas palavras de carinho e incentivo para o novo Presidente. “Quero deixar aqui meus agradecimentos e meu incentivo ao meu sobrinho Conrado Comolatti Ruivo, preparado técnica e mercadologicamente para atender esse chamado de fazer seguir adiante esse caminho de avanço empreendedor”, disse Sergio Comolatti.
Atuando na empresa há 17 anos, Conrado Comolatti foi diretor das áreas de TI e finanças, além de comandar o Terraço Itália, restaurante que pertence ao grupo. O executivo também foi responsável pelo desenvolvimento de novos projetos de digitalização e expansão dos negócios da empresa. Conrado falou sobre as expectativas da nova função que assumirá em fevereiro de 2023. “O caminho é continuar o projeto de expansão do grupo, das empresas, confiando em nossa equipe. Os acionistas continuam apoiando esse nosso crescimento, daqui para frente com uma nova gestão”, disse o novo Presidente.
Conrado será a terceira geração da família a ocupar o cargo de Presidente do Grupo Comolatti. Além dele e de Sergio Comolatti, Evaristo Comolatti comandou as empresas desde a fundação em 1957, até o ano de 1992. Atualmente o Grupo Comolatti Dasa, Pellegrino e Car. Entre as marcas, o grupo tem a Sama, Laguna, Matrix, Roles Autopeças e RPR Motopeças.
Quem já não teve ou conhece quem teve problemas ao passar em buracos (às vezes crateras), desníveis, quebra-molas mal sinalizados e/ou fora das especificações ao trafegar por ruas e estradas brasileiras? O prejuízo pode ser de um ou mais pneus, rodas amassadas ou quebradas, danos graves nas suspensões ou na estrutura do veículo e até acidentes, como ao desviar destes obstáculos.
O Código de Trânsito Brasileiro deixa explícito que a arrecadação de multas deve ser compulsoriamente aplicada em campanhas de segurança e, de forma indireta, na conservação e sinalização de toda a infraestrutura viária inclusive pistas não pavimentadas. Também é o caso do IPVA, imposto estadual sobre a propriedade de veículo automotores. Na prática o dinheiro arrecadado vai para o Tesouro e se transforma numa caixa preta.
Entretanto, é possível pedir indenização junto à autoridade com jurisdição sobre a via (municipal, estadual ou federal) ou mesmo das concessionárias que cobram pedágios. Neste último caso é raro acontecer problemas porque a conservação da via costuma ficar mais barata do que a intervenção tardia com custos maiores.
Facilita contratar um advogado e se munir de provas como fotos (do buraco e dos danos ao carro), de possíveis testemunhas e formalizar queixa para obter o boletim de ocorrência. Depois, orçar o conserto em mais de uma oficina e anexar os recibos ao processo. Se o acidente, ao tentar desviar do obstáculo, envolver outro veículo tudo deverá estar documentado. Pode-se incluir o segundo prejudicado na ação de perdas e danos.
O problema dos buracos, em escala bem menor, ocorre em outros países, porém o desfecho costuma ser diferente. Na Grã-Bretanha a revista What Car teve acesso ao valor das indenizações. Entre 2018 e 2021 foram pagas 12.991.216 libras esterlinas (R$ 84 milhões) em compensações aos britânicos.
Houve mais de 145.000 processos. A revista entrevistou 470 motoristas com danos aos veículos nos últimos 18 meses. Dois terços deles estavam cientes que poderiam reivindicar indenização pelo prejuízo, porém só 10,2% haviam tomado providências.
O valor médio das compensações financeiras foi de 347 libras esterlinas (R$ 2.255), enquanto o custo médio de reparo na pista era de apenas 47 libras esterlinas (R$ 305). Demonstra que sempre fica mais barato consertar do que indenizar.
Segundo o RAC (Automóvel Clube Real) o número de veículos danificados mais que dobrou em 10 anos.
Bom espaço interno e caçamba versátil na Montana
Em novo capítulo da estratégia da Chevrolet, que dura um ano de revelação em etapas da inteiramente nova picape intermediária Montana de cabine dupla houve apresentação estática em estúdio. Observada sem nenhum disfarce, na versão de topo Premier, o impacto visual é muito positivo. Até parece maior do que as linhas externas sugerem (4.720 mm de comprimento). Nas fotos, a frente se assemelha à da Toro, mas ao vivo apresenta diferenciação como proporções da grade tripartida.
Vista de perfil agrada o desenho da caçamba com laterais um pouco mais altas para ganhar volume útil (874 litros declarados). Uma caixa disponibilizada como acessório organiza diferentes itens e aumenta a versatilidade da caçamba, que conta com oito argolas para amarração. Distância entre eixos e capacidade de carga ainda não reveladas, mas certamente inferiores às da Toro, picape maior que carrega até uma tonelada, contra estimados 650 kg da Montana.
Rodas de liga leve de 17 pol. têm desenho bonito e pintura escura na versão de topo Premier. Pneus são Michelin Primacy 4, na medida 215/55R17, especialmente desenvolvidos para o modelo. Suspensão traseira é por eixo de torção e molas helicoidais com batentes de Cellasto de duplo estágio. Falta rodar com a picape para conferir sua dirigibilidade.
No interior, o motorista identifica logo o aspecto geral do Tracker. Central multimídia de 8 pol. integra-se ao quadro de instrumentos, mas este não é digital nem colorido. Há conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, wi-fi dedicado e rastreamento OnStar. Carregamento do celular por indução disponível só na versão Premier. Nesta os bancos são revestidos em material que imita couro (LTZ, parte central em tecido).
Acomodação no banco traseiro destaca-se pelo bom espaço para pernas e cabeça, assoalho quase plano e inclinação do encosto mais próxima de automóvel do que de picape. O fabricante afirma que o espaço para joelhos é 10 mm maior do que o da Toro. A conferir.
Motor tricilindro 1,2 L turbo flex é o mesmo do Tracker: 133 cv (E)/132 cv (G) e 21,4 kgf.m (E)/19,4 kgf.m (G). Câmbio automático epicíclico de seis marchas, porém versões de entrada (mais orientadas para trabalho e ainda a serem lançadas) oferecerão câmbio manual de seis marchas.
Entregas da Montana começam em fevereiro próximo por R$ 140.490 (Premier) e R$ 134.490 (LTZ).
ALTA RODA
SUV ELÉTRICO BYD Tan de sete lugares surpreende tanto pelo porte — 4.870 mm de comprimento — quanto pelo conforto — distância entre eixos de 2.820 mm — e também por seu nível de equipamentos. Há alguns exageros, como a enorme tela do multimídia de 15,6 pol. ajustável em posição (horizontal e vertical) e uma falta importante: nada de Android Auto ou Apple CarPlay. Em uso no dia a dia, os dois motores (um para cada eixo) entregam 517 cv e 69,3 kgf.m, o que até faz esquecer os 2.475 kg de massa total. Suspensão e direção não alcançam nota 10, mas também não decepcionam. Porta-malas tem volumes declarado de nada menos que 940 litros com a terceira fileira de bancos rebatida. O Tan vendeu 170 unidades até novembro, pouco menos que o Abarth 500e (195 unidades).
AINDA no campo de veículos avantajados nada se compara à picape Ram 3500 cabine-dupla: 6.066 mm de comprimento, entre-eixos de 3.785 mm, 2.039 mm de altura, 3.600 kg em ordem de marcha e caçamba de 1.280 litros. O motor é Cummins Diesel de 377 cv e torque brutal de 117,3 kgf.m para uma carga útil de 1.752 kg e capacidade de rebocar 9.021 kg. Um lote de 100 unidades batizada de Yellowstone Edition, em referência à série de TV paga da Paramount+, chegou dos EUA, tendo como base a versão Limited Longhorn. No entanto, para dirigi-la é necessário carteira de habilitação categoria C, exigida para motorista de caminhões. Preço: R$ 554.990.
Fremax destaca dicas para instalação de discos de freio – Foto: divulgação/Fremax
Fabricante de componentes para sistemas de freios ressalta cuidados para um bom funcionamento dos freios
Item fundamental para os veículos, os freios necessitam de atenção especial por parte dos mecânicos e donos dos carros. Para a Fremax, fabricante de componentes para sistemas de freio, as manutenções precisam ser realizadas utilizando peças de qualidade para garantir o bom funcionamento do conjunto.
Para o gerente comercial Aftermarket da marca, Marlon Fischer, o cuidado correto com o sistema de freio pode evitar dores de cabeça no futuro. “Caso o disco de freio seja montado inadequadamente pode ocorrer o desalinhamento entre o disco e a pastilha, provocando, assim, o desgaste irregular, trepidação do pedal de freio e do volante”.
Ainda segundo o gerente, pastilhas novas não podem ser aplicadas em discos de freios com a superfície irregular, pois nesses casos, a frenagem não teria a eficiência necessária para parar o veículo.
Dicas de Instalação
Segundo a Fremax, inicialmente é preciso remover as pinças de freio com um pequeno gancho, evitando deixá-las suspensas pelo flexível. Na sequência, ao voltar aos pistões, o sangrador precisa estar aberto para eliminar o excesso de líquido da carcaça das pinças e não danificar o modulador hidráulico do ABS ou cilindro mestre. A recomendação da empresa é usar sempre o coletor de fluido.
Após executar as etapas anteriores, o disco de freio já pode ser removido. Na sequência, deve-se lixar o cubo de roda para evitar resíduos na superfície de contato com o disco para não comprometer a montagem. Com um relógio comparador, o mecânico deve inspecionar o cubo e observar o empenamento e folga do rolamento, a oscilação máxima deve ficar em 0,05 mm e a folga em 0,02 mm.
Para montar o novo disco, fixe os parafusos ou porcas de roda. Com o relógio comparador a 5 mm do diâmetro superior da pista de frenagem do disco, observe a oscilação máxima do conjunto (0,10 mm). Em discos com cubo, é preciso observar o assentamento das capas de rolamento. Marlon Fischer ainda dá uma última dica: “Nunca use ferramenta pneumática para apertar os parafusos ou as porcas e sim torquímetro de 8 a 10 kg para automóveis e de 10 a 13 kg para caminhonetes”.
Vox anuncia novo conceito de marca ao mercado – Foto: divulgação/Vox
Objetivo da nova campanha da Vox é destacar as qualidades dos produtos da marca
A fabricantes de filtros automotivos Vox, pertencente à Tecfil, divulgou ao mercado um novo conceito de marca através da campanha “Não é qualquer filtro. É o filtro”. O objetivo da empresa é mostrar ao seu público alvo as qualidades que a empresa oferece aos clientes através dos seus produtos. Segundo a Vox, o novo conceito adotou um tom leve e bem humorado para mostrar de forma simples e objetiva a qualidade dos filtros e o preço acessível.
O gerente de Marketing e Novos Produtos da Tecfil, Plinio Fazol, falou sobre o novo conceito apresentado. “A Vox é uma das marcas de filtros automotivos mais vendidas no País, e possui, entre seus atributos, a alta qualidade, seu custo-benefício e a durabilidade de seus filtros. O novo conceito fortalece essas características, despertando no público a confiança de fazer o melhor negócio ao escolhê-la”, afirma Plinio”.
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