Centro automotivo da Porsche em SP passa a usar energia solar – Foto: divulgação/Porsche
Com 600 m² de painéis solares, sistema será capaz de suprir até 88% da demanda energética do Service Body & Paint Stuttgart Porsche
A oficina Service Body & Paint da Stuttgart Porsche, localizada na cidade de São Paulo/SP, passou a funcionar desde dezembro com captação de energia solar. Segundo a empresa, a previsão é de que a energia solar consiga suprir até 88% da demanda de energia do local.
O sistema instalado conta com 311 módulos solares com 545 W de potência, um inversor de 110 kw e outro de 33 kw, o que representa uma potência total de 143 kW ou 169 kWp (kilowatts de potência de pico). A instalação foi realizada utilizando a fixação por car port, onde a própria estrutura do sistema funciona como cobertura para os carros. No total, 205 foram colocados no local.
A expectativa da Stuttgart Porsche é de que o sistema gere aproximadamente 17866 KWh por mês, número superior ao que é consumido atualmente no local. A empresa trabalha com a previsão de um aumento de consumo, chegando aos 20 mil kWh por mês. Nesse caso, o sistema será capaz de fornecer 88% da energia necessária para o centro automotivo.
Os painéis solares fornecem energia para o prédio no local, bem como para os dois carregadores ultra rápidos de carros elétricos, que são capazes de fornecer 100% da carga da bateria para modelos como o Porsche Taycan, além de outros 14 carregadores de 22 kW que estão instalados na unidade.
Comgás utiliza caminhões com motor GNV em São Paulo – Foto: divulgação/Comgás
Distribuidora de gás natural encanado, a Comgás passa a utilizar caminhões com motor GNV em suas operações
A Comgás anunciou uma mudança em sua frota de caminhões. A partir de agora, os veículos da empresa serão movidos a gás natural veicular (GNV), em substituição aos modelos anteriores movidos a diesel. Os novos caminhões farão parte da operação da imprensa na cidade de São Paulo.
Com a mudança dos motores a diesel para os abastecidos a GNV, a expectativa da empresa é de que ocorra uma diminuição de até 25% na emissão de gases nocivos ao meio ambiente, redução de até 90% na geração de poluentes locais e material particulado, além de praticamente eliminar a fumaça preta que geralmente é expelida pelos motores convencionais dos caminhões.
A empresa espera obter também uma redução nos custos operacionais, já que a mudança para o GNV oferece redução no gasto por quilômetro rodado e também na manutenção do veículo, segundo o head de GNV da Comgás, Guilherme Santana Freitas. “O gás oferece muitos benefícios, como: 10 a 15% de redução do custo por quilômetro rodado em relação ao diesel; fácil manutenção, pois 85% dos componentes são similares aos usados nos motores convencionais; abastecimento rápido; e ruído 20% menor do que a motorização a diesel”, fala Guilherme.
Dana relança juntas de motor Victor Reinz no Brasil – Foto: divulgação/Dana
Importada da Alemanha, nova linha de peças oferece componentes para veículos utilitários leves e pesados a diesel
A Dana anunciou o relançamento das juntas de motor Victor Reinz no mercado brasileiro. As peças, que são importadas da Alemanha, chegam para ampliar as opções de vedação para motores. A linha poderá ser aplicada em veículos pesados e também nos utilitários movidos a diesel.
Os novos produtos disponíveis são jogos de juntas, juntas individuais (para cabeçote, tampa de válvula, coletor de admissão e escapamento, cárter, entre outras), retentores de motor e parafusos de cabeçote.
Segundo o head para Aftermarket na América do Sul, Marcelo Rosa, a linha promete oferecer um reparo rápido, preciso e confiável. “As juntas são um componente crítico para o melhor funcionamento do motor e poder contar com um produto de qualidade diferenciada, durável e que não comprometa a eficiência e performance do coração do veículo faz toda a diferença. Se estes veículos não podem parar, o reparo quando necessário, precisa ser rápido, preciso e confiável”, destaca.
Confira a seguir algum dos veículos atendidos pela nova gama Victor Reinz:
Veja na segunda parte desta reportagem sobre o motor Renault B4D LS presente no subcompacto Kwid quais são as diferenças técnicas dele para o B4D HS que está nos modelos Sandero e Logan
A principal diferença entre os dois motores é a presença de variação de fase nos dois eixos comandos de válvulas do B4D HS, que comercialmente possui o nome SCe 1.0. Este motor está presente no Sandero e Logan e possui o código BR10DE HighSpec Flex Fuel X52. A potência declarada pela Renault é de 82/79 cv (E/G) aos 6.500 rpm e torque de 10,5/10,2 kgfm a 3.500 rpm. Sua taxa de compressão é de 12:1 e a relação diâmetro x curso de seus pistões é de 71 x 84,1 mm.
Já o motor presente no Renault Kwid, o B4D LS, possui nomenclatura BR10DE LowSpec Flex Fuel XBB. Projetado especificamente para o subcompacto, tem duas especificações de potência. Entre 2017 e 2022, as unidades desenvolviam 70/66 cv a 5.500 rpm e 9,8/9,4 kgfm a 4.250 rpm.
Com o conjunto de normas de emissões do Pro conve L7 que entraram em vigor em 2022, a Renault precisou realizar uma alteração no motor para atender as normas vigentes. “Alterações que não são na construção do motor, a construção é a mesma, mas algumas alterações para atender as normas de emissões LEV7”, explica o instrutor da Renault Academy Brasil, Ricardo Ribeiro.
A partir do ano/modelo 2022/2023, graças à recalibração, o motor LS passou a gerar potência de 71/68 cv e torque de 10,0/9,4 kgfm. Sua taxa de compressão é 11,5:1 em ambas as configurações, embora possua a mesma relação diâmetro x curso de pistões da variante HS.
Vale ressaltar que o Kwid também tem um câmbio manual especificamente dimensionado para ele, o SG1, enquanto Sandero e Logan compartilham a caixa JHQ (capaz de suportar maior torque) com outros modelos da linha Renault.
Principal diferença mecânica entre os dois motores é o sistema de variação de fase em ambos os eixos comandos de válvulas do motor B4D HS de Sandero e Logan (acima); no LS (Kwid), a fase é fixa
O lubrificante homologado no Brasil para uso em ambos os motores é o de viscosidade SAE 10W-40 com classificação de desempenho ACEA A3/B4 e/ou que atenda à norma Renault RN0700. Atualmente, o óleo do primeiro enchimento na fábrica é fornecido pela Castrol, enquanto o disponível no varejo pela Motrio (marca da Renault para componentes no mercado de reposição) é produzido pela Iconic Lubrificantes (Havoline).
Uma semelhança entre os dois motores é a ordem de ignição 1-2-3. O primeiro cilindro destes motores é contado a partir do lado mais próximo da distribuição, diferentes do convencional entre as linhas francesas que geralmente contam o primeiro cilindro sendo o mais próximo do lado do volante do motor.
DIFERENÇAS MECÂNICAS EM DETALHES
A primeira diferença conceitual é no sistema de sincronismo. As polias de acionamento do eixo comando de válvulas do motor B4D HS são variáveis (1), o que possibilita adiantar ou atrasar o tempo de abertura das válvulas tanto para admissão quanto para exaustão. Já o motor B4D LS não possui polias variáveis nos comandos de válvulas (2), dessa maneira, a fase das válvulas é fixa.
A corrente de sincronismo do motor HS se assemelha com uma corrente de moto convencional (3), possuindo design construtivo parecido na junção dos elos e conexão com os dentes das engrenagens do comando de válvulas.
O sincronismo do motor LS possui corrente com características de construção diferente, para que ela proporcione menor nível de ruído em conjunto com os dentes da engrenagem do comando de válvulas (4).
Lado a lado é perceptível a diferença entre as duas correntes de sincronismo. Desta maneira, é possível entender que não há intercambialidade entre esses componentes. Do lado esquerdo está a corrente de sincronismo silenciosa, destinada ao motor B4D LS e do lado direito, a corrente do motor B4D HS (5). Ambas possuem suas marcações em alguns elos da corrente para que seja feita a montagem correta e o motor esteja em sincronismo.
Os apoios das correntes também possuem diferenças construtivas do motor B4D HS (6) para o motor B4D LS (7). Os apoios do motor LS são maiores do que os do motor HS e os materiais plásticos em conjunto com o design dos apoios são diferentes.
A engrenagem de acionamento do virabrequim do motor B4D HS possui 4 chanfros (8) e coroa diferentes para engrenagem do motor B4D LS, este que possui apenas 2 chanfros (9) e coroa para conexão com a corrente. O perfil dos chanfros de cada polia permite o correto encaixe para o acionamento da bomba de óleo, que fica montada na tampa do sincronismo, como veremos mais tarde.
No que diz respeito à lubrificação da corrente de sincronismo, o motor B4D HS possui um injetor de óleo pequeno (10) que está fixado no bloco do motor e apontado para a corrente. Esse injetor de óleo trabalha em conjunto com o sistema de lubrificação, pois está ligado no mesmo circuito, auxiliando na lubrificação da corrente. A variante LS não possui este injetor.
Vale ressaltar a importância do óleo que deve ser utilizado seguindo as recomendações do fabricante, as especificações de classificação SAE de viscosidade e as normas necessárias para atender as exigências da fabricante do motor.
A capacidade máxima de óleo permitida pelo cárter do motor HS é de 3 litros. Para o motor LS, a capacidade é maior: 3,4 litros. Ambos, sem contar com o filtro de óleo.
Sobre o consumo de óleo, a Renault admite no máximo 0,5 litros a cada 1 mil quilômetros. Porém, mesmo um consumo constante nesta faixa limite denota anomalia de funcionamento de deve ser diagnosticada.
As tampas de sincronismo também são diferentes (11). Em ambos os casos, a bomba de óleo é fixada à tampa e não há intercambialidade. O motor HS tem duas eletroválvulas em suas extremidades que fazem o controle da passagem do óleo por dois chanfros (12). Esses chanfros estão no nível das polias do comando de válvulas, tendo a função de realizar o adiantamento ou atraso dos dois comandos.
É possível perceber a diferença nos encaixes das polias de acionamento da bomba de óleo entre as duas peças. O motor HS possui encaixe com perfil quadrado, para os quatro chanfros (13), e o motor LS dispõe de encaixe com apenas duas faces retas do componente (14), uma vez que a polia tem apenas dois chanfros.
A bomba de óleo do motor HS possui uma válvula termostática que tem a função de acionar a variação da pressão do óleo por meio da temperatura. Nesse caso, quando o motor está sendo menos exigido, em marcha lenta por exemplo, há menor impacto da bomba de óleo na movimentação do conjunto do motor (15).
Ricardo Ribeiro explica o funcionamento desse sistema. “No motor HS tem a variação do volume/pressão de bomba de óleo. Em certos momentos a bomba de óleo não é necessária em plena carga para mandar toda a vazão para o motor. Em marcha lenta não precisa de toda a potência que ela emite. Então ela trabalha a partir de uma válvula termostática para diminuir essa pressão e essa vazão e não ‘pesar’ tanto o motor. Desta maneira ela ‘devolve’ de certa forma aquela potência que a bomba ‘rouba’”, conclui. O especialista comenta que essa válvula termostática não possui nenhum tipo de pilotagem eletrônica.
Caso ocorra algum tipo de travamento dessa válvula termostática do óleo do motor HS, ela não travará fechada, mas sim, aberta, com o maior nível de vazão. Se ocorrer algum problema que haja necessidade da substituição do componente, não é possível substituir apenas a válvula termostática, pois, segundo o instrutor da Renault Academy Brasil, não há reparo para este componente. Assim, é necessária a substituição da tampa frontal por completo.
No motor LS (Kwid), não existe tal sistema para a bomba de óleo. Desta forma, sua pressão se mantém fixa (16). Em caso do motor B4D LS perder pressão de óleo enquanto estiver em funcionamento, o motor para de funcionar automaticamente por causa de uma estratégia do calculador de injeção, para evitar quaisquer tipos de dano que o motor possa sofrer.
ALTERAÇÕES NO CABEÇOTE
Partindo para as tampas plásticas do cabeçote, a primeira diferença é a abertura na lateral da tampa, destinada às polias do eixo de comando variável existentes no motor HS (17). Este motor possui dois sensores de fase, o primeiro para o comando de admissão (18) e o segundo que é destinado ao comando de escape (19).
Vale lembrar que uma vez retirada, a tampa plástica do cabeçote precisa ser substituída, pois a tampa é vedada por meio de junta líquida. Para desmontagem da tampa há necessidade da utilização de ferramenta especial para que realize um corte nessa camada de cola. Com isso, a Renault não garante que após uma remoção a face de assentamento do cabeçote com a tampa não sofra nenhum tipo de deformação.
Na tampa de válvulas do motor LS, como as polias para o eixo comando de válvulas não são variáveis e possuem espessura menor, a tampa não possui a abertura como o motor HS e a lateral é fechada (20). A tampa tem apenas o sensor de fase do motor, que é destinado ao comando de escape (21).
Os cabeçotes entre os motores são diferentes e ambos possuem uma tolerância máxima para retirada de material. Para os dois motores a deformação máxima permitida do plano de junta é de 0,03 mm. A altura mínima permitida pelos dois motores deve ser de 93,03 mm.
BLOCO, PERIFÉRICOS E IMPOSSIBILIDADE DE RETÍFICA
Outro componente que possui diferença é o coletor de escape de cada motor. Para o coletor do HS há integração com o cabeçote do motor (22), sendo o encaixe do catalisador fixado diretamente no cabeçote (23). “Isso ajuda a melhorar o fluxo para os gases escoarem do motor”, explica Ricardo Ribeiro.
Já o coletor de escape do motor LS é um componente único com o catalisador (24) e não é integrado no cabeçote do motor como no motor HS. A fixação para o motor LS é facilmente distinta do HS, possuindo quatro parafusos prisioneiros, além da necessidade de utilização de uma junta de fixação para instalação do coletor no motor (25).
Para ajudar no arrefecimento do óleo do motor HS, há um trocador de calor que fica na lateral do motor (26). Esse trocador de calor utiliza o fluido de arrefecimento para ajudar nessa troca de temperatura. O motor LS não possui o trocador de calor.
O período de substituição do líquido de arrefecimento em ambos os casos é a cada 80 mil km ou 4 anos, o que ocorrer primeiro.
Apesar dos pistões possuírem diâmetros próximos, os componentes não são intercambiáveis. Para o motor B4D HS, os pistões estão entre 70,933 mm e 70,947 mm, enquanto a medida dos pistões do B4D LS é de 70,958 mm (+/- 0,009 mm). Não existe sobremedida de pistões prevista pela fabricante do motor (27).
Por causa da construção do motor B4D LS, não há possibilidade de retificar as camisas dos pistões, pois, o bloco e os cilindros são usinados de maneira conjunta, sem “encamisamento”. Além disso, há uma camada de um material chamado DLC (“diamond like carbon”) (28) nas camisas dos pistões que não pode ser “reposto” se for removido com o desbaste do torno. “DLC é um tratamento para deixar a peça com maior dureza e menos atrito”, explica Ricardo. Segundo o instrutor da Renault, quando o mecânico tenta realizar a retifica nesse motor, na verdade ele está alterando as propriedades do material e o motor não vai funcionar da mesma forma.
As referências de bielas e virabrequim (29) também mudam entre os motores HS e LS e, em ambos os casos, também não há sobremedidas previstas pela Renault para retífica.
SEG Automotive lança catálogo online para reposição – Foto:divulgação/ SEG Automotive
Ambiente digital promete facilitar busca por peças de reposição da SEG Automotive
Especializada em componentes de carga e partida, a SEG Automotive anunciou o lançamento do seu catálogo online de peças para reposição. A iniciativa tem como objetivo facilitar a busca pelos produtos, tornando o processo mais simples e rápido para os mecânicos. As soluções disponíveis no portfólio online atendem veículos de passeio, comerciais e off-road.
Dentre os itens disponíveis, a empresa destaca os alternadores de alta eficiência, motores de partida que possuem a tecnologia para stop-start, além do Boost Recuperation Machine, que transforma qualquer mecanismo de combustão interna em híbrido.
O catálogo está disponível para Android, IOS e também para computadores com o sistema operacional Windows. Para fazer o download, clique aqui.
O Civic tem uma trajetória longa no mercado brasileiro no qual a quinta geração começou a ser vendida em 1992, ainda importada. Foi fabricado no Brasil entre outubro de 1997 e dezembro de 2021. Sempre teve uma acirrada disputa no mercado dos médios-compactos em especial com o Corolla, que acabou vencendo a parada. Ainda assim, o Civic está de volta ao Brasil praticamente um ano depois, agora vindo da Tailândia e sujeito ao alto imposto de importação de 35%.
A Honda podia ter optado apenas pela versão a combustão, ainda em linha no exterior, porém preferiu oferecer tecnologia avançada e menor emissão de gases. Assim chega o híbrido padrão (não plugável) pelo preço elevado de R$ 244.900. O concorrente mais direto, Corolla Altis Premium Hybrid 1.8, custa R$ 193.690 ou 20% mais barato. Ocorre que o Civic é mais equipado, a começar por itens de segurança: oito airbags contra sete do concorrente.
A lista a favor do Civic é longa e apontada pelo site de comparação Carros na Web: banco dianteiro de regulagem elétrica também para o passageiro, saída de ar-condicionado para o banco traseiro, monitoramento de pressão dos pneus, indicador de fadiga, alerta de ponto cego e câmera no espelho direito, luz no porta-luvas, freio de estacionamento eletromecânico com auto-hold (ativação automática), partida remota do motor, sistema de som Bose de 12 alto-falantes e subwoofer, chamada de emergência, informação e visão remota do veículo por aplicativo e anulação eletrônica de ruído interno.
Já o Corolla oferece a mais alarme antifurto volumétrico, luz traseira de neblina, termômetro de água e airbag de joelho. Difícil avaliar precisamente as diferenças no preço final, mas dá para estimar algo perto de 10% (ou menos) se ambos oferecessem os mesmos recursos. Mesmo porque a diferença a favor do Civic se amplia com desempenho muito melhor, além de itens de segurança ativa a exemplo de vetorização de torque e mitigação de evasão de pista.
Depois de uma primeira avaliação, o que mais se destaca no Civic é o comportamento de um carro elétrico, mesmo sendo um híbrido padrão. O motor elétrico principal tem 184 cv/32.1 kgf.m e atua na maior parte do tempo. O motor a combustão somente a gasolina – 2 litros (ciclo Atkinson), 143 cv/19,1 kgf.m – funciona tanto como gerador para carregar a bateria quanto para ajudar no desempenho principalmente na estrada quando atua sozinho. Há ainda o motor/gerador que recarrega a pequena bateria de íons de lítio (1,05 kWh) sob o banco traseiro. Para quem aprecia o som de um motor convencional pode-se ouvi-lo por meio de alto-falantes e inclusive simulação de passagem de marchas mesmo no modo 100% elétrico.
A velocidade máxima é limitada a 180 km/h, mas as acelerações são fortes. Embora a Honda não divulgue aqui, em qualquer site da própria marca na Europa o tempo de 0 a 100 km/h é informado em 7,9 s (Corolla, em 12 s, bem mais lento). Consumo um pouco melhor frente ao rival: urbano, 18,3 km/l; rodoviário, 15,9 km/l. Alcance no caso do Toyota é um pouco maior – 770 km (urbano) e 662 (rodoviário) – pelo volume do tanque maior (43 l x 40 l).
Esta 11ª geração do Civic cresceu 35 mm na distância entre-eixos (2.735 mm). Espaço para pernas, ombros e cabeças está dentro da média do segmento, na frente e atrás. Capô ficou mais longo e baixo, para-brisa dianteiro um pouco menos inclinado e traseira de linhas mais limpas com porta-malas de 495 litros (antes 525 litros). Teto solar ´r de série.
Dirigibilidade sempre foi um dos pontos altos do Civic e assim permanece: suspensão dianteira McPherson e traseira multibraço, direção precisa e boa definição de centro. Freios corretamente dimensionados transmitem sensação de segurança. Visibilidade à frente melhorou nesta geração. Um recurso interessante para os dias de chuva: os esguichadores de água estão agora acoplados às palhetas do para-brisa com limpeza mais eficiente.
ALTA RODA
JETTA GLI recebeu mais equipamentos desde que voltou a ser vendido no Brasil em abril do ano passado. VW acrescentou mais nove itens de segurança, a partir de dezembro último. Entre os principais destacam-se o detector de pedestre com frenagem autônoma e o assistente de condução ativo que mantém o carro no centro da faixa de rolagem, além de configurar velocidade e distância do veículo à frente. O sedã médio-compacto tem ótimo comportamento dinâmico, destacando-se o desempenho do motor 2-litros/231 cv/35,7 kgf.m. É o mais rápido deste segmento e com a caixa de câmbio automatizada de sete marcas acelera de 0 a 100 km/h em 6,7 s. Já o preço realmente deixa de empolgar: R$ 226.290. O modelo vem do México, portanto isento de imposto de importação. Apesar de bem equipado e ter boa central multimídia para Android Auto e Apple CarPlay, os materiais de acabamento deveriam melhorar.
MERCADO de autopeças está cada vez mais concorrido em razão de a frota rodante ter começado a envelhecer, invertendo a tendência consolidada pelo menos nos últimos 15 anos. A Takao, apesar de um nome japonês, é 100% brasileira e atua de forma diferente. Especializada em peças de motor como pistões, anéis de segmento, bronzinas e comandos de válvula projeta esses itens no Brasil e manda fabricá-los no exterior (China, Índia e Taiwan). Consegue assim importá-los com preços competitivos para 1.200 tipos de motores de automóveis e comerciais leves (inclusive picapes médias). Seu portfólio inclui 6.300 itens e também componentes para veículos importados.
Controil lança itens de freio e transmissão na reposição – Foto: divulgação/Controil
Novos produtos atendem aos veículos Hyundai HB20, Volkswagen Amarok e Agrale Marruá
A Controil anunciou o lançamento de três novos produtos em seu portfólio para atender ao aftermarket brasileiro, ampliando a cobertura da empresa para a frota circulante no país. As novas peças são o cilindro-mestre de embreagem para veículos Agrale Marruá, reparo de vedação da pinça para modelos Volkswagen Amarok e mangueira do filtro de ar para HB20.
O código C-2640, cilindro-mestre de embreagem, tem aplicação para os veículos Marruá Agrale modelos 2006 até 2015. O código C-1502, kit de reparo de vedação de pinça, é disponibilizado com mais de dez aplicações para os modelos Volkswagen Amarok. Já o C-9040, mangueira do filtro de ar, é voltado ao Hyundai HB20 modelos de 2020 a 2022.
Jurid investe no crescimento do seu portfólio de produtos – Foto: divulgação/Jurid
Objetivo da empresa é oferecer mais opções ao consumidor na hora de efetuar a manutenção no veículo
Visando aumentar a oferta de produtos disponíveis ao consumidor, a Jurid tem investido no aumento da capacidade produtiva da fábrica localizada na cidade de Sorocaba/SP. Além da ampliação do portfólio, o crescimento também tem como objetivo a diversificação dos produtos, como pastilhas, sapatas, fluidos e lubrificantes para os freios, a fim de atender o aftermarket brasileiro.
Segundo a Jurid, a fábrica de Sorocaba/SP possui uma capacidade de produção que permite agilizar os lançamentos para levar novos itens ao mercado, é o que afirma o gerente geral da Jurid do Brasil, Luciano Costa. “Agilizamos os lançamentos para levar ao mercado novos itens para atender a evolução da frota circulante”, afirma Luciano.
Ainda segundo Luciano, a Jurid está sempre em busca de atualizações e crescimento do portfólio para atender os consumidores brasileiros. “A disponibilidade de itens para o mercado de reposição é essencial. Como especialistas em componentes para freios, procuramos oferecer portfólio atualizado e o mais completo. Para aproveitar as oportunidades, estamos focados em antecipar as necessidades do mercado”, complementa Luciano.
Valvoline pretende intensificar contato com mecânicos em 2023 – Foto: divulgação/Valvoline
Objetivo da marca é levar informações técnicas sobre os produtos e prestar um melhor suporte através da iniciativa
Após a participação em eventos de sucesso no ano passado, como o 5º Congresso Brasileiro do Mecânico, a Valvoline, pretende intensificar o contato com o mecânico no ano de 2023. Segundo a marca de lubrificantes automotivos, o objetivo é levar informações técnicas sobre suas aplicações, apresentando as atualizações que os produtos recebem e oferecer um melhor suporte aos profissionais da área.
A empresa informou que além do Congresso Brasileiro do Mecânico, a Valvoline marcou presença também na última etapa do AMG Cup, campeonato de automobilismo, que aconteceu no mesmo dia da última corrida da Stock Car Pro Series. Na ocasião, os convidados puderam participar de um bate-papo com o mecânico e piloto, Nilson Patrone, e também com o gerente regional Sul da marca, Vinicius Alberti Patrone.
Além da iniciativa focada na aproximação com os mecânicos, a empresa afirma também promover um trabalho contínuo de cooperação junto aos distribuidores das peças, realizando uma venda técnica de produtos como o Maxlife ATF CVT, por exemplo, e oferecer suporte através de treinamentos junto à rede de distribuição.
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