Motor VW EA111 retificado muda a especificação do óleo?

Propulsor da Volkswagen equipou o Gol, Voyage, Saveiro, Fox e Kombi por vários anos

Motor VW EA111 retificado muda a especificação do óleo?

Lançado em 2003, o motor EA111 da Volkswagen equipou o Gol, Voyage, Saveiro, Fox e Kombi e saiu de linha no Brasil em 2023 por não atender os novos padrões de emissões do Proconve. Por ser um propulsor que esteve em modelos de grandes volumes de vendas e, também, por ter ficado 20 anos no mercado, ainda gera dúvidas nas oficinas mecânicas pelo país, como a do Thiago Batista, que perguntou.

“Mandei fazer a retífica do motor do meu Volkswagen Gol G4 equipado com motor EA111 e as três trocas de óleo ficaram por conta da retífica. Contudo, eu não me atentei que mudaram a viscosidade do óleo utilizado. Atualmente, o meu carro utiliza óleo 20W-50 mineral, mas o recomendado pela fabricante é o 5W-40 sintético. Já rodei dois mil km com o óleo errado. Posso voltar para o óleo certo ou devo continuar com esse óleo?”, questionou.

Para responder essa pergunta com embasamento teórico, chamamos o Consultor Técnico da Revista O Mecânico, Professor Fernando Landulfo, que disse: “se esse motor reformado está obedecendo todas as originais de fábrica não há porquê não utilizar o lubrificante recomendado pela montadora”.

Motor VW EA111 retificado muda a especificação do óleo?

História do motor EA111

Vale destacar que o motor EA111 da Volkswagen conta com comando de válvulas no cabeçote e tem um desenho de cabeçote de fluxo cruzado, além de ter escapamento na parte frontal, o que é diferente do Volkswagen AP, uma vez que também instalação com uma inclinação de 12 graus para frente. Claro, esses propulsores não são mais fabricados, sendo substituídos pelos EA211 nas opções 1.0 MPI, 1.6 MIS, 1.0 TSI e 1.4 TSI, equipando a nova linha de modelos da marca alemã como Polo, Virtus, T-Cross e Nivus.

Hyundai Mobis lança suportes para bicicleta

Equipamento pode levar até três bicicletas com segurança

Hyundai Mobis lança suportes para bicicleta

A Hyundai Mobis lança suportes para bicicleta, que são compatíveis com as linhas HB20 e Creta fabricados no país. Os acessórios foram desenvolvidos em parceria com a Thule, referência em acessórios desse perfil, e podem levar até três bicicletas.

 

A Hyundai Mobis venderá o produto em duas versões sendo uma de teto, que pode levar apenas uma bicicleta, e outra de engate traseiro, que pode carregar até três bicicletas com segurança.

Hyundai Mobis lança suportes para bicicleta

A Hyundai Mobis informou que os suportes para bicicleta serão vendidos e instalados nas concessionárias da marca, bem como contam com garantia de 12 meses.

Turbina nos carros populares: do luxo à necessidade

Motor Turbo 200 Flex Fiat Pulse

 

Eles já estão por aí, frequentando as oficinas e, por vezes, criando muita polêmica. Principalmente na hora da retífica. Nossa! Quanto bate boca

 

Os veículos populares, já a algum tempo, estão sendo equipados com uma nova geração de motores que realmente veio para ficar. Amados por uns e odiados por outros, eles são fisicamente muito pequenos (1.0 com 3 ou 4 cilindros) e de peso bastante reduzido. No entanto, não só geram bastante potência, como também: consomem pouco combustível e apresentam baixa emissão de poluentes.

Isso graças a uma generosa dose de tecnologias de ponta: fabricação em ligas especiais de alumínio, alimentação por injeção direta de combustível, controle diferenciado e preciso das válvulas do motor. Mas sobretudo: a superalimentação (“turbo”).

Um valioso recurso que, por sinal, ainda é muito utilizado no universo da preparação esportiva, com o intuito específico de aumentar o desempenho mas que não é nenhuma novidade. A utilização de indução forçada nos motores de combustão interna, incluindo os automotivos, para aumento de desempenho, data dos anos de 1930.

No princípio, eram os super chargers, também conhecidos como “blowers”. Depois vieram os turbo-alimentadores e as suas várias formas de controle (atualmente eletrônica). Até hoje as duas linhas de pensamento debatem sobre quem seria o melhor. Mas isso fica para uma outra ocasião. O alto custo dos equipamentos, por décadas, os restringiu a veículos esportivos e/ou personalizados.

No entanto a economia de escala permitiu a redução dos seus preços até viabilizar a sua utilização em motores pequenos, destinados a veículos populares, assim como os de tração híbrida (onde há pouco espaço para o motor de combustão). Sim, estamos falando dos motores “downsizing”. Por exemplo: Volkswagen 1.0 TSI Total Flex, da família EA211, que equipa o UP TSI. Segundo a montadora, o primeiro motor Flex superalimentado, equipado com injeção direta de combustível.

No que diz respeito a robustez e durabilidade, itens de grande importância na visão dos consumidores e dos Guerreiros das Oficinas, o fabricante afirma que esse motor foi submetido a testes em dinamômetro que somaram mais de 14.600 horas. Um número bastante expressivo.

Com uma taxa de compressão de 10,5:1, 3 cilindros e uma cilindrada de 999 centímetros cúbicos, apresenta uma potência máxima que varia de 101 cv (74 kW) a 5.000 rpm (gasolina) a 105 cv (77 kW) a 500 rpm (etanol). O torque máximo é de 16,8 kgf.m (gasolina ou etanol), disponíveis a partir de 1.500 rpm.

Segundo o fabricante, esse motor é repleto de inovações tecnológicas, além da injeção direta de combustível (já conhecida do “Guerreiro das Oficinas”).

Bomba elétrica de combustível de baixa pressão, dotada de módulo de controle eletrônico, comandado pela central de gerenciamento do motor (ECU), que ajusta continuamente a pressão do combustível para todas as condições de funcionamento do motor. Bomba de alta pressão, acionada pelo comando de válvulas de admissão e também controlada pela ECU. Nova geometria dos dutos de admissão e da câmara de combustão que ajudam na formação da mistura. Injetores de combustível de 5 orifícios, que realizam múltiplas injeções em cada cilindro a cada ciclo do motor.

Velas de ignição centralizada entre as válvulas de admissão e escape, tendo o seu eletrodo sempre direcionado para o injetor (facilita a formação da frente de chama e dá maior velocidade e eficiência à queima da mistura.

Utilização de um sensor de etanol na linha de combustível: identifica exatamente o tipo de combustível que vai ser queimado, prevenindo a ocorrência de picos de pressão e auxiliando na partida a frio. Coletor de admissão fabricado em material polimérico de alta resistência e baixa rugosidade, garantindo fluxo de ar com baixa restrição.

Turbocompressor compacto e intercooler arrefecido a água: as dimensões reduzidas do turbo alimentador e a sua válvula de alívio (wastegate), controlada eletronicamente, favorecem o melhor aproveitamento do torque em todas as faixas de utilização e reduzem o retardo de acionamento (lag).

Bloco ultra-rígido de alumínio leve fundido, tornando-o 10 kg mais leve do que os equivalentes de quatro cilindros. Possui canais adicionais para retorno de óleo do turbocompressor e radiador de óleo. Conjunto de corpo de borboleta e acelerador do tipo eletrônico (E-GAS).

Coletor de escape integrado ao cabeçote. Forma uma peça única, tendo o seu próprio circuito de arrefecimento líquido: o líquido de arrefecimento atinge a temperatura ideal de funcionamento mais rapidamente durante a fase fria do motor, além de facilitar a desmontagem e remontagem do conjunto. Durante a utilização em regime, proporciona um controle preciso da temperatura dos gases de escape na entrada do catalisador. Catalisador instalado logo na saída do coletor de escape: atinge rapidamente sua temperatura adequada de operação (reduz as emissões durante o aquecimento do motor).

Cilindros com 74,5 mm de diâmetro e 76,4 mm de curso, permitindo melhor enchimento da câmara de combustão. Virabrequim de baixa massa e pouco atrito com quatro contrapesos: Permite a redução da carga sobre os mancais principais. Pistões de alumínio e bielas forjadas têm peso reduzido.

Duplo comando de válvulas variável na admissão e no escape (quatro válvulas por cilindro). A variação das válvulas é contínua, permitindo uma variação máxima, na admissão, de até 50 graus em relação ao ângulo do virabrequim. Já o comando de escape permite até 40 graus de variação.

Válvulas acionadas por balancins roletados (RSH, sigla para o termo alemão rollenschlepphebel), que minimizam o atrito. Triplo circuito de arrefecimento com duas válvulas termostáticas: permite temperaturas diferentes para o bloco e para o cabeçote (a temperatura de arrefecimento do cabeçote é menor, o que minimiza a possibilidade de detonação). O intercooler e o turbo alimentador são resfriados por circuito alimentado por uma bomba elétrica.

Correia dentada para o acionamento das válvulas e polias triovais: permitem a estabilização da força na correia dentada e de sua flutuação angular, minimizando o atrito e vibração, aumentando a durabilidade do sistema.

No que tange a manutenção de rotina, a remoção, reinstalação, desmontagem e montagem do conjunto pode ser feita com ferramentas convencionais. Os procedimentos de manutenção também são bastante simples. Ou seja, tudo de bom para os “Guerreiros das Oficinas”. Com exceção da troca da correia dentada, acesso ao sistema de gerenciamento eletrônico e manuseio do sistema de alta pressão de combustível, que exigem equipamentos especiais.

Ford 1.0 EcoBoost

O motor 1,0, superalimentado de 3 cilindros e 12 válvulas, disponibiliza uma potência de 125 cv a 6000 rpm e torque de 17,3 kgfm a 1400 rpm. Segundo o fabricante, esse motor traz como inovações:

• Injeção direta de combustível.
• Turboalimentador que pode chegar a 248.000 rpm • Duplo comando variável de válvulas (admissão e escape).
• Bomba variável de óleo.
• Acionamento das válvulas por correia banhada em óleo.
• Coletor de escapamento integrado ao cabeçote.
• Sistema duplo de aquecimento e arrefecimento.
• Sistema de resfriamento dos pistões por jato de óleo.

 

Hyundai Kappa 1.0 turbo

Por sua vez, a Hyundai apresenta o motor Kappa 1.0 turbo. Com 3 cilindros, 12 válvulas, tecnologia Flex e taxa de com – pressão de 9,5:1, apresenta uma potência máxima que varia de 105 cv a 6.000 rpm. O torque máximo é de 15 kgf.m a 1.550 rpm. Segundo o fabricante, esse motor também é repleto de inovações tecnológicas:

• Duplo comando de válvulas variável na admissão.
• Virabrequim desalinhado em relação aos pistões, o que reduz o atrito.
• Corrente para o acionamento das válvulas.
• Turbo compressor compacto, que pode chegar a 280.000 rpm, válvula de alívio (wastegate) controlada eletronicamente. Arrefecimento feito por galeria de óleo exclusiva.
• Intercooler de alta eficiência é arrefecido a ar.
• Sistema de injeção com pressão aumentada (3,8 bar) e injetores de 10 furos.
• Bomba de óleo de 2 estágios.

 

Fiat Turbo 200 Flex

Motor Turbo 200 Flex Fiat Pulse

A novidade fica por conta da Stellantis que apresenta esse novo motor que equipa o Fiat Pulse, o Fastback e também a Strada além do Peugeot 208 e o Citroën C3 Aircross (recém-lançado)
Um propulsor 1.0 que gera 130 cv de potência máxima abastecido com etanol (125 cv com gasolina), gerando um torque máximo de 20,4 kgfm a 1.750 rpm, tanto com etanol quanto com gasolina. De acordo com a fabricante, trata-se do motor 1.0 turbo mais potente de sua categoria no Brasil. Esses números são possíveis graças a utilização de:

Turbocompressor com wastegate eletrônica.
Injeção direta de combustível
Sistema de controle de válvulas MultiAir III, que permite um controle mais flexível e eficiente das válvulas de admissão (a edição de fevereiro de 2022 da revista O Mecânico traz todos os detalhes sobre o funcionamento do sistema).

Apesar de amplamente divulgado, é sempre prudente alertar o Guerreiro das Oficinas que: todos esses motores requerem uma atenção extra a alguns detalhes:
• As especificações do óleo lubrificante empregado: viscosidade, grau de serviço, etc. Mas sobretudo: atender as normas especificas da montadora. Assim como o período de troca.
• As especificações do aditivo empregado no circuito de arrefecimento, assim como a dosagem e o período de troca.

 

Por: Fernando Landulfo
Fotos: Divulgação/ Arquivo O Mecânico

Calmon | Pesquisa nos EUA aponta falhas de tecnologias em carros novos

 

A reconhecida empresa americana de pesquisa especializada no setor automobilístico J.D Power revelou sua mais recente avaliação semestral de problemas em carros novos nos EUA. O foco é sempre na frota circulante com três anos de uso. Trata-se de avaliação que repercute no conjunto dos veículos em circulação que, no caso americano, é de 12 anos em média. Como referência a frota brasileira é um pouco mais “jovem”, 10 anos e 9 meses, segundo pesquisas do Sindipeças e da Anfavea.

Esse Estudo de Qualidade Inicial Percebida (EQIP) é um forte indicador em longo prazo. O resultado apresentado agora indica que no último semestre de 2023, de acordo com os consumidores, os principais pontos problemáticos foram os sistemas de infotenimento, em especial os de conectividade Android Auto e Apple CarPlay, além do reconhecimento de voz integrado. Falhas apontadas atingiram nível duas vezes superior à categoria seguinte, de defeitos na carroceria.

Os pesquisadores também apontaram que o incômodo com os alertas de assistência aumenta com o tempo de uso. Entre estes, os avisos de manutenção e de saídas da faixa de rolagem, além de colisão dianteira/frenagem autônoma de emergência. Acredito que são úteis para evitar acidentes, mas motoristas podem se sentir incomodados. Falta, talvez, ajuste fino dos parâmetros de cada fabricante.

Outra conclusão do EQIP: veículos elétricos a bateria (VEBs) e híbridos plugáveis apresentaram mais problemas do que os movidos por motores a combustão interna (MCI) e híbridos plenos. Entre outros, depois de três anos de uso, pneus são um ponto sensível para os VEBs. Destes, 39% dos proprietários afirmaram que substituíram pneus nos últimos 12 meses, em contraste aos 20% dos MCI. Desconsiderou-se o preço ainda maior dos pneus para elétricos.

Em mais uma pesquisa, divulgada há alguns dias igualmente pela J.D Power, os carregadores públicos de VEBs nos EUA estão mais confiáveis, porém menos disponíveis. Os investimentos vêm-se concentrando na recarga rápida, enquanto falhas se manifestam nos carregadores de Nível 2, os mais utilizados pela frota circulante.

Por fim, outro estudo do último dia 13 pela Consumer Reports revelou que um terço dos compradores nos EUA relataram ter uma experiência extremamente limitada com modelos elétricos. Apontou ainda como fundamental a expansão da infraestrutura de recarregamento.

“Consumer Reports, fundada em 1936, é a organização sem fins lucrativos para avaliações imparciais e confiáveis de produtos e serviços com base em testes de laboratório e pesquisas de mercado”. Resposta de Inteligência Artificial Generativa.

 

Investimentos podem chegar a R$ 100 bilhões até 2029

Ao analisar agora em fevereiro os resultados da indústria em janeiro último, a Anfavea indicou que o conjunto de fabricantes e fornecedores vai investir R$ 100 bilhões (US$ 20 bilhões, um valor menos “vistoso”) até 2029. O presidente da entidade, Márcio Leite, admitiu que se trata de previsão, porém com boas possibilidades frente aos novos rumos anunciados pelo plano governamental Mobilidade Verde e Inovação (Mover).

Nos últimos anos, quatro fábricas de veículos leves fecharam no País (duas Ford, uma Mercedes e uma Chery), sem contar três de peças (duas da Ford e outra da Toyota). Duas de veículos vão reabrir (GWM e BYD) nas ex-instalações de Mercedes e Ford, respectivamente. Nessa conta não entram veículos pesados.

Talvez o mais importante do programa Mover seja a introdução do conceito de emissões de CO2 do poço (ou do campo) à roda, muito à frente de vários países ainda arraigados à medição incompleta (e até oportunista) do motor à roda. A ver, após a regulamentação prevista para até o final de março, como ficará o imposto nos próximos anos sobre veículos. Atualmente incide sobre cilindrada (conceito superado).

Hoje, há metas de redução de consumo com malus, se não for cumprida e bônus, se atingir ou superar. Acabou em 2022 a distinção de IPI entre motores a gasolina e flex de 1-litro (mais da metade do mercado). Entre 1 litro e 2 litros a diferença é de apenas 1,5%. Em motores acima de 2 litros sobe para 5,3 pontos percentuais (representam apenas 3% das vendas totais).

Se o primeiro mês do ano foi bom em comercialização sobre janeiro de 2023 (mais 13%), não se alcançou o mesmo resultado em produção (estagnada) e exportações (queda de 43%). Modelos importados se destacaram com o maior percentual de participação nas vendas internas dos últimos 10 anos: 19,5%.

Parte das importações subiram por antecipação de compras externas para aliviar o início do escalonamento crescente do imposto sobre elétricos e híbridos, que começou no mês passado e voltará a ser de 35% em julho de 2026.

 

Novo Mercedes Classe E exibe grande evolução

O modelo existe desde 1949 (como 170 S) e a 11ª geração do atual Classe E, totalmente renovada, impressiona por linhas mais limpas. A sua presença se impõe ainda assim com uma grade plana e sem decoração vistosa, onde se abrigam radar e sensores. Na lateral, quase sem vincos, as rodas são de 20 pol. e exatos 20 raios. Na parte de trás destaque para as lanternas com estrelas de três pontas estilizadas que remetem ao símbolo da marca.

Chama muita a atenção ao entrar no carro a tela multimídia central com 14,4 pol. Além do espelhamento de celulares, é possível navegar por meio de GPS nativo e do sistema próprio de navegação da Mercedes que dispõe de conexão 5G e atualizações de trânsito em tempo real. Claro, Waze e Google Maps também são disponíveis. Saídas de ar-condicionado estão embutidas sem grades no painel, que ainda pode receber uma terceira tela para o passageiro. Porta-malas bastante amplo: 540 litros

Motor 2-L turbo entrega 258 cv e 40,6 kgf·m, mas um motor elétrico/gerador integrado entre o motor e a caixa de câmbio automática de 9 marchas, disponibiliza mais 23 cv e 20,9 kgf·m. Suspensão pneumática e eixo traseiro direcional também se destacam. Em curta avaliação em trecho urbano, além da suavidade e silêncio, impressionaram as acelerações já que o motor elétrico acrescenta 51% de torque quando se exige do acelerador. De 0 a 100 km/h são 6,2 s, belo registro para um automóvel de 1.735 kg.

Preço: R$ 639.900 (versão única).

Cobreq atualiza tecnologia de freios da Linha Street; veja o que mudou

Sistema da Cobreq atende motocicletas até 400 cc

Cobreq atualiza tecnologia de freios da Linha Street; veja o que mudou

A Cobreq divulgou uma atualização na tecnologia aplicada na fabricação dos patins de freio da Linha Street, que atende motocicletas com até 400cc. Segundo a empresa, o sistema assegura respostas mais rápidas e estáveis quando os freios são acionados, conferindo mais segurança durante a pilotagem da moto. A empresa, que faz parte do Grupo TMD Friction, comunicou que a nova tecnologia já está no mercado a partir de janeiro de 2024.

 

Ao todo, são 16 códigos chamados de Standard com medida padrão e mais 4 códigos denominados de Sobremedida para cubos de roda com tamanhos diferenciados, permitindo atender mais de 90% da frota de motocicletas com freio a tambor circulantes no Brasil.

 

Os patins de freios fabricados pela Cobreq são fornecidos com kit de mola de retorno em toda linha, além de contar com tecnologia ecológica no material de fricção, liga de alumínio no patim, seguindo especificações originais, o que permite ter resistência mecânica adequada.

Cofap amplia oferta de tubos de suspensão para motos

Cofap amplia oferta de tubos de suspensão para motos - Imagem: Divulgação/ Cofap
Cofap amplia oferta de tubos de suspensão para motos – Imagem: Divulgação/ Cofap

 

A Cofap amplia a oferta de tubos internos de suspensões dianteiras para motos das marcas Honda, Kymco e Yamaha

 

Os novos códigos e suas aplicações são: TIC41024M (Honda SH 300i), TIC80001M (Kymco Downtown 300i e People GT 300) e TIC42017M (Yamaha RD 350 LC – entre 1986 e 1993).

Integrantes da suspensão dianteira, os tubos internos sempre devem ser avaliados nas revisões periódicas, junto aos demais componentes internos ao tubo e quando o óleo é substituído.

Caso a peça apresente sinais de desgaste do cromo, riscos ou empenamento, é necessário substituí-la. Para os tubos internos da Cofap, as buchas deslizantes de Teflon, já acompanham o conjunto.

Além dos tubos internos, a marca Cofap conta com outras linhas para o segmento duas rodas como amortecedores, cabos de comando, kits transmissão, pastilhas e patins de freio.

Cuidados e itens para avaliar na hora da revisão da moto

Cuidados e itens para avaliar na hora da revisão da moto - Foto: Divulgação/ Nakata
Cuidados e itens para avaliar na hora da revisão da moto – Foto: Divulgação/ Nakata

 

Fluidos lubrificantes, corrente, cabos e freio são alguns dos componentes importantes no momento da revisão

 

As motocicletas, assim como os carros, requerem avaliações periódicas para que não ocorram paradas inesperadas ou até mesmo acidentes. A Nakata recomenda alguns cuidados e revisão de alguns itens na hora da manutenção.

Fluidos lubrificantes são indispensáveis aos motores das motos. Eles reduzem o atrito entre as peças, eliminando ruídos, refrigerando os componentes e melhorando a performance. Assim, é importante não só repor o nível de óleo se necessário, mas também respeitar os períodos de troca junto com o filtro.

Há em grande parte das motocicletas três cabos; freio, acelerador e embreagem, que devem ser checados semanalmente para observar se não há fissuras ou início de ruptura que pode ocasionar rompimento total da peça dificultando a troca de marchas ou uma frenagem emergencial.

A corrente, peça responsável pela transmissão do torque do motor à roda traseira que atua em cenários bem exigentes de tensão e calor, também deve ser avaliada, verificando a regulagem e lubrificação. Atente-se a usar lubrificante adequado à peça.

Pneus descalibrados tornam a condução mais cara e perigosa já que a dirigibilidade fica prejudicada e o consumo de combustível se eleva.

O estado de pastilhas e lonas de freio também devem ser checadas periodicamente para evitar que o desgaste acentuado interfira na performance do sistema de forma a prejudicar a parada do veículo.

ZF lança programa para jovens aprendizes

Iniciativa é voltada ao desenvolvimento de novos profissionais entre 16 e 24 anos

ZF lança programa para jovens aprendizes
Ana Carolina Gonçalves, Vice-Presidente de Recursos Humanos para a América do Sul da ZF

Chamado de “Empodera Jovens”, o novo programa para desenvolvimento de jovens aprendizes tem a finalidade de fortalecer a qualificação profissional para aprendizes em todas as plantas da marca no Brasil. A iniciativa da ZF oferece oportunidades para pessoas entre 16 e 24 anos.

 

“Temos um compromisso social com a educação e com as comunidades onde estamos inseridos. Por meio do Empodera Jovens, oferecemos aos jovens aprendizes uma experiência de desenvolvimento complementar à oferecida pela instituição formadora, capaz de integrar tanto aspectos profissionais, como sociais. Nesse sentido, buscamos desenvolver não só as competências práticas e os conhecimentos teóricos necessários para o bom desempenho das atividades diárias, mas estimular a autoconfiança e a autonomia dos participantes, com o intuito de torná-los protagonistas de seu próprio crescimento dentro da empresa”, afirma Ana Carolina Gonçalves, Vice-Presidente de Recursos Humanos para a América do Sul.

 

De acordo com a ZF, o índice de aproveitamento de aprendizes é de 10%, mas com o Empodera Jovens esse índice deve aumentar. Contudo, a marca não disse a porcentagem de crescimento de contratações.

ZF lança programa para jovens aprendizes

Além disso, o Empodera Jovem conta com aulas ministradas por voluntários internos da ZF. Entre as aulas estão os temas ética, cidadania, educação financeira, tecnologias, entre outros, se reúnem para alinhar a metodologia e construir os guias, estruturar apresentações e formas de expor o conteúdo, com a ajuda da área de Responsabilidade Social ZF.

 

“A iniciativa é uma grande oportunidade de crescimento profissional, não só de ensinar o que sabemos, como de aprender com esses jovens, entender suas realidades sociais, compreender suas potencialidades e impulsionar suas carreiras”, comenta Valdirene Paz, da área de Responsabilidade Social Corporativa da ZF.

TotalEnergies apresenta tecnologia que melhora a performance do veículo: conheça

Segundo a empresa, lubrificantes proporcionam até 74% menos desgaste em motores

Novo logotipo da Total - TotalEnergies

A TotalEnergies divulgou que os lubrificantes da empresa contam com tecnologia que melhora a performance dos veículos pesados e leves, bem como proporcionam até 74% menos desgastes em motores.

TotalEnergies apresenta tecnologia que melhora a performance do veículo: conheça

Segundo a empresa, os lubrificantes da marca contam com os selos Reasons to Believe – RTB, bem como a linha Quartz tem tecnologia Escudo Pró-Limpeza, que remove até 64% mais impurezas do motor. Já a linha Antienvelhecimento confere às peças do motor 74% menos desgaste. Por fim, a Tecnologia Eco-ciência oferece 33% de economia de combustível.

TotalEnergies apresenta tecnologia que melhora a performance do veículo: conheça

Veículos movidos a combustão, híbridos e elétricos funcionam de maneira completamente diferente uns dos outros, portanto, o óleo utilizado precisa atender a cada uma dessas especificidades. O que é eficaz em um determinado carro, pode não ser para outro modelo”, afirma Leonardo Urdaneta, Técnico Automotivo na TotalEnergies Distribuidora Brasil.

TotalEnergies apresenta tecnologia que melhora a performance do veículo: conheça

Em relação aos últimos lançamentos da TotalEnergies, está o Quartz Ineo MDC 5W-30 para modelos da Mercedes-Benz, General Motors, Hyundai, Kia Motors, Fiat, entre outros. O produto atende aos motores a gasolina, etanol, flex, GNV e diesel leve. Também foi lançado os fluidos de arrefecimento Coolelf Freeze Classic, Glacelf Auto Freeze e Glacelf Freeze Classic para modelos da Jaguar, Audi e Mercedes-Benz. Enfim, a empresa ainda lançou o Rubia Tir 7400 10W-40 para motores diesel.

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