ZF lança pastilhas de freio TRW para linha BMW; veja códigos

Produtos estão disponíveis para os eixos traseiro e dianteiro

A ZF Aftermarket lança uma linha de pastilhas de freio premium TRW no mercado de reposição brasileiro. Os novos componentes são projetados para veículos BMW e estão disponíveis para eixos traseiros e dianteiros. Veja os códigos.

 

As pastilhas para eixo traseiro são compatíveis com os modelos da série 3 (G20, G80, G28) de 2018 a 2020, 4 Coupé (G22, G82) de 2020, 5 (G30, F90) de 2016 a 2020, i4 (G26), iX (I20) de 2021, X3 (G01, F97) de 2017, X4 (G02, F98) de 2018, X6 (G06, F96) de 2019 a 2023, X7 de 2019 e Z4 Roadster (G29) de 2018.

HiTech comemora 30 anos de atuação no setor automotivo

Fundada em 1994 pela família Fragata, a empresa iniciou com três produtos

A HiTech celebra três décadas de atuação no mercado como uma das principais fabricantes de fluidos de freio do Brasil. Fundada em 1994 pela família Fragata, a empresa iniciou com três produtos e a meta de liderar o mercado. Hoje, a HiTech oferece uma gama de produtos de marca própria e qualidade certificada, atendendo mais de 30 montadoras.

Entre os produtos da empresa estão fluidos para freio e embreagem, aditivos para radiador e combustível, além de sprays. A empresa utiliza tecnologia avançada e segue altos padrões de qualidade.

 

Em comunicado a empresa disso. “O trigésimo aniversário marca não apenas a trajetória da empresa, mas também o planejamento para o futuro. A HiTech está expandindo sua área fabril e investindo em tecnologias sustentáveis e rebranding”.

Pneuperto inaugura nova unidade em Suzano (SP)

Revendedor oficial da Goodyear desde 2020 abre sua segunda unidade

A Pneuperto, revendedor oficial da Goodyear desde 2020, amplia sua atuação na com a abertura de sua segunda unidade, localizada na cidade de Suzano em São Paulo. A loja será a única revenda oficial Goodyear na cidade. A primeira unidade da Pneuperto está localizada em Poá (SP).

“A Pneuperto tem se mostrado um parceiro excepcional desde 2020, e essa nova loja reflete o compromisso conjunto de oferecer aos consumidores um serviço de altíssima qualidade, alinhado com a inovação e confiabilidade que são marcas registradas da Goodyear. Estamos confiantes de que essa expansão trará ainda mais valor aos nossos clientes, proporcionando acesso a produtos e serviços que combinam tecnologia de ponta, com uma experiência de atendimento diferenciada”, comemora o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Goodyear do Brasil, Renato Zequi.

A Pneuperto de Suzano oferecerá serviços e produtos, incluindo os pneus Goodyear, peças para freio, suspensão, direção, além de bateria, lubrificantes e acessórios para veículos de passeio, pick-ups e SUVs. Com cinco elevadores e um equipamento de alinhamento com alinhador 3D e elevadores pantográficos.

Bateria de 12V em veículos híbridos e elétricos exige cuidados especiais?

A Point S esclarece os cuidados necessários com o acumulador de energia nesses tipos de veículos

As baterias dos modelos eletrificados alimentam sistemas auxiliares como luzes, assistência ao sistema de direção e sistemas de entretenimento, entre outros, e garantem a funcionalidade de recursos de segurança, conforto e conectividade.

A bateria armazena a energia que vai alimentar esses periféricos, permitindo que diferentes funções sejam executadas com o motor desligado. E é essa bateria que vai gerar a energia para iniciá-lo quando o botão de ignição for pressionado. Por isso, se estiver descarregada, o carro não dará partida.

Quando você tenta dar a partida no carro e ele não dá sinal, possivelmente esse seja um alerta de que a bateria está ruim. O desenho da bateria que fica no painel do carro não significa necessariamente que a bateria está descarregada. No entanto, a dica é que seja feita uma verificação no componente.

Os cuidados a serem tomados para a manutenção e o prolongamento da vida útil dessas baterias consiste em práticas muito semelhantes às baterias de motores convencionais: evitar uso prolongado de sistemas elétricos com o carro desligado, como luzes internas acesas e sistemas de entretenimento ligados. É necessário prestar bastante atenção nos acessórios eletrônicos como rádio, alarme e outros componentes que nunca são desligados. Esses dispositivos puxam a energia da bateria quando o automóvel está desligado, o que descarrega a bateria.

Quando ocorrer uma falha no sistema elétrico motriz de um carro com esse tipo de propulsão, a bateria fornece energia para sistemas essenciais, como as luzes de emergência e os sistemas de direção assistida. Isto permite ao condutor manter o controle do veículo e garantir a segurança não apenas dos passageiros, como também dos outros veículos na estrada.

Também se espera que a bateria de 12V desses veículos possua um tempo médio de vida útil entre 2 e 3 anos. Quando ela perde totalmente a carga, contudo, não se recomenda, em virtude da complexidade do sistema, que se faça uma conexão com outra bateria 12V para dar a partida auxiliar no carro.

FIA GOT BR anuncia selecionadas para Estágio em Motorsports na Mit Cup

(Ricardo Laizer/Fotovelocidade/CFA)
(Ricardo Laizer/Fotovelocidade/CFA)

Mentoria feminina SAE Mulheres da SAE Brasil apoia primeira edição do programa para estagiárias no rally

Em 27 e 28 de setembro, a CFA (Comissão Feminina de Automobilismo) da CBA terá dupla presença na etapa do rally cross country de velocidade Mitsubishi Cup, em Ribeirão Preto (SP). A mecânica e a estudante de engenharia que se revezam no time do FIA Girls on Track Brasil que disputa a Mit Cup com o Eclipse Cross R #61 da equipe Spinelli Racing pilotado por Pâmela Bozzano.

E também com dez estudantes de engenharia dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Paraíba estagiando em outras equipes da Mit Cup, sob comando da engenheira Rachel Loh, que integra a CFA criada por Giovanni Guerra, presidente da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), e o FIA Girl on Track Brasil ao lado da especialista em marketing esportivo Bruna Frazão e da presidente Bia Figueiredo.

Patricia Alencar e Ana Cristina da Silva na etapa da Mit Cup em Canitar (Tom Papp/Fotovelocidade/CFA)
Patricia Alencar e Ana Cristina da Silva na etapa da Mit Cup em Canitar (Tom Papp/Fotovelocidade/CFA)

Na Mit Cup, o estágio em Motorsports será especificamente para estudantes de engenharia. “A novidade é a parceria com a SAE BRASIL, que entrou como apoiadora e patrocinará a hospedagem das dez estagiárias. Sempre damos preferência para mulheres de equipes de competição estudantil. E este estágio ficou exclusivo para meninas que participam dos projetos da SAE Brasil em escuderias de Baja, Formula e Aerodesign”, explica Rachel Loh.

Ela se refere aos projetos para criação de carros off-road, carros fórmula e aeronaves mantidos pela SAE Brasil, filiada à Society of Automotive Engineers, em cursos de extensão universitária. Rachel coordena o projeto Acelerando com Elas, da Mentoria Feminina SAE Mulheres, liderado por Daniela Luchese. “Essa união com o FIA Girls on Track Brasil será uma ativação do Acelerando com Elas”, detalha a engenheira da AMattheis Motorsport na Stock Car e da ASG Motorsport na Copa Truck.

Estágio em Motorsports na Copa Truck 2023 (Acervo CFA)
Estágio em Motorsports na Copa Truck 2023 (Acervo CFA)

“O objetivo do Projeto Acelerando com Elas, da SAE Mulheres, tem muito em comum com o FIA Girls on Track Brasil. Buscamos a representatividade feminina no motorsport, estimulando a participação de mulheres na área. Como vimos sinergia entre as ações, resolvemos unir os esforços em uma ação conjunta e mais robusta. O trabalho da CFA/FIA Girls on Track Brasil proporciona oportunidades únicas de capacitação e experiências práticas nas competições” diz Daniela Luchese.

Bia Figueiredo agradece a participação da SAE Brasil, por meio do SAE Mulheres, nesta primeira edição do estágio em Motorsports no segmento de rally. “Esse apoio é bastante importante para nós. Aumenta nossa proximidade com o universo acadêmico e isso é muito bom, pois podemos dar oportunidade para que estudantes de engenharia conheçam esse campo de trabalho na prática e, ao mesmo tempo, levem os conhecimentos adquiridos para suas equipes nos projetos de extensão universitária de que participam”.

Estágio em Motorsports na Copa Truck 2023 (Acervo CFA)
Estágio em Motorsports na Copa Truck 2023 (Acervo CFA)

Com os brutos, no próximo fim de semana, dez estudantes de engenharia participarão do estágio em Motorsports na etapa da Copa Truck em Cascavel (PR). Duas na ASG Motorsport, duas na R9 Competições e as demais na AJ5 Eco Sports D+ Motorsports, Boessio Competições, Iveco Usual Racing, Kleber Eletric, PP Fernandes e Tiger Team.

Selecionadas para o Estágio em Motorsports na Mit Cup

Ana Beatriz Moto – SP
Ana Clara Santos Reis – MG
Camili Baldessini – SP
Julia Rodrigues Pozza – SP
Maria Eduarda Fiori – SP
Maria Thereza Bezerra Teles de Melo – PE
Mika Uehara de Luca – SP
Tainara Brito Fonseca – BA
Vivian Fernandes de Oliveira – SP
Waleska Gonçalves de Lima Paraíba – PB

Selecionadas para o Estágio em Motorsports na Copa Truck

Anna Júlia Rodrigues Gouvea – PR
Beatriz Soares da Silva – SC
Ellen Caroline Derkascz – PR
Flávia Campello Koch – PR
Ingrid do Rocio Gasparin – PR
Laura Domingues Rodrigues – SP
Maria Carolina Giglio Lamas Bayma Salles – R J
Milena Soriano de Santo – PR
Paula Gôngora do Prado Silva – PR
Raira Stephanie de Lima Topa – PR

Como funcionam os injetores common rail?

Nessa coluna, vamos entrar em profundidade no conceito de funcionamento dos injetores common Rail, assim como, as principais caraterísticas físicas que determinam o comportamento dos componentes internos

artigo por Diego Riquero Tournier   fotos Arquivo Bosch

 

O sistema de injeção de combustível para veículos Diesel Common Rail, já está presente no mercado Automotivo desde o final da década do 90 desenvolvendo ao longo do tempo, diversas atualizações e evoluções tecnológicas até chegar a um nível de precisão na gestão da quantidade de combustível injetado, extremamente sofisticado.

Nesta entrega, vamos entrar em profundidade no conceito de funcionamento dos injetores common Rail, assim como, as principais caraterísticas físicas que determinam o comportamento dos componentes internos.

Na figura 1 podemos observar os principais elementos que compõem um sistema common rail moderno, neste sentido, vamos destacar a característica de sistema de pressão modulada (pressão variável conforme as condições de carga do motor), destacando para este fim, a capacidade de acumulação de pressão no rail (2), disponibilizando esta alta pressão em todo momento para cada um dos injetores (3).

Desta forma, a alta pressão gerada pela bomba (1), não será enviada de maneira direta para os injetores, de mesma forma que era feito nos sistemas Diesel Mecânicos;  no sistema common rail, a alta pressão  gerada pela bomba, se acumula e se amortece no rail (2),  atenuando todos os picos de pressão que naturalmente são gerados pelo bombeio dos elementos de uma bomba de alta pressão (1).

Esta condição, permite a unidade de controle de motor (4) trabalhar com duas variáveis para controlar a quantidade de combustível a ser injetada; agora a ECU pode controlar a pressão do Rail (pressão que será injetado o combustível), e o tempo de injeção (tempo que o injetor permanecerá aberto).

Inclusive, na maioria dos sistemas common rail, a ECU determina a realização de diversas injeções dentro do mesmo curso de pistão; criando condições de Pre-injeções, injeção principal e Pós-injeções.

Como poderão concluir, este tipo de sofisticação de controle de injeção com tantas variáveis disponíveis a serem executadas pela ECU (4), representa um dos principais fatores que têm contribuído com o grande desempenho dos sistemas common rail.

Dentro do sistema common rail, o componente mais desafiador em termos de engenheira desde a perspectiva funcional e construtiva, é sem dúvidas o injetor, neste sentido, vamos analisar os fenômenos físicos que determinam o comportamento dinâmico de um injetor Common Rail.

A diferencia de um injetor de aplicação em motores ciclo Otto, os quais funcionam a partir da atração magnética gerada por uma bobina que levanta a agulha do injetor, os injetores Common Rail não poderiam funcionar apenas por uma atração magnética que incide diretamente na agulha de injeção, já que no caso deste tipo de injetores, estamos falando de pressões de injeção superiores aos 1.000 bar o que tornaria insuficiente a ação de uma bobina para movimentar uma agulha de injeção.

Desta forma, e a partir dos princípios da hidráulica, é possível compreender o funcionamento de um injetor Common Rail, conforme a representação da figura 2.

Dentro do injetor representado na figura acima, está sinalizado na cor vermelha o Diesel que se encontra no corpo do injetor sob alta pressão, e na cor amarela o Diesel resultante do circuito de retorno.

O princípio de funcionamento está baseado na manutenção ou ruptura de um equilíbrio de pressões (equilíbrio hidráulico).

O combustível em alta pressão (cor vermelho), proveniente do rail, vai circular pelos os condutos internos da carcaça preenchendo todos os espaços os quais foram especialmente desenhados como condutos e locais de acumulação de pressão, como é o caso da câmara Inferior (1) e a câmara superior (2); estas câmaras, mantem um equilíbrio de pressões entre elas, permitindo que a força adicional provocada pela mola (7), mantenha a agulha (8), em posição de repouso (fechada) no assentamento do bico injetor.

Como podemos ver, todo o conjunto mecânico composto por agulha de injeção (8), e a sua respectiva haste (6), se mantem em um equilíbrio de pressões (superior e inferior), o qual impede qualquer tipo de deslocamento das peças mecânicas; mas, bastaria criar uma diferencia de pressões entre a câmara inferior e superior, para que aconteça um deslocamento do conjunto mecânico provocando a injeção.

Para provocar o  desequilíbrio hidráulico, será necessário aliviar a pressão interna em alguma das câmaras, e para o caso especifico, com o objetivo de provocar um movimento ascendente do conjunto (deslocamento da agulha de injeção para acima), deve ser aliviada a pressão da câmara superior; deste forma, a pressão reinante na câmara inferior passa a ser consideravelmente mais elevada, gerando o desequilíbrio hidráulico necessário para “empurrar” a agulha de injeção para acima, provocando a injeção do combustível na câmara de combustão.

Para que o mencionado equilíbrio hidráulico aconteça, será necessário contar com a intervenção e funcionamento da bobina de ativação (5), a qual a partir de um comando elétrico da unidade de controle de motor (ECU), recebe uma tensão elevada (descarga capacitiva), capaz de produzir um campo magnético com um alto poder de atração, o qual movimenta a válvula interna (3), também conhecida como induzido; solidário a este movimento, também será deslocada uma esfera muito pequena (4), a qual está obturando um orifício extremamente pequeno, de aproximadamente 0,2mm que comunica a câmara de pressão superior com o circuito de retorno.

No momento que a válvula do induzido (3), é atraída pelo campo magnético da bobina de ativação (5), se produz um deslocamento muito pequeno (curso aproximado do induzido de 0,050mm), sendo esse movimento, o suficiente para levantar a esfera (4), do seu assentamento, provocando uma pequeníssima fuga do Diesel da câmara superior no sentido do retorno; esta pequena fuga em quantidade de fluido, representa um grande desequilíbrio em termos da pressão hidráulica interna do injetor, o que determinará o momento da injeção do combustível.

A eficiência funcional deste sistema, permite contar com altas velocidades de reação e precisão,  o que se traduz na pratica em funcionalidades que não poderiam ser realizadas em injetores mecânicos convencionais; especificamente estamos falando da capacidade de realizar injeções múltiplas no mesmo curso de pistão com alta precisão da quantidade de diesel Injetado.

A mencionada caraterística, permite aos fabricantes, desenhar estratégias de funcionamento, mediante as quais, um injetor pode contar com diversas alternativas de realização de pre-injeções, Injeção principal e pôs-Injeções; tudo isso acontecendo em um mesmo ciclo de funcionamento, para cada um dos cilindros do motor e nas mais variadas condições de carga e RPM.

Dependendo da geração do injetor common rail, as injeções realizadas com altíssima precisão, podem estar acontecendo com pressões que chegam até 2.500 Bar.

Na figura 3, é possível ver os diferentes fenômenos Elétricos, hidráulicos e mecânicos que incidem no funcionamento de um injetor common rail.

No gráfico da figura acima, vamos analisar uma referência de funcionamento de um injetor para o qual a coluna vertical nos apresenta os valores de pressão expressada em Kbar (1 Kbar = 1.000 bar), e a linha horizontal, a escala de tempo expressada em ms (Microssegundos).

Começando de cima para abaixo, vemos com primer valor, o sinal de ativação elétrica a qual neste exemplo, tem uma duração aproximada de 1,3ms; junto com esse sinal, é possível ver o comportamento a nível da corrente elétrica, o qual inicia com uma corrente mais elevada (Boost), com o objetivo de tirar o conjunto mecânico o mais rápido possível da condição de repouso, para depois manter o injetor aberto em uma condição menor de corrente (corrente de manutenção).

Seguindo na sequência, podemos ver que essa intervenção elétrica provocou a partir do campo magnético gerado, o deslocamento mecânico da válvula interna (induzido), o qual guardará uma proximidade de tempo de duração com relação ao fenômeno da ativação eletromagnética.

Este movimento mecânico do induzido, provocará uma variação na pressão interna do injetor (desequilíbrio de pressões), provocando mais um movimento mecânico o qual neste caso derivará, no curso da agulha de injeção e a respectiva injeção do combustível Diesel na câmara de combustão.

Baterias de veículos eletrificados podem ser 100% recicladas: entenda

Brasil já conta com tecnologia avançada em reciclagem de baterias de lítio, comum em celulares e veículos eletrificados

Fábrica de baterias Volvo XC40

As baterias de lítio, utilizadas na maioria dos veículos eletrificados, podem ser completamente recicladas, eliminando riscos ambientais. No Brasil, empresas como Re-Teck, Energy Source e Lorene já realizam a reciclagem de baterias de lítio de celulares e notebooks, utilizando a mesma tecnologia empregada nos veículos. Segundo Marcelo Cairolli, da Associação Brasileira do Veículo Elétrico – ABVE, as baterias de lítio estão presentes no Brasil há 25 anos e são amplamente recicláveis.

As baterias dos veículos têm uma vida útil de 10 a 15 anos e, quando atingem o fim de sua vida útil, podem ser recicladas em sua totalidade. Os resíduos são separados em plásticos, metais e metais nobres, como lítio, níquel e cobalto, que são valiosos no mercado global.

Além disso, as baterias de lítio são amplamente utilizadas por montadoras devido à sua eficiência, desempenho em altas temperaturas e capacidade de reciclagem. Por isso, existem diversos tipos de baterias de lítio, cada uma com características distintas. As indústrias selecionam o tipo de bateria com base em fatores como autonomia, desempenho e custo. Hoje, os quatro principais tipos de baterias de lítio para veículos são: NMC (Lítio Níquel-Manganês-Cobalto), LFP (Lítio Ferro-Fosfato), NCA (Lítio Níquel-Cobalto-Alumínio) e Li-S (Lítio Enxofre).

Velas de ignição podem dar indícios de mau funcionamento do motor

Acúmulo de resíduos pode prejudicar a saúde do motor; veja indícios do desgaste

 

Em oficinas, mecânicos frequentemente encontram velas de ignição sujas ou encharcadas, o que pode ocorrer por diversos motivos. A NGK, marca da Niterra especializada em componentes para sistemas de ignição, oferece orientações sobre três sinais de acúmulo de resíduos e líquidos no componente que podem indicar problemas no motor dos veículos.

1- Resíduo ou encharcamento de gasolina: identificável pela mudança na coloração do isolador cerâmico, esse problema decorre da presença de combustível não queimado e ocorre mais frequentemente se o carro é abastecido com gasolina. A causa pode ser a falta de estanqueidade nos injetores, o que compromete o funcionamento do motor e pode causar falhas, além de contaminar o óleo lubrificante do motor reduzindo a sua vida útil.

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2- Resíduo ou encharcamento de óleo: ocorre quando há vazamento do óleo lubrificante para dentro da câmara de combustão, gerando acúmulo do de óleo e potencialmente levando a falhas graves no motor. Geralmente, é causado por desgaste excessivo nas guias de válvulas, ressecamento de retentores de válvulas, desgaste de aneis, ovalização de cilindros, problemas no sistema de pressão do cárter de óleo e até mesmo problemas no sistema de turbo. O uso de óleo lubrificante fora do especificado também pode levar ao problema. Nestes casos, é necessária uma análise mais criteriosa do motor, o consumo de óleo lubrificante pode levar a danos graves.

3- Acúmulo de carbono: indica que a mistura de ar e combustível está excessivamente rica. Isso pode resultar em consumo elevado de combustível ou óleo lubrificante e sinalizar falhas no sistema de injeção de combustível. Uma mistura inadequada compromete a eficiência do motor e reduz a vida útil dos componentes.

Sinais de mau funcionamento

Além dos problemas identificados por mecânicos, motoristas podem observar sinais em seus veículos como o aumento no tempo de partida que sobrecarrega o motor de arranque e a bateria, eleva os custos de manutenção e aumenta o consumo de combustível. Parte do combustível injetado não é totalmente queimado, levando a marcha lenta irregular, falhas na aceleração e aumento das emissões de poluentes.
“As velas de ignição são peças que sofrem desgaste com o tempo e devem ser substituídas conforme o intervalo especificado pelos fabricantes nos manuais dos veículos. Uma simples inspeção da vela por parte do mecânico, pode evitar muitos problemas ao motor e em casos mais extremos, alertar para futuras manutenções que serão necessárias, ” afirma Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra.

Confira como manter os pneus em boas condições

Inspeção regular e o armazenamento correto estão entre ações necessárias

A Dunlop Pneus oferece orientações sobre durabilidade de pneus que não são utilizados regularmente, como o estepe, e recomenda práticas de armazenamento.

Por quanto tempo dura um pneu? Mesmo sem uso, é uma preocupação por causa da degradação natural dos materiais ao longo do tempo. Para garantir a segurança, os pneus devem ser inspecionados regularmente para identificar possíveis sinais de envelhecimento, como rachaduras nas borrachas ou deformidades.

Segundo a Dunlop, pneus não tem uma data de validade específica, eles têm um prazo de garantia de 5 anos estabelecidos pelos fabricantes. A data de fabricação do pneu pode ser identificada através do código “DOT” localizado na lateral do pneu.

Os quatro últimos dígitos do código indicam a semana e o ano de manufatura. Pneus armazenados por mais de 5 anos devem ser avaliados antes da utilização, pois a ação do tempo pode resultar na perda de resistência e aderência, além de os tornar mais suscetíveis a furos e fissuras.

No caso de estepe ou armazenamento dos pneus em outros locais, a Dunlop recomenda que sejam mantidos nas seguintes condições: um local fresco, seco, e sem exposição direta à luz solar ou fontes de calor. Nessas condições, os pneus podem ser considerados seguros para uso por até 5 anos a partir da data de fabricação.

Apesar de não ser utilizado frequentemente, o estepe também deve ser inspecionado regularmente. É importante verificar a pressão do ar e quaisquer sinais de deterioração, como rachaduras ou deformações, para garantir que esteja pronto para uso em caso de emergência.

Allison e Agrale fazem parceria para exportação de ônibus para o Chile

Inicialmente, são 70 unidades do Agrale MT 9000 LE com transmissão automática à caminho do país

A Allison Trasmission e a Agrale S.A. estão exportando ônibus totlamente automáticos para o Chile. Atualmente, as primeiras unidades produzidas no Brasil estão a caminho do país. A entrega dessas 70 unidades deverá ser concluída até o final do ano.

Os novos veículos, que são representados e distribuídos no Chile pela Andes Motor, são construídos sobre o chassi Agrale MT 9000 LE (Low Entry) com motor traseiro. A transmissão usada é Allison da Série T2100 xFE de seis marchas, que foi acoplada ao motor Cummins 3.8 de 162 cv que atende emissões da norma Euro V.

Agrale e Allison têm um relacionamento de longa data, e esta não é a primeira vez que as empresas desenvolvem um projeto de ônibus urbano. Anteriormente, o chassi Agrale MA 17 recebeu uma transmissão Allison da Série 3000 com retardador integrado. Esse chassi, com motor dianteiro e transmissão totalmente automática, é utilizado na Argentina, além de despertar interesse em outros mercados da América do Sul.

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