ZF lança discos e platôs Sachs para linhas Agrale, Mercedes e Volkswagen

A divisão de reposição da ZF anunciou a ampliação do portfólio da marca SACHS no Brasil com novos discos, platôs e kits de embreagem destinados a veículos comerciais pesados. As peças foram desenvolvidas para aplicações de modelos das fabricantes Agrale, Mercedes-Benz e Volkswagen, ampliando a cobertura no mercado de reposição para caminhões e ônibus utilizados em operações de transporte intensivo.

Segundo a empresa, os novos componentes chegam para reforçar a oferta de soluções voltadas ao segmento de veículos comerciais, atendendo diferentes configurações técnicas. O portfólio inclui discos e platôs com variados diâmetros e especificações de estrias, permitindo a aplicação em diferentes conjuntos de transmissão utilizados por modelos dessas montadoras.

De acordo com a ZF Aftermarket, os produtos foram projetados para suportar condições severas de uso, comuns no transporte de carga e passageiros, como operações com alto peso, trajetos longos e ciclos frequentes de parada e arrancada. Nesse cenário, a embreagem exerce papel fundamental no gerenciamento do torque transmitido pelo motor ao sistema de transmissão.

A ampliação do catálogo faz parte da estratégia da empresa de fortalecer a presença da marca SACHS no mercado de reposição brasileiro, especialmente no segmento de veículos comerciais, que demanda componentes com elevada durabilidade e confiabilidade operacional.

A lista completa de códigos e aplicações pode ser consultada no catálogo oficial da marca. Informações adicionais também podem ser obtidas pelo atendimento da ZF Aftermarket no Brasil.

Troca de óleo do câmbio manual e automático: fluido não é vitalício

Mesmo quando o manual não indica substituição, análise técnica aponta necessidade preventiva

ZF transmissão esportiva S5-325 de Aston Martin DB5

A substituição do fluido de transmissão ainda gera divergência entre concessionárias e oficinas independentes. Para Cleyton André, Consultor Técnico da Revista O Mecânico, a premissa técnica é clara: nenhum fluido mantém propriedades indefinidamente sob carga térmica e mecânica. Veja o vídeo completo do Mecânico Responde.

Fabricantes de veículos podem não indicar intervalo de troca no manual do proprietário. Entretanto, fabricantes de lubrificantes estabelecem prazo médio de validade de cinco anos.
“Nenhum fluido é vitalício. Se ele tem validade na embalagem, por que seria permanente dentro da transmissão sofrendo variação de temperatura e atrito?”, questiona Cleyton.

O fluido atua na lubrificação, dissipação térmica e proteção contra desgaste de engrenagens e sincronizadores. Com o tempo, ocorre degradação por oxidação e contaminação por partículas metálicas.
“A recomendação é fazer a substituição com fluido que atenda às especificações do fabricante para preservar a vida útil da transmissão”, reforça. O procedimento deve seguir o método correto de drenagem, inspeção e nível conforme padrão técnico do modelo atendido.

Modefer amplia investimentos em capacitação técnica para o mercado de reposição

Programa de treinamentos mira mecânicos, reparadores e distribuidores diante do aumento da complexidade dos componentes automotivos

A Modefer anunciou a ampliação dos investimentos em capacitação técnica voltada a profissionais do mercado de reposição. A iniciativa, chamada Modefer Academy, reúne treinamentos e conteúdos direcionados a mecânicos, reparadores e distribuidores, com foco na aplicação de hélices e embreagens viscosas.

O movimento ocorre em um cenário de maior complexidade técnica no setor de autopeças, impulsionado pela evolução dos sistemas automotivos e pela diversidade de modelos em circulação. Segundo a empresa, o objetivo é orientar os profissionais quanto a especificações, critérios de compatibilidade e procedimentos de instalação, desde o diagnóstico até a montagem.

De acordo com Hermes Santos, CEO da companhia, a qualificação acompanha o avanço dos produtos. “O setor de autopeças vive uma evolução rápida, e os componentes estão cada vez mais sofisticados. Isso exige que o mecânico tenha clareza técnica para fazer escolhas corretas e garantir a performance do veículo. Investir em capacitação não é apenas apoiar o profissional, mas sim assegurar que a tecnologia seja aplicada da forma certa”, afirma.

A empresa informa que o programa foi estruturado como ação contínua de treinamento, com oferta de conteúdos técnicos e atualizações periódicas. Para Santos, a compreensão do funcionamento das peças impacta o resultado do serviço. “Quando o mecânico compreende profundamente a função e o comportamento da peça no sistema, ele entrega muito mais valor ao cliente final. Por isso, criamos a Modefer Academy para promover treinamentos contínuos e acessíveis, que elevam a qualidade da reparação, reduzem retrabalhos e fortalecem a confiança em nossa marca. É um ‘ganha-ganha’, ganha o profissional, ganham as frotas e ganha toda a cadeia de reposição”, declara.

Novos híbridos leves 48V vão exigir novo padrão de diagnóstico nas oficinas; veja vídeo completo

Sistema da SEG Automotive substitui alternador e motor de partida e amplia integração entre mecânica e eletrônica em híbridos leves

A expansão dos veículos híbridos leves de 48V no Brasil coloca o sistema BRM (Boost Recuperation Machine) no radar das oficinas independentes. Desenvolvida pela SEG Automotive, a tecnologia substitui alternador e motor de partida, recupera energia em desaceleração e fornece torque auxiliar ao motor a combustão. A Revista O Mecânico preparou um conteúdo técnico em vídeo no YouTube com demonstração prática de funcionamento, diagnóstico e manutenção do sistema.

Como funciona o sistema? 

Aplicado na arquitetura P0, o BRM atua como gerador e motor elétrico acoplado por correia ao virabrequim. Segundo Daniel Amaral, especialista em eletrificação da empresa, “essas tecnologias de hibridização leve surgiram pela necessidade de aumentar a eficiência veicular sem quebrar a arquitetura do veículo”. O sistema trabalha com eficiência entre 82% e 84% e reaproveita energia que seria dissipada em frenagens, armazenando-a na bateria de 48V para uso em partidas e acelerações.

Além da geração de energia, o conjunto injeta torque em momentos de maior demanda, reduzindo consumo e auxiliando na dirigibilidade. O controle é feito por inversor com software embarcado e comunicação via rede CAN com outros módulos do veículo. Para o diagnóstico, o uso de scanner e osciloscópio passa a ser rotina. “Não adianta só usar multímetro. É preciso analisar dados via scanner, interpretar a rede e usar osciloscópio para identificar falhas de comunicação”, afirmou Nivaldo Orágio, da AFR Motorsport.

O conteúdo completo com simulação prática, estratégias de geração e orientações para manutenção já está disponível no canal da Revista O Mecânico no YouTube. Para acompanhar o procedimento e entender como o BRM impacta o dia a dia da oficina, basta acessar o vídeo e conferir a demonstração técnica.

Honda promove a 18ª edição do Best Quality

Competição entre profissionais da rede de concessionárias visa melhorar a qualidade e nivelamento dos serviços

O programa que surgiu em 2007 com intuito de estimular o aprimoramento dos colaboradores de pós-venda da rede de concessionárias Honda, está em sua 18ª edição.

Inicialmente, a ideia era apenas para os colaboradores da rede de duas rodas (motocicletas), porém, no ano de 2013 o programa foi ampliado para o segmento de automóveis.

Desde 2017, a competição passou a ser disputada de maneira presencial, elevando o nível e técnica avaliativas dos profissionais. Estes que, para a 18ª edição, passaram por diferentes etapas.

Os competidores se inscrevem em diferentes categorias como, motos de baixa cilindrada, alta cilindrada, técnicos de automóveis e, a grande novidade desta edição foi a implementação do reparo de carroceria e pintura, este que, no momento, permite apenas a participação de técnicos brasileiros.

Foram 13.700 pessoas inscritas a participarem do BQ (Best Quality) neste ano, contando os profissionais da América do Sul. A primeira etapa que ocorre de maneira online, seleciona os 21 melhores para disputa presencial.

Cada técnico passou por diferentes testes ao longo da competição, para os inscritos na categorias de motocicletas de baixa cilindrada e alta cilindrada os testes foram:

Prova teórica
Inspeção periódica e metrologia
Inspeção de motor e metrologia
Diagnóstico elétrico C&E

Já para os inscritos na categoria de automóveis, os testes foram:

Prova teórica
Inspeção periódica e metrologia nível 1
Inspeção de motor e metrologia nível 2
Diagnóstico elétrico C&E (combustão e emissões)

E os que se inscreveram na nova categoria de reparo de carroçaria e pintura, passaram por:

Recuperação de painéis com danos leves
Processo de reparação de superfícies
Processo de repintura e acabamento

Cronologia BQ

Confira abaixo a linha do tempo do BQ e suas atualizações:

2007 – Criação do programa Best Quality e avaliação online dos técnicos mecânicos de motocicletas.
2010 – Ampliação para o grupo administrativo. Os melhores técnicos participavam de uma visita a fábrica de Manaus.
2013 – Ampliação para o segmento de automóveis e novos tipos de premiação.
2015 – Nova categoria voltada para colaboradores de Peças
2017 – Inicio da competição presencial e expansão para a América do Sul.
2019 – Expansão Global com a criação da competição entre os melhores de cada continente para disputarem no Japão.
2023 – Nova categoria de Garantia e separação da categoria de motocicletas em duas: Alta Cilindrada (Fun)/ Baixa Cilindrada (Commuter)
2024 – Edição especial realizada integralmente na cidade de Manaus.
2025 – Criação de uma nova categoria: Reparo de carroceria e pintura

Descarbonização por hidrogênio: veja quando aplicar e quais riscos considerar

Método auxilia na remoção de depósitos, mas exige avaliação do catalisador após o procedimento

A descarbonização via hidrogênio passou a ser oferecida em diversas oficinas como alternativa à limpeza interna do motor. A técnica promete remover depósitos sem desmontagem, mas exige análise criteriosa quanto aos efeitos no sistema de pós-tratamento.

O acúmulo de depósitos de carbono na câmara de combustão pode provocar pré-detonação, perda de eficiência térmica e alteração no padrão de queima. “O hidrogênio é um recurso que auxilia nessa limpeza. Do contrário, seria necessário fazer intervenções maiores no motor”, explica Cleyton André, Consultor Técnico da Revista O Mecânico, durante o quadro Mecânico Responde. Veja o vídeo completo.

O processo reduz depósitos na câmara, válvulas e topo de pistão. No entanto, resíduos desprendidos podem alcançar o catalisador.

“Durante o processo pode haver resíduos indo para o catalisador e isso pode prejudicá-lo. É importante analisar o estado do componente após o serviço”, alerta.

Produtos químicos adicionados ao combustível também podem atuar na redução gradual de depósitos, com menor impacto imediato. A escolha do método deve considerar a condição do motor, quilometragem e diagnóstico prévio.

Desmonte de veículos gera 9 mil peças reaproveitadas em seis meses em Osasco

Unidade da Circular AutoPeças, da Stellantis, registra 600 veículos desmontados e mais de 360 toneladas de materiais destinados para reciclagem

Nos primeiros seis meses de operação, o Centro de Desmontagem Veicular Circular AutoPeças, da Stellantis, em Osasco, na Grande São Paulo, desmontou cerca de 600 veículos e reaproveitou mais de 9 mil peças. Parte dos componentes já foi comercializada, enquanto os materiais remanescentes seguiram para reciclagem por meio de empresas homologadas.

Do total de peças retiradas, mais de 4 mil foram vendidas em canais físicos e digitais. A loja oficial da Circular AutoPeças no Mercado Livre concentrou aproximadamente 80% das vendas registradas no período. Segundo a empresa, o modelo amplia a oferta de peças usadas com origem identificada e aplicação multimarcas.

“O Centro de Desmontagem Veicular Circulas AutoPeças representa um avanço importante da nossa estratégia industrial e ambiental na região. Estamos transformando veículos em fim de vida útil em novas oportunidades de geração de valor, por meio da recuperação de peças, da reciclagem responsável de materiais e da criação de uma nova frente de negócios. Essa iniciativa reforça o protagonismo da Stellantis na economia circular e demonstra como é possível combinar inovação, eficiência e sustentabilidade para construir o futuro da mobilidade”, afirma Paulo Solti, vice-presidente sênior de Peças e Serviços para a América do Sul.

Além da retirada de componentes para revenda, a unidade realizou a destinação de mais de 360 toneladas de resíduos em 180 dias. Desse volume, 334 toneladas correspondem a aço e alumínio provenientes de estruturas veiculares. Também foram encaminhadas 26 toneladas de plástico e cerca de 1,8 tonelada de cobre para reaproveitamento. No mesmo período, 2,5 mil litros de óleo automotivo foram coletados e enviados para tratamento adequado. A planta opera com foco no desmonte de veículos em fim de vida útil, com recuperação de peças e separação de materiais para reciclagem. Segundo a empresa, trata-se da primeira estrutura desse tipo mantida por uma fabricante na América do Sul dedicada à economia circular no setor automotivo.

Audi A3 1.4 TFSI: procedimento para troca do fluido da transmissão automática 09G

Serviço exige controle de temperatura, volume correto e aplicação precisa de torque nos modelos fabricados a partir de 2017

A substituição do fluido da transmissão automática 09G no Audi A3 1.4 TFSI, fabricado a partir de 2017, requer atenção ao volume drenado, à temperatura do óleo durante a verificação de nível e aos torques de aperto especificados. O procedimento parcial envolve drenagem, reabastecimento e conferência do nível com o fluido em faixa térmica determinada pela montadora.

O serviço começa com o veículo elevado e a ignição desligada. Deve-se remover o bujão de verificação de nível (B) e o tubo de nível (A) para realizar a drenagem, cujo volume de descarga é de aproximadamente 3,4 litros. Após o escoamento, o tubo de nível (A) deve ser reinstalado com torque de 2 Nm. Na sequência, a transmissão deve ser abastecida com 3 litros de óleo utilizando a ferramenta VAS 6262/2.

Com o sistema abastecido, o motor deve ser ligado e, com o pé no freio, a alavanca seletora deve passar por todas as posições, permanecendo cerca de 10 segundos em cada marcha. Depois, a alavanca retorna à posição P (Parking) e o motor é desligado. Nesse momento, é necessário verificar o nível do fluido e, se preciso, adicionar 1 litro e repetir o processo de conferência. A verificação do nível exige controle rigoroso da temperatura. O fluido deve estar acima de 30°C. Com a alavanca posicionada em P, o motor deve ser ligado e a temperatura monitorada até atingir 35°C. O bujão de verificação de nível (B) deve então ser removido. Se o óleo escorrer lentamente pelo orifício antes de alcançar 45°C, o nível está correto. Caso não haja escoamento visível, deve-se adicionar 1 litro de fluido e repetir o procedimento.

Após a confirmação do nível, o anel de vedação deve ser substituído e o bujão reinstalado com torque de 27 Nm. É fundamental que o bujão seja instalado antes que a temperatura do fluido atinja 45°C. O volume total da transmissão em enchimento a seco é de 7 litros, enquanto o volume parcial, considerando substituição com verificação de nível, é de aproximadamente 4 litros.  O fluido recomendado deve ser consultado na literatura técnica ou no manual do proprietário do veículo. Os torques especificados são 11 Nm para o filtro de óleo da transmissão, 7 Nm para os parafusos de fixação do cárter, 2 Nm para o tubo de nível e 27 Nm para o bujão de verificação de nível. O controle térmico e o volume correto são determinantes para o funcionamento da transmissão 09G após o serviço. As informações técnicas foram divulgadas pelo Mecânico Pro, ferramenta de suporte às oficinas e de capacitação da Revista O Mecânico.

BorgWarner fornecerá iDM para veículos híbridos com autonomia estendida

A BorgWarner firmou contrato com uma montadora premium europeia para o fornecimento de um Módulo de Acionamento Integrado (iDM) de 800V destinado a veículos elétricos com autonomia estendida (REEV). O início da produção em massa está previsto para 2029.

iDM 800V: solução integrada para REEV

O sistema desenvolvido pela BorgWarner combina, em um único conjunto, máquina elétrica com função de tração e geração de energia. O iDM opera integrado a componentes-chave como:

  • Inversor
  • Duas embreagens
  • Volante bimassa

Motor a combustão interna do cliente

Além da função de gerador de alta eficiência energética, o sistema permite acionamento com tração nas quatro rodas quando necessário. A integração das duas principais funções de um REEV em um único módulo otimiza arquitetura, espaço e eficiência do veículo.

O inversor incorpora os switches de potência Viper de última geração da empresa e tecnologia de módulo de potência com resfriamento em ambos os lados, solução desenvolvida para aplicações de alto desempenho e alta tensão.

Segundo a companhia, a plataforma foi projetada para oferecer elevado desempenho elétrico e gerenciamento térmico avançado, atendendo aos requisitos operacionais de alta tensão e corrente.

Estratégia global de eletrificação

De acordo com Stefan Demmerle, Vice-Presidente da BorgWarner Inc. e Presidente e Gerente Geral da divisão PowerDrive Systems, a conquista reforça a capacidade da empresa em integração de sistemas de acionamento elétrico.

O projeto é liderado pela equipe da China, com suporte de times globais, evidenciando a estratégia internacional da companhia no desenvolvimento de soluções para veículos de novas energias.

Com portfólio que abrange motores elétricos, transmissões, eletrônica de potência, software e integração de sistemas, a BorgWarner segue ampliando sua atuação em tecnologias de eletrificação voltadas ao mercado global.

Transmissão TraXon da ZF ultrapassa 1,5 milhão de unidades

A ZF alcançou a marca de 1,5 milhão de unidades produzidas da transmissão automatizada modular ZF TraXon, consolidando o modelo como referência global no segmento de veículos comerciais pesados.

Lançada em 2014, a TraXon é fabricada nas plantas da empresa na Alemanha, China e Brasil, atendendo à crescente demanda por sistemas de transmissão mais eficientes e robustos.

Referência global no transporte pesado

Segundo Christian Feldhaus, Vice-Presidente do segmento de Transmissões & Híbridos da divisão de Soluções para Veículos Comerciais da ZF, a TraXon estabeleceu novos padrões tecnológicos no setor, tornando-se referência para caminhões e ônibus pesados em diversos mercados.

Em 2025, a empresa deu continuidade à evolução da plataforma com a chegada da TraXon 2.

TraXon 2: mais eficiência e integração digital

A nova geração incorpora:

  • Microprocessadores de última geração
  • Módulos de segurança integrados
  • Atualizações completas de software
  • ECU (Unidade de Controle Eletrônico) e atuadores desenvolvidos internamente

Entre os principais ganhos estão trocas de marcha mais rápidas, melhor integração digital e redução no consumo de combustível em relação à geração anterior.

A TraXon 2 é aplicada em caminhões e ônibus pesados, além de veículos especiais, como guindastes móveis de médio e grande porte.

Próximo passo: versão híbrida

Dentro da estratégia de eletrificação, a ZF já desenvolve globalmente a TraXon 2 híbrida. A solução permitirá operação em modo totalmente elétrico em áreas urbanas, com zero emissões locais, alternando para o motor a combustão em trajetos de longa distância.

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