Percurso de 106 km realizado em 1888 com o Benz Patent-Motorwagen Nr. 3 incluiu ajustes no carburador, isolamento de cabos e adaptação no sistema de freios
A primeira viagem de longa distância com um automóvel ocorreu em 5 de agosto de 1888. Bertha Benz conduziu o Benz Patent-Motorwagen Nr. 3 entre Mannheim e Pforzheim, na Alemanha, em um percurso de cerca de 106 quilômetros. Durante o trajeto, ela realizou intervenções no veículo para manter o funcionamento do conjunto mecânico.
Como era o primeiro carro do mundo
O Benz Patent-Motorwagen Nr. 3 foi desenvolvido por Karl Benz no final do século XIX com apoio financeiro de Bertha Benz. O modelo possuía motor de quatro tempos com um cilindro de 954 cc, potência de 0,9 cv e peso próximo de 100 kg. A configuração utilizava três rodas.
Intervenções mecânicas
Durante a viagem, Bertha realizou ações para manter o funcionamento do sistema de alimentação e dos componentes do veículo. Ela limpou o carburador com um alfinete de chapéu e utilizou uma jarreteira para fazer o isolamento de cabos.
Outro ponto ocorreu no sistema de freios. Para aumentar o atrito durante o funcionamento, ela aplicou couro de sapato no mecanismo. O episódio marcou um momento na história do automóvel e demonstrou a necessidade de ajustes durante o uso do veículo nos primeiros anos da tecnologia.
No Brasil
No Brasil, o registro de mulheres ao volante começou no início do século XX. Andréa Patureau de Oliveira conduziu um Mors 9HP em março de 1905, em São Paulo.
A primeira habilitação feminina no país foi registrada em 26 de julho de 1907 no Rio de Janeiro, quando Virginia Lowndes realizou a prova de condução com um Reo Motor Car. Dados da Secretaria Nacional de Trânsito indicam que o Brasil tinha 77,5 milhões de CNHs ativas em 2023. Desse total, 27,2 milhões pertenciam a mulheres, o equivalente a 35% dos condutores.
Em especial sobre o Dia Internacional da Mulher, entrevistamos profissionais que atuam de diferentes maneiras no setor automotivo
textoVitor Lima fotos Divulgação
O setor automotivo, historicamente identificado por um perfil predominantemente masculino, atravessa hoje uma das suas fases mais profundas de reconfiguração. Mais do que uma busca por representatividade, a entrada de mulheres em cargos técnicos, estratégicos e operacionais responde a uma demanda real por precisão, novas perspectivas de gestão e mão de obra altamente qualificada. Nesta análise, observamos como a competência técnica tem superado barreiras culturais e como diferentes frentes do mercado, da graxa no pátio à gestão global, estão sendo ocupadas por profissionais que priorizam a performance, a atualização constante e o olhar humanizado.
A paixão que nasce no “Chão de Fábrica”
Para muitas, o caminho começou no pátio, entre o som das ferramentas e o cheiro de óleo. Niela Mecânica iniciou sua trajetória aos 14 anos na oficina dos pais. O que começou como uma ajuda na parte administrativa transformou-se em paixão quando ela passou a organizar ferramentas e lavar peças. “Foi assim que o bichinho da mecânica me picou”, relata. Hoje, especializada em abrir e fechar motores, ela descreve o sentimento de realização técnica. “Quando eu mexo num carro, eu me sinto maravilhosa, como se eu fosse imbatível, porque fiz uma coisa que a sociedade às vezes diz que eu não teria capacidade”.
A trajetória de Niela não foi isenta de resistências. No início, seu pai via o trabalho como um passatempo para ganhar dinheiro, e clientes frequentemente ignoravam sua presença, recusando-se a aceitar diagnósticos feitos por uma mulher. A virada de chave veio com as redes sociais. Incentivada pela mãe, Niela passou a postar vídeos no TikTok e YouTube para mostrar que a competência não tem gênero. Hoje, a credibilidade conquistada inverteu o jogo: clientes procuram a oficina especificamente por causa dela. Para as que desejam seguir o caminho, seu conselho é direto. “Lugar de mulher também é na oficina… basta buscar conhecimento técnico e ter força de vontade”.
Comunicação e a Curadoria da Informação Técnica
A evolução tecnológica dos veículos exige que a informação chegue com precisão aos profissionais. Vanessa Ramires, Gerente Comercial da Revista O Mecânico, com 23 anos de atuação no setor, destaca que o mecânico que não busca atualização está fadado a ficar para trás. Segundo ela, com a tecnologia embarcada cada vez maior, o desafio atual é “separar o joio do trigo” em meio ao excesso de conteúdos superficiais na internet. A missão é levar a informação fidedigna, com a chancela de quem fabrica as peças, para garantir diagnósticos certeiros.
Vanessa recorda que, há duas décadas, era frequentemente a única mulher sentada à mesa de discussões. Sua permanência foi fruto de uma decisão diária de ocupar espaços com excelência. “Não é porque eu pedi permissão ou quis provar algo… eu estou porque eu decidi ficar e decido isso todos os dias”. Ela reforça que a comunicação técnica é um pilar de profissionalização indispensável para a sobrevivência das oficinas no mercado atual.
Liderança
No topo das corporações, a gestão feminina traz um equilíbrio entre o rigor analítico e a valorização das pessoas. Livia Fukuda, Head da Revista O Mecânico, observa que as mulheres trazem uma “combinação perfeita” para a liderança com a capacidade de manter uma visão estratégica e multitarefa sem perder a essência do cuidado e do zelo humano. Para Livia, essa união de técnica e humanidade fortalece as empresas no gerenciamento do dia a dia.
Essa visão estratégica é compartilhada por Sabrina Carbone, Gerente Global da Frasle Mobility. Com mais de 25 anos de carreira, Carbone utiliza uma analogia marcante. “Temos que sair da árvore e subir em cima dela para enxergar a floresta”. Ela defende que, sem foco na estratégia e naquilo que constrói valor para a marca, as decisões acabam dispersas. Sob sua liderança, o foco está no “ciclo de prosperidade”: investimentos consistentes que aumentam a percepção de valor e a rentabilidade a longo prazo, equilibrando a urgência das vendas com a longevidade das marcas icônicas.
Estética, design e conhecimento do consumidor
A experiência de outros setores também enriquece o automotivo. Livia Fukuda, com bagagem nas áreas de moda e beleza, ressalta que o design e a estética importam e devem ser intencionais, pois geram valor. Além disso, ela enfatiza a necessidade de conhecer profundamente o público. “Quanto mais a gente conhecer o nosso consumidor, melhor para nós para entregar um conteúdo mais relevante e um produto mais eficiente”. Seja o mecânico iniciante ou o gestor de uma grande frota, entender suas dores é a chave para o sucesso comercial.
Mudança de cultura e inclusão como negócio
A transformação chega ao consumidor final através de iniciativas como a Oficina Amiga da Mulher, fundada por Bárbara Brier. Após treinar concessionários em grandes fábricas, Brier percebeu que o problema das motoristas não era a mecânica em si, mas a insegurança e a falta de respeito nos atendimentos. “O mais difícil não foi ensinar o atendimento inclusivo, foi convencer oficinas de que isso não é um selo de marketing, é mudança de cultura”, afirma. Hoje, com mais de 110 oficinas certificadas e 70% da rede sob gestão feminina, ela prova que transformar a experiência em prioridade não apenas inclui, mas aumenta as vendas.
O futuro
O mercado está sendo desafiado a se adaptar a essa nova geração de líderes. Livia Fukuda é enfática. “Se o mercado não está preparado para ter mais mulheres na liderança, eu recomendo que se prepare, porque a gente está chegando para chegar”. No entanto, ela ressalta que essa revolução não deve ser feita por confronto, mas sim “de mãos dadas”, unindo perfis complementares de homens e mulheres para uma visão mais sustentável de todos os elos do setor.
Como conclui Vanessa Ramires, a permanência feminina é uma conquista inegociável. “É um espaço que a gente conquistou e que ninguém vai tirar da gente”. O setor automotivo de 2026 exige atualização, domínio tecnológico e visão estratégica – características que essas e tantas outras profissionais entregam diariamente, provando que, no motor da mudança, a competência é o único combustível que importa.
A Bridgestone colocou em operação um simulador de direção de última geração para acelerar o desenvolvimento de pneus e reduzir a necessidade de testes físicos. Instalado no centro de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa próximo a Roma, na Itália, o sistema utiliza a tecnologia VI-grade DiM500 Driver-in-the-Loop (DiL), que integra piloto real, inteligência artificial e ambiente digital.
O equipamento permite reproduzir virtualmente condições reais de rodagem com alto nível de precisão, aumentando a eficiência no desenvolvimento de novos produtos.
Simulação avançada com piloto real
O simulador conta com uma plataforma móvel com cinco metros de amplitude de movimento e cockpit em fibra de carbono, capaz de reproduzir forças semelhantes às encontradas em testes físicos.
O sistema combina:
simulações digitais de alta fidelidade
percepção subjetiva do piloto
dados históricos de desenvolvimento
ferramentas de inteligência artificial
Com essa integração, a engenharia pode antecipar ajustes ainda nas fases iniciais do projeto.
Menos testes físicos e mais eficiência
Com o novo simulador, a Bridgestone consegue avaliar um número maior de especificações de pneus em menos tempo e sob diferentes condições de uso. Os testes físicos continuam sendo realizados, mas passam a ocorrer principalmente nas fases finais de validação.
Segundo a empresa, a tecnologia pode reduzir em até 12 mil unidades por ano a produção de pneus experimentais, diminuindo o consumo de matérias-primas e a geração de resíduos.
Integração com desenvolvimento virtual
A solução complementa o sistema Virtual Tyre Development (VTD), que já permite reduzir em até 60% o uso de matérias-primas e as emissões de CO₂ durante o desenvolvimento de pneus para montadoras.
Além do ganho em sustentabilidade, a tecnologia reduz o tempo de desenvolvimento (time to market) e permite que pneus e veículos sejam projetados de forma paralela, ampliando a colaboração com as montadoras.
Inicialmente focado em avaliações de dirigibilidade em piso seco, o simulador deverá evoluir para testar uma gama maior de condições de rodagem.
Manutenção depende de diagnóstico, condição de uso e orientação técnica do fabricante
Serviços como limpeza de tanque e bicos injetores são comuns na prática de oficina, mas nem sempre constam como obrigatórios na manutenção programada. A decisão deve ser baseada em análise técnica. Para o tanque de combustível, não há indicação formal de limpeza periódica. Entretanto, em intervenções como substituição de bomba, é essencial verificar a presença de contaminantes.
DESCARBONIZAÇÃO COM HIDROGÊNIO FUNCIONA? MECÂNICO RESPONDE. VEJA O VÍDEO!
“Se houver sujeira dentro do tanque, o correto é realizar a limpeza para preservar a bomba e demais componentes do sistema”, orienta Cleyton André, Consultor Técnico da Revista O Mecânico, durante o quadro Mecânico Responde. Veja o vídeo completo.
Quanto aos injetores, embora não exista obrigatoriedade formal, a análise periódica é recomendada. “É interessante fazer análise dos injetores para verificar padrão de pulverização, anéis de vedação e elementos filtrantes”, afirma. Sobre velas de ignição, o intervalo varia conforme tecnologia aplicada. Velas convencionais podem ter vida útil entre 20 mil e 30 mil km. Modelos de platina ou irídio podem alcançar até 100 mil km, dependendo da estratégia do fabricante.
“Quem determina a vida útil é o fabricante do veículo. Em alguns casos, mesmo a vela de iridium pode ter troca recomendada com 40 mil km”, explica. Já em relação ao fluido do câmbio manual, a orientação segue o mesmo princípio aplicado à transmissão automática: substituição preventiva é medida técnica coerente, mesmo quando o manual não especifica intervalo. “Nenhum fluido é vitalício. Recomendo a substituição para preservar o conjunto”, conclui Cleyton André.
Leitura elevada no scanner pode não indicar falha, mas exige confirmação da faixa operacional
Motores turbo modernos operam com variações térmicas superiores às gerações anteriores. Temperaturas acima de 110°C podem ocorrer sem indicação de falha no painel, dependendo da estratégia da montadora. Em caso relatado envolvendo Chevrolet Onix Turbo, a leitura de 118°C sob carga gerou dúvida sobre possível superaquecimento.
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“Alguns veículos podem atingir temperaturas mais elevadas sem necessariamente ser defeito”, explica Cleyton André, Consultor Técnico da Revista O Mecânico, durante o quadro Mecânico Responde. Veja o vídeo completo.
A maioria dos motores trabalha com faixa próxima de 90°C no painel. Porém, via scanner, é comum observar temperaturas superiores a 100°C, principalmente em condição de carga elevada ou uso de etanol. “Quando verificamos pelo aparelho de diagnóstico, é comum ver temperatura ultrapassando 100°C e isso pode ser natural”, afirma.
O procedimento correto inclui conferência da faixa de operação especificada no manual técnico, teste de válvula termostática, eletroventilador, sensor de temperatura e circulação do fluido. Na ausência de dados claros, o diagnóstico completo é indispensável.
A lubrificação adequada das partes móveis do sistema de freios é fundamental para garantir segurança, reduzir desgaste e manter o desempenho do veículo. O procedimento protege componentes metálicos contra corrosão e oxidação, além de evitar travamentos e diminuir o atrito entre as peças.
A Jurid, fabricante de componentes de frenagem, reforça ao mercado de reposição a importância dessa manutenção e apresenta o lubrificante cerâmico BL-20, desenvolvido para aplicações automotivas em condições severas.
Lubrificante cerâmico para altas temperaturas
Com fórmula sintética e alto teor de material cerâmico, o BL-20 foi projetado para operar em temperaturas de aproximadamente -50 °C até 1.650 °C.
O produto é resistente à água, sal e sujeira, formando uma barreira protetora nas partes metálicas móveis do freio. Essa proteção ajuda a prevenir corrosão, oxidação, desgaste prematuro e contaminação dos componentes, mesmo em ambientes mais agressivos.
Importância da lubrificação no sistema de freios
A lubrificação de pinças, guias de pastilhas e outros componentes móveis é essencial para manter o funcionamento correto do sistema de frenagem.
Segundo Ana Paola Sartori, gerente de operações da Jurid, a falta de lubrificação pode provocar travamentos nas peças móveis, levando ao superaquecimento e ao espelhamento do material de atrito das pastilhas. Isso pode resultar em desgaste irregular, ruídos e perda de eficiência na frenagem.
A BorgWarner anunciou a conquista de seu primeiro programa global para fornecimento de diferencial elétrico cruzado (eXD) com arquitetura de 48V para uma grande montadora chinesa. A solução será integrada ao sistema elétrico e eletrônico (E/E) de 48V do veículo.
Segundo a empresa, trata-se da primeira aplicação de um eXD de 48V em seu portfólio global, ampliando as capacidades da BorgWarner em tecnologias de gerenciamento de torque para veículos eletrificados.
Arquitetura de 48V ganha espaço
Com a evolução do mercado de veículos elétricos, as arquiteturas elétricas estão migrando para sistemas mais eficientes e integrados. Nesse contexto, a arquitetura de 48V oferece vantagens como maior eficiência energética, redução de custos em chicotes e componentes e suporte para aplicações de maior potência.
O diferencial elétrico eXD da BorgWarner foi desenvolvido para controlar dinamicamente a distribuição de torque entre as rodas, contribuindo para melhor tração, estabilidade e eficiência do veículo.
Segundo Isabelle McKenzie, vice-presidente da empresa e responsável pela divisão Drivetrain and Morse Systems, a tecnologia ajuda a melhorar o comportamento dinâmico do veículo em diferentes condições de uso.
Controle de torque em tempo real
O sistema eXD ajusta automaticamente o controle de deslizamento com base nas condições de condução e no estado do veículo em tempo real.
Entre os benefícios previstos estão:
maior estabilidade em altas velocidades
melhor resposta em acelerações rápidas
ganho de desempenho em curvas
Em condições de alta aderência, como no asfalto seco, o sistema pode direcionar mais torque para as rodas externas, melhorando o desempenho em curvas. Já em situações de baixa aderência (como neve, gelo ou lama) o eXD detecta rapidamente o deslizamento das rodas e redistribui o torque para aquelas com maior tração, ajudando a manter o controle e a estabilidade do veículo.
Marca adiciona mais de 30 itens com aplicação em modelos de diferentes montadoras e foco em reposição
A Corteco, marca do Grupo Freudenberg, ampliou sua linha de retentores e juntas voltada ao segmento de vans e picapes no mercado de reposição. A empresa incorporou mais de 30 itens ao portfólio, com aplicações em modelos de diversas montadoras e desenvolvimento baseado em tecnologia original de equipamento (OEM).
Segundo a companhia, os componentes foram projetados para atender veículos submetidos a uso comercial e alta demanda diária, com foco em vedação, desempenho e redução de intervenções corretivas. A cobertura contempla diferentes aplicações no segmento, ampliando a disponibilidade de peças para oficinas e distribuidores.
“No momento de substituição, a correta instalação dos retentores e das juntas é fundamental para garantir o desempenho e a vida útil dos produtos. Por isso, investimos continuamente em tecnologia e processos que asseguram a mesma qualidade dos produtos que fornecemos para as montadoras. Esse é o nosso compromisso com a segurança dos veículos”, explica Alexandre Morselli, gerente de Produtos da Corteco.
Marca da Phinia será patrocinadora oficial da equipe e fornecerá componentes para a temporada
A Phinia anunciou parceria com a equipe Drift Show Brasil para a disputa do Campeonato Brasileiro de Drift de 2026. Por meio da marca Delphi, a empresa atuará como patrocinadora oficial do time paulista, além de fornecer peças para os veículos da escuderia. A etapa de abertura do campeonato está marcada para 6 de março, no Mega Space, em Santa Luzia (MG).
A colaboração dá sequência ao apoio iniciado anteriormente. Em 2025, a equipe conquistou o título da categoria Rookie com o piloto Lucas Hanazono, que venceu a etapa final disputada em Piracicaba (SP). Aos 15 anos, ele se tornou o mais jovem campeão da categoria e, em 2026, passa a competir na categoria Pro. “Conquistar o título da categoria Rookie aos 15 anos foi a realização de um sonho e um marco muito importante na minha trajetória. Neste ano, o desafio é ainda maior, e contar com o apoio da Delphi faz toda a diferença”. Além de Lucas, o time conta com os pilotos Doug Santana e Marcelo Horita, sob a liderança de Sérgio Hanazono, fundador da equipe. Ele destacou o papel da fornecedora no projeto esportivo.
“O apoio de um fornecedor de peças com o nível de excelência da Delphi é fundamental para o nosso esporte. Para nós, é motivo de orgulho contar com a parceria de uma marca reconhecida no mercado por sua tradição e reputação no setor.” A estratégia prevê ações digitais ao longo da temporada, com produção de conteúdo voltado ao público das plataformas da marca. Segundo David Angelo, gerente de marketing da PHINIA, o drift é uma plataforma para reforçar a relação com clientes e destacar atributos técnicos dos produtos. “Mais do que apoiar uma equipe vencedora, queremos transformar essa parceria em uma plataforma de conteúdo e relacionamento. O drift traduz, na prática, o desempenho e a confiabilidade que buscamos entregar ao mercado todos os dias. Estar presente nesse ambiente reforça nosso compromisso com inovação e proximidade com o público automotivo.”
A Tramontina anunciou a ampliação de sua atuação no segmento de ferramentas elétricas com o lançamento da linha Tramontina by TOTAL.
A nova linha foi desenvolvida para atender aplicações em setores como construção civil, manutenção automotiva, indústria, jardinagem e serviços profissionais.
Um dos principais destaques do portfólio é o sistema de bateria intercambiável, que permite utilizar a mesma bateria em diferentes ferramentas da linha. A proposta reduz custos operacionais e simplifica a rotina de trabalho ao eliminar a necessidade de múltiplos carregadores e conjuntos de baterias, além de ampliar a mobilidade nas atividades de campo e em oficinas.
O portfólio inicial da Tramontina by TOTAL reúne mais de 80 itens, incluindo máquinas, kits completos com bateria e carregador, acessórios e diferentes modelos de baterias e carregadores. A expectativa da empresa é ampliar a linha para mais de 500 produtos, todos compatíveis com o mesmo sistema de bateria.
Entre os equipamentos disponíveis estão parafusadeiras, furadeiras, chaves de impacto, chaves catraca, marteletes, serras circulares e tico-tico, esmerilhadeiras, lixadeiras, multicortadoras, plainas, grampeadores, pinadores, sopradores e pistolas de cola quente, além de equipamentos voltados à jardinagem, como motosserras, podadores e aparadores de cerca viva.
A linha está disponível em duas plataformas de tensão: 16 V e 20 V. Os modelos de 16 V foram desenvolvidos para atividades que exigem maior leveza e precisão, como reparos e trabalhos em espaços reduzidos. Já os equipamentos de 20 V são voltados para aplicações mais exigentes, que demandam maior potência e autonomia em uso contínuo, como em obras, oficinas mecânicas e ambientes industriais.
Outro recurso presente na nova linha é a adoção de motores brushless, tecnologia que elimina as escovas de carvão e utiliza controle eletrônico para otimizar o funcionamento do motor. Segundo a fabricante, essa solução contribui para maior eficiência energética, menor geração de calor, maior autonomia de bateria e aumento da vida útil dos equipamentos, fatores que ajudam a reduzir paradas para manutenção.
De acordo com a Tramontina, a nova linha integra a estratégia de expansão do portfólio da empresa voltada ao público profissional, com foco em soluções que combinem desempenho, praticidade e padronização de plataformas de energia.
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