Nova linha de caminhões Volvo emitem menos poluentes

A Volvo apresentou a nova linha F de caminhões equipados com motores de tecnologia SCR que atendem as normas Proconve P7 e Euro 5 de emissões de puluentes. Previsto para comercialização em 2012, a versão oferece baixo consumo de combustível conforto e elevada produtividade. De acordo com Bernardo Fedalto Jr., gerente de caminhões da linha, os modelos FH 420cv, 460cv, 500cv e 540cv. Já os FMX terão potências de 420cv, 460cv e 500cv.

Todos os torques dos motores elevarem-se em 100 Nm (Newton metros). Na gama de motores, que vai de 420cv a 540cv, os torques subiram em até 5%. “Isso significa melhor velocidade média, maior capacidade para subir rampas, menor tempo de ciclo (entre a carga e a descarga), menor número de trocas de marchas, mais conforto para o motorista, enfim, maior produtividade para a operação do transportador”, relata Fedalto.

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Os modelos Volvo FH receberam um novo eixo traseiro sem redução nos cubos. O eixo tem um CMT (Capacidade Máxima de Tração) de 65 toneladas, além de carcaça fundida, o que o torna ainda mais robusto e durável. A empresa garante relações de eixos para diferentes topografias, em virtude da grande amplitude de terrenos e vias por onde rodam os caminhões brasileiros. Outra vantagem é que a troca de óleo sintético pode ser estendida para até 400 mil quilômetros, o que resulta em menos paradas do caminhão para manutenções preventivas.

As caixas de câmbio eletrônica I-Shift serão configuradas para suportar o maior torque dos caminhões. A transmissão atende as mais altas demandas do transporte do mercado. Em aplicações de carga indivisível, a companhia autoriza até 200 toneladas, sob consulta. A caixa conta com softwares novos e inteligentes, que se interconectam de uma forma ainda melhor com a parte eletrônica do caminhão. O sistema ainda aumenta o desempenho do diesel em virtude da qualidade do combustível e da tecnologia SCR.

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 A tecnologia de Redução Catalítica Seletiva (SCR) é baseada no tratamento dos gases de escape, reduzindo os níveis de óxidos de nitrogênio (NOx), por meio de um sistema de pós-tratamento dos gases de exaustão que converte os óxidos de nitrogênio em nitrogênio e vapor de água. O sistema é composto de um tanque para o aditivo ARLA32, uma bomba de sucção, uma unidade injetora e um catalisador.

Os caminhões também serão vendidos com o dispositivo chamado OBD (On Board Diagnosis). O sistema monitora sinais importantes relacionados às emissões. A avaliação é feita vários sensores distribuídos em diversos pontos da arquitetura eletrônica do veículo. “O motorista terá no painel uma lâmpada de alerta dedicada ao sistema OBD, denominada MIL, que acenderá na eventualidade de falhas. Mensagens no painel avisarão o motorista sobre o problema, indicando que ações para correção do desvio devem ser tomadas”, destaca Ricardo Tomasi, engenheiro de vendas da Volvo do Brasil.

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