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Nakata dá dicas para a revisão dos sistemas de freio e suspensão

A Nakata, fabricante de autopeças para o mercado de reposição automotiva, alerta que os sistemas de freio e suspensão devem ser incluídos no check-up antes das férias escolares. “Além de itens tradicionais checados na revisão, como nível de óleo e do líquido do radiador, calibragem e desgaste de pneus, iluminação, filtro de combustível, de óleo e de ar, outros componentes, especialmente, relacionados à segurança devem ser revisados”, adverte Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata.

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Composto por discos, pastilhas, lonas, servo freio, cilindros mestre e de rodas, pinça e sapata, o sistema pede uma verificação minuciosa do estado de cada peça. “O ideal é analisar todo o conjunto para verificar o estado das peças. Ao verificar desgaste nos componentes, como lonas ou pastilhas, ou ranhuras nos discos é preciso efetuar a substituição”, comenta Silva.

Também devem ser checados o nível de fluido de freio, possíveis vazamentos e o freio de estacionamento. “Pedal muito duro pode ser indício de problemas com o servo-freio. Já se estiver macio demais, encostando no assoalho, pode ter ar no sistema ou estar sem pressão hidráulica devido a vazamentos”, ressalta o gerente.

Já a revisão do sistema de suspensão deve começar pelo alinhamento e balanceamento das rodas. “Vibrações no volante pode ser sinal de roda desbalanceada e veículo puxando para um dos lados, alinhamento fora das especificações”, diz Silva.
Entre os sinais que indicam o momento da troca de amortecedores estão o aumento de distância da frenagem, desgaste de pneus, sensação de oscilação da carroceria, vazamento de fluido, balanço excessivo nas arrancadas e, tendência de aquaplanagem em solo alagado e do veículo sair para o lado de fora nas curvas.

A Nakata lembra que revisão periódica pode ser feita a cada 10 mil km para avaliar as condições dos amortecedores ou qualquer mudança de comportamento do veículo. Desde janeiro de 2013, já começaram a ser fabricados amortecedores para o mercado de reposição com o selo do Inmetro e, a partir de julho de 2014, a comercialização com a certificação passa a ser obrigatória.

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