Monroe compara amortecedores desgastados e novos

amortecedores Monroe

Simulações da Monroe retratam a influência de amortecedores com apenas 50% da capacidade na aderência, estabilidade e frenagem

 

A Monroe preparou um vídeo com sete simulações que mostram a diferença na dirigibilidade em veículos com amortecedores novos e desgastados, no caso, com apenas 50% da capacidade da peça. O objetivo da empresa é reforçar a importância de revisar os amortecedores e mantê-los em bom estado.

A primeira simulação envolve a aderência, visto que os amortecedores controlam o movimento da mola helicoidal para maximizar o contato dos pneus com o solo. Se estiverem gastos, o contato será comprometido e o carro ficará mais instável, com balanços excessivos.

Já a segunda cena revela os efeitos dos amortecedores gastos no controle da direção e em manobras. No vídeo é possível notar que, em uma sequência de curvas entre cones, o veículo com apenas 50% do funcionamento dos amortecedores tem grande dificuldade em manter a estabilidade.

A terceira mostra os efeitos dos amortecedores gastos na distância de frenagem, já que eles têm influência direta na capacidade de aderência à via. Ou seja, se estiverem em mau estado de conservação, exigirão maior distância para frear, mesmo em velocidades mais baixas. Em testes, a Monroe apontou um aumento de 1,80 m na distância de frenagem em um veículo rodando na velocidade de 60 km/h, e com os amortecedores apresentando 50% de desempenho.

A quarta simulação aborda a influência na estabilidade do veículo, pois em curvas acentuadas, o controle do volante é mais difícil devido à menor aderência ao solo. Uma animação em câmera lenta revela a dificuldade do motorista em manter o veículo estável durante uma curva acentuada, assim como o comportamento inadequado dos pneus.

A quinta simulação trata da dirigibilidade na chuva: o veículo com 50% da capacidade de funcionamento dos amortecedores chega a não concluir uma curva acentuada, e sai da estrada.

A sexta trata dos efeitos dos amortecedores gastos ao conduzir com forte vento lateral, situação comum em estradas e rodovias. Com os amortecedores gastos, o carro balança, deslocando para os lados. Em curvas ou ao passar ao lado de veículos maiores, como caminhões, a situação é ainda mais perigosa.

Por fim a sétima simulação aborda a movimentação excessiva de um veículo com amortecedores gastos no feixe luminoso dos faróis. Isso atrapalha outros condutores no sentido contrário e pode causar acidentes.

Clique no link para conferir o vídeo da Monroe: https://youtu.be/c4o9FVWiSho

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