Estudo mostra competição para reduzir emissão de poluentes

Um estudo realizado pelo World Resouces Institute (WRI) e pela empresa Sustainable Asset Management (SAMGroup) mostra a crescente influência das restrições de emissão de CO2 na competitividade do setor automotivo. Entre as montadoras, por exemplo, estima-se que a Ford terá que gastar US$ 403 por unidade produzida para adequar seus veículos às novas regulações que entrarão em vigor progressivamente até 2015. A GM vai desembolsar US$ 377 por veículo, e a BMW, por sua vez, US$ 649. Este custo adicional vai incidir no preço final do veículo, o que representa perda de competitividade, principalmente em relação às montadoras japonesas. A Honda, segundo o estudo, precisará investir apenas US$ 24, por já estar mais adequada às novas regras.

Esse é um dos assuntos abordados no livro “Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente” (Editora Campus Elsevier), de autoria de Fernando Almeida, presidente executivo do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – CEBDS. A obra aborda os desafios da sustentabilidade como um dramático dilema de todos nós: encontrar um modelo de desenvolvimento que atenda, de forma integrada e articulada, as demandas econômica, social e ambiental.

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