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Especialista mostra a importância da qualidade do óleo de motor para o catalisador

A Umicore, fabricante de autopeças, recomenda atenção especial na utilização do óleo lubrificante do motor do veículo. Segundo a marca, “a falta de verificação preventiva periódica pode, muitas vezes, levar o consumidor a ter gastos inesperados com o reparo de outros componentes”.

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O gerente comercial da Umicore Brasil, Alexandre Achcar, explica que substâncias presentes e derivadas da queima do óleo lubrificante do motor, como fósforo (P), zinco (Zn), cálcio (Ca) e magnésio (Mg), ficam acumuladas na camada catalítica, encobrindo os metais nobres e comprometendo a eficiência do equipamento. Segundo ele, esse tipo de contaminação do catalisador é irreversível. O mesmo pode ocorrer com materiais presentes em combustíveis adulterados. Quando estes se acumulam no interior da peça, prejudicam a conversão dos gases nocivos, liberados no processo de combustão do motor, em inofensivos ao meio ambiente.

“A nossa orientação é para que o motorista fique atento aos prazos de troca do óleo e filtros, além de utilizar apenas o produto indicado pelo manual do fabricante, para evitar problemas com o catalisador automotivo. Também é importante prestar atenção em qualquer anormalidade no consumo. A peça é desenvolvida para trabalhar em sintonia com o sistema de alimentação dos automóveis. Portanto, para o bom funcionamento e durabilidade, é preciso que a revisão do veículo esteja sempre em dia”, diz.

Responsável pela conversão de até 98% das substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente em gases inofensivos, o catalisador é peça fundamental para reduzir a emissão de poluentes veiculares. Por essa razão, o uso do equipamento é decisivo para o equilíbrio da qualidade do ar e a prevenção de diversos tipos de doenças respiratórias e alérgicas.

O catalisador é composto por uma colmeia metálica que, por meio de uma reação química, transforma os gases tóxicos produzidos pela queima do combustível. As condições do ar em grandes centros urbanos são preocupantes, dentre outros fatores, pela quantidade de veículos em circulação equipados com catalisador ineficiente, desgastado ou, até mesmo, falsificado.

Em caso de necessidade de troca, o consumidor deve exigir o certificado de garantia, o símbolo do Inmetro estampado na cápsula do catalisador, a nota fiscal e a embalagem padronizada, atestando a originalidade e seu perfeito funcionamento.

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