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Entrevista: Cinco perguntas para a NSK

MARCELO RAZUK TORQUATO

Diretor de Vendas Aftermarket, Marcelo Razuk Torquato comenta sobre a atuação da NSK no mercado de autopeças brasileiro, a importância do mecânico automotivo profissional para a fabricante de rolamentos e os impactos da pandemia no aftermarket

REVISTA O MECÂNICO: A NSK completou 50 anos no Brasil em novembro de 2020. Qual é a história por trás da vinda da NSK para o Brasil? Qual fato chamou a atenção da empresa japonesa para que decidisse investir em nosso País?

MARCELO RAZUK TORQUATO: No início da década de 70, o Brasil apresentava situação macroeconômica favorável, com crescimento médio anual superior a 10%. A NSK instalou aqui a sua nova fábrica, a primeira construída fora do Japão em 1970, e acompanhou o movimento econômico positivo para o setor. Desde o primeiro rolamento fabricado em Suzano, tem priorizado a qualidade, segurança e tecnologia em todos os processos; este é o nosso maior compromisso com a sociedade e com os clientes.

O MECÂNICO: Falando especificamente da divisão automotiva da NSK, a empresa fornece rolamentos tanto para as linhas de montagem (OEM) quanto para a reposição de autopeças. Qual é o share de cada divisão?

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TORQUATO: A força do setor Automotivo da NSK reside na criação de valor, com novas iniciativas que visam a perspectiva de longo prazo à luz das mudanças na tecnologia, na sociedade e nas demandas dos nossos clientes. Em todos os setores da empresa estabelecemos também estruturas que nos permitem um envolvimento constante com os clientes, para identificar as suas necessidades de forma detalhada, e utilizar a nossa engenharia de fornecimento de soluções e produtos para oferecer o máximo valor. Temos atualmente, no setor automotivo, uma participação significativa de mercado, em consequência da forte confiança dos nossos clientes e do nosso histórico de ouvir suas necessidades e entregar soluções “Environmentally friendly”, seguras, resilientes, e garantindo o conforto de condução, satisfazendo ao mesmo tempo os requisitos de custo e espaço.

O MECÂNICO: Hoje, como está o portfólio de peças e equipamentos NSK oferecidos na reposição para o mecânico automotivo independente?

TORQUATO: A NSK Brasil vem, ao longo desses mais de 50 anos de Brasil, desenvolvendo novos rolamentos e novas aplicações, em busca de um portfólio mais completo para atender esse mercado. É um trabalho contínuo de engenharia e produção que nos mantém com altas perspectivas de crescimento nesse setor.

rolamento NSK

O MECÂNICO: Qual a importância do mecânico independente para os negócios da NSK?

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TORQUATO: Temos um profundo respeito por essa categoria de profissionais. Na visão da NSK, os mecânicos independentes são indispensáveis para o segmento e para a sociedade, pois cuidam da manutenção de veículos. É importante frisar que a segurança de muitas vidas está nas mãos desses profissionais. Sendo assim, é imprescindível contar com o conhecimento e a experiência de um mecânico automotivo para revisão e manutenção dos veículos. São eles que garantem o cumprimento das normas técnicas e de segurança dos fabricantes de veículos e a proteção dos motoristas e de suas famílias.

O MECÂNICO: Com relação ao aftermarket automotivo, como a NSK viu esse período de pandemia? E qual projeção a empresa faz para o fechamento do ano de 2021?

TORQUATO: A diminuição das atividades do mercado de autopeças, provocada pela pandemia de Covid-19, teve uma duração menor do que se esperava. Com o distanciamento social, menos pessoas se deslocaram de carro e transporte público e menos quilômetros foram rodados, reduzindo o consumo de peças de reposição. No entanto, o que se viu nos meses seguintes ao início da pandemia foi uma retomada surpreendente. Nossas previsões para o ano Fiscal de 2021 são bastante otimistas, indicando um crescimento significativo, apesar de todos os desafios de fornecimento para atender as necessidades dos nossos distribuidores.

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