Procedimento correto da troca inclui sangria de bancada, instalação no servo freio e sangria das quatro rodas
A troca do cilindro mestre exige atenção a diferentes etapas para garantir o funcionamento adequado do sistema de freios. Como o componente é responsável por transformar a força aplicada ao pedal em pressão hidráulica, um procedimento incorreto pode comprometer a eficiência da frenagem.
Para auxiliar os reparadores, a Controil apresenta um passo a passo com cuidados que começam ainda antes da remoção da peça antiga e seguem até a sangria completa do sistema. Segundo a fabricante, esse procedimento vale para veículos a combustão e híbridos.
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Remoção exige despressurização e sangria
Antes de iniciar a desmontagem, é necessário realizar a despressurização e a sangria do reservatório. De acordo com Vagner Marchiniak, consultor de marketing de produto da Controil, todo o fluido usado deve ser retirado com uma bomba de sucção antes da desconexão dos tubos rígidos.
A etapa ajuda a evitar a contaminação do compartimento do motor durante o serviço. Logo após, o mecânico deve desconectar as tubulações hidráulicas utilizando ferramentas adequadas.
Depois, é necessário desligar o sensor de nível e retirar as porcas responsáveis pela fixação do cilindro mestre ao servo freio. Com a peça antiga removida, começa a preparação para a instalação do novo componente. Antes da montagem, a recomendação é preencher o reservatório com fluido de freio novo, sempre respeitando a especificação indicada pela montadora.
Sangria de bancada é etapa importante
Inclusive, a Controil também orienta realizar a sangria de bancada do cilindro mestre antes da instalação. O procedimento consiste em acionar manualmente o pistão até que todo o ar presente internamente seja eliminado.
Em seguida, o cilindro mestre deve ser instalado no servo freio com o torque adequado. Depois, as tubulações do sistema de freios precisam ser conectadas novamente.
Com a montagem concluída, é necessário realizar a sangria do sistema nas quatro rodas, respeitando a sequência determinada pela montadora. Normalmente, o processo começa pela roda que está mais distante do cilindro mestre. A sequência correta é importante para a retirada do ar das tubulações e para o funcionamento adequado do sistema hidráulico.



