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YPF esclarece dúvidas comuns sobre troca do óleo

artigo óleos automotivos

Devo adicionar aditivos? O que acontece se rodar com o lubrificante acima ou abaixo do nível? Empresa esclarece dúvidas comuns envolvendo a troca do óleo

O óleo lubrificante merece atenção regularmente, devendo ser realizada a troca segundo os prazos estabelecidos pelo próprio fabricante do veículo, podendo variar de acordo com a quilometragem e modelo do automóvel. Porém, a troca do óleo ainda gera muitas dúvidas.

Pablo Bueno, engenheiro mecânico da YPF Brasil, alerta que não se deve, por exemplo, completar o óleo com marcas diferentes. Isso porque misturar marcas de lubrificantes diferentes pode causar níveis de desempenho diferentes e viscosidades diferentes. E o resultado poderá ser uma menor eficácia.

Outra dica importante é não adicionar aditivos, que além de comprometer as propriedades do lubrificante, causa desperdício de dinheiro e energia. Bueno explica que os óleos de boa qualidade presentes no mercado já contêm um pacote de aditivos específicos, que atendem todas as necessidades do veículo.

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Por fim, não é recomendado rodar com lubrificante acima ou abaixo do nível. O especialista alerta que o óleo no nível mínimo compromete a lubrificação, aumentando a fricção entre as peças e assim elevando o desgaste dos componentes do motor. Isso irá resultar em perda de potência imediata, excesso de calor ou mesmo na fundição. Já rodar com lubrificante acima do nível leva o produto a transbordar e cair em locais fora do sistema de lubrificação.

É importante explicar também que o óleo vencido perde os atributos responsáveis pela boa lubrificação do motor, aumentando a chance de ter problemas mecânicos. Sem a eficácia garantida, o lubrificante vencido compromete o movimento das partes móveis do motor, elevando o atrito e podendo causar danos graves aos componentes. Segundo Bueno, o prejuízo pode chegar a ser 50% do valor do veículo.

Todas as informações técnicas sobre qual óleo deve ser utilizado e qual o prazo de troca estão no manual do proprietário. E mesmo se você não rodar muito, a troca deve seguir o prazo estipulado pela fabricante. Bueno explica que, mesmo que o veículo passe mais tempo na garagem do que na rua, o lubrificante funciona à base de aditivos, que expiram e perdem a validade e capacidade de lubrificação do motor.

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