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Volkswagen testa o híbrido Golf GTE em solo brasileiro

A Volkswagen anunciou que está testando o Golf GTE no Brasil. A versão do famoso hatchback alemão tem propulsão híbrida, combinando dois motores: um a combustão de 1,4l TSI com 150 cv e um motor elétrico de 102 cv – combinados, oferecem potência de 204 cv e torque máximo de 35,62 kgfm. O GTE tem transmissão automática DSG de 6 marchas com função Tiptronic, desenvolvida especificamente para veículos híbridos.

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Conforme dados de fábrica, o Golf GTE acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e atinge velocidade máxima de 222 km/h. Mesmo com esse desempenho, os números de consumo impressionam. Segundo a norma europeia NEDC, o Golf GTE pode rodar mais de 66 km com um litro de combustível e tem autonomia, em modo totalmente elétrico, de até 50 quilômetros. A autonomia total pode chegar a até 940 quilômetros, garante a VW.

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O Golf GTE é chamado de híbrido “plug-in” porque a bateria de íons de lítio precisa ser recarregada externamente. Segundo a Volkswagen, a bateria precisa de aproximadamente três horas e meia para carregar completamente em uma tomada convencional. Se a bateria for carregada em uma estação de recarga, o tempo é reduzido para aproximadamente duas horas e meia. Também de acordo com a fabricante, a bateria pesa 120 kg, aproximadamente 8% dos 1.524 kg referentes ao peso líquido do carro.

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Ainda segundo a VW, o sistema híbrido inclui ainda componentes eletrônicos de força (que convertem a corrente contínua da bateria em corrente alternada para movimentar o motor) e um carregador. Um servo-freio eletromecânico e um compressor elétrico garantem a operação energeticamente eficiente dos freios e ar-condicionado, especialmente quando o GTE é utilizado no modo de condição elétrico (“e-mode”).

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O Golf GTE foi apresentado no Salão de São Paulo de 2014 e é a quinta opção de motorização oferecida para o Golf no mundo, juntando-se às versões a gasolina, diesel, gás natural comprimido e totalmente elétrico. A Volkswagen explica que a variedade de tiopos de propulsão é possível graças à adoção da arquitetura modular transversal, conhecida pela sigla MQB. Através dela, os engenheiros da Volkswagen criaram as bases para que um modelo de grande produção, como o Golf, aceitasse todos os tipos de propulsão. A fabricante de automóveis ainda afirma que, assim que o desenvolvimento técnico possibilite, será fabricado um Golf com propulsão com pilha a combustível (hidrogênio).

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